Reavivados por Sua Palavra


Apocalipse 22 by Jeferson Quimelli

Comentário devocional:

O puro rio da vida nunca cessa de fornecer bênçãos do trono de Deus (v. 1). Aonde Nancy e eu vivemos atualmente, temos uma maravilhosa água doce de poço. Eu só posso imaginar como será a água do céu, fluindo através da árvore da vida que produz doze frutos (v. 2). Sempre conversamos sobre que frutos serão esses. Tentamos definir os doze melhores frutos que mais gostamos. Eu incluiria o durian, minha esposa não. [NT: O durian é uma fruta originária da Malásia e Indonésia, de aparência que lembra um pouco a jaca, de tamanho menor, que tem um cheiro tão forte que em alguns lugares de Cingapura proíbem que seja comida em público.] Ficamos imaginando quais sabores estarão representados na Árvore da Vida.

Jesus nos lembra de Sua autoridade como o Alfa e o Ômega (v. 13), significando que Ele é eterno e o que Ele diz é fiel e verdadeiro. Ele faz questão que entendamos a nossa relação de salvação com Ele e total dependência de Sua graça em nossas vidas. Enquanto aguardamos a “bem-aventurada esperança” Ele nos adverte a não mudarmos nada em Suas mensagens.

Uma advertência urgente soa ao longo deste último capítulo da Bíblia – Jesus apela à nossos corações três vezes (vs. 7, 12, 20), nos dizendo que Ele está voltando logo – em breve! Adoremo-Lo de todo o coração, bebamos livremente da água da vida (v. 17) cheia de graça, e recebamos as bênçãos prometidas para a obediência. Aceitemos as promessas proféticas do Apocalipse.

Na última página do livro “O Grande Conflito” é nos dito de forma majestosa:  “O grande conflito terminou. Pecado a pecadores não mais existem. O Universo inteiro está purificado. Uma única palpitação de harmonioso júbilo vibra por toda a vasta criação. DAquele que tudo criou emanam vida, luz a alegria por todos os domínios do espaço infinito. Desde o minúsculo átomo até ao maior dos mundos, todas as coisas, animadas a inanimadas, em sua serena beleza e perfeito gozo, declaram que Deus é amor.”

Ao lermos palavras tão sublimes somos levados a dizer: “Vem, Senhor Jesus!” (v. 20 ARA). Levantemo-nos, brilhemos e juntos proclamemos ao mundo que “Jesus está voltando!” 
[NT: No original: “Arise! Shine!” and proclaim, “Jesus is coming!”, tema da 60ª Conferência Geral da IASD que se iniciou na quinta-feira, dia 02/07, em San Antonio, Texas].

Ted N C Wilson
Presidente da Igreja Adventista do Sétimo Dia

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/rev/22/
Traduzido por JAQ/JDS/IB
Texto bíblico: Apocalipse 22 
Comentários adicionais: http://apocalipsecomentadoversoaverso.blogspot.com.br/



Apocalipse 17 by Jeferson Quimelli

Comentário devocional:

Percebe-se claramente que Apocalipse 17 e 18 são uma expansão da sexta e sétima pragas, que retratam a ascensão e queda da Babilônia do fim dos tempos. O capítulo 17, de fato, se desenrola sob a direção de um dos anjos portadores de praga. Os seis primeiros versos introduzem a visão de uma mulher espalhafatosa montada em uma besta com sete cabeças e dez chifres. O nome dela é Babilônia. Ela tem um relacionamento adúltero com reis e embriaga os habitantes do mundo “com o vinho da sua prostituição” (v. 2 NVI). Ela mesma está “embriagada com o sangue … das testemunhas de Jesus” (v. 6 NVI).

O restante do capítulo explica a visão. Uma mulher no simbolismo profético representa o povo que professa ser de Deus – sinceros ou não. Uma besta [animal feroz] geralmente se refere a entidades políticas. Assim, a imagem apresentada é a de uma aliança profana entre Igreja e Estado, produzindo uma bebida intoxicante.

Esta bebida simboliza a corrupção do “vinho novo” (Mt 9:17) do evangelho e a pureza da verdade. O mundo embriagou-se nas filosofias e ensinamentos decorrentes desse casamento adúltero entre a igreja e o mundo. Dela é a religião que questiona nossa pecaminosidade e necessidade de um Salvador, encontrando milhares de outros pretensos caminhos para conseguir a entrada no céu. A religião da prostituta coloca o homem no trono de seu próprio destino, decidindo por si mesmo o que é certo [e o que é errado] e quais são os limites da nossa liberdade. Os mandamentos de Deus são relativizados e a fé de Jesus é desprezada – tudo para atender o orgulho e o esforço humano.

Encorajada por seu próprio glamour e pelo apoio de líderes e habitantes do mundo, ela lidera uma aliança internacional para a batalha do Armagedom. Eles “guerrearão contra o Cordeiro, mas o Cordeiro os vencerá, pois é o Senhor dos senhores e o Rei dos reis; e vencerão com Ele os seus chamados, escolhidos e fiéis” (v. 14 NVI), sem nenhuma arma que não a verdade e nenhuma defesa a não ser a fé. 

Alguém poderia imaginar que a vitória seria desse ilustre e poderoso trio do mal. Mas o Cordeiro vence a besta, e seu fiel remanescente derrota a aliança mundial. 

Jesus vence pelo amor, governa através do serviço, e salva por morrer. O humilde Cordeiro é o Senhor dos senhores e o Rei dos reis.

Garth Bainbridge
Sydney, Austrália
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/rev/17/
Traduzido por JAQ/GASQ
Texto bíblico: Apocalipse 17 
Comentários adicionais: http://apocalipsecomentadoversoaverso.blogspot.com.br/



Apocalipse 5 by Jeferson Quimelli

Comentário devocional:

João vê o Pai sentado no trono, segurando em sua mão direita o pergaminho que contém as ações de cada pessoa. Em linguagem simbólica aquele pergaminho contém informações de toda nação, língua e povos desde o início da história da Terra até o fim. João chora porque parece não haver ninguém no céu ou na terra que possa abrir o livro e resolver o problema do pecado da Terra.

Alguém mais entra na sala do trono, o Cordeiro, aparentando recentemente ter passado pela morte. Jesus, o Cordeiro sacrificial,  consegue abrir o livro e revelar o seu conteúdo. O recém morto e ressuscitado Jesus pega o pergaminho contendo o registro das vidas das pessoas e dos eventos na terra e se prepara para agir. O momento aqui retratado é o dia de Pentecostes, em 31 d.C. Os quatro seres e os vinte e quatro anciãos prostram-se e adoram o Cordeiro, porque Ele os resgatou para Deus pelo Seu sangue. A compreensão dessas realidades também deveria fazer-nos prostrar e louvar o Cordeiro!

As sete lâmpadas ou espíritos representam a totalidade do Espírito Santo que está diante do trono e é enviado ao mundo todo. O derramamento pentecostal do Espírito Santo em Jerusalém em 31 dC foi a proclamação do Céu a respeito da entronização do Redentor. Segundo a promessa de Jesus, Ele enviou o Espírito Santo do céu sobre seus seguidores como um sinal de que Ele, como Sacerdote e Rei, recebeu todo o poder no céu e na terra e foi  ungido como Sumo Sacerdote sobre Seu povo.

Neste ponto do início do trabalho de Jesus como nosso Sumo Sacerdote e Rei, os anjos, os quatro seres e os vinte e quatro anciãos, que assistiram a agonia e triunfo de Jesus sobre a terra, também estarão observando a vitória dos cristãos de todos os tempos através do poder de Jesus Cristo. Esses anciãos se prostram e proclamam: “Digno é o Cordeiro que foi morto de receber poder, riqueza, sabedoria, força, honra, glória e louvor!” (v. 12).
Como eles, prostremo-nos também diante de Jesus, o Cordeiro de Deus, em gratidão por Sua graça salvadora. Só Jesus é digno do nosso louvor e adoração!
Kenneth Mathews, Jr. M. D.
Greeneville, TN, EUA

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/rev/5/
Traduzido por JAQ/JDS/IB
Texto bíblico: Apocalipse 5 
Comentário em áudio 



Apocalipse 2 by Jeferson Quimelli
29 de junho de 2015, 1:00
Filed under: adoração, alegria, vitória | Tags: ,

Comentário devocional:

Assim como a visão de João acerca de Cristo em Apocalipse 1 descreve Jesus com imagens  altamente simbólicas, cada carta às igrejas em Apocalipse 2 e 3 começa com alguns desses símbolos e, em seguida, passa a descrever também a Igreja de Cristo em termos simbólicos. Essa é uma das muitas pistas de que as sete igrejas da Ásia representam simbolicamente a Igreja ao longo da história. Outra dica é que essas não são cartas comuns. São muito importantes, pois vêm do próprio Jesus!

Na maioria das cartas (mas não em todas) Jesus encontra algo a elogiar naquela Igreja e é assim que Ele começa. Mas, como um médico fiel, Ele também diagnostica os males da Igreja em cada época e lhes dá uma receita que, se aceita, permitirá a cada membro da igreja não só recuperar a saúde espiritual, mas vencer o pecado e a morte.

O quadro geral apresentado em Apocalipse 2 é o de uma igreja sob ataque, de dentro e de fora. E o quadro piora antes de melhorar. A igreja de Éfeso, representando a era apostólica, é uma igreja fiel e ativa. Eles erradicam a apostasia e não se cansam de fazer o bem. A primeira igreja teve um sucesso evangelístico tão grande que Paulo pode dizer que o evangelho tinha sido “pregado a toda criatura debaixo do céu” (Col. 1:23). Mas, com o tempo, eles perderam o primeiro amor (Ap. 2:4). “Depois de algum tempo, porém, começou a minguar o zelo dos crentes, bem assim seu amor a Deus e de uns para com os outros” (White, Atos dos Apóstolos, 324).

Mesmo em nossa melhor fase, podemos estar tão preocupados com a obra do Senhor, que perdemos de vista o Senhor da obra. Esquecemo-nos de que o verdadeiro sucesso, na estimativa divina, só é possível quando olhamos para Jesus. Todos os dias precisamos de uma nova visão acerca de Cristo; precisamos ter o nosso amor por Ele renovado; precisamos da garantia de que começamos o dia em Sua força e com o senso de Sua presença. Então, nos lembraremos de que o nosso trabalho é na verdade o Seu trabalho e nossas vidas beneficiarão aqueles que nos rodeiam com a fragrância do Seu amor e graça.

Clinton Wahlen, PhD
Diretor Associado do Instituto de Pesquisa Bíblica
Estados Unidos

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/rev/2/
Traduzido por JAQ/JDS/IB
Texto bíblico: Apocalipse 2 
Comentário em áudio 



Apocalipse 1 by Jeferson Quimelli

Comentário devocional:

O livro do Apocalipse, como o primeiro versículo indica, é uma revelação recebida de Cristo e sobre Cristo, vinda de Deus Pai (cf. João 8:28; 17:8). Aqui, como em todo o livro, recebemos vislumbres do Pai e do Espírito Santo (Ap. 1:4), mas é o próprio Jesus Cristo quem toma o lugar central. Jesus é tão maravilhoso que João mal pode se conter. As imagens fluem de sua pena, uma após a outra.

Como a fiel testemunha (v. 5), Jesus é a Palavra viva, acuradamente revelando Deus e Sua vontade para nós (Ap. 19:13; cf. Jo. 1:1,18). Como o “primogênito” dentre os mortos, a Sua ressurreição é que torna possível a nossa ressurreição para a vida eterna (1 Cor. 15:17-23). Como o príncipe ou soberano dos reis da terra, Ele está no controle deste mundo. Ele nos ama. Ele nos lavou e nos purificou com Seu sangue através da Sua morte na cruz. Ele fez de nós um reino e comissionou cada um de nós, como sacerdotes, a ampliar Seu reino, proclamando as virtudes daquele que nos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz (v 6; 1 Ped. 2:9). Acima de tudo, Ele está voltando em breve e “todo olho O verá” (Ap 1:7). Mas isso não é tudo.

A visão de João acerca de Cristo nesse capítulo é uma das mais marcantes em toda a Bíblia. Jesus está vestido como nosso Sumo Sacerdote, caminhando entre sete candeeiros – as sete igrejas da Ásia Menor (v. 20), que por sua vez representam a Sua Igreja em todos os lugares e em toda a história cristã (v. 19).

A mensagem é clara. Jesus não Se esqueceu de nós. Ele nos gravou nas palmas das Suas mãos (Is 49:16). Ele não Se esqueceu de Sua Igreja. Seus líderes – ministros cristãos que são aqui referidos como “anjos” ou mensageiros e representados pelas sete estrelas (ver Obreiros Evangélicos, 13) – estão em Sua mão. Cristo é a Cabeça da Igreja. E, como o livro de Apocalipse deixa bem claro, Ele nos guiará até o fim. Pelo fato dEle ter vencido, pela Sua graça venceremos também e reinaremos com Ele na Terra renovada (Ap 22:5).

Clinton Wahlen, PhD
Diretor Associado do Instituto de Pesquisa Bíblica
Estados Unidos



Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/rev/1/
Traduzido por JAQ/JDS/IB
Texto bíblico: Apocalipse 1 
Comentário em áudio 



Tiago 4 by Jeferson Quimelli
10 de junho de 2015, 1:00
Filed under: submissão, Vida Cristã, vitória | Tags: , , , , ,

Comentário devocional:

Precisamos fazer esta pergunta a nós mesmos: “Qual a origem das brigas, guerras e contendas?” (v. 1). Este comportamento conflituoso começa dentro de nós e está diretamente relacionado a nossos desejos (v. 2). Pelo fato de querermos certas coisas e não as alcançarmos, não importa o quão duro trabalhemos, nos sentimos amargos ou derrotados. Então discutimos e expressamos raiva.

Por outro lado, existem coisas que desejamos que o Senhor nos conceda, mas não nos preocupamos em pedir a Ele, então não as conseguimos. Às vezes, até nos lembramos de pedir ao Pai Celestial por nossos desejos, mas Ele não concede nossos pedidos porque pedimos pelas razões erradas (v. 3). Pedimos egoisticamente.

O que a Bíblia quer dizer ao afirmar que Deus é zeloso pelos seus filhos (v. 5)? Significa que Deus anseia em estabelecer um relacionamento com eles. Ele deseja ter uma conexão significativa conosco para que possa nos ajudar a crescer até o nosso pleno potencial. Então Ele graciosa e livremente oferece Sua maravilhosa graça para nos ajudar a mudar e amadurecer. As Escrituras dizem que Deus concede a Sua graça àqueles se submetem a Ele (v. 7a). Ele não oferece a mesma graça ao orgulhoso e arrogante. Não se trata de Ele não estar disposto a dar-lhes Sua graça; é que eles não iriam reconhecê-la e submeterem-se ao poder transformador de Deus.

A chave para tudo isso é a nossa vontade. Precisamos render nossa vontade a Deus e estabelecer uma resistência mental ao diabo e suas tentações. Quando fazemos isso de forma consistente, em nome de Cristo, o demônio acabará por fugir de nós (v. 7b). 

Não devemos tomar parte em fofocas contra os nossos amigos e familiares. Qualquer um que fala falsidades contra seus irmãos ou irmãs nas suas costas para destruir sua reputação está assumindo o papel de juiz. Quando fazemos isso, estamos nos colocando não só acima da lei de Deus, mas acima do próprio Deus (vs. 11-12).

Em resumo, devemos rejeitar tudo o que é mau à nossa volta e deixar que Deus purifique nossos processos de pensamento. Acima de tudo, precisamos parar de tentar manter um pé no mundo e outro pé na igreja. Não podemos amar o mal e a Deus ao mesmo tempo.

Querido Deus, purifica nossos motivos e palavras para que possamos glorificar o Teu nome.

Robin Pratt
Estados Unidos
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/jam/4/
Traduzido por JAQ/JDS/IB
Texto bíblico: Tiago 4 
Comentário em áudio



II Timóteo 4 by Jeferson Quimelli
20 de maio de 2015, 1:00
Filed under: correção, Justiça, vitória | Tags: , , , ,

Comentário devocional:

É difícil apresentar mensagens de repreensão. Os pastores sabem disso muito bem. As pessoas em geral preferem receber mensagens açucaradas e que as agradem a receber mensagens que apontem os seus erros. Mas Paulo deixa claro que isso deve ser feito.

Você é uma pessoa que segue a “doutrina correta”? Ou seus ouvidos coçam para ouvir apenas o que é agradável?

Paulo aconselha Timóteo a lidar com dissensões doutrinárias de modo firme. Se não enfrentadas com coragem, mais pessoas serão arrastadas para a doutrina que “coça as orelhas, e não é baseada na sã doutrina” – ou seja, será um desastre! Permitir que tal desorientação continue na igreja não é amor! O afastamento da doutrina verdadeira é uma força destrutiva que deve ser enfrentada. Corrija, repreenda, exorte, disse Paulo, mas o faça com delicada paciência, porque cada pessoa tem a possibilidade de ser, assim esperamos, nosso vizinho no céu.

Deus fala aos Seus filhos com firmeza porque está procurando por pessoas que se humilhem; pessoas como o apóstolo Paulo, que se ofereçam para serem usadas por Deus como oferta de sacrifício: “Eu já estou sendo derramado como uma oferta de bebida” (v. 6, NVI).

Você é humilde diante do Senhor? Você já se rendeu completamente a Ele? Como você responde à disciplina do Senhor? A luta é longa e difícil, mas para aqueles que se rendem totalmente a Deus e mantem a fé – perseveram até o fim por meio de Seu poder – há uma coroa da justiça! (v. 8).

Imagine aquele dia glorioso quando o amorável Jesus – o Rei do Universo – se aproximará de você, olhará em seus olhos, e com as próprias mãos perfuradas, colocará a coroa da vitória em cima de sua cabeça e dirá: “Muito bem, servo bom e fiel!… venha e participe da alegria do seu Senhor!” (Mt 25:21, NVI). Como você foi vitorioso contra o mal, você estará comigo para sempre e herdará todas as coisas (Ap. 21: 7).

Jim Ayer
Vice-Presidente
Rádio Mundial Adventista
Conferência Geral

 

 

 
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/2ti/4/
Traduzido por JAQ/GASQ/JDS/IB
Texto bíblico: II Timóteo 4
Comentário em áudio 



II Timóteo 2 by Jeferson Quimelli

Comentário Devocional:

Um soldado, um atleta, e um agricultor – Paulo usa essas personalidades marcantes para representar a viagem perseverante do cristão.
   – Quem é o soldado? Aquele que segue estritamente todas as ordens de seu comandante, mesmo no meio da batalha;
   – O atleta é a próxima comparação – bem treinado, disciplinado, focado na meta de vencer, independentemente do custo ou sacrifício pessoal;
   – E, finalmente, Paulo acrescenta o retrato do agricultor trabalhador e fiel que confia em Deus para a colheita. Meu avô era um fazendeiro como a maioria dos agricultores que conheci ao longo dos anos. Ele era muito metódico, inovador, de fala mansa, e até mesmo tranquilo. Depois de todo o seu trabalho duro e longas horas de calor, frio e períodos de seca, ele esperava uma colheita no outono.

Paulo, então, nos diz em termos inequívocos, que alguns dos nossos problemas podem vir de membros da igreja ou mesmo de um pastor, ancião, diácono ou diaconisa. O diabo quer nos arrancar de Deus e nos lançar longe da igreja. Ele pode usar alguém que você admira. Lembre-se que foi a “família da igreja” que crucificou a Cristo! Não se engane, não deixe frequentar a igreja por causa de alguém ou de algo que aconteceu. Paulo assevera no verso 19: “o firme fundamento de Deus permanece inabalável e selado com esta inscrição: ‘O Senhor conhece quem lhe pertence’” (NVI). Siga o conselho de Paulo e permaneça em alicerce seguro! Seja forte em Cristo e resista ao Diabo.

Caro cristão, 
   – seja forte como um soldado, seguindo as ordens do seu comandante: “afaste-se da iniquidade” (v. 19 NVI). Lembre-se: “Todas as Suas ordens são promessas habilitadoras” (PJ 176);
   – Mantenha os olhos fixos no prêmio, como um atleta disciplinado – para um dia poder estar perante junto ao seu irmão mais velho, Jesus;
   – E, finalmente, confie como o agricultor, que pacientemente suporta o calor escaldante, tempestades e a peste, e mantém plena fé de que Deus proverá uma colheita cheia de frutos: “Mas o fruto do Espírito é amor, alegria, paz, paciência, amabilidade, bondade, fidelidade, mansidão e domínio próprio” (Gl 5:22, 23, NVI).

Jim Ayer
Vice-Presidente
Rádio Mundial Adventista
Conferência Geral

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/2ti/2/
Traduzido/adaptado por JAQ/GASQ

Texto bíblico: II Timóteo 2
Comentário em áudio 



Efésios 6 by Jeferson Quimelli
24 de abril de 2015, 1:00
Filed under: Cartas de Paulo, Vida Cristã, vitória | Tags: , , ,

Comentário devocional:

Em Efésios Paulo descreve a igreja como o corpo de Cristo (1:22-23; 4:11-16), como o templo de Deus (2:19-22), e como a noiva/esposa de Cristo (5:21-33). Em Efésios 6:10-20, Paulo retrata a igreja como o exército de Deus e oferece um vigoroso convite às armas. É uma passagem que oferece muitos benefícios e corre o risco de ser mal interpretada.

Poderíamos interpretar mal as palavras de Paulo como se fossem uma convocação para utilizar armas militares contra nossos inimigos ou para sermos combativos em nossas relações com os outros. Mas Paulo vem enfatizando a unidade, palavras edificantes e ternura (ver especialmente 4:25-5:2). E ele descreve as boas novas de Deus como “o evangelho da paz” (v. 15). Através desta vívida metáfora militar, a igreja não é chamada à guerra no sentido tradicional. Pelo contrário, somos chamados a lutar pela paz na batalha espiritual contra o mal. Paulo está pensando no campo de batalha do grande conflito e nos chama para nos alistarmos no exército de Deus.

Devemos fazê-lo com uma avaliação realista do inimigo, nunca subestimando as forças dispostas contra nós. Nós não apenas enfrentamos inimigos humanos, mas “as forças espirituais do mal nas regiões celestiais” (v. 12, NVI), liderados por um general astuto, o diabo (v. 11). No entanto, não precisamos ser intimidados por nossos inimigos, pois Deus está presente conosco na batalha (v. 10) e forneceu-nos a melhor das armas, a Sua própria armadura, a “armadura de Deus” (v 11; cf. Is. 59:15b-17). Ele colocou à nossa disposição a verdade, a justiça, a paz, a fé, a salvação e o Espírito (vs. 13-17). Deus vai adiante de nós e equipados da cabeça aos pés com a armadura que Ele forneceu, não podemos falhar. A vitória está garantida.

Que Deus abençoe a você, membro do Seu exército, que luta pela paz no poder do Seu nome!

John McVay
Universidade Walla Walla
Estados Unidos
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/eph/6/
Traduzido por: JAQ/JDS/IB
Texto bíblico: Efésios 6 
Comentários em áudio 



Romanos 7 – Comentários selecionados – atualizado 05/03/2015 23h00 by Jeferson Quimelli
5 de março de 2015, 0:00
Filed under: pecado, salvação, vitória | Tags: , ,

1-6 Em 7.1-6, a liberdade da lei é ilustrada em termos da relação entre a esposa e seu marido. A comparação é simples: assim como a morte dissolve o vínculo entre o marido e esposa, a morte do crente com Cristo rompe o jugo da lei. ele está livre para unir-se com Cristo. Bíblia Shedd.

Nós agora servimos não pela obediência a um conjunto de regras, mas a partir de corações renovados e mentes que transbordam com o amor de Deus. Life Application Study Bible.

2,3 A morte altera decisivamente o relacionamento que a pessoa tem com a lei. Bíblia de Estudo NVI Vida.

4 corpo de Cristo. A referência aqui é à morte física de Jesus Cristo. Bíblia de Genebra.

5 A tendência do homem é desejar o proibido. Bíblia de Estudo NVI Vida.

6 “Espírito” refere-se às novas relações e forças produzidas em Cristo pelo Espírito Santo. Bíblia Shedd.

em novidade de espírito. Algumas pessoas tentam ganhar acesso a Deus pela observância de um conjunto de regras (obedecer aos Dez Mandamentos, servir à igreja fielmente, fazendo boas obras), mas tudo o que conseguem com seus esforços é frustração e desânimo. Contudo, por causa do sacrifício de Cristo, o acesso a Deus já está aberto e podemos nos tornar Seus filhos simplesmente como colocarmos nEle a nossa fé. Não mais tentando alcançar a Deus através da observância de regras, nós nos tornamos mais e mais semelhantes a Jesus à medida que vivermos com Ele, dia após dia. Permita que o Espírito Santo mova a sua atenção de sua performance para Jesus. Ele te libertará para que você possa servi-Lo com amor e gratidão. Isto é o que significa viver “em novidade de espírito”. Life Application Study Bible.

não na caducidade da letra. Literalmente, na velhice da letra”. Isso descreve a obediência legalista dos que tentam assegura r a salvação pelas obras da lei. Era assim o serviço dos fariseus, que tinham o cuidado de “dar o dízimo da hortelã , do endro e do cominho”, mas, ao mesmo tempo, omitiam as coisas mais importantes da Lei: a justiça, a misericórdia e a fé” (ver com. de Mt 23:23). Essas “coisas mais importantes” eram os assuntos do coração e do espírito. O serviço “na caducidade da letra” só pode conduzir ao pecado e à morte (Rm 7:5). Mas o evangelho traz o oferecimento de Deus para capacitar as pessoas a prestar serviço espiritual de coração. O novo nascimento do Espírito Santo significa a criação de um coração puro e a renovação de um espírito reto (ver SI 51:10), de modo que, a partir de então, o crente não mais serve a Deus por um sentimento de escravidão legal e por medo, mas em um novo espírito de liberdade e amor (cf. Jo 4:23; 6:63; 2Co 3:6). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol 5, p. 602.

Observar as regras, leis e costumes do cristianismo não nos salva. Mesmo que conseguíssemos tornar puras as nossas ações, ainda estaríamos sob maldição porque em nossos corações e mentes somos perversos e rebeldes. Life Application Study Bible.

7-25 É melhor tomar esta passagem como uma autobiografia, ainda que seja a biografia de todo homem. Ainda que Paulo pudesse afirmar que era “irrepreensível quanto à justiça que há na lei” (Fp 3.6) na sua vida antes de conhecer o Senhor, sem dúvida ele se refere aos atos externos e não á cobiça. … Pior ainda, a própria proibição do mandamento aumentou o desejo (vv 8-11). Bíblia Shedd.

estava morto. Permanecia escondido, como uma serpente adormecida. Andrews Study Bible.

9 reviveu o pecado. Na verdade, o pecado tinha estado sem oposição no controle de sua vida (v. 5). Mas a vinda do “mandamento” desafiou a presença do pecado e de seu direito de controlar a vida. Então, o pecado se ergueu para manter sua autoridade contestada. Em toda a sua malignidade e força, ele surgiu em seu verdadeiro caráter, como um enganador, inimigo e assassino. CBASD, vol 5, p. 605.

morri. Paulo veio a reconhecer que estava condenado à morte, porque a lei revela o pecado, e o salário do pecado é a morte (6.23). Bíblia de Estudo NVI Vida.

11, 12 o pecado, tomando ocasião pelo mandamento, pelo mesmo mandamento, me enganou e me matou. O pecado nos parece atraente exatamente porque Deus nos falou para não o fazermos. Em vez de prestarmos atenção às Suas advertências, nós as usamos como uma lista “a fazer”. Quando formos tentados a sermos rebeldes, devemos olhar para a lei de uma perspectiva mais ampla – à luz da graça e da misericórdia de Deus. S focarmos o Seu grande amor por nós, entenderemos que Ele apenas nos restringe de ações e atitudes que, na verdade, nos trariam dano. Life Application Study Bible.

12 a Lei é santa. A despeito do uso desprezível que o pecado fazia da lei, a lei não era culpada disso. A lei é de Deus e, por isso mesmo, é santa, justa e boa. Bíblia de Estudo NVI Vida.

13 acaso o bom se me tornou em morte? A resposta de Paulo à sua própria pergunta é um “não”. O pecado em mim foi que se tornou a causa de minha morte espiritual, impelindo-me a quebrar a boa lei de Deus. O pecado, pois, é visto como “sobremaneira iníquo”. Bíblia de Genebra.

O pecado usou uma coisa santa (a lei) para uma finalidade ímpia (a morte). Esse fato revela quão desprezível é o pecado. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Não foi a lei que causou o pecado e sim ao pecado. Andrews Study Bible.

14 a lei é espiritual em sua origem, pois foi dada por Deus, e “Deus é espírito” (Jo 4:24). É de natureza espiritual, no sentido de que é “santa, e justa e boa”, e na medida em que exige obediência que pode ser prestada apenas por aqueles que são espirituais e têm o fruto do Espírito (Mt 22:37-39; Jo 15:2; Rm 13:8, 10; Gl 5:22, 23 ; Ef 3:9). CBASD, vol 5, p. 609.

fui vendido como escravo ao pecado. Forma vívida de mostrar o fracasso dos próprios cristãos diante das exigências éticas e morais do evangelho. Até mesmo ressalta a natureza persistente do pecado.13 O pecado usou uma coisa santa (a lei) para uma finalidade ímpia (a morte). Esse fato revela quão desprezível é o pecado. Bíblia de Estudo NVI Vida.

15 Não entendo. A luta no íntimo cria tensão, ambivalência e confusão. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Isto é mais do que o grito de um homem desesperado – descreve a experiência de todo cristão a lutar contra o pecado ou tentando agradar a Deus observando regras e leis seu o auxílio do Espírito. Nunca devemos subestimar o poder do pecado. Nunca devemos tentar lutar com nossas próprias forças. Temos um inimigo diligente e, por outro lado, temos uma surpreendente capacidade de apresentar desculpas.Em vez de tentar vencer o pecado com o poder humano, devemos nos apropriar do tremendo poder de Cristo que está disponível a nós. Esta é a provisão de Deus para a vitória sobre o pecado: Ele envia o Espírito Santo para morar em nós e nos dar poder. E quando caímos, Ele se achega amorosamente e nos ajuda a levantar. Life Application Study Bible.

16 admito que a Lei é boa. Mesmo quando Paulo é rebelde e desobediente, o Espírito Santo lhe revela a essencial bondade da lei. Bíblia de Estudo NVI Vida.

17 não sou mais eu quem o faz. Não uma tentativa de escapar da responsabilidade moral, mas uma declaração do forte controle que o pecado pode manter sobre a vida do cristão. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Paulo, na verdade estava descrevendo um profundo conflito que todo crente encontra inerente em sua vida em Cristo. Cristo habita nele (Gl 2.20) e, no entanto, o pecado também habita nele (vs. 17, 20). Uma perfeita conformidade com a vontade de Deus, no presente, estava fora de seu alcance. Bíblia de Genebra.

em minha carne. Nos meus membros infectados com o pecado. Andrews Study Bible.

20 O cristão vive em dois mundo ao mesmo tempo. Esta é a razão por que a carne “milita contra o Espírito, e o Espírito contra a carne, porque são opostos entre si” (Gl 5.17). A vitória contra este inimigo (o pecado que reside em nós) não vem sem luta ou num minuto. Graças a deus a vitória virá por Cristo! Bíblia Shedd.

23-35 A luta interna contra o pecado era tão real para Paulo o quanto é para nós. De Paulo aprendemos como tratar disto. Sempre que paulo se sentia perdido, ele retornava ao início de sua vida espiritual, lembrando que ele já havia sido liberto por Jesus Cristo. Quando você se sentir confuso e esmagado pela sedução do pecado, siga o exemplo de Paulo: agradeça a Deus pela liberdade através de Jesus Cristo. Deixe a realidade do poder de Cristo levar você à real vitória sobre o pecado. Life Application Study Bible.

24 Quem me livrará. Esse não é um grito de desespero, porquanto Paulo sabe a resposta e a fornece no versículo seguinte. Bíblia de Genebra.

do corpo sujeito a esta morte? Expressão figurada do corpo do pecado (6.6), que pesava sobre ele como um cadáver e do qual não conseguia libertar-se. Bíblia de Estudo NVI Vida.

25 Graças a Deus por Jesus Cristo, nosso Senhor. O livramento vem, não esforço legalístico, mas mediante Cristo. Bíblia de Estudo NVI Vida.

O que a lei, a consciência e a força humana desajudada não podem fazer, pode ser feito pelo plano do evangelho. A libertação completa está disponível por meio de Jesus Cristo e por meio dEle apenas (comparar com “graças a Deus, que nos dá a vitória por nosso Senhor Jesus Cristo ” [1Co 15:57]). Este é o clímax para o qual aponta o raciocínio de Paulo neste capítulo. Não é suficiente ser convencido da excelência da lei ou reconhecer a sabedoria e a justiça de suas reivindicações. Não é suficiente consentir que ela é boa ou até mesmo deliciar-se com seus preceitos. Nenhum esforço sério de obediência vale contra a lei do pecado nos membros, até que o pecador em batalha se entregue à fé em Cristo. Então, a entrega a uma Pessoa toma o lugar da obediência legalista a uma lei. E visto que é um a submissão a uma Pessoa muito amada, ela é percebida com o perfeita liberdade (ver CC, 19; CBV, 131; DTN, 466). CBASD, vol. 6, p. 613.




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