Reavivados por Sua Palavra


II Coríntios 7 by jquimelli
6 de abril de 2015, 1:00
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Comentário devocional:

No início do capítulo 7 o pastor Paulo conclui a defesa de seu ministério apostólico. Ele apela que “purifiquemo-nos de tudo o que contamina o corpo e o espírito, aperfeiçoando a santidade no temor de Deus” (v 1 NVI). Além disso, ele relembra o que são ações convenientes [para a boa convivência] (v 2b), o vínculo estreito que estabeleceu com eles (v 3) e manifesta esperança e encorajamento (v. 4).

No restante do capítulo (vs 5-16) Paulo volta a falar da razão da mudança de seus planos de viagem, razão do conflito com os membros da igreja de Corinto. Esta parte da carta torna-se profundamente pessoal ao ele analisar o impacto emocional de sua carta anterior. “Mesmo que a minha carta lhes tenha causado tristeza, não me arrependo” (v 8 NVI). Esse confronto será a oportunidade para a mudança de corações e vidas (vs 9, 10).

O verdadeiro arrependimento está intimamente ligado ao afastamento do pecado. “A tristeza segundo Deus”, lembra Paulo, “não produz remorso, mas sim um arrependimento que leva à salvação.” (v 10 NVI)

Paulo cita que não escreveu “por causa daquele que cometeu o erro” (v 12 NVI), mas para benefício dos crentes de Corinto. E não identifica a pessoa que cometeu o erro. Anteriormente Paulo tinha aconselhado aos crentes em Corinto a perdoarem essa pessoa (2Co 2:5-8). Ellen White nos lembra que, como cristãos, temos a responsabilidade de evitar uma atitude crítica: “É fácil falar contra as falhas e os erros dos outros e, em termos gerais condenar isso e aquilo, mas você já pensou que este é o trabalho que o inimigo está sempre fazendo? … Quanto descanso e paz e felicidade tem você encontrado em se demorar sobre as imperfeições dos seus irmãos? … Não foi a sua fé enfraquecida e seu discernimento obscurecido? Sua alma tornou-se mais e mais destituída da graça de Deus” (Carta 48, 1893).

O próprio Paulo dá o exemplo, tentando ser uma fonte de encorajamento (v 13). Suas boas obras haviam mostrado que a sua fé era verdadeira. “Alegro-me”, observa Paulo, “por poder ter plena confiança em vocês” (v. 16).

Michael Campbell
AIIAS
Filipinas
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/2co/7/
Traduzido por JAQ/GASQ
Texto bíblico: II Coríntios 7 
Comentários em áudio 



II Corintios 7 – Comentários Selecionados by tatianawernenburg
6 de abril de 2015, 0:00
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1 Purifiquemo-nos. As pessoas são incapazes de se purificar, pois não há poder inerente ao ser humano para eliminar o pecado (Rm 7:22-24). O crente pode ser santificado apenas ao permitir que Deus trabalhe nele e por meio dele (Fp 2:12 e 13). O cristão deve utilizar os meios apontados por Deus para a purificação. Deus desperta a vontade para que as pessoas a exerçam. A armadura de Cristo está disponível para todos os cristãos, no entanto, eles têm a responsabilidade de vesti-la. O poder e a graça de Deus são ineficazes em alguém que tem vontade e mente passiva. Deus está com aquele que combate “o bom combate da fé”, e lhe concederá vitória. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 970.

2 Exploramos. Talvez os oponentes tenham acusado Paulo de negligência em relação à grande coleta que solicitou em favor dos pobres em todas as igrejas de Jerusalém. A recusa de alguns dos coríntios em abrir o coração a Paulo e aceitá-lo estava em evidente contraste com a livre associação deles com os falsos apóstolos. Se eles sentiam afeto por pessoas que praticavam o erro, a corrupção e a fraude, por que não deveriam sentir afeto por alguém que não havia feito nenhuma dessas coisas? CBASD, vol. 6, p. 972.

5 Fomos atribulados. Paulo retoma a narrativa da qual ele se desviou desde 2 Coríntios 2:13. Nenhuma igreja fundada por Paulo deu-lhe tantos motivos para aflição e sofrimento como a de Corinto. Muito desse sofrimento foi devido aos falsos apóstolos, que tinham seguido Paulo até Corinto e deliberadamente começaram a destruir sua obra, desacreditar seu apostolado e ridicularizar seu evangelho e sua pessoa. Eles criticavam seu caráter e o acusavam de mau uso do dinheiro, de covardia e falsidade e de usurpaçao de autoridade. Também tentaram impor certas exigências rituais aos conversos gentios, em contradição à posição da igreja. CBASD, vol. 6, p. 973.

Temores por dentro. Isto é, incerteza quanto a resolução das crises. Isso não significa que Paulo estivesse abatido pelo temor. CBASD, vol. 6, p. 973.

10 Tristeza segundo Deus. Isto é, do modo prescrito por Deus ou aceitável a Deus. Não é a tristeza por ser descoberto ou a antecipação de ser punido. É a genuína tristeza, arrependimento, separação do pecado e determinação para resistir, a partir dali, pela graça de Deus, à tentação que conduziu ao pecado. CBASD, vol. 6, p. 974.

12 Não foi por causa. Ao redigir a carta anterior, Paulo demonstrou grande preocupação pelo bom nome da igreja. Ele temia que os pagãos vissem o cristianismo com desprezo e que os judaizantes chamassem a atenção desse desavergonhado caso de incesto como resultado de seu ministério. Mas a igreja lidara com firmeza com o transgressor e ele se arrependera. Assim, o bom nome da igreja fora protegido, e a preocupação de Paulo se voltou para o bem-estar espiritual das pessoas envolvidas. CBASD, vol. 6, p. 976.

16 Confiarem vós. Ou, “coragem acerca de vós”. Este versículo é considerado por muitas autoridades como uma transição ou elo entre o que Paulo escreveu nos capítulos anteriores e o que vem a seguir. Essas palavras descartam todos os erros e mal-entendidos do passado e expressam verdadeira reconciliação. Ao mesmo tempo, oferecem uma introdução adequada ao assunto da grande coleta para os cristãos pobres da Judeia, que Paulo promove entre as igrejas gentílicas. CBASD, vol. 6, p. 977.



João 3 – Comentários selecionados by jquimelli
11 de janeiro de 2015, 0:00
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3 mas nascer de novo. Ou “nascer de cima”. Nota Textual NVI.

Do gr. anothen, que em outras passagens de João significa “do alto”, “de cima” (3:31; 19:11; etc.). A palavra pode ser usada corretamente nos dois sentidos. Está claro que Nicodemos compreendeu no sentido de “de novo” (v. 4), mas Jesus certamente quis dizer “do alto”, como anothen é usada um pouco adiante (3:31). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 1025.

A tradução “mas nascer de cima” concorda bem com o debate das coisas “da terra” e “do céu”. Bíblia de Genebra.

Segundo a teologia judaica, nascer como filho de Abraão era quase uma garantia de admissão no reino do Céu (Jo 8:33). … a ideia de que ele, um judeu respeitável, estivesse fora do círculo da salvação era nova e perturbadora. CBASD, vol. 5, p. 1025.

5 nascer da água e do Espírito. A referência à “água” era uma clara alusão ao batismo na água, ministrado aos prosélitos judeus [dos gentios] e praticado pelos essênios. … os fariseus, que pretendiam ter um grau superior de justiça, recusavam o batismo (Lc 7:30) porque João o tornou um símbolo do arrependimento. CBASD, vol. 5, p. 1026.

6 nascido da carne. Isto é, pelo nascimento natural (ver Jo 1:13). O princípio do mundo natural, de que todas as coisas vivas se reproduzem “segundo as suas espécies” (Gn 1:21), é igualmente verdadeiro no mundo espiritual. No NT, “carne” e “Espírito” são antagônicos e representam duas formas de vida opostas e mutuamente exclusivas (cf. Rm 6:12-18), CBASD, vol. 5, p. 1026.

14 importa que o Filho do Homem seja levantado. Em João, a expressão “levantado” sempre se refere à crucifixão (ver Jo 8:28; 12:34; etc.). CBASD, vol. 5, p. 1027.

16 Deus amou. O amor é o atributo supremo do Criador em relação a Suas criaturas. É a força controladora no governo divino. “Deus é amor” (1Jo 4:8). João refere-se a si mesmo como “aquele a quem Jesus amava” (Jo 21:7; cf. 13:23; 19:26; 20:2; 21:20), isto é, amava mais. A razão para isso era simplesmente que João, mais do que seus companheiros, se submeteu à influência da vida perfeita de Jesus e, por isso, entendeu e refletiu essa perfeição mais plenamente (ver p. 983, 984). Assim, João estava mais qualificado do que os outros a apreciar a magnitude do amor divino e a explicá-la. … Em 1 João 1:31, ele exclama novamente: “Vede que grande amor nos tem concedido o Pai.” Faltam palavras para expressar a profundidade desse amor eterno e imutável, e João simplesmente faz a todos o convite para que o contemplem. CBASD, vol. 5, p. 1027, 1028.

mundo. O amor de Deus alcança toda a humanidade, mas beneficia diretamente apenas os que respondem a ele. … O amor requer reciprocidade para ser eficaz. … Afirmar que Deus predestinou certas pessoas para se perderem, não importando a própria escolha deles, é dizer que Ele as odeia; é estigmatizá-Lo como injusto e colocar sobre Ele a culpa pelo destino delas (ver Rm 5:8; 2Co 5:19; ver com. de Jo 3:17-20). CBASD, vol. 5, p. 1028.

pereça. Do gr apollumi, “destruir completamente”, “apagar da existência”, “desvanecer-se no nada”. … O oposto de “vida eterna” não é a miséria eterna, mas aniquilação eterna, morte eterna. CBASD, vol. 5, p. 1028. 

17-21 O propósito primário do ministério de Jesus era a salvação. Mas aqueles que rejeitam aquela salvação julgam ou condenam a si mesmos. Andrews Study Bible.

17 Deus enviou. O “envio” de Jesus não implica a superioridade do que envia nem a inferioridade do que é enviado. Ao longo de toda a eternidade passada, Cristo era “igual a Deus” (Ev, 614). CBASD, vol. 5, p. 1028.

18 crê …  não crê. João não está se referindo a crenças e dúvidas momentâneas, mas a atitudes contínuas e firmes. Bíblia de Estudo NVI Vida.

já está julgado. Da mesma forma que os que creem em Cristo são justificados em virtude de sua fé, os que não creem são condenados por sua falta de fé. … Deus predestinou que os que creem sejam salvos e que os descrentes se percam, mas deixou a critério de cada pessoa escolher crer ou não. Nesse sentido, o destino de crentes e descrentes foi, em perspectiva, decidido quando o plano da salvação foi formulado; mas é dada ao indivíduo a possibilidade de escolha. Esta é a predestinação bíblica. CBASD, vol. 5, p. 1029

22 para a terra da Judeia. A partir de Jerusalém, Jesus então passa a estender Seu ministério às cidades e aldeias da Judeia, onde trabalhou por um período de aproximadamente oito meses, de abril a dezembro do ano 28 d.C. … Com exceção do breve relato de João 3:22 a 36, a narrativa evangélica silencia sobre os detalhes desse período do ministério do Senhor. Jesus reservou a fase inicial de Seu ministério público a Jerusalém e à Judeia, com o objetivo específico de dar aos líderes a oportunidade de verem as evidências de Sua missão divina, de O aceitarem como o Messias e de levar a nação a cumprir a tarefa que Lhe fora designada por Deus (DTN, 231; ver vol. 4, p. 13-17). Mas, apesar do aparente sucesso da fase inicial, o ministério na Judéia foi de poucos resultados práticos (ver DTN, 194, 245). CBASD, vol. 5, p. 1030.

23 muitas águas. Este comentário sugere o batismo por imarsão, a única forma do rito em que seriam indispensáveis “muitas águas” (ver com. de Mt 3:6; Rm 6:3-6). CBASD, vol. 5, p. 1031.

24 encarcerado. João ficou na prisão cerca de um ano, mais ou menos da época da Páscoa em 29 d.C. até a mesma época do ano seguinte. CBASD, vol. 5, p. 1031

25 disputa entre alguns dos discípulos de João e os judeus sobre purificação.Ver 2:6. Se refere, aqui, ao batismo. Andrews Study Bible.

31 fala da terra. João era “da terra” e falava como homem. Jesus veio “das alturas” e falava com a sabedoria do alto. Por isso, as pessoas volviam de João para Jesus, do menor para o maior. CBASD, vol. 5, p. 1032.

36 quem crê. Literalmente, “quem continua crendo”. Estar “na graça” apenas uma vez não é suficiente; a pessoa precisa permanecer “na graça” se quiser entrar no reino. CBASD, vol. 5, p. 1033.

se mantém rebelde (gr apeithon). Esta palavra está colocada em oposição a “crê” indicando que fé em Cristo inclui obediência. Bíblia Shedd.

…o termo se refere a uma condição mental e volitiva de rebeldia e não a atos de desobediência.  … A condição mental determina o rumo da vida (cf Jo 3:18). CBASD, vol. 5, p. 1033



Lucas 13 – Comentários selecionados by jquimelli

1 Pilatos. Era notório pela sua crueldade (Josefo, Antiguidades, 17.9.3; 18.4.1ss) como também aqueles galileus eram conhecidos insurgentes que se rebelaram contra a opressão dos romanos. Bíblia Shedd.

…mandar matar pessoas enquanto ofereciam sacrifícios no templo condiz com a reputação de Pilatos. Bíblia de Estudo NVI Vida.

2 A calamidade era comumente considerada como resultado do pecado (Jo 9.1-2), porém Jesus nega que estes galileus fossem especialmente pecadores. Bíblia de Genebra.

Nos tempos antigos muitas vezes se acreditava que as grandes desgraças aconteciam somente a pessoas extremamente pecaminosas )v. Jo 9.1, 2; v tb Jó 4.7; 22.5, em que Elifaz acusa Jó injustamente). Bíblia de Estudo NVI Vida.

3, 5 não eram. Um desastre não prova a culpa uma culpa ou um estado de maior pecaminosidade das vítimas. É uma advertência contra a atitude dos auto-suficientes e “justos” que não sentem a urgência do arrependimento e do novo nascimento (cf 18.9-14). Bíblia Shedd.

3 todos igualmente perecereis. Todos são pecadores, por isso Jesus chama Seus ouvintes ao arrependimento – pois de outro modo eles perecerão. Os galileus não tiveram tempo para arrepender-se por ocasião de sua morte, e os ouvintes impenitentes de Jesus podiam também enfrentar a morte sem tempo de preparar-se. Bíblia de Genebra.

 4 a torre de Siloé. Edificada dentro da seção sudeste do muro de Jerusalém [provavelmente próxima ao tanque de Siloé]. Bíblia de Estudo NVI Vida.
6 figueira. Pode referir-se a Israel e igualmente a um indivíduo. Bíblia Shedd.

6-9 A vinha era solo fértil para uma figueira e “três anos” indica uma árvore já bem formada. … O fato de Deus não punir os pecadores imediatamente não significa que ele aprove seus pecados. pelo contrário, Sua paciência mostra que Ele é misericordioso e os pecadores devem arrepender-se enquanto é tempo. Bíblia de Genebra.

Cedo ou tarde a lâmina do machado cairá sobre a raiz da vida inútil em que faltou o enxerto da nova vida em Cristo (cf Mt 7.16ss; Rm 11.16-24; Cf 1.6, 10). Bíblia Shedd.

7 três anos. Os séculos em que Israel gozou dos privilégios da Aliança culminam no período do ministério de Jesus. Bíblia Shedd.

10 sábado. Passagens anteriores que relatam as controvérsias acerca do sábado (exemplo 6.1-11) mostram a autoridade de Cristo sobre esse dia. Aqui se salienta o significado do dia de descanso. Desde o princípio o sábado era profético, lembrando a reconsagração da Criação a sua finalidade original, o que só se realizará por meio da derrota de Satanás (v. 16). Essa vitória final é prevista na libertação da mulher de quem foi expulso o espírito de enfermidade. Bíblia Shedd.

11 a descrição da enfermidade dessa mulher faz crer que os ossos da sua coluna eram rigidamente fundidos entre si. Bíblia de Estudo NVI Vida.

13 este ano. O juízo já devia ter caído sobre a nação, porque ela rejeitou seu Messias, mas Deus dará mais uma oportunidade especial e limitada entre o Pentecostes e a destruição de Jerusalém (66-70 d;C.). Bíblia Shedd.

15 Jesus chamou seus críticos “hipócritas”, porque fingiam ter zelo pela lei, mas pretendiam mesmo era atacar a Jesus e à cura que fizera. Bíblia de Estudo NVI Vida.

18-21 Tanto no campo e na cozinha, como nos corações e no mundo, a implantação da nova natureza do reino não pode permanecer oculta. A nova vida do Espírito se manifestará no indivíduo e na Igreja. Essa vida influenciará o mundo inteiro (cf Ap 5.9). Bíblia Shedd.

19 aves. Cf Dn 4.12, 21, onde representam nações. Podem ser os gentios que terão livre acesso ao evangelho e à igreja (cf Ef 3.6ss). Bíblia Shedd.

22 Aqui começa uma seção que continua até 16.13, com o intuito de responder à pergunta: “Quem entrará no reino de Deus?” A resposta seria: “Não aqueles que vós pensais”. Bíblia Shedd.

Lucas apresenta Jesus indo sem pressa para Jerusalém, onde o clímax seria atingido. A caminho, Ele continuava servindo ao povo. Bíblia de Genebra.

 23 serão poucos os salvos? Os judeus geralmente concordavam que todo Israel (exceto uns poucos especialmente pecadores) estava incluído no número dos salvos. Bíblia de Genebra.

Possivelmente quem fez a pergunta notou que, a despeito das grandes multidões que vinham ouvir a pregação de Jesus e receber a cura, havia bem poucos seguidores leais. Jesus não respondeu de modo direto, mas advertiu que muitos tentariam entrar depois de ser tarde demais. Bíblia de Estudo NVI Vida.

23-30 A salvação exige de nós: 1) Esforço gr agonizo, “lutar”, “concentrar toda a atenção e força” …; 2) Urgência, pois a porta se fechará de repente (v. 25) – apelo a não se demorar (cf 2Co 6.2); 3) União com Cristo, senão Ele não nos reconhecerá – apelo a uma relação pessoal com Cristo (Jo 17.3); 4) Santificação, sem a qual não veremos ao Senhor (Hb), apelo à ação renovadora do Espírito (Rm 8.4). Bíblia Shedd.

24 esforçai- vos. Isto não significa que a salvação seja alcançada por meio de obras; é uma maneira enfática de dizer que o indivíduo deve ser determinado a respeito da salvação. Bíblia de Genebra.

26-27 Ter tido comunhão social com Jesus e ter ouvido o seu ensino não é suficiente. Bíblia de Genebra.

31 vai-te daqui. Jesus encontrava-se provavelmente na Pereia, que estava debaixo da jurisdição de Herodes. Os fariseus queriam assustar Jesus a ponto de ele deixar a região e ir para a Judeia. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Os fariseus preferiam vê-lo na Judeia, onde tinham mais influência. Bíblia de Genebra.

Herodes. Não gostava de perturbação nenhuma. Jesus se achava na Transjordânia [Pereia] que, juntamente com Galileia, estava sob sua jurisdição. Bíblia Shedd.

32 essa raposa. Jesus não Se abala com as ameaças de Herodes e diz que continuará Seu ministério. Há um limite para o tempo, como mostra a referência ao terceiro dia. Bíblia de Genebra.

terceiro dia. Uma referência à ressurreição; Sua obra estaria completa. Bíblia Shedd.

33 nenhum profeta deve morrer fora de Jerusalém! Jesus … morreria em Jerusalém, assim como tinham morrido numerosos profetas antes dele. Bíblia de Estudo NVI Vida.

34 Quantas vezes. Jesus deve ter estado em Jerusalém mas vezes do que os Evangelhos Sinóticos registram explicitamente. O Evangelho de João registra várias visitas. Bíblia de Genebra.

Essa lamentação por Jerusalém pode levar-nos a crer que Jesus esteve em Jerusalém muito mais vezes dos que os sinóticos relatam … De conformidade com Mt 23.37, 38, a mesma exclamação foi feita na terça-feira  da Semana da Paixão. Jesus repetia muitos de Seus ensinos e declarações. Bíblia de Estudo NVI Vida.

A condenação está ligada à profunda compaixão de Deus (cf Pe 3.9). Bíblia Shedd.

35 Bendito o que vem em nome do Senhor! Segundo algumas tradições rabínicas, este salmo foi composto especialmente para a coroação de Davi. Seria novamente proclamado pela vinda do Messias. Bíblia Shedd.



Zacarias 12 by jquimelli
26 de outubro de 2014, 0:00
Filed under: arrependimento, correção, vitória | Tags: , , ,

Comentário devocional:

Nos capítulos anteriores, a ira de Deus se pronunciou pela punição de Seu povo e seus líderes por sua iniquidade. Neste capítulo, Ele promete julgar as nações que sitiam Jerusalém e destroem a casa de Judá. Jerusalém será como uma pedra pesada para eles (v. 3). 

Quando se tenta carregar uma pedra pesada em cima dos ombros, as mãos e ombros sofrem. Do mesmo modo, as nações que ferissem Israel também sofreriam por isso.

Vemos aqui o nosso Deus como alguém que cuida de Seu próprio povo apesar de sua rebelião persistente, mesmo quando Ele tem de puni-los para que cheguem ao arrependimento.

Nos versos 4-9 é prometida a restauração de Jerusalém. Deus é apresentado como o Deus Criador, que criou os céus, criou a terra, e dá vida aos seres humanos (vs. 1). Jerusalém será restaurada porque o Senhor dos Exércitos, o Criador, prometeu. Ele é o Todo-Poderoso, para Quem todas as coisas são possíveis. E uma vez que Ele deu a Sua palavra de que a restauração ocorreria, isto se tornará realidade, apesar de todas as evidências em contrário.

De fato, já no tempo de Esdras, Neemias e Zorobabel, quando o povo de Israel voltou do cativeiro, Jerusalém foi reconstruída, numa sucessão de eventos que refletiam um milagre após outro, fato que deveria ter levado o povo a uma séria reflexão. Esta profecia, no entanto, aponta para o milagre maior, quando a Jerusalém celestial, que será habitada pelo remanescente fiel, descerá do Céu para a Terra, a sua morada eterna. “Naquele dia o Senhor protegerá os que vivem em Jerusalém, e assim o mais fraco dentre eles será como Davi.”(v. 8 NVI).

O versículo 10 apresenta um quadro solene. “Olharão para mim, aquele a quem traspassaram” (NVI). Esse versículo foi citado por João 19:37, na ocasião em que Jesus foi ferido por uma lança pelo soldado romano enquanto pendurava na cruz.  Além disso, Apocalipse 1:7 afirma que aqueles que traspassaram a Jesus O verão voltar, em referência à ressurreição especial na segunda vinda de Jesus. Na verdade, Jesus não foi traspassado – morto – somente pelo poder romano, por incitação dos líderes judeus, a referência primária das citações de João. Fomos nós que causamos a morte de Jesus com nossos pecados.

Todos se lamentarão pela morte de Jesus. Mas haverá dois distintos grupos. O primeiro é aquele que lamentou a morte de Jesus e chorou por seus pecados com corações arrependidos, com profundo pesar e contrição enquanto Jesus ainda estava intercedendo por eles no santuário celeste, no Santo e Lugar Santíssimo. Assim, seus pecados foram apagados e eles participarão da vinda do Reino como habitantes de Nova Jerusalém. O verdadeiro arrependimento é que fará toda a diferença.

O outro grupo de pessoas que se lamentarão o farão por causa de seus pecados não confessados e abandonados por ocasião da volta de Jesus (Mateus 24:30; cf. Apocalipse 6:15-17). Ao perceber que não estão salvos eles chorarão amargamente.

De acordo com Zc 12:12-14, todos irão chorar pelos seus pecados. Mas é nossa escolha se iremos lamentar e clamar ao Senhor pelos nossos pecados ANTES de Sua vinda, enquanto Jesus ainda está intercedendo por nós, o que levará à salvação eterna, ou vamos chorar NA sua vinda por causa da destruição condenatória.

Senhor, ajuda-nos a fazer parte do primeiro grupo! Concede-nos o verdadeiro arrependimento e reforma. Que possamos reconhecer a Ti como Criador e Redentor de nossas vidas enquanto ainda temos oportunidade. Amém.

Sook-Young Kim
Kyungpook Universidade Nacional
Sangju, Coreia do Sul



Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/zec/12/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Zacarias 12 

Comentário em áudio 



Amós 1 by jquimelli
13 de setembro de 2014, 0:00
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Comentário devocional:

“Amós”, que significa “um portador de carga” era um humilde pastor de ovelhas em Tecoa, na Judéia, no século VIII aC. Ele não era nem filho de profeta, nem havia sido treinado para ser profeta (7:14). No entanto, ele foi chamado por Deus para profetizar contra Israel a respeito do comportamento de seus líderes religiosos e políticos que faziam mal aos olhos do Senhor. Isso conteceu numa época em que Israel e Judá eram prósperos durante os reinados de Uzias, rei de Judá, e de Jeroboão, rei de Israel (v.1). 

Sentindo-se seguro contra os inimigos estrangeiros e confiante na sua própria força, Israel não vê qualquer perigo ou risco de destruição. Mas os maus frutos da prosperidade — orgulho, luxúria, egoísmo e opressão — estavam aparecendo com fartura tanto em Israel quanto em Judá. Amós sentiu-se incomodado com o luxo e os pecados existentes, descritos em vívidos detalhes por ele. Ele repreende os pecados que floresceram após a prosperidade material: as extravagâncias, as orgias, a libertinagem dos ricos, que podiam desfrutar disso pela opressão aos pobres e perversão do juízo, através de suborno e extorsão. 

Amós utiliza uma linguagem bastante vívida, própria de um pastor atento aos barulhos dos animais selvagens. Para expressar o desagrado do Senhor ele disse que “O Senhor ruge” e que as pastagens e o monte Carmelo iriam chorar (v. 2). Nos versos 3-15, o profeta apresenta o julgamento de Deus sobre Damasco, Gaza, Tiro, Edom e Amon. 

Damasco (vv. 3-5), a bela, próspera e bem fortificada capital e representante de toda a Síria, experimentaria os juízos de Deus por suas más ações intencionais e incuráveis, particularmente por “moer” gente como o grão é moído por artefatos de ferro (v. 3, NLT). Deus adverte que enviará fogo e destruirá Hazael e seu filho (Heb. Ben) Hadad, toda a sua dinastia e a cidade de Damasco, com todos os seus magníficos palácios reais. As barras transversais da porta da cidade seriam quebradas para o inimigo entrar e as pessoas abatidas no Vale de Áven. E, finalmente, o povo da Síria seria levado em cativeiro. Tudo isso se cumpriu quando o rei da Assíria subiu contra Damasco e a tomou. 

Gaza, a cidade dos filisteus, recebe acusação por impor a migração e a escravidão. Deus decidiu lançar fogo sobre os muros de Gaza a fim de devorar seus palácios. Os habitantes de Asdod, Asquelon e Ecron seriam abatidos. Gaza foi conquistada pelo rei do Egito, e por Alexandre, o Grande. Asdod foi capturada por Uzias, e depois por Sargão II. Deus destruiria aqueles que tentam destruir o seu povo. 

O julgamento também é pronunciado sobre Tiro (vv. 9-10), a principal cidade dos fenícios, por entregar prisioneiros israelitas aos edomitas. Sendo assim, eles também foram responsabilizados pelas crueldades que os judeus sofreram. A parte continental de Tiro foi tomada por Senaqueribe. Mais tarde, a ilha que pertence a Tiro foi conquistada por Asaradão e, finalmente, Tiro foi destruída por Alexandre, o Grande. Aos olhos de Deus uma pessoa é tão culpado do crime que ela ajuda a cometer quanto do crime que ela própria comete. 

Em seguida, Amós denuncia as três nações aparentadas de Israel por sangue — Edom, Amon e Moabe. A atitude pouco fraterna dos Edomitas, os descendentes de Esaú, em relação aos descendentes de Jacó, e a hostilidade dos Amonitas para com os Israelitas, foi condenada por Amós. É ruim odiar a um inimigo, pior do que isso odiar a um amigo e ainda pior odiar a um irmão. 

Senhor, livra-me de cometer injustiças e de oprimir aos semelhantes. Ajuda-me a amar a todos. 

Deepati Vara Prasad
Índia

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/amo/1/

Traduzido por JDS/JAQ

Texto bíblico: Amós 1 

Comentário em áudio



Oseias 12 by jquimelli
7 de setembro de 2014, 0:00
Filed under: Amor de Deus, arrependimento | Tags: , , ,

Comentário Devocional

Aos olhos de Deus o Israel do norte estava se alimentando com o vento e perseguindo o vento leste prejudicial e escaldante, buscando alianças estrangeiras. Israel não percebeu com era vão o acordo com estes poderes, tentando ganhar seu favor. Em vez de se arrepender e voltar para Deus, Israel aumentou suas mentiras, roubo e pilhagem (12:1). Deus tinha também uma queixa contra Judá. Ele julgaria Judá, segundo os seus caminhos e obras (12:2). 

Nos próximos dois versos (vv. 3,4), Deus aconselha Israel a voltar à condição espiritual de Jacó, quando ele se arrependeu de enganar seu irmão mais velho Esaú. Por conselho de seus pais, Jacó saira de casa para a casa de seu tio Labão. No caminho, ele teve um sonho e quando acordou fez um juramento em Betel de ser fiel a Deus (Gn 28:16-22). Anos mais tarde, quando Jacó retornou, seu irmão foi ao seu encontro com quatrocentos homens de guerra. Foi quando Jacó implorou fortemente a Deus por proteção (Gn 32:9-11). Ele perseverou e o anjo o abençoou e mudou seu nome de “Jacó” para “Israel”. Seu novo nome “Israel” significa “Deus suplica e luta” com o homem, assim como Jacó suplicou e lutou com Deus. Através de nossas próprias experiências “Betel” nas quais ao passarmos por crises prometemos ser fiéis a Deus, Ele também fala conosco e nos abençoa. 

Oséias explica a relação de Israel com Deus. Jeová (“Ele existe”) é o Deus dos Exércitos. Ellen White identifica a palavra “exércitos” com os hebreus de tal forma que “o Deus dos Exércitos” significa “o Deus das doze tribos”, incluindo as tribos do norte de Israel (12:5). Porque o Deus dos exércitos é amoroso e perseverante, Ele continua insistindo com Israel: “Volte para o seu Deus, pratique a misericórdia e a justiça, e espere em seu Deus continuamente” (12:6). 

Israel foi abençoado e tornou-se rico (2 Reis 14:23-27). Por causa disso, poderia ter dito: “Uma vez que a riqueza é a evidência da bênção de Deus e da Sua aprovação, ninguém encontraria em mim a iniquidade do pecado” (Oséias 12:8). No entanto, Deus disse: “Eu sou o Senhor que trouxe seus antepassados da terra do Egito. Como os tirei do Egito, vou de novo retirá-los de seus atuais caminhos de pecado “(12:9).

Deus deu a Israel a mensagem de arrependimento através de seus profetas. Israel deveria adorar em um só lugar, que estava em Jerusalém (I Reis 8:29). Foi contra a vontade de Deus a construção de templos para Deus em vários lugares. Se Israel continuasse a pecar contra Deus, seria levado para a Assíria e experimentaria dificuldades como Jacó enfrentou, na terra de Padã Arã (12:12). 

Yoshitaka Kobayashi
Japão

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/hos/12/

Traduzido por JDS/JAQ

Texto bíblico: Oseias 12 

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