Reavivados por Sua Palavra


Filipenses 4 by Jeferson Quimelli
28 de abril de 2015, 1:00
Filed under: alegria, bens materiais, virtude | Tags: , ,

Comentário devocional:

Este capítulo vem repleto de orientações práticas para a vida cristã. No início, Paulo aborda o desentendimento ocorrido entre duas pessoas, algo que pode roubar a paz e a alegria. (v. 2). A briga deve ter sido suficientemente grave para merecer menção nesta carta pública. Paulo encoraja essas irmãs na fé a viverem em harmonia com Deus e com o próximo. Isso se encaixa com o tema do capítulo 3, no qual os filipenses são exortados a colocarem as necessidades dos outros acima das suas próprias.

O ditado “você pode não ser quem você pensa que é, mas você é o que você pensa” é claramente exemplificado no verso 8: “Finalmente, irmãos, tudo o que for verdadeiro, tudo o que for nobre, tudo o que for correto, tudo o que for puro, tudo o que for amável, tudo o que for de boa fama, se houver algo de excelente ou digno de louvor, pensem nessas coisas”, NVI). Ou seja, os pensamentos são expressos em atos e ações que por sua vez formam o caráter. Portanto, Paulo aconselha o leitor a se concentrar no lado bom e belo na vida, porque isso ajuda a pessoa a ser positiva em um mundo negativo. No verso 8, o verbo utilizado é “pensar” nas virtudes; enquanto que no versículo 9 o verbo se torna “praticar” as virtudes: “Ponham em prática tudo o que vocês aprenderam, receberam, ouviram e viram em mim. E o Deus da paz estará com vocês”, NVI). Tais virtudes também devem ser o padrão para o cristão avaliar todas as suas atividades de entretenimento e lazer.

Contentar-se em qualquer situação é a base da alegria, especialmente para Paulo que se encontrava preso no momento em que escreveu esta carta (v. 11). Há uma grande necessidade de encontrar contentamento no que se tem, sem buscar continuamente adquirir mais. Poderíamos nos perguntar: Estou satisfeito com o que tenho? Ou estou sempre e continuamente procurando adquirir mais e mais coisas e realizações, numa busca insaciável? Estar satisfeito com o que se tem é o caminho para a alegria em qualquer situação em que nos encontrarmos. Como alguém já observou: “a comparação mata o contentamento.”

A ênfase do verso 13, “tudo posso naquele que me fortalece” está em Cristo, que nos concede forças. Esta é uma fusão da vontade humana com o poder divino. Nós somos capazes de fazer grandes coisas, não por nossa própria capacidade, mas na dependência de Deus. Podemos, portanto, enfrentar hoje o que quer que aconteça em nosso caminho, não por causa de quem somos, mas por causa da conexão que temos com o Cristo Vivo.

O resumo de Filipenses é o que descobrimos anteriormente: a alegria (JOY) vem de colocarmos Jesus em primeiro lugar, depois os outros, e a nós mesmos por último!

Edward A. Appollis
Heidelberg College
África Do Sul

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/php/4/
Traduzido por: JAQ/JDS/IB
Texto bíblico: Filipenses 4 
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Filipenses 3 by Jeferson Quimelli
27 de abril de 2015, 1:00
Filed under: alegria, bens materiais, Sem categoria | Tags: ,

Comentário devocional:

Este é claramente um capítulo de comparações. As realizações de Paulo na carne eram o que muitos judeus buscavam naquele tempo, como a circuncisão, o orgulho nacional, os privilégios da liderança espiritual e a irrepreensibilidade na lei (vs. 4-6). Mas quando Paulo compara essas coisas com o superior valor de ter a Cristo, as demais realizações humanas parecem sem valor (v.7). É importante mudar os nossos valores daquilo que os outros consideram importante para o que Cristo vê como importante. 

Devemos colocar alta prioridade sobre o relacional – uma relação saudável com a família e entes queridos e um forte relacionamento com Deus. No momento da morte são essas relações que realmente importam.

No verso 13, vê-se o valor das comparações. Paulo reflete sobre sua própria vida, no que ela mudou, desde o passado como Saulo, até o presente como Paulo. Ele, então, exorta a igreja a esquecer o passado, porque o passado pode nos tornar prisioneiros. Ele convida seus leitores a se concentrarem no futuro, porque é aí que reside toda a nossa esperança. Embora jamais devamos esquecer de onde viemos e dos eventos que nos moldaram, não devemos nunca deixar que o passado nos tire o foco de onde a nossa cidadania reside – no céu (v.20). Esta é certamente a atitude que devemos ter para obter o prêmio em Cristo Jesus (v.15).

Que possamos sempre ter o céu como nosso objetivo maior, não importa o lugar em que estejamos trabalhando para Deus hoje. 

Edward A. Appollis

Heidelberg College
África Do Sul

 

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/php/3/
Traduzido por: JAQ/JDS
Texto bíblico: Filipenses 3 
Comentários em áudio 



II Coríntios 8 by Jeferson Quimelli
7 de abril de 2015, 1:00
Filed under: bens materiais, Cartas de Paulo, dinheiro | Tags: , , , ,

Comentário devocional:

Este capítulo trata da generosidade. Agora que Paulo terminou de defender seu ministério e após confirmar os crentes de Corinto, ele os desafia a contribuir para um fundo de ajuda aos crentes pobres de Jerusalém (ver 1Co 16:1-4; Rm 15:22-23).

A situação se torna um pouco mais complicada, porque o apóstolo Paulo está longe, ministrando na Macedônia (que é agora o norte da Grécia), provavelmente nas igrejas de Bereia, Tessalônica e Filipos. Ele começa contando aos coríntios sobre a “graça de Deus” que foi dada às igrejas da Macedônia. 

A palavra no original grego traduzida por “graça” também pode ser traduzida como “privilégio” ou “agradecimento” (ver 8:4, 16). O desafio para os membros em Corinto é claro. Os coríntios não tem desculpa para não contribuir do que tinham em excedente porque os macedônios mostraram generosidade em meio a pobreza extrema (v 14). Pode ser que os crentes de Corinto não vivessem em muito melhores condições que os da Macedônia. Alguns historiadores estimam que mais de 90 por cento da população em geral do Império Romano vivia próximo ou abaixo do nível de subsistência (calorias necessárias para sobreviver).

Nos versos 7-12 Paulo elogia os coríntios pela sua fé cheia do Espírito Santo, pelo seu testemunho, conhecimento, dedicação total e amor. Ao invés de ordenar, ele procura incentivar a boa vontade deles para ajudar. Ele lhes fala que, na verdade, as contribuições aos necessitados estão muito aquém do infinito sacrifício de Jesus Cristo, “que, sendo rico, se fez pobre por amor de vocês, para que por meio de sua pobreza vocês se tornassem ricos.” (v 9 NVI).

Resumindo: o apóstolo Paulo recorda-lhes que ajudar os outros é uma questão de igualdade. Ao ajudar a outros, eles colaboravam em manter a igualdade. Apesar das desigualdades sociais, econômicas, e muitas outras que possam existir no mundo, como cristãos, temos a responsabilidade de lutar pelo ideal original de Deus de igualdade.

Na seção final (vs. 16-24) Paulo recomenda três delegados: Tito (vs 16, 23) e dois indivíduos não identificados (vs 18-19, 22-23) para coordenar o esforço de captação de recursos. Ele procede dessa maneira cuidadosa a fim de evitar que alguém os critiquem “quanto ao nosso modo de administrar essa generosa oferta” (vs. 20 NVI). 

Como membros da Igreja, temos uma responsabilidade sagrada de vigiarmos quanto à forma como nós lidamos com as finanças, em particular dentro da igreja, de modo que tudo que fizermos possa estar livre de qualquer repreensão ou suspeita.

Michael Campbell
AIIAS
Filipinas

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/2co/8/
Traduzido por JDS/JAQ
Texto bíblico: II Coríntios 8
Comentários em áudio



Romanos 13 – Comentários selecionados by Jeferson Quimelli
11 de março de 2015, 0:00
Filed under: adoração, bens materiais, caráter de Deus, integridade, Justiça, lealdade, lei, virtude | Tags: , ,

1 Por Ele instituídas. Paulo não sugere nestes versículos que Deus sempre aprova a conduta dos governos civis nem indica que é dever do cristão sempre se submeter a eles. As vezes, as exigências do governo podem ser contrárias à lei de Deus e, sob essas circunstâncias, o cristão deve antes “obedecer a Deus do que aos homens” (At 5:29). O raciocínio de Paulo é que o poder dominante dos governos humanos é confiado por Deus aos homens, de acordo com Seus propósitos para o bem-estar da humanidade. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 689.

3 Queres tu[…]? O cristão que não quer temer o governo civil deve praticar o que é certo e, por isso, será elogiado por sua boa conduta. CBASD, vol. 6, p. 690.

5 Temor da punição. Visto que as autoridades civis existem por determinação divina, o cristão deve obedecer, não só porque quer evitar a punição, mas porque é certo obedecer. A única exceção é quando a lei do Estado conflita com a lei de Deus. CBASD, vol. 6, p. 690.

6 Pagais tributo. O contexto sugere que este não é um mandamento, mas uma declaração de fato. Evidentemente, os primeiros cristãos consideravam questão de princípio pagar impostos, talvez em obediência ao ensinamento de Cristo. Apoiando, assim, o governo civil com seus tributos, os cristãos estavam reconhecendo que deviam obediência ao Estado, como ordenado por Deus. CBASD, vol. 6, p. 690.

A ninguém fiqueis devendo. O cristão deve pagar tudo o que deve, mas há uma dívida que não pode quitar plenamente: o amor para com os semelhantes. CBASD, vol. 6, p. 691.

11 Digo isto. A expressão lembra a injunção anterior de nada dever além do amor, que é o resumo dos deveres cristãos. Como um motivo urgente para o cumprimento de seus deveres, Paulo apela para o que sempre foi um dos incentivos mais fortes para a vida cristã: a crença na proximidade da segunda vinda de Cristo. CBASD, vol. 6, p. 692.

Sono. O preparo necessário para o grande dia de Deus exige dos cristãos vigilância. Na parábola das dez virgens, as moças “foram todas tomadas de sono e adormeceram”. CBASD, vol. 6, p. 692. 

Salvação está […] mais perto. Por “salvação”, Paulo se refere à vinda de Cristo em poder e glória, e tudo o que ele já havia descrito como a ocorrer nesse evento: “a revelação dos filhos de Deus”, “a redenção do nosso corpo” e a libertação da natureza “do cativeiro da corrupção, para a liberdade da gloria dos filhos de Deus”. CBASD, vol. 6, p. 692.  

12 Noite. Tendo comparado a atual condição espiritual de seus leitores ao “sono”, Paulo continua a figura, contrastando a vida presente com a que está por vir, como a noite com o dia. CBASD, vol. 6, p. 693.

Obras das trevas. Representadas aqui como a roupa que deve ser retirada. Em seu lugar, o cristão deve vestir a armadura da verdade e da justiça, para estar pronto para a luz do dia de Cristo, que está raiando. CBASD, vol. 6, p. 693.

13 Dissoluções. Do gr. aselgeiai, “sensualidade”, “libertinagem”, “indecência”. Os pecados dessa lista prevaleciam entre os pagãos no tempo de Paulo, e não estavam limitados a eles. CBASD, vol. 6, p. 693.

14 Revesti-vos.O cristão é exortado a se vestir “das armas da luz”. Então, Paulo representa o próprio Cristo como sendo a armadura do cristão. A vida com a qual ele estava vestido devia ser continuamente renovada na experiência de crescimento diário em santidade. CBASD, vol. 6, p. 693.

A carne. Ou seja, a natureza depravada. Devem ser buscadas provisões para as necessidades do corpo, mas o cristão não deve condescender com a satisfação de emoções e desejos profanos. A vida de luxo e autossatisfação estimula os impulsos carnais que o cristão deve mortificar. Portanto, Paulo adverte os crentes a não alimentar os pensamentos com essas coisas. CBASD, vol. 6, p. 693.

Compilação: Tatiana W



Atos 6 by Jeferson Quimelli

Comentário devocional:

A igreja em Jerusalém continuava crescendo. Surpreendentemente os apóstolos haviam passado pela prisão e visto as portas da prisão milagrosamente abertas (Atos 5). E continuaram a ensinar e pregar com ousadia. Mas agora um atrito começou a surgir entre os gregos e hebreus, quando os gregos viram que suas viúvas estavam sendo negligenciadas. O que os apóstolos fazem, então? Sabiamente, eles reconhecem que não podiam fazer tudo e então eles começam o processo de delegação. Eles selecionam sete diáconos para cuidar das necessidades físicas da igreja. Mas estes diáconos não podem ser qualquer tipo de homens. Eles precisam ser homens sinceros, cheios do Espírito Santo e de sabedoria. Aqui é onde nos encontramos Estêvão pela primeira vez.

Estêvão é um homem de fé e cheio do Espírito Santo. Como resultado, muitos milagres acompanham sua vida e ministério. Na verdade, quando ele fala, a Bíblia nos diz que seus adversários não podem resistir à sabedoria e ao espírito que acompanham suas palavras. E, como resultado, ele também foi logo levado perante o Sinédrio. No entanto, apesar de suas táticas do mal e palavras caluniosas de falsas testemunhas, Estêvão se mantém firme. “Olhando para ele, todos os que estavam sentados no Sinédrio viram que o seu rosto parecia o rosto de um anjo.” (v. 15 NVI). Que testemunho!

No livro Educação lemos: “A maior necessidade do mundo é a de homens – homens que se não comprem nem se vendam; homens que no íntimo da alma sejam verdadeiros e honestos; homens que não temam chamar o pecado pelo seu nome exato; homens, cuja consciência seja tão fiel ao dever como a bússola o é ao polo; homens que permaneçam firmes pelo que é reto, ainda que caiam os céus”(p. 57). Estêvão era um homem assim.

Deus está nos chamando, homens e mulheres, para o mesmo alto padrão de vida. Enquanto o mundo pode estar se desmoronando em torno de nós, que o Senhor nos ajude a sermos fiéis e firmes por Ele.

Ele está chegando! Que possamos estar prontos!

Melody (Melodious Eco) Mason
Líder do Ministério de Oração ARME

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/act/6/
Traduzido por JAQ/JDS
Texto bíblico: Atos 6 
Comentário em áudio 



Atos 5 by Jeferson Quimelli
3 de fevereiro de 2015, 1:00
Filed under: bens materiais, dinheiro, Espírito Santo, verdade | Tags: , , , ,

Comentário devocional:

O início deste capítulo aborda algumas questões muito importantes a respeito de nossas motivações que eu acredito que todos nós enfrentamos. Os crentes estava vendendo suas terras e trazendo o dinheiro a Pedro e João para distribuir aos necessitados. Diz o texto sagrado que “Não havia pessoas necessitadas entre eles.” (Atos 4:34 NVI). No entanto, mesmo durante este tempo de grande liberalidade na igreja, alguns retinham de forma egoísta seus bens. 

Aqui encontramos a história de Ananias e Safira, que fingindo ser também altruístas, venderam suas terras. No entanto, em vez de trazerem todo o dinheiro da venda (como se esperava), trouxeram somente parte dele. Provavelmente eles se justificavam em seus corações, dizendo: “Tudo bem se não contarmos tudo a Pedro e João; Deus sabe que o amamos. E nós usaremos esta parte que retivemos para uma boa causa.” 

Infelizmente, tenho ouvido pessoas usar raciocínio semelhante para justificar “mentiras” como essas. “Deus conhece o meu coração! Ele sabe que eu O amo. Eu estou dizendo o que escolhi dizer para sobreviver, mas está tudo bem, porque Deus me ama!” 

É interessante notar que a resposta de Pedro para a oferta parcial não foi: “Por que você mentiu para nós?” Mas em vez disso, ele disse “Você não mentiu aos homens, mas sim a Deus.” Alguém poderia perguntar: como é que se mente para Deus, se Deus tudo sabe? Contudo, se não estamos sendo honestos em nossas relações com os outros, embora isso possa parecer uma coisa pequena para nós, é realmente Deus quem estamos desonrando, porque Deus olha para os nossos motivos. 

No passado eu me preocupava muito com o que os outros pensavam de mim (e eu ainda faço às vezes!). Mas aprendi que é mais importante me preocupar com o que Deus pensa de mim. Quando faço algo para Deus, sempre me preocupo em saber se estou fazendo aquilo buscando a aprovação dos outros ou porque quero honrar a Deus. Isto é o que eu desejo. E oro por isso. Não apenas para aparecer bem diante dos outros, mas para realmente fazer o que é direito, vindo de um coração puro diante de Deus. “O homem olha para a aparência externa, mas Deus olha para o coração” (I Samuel 16: 7). Qual é a condição de seu coração hoje? 

Melody (Melodious Eco) Mason
Líder do Ministério de Oração ARME

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/act/5/
Traduzido por JAQ/JDS
Texto bíblico: Atos 5 
Comentário em áudio



Lucas 12 by Jeferson Quimelli

Comentário devocional:

Era a maior multidão que havia se reunido até então. Tantas pessoas se reuniram para ver Jesus que um quase pisoteava o outro (v 1). Neste ambiente, um homem forçou caminho para chegar até Jesus com um pedido importante que, se atendido, iria lhe dar segurança financeira. Ele reclamou: “Mestre, dize a meu irmão que divida a herança comigo” (v 13 NVI).

Talvez seu irmão mais velho não quisesse lhe dar uma parte do espólio de seu falecido pai. Jesus ajudou muitas vezes aqueles que tinham sofrido injustiças dos outros. Assim, a resposta de Jesus surpreendeu a todos: “Homem, quem me designou juiz ou árbitro entre vocês?” (v 14 NVI). Por que Jesus negou assumir o papel de juiz e lhe respondeu do modo como fez? Porque Jesus não tinha sido nomeado para arbitrar os casos judiciais entre as pessoas. Ele está dizendo aqui: “Eu não sou um juiz para lidar com seu caso financeiro; Eu estou aqui para julgar o coração das pessoas”. Jesus julgou o homem pela sua ganância, não pela questão da herança entre ele e seu irmão.

E para certificar-se que a multidão entendera Seu ponto, Jesus lhes ensinou uma verdade fundamental: “Cuidado! Fiquem de sobreaviso contra todo tipo de ganância; a vida de um homem não consiste na quantidade dos seus bens” (v. 15 NVI).

Jesus conta então a história de um homem que planejava ampliar seus celeiros para armazenar suas grandes colheitas. Mas Deus lhe disse: “Insensato! Esta mesma noite a sua vida lhe será exigida. Então, quem ficará com o que você preparou?” (v 20).  Jesus então concluiu: “Assim acontece com quem guarda para si riquezas, mas não é rico para com Deus”(v 21 NVI) .

Uma vez que Deus é o Criador de tudo, Ele pode nos prover qualquer coisa que precisamos. Se realmente acreditamos nisso, iremos seguir o conselho de Jesus em Lucas 12:22-34 para buscar em primeiro lugar o reino de Deus e não nos preocuparmos com nossas necessidades físicas. Jesus diz: “Não se preocupe”, porque “o Pai sabe que vocês precisam delas” (v 30 NVI).

Jesus conclui com um chamado para que seus ouvintes vendessem suas coisas e ajudassem os pobres. O resultado será um tesouro no céu que não pode ser destruído, porque “onde estiver o seu tesouro, ali também estará o seu coração” (v 34 NVI). Em essência, Jesus está dizendo: “Aquilo que você valoriza determina o seu futuro.” Deus valoriza pessoas. Ele estava disposto a resgatá-los com Sua própria vida.

As suas posses são realmente valiosas quando elas são usadas para atender às necessidades das pessoas a quem Jesus ama.

Douglas Jacobs, D.Min.
Professor do Ministério e Homilética
School of Religion, Southern Adventist University 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/luk/12/
Traduzido por JAQ/GASQ
Texto bíblico: Lucas 12 
Comentário em áudio 




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