Reavivados por Sua Palavra


Jeremias 52 by Jobson Santos
15 de setembro de 2017, 6:37
Filed under: Aliança | Tags: ,

Comentário devocional:

O final do capítulo 51 diz: “Aqui terminam as palavras de Jeremias” (Jeremias 51:64, NVI).

Então, quem escreveu o capítulo 52? Jeremias começou seu ministério profético em torno de 625 aC. Ele provavelmente não estava vivo no momento em que o rei Nabucodonosor morreu e Evil-Merodaque tornou-se o rei de Babilônia em 562 aC. Isso aconteceu no 37 º ano do rei Joaquim, depois de ter sido exilado na Babilônia. Além disso, o capítulo 52 é quase idêntico à última porção de 2 Reis (24:18-25:30). Portanto, o escriba de Jeremias pode ter acrescentado esta parte, considerando necessário colocá-la no final do livro de Jeremias como uma nota adicional de confirmação da queda de Jerusalém.

O capítulo 52 (vs. 1-11) retrata o reinado de Zedequias, a derrota de Judá pelos caldeus, e o fim desastroso da família real e dos oficiais de Judá. A razão pela qual Deus permitiu que tudo isso acontecesse a Jerusalem foram as maldades cometidas pelos reis Zedequias e Joaquim (vs. 2-3).

Como é triste ler sobre a destruição de Jerusalém! Sobre o templo ter sido saqueado e queimado! O povo de Judá poderia ter prosperado se tivesse obedecido a Deus.

Oração: Senhor, eu Te louvo porque és justo e bondoso. Ajuda-me a ser fiel a Ti a fim de que as bênçãos que desejas para mim possam se realizar de modo completo. Amém.

Yoshitaka Kobayashi
Japão

 

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/jer/52 e https://www.revivalandreformation.org/?id=992
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/06/21/
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli
Texto bíblico: Jeremias 52 NVI
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/

 



Zacarias 8 by Jobson Santos
22 de outubro de 2014, 0:13
Filed under: acontecimentos finais | Tags: , , , , ,
Comentário devocional:

A frase “o Senhor dos exércitos” aparece 18 vezes nesse capítulo. “Exércitos” representam miríades de anjos, e a frase quer dizer que o Senhor é poderoso para governar sobre todo o universo. Podemos ter confiança nEle e em Sua Palavra!

Este capítulo foi escrito enquanto eles estavam reconstruindo o templo depois do exílio (v. 9). Zacarias está descrevendo como será a condição após o povo de Israel retornar a Jerusalém. Eles irão desfrutar de segurança e abundância. Como resultado do Seu profundo anseio pelo bem estar do seu povo, Deus diz que Jerusalém será chamada a cidade da fidelidade (v. 3). Eles não haviam sido fiéis no passado, mas o desejo de Deus é de que agora eles sejam fiéis. A paz e a alegria que o Senhor queria lhes conceder é algo fabuloso.

O profeta sugere algumas condições para isso. O Senhor instrui gentilmente as pessoas a respeito de como elas devem agir para desfrutar de Suas bênçãos na terra restaurada: devem falar a verdade ao próximo, realizar julgamentos justos nas cortes e não maquinarem o mal contra seus companheiros (v. 16 e 17).

Fortaleçam as mãos para reconstruírem a cidade e o Templo. Não tenha medo (v. 13 e 15). Eu serei o seu Deus e vocês serão o meu povo. Coisas que parecem impossíveis aos olhos dos seres humanos, poderão ser feitas pelo poder do Senhor dos exércitos.

Apesar de todas essas promessas animadoras, de alguma forma, o povo que retornou para a terra de Israel não cumpriu as condições estipuladas pelo Senhor, e os olhos do profeta agora se movem do período de construção do segundo templo para o povo remanescente do tempo do fim.

Zacarias vê as pessoas buscando os mensageiros do tempo do fim. Muitas pessoas virão ao Senhor de diferentes cidades e países, buscando a Sua graça e salvação. Aquilo que o antigo Israel não cumpriu, nós seremos capazes de realizar, pelo poder do Seu Espírito. Estas pessoas vêm para ouvir sobre a “verdade presente”, que está sendo pregada pelo remanescente fiel. Dez pessoas de diferentes nações irão nos procurar e expressarão o desejo de seguir com a gente, porque ouviram dizer que Deus está conosco.

Tal visão brilhante está esperando a nossa fidelidade para alcançar o seu cumprimento. Queremos fazer parte da visão que Zacarias teve. Queremos ser fiéis ao nosso Senhor. Amém.

Sook-Young Kim
Universidade Nacional de Kyungpook
Coréia do Sul

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/zec/8/

Traduzido por JDS

Texto bíblico: Zacarias 8

Comentário em áudio



Oséias 3 by jquimelli
29 de agosto de 2014, 0:00
Filed under: Amor de Deus | Tags: , , , ,

Comentário devocional:

Neste capítulo o Senhor diz a Oséias: “Vá, trate novamente com amor sua mulher, apesar de ela ser amada por outro e ser adúltera” (Os. 3:1a, NVI). Assim como Gomer havia abandonado a Oséias, assim também Israel havia abandonado a Deus. A ação de Oséias é uma ilustração viva da disposição divina de ir atrás de Israel e Seu povo de volta apesar de sua infidelidade.

Segundo os escritos de Moisés, um marido podia se separar de sua esposa, caso ela se envolvesse em fornicação ou adultério (Deut. 24:1; Mateus 19:9). No entanto, mesmo em caso de adultério e fornicação, o marido que ainda amava a sua esposa, podia trazê-la de volta e restaurar seu relacionamento com ela. Os israelitas haviam abandonado a Deus, mas o marido celestial ainda amava a Israel e queria restaurar o relacionamento com sua esposa.

Deus quer curar a infidelidade de Seu povo. Quando uma pessoa, seja marido ou mulher, demonstra-se incapaz de ser fiel a um relacionamento, o resultado é uma vida de sofrimentos e dificuldades. Todos corremos o risco de sermos infiéis a Deus, de darmos a Ele o segundo lugar em nossas vidas e aos outros “deuses” o primeiro lugar. Ao percebermos em nós esta situação, lembremos que o nosso Senhor é também nosso médico e pode devolver ao nosso coração a capacidade de amá-Lo como Ele merece ser amado.

Quão gratos podemos ser por termos um Deus amoroso e paciente em Seu trato conosco! Apesar de nossas falhas Ele vem atrás de nós e nos propõe um novo começo. Basta aceitarmos!

Yoshitaka Kobayashi

Japão

 

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/hos/3/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Oseias 3

Comentário em áudio



Oséias 2 by jquimelli
28 de agosto de 2014, 0:00
Filed under: Amor de Deus | Tags: , ,

Comentário devocional:

Oséias 2:1 é uma continuação da bênção de Deus e da prometida prosperidade de Israel mencionadas em 1:10. Judá e Israel seriam novamente um só povo. O profeta Oséias poderia dizer a qualquer homem israelita: “meu irmão”, e a qualquer mulher israelita: “minha irmã”, pois eles se sentiriam como integrantes de uma família.

Esse era o desejo de Deus para eles, mas estas promessas eram condicionais, dependiam da cooperação deles para com os planos de Deus.

Oséias 2:2-13 descreve o comportamento vergonhoso do povo israelita (vv. 5, 10) e sua ignorância acerca do seu Deus (v. 8). A nação israelita não confiava no Deus com quem estava casada, e decidiu depender de nações que considerava mais fortes (Jeremias 2:25). 

As maneiras de Deus para trazer sua esposa Israel de volta para Si mesmo eram: 1º)  impedi-la de alcançar relacionamentos significativos com outras nações (vv. 6, 7), para que ela dissesse: “Irei e tornarei para o meu primeiro marido, porque melhor me ia então do que agora”(v. 7). 2º) privar o povo de seus prazeres, de modo que eles se lembrassem que o verdadeiro doador era o seu Deus, não seus amantes. Se não retornassem a Deus, eles perderiam o seu pão, água, lã, linho, bebidas (v. 5), grãos, vinho, azeite, prata, ouro (v. 8), uvas e figos (v. 12). Eles não teriam mais suas celebrações e festas (vv. 11, 13).

Oséias 2:14-23 retrata o modo de Deus levar Israel ao arrependimento e a uma condição de esperança. No começo Deus levaria Israel a um estado carente e problemático, de modo que escutasse a Deus. Uma atitude de ouvir a Deus é uma “porta de esperança” (v. 15 ARA e NVI). O forte desejo de Deus para restaurar a condição espiritual e o bom relacionamento com ele é demonstrado pelo uso de palavras tais como, vou atrai-la”, “falarei ao coração (ARA) / falarei com carinho (NVI)”, que também tem sentido de “sedução” (2:14). Deus queria trazer Israel de volta à mesma condição e estado de espírito que tinham quando saíram do Egito, cantando de alegria (v. 15).

Até o tempo de Oséias Deus permitiu que Israel o chamasse pela palavra comum Baal, que tinha o significado de “Mestre”. Entretanto, Deus queria que Israel entendesse sua relação com Ele como “marido e mulher” em vez de uma relação “mestre-servo” (vv. 16, 17). Deus queria estabelecer uma aliança matrimonial eterna com Seu povo, baseada na fidelidade, justiça, equidade, misericórdia e compaixão (vv. 19, 20).

Se Israel mantivesse um relacionamento correto com Deus, os céus e a terra responderiam e a terra forneceria comida para eles (vv. 21, 22). Que Deus misericordioso nós temos!

Yoshitaka Kobayashi
Japão

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/hos/2/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Oseias 2

Comentário em áudio

 

Comentário selecionados:

16 já não me chamará: Meu Baal (ARA) [NVI: meu senhor; NKJV: meu mestre; Clear Word: feitor]. Ba’al, em heb. quer dizer  “senhor”, “dono” e “marido”. Tinha havido tanta adoração aos baalins, que agora Deus nem queria que existisse a palavra Ba’al no sentido inocente de marido, que doravante passaria a ser designado pela palavra ‘ish, “homem”, “marido”. Bíblia Shedd.

16, 17 marido … senhor … baalins. Jogo  de palavras. Das duas palavras hebraicas usadas em referência ao “marido”, uma (“senhor”) é idêntica ao nome do deus Baal. Haverá reação tão vigorosa contra a adoração a Baal, que essa palavra traduzida por “senhor” já não será aplicada ao Senhor. Bíblia de Estudo NVI Vida.



Oséias 1 by jquimelli

Comentário devocional:

Ao tempo de Jeroboão II, em tempos de paz, o reino do norte prosperou e o território de Israel ampliou seu território a um tamanho quase igual àquele do tempo de Salomão (2 Reis 14:25). 

Neste tempo em que Elias e Eliseu trabalharam fielmente para Deus, Ele escolheu mais dois profetas, Amós e Oséias, para trabalhar em favor do Reino do Norte de Israel. Oséias foi o último profeta a falar com as pessoas de lá. A idólatra e corrompida adoração dos bezerros de ouro e Baal foram predominantes, e os males sociais se tornaram intoleráveis durante o período próspero de Jeroboão II (793-753 aC). Neste período, durante cerca de 30 anos, as mensagens de Oséias foram dadas ao norte de Israel (755-725 aC).

Perto do fim do longo reinado de Jeroboão II (793-753BC), Deus falou para Oséias tomar (de volta) a esposa adúltera (1, 2). Esta foi uma ilustração do amor de Deus para Israel. No início Israel era a pura esposa de Deus (2, 7), como, provavelmente, também era a esposa de Oséias. Deus queria ter Israel de volta, assim como Oséias aceitou de volta sua esposa. Deus aceitaria o retorno da arrependida esposa Israel (“Voltarei a estar com o meu marido como no início”, 2:7 NVI). Então Oséias deveria aceitar a esposa de volta e amá-la, assim como às crianças que dela nasceram

Deus disse a Oséias para dar a seu primeiro filho o nome Jezreel (1:4). Mais tarde, Jeú matou Jezabel, mulher de Acabe, e todos os que ficaram da casa de Acabe, em Jezreel (2 Rs 9: 30-37; 10:14). Assim, o nome do filho de Oséias, “Jezreel” [“Deus espalha”, NVI] representava um sinal de que Deus iria punir Israel, incluindo Jeú que não obedeceu a Deus nem se afastou dos pecados de Jeroboão (2 Reis 10:31). A filha de Oséias, lo’-ruhamah, significa “Desfavorecida” [Ou: “Não-amada”, NVI]. Isto profeticamente representava a destruição do reino do Norte de Israel pela Assíria. Aqueles que desobedecem a Deus são lo-ami, “Não meu povo”, o nome de outro filho de Oséias.

No entanto, Deus aceita com amor todos aqueles que estão dispostos a retornar para Ele, e, unidos como um só ao Seu povo, viver sob Sua proteção e prosperar (1:10-11).

Yoshitaka Kobayashi
Japão

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/hos/1/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Oseias 1

Comentário em áudio 



Daniel 6 by jquimelli
20 de agosto de 2014, 0:00
Filed under: adoração, fidelidade, libertação, oração | Tags: , ,

Comentário devocional:

O general de Ciro, Gubaru (ou Gobryas), que tomou Babilônia, também foi o seu primeiro governante, sob o nome de Dario, o Medo (v. 1).

Daniel foi colocado como um dos três supervisores dos 120 sátrapas ou governadores escolhidos pelo rei e, com a ajuda de Deus, distinguiu-se como um bom estadista muito acima dos outros dois altos oficiais do rei. Estes, invejosos de Daniel, tentaram, em vão, encontrar alguma acusação contra ele (v. 4). Daniel não se corrompia e era extremamente trabalhador e confiável. Legalmente não podiam fazer nada contra ele; então eles foram buscar algo contra ele em sua religião (v. 5). 

Dissimulando honrar ao rei, eles o persuadiram a emitir um decreto que não poderia ser revogado: no período de 30 dias ninguém poderia fazer petição a qualquer deus ou pessoa, a não ser para Dario, sob pena de ser lançado na cova dos leões (v. 7).

Quando Daniel ouviu falar acerca do decreto, abriu as janelas de sua casa e continuou orando a Deus três vezes por dia, como sempre fizera. Nada mudara para ele (v. 10). Daniel sabia que a adoração contínua e a oração eram a chave para o sucesso espiritual de sua vida. Ao testemunharem isto, os inimigos de Daniel o acusaram de desobediência ao decreto do rei.

O rei só neste momento entendeu a armadilha em que caíra e ficou consternado com a noticia, porque gostava muito de Daniel (v. 14). Dario buscou de todas as maneiras salvá-lo porém, sem sucesso (v. 15) – a lei dos medos e persas estava acima dele. A muito contragosto, Dario ordenou que se baixasse o ancião, que teria 83/84 anos na época, através de cordas na cova dos leões, expressando a ele o sincero desejo de que seu Deus o salvasse (v. 16). Em seguida, a cova foi fechada com uma pedra e selada com o selo do rei e os selos dos nobres (v. 17). 

Nesta noite não houve para Dario sono, comida ou entretenimento (v. 18). Imediatamente aos primeiros raios do sol correu para a cova para ver o que acontecera (v. 19). Com aperto no coração, já esperando pelo pior, chamou Daniel para ver se ainda estava vivo (v. 20). Para grande alegria de Dario, Daniel, de dentro da cova, louvou a Deus por ter sido salvo dos leões, sem qualquer ferida sequer (vv. 21, 23). Então, os papéis se inverteram e os acusadores de Daniel foram jogados, junto com suas mulheres e filhos na cova dos leões, onde foram imediatamente devorados (v. 24).

Este episódio claramente inspirado pelo inimigo de Deus teve como resultado exaltá-Lo ainda mais, pois em todo o reino se fez conhecido, por decreto real, que “Ele é o Deus vivo e que permanece para sempre; o Seu reino não será destruído, e o seu domínio não terá fim.” (vv. 25-26). Este decreto foi colocado nos arquivos do reino para que os futuros governantes dos medos e persas tivessem dele conhecimento. Através dele, Dario testemunhou que Deus resgata e salva, opera sinais e maravilhas no céu como na terra (v. 27) para livrar os seus. Dario estava aqui não só relatando o passado, mas também profetizando e descrevendo a obra de salvação de Deus em Jesus.

Naquele ano e no próximo Daniel prosperou, tanto no reinado de Dario quanto no de Ciro, que o sucedeu no trono. A última data que temos notícias de Daniel foi o ano de 536 aC, no terceiro ano de Ciro, quando ele teve a longa visão dos capítulos 10 a 11, sobre os reinos que se sucedem até a ressurreição dos justos, no fim dos tempos.

Querido Deus,
Diariamente teu povo remanescente é alvo de críticas, falsas acusações e perseguições. O objetivo é diminuir a sua influência para o bem. Resgata e protege, Senhor, o Teu povo, não só das acusações, quanto de estar entre os acusadores. Em Teu Santo Nome oramos. Amém.

Koot van Wyk
Universidade Nacional Sangju, Coreia do Sul


Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/dan/6/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Daniel 6

Comentário em áudio

Palestra sobre Daniel 6

Comentário pastor Heber Toth Armí sobre Daniel 6

Se vivêssemos a religião bíblica como deve ser; se não rendêssemos à cultura do mundo, mas aos princípios do Céu; se o amor por Deus determinasse nosso comportamento e nossas decisões, certamente não veríamos sermõezinhos pragmáticos, megaigrejas aguadas e os efeitos pós-modernos numa sociedade capenga.

Daniel não é crente camaleão, que muda conforme dita a sociedade, a moda, a política ou, se outros crentes não são como ele: resoluto na Palavra de Deus. Além disso, a vida de quem vive pela fé – não pelo medo ou conveniência, é eletrizante, emocionante: Daniel foi jogado vivo para ser comido pelos leões, e saiu vivo – ele tem histórias para partilhar!

Note: Ser convencido é uma coisa, ser convicto é outra; assim como ter fé é uma coisa e, viver pela fé é outra. A atitude de Daniel em orar com a janela aberta confronta a irrevogável lei medo-persa, porém sua atitude não é de rebeldia e arrogância, mas de submissão ao Deus que os infiéis arrogantemente desprezam e ignoram.

Diante da arrogância em prol do erro, da pressão e ameaça para com os fieis, os verdadeiros filhos de Deus, mesmo em face a leões, perseguições e morte, têm honrado, primariamente, a Deus. Por que não ser corajoso contra os homens perversos, quando estes são tão corajosos em desafiar a Deus?

Daniel permaneceu uma noite entre leões, os que o acusaram sentiram na pele o que significa isso; o resultado, porém, revelou que é muitíssimo melhor servir a Deus do que acusar os servos de Deus.

Ainda, neste capítulo aprendemos que,

1. É melhor obedecer a Deus que aos homens, ainda que o homem seja o rei do maior império mundial. 

2. É melhor cumprir a lei de Deus quando as leis dos homens confrontam essa lei.

3. É melhor honrar a Deus do que lutar para preservar a vida, pois Deus é Quem dá e preserva a vida.

4. É melhor viver os princípios divinos, custe o que custar, antes que os caprichos da vontade humana.

5. É mais prudente agradar a Deus do que a qualquer ser humano, por mais importante que ele seja.

Em nossa geração, carecemos de gente de convicção. “Reaviva, Senhor, nossa paixão por Ti”.

Viva hoje o ideal de Deus!



Daniel 2 by Jobson Santos
16 de agosto de 2014, 0:33
Filed under: profecias | Tags: , , , ,

Comentário devocional

 Neste capítulo Daniel relata um acontecimento que marcou definitivamente a sua vida. Ele escreveu em aramaico, a língua falada pela população em geral, para que a veracidade do relato pudesse ser confirmada pelos oficiais da corte que falavam essa língua. É interessante notar que os pergaminhos encontrados nas cavernas de Qumran trazem exatamente o mesmo texto hebraico a partir do qual nossas atuais traduções da Bíblia são feitas.

No segundo ano de Nabucodonosor, Deus deu ao rei um sonho que o perturbou muito (v. 1). Ditadores muitas vezes são inseguros e não confiam em ninguém ao seu redor. Naqueles dias, um ditador buscava ansiosamente o conselho dos adivinhos sobre o que deveria ou não fazer. Neste caso, entretanto, eles simplesmente não sabiam o que dizer a Nabucodonosor a partir de suas tábuas astrológicas. 

 O rei disse que estava ansioso para saber o sonho (v. 3) e ameaçou todos os sábios da corte com a morte caso não conseguissem revelar o mistério. “Esta é a minha decisão: se vocês não me disserem qual foi o meu sonho e não o interpretarem, farei que vocês sejam cortados em pedaços e que as suas casas se tornem montes de entulho” (v. 5, NVI). 

Os adivinhos perceberam então que tinham um grande problema. Eles conheciam a extrema brutalidade dos ditadores assírios e babilônios, como a demonstrada na captura de Laquis, registrada na parede do palácio de Senaqueribe, em Nínive. Muito provavelmente eles seriam cortados em pedaços ainda vivos. 

 Tendo ciência da crise que também o envolvia, Daniel se aproximou e pediu para falar com o rei (v. 15) e pediu a seus amigos para orarem com ele a respeito do assunto (v. 17-18). Deus respondeu a oração deles e deu a Daniel o sonho e a sua interpretação (v. 19). No sonho o rei havia visto uma enorme estátua, de diversos materiais, que foi destruída por uma rocha não cortada por mão humanas.

O conceito fundamental do sonho é que Deus está no controle da história deste mundo e de seus sucessivos impérios. Este mesmo conceito já havia sido exposto por Moisés em Gênesis 31, Êxodo 3 e Jó 12.

 A interpretação do sonho dada por Deus a Daniel e transmitida ao rei foi a seguinte: A cabeça de ouro da imagem representava a Babilônia (v. 37a). Outros reinos se sucederiam, como confirmado pela História. Depois da Babilônia veio a Medo-Pérsia (v. 39a) representada pela prata, e depois de sua queda, veio o Império Grego representado pelo bronze (v. 39b). 

Depois da queda da Grécia dominou o “império de ferro” de Roma. Mais tarde, na Idade Média, Roma assumiu uma orientação religiosa através da Igreja Católica Romana, quando passou a ser conhecido como o Sacro Império Romano (v. 40). O aspecto religioso de Roma se revela logo em 538 dC, quando o imperador Justiniano ordenou que nas moedas a serem cunhadas naquele ano ele não deveria ser retratado, como no passado, como um guerreiro ou um soldado com uma lança em um cavalo, mas como um teólogo segurando em suas mãos uma cruz. 

 O último reino que aparece no sonho composto de “argila e ferro” (vs. 41-43), também teria fim, como todos os demais. Então uma pedra vinda do próprio Deus destruiria a imagem que Nabucodonosor vira em seu sonho e o Deus do céu estabeleceria um reino que jamais seria destruído (v. 44). 

 Quando Nabucodonosor ouviu tudo isso, colocou o rosto em terra perante Daniel (v. 45-47). Apesar de ser ainda um calouro, Daniel foi promovido a chefe de todos os sábios da Babilônia. Daniel foi trazido para a corte do rei e seus amigos se tornaram encarregados da administração da província de Babilônia, a seu pedido (v. 49). A inteligência e a sabedoria de Daniel e seus companheiros lhes foram dados por Deus. 

Querido Deus, 
Vivemos no tempo do fim e sabemos que o Seu filho, a Rocha dos Séculos, virá em breve como Rei dos Reis e Senhor dos Senhores para encher a terra com a Sua glória. Que possamos, desde agora, nos abrigar nEle. Amém. 

Koot van Wyk
Universidade Nacional de Kyungpook, Coreia do Sul

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/dan/2/
Traduzido por JDS/JAQ
Texto bíblico: Daniel 2
Comentário em áudio
 Palestra sobre Daniel 2



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