Reavivados por Sua Palavra


Tiago 2 by jquimelli
8 de junho de 2015, 1:00
Filed under: amor, , religião viva, Vida Cristã | Tags: ,

Comentário devocional:

Tiago está nos lembrando de que não devemos assumir o nome de Jesus Cristo e ao mesmo tempo mostrar favoritismo para com algumas pessoas em detrimento de outras. Como poderemos ficar com a consciência tranquila se mesmo no ambiente de culto tratamos melhor uma pessoa bem vestida, rica, do que uma pessoa humilde, com roupas simples, a quem praticamente ignoramos (vs. 1-11)?

Vivamos de acordo com Escrituras: “Ame o seu próximo como a si mesmo” (v. 8). Se fazemos isso, podemos estar confiantes de que estamos vivendo a lei do amor, como Jesus vivia. Se tratamos os outros como inferiores, com parcialidade ou preconceito simplesmente por causa de sua história ou status, é evidente que estamos vivendo em oposição à lei do amor. É tolice pensar que podemos quebrar um pequeno mandamento e mesmo assim estar em harmonia com a lei. Se você rasgar ou manchar uma parte de uma peça de vestuário, todo o vestuário fica arruinado. Assim é com os mandamentos.

Palavras somente – quando ações são necessárias – mostram que nós não conhecemos verdadeiramente a Cristo (vs. 15, 16). Por exemplo, quando ocorre um desastre e os necessitados vem a você e à sua comunidade suplicando por auxílio e tudo o que você diz é: “Não se preocupe, vou orar por você, vá em paz”, de que valeram suas palavras? Que benefício elas trouxeram?

Deus é compassivo. Seu amor é uma realidade viva, ativa, que se traduz em ações que valorizam o Seu relacionamento conosco. Assim também devemos proceder. Nossa fé deve ser viva, demonstrando que somos imitadores de Deus. 

Nós cristãos somos chamados a ser as mãos e os pés de Deus para o mundo. Jesus praticava aquilo que pregava. Que essa também seja a nossa prática.

Robin Pratt
Estados Unidos

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/jam/2/
Traduzido por JAQ/JDS
Texto bíblico: Tiago 2
Comentário em áudio 



FÉ E OBRAS em Tiago 2:14-26 by jquimelli
8 de junho de 2015, 0:02
Filed under: , salvação | Tags: , ,

14-46 Esses versos tem sido utilizados como argumento para mostrar que uma pessoa precisa fazer algo para obter salvação; portanto, esta passagem é vista como uma retificação ou contradição à declaração de Paulo: “o homem é justificado pela fé, independentemente das obras da lei” (Rom. 3:28-4:25). Mas ela não é uma reação a Paulo; é uma ilustração da “religião pura e sem mácula” (Tiago 1:27); Tiago e Paulo não estão se contradizendo, nem em oposição um com o outro; eles estão sendo complementares. O equivalente de Paulo ao argumento de Tiago é: “a fé que atua pelo amor” (Gál. 5:6). Andrews Study Bible.


Nos v. 14-40, 24, 26, “fé” não é usada no sentido da genuína fé salvífica. Pelo contrário, a fé aí é demoníaca (v. 19), inútil (v. 20) e morta (v. 26). Trata-se de mera aceitação intelectual de certas verdades, sem confiança em Cristo como Salvador. Tiago não está dizendo, tampouco, que a pessoa é salva pelas obras e não pela fé genuína. Pelo contrário, está dizendo – como Lutero bem definiu – que o homem é justificado (declarado justo perante de Deus) exclusivamente pela fé, mas não por uma fé desacompanhada. A fé genuína produzirá boas obras, mas somente a fé em Cristo salva. Bíblia de Estudo NVI Vida.


14 Tem fé, mas não tiver obras. Note-se que a questão não é uma oposição entre fé e obras; mas sim, entre a fé viva e a morta. Tiago nunca afirma que as boas obras nos podem salvar. Ele assinala claramente que a fé viva e real (17) se manifestará sem falta em obras, tal como a vida no corpo se manifesta na respiração, no bater do coração e em outras condições. Bíblia Shedd.


obras. Quando Paulo fala sobre “obras” em Romanos e Gálatas, ele está se referindo à tentativa dos seus leitores de obter salvação pela guarda da “lei”. “Obras” para Paulo tem significado teológico e legalístico – obras de lei. Para Tiago, tem significado ético e social – atos de compaixão. Compare o chamado de João Batista para o arrependimento que inclui preocupação social (Lucas 3:8-14). Fazer algo que conforte e atenda a pessoas sem moradia, sob o flagelo da AIDS, ou prestar socorro àqueles sem plano de saúde e educação poderiam ser exemplos dos dias atuais das obras que Tiago propôs. Andrews Study Bible.


qual é proveito, se alguém disser que tem fé, mas não tiver obras? Quando alguém diz que tem fé, o que ele ou ela tem é assentimento intelectual – concordância com um conjunto de ensinos cristãos – e, como tal, pode ser uma fé incompleta. A fé verdadeira transforma nossa conduta, bem como nossos pensamento. Se nossa vidas permanecem inalteradas, nós não acreditamos verdadeiramente nas verdades que dizemos que acreditamos. Life Application Study Bible Kingsway NVI.


Pode, semelhante fé salvá-lo? Esta frase introduz o ponto crucial da relação entre fé e obras. A pergunta em pauta é: Que tipo de fé é salvadora? A pergunta de Tiago é retórica; a resposta óbvia é que a fé sem obras não pode salvar. A fé que não produz nenhuma ação não é uma fé salvadora. O Novo Testamento não fala de uma justificação através de uma profissão de fé ou de uma afirmação de fé; ele ensina justificação através da possessão de uma fé verdadeira. Bíblia de Genebra.


15-16 Descreve uma “fé” que consiste em meras palavras, sem qualquer ação. Bíblia de Genebra.


15-17. Um exemplo de fé morta é atitude de alguns crentes em face da necessidade dos irmãos na miséria. Como o simples falar não ajuda, tampouco terá valor reivindicar nossa fé sem demonstrar os frutos do amor (cf Mt 7.16-23; Gl 5.6). Bíblia Shedd.


17 . Isto é, a fé sem obras do v. 14. Tal fé não passa de mera convicção intelectual de que algumas doutrinas são verdadeiras. A mente está convencida por causa das convicções incontestáveis da Palavra de Deus, mas o coração permanece frio e resistente. CBASD, vol. 7, p. 568-569.


por si só está morta. Lutero insistiu que a fé salvadora é uma fé viva. A “fé” morta não indica uma fé que veio a morrer. Antes, a ideia sugere uma fé que nunca possuiu qualquer vida verdadeira. Uma fé morta não pode vivificar ninguém, não pode “salvar a vossa alma” (1.21) e, portanto, é falsa e inútil. Bíblia de Genebra.


Por si só. Tiago não compara a fé com as obras, mas fé genuína com fé morta. A fé morta crê em Deus, mas se prova inútil, pois a convicção mental não torna o serviço cristão um hábito de vida. Além de não ter valor nesta vida, a fé morta não pode salvar quem a possui. CBASD, vol. 7, p. 569.


Não podemos ganhar nossa salvação servindo ou obedecendo a Deus. Mas estas ações mostram que nosso comprometimento com Deus é real. Atos de serviço amoroso não são um substituto para a fé em Cristo, mas, sim, uma comprovação de nossa fé em Cristo. Life Application Study Bible Kingsway NVI.


Se não tiver obras. Assim como a autenticidade das boas intenções para com os pobres e necessitados só pode ser demonstrada por meio de obras, a fé não pode se provar genuína sem obras. Fé sem o fruto das obras cristãs é apenas nominal, carente do princípio de vida que rege as ações do coração (Rm 2:13). CBASD, vol. 7, p. 569.


18 Mostre-me a sua fé sem obras, e eu lhe mostrarei a minha fé pelas obras (NVI). À primeira vista, este verso parece contradizer Romanos 3:28: “o homem é justificado pela fé, independentemente das obras da lei”. Uma investigação mais profunda, contudo, mostra que os ensinos de Tiago e Paulo não estão em oposição. Enquanto é verdade que nossas boas ações não podem obter salvação, a fé verdadeira resulta numa vida transformada e boas ações. Paulo estava falando contra aqueles que procuravam ser salvos pelas obras em vez da fé verdadeira; Tiago fala contra aqueles que confundiam mero assentimento intelectual com fé verdadeira. Afinal, mesmo demônios conhecem Quem Jesus é, mas não obedecem a Ele (2.19). A fé verdadeira envolve um comprometimento de todo o nosso ser a Deus. Life Application Study Bible Kingsway NVI.


mostra-me essa tua fé. Tiago desafia qualquer pessoa que tem a fé a demonstrá-la, a fazê-la visível. A única evidência visível aos olhos humanos são os atos de obediência. Embora Deus possa ler o coração, a nossa única visão do coração vem através da presença de fruto exterior. Bíblia de Genebra.


Mostre-me a sua fé sem obras. Ironia; Tiago nega a possibilidade disso. Bíblia de Estudo NVI Vida.


19 demônios. O contraste é entre a resposta da fé dos demônios (em grego, “fé” e “crença” compartilham a mesma raiz) e à do crente: a dos primeiros é medo e tremor, enquanto que dos últimos é uma ação social positiva. Andrews Study Bible.


21-24 Tiago diz que Abraão foi “justificado” (declarado justo por Deus) pelo que ele fez. Paulo diz que ele foi justificado porque ele creu em Deus (Rom. 4:1-5). Tiago e Paulo não estão se contradizendo, mas se complementando. Não concluamos que a verdade é a combinação destas duas declarações. De modo algum somos justificados pelo que fazemos. A verdadeira fé sempre resulta em boas obras, mas as boas obras não nos justificam. A fé nos traz salvação; obediência ativa demonstra que nossa fé é genuína. Life Application Study Bible Kingsway NVI.


21 Não foi Abraãojustificado por obras? à parte do contexto, esse versículo talvez pareça contradizer o ensinamento bíblico de que as pessoas são salvas pela fé e não pelas boas obras (Rm 3.28; Gl 2.15, 16). Mas Tiago só quer dizer que o procedimento correto é prova de fé genuína … pois o versículo (Gn 15.6) que ele cita (v. 23) para confirmar o seu argumento diz: “Abraão creu em Deus e isso lhe foi creditado como justiça”. Além disso, o ato de fé de Abraão, registrado em Gn 15.6, ocorreu antes de oferecer Isaque, comprovando que a fé que já tinha era genuína. Paulo escreveu dizendo que a única coisa que tem efeito é “a fé que atua pelo amor” (Gl 5.6). A fé que salva produz ações. Bíblia de Estudo NVI Vida.


Tiago cita Abraão como exemplo clássico de quem foi justificado por suas obras. Esta afirmação não envolve nenhum conflito com Paulo, que também usa Abraão como exemplo clássico de quem foi justificado pela fé. Observe os textos. Tiago cita Gn 22, enquanto Paulo cita Gn 15. Aos olhos de Deus, Abraão é justificado em Gn 15, muito antes de oferecer Isaque sobre o altar. Deus soube que a fé que o patriarca tinha era genuína. Em Gn 22, Abraão é justificado diante de nós, diante de olhos humanos, quando ele demonstra a sua fé através da obediência. Jesus usou o mesmo verbo quando declarou que “a sabedoria é justificada por todos os seus filhos” (isto é, demonstrada como uma sabedoria genuína através dos resultados). Aqui, “justificar” não significa ser reconciliado com Deus, antes, demonstra a veracidade de uma afirmação anterior. Da mesma maneira em que a verdadeira sabedoria é demonstrada através de seu fruto, a fé que Abraão confessava foi vindicada por sua obediência visível. Contudo, as suas obras não foram a causa merecedora de sua salvação; elas não acrescentaram nenhum mérito aos méritos perfeitos e suficientes de Cristo. Bíblia de Genebra.


Tiago … destaca que as obras de Abraão provaram a autenticidade da fé que Deus tinha declarado correta. CBASD, vol. 7, p. 570.


22 a fé se consumou. O pleno desenvolvimento da fé é observado através das obras. A fé verdadeira sempre produz frutos. A fé e as obras podem ser distinguidas entre si, porém, nunca separadas ou divorciadas. Bíblia de Genebra.


23-25. AbraãoRaabe. Duas figuras populares na história judaica – um santo patriarca e fundador de uma nação e uma mulher estrangeira “pecadora” – uma da parte mais baixa da escada social e outro no topo da escada religiosa. Ambos ilustram que fé e obras não estão desconectados. Justificado. Não um termo grego legal, forense; mas, como no AT, estar em relacionamento de aliança (concerto) com Deus. Andrews Study Bible.


23 Abraão creu em Deus, e isso lhe foi imputado para justiça. Essa justiça só se manifestou quando ele obedeceu, como no caso do oferecimento de Isaque. Assim também a realidade da justificação é somente demonstrada na obediência. Bíblia Shedd.


24 não apenas pela fé (NVI). Não pelo assentimento intelectual a certas verdades. Bíblia de Estudo NVI Vida.


não por fé somente (ARA). A justificação de alguém não é demonstrada através de uma mera profissão de fé ou uma fé solitária. Uma pessoa demonstra que é justa pelas coisas que faz. Nenhuma das nossas obras merece uma justificação absoluta diante de Deus. Somente os méritos de cristo garantem essa justificação. Só confiando exclusivamente em Cristo podemos ser feitos justos diante de Deus. Qui, Tiago repreende todas as formas de antinomianismo que procuram ter Jesus como Salvador, sem aceita-lo como Senhor. No mesmo sentido em que Paulo demonstrou que confiança em nossas próprias obras é fatal, Tiago ensina que confiança numa fé vazia ou morta é igualmente mortífera. Bíblia de Genebra.


25 Raabe, a prostituta. Tiago não aprova a ocupação de Raabe. Éa sua fé (v. tb. Hb 11.31), demonstrada ao ajudar os espiões (Js 2), que ele louva. Bíblia de Estudo NVI Vida.


Raabe viveu em Jericó, uma cidade que os israelitas conquistaram quando entravam na terra prometida (Josué 2). Quando os espiões de Israel foram até a cidade, ela os escondeu e os ajudou a escapar. Deste modo ela demonstrou fé no propósito de Deus para Israel. Como resultado, ela e sua família foram salvos quando a cidade foi destruída. Hebreus 11:31 lista Raabe entre os heróis da fé. Life Application Study Bible Kingsway NVI.



Tiago 1 by jquimelli

Comentário devocional:

Tiago, um meio-irmão de Jesus e influente líder na igreja (Gl 1:18,19) escreveu para o povo de Deus espalhado pelas nações do mundo (v. 1). Ele os chama de “amigos” e os encoraja em sua caminhada com Cristo, que permitam que Deus efetue a Sua boa obra na vida deles (v. 21). Tiago os incentiva a crescer espiritualmente através do exercício continuo da fé que eles têm em Deus (vs. 2, 3). E o que ele disse a eles se aplica a nós hoje.

Como exercer fé? Confiando diária, semanal e anualmente que Deus nos ajudará através das tempestades que nos sobrevêm na jornada da vida. Cada vez que sobrevivemos e suportamos a uma tentação, a nossa fé se torna mais forte, trazendo-nos para mais perto de Deus (v. 12). À medida que a nossa fé se torna mais forte, estaremos melhor preparados para os desafios futuros que certamente virão.

Nunca devemos culpar a Deus por permitir que tentações e provações venham sobre nós (v. 13). Deus não provoca ansiedade, dor ou sofrimento sobre uma pessoa só para ver se ela é leal. As tentações que enfrentamos muitas vezes vêm de um coração não-consagrado (v. 14). Às vezes intencionalmente e às vezes de forma não intencional, cedemos a elas, o que nos levará para mais longe do nosso amado Senhor.

Não se deixe enganar por aqueles que dizem que tudo que você tem a fazer para ser salvo é conhecer a palavra de Deus. O Diabo viu, ouviu e conheceu pessoalmente a Cristo, o “Verbo” (João 1:1-3) e, mesmo assim, ele preferiu a rebelião. Nós não devemos apenas conhecer, mas experimentar um relacionamento com o Senhor e viver a Sua vontade para a nossa vida, como registrada em Sua Palavra (vs. 21-22).

Os Dez Mandamentos foram dados ao homem como um espelho de sua condição espiritual. Se ele não olhar no espelho, ele não pode saber como está ou qual sua condição espiritual. A lei de Deus reflete áreas em nossa vida que precisam ser lavadas no sangue do sacrifício de Jesus Cristo por nós (vs. 23-25). Ao apontar nossas culpas a lei nos incentiva a buscarmos o remédio que é Cristo. Ao vermos nossa necessidade e transmitirmos a Deus o nosso desejo de sermos limpos, Ele nos abençoará, capacitará e nos susterá ao diariamente escolhermos fazer a Sua vontade.

Robin Pratt
Estados Unidos

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/jam/1/
Traduzido por JAQ/JDS
Texto bíblico: Tiago 1 
Comentário em áudio 



Hebreus 12 by jquimelli
5 de junho de 2015, 1:00
Filed under: , Jesus | Tags: , , , , ,

Comentário devocional:

Hebreus 12 traz o argumento do capítulo 11 a um fechamento poderoso. Os heróis da história são uma multidão de testemunhas que aplaudem e reconhecem o maior modelo de fé: Jesus. Ele é o fundador e consumador da nossa fé, porque a Sua vida e sacrifício tornaram a nossa fé possível e significativa. 

Os versos 3-11 nos convidam a considerar cuidadosamente o exemplo de Jesus e saber que a vitória da fé vem somente como o resultado de disciplina e paciência. Esta é uma lição difícil de aprender para aqueles que acreditam que a fé é uma coisa mágica, rápida. 

Os versos 12-16 nos advertem contra o perigo da “raiz de amargura” que pode crescer e pode nos impedir de obter a graça de Deus, como aconteceu com a geração Israelita do deserto (Heb 3:12-13). 

Os versos 18-24 contrastam a experiência da geração israelita do deserto no monte Sinai e a nossa no monte Sião. Hebreus sugere que nós, por meio da fé, somos capacitados a experimentar a entronização de Jesus, Sua consagração como sacerdote e a inauguração da nova aliança na Jerusalém celeste, representada como o monte Sião. Assim, enquanto os israelitas ficaram com medo diante do monte Sinai, podemos nos alegrar com a exaltação de nosso Senhor no céu.

Os versos 25-29 fecham o argumento da carta exortando-nos a prestar atenção ao que Deus nos tem dito por meio do Filho. Os israelitas falharam em obedecer a Deus que lhes falou no Monte Sinai e não entraram em Canaã. Quanto mais nós não devemos desconsiderar a Jesus que nos fala da Jerusalém celeste! Quando Deus falou no Sinai a montanha tremeu. Desta vez, quando Deus fala novamente do santuário celestial, todo o universo será abalado e somente os justos serão capazes de ficar de pé e herdar o reino de Deus (Salmos 15:5; 16:8; 21:7; 62:2; 112:6).

Felix H. Cortez
Andrews University Theological Seminary 
Estados Unidos
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/heb/12/
Traduzido por JAQ/JDS/IB
Texto bíblico: Hebreus 12 
Comentário em áudio 



Hebreus 11 by jquimelli
4 de junho de 2015, 1:00
Filed under: , milagres | Tags: , ,

Comentário devocional:

O capítulo 11 fornece a evidência para a afirmação no capítulo 10 de que o “justo viverá pela fé”, fornecendo uma impressionante lista de exemplos de pessoas de fé da história de Israel.

Descobrimos que, pela fé, Abel “ainda fala”, Enoque não “viu a morte,” Noé salvou “a sua casa”, Abraão concebeu um filho quando já não tinha mais capacidade de gerar filhos e recebeu esse filho de volta dos mortos, quando o ofereceu como sacrifício a Deus.

Pela fé Moisés sobreviveu à sentença de morte do rei, escapou da “ira do rei”, e depois escapou do anjo destruidor que ceifou a vida dos primogênitos no Egito. Pela fé, os israelitas atravessaram o Mar Vermelho e conquistaram Jericó. Essas histórias mostram que a fé dá vida. Elas contrastam com a história da geração israelita do deserto (Heb 3) que não tinha fé e morreu por causa disso.

O autor também afirma que a fé proporciona entendimento. O verso 3 diz: “Pela fé entendemos.” Desse modo, a evidência não é o fator determinante para o entendimento, mas a fé é. Afinal, a geração do deserto tinha todas as evidências de que precisavam, mas não conseguiram entender.

A estrutura retórica deste capítulo também tem uma poderosa surpresa para nós. A repetição da frase “pela fé Abel…”, “pela fé Enoque…”, “pela fé Noé…”, etc, cria um ritmo que culmina no vs. 31: “Pela fé a prostituta Raabe,…”

“Realmente? Você quer dizer que Raabe, a prostituta, é o clímax do capítulo acima de Enoque, Abraão e Moisés?” Sim, e eu adoro isso. A confissão de fé de Raabe em Josué 2:10-11 é uma das mais belas nas Escrituras. Acredito, porém, que Raabe foi escolhida por outra razão. Raabe separou-se de uma geração sem fé, desobediente, que seria destruída. Ela não viu as pragas do Egito, nem o Mar Vermelho se abrir, ou a coluna de fogo, ou a água que fluiu a partir da rocha. Ela simplesmente ouviu e acreditou.

Podemos não ter visto ou experimentado os milagres poderosos de Jesus, mas somos convidados a acreditar e ter vida.

Felix H. Cortez
Andrews University Theological Seminary 
Estados Unidos

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/heb/11/
Traduzido por JAQ/JDS/IB
Texto bíblico: Hebreus 11 
Comentário em áudio 



Hebreus 10 by jquimelli
3 de junho de 2015, 1:00
Filed under: confiança em Deus, , salvação | Tags:

Comentário devocional:

O capítulo 10 de Hebreus nos convida a aceitar o sacrifício de Jesus em nosso favor e a nos achegarmos com fé à presença de Deus.

Os versos 1-10 nos lembram que os sacrifícios do santuário terrestre eram apenas sombras do verdadeiro sacrifício que Jesus ofereceu a Deus em obediência perfeita.

Os versos 11-14 nos lembram de que o ministério de Jesus é eficaz por causa de sua oferta perfeita. Por isso contrasta com o ministério dos sacerdotes terrenos que constantemente ofereciam sacrifícios que não podiam limpar a consciência.

Os versos 15-18 dizem que a promessa da nova aliança aboliu os sacrifícios, pois fornece o perdão perfeito e completo através do sacrifício de Jesus. Em vista disto, os versos 19-25 fornecem um convite empolgante para que nos aproximemos com confiança à própria presença de Deus, porque fomos lavados pelo sangue de Jesus.

Os versos 26-31 dizem que não existe nenhum outro sacrifício que possa ser apresentado para trazer perdão àqueles que rejeitam o sacrifício e o ministério de Jesus. Haverá apenas o julgamento para eles.

Então, os versos 31-39 convidam os leitores para se achegarem com fé à presença de Deus, apesar de perseguições e obstáculos provenientes do mundo em torno deles.

Essa é uma lição difícil de aprender. Nós sempre queremos trazer um presente, uma dádiva ou um sacrifício que possa nos tornar aceitáveis diante de Deus. O livro de Hebreus afirma que nenhum sacrifício humano é bom o suficiente para tornar-nos limpos. Nenhum sacrifício humano que venhamos a trazer pode nos tornar aceitáveis em Sua presença. 

Deus providenciou em Jesus o único sacrifício que realmente pode nos purificar e nos tornar aceitáveis perante Ele. “Deus se opõe aos orgulhosos, mas concede graça aos humildes” (1 Pedro 5:5).

Aceitemos, portanto, o sacrifício de Jesus e nos aproximemos de Deus “com confiança”, na “plena certeza” que a fé proporciona.

Felix H. Cortez
Andrews University Theological Seminary 
Estados Unidos
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/heb/10/
Traduzido por JAQ/JDS/IB
Texto bíblico: Hebreus 10
Comentário em áudio 



Hebreus 4 by jquimelli
28 de maio de 2015, 1:00
Filed under: descanso, , graça, sábado | Tags: ,

Comentário devocional:

Hebreus 4 contém duas exortações para nós: “Portanto, esforcemo-nos por entrar nesse descanso …” (v. 11 NVI) e “aproximemo-nos do trono da graça com toda a confiança …” (v. 16 NVI).

O verdadeiro descanso é algo difícil para nós alcançarmos. Isso implica pelo menos duas coisas: (1) que o trabalho tenha sido feito e (2) que tenhamos feito provisão perfeita para as necessidades do futuro. Embora seja verdade que podemos tirar alguns dias de folga do trabalho ou umas férias com o propósito de “descansar”, quem de nós pode realmente dizer que terminou completamente seu trabalho e fez provisão perfeita para o futuro? É por isso que Deus não nos convida simplesmente para descansar, mas para entrarmos em Seu descanso (vs. 1-11). É um descanso proporcionado pela graça divida que nos possibilita desfrutar livremente de algo que pertence somente a Deus.

Os versos 1-5 argumentam que Israel não entrou naquele descanso quando  entrou em Canaã, porque somente através da fé se pode desfrutar do verdadeiro descanso. Ele não se refere a uma terra, mas ao descanso no qual Deus entrou ao criar o Sábado, ao terminar Seu trabalho e fazer provisão perfeita para nós de tudo que precisávamos.

Os versos 6-11 argumentam que este descanso está disponível hoje por meio da fé. O verso 9 descreve-o como um descanso sabático porque pela fé a cada Sábado a obra perfeita de Deus e a perfeita provisão se tornam nossa. Nós não trabalhamos para conseguir isso. Nós não adquirimos essas bênçãos por nossos esforços. É um descanso oferecido pela graça e aceito pela fé.

Os versos 14-16 nos convidam a nos aproximarmos de Deus no santuário celestial. Este não é um segundo convite, mas é o mesmo dos versos anteriores porque no Antigo Testamento o templo é também chamado de descanso de Deus (2 Crônicas 6:41; Isaías 66:1; Salmo 95). Sim, quando adoramos a Deus, deixamos para trás nossos trabalhos semiacabados e, na melhor das hipóteses, as nossas provisões parciais para o futuro e entramos, por meio da fé, na perfeita obra de Deus e na Sua perfeita provisão. Trata-se, novamente, de um descanso provido pela graça.

Nós não precisamos esperar até o próximo sábado para entrar naquele descanso. O descanso da graça está disponível “hoje”, por meio da fé, para aqueles que acreditam e confiam plenamente em Deus. 

Felix H. Cortez
Universidade Andrews
Estados Unidos

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/heb/4/
Traduzido por JAQ/JDS/IB
Texto bíblico: Hebreus 4
Comentário em áudio 




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