Reavivados por Sua Palavra


1REIS 15 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros

“Porquanto Davi fez o que era reto perante o Senhor e não se desviou de tudo quanto lhe ordenara, em todos os dias de sua vida, senão no caso de Urias, o heteu” (v.5).

A história dos reis de Israel e de Judá ilustra bem a trajetória da nação após tornar-se uma monarquia. De todas as nações da Terra, Israel era a campeã em brigar consigo mesma. Esta rivalidade fica bem evidente no capítulo de hoje. “Houve guerra” (v.6) entre os reinos do Norte e do Sul, e alianças políticas entre eles e os reinos pagãos. Tudo o que o Senhor havia condenado como errado e abominável, era justamente o que o povo fazia, seguindo após os seus líderes imprudentes.

Em meio às trevas da idolatria e da apostasia, o Senhor suscitava “uma lâmpada em Jerusalém”, “por amor de Davi” (v.4). Asa foi o primeiro rei de Judá a promover uma verdadeira reforma no meio do povo. Eliminou os ídolos e objetos de culto, “tirou da terra os prostitutos cultuais” (v.12) e depôs a rainha-mãe de seu cargo dignitário, destruindo a imagem do poste-ídolo que ela havia feito. Enquanto Judá avançava no reinado estável de Asa, Israel sofria as consequências de um trono sem dono.

Sem sucessão de um rei ungido do Senhor, o reino do Norte tinha a sua coroa incerta. Cada rei que assumia o trono temia constantemente por sua vida e de seus descendentes em meio ao risco iminente de uma traição. Quanto a Judá, havia uma promessa de um Deus infalível, de modo que mesmo com a apostasia de vários de seus monarcas, o Senhor continuava cuidando do Seu povo por amor a Davi. Davi tornou-se o modelo de rei estabelecido por Deus; seu coração, a norma espiritual de intimidade com Deus. Não fosse o seu pecado contra Urias, e seu testemunho teria sido de uma força inabalável.

Diante da realidade de que “muitos são chamados, mas poucos, escolhidos” (Mt.22:14), não vivemos mais no contexto de uma nação territorial, mas de uma nação espiritual que precisa despertar para a urgente necessidade de fazer o que é “reto perante o Senhor” (v.11), de ter um coração perfeito, “totalmente do Senhor” (v.14). E não existe a menor possibilidade de que isto aconteça sem que haja uma mudança real e visível.

Asa não se limitou em fazer o que era correto diante de Deus, mas compreendeu a sua responsabilidade como líder de promover um reavivamento e reforma em Jerusalém. Há quantos anos, amados, temos ouvido o mesmo clamor dos “profetas” modernos de que precisamos despertar de nossa letargia e viver e pregar, de fato, as três mensagens angélicas? Quanto tempo mais achamos que o Senhor irá tolerar toda a violência, crueldade e licenciosidade que este mundo tem promovido?

Há um Rei que está prestes a Se apresentar diante do trono do Pai para reclamar os que são Seus. À Sua frente há uma obra prestes a terminar e, em Seu coração, uma saudade que dói desde que o pecado entrou no mundo. Jesus espera por nós! Ele espera que escutemos o brado: “Eis o Noivo! Saí ao Seu encontro!” (Mt.25:6), e despertemos do sono erguendo bem alto as nossas lâmpadas acesas. Por amor a Davi, Deus cumpriu a Sua promessa. Por amor ao Seu remanescente e aos Seus filhos de todos os tempos, a derradeira promessa se cumprirá e veremos nosso Salvador nas nuvens vindo nos buscar. “Vigiai, pois, porque não sabeis o dia nem a hora” (Mt.25:13).

Bom dia, escolhidos para a salvação!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #1Reis15 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



II Timóteo 4 – Comentários Selecionados by tatianawernenburg
20 de maio de 2015, 11:04
Filed under: Cartas de Paulo | Tags: , , , ,

1 Conjuro-te. Paulo dá início à exortação final dirigida a seu jovem colaborador, Timóteo. O capítulo está pleno da linguagem do coração. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 364.

2 Prega. Paulo começa a lista de deveres e, com fervor, pede a Timóteo que a cumpra. CBASD, vol. 7, p. 365.

3 Haverá tempo. O apóstolo estava pensando na grande apostasia prestes a envolver a igreja e que continuaria a ameaçá-la até a segunda vinda de Cristo. CBASD, vol. 7, p. 366.

5 Sê sóbrio. Paulo exorta Timóteo a buscar em primeiro lugar aquela calma e o equilíbrio que o prepararão para lidar com qualquer dificuldade que sobrevenha. O ensino correto da verdade exige uma atitude sóbria e tranquila. CBASD, vol. 7, p. 367.

6 Partida. Paulo fala de sua esperada execução, comparando sua morte ao desarmar de um acampamento ou à saída de um navio do porto. CBASD, vol. 7, p. 367.

7 Combati. O compromisso de Paulo de ser embaixador de Cristo envolvia uma vida de combate constante contra as forças do mal, humanas ou demoníacas. O apóstolo usava bem “toda a armadura de Deus”, enquanto resistia bravamente “contra as astutas ciladas do diabo” (Ef 6:11). CBASD, vol. 7, p. 367.

11 Marcos. Este versículo revela o ministério bem-sucedido de alguém a quem Paulo havia anteriormente considerado um fracasso, bem como o espírito magnânimo de Paulo, que não havia guardado ressentimento contra Marcos por causa de seu fracasso anterior (At 13:13). CBASD, vol. 7, p. 369.

17 Pregação. Enquanto era julgado, Paulo teve a oportunidade de pregar o evangelho, assim como ele havia feito perante Félix e Agripa. CBASD, vol. 7, p. 370.

Boca do leão. Os comentaristas geralmente consideram que o apóstolo aqui cita o Salmo 22:21 e que suas palavras devem ser entendidas em sentido figurado, que simplesmente expressam um grande perigo. Alguns sugerem que ele se refere à ira  de Satanás, que foi incapaz de silenciar seu intrépido testemunho da verdade. CBASD, vol. 7, p. 371.

22 Convosco. Este pronome no plural indica que essas palavras se aplicam a toda igreja. CBASD, vol. 7, p. 371.



Romanos 7 by jquimelli
5 de março de 2015, 1:00
Filed under: graça, libertação, pecado, salvação | Tags: , ,

Comentário devocional:

Este capítulo é uma continuação das declarações anteriores de Paulo, onde ele concluiu que nós somos ou escravos do pecado ou escravos da justiça. Suas intenções neste capítulo são muitas vezes mal compreendidas e mal aplicadas por causa de sua descrição do que é ser um escravo do pecado.

Paulo usa a lei do casamento para explicar a nossa união espiritual com Cristo. Sem Cristo, somos casados com o velho homem do pecado, que é o senhor de nossa escravidão. A fim de entrarmos em uma união espiritual com Cristo, o velho homem do pecado deve ser crucificado (vv 1-4). Porém Cristo não cometerá adultério espiritual. Muitos cristãos não conseguem entrar em uma verdadeira união espiritual com Cristo, porque o velho homem do pecado está parcialmente vivo, mas eles pensam que estão espiritualmente unidos com o Senhor. Ele não irá nos forçar. Mas se nos submetemos a Ele através da entrega completa, Ele vai entrar em uma união espiritual de total transformação de vida conosco.

A chave para a compreensão deste capítulo é encontrado no verso 14. Paulo diz: “Sabemos que a Lei é espiritual; eu, contudo, não o sou, pois fui vendido como escravo ao pecado” (NVI). O restante de Romanos 7 descreve o que é ser um escravo do pecado e sob a condenação da lei. A vida de Paulo é uma ilustração disso: “Não entendo o que faço. Pois não faço o que desejo, mas o que odeio”(v. 15 NVI). A natureza pecaminosa de Paulo ainda está casada com o pecado. Ele quer observar corretamente a lei, mas sua natureza pecaminosa o domina, de forma que ele faz coisas que ele não quer fazer, e ele não consegue fazer as coisas que ele quer fazer (justiça). Quando ele diz: “Neste caso, não sou mais eu quem o faz, mas o pecado que habita em mim” (v 17 NVI), ele está dizendo que o velho homem do pecado continua sendo parte de sua vida, mesmo que ele não queira.

Nos versículos seguintes, ele descreve a luta de saber o que é certo e ainda assim permanecer cativo às seduções do pecado (vs. 19-23). Então Paulo faz seu grito desesperado: “Miserável homem que eu sou! Quem me libertará do corpo sujeito a esta morte?”(vs. 24 NVI). A palavra “miserável” é a palavra grega talaiporos e só é encontrada em outro lugar no Novo Testamento em Ap 3:17, na mensagem à igreja de Laodicéia. Nós somos a igreja de Laodicéia em que muitos estão cegamente seguindo ao pecado. Cristo quer nos libertar desta escravidão, e veremos como ele faz isso no próximo capítulo.  Graças a Deus pela libertação do pecado que Cristo quer e pode fazer por nós (v. 25)! 

Norman McNulty
Neurologista, TN, EUA
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/rom/7/
Traduzido/adaptado por JAQ/GASQ/JDS
Texto bíblico: Romanos 7 
Comentário em áudio

Este texto em áudio:



Romanos 6 by Jobson Santos
4 de março de 2015, 0:57
Filed under: Evangelho | Tags: , , , ,

Comentário devocional:

Romanos 6 é um dos grandes capítulos da Escritura – é através dele que Paulo chega a uma magistral descrição do poder do evangelho. Os cinco primeiros capítulos mostraram a necessidade que todos temos da graça de Deus, graça que é maior que o nosso pecado. No entanto, Paulo deixa muito claro que a graça de Deus não nos dá licença para continuarmos em pecado. De fato, ele mostra que, quando somos justificados pela fé estamos mortos para o pecado e não mais vivemos pecando (vs. 1, 2).

A vida justificada é uma vida que foi batizada em Jesus Cristo, ou seja, que fomos batizados na sua morte. No batismo fomos sepultados com Cristo, para que possamos ser ressuscitados para uma nova vida espiritual. Assim como Jesus foi ressuscitado dentre os mortos pela glória do Pai, assim também nós somos ressuscitados para viver uma nova vida de fé (vs. 3, 4). Estamos totalmente convencidos de que Deus pode nos capacitar a viver esta nova vida, tão facilmente como Ele ressuscitou a Jesus corporalmente dentre os mortos.

Os próximos versículos pintam um belo quadro. “Se dessa forma fomos unidos a ele na semelhança da sua morte, certamente o seremos também na semelhança da sua ressurreição. Pois sabemos que o nosso velho homem foi crucificado com ele, para que o corpo do pecado seja destruído e não mais sejamos escravos do pecado” (v. 5-6, NVI). Aqui “ser crucificado com Cristo”  significa a morte do velho homem do pecado. No rodapé da minha Bíblia tenho uma nota marginal: “aquele que está morto está justificado.” Portanto, ser crucificado com Cristo e morto para o pecado, significa ser justificados pela fé. Ellen White apoia este conceito: “Deus requer a completa entrega do coração, antes que possa ocorrer a justificação; e para que o homem conserve essa justificação, tem de haver obediência contínua, mediante ativa e viva fé que opera por amor e purifica a alma” (Mensagens Escolhidas, vol. 1, p. 366).

Paulo diz que a morte não tem mais domínio sobre Cristo, e enquanto permanecermos submissos a Ele, o pecado não tem mais domínio sobre nós (vs. 8-15). O capítulo termina mostrando que somos ou escravos do pecado ou escravos da justiça. Quando obedecemos ao velho homem do pecado, somos escravos do feitor que se chama pecado. Quando somos escravos da justiça obedecemos a Deus. Aqui está envolvida uma escolha. Ou escolhemos a escravidão do pecado, ou a Deus que nos liberta do pecado (vs. 16-23). Se somos escravos do pecado, o salário é a morte. Se escolhemos servir a justiça, recebemos a vida eterna. A quem você escolhe servir?

Norman McNulty
Neurologista, TN, EUA
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/rom/6/
Traduzido por JDS/JAQ
Texto bíblico: Romanos 6 
Comentário em áudio 



Romanos 6 – Comentários selecionados by jquimelli
4 de março de 2015, 0:30
Filed under: batismo, pecado | Tags: , ,

1 Permaneceremos. Paulo já havia mencionado que a doutrina da justificação pela fé sem as obras da lei estava sendo deturpada pelos inimigos, como incentivo a praticar o mal para que sobreviesse o bem. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 588.

2 Que para ele morremos. O texto grego aponta para um tempo ou evento em particular, neste caso, a entrega do crente a Cristo e seu consequente novo nascimento e justificação. Para Paulo, viver em pecado é incompatível com o fato de ter morrido para ele. CBASD, vol. 6, p. 589.

3 Na sua morte. A fim de que o sacrifício de Cristo efetue a salvação para o pecador, o crente deve participar conscientemente da experiência e do sentido representados pela morte, pelo sepultamento e ressurreição de Cristo em seu favor. CBASD, vol. 6, p. 589.

4 Fomos […] sepultados. A descrição de Paulo de que o batismo representa o sepultamento é uma evidência de que batizar por imersão era uma prática dos primeiros cristãos (Mat 3:6). CBASD, vol. 6, p. 589.

6 Foi crucificado. A referência é a experiencia do crente quando ele aceita a Cristo pela primeira vez, tendo renunciado ao seu passado de pecado e morrido para o pecado. CBASD, vol. 6, p. 591.

8 Cremos. Assim como Abraão creu que o que Deus tinha prometido “Ele era poderoso para cumprir”. CBASD, vol. 6, p. 592.

10 Para Deus. Evidentemente, a vida de Cristo na Terra foi também “para Deus”. Mas Paulo parece fazer uma distinção entre a vida de Cristo na Terra, uma vida de conflito como o pecado e sujeição á morte, e Sua presente vida glorificada, exaltada á direita do Pai. CBASD, vol. 6, p. 592.

13 Instrumentos de justiça. Ao dedicar assim seus membros a Deus, o cristão se compromete a lutar, pela capacitação do Espírito de Deus, pela maior perfeição possível de todos os órgãos do corpo e qualidades da mente, a fim de conhecer, amar e servir a seu Redentor de forma aceitável. CBASD, vol. 6, p. 594.

14 Não terá domínio. Ou, “não será o senhor”. É verdade que o pecado vai tentar e molestar. No entanto, não terá domínio sobre o verdadeiro cristão. Assim, o crente deve se submeter corajosamente ao serviço de Deus, pois a vitória sobre o pecado está prometida. CBASD, vol. 6, p. 594.

19 Fraqueza da vossa carne. Ou, “vossa fragilidade humana”. “Carne” representa a natureza humana em sua fraqueza física, mental e espiritual. CBASD, vol. 6, p. 596.

22 Transformados em servos. Paulo não tinha vergonha de se chamar escravo de Cristo (Rm 1:1). No entanto, em nosso serviço a Deus não obedecemos porque estamos sob escravidão, mas porque O amamos e Deus, por sua vez, na verdade não nos trata como escravos, mas como filhos. CBASD, vol. 6, p. 597. 

23 Em Cristo Jesus. Cristo é a “ressurreição e a vida”. É o autor da vida, que concede vida eterna a todos os que têm fé nEle. CBASD, vol. 6, p. 598.



Romanos 5 – Comentários selecionados by jquimelli
3 de março de 2015, 0:30
Filed under: graça, Justiça | Tags: , , ,

1 Pois. Paulo demonstrou que todos, tanto judeus como gentios, são pecadores e necessitados de justiça. Deus oferece a todos, como dom gratuito de Sua graça, o perdão completo e conciliação pela fé em Jesus Cristo. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 572.

2 E gloriamo-nos. Em contraste com toda falsa vanglória, o crete possui esperança da glória de Deus. CBASD, vol. 6, p. 573.

3 Nas próprias tribulações. Os primeiros cristãos foram chamados a suportar diversas formas de perseguição e sofrimento. O apóstolo não poderia prometer aos crentes qualquer isenção da tristeza. CBASD, vol. 6, p. 574.

4 Experiência. O termo pode se referir tanto ao processo do teste, quanto ao resultado dele. Provações e aflições suportadas pacientemente provam a legitimidade da religião e o verdadeiro caráter da pessoa. CBASD, vol. 6, p. 575.

6 Porque […] quando. Ele descreve a suprema grandeza desse amor, conforme é revelado pelo fato de Cristo ter morrido por nós, estando nós ainda em nosso estado impotente e ímpio. CBASD, vol. 6, p. 576.

9 Muito mais agora. Se Cristo morreu por nós quando ainda éramos pecadores, é certo que Ele vai nos salvar, agora que estamos justificados. CBASD, vol. 6, p. 578.

10 Pela sua vida. Isso pode ser entendido no sentido de que somos salvos pela união pessoal com o Salvador vivo, que vive para sempre para interceder por nós. Se a morte de Cristo tinha tal poder salvador para efetuar a reconciliação, Sua vida tem muito mais poder de levar a salvação a um feliz cumprimento. CBASD, vol. 6, p. 579.

13 Levado em conta. O ato da transgressão de Adão resultou na entrada do pecado como um princípio e um poder neste mundo. Mesmo na ausência de transgressões pessoais, como no caso das crianças, as pessoas estão sujeitas á morte. Paulo enfatiza a universalidade do pecado e da morte, a fim de destacar a universalidade da graça, por contraste. CBASD, vol. 6, p. 583.

14 Havia de vir. Adão era um tipo de Cristo na medida em que os dois eram representantes de toda a família humana. Ele era o representante e autor da humanidade caéda. Cristo era o representante e autor da humanidade restaurada. CBASD, vol. 6, p. 583.

15 Sobre muitos. Cristo morreu por toda humanidade. No entanto, esse dom da justiça não serve para nada se não for aceito pela fé (Jo 3:16), mas nem todos escolhem crer. CBASD, vol. 6, p. 584.

17 Em vida por meio de um só. Essas palavras enfatizam a posição que Cristo ocupa como mediados na obra de redenção dos seres humanos. Por Sua morte, o crente é justificado e, mediante a união com Ele, o cristão recebe esse poder vitalizante e santificador que transforma a vida presente e lhe assegura a vida eterna no por vir. CBASD, vol. 6, p. 585.

19 Desobediência. Do gr. parakoe, “ouvir erradamente”. A sugestão de descuido implícita nesta palavra pode indicar o primeiro passo para a queda de Adão. CBASD, vol. 6, p. 585.

20 Superabundou. Deus permitiu o pecado e permitiu que se multiplicasse, e depois o anulou para fazer a mais maravilhosa exposição de Sua glória e graça, a fim de que os benefícios da redenção ultrapassassem infinitamente os males da rebelião. CBASD, vol. 6, p. 586.

21 Justiça. Isto é, a justiça de Cristo atribuída na justificação e comunicada na santificação. CBASD, vol. 6, p. 587.

 

Compilação: Tatiana W



Romanos 4 – Comentários selecionados: by jquimelli
2 de março de 2015, 0:00
Filed under: salvação | Tags: , , ,

1-3 Os judeus se orgulhavam de serem chamados filhos de Abraão. … Paulo não está dizendo que a Lei de Deus não é importante (4:13), mas que é impossível ser salvo somente por obedecê-la. Life Application Study Bible.

1 nosso antepassado Abraão (NVI). Grande patriarca da nação judaica e verdadeiro exemplo de pessoa justificada (v Tg 2.21-23). Os judeus dos dias de Jesus citavam Abraão como exemplo da justificação pelas obras, mas Paulo o enaltece como exemplo de justiça pela fé (v Gl 3.6-9). Bíblia de Estudo NVI Vida.

Abraão descobriu que não tinha nada de que se vangloriar. Andrews Study Bible.

3 Referência a Gênesis 15.6, em que nada é mencionado no tocante às obras. Bíblia de Estudo NVI Vida.

imputado (ARA; NVI: creditado). Abraão não tinha observado nenhuma lei, prestado nenhum serviço nem cumprido nenhum ritual que lhe pudesse ter servido de crédito em sua conta corrente diante de Deus. Sua fé em Deus, que lhe fizera promessas, foi-lhe creditada como justiça. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Abraão creu em Deus, e isso lhe foi imputado por justiça (ARA; BV: “Abraão creu em Deus, e foi por isso mesmo que Deus riscou seus pecados e declarou-o sem culpa”).

4-5 Descreve dois tipos básicos de religião: 1) uma que vê a salvação como uma recompensa ou salário; e 2) uma que a vê como um presente imerecido. Andrews Study Bible.

4 ao que trabalha, o salário não é considerado como favor, e sim como dívida. Este verso significa que se uma pessoa pudesse adquirir o direito de permanecer diante de Deus por ser bom, a concessão deste presenta não seria um ato livre; seria uma obrigação. Nossa auto-suficiência é fútil; tudo que podemos fazer é nos lançarmos na graça e misericórdia de Deus.1-3 Os judeus se orgulhavam de serem chamados filhos de Abraão. Life Application Study Bible.

5 ao quecrê naquEle que justifica o ímpio, a sua fé lhe é imputada por justiça (ARA; BV: Deus declara que os pecadores são bons aos Seus olhos, se eles crerem que Cristo pode salvá-los da ira de Deus”).

não trabalha, porém crê. Duas ações sequenciais: 1) parar de “trabalhar”, isto é, cessar de tentar merecer a salvação, e 2) votar-se para Deus. A fé requer as duas ações. Andrews Study Bible.

Quando algumas pessoas aprendem que elas são salvas por Deus através da fé, elas começam a se preocupar e a se perguntar “Será que eu tenho fé suficiente? A minha fé é forte o suficiente para me salvar?” Estas pessoas perderam a perspectiva correta, de que é Jesus Quem nos salva, não nossas emoções ou ações e que Ele me salva, não importa o quão fraca é nossa fé.Jesus nos oferece a salvação como um presente [dom] porque Ele nos ama, não porque nós tenhamos adquirido a salvação porque conta de nossa poderosa fé. Qual, então, é o papel da fé? Fé é acreditar e confiar em Jesus Cristo e nos achegarmos a Ele para recebermos Seu maravilhoso dom da salvação. Life Application Study Bible.

6-8 Deus não continua lançando iniquidade na conta do pecador que se arrepende, mas lhe perdoa quando ele se confessa (ver Sl 32.3-5; Ez 18.23, 27, 28, 32; 33.14-16). Bíblia de Estudo NVI Vida.

7 perdoadas. Justificação é perdão, e vice versa. Andrews Study Bible.

8 a que o Senhor jamais imputará pecado. Isto é, perdoará pecados. Abraão era justo porque fora perdoado. Andrews Study Bible.

9 circuncisos. Judeus. Incircuncisos. Gentios. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Paulo agora aborda uma crítica adicional do seu argumento. Mesmo que ele tivesse demonstrado que a retidão veio pela graça, mediante a fé, no caso de Abraão, ter-se-ia ele esquecido que Abraão foi o pai dos circuncidados (e, portanto, não dos incircuncisos?) O apóstolo provê aqui uma resposta devastadora: Gn 15.6 descreve Abraão antes dele ter sido circuncidado (v. 10). A retidão expressa e selada por ele, por meio da circuncisão, já tinha sido imputada a ele quando ainda não havia sido circuncidado. Abraão serve, pois, de protótipo de todos os crentes, tanto judeus, quanto gentios. Para os judeus, Abraão serve de protótipo porque a sua circuncisão retorna ao momento da sua justificação e, para os gentios, porque ele recebeu a justificação à parte da circuncisão. Bíblia de Genebra.

Portanto, ele [Abraão] é o pai dos crentes gentios (os incircuncisos), porque creu e foi justificado antes de instituído o rito da circuncisão (o sinal dos judeus). Bíblia de Estudo NVI Vida.

10 quando ainda incircunciso. (ARA; BV: “antes que ele se tornasse judeu”).

10-12 Os rituais não garantiram nenhuma recompensa para Abraão; ele foi amplamente abençoado antes da cerimônia da circuncisão ter sido introduzida. Abraão encontrou favor diante de Deus pela fé somente, antes de ser circuncidado. .. Cerimônias e rituais servem como lembrança da nossa fé e elas instruem os novos na fé. Mas eles não nos concedem qualquer mérito junto a Deus. São sinais e selos exteriores que demonstram a crença e confiança internas. O foco de nossa fé deveria estar em Cristo e Sua alções salvadoras, não em nossas próprias ações. Life Application Study Bible.

11 sinal. A circuncisão não tem qualquer sentido à parte da justificação pela fé. Andrews Study Bible.

12 pai dos circuncisos (NVI). Abraão é, também, pai dos crentes judeus. Sua história, portanto, demonstra que, para judeus e gentios igualmente, há um só meio de justificação – o caminho da fé. Bíblia de Estudo NVI Vida.

13 herdeiro do mundo. “Mundo” aqui se refere à criação, assim como em 1.20. Bíblia de Estudo NVI Vida.

14 se os da lei é que são os herdeiros, anula-se a fé. Deus nunca teve a intenção de fazer de Israel Sua herança através da lei. Seu propósito, desde o início, era cumprir Sua promessa a Abraão através de Cristo (Gl 3.17-18). Andrews Study Bible.

os que vivem pela Lei (NVI). Os que reivindicam direito à herança como base no cumprimento da lei. Bíblia de Estudo NVI Vida.

15 a lei suscita a ira; mas onde não há lei, também não há trangressão (ARA; BV: “quando procuramos ganhar a bênção e a salvação de Deus pela guarda de Suas leis, terminamos sempre debaixo de Sua ira, porque falhamos sempre em guardá-las. O único jeito de podermos evitar a quebra de Suas leis é não ter nenhuma delas para quebrar!”).

a Lei produz a ira (NVI). A lei, porque revela o pecado …, produz a ira, e não a promessa. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Um propósito da lei é condenar o pecado e trazer julgamento aos pecadores. Andrews Study Bible.

16 Paulo demonstra que Abraão agradou a Deus mediante a sua fé somente, antes de ouvir falar de dos rituais que se tornariam tão importantes ao povo judeu. Nós também somos salvos por nossa fé somente mais nada mais. Não é por amar a Deus ou fazer o bem que somos salvos; nem é pela fé mais amor ou pela fé mais boas obras. Somos salvos exclusivamente pela fé em Cristo, confiando nele para perdão de todos os nossos pecados. Life Application Study Bible.

17 o Deus que dá vida aos mortos. A referência primordial é ao nascimento de Isaque, quando abraão e Sara já não estavam em idade de ter filhos (v Gn 18.11). De modo secundário, Paulo também alude à ressurreição de Cristo (cf. v 24, 25). Bíblia de Estudo NVI Vida.

Aquele em quem Abraão confiou “vivifica os mortos”. Isso se evidenciou na nova vida que veio do ventre aparentemente morto de Sara (v. 19), na vida devolvida a Isaque, quando ele estava sob a sentença de morte (Gn 22) e, finalmente, na vida restaurada na ressurreição de Cristo. (4.24-25). Bíblia de Genebra.

chama à existência as coisas que não existem (ARA; BV: “fala de acontecimentos futuros com tanta convicção como se eles já pertencessem ao passado”). Deus tem a capacidade de criar do nada, como demonstrou no nascimento de Isaque. Bíblia de Estudo NVI Vida.

18 esperando contra a esperança (ARA; BV: “embora essa promessa fosse impossível de cumprir-se!”). Apesar da desesperança. Andrews Study Bible.

19 o ventre de Sara já estava sem vitalidade. Sara … já ultrapassara, em muito, a idade de ter filhos. Bíblia de Estudo NVI Vida.

20 deu glória a Deus (NVI). Porque Abraão tinha fé em que Deus cumpriria as Suas promessas. Enquanto as obras são a tentativa humana de revindicar direitos sobre Deus, a fé dá glória ao Seu nome. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Popularmente, é comum dizer que “quando a esmola é demais, o santo desconfia”, ou “que isso é bom demais para ser verdade”. Certamente tais pensamentos expressam um conselho sábio quando o assunto é a humanidade pecadora. No entanto, quando o assunto é Deus e as Suas promessas de perdão dos pecados, de paz através da fé em Jesus, e de um “novo céu e nova terra”, não precisamos desconfiar. Elas vêm de um Criador totalmente confiável. Não pode haver insulto maior a Deus do que desconfiar das suas promessas. Bíblia Evangelismo em Ação Vida.

22 isso lhe foi imputado por justiça (ARA; BV: “foi por causa da fé que Abraão revelou que Deus perdoou seus pecados e o declarou ‘sem culpa’). A circuncisão de Abraão em 15:6 foi uma reconfirmação da fé que ele tinha em 15:5-6 . A circuncisão de Abraão foi uma expressão de sua convicção que Deus é capaz de dar a ele um filho através da estéril Sara. Andrews Study Bible.

23-25 A fé cristã na ressurreição de Cristo é a fé em Deus como Criador que é capaz de ressuscitar o morto. Andrews Study Bible.

23 nãoapenas para ele. A experiência de Abraão não era particular nem individual, mas tinha amplas implicações. Se a justificação pela fé era real para ele, é uma verdade universal. Bíblia de Estudo NVI Vida.

25 Ele foi entregue à morte por nossos pecados e ressuscitado para nossa justificação (NVI). Essas palavras, que refletem a tradução da Septuaginta (e em grego) de Is 53.12, são provavelmente uma citação de uma fórmula confessional cristã. Bíblia de Estudo NVI Vida.

A morte e ressurreição de Cristo são dois aspectos de uma única obra salvífica. Na primeira parte, Cristo levou sobre Si a pena legal pela nossa culpa. Na segunda parte, a ressurreição de Cristo confirmou que a Sua morte foi uma oferta suficiente e eficaz pelo pecado, tendo agradado ao Juiz Supremo. Bíblia de Genebra.

Quando cremos, estabelece-se uma troca. Nós damos a Cristo nossos pecados e Ele nos dá a Sua justiça e perdão (ver 2Co 5:21). Não existe nada que possamos fazer para merecer isto. Somente através de Cristo podemos receber a justiça de Deus. Que troca incrível isto é para nós! Porém, tristemente, muitos ainda escolhem abrir mão deste presente para continuas “apreciando” seus pecados. Life Application Study Bible.

 

BV: Bíblia Viva (A Bíblia Viva é uma paráfrase, uma tradução livre).




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