Reavivados por Sua Palavra


Tito 1 by Jeferson Quimelli
21 de maio de 2015, 1:00
Filed under: Cartas de Paulo, integridade, Vida Cristã | Tags: ,

Comentário devocional:

Paulo escreve esta pequena carta para Tito, seu irmão e colega de trabalho em Cristo, com um objetivo claro em mente: incentivar, instruir e exortar seu jovem parceiro na grande causa de Cristo.

Paulo começa e termina este capítulo com o tema comum da integridade espiritual. No verso 1 ele nos lembra que a verdade deve estar casada com a piedade na vida do seguidor de Cristo. Uma vida que abraça a verdade e se manifesta em uma vida piedosa é aquela que é vivida na esperança e certeza da vida eterna (v. 2). Uma vida vivida nesses termos é cheia de graça, misericórdia e paz (v. 4). Discípulos de  Cristo de espírito ambíguo carecem de integridade espiritual. Afirmam que conhecem e amam a Deus, mas sua vida e obra contam uma história diferente. Ao invés de obedecer e seguir a Deus por amor, eles vivem uma vida desobediente, que, como diz Paulo, os desqualifica para toda boa obra (v. 16).

No meio dessas exortações para a integridade espiritual, Paulo descreve as qualidades que os líderes da igreja devem demonstrar – principalmente uma vida em harmonia com os princípios do Céu (vs. 5-15).

Será que a sua profissão de lealdade a Cristo se harmoniza com o modo como você vive no dia a dia? Será que o nosso discurso se harmoniza com a nossa prática?

Que o seu dia seja repleto de paz ao você voluntariamente entregar tudo a Cristo, o amado de sua alma.

Bob Folkenberg Jr.
Missão chinesa


Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/tit/1/
Traduzido por JAQ/JDS/IB
Texto bíblico: Tito 1
Comentário em áudio 



Romanos 13 – Comentários selecionados by Jeferson Quimelli
11 de março de 2015, 0:00
Filed under: adoração, bens materiais, caráter de Deus, integridade, Justiça, lealdade, lei, virtude | Tags: , ,

1 Por Ele instituídas. Paulo não sugere nestes versículos que Deus sempre aprova a conduta dos governos civis nem indica que é dever do cristão sempre se submeter a eles. As vezes, as exigências do governo podem ser contrárias à lei de Deus e, sob essas circunstâncias, o cristão deve antes “obedecer a Deus do que aos homens” (At 5:29). O raciocínio de Paulo é que o poder dominante dos governos humanos é confiado por Deus aos homens, de acordo com Seus propósitos para o bem-estar da humanidade. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 689.

3 Queres tu[…]? O cristão que não quer temer o governo civil deve praticar o que é certo e, por isso, será elogiado por sua boa conduta. CBASD, vol. 6, p. 690.

5 Temor da punição. Visto que as autoridades civis existem por determinação divina, o cristão deve obedecer, não só porque quer evitar a punição, mas porque é certo obedecer. A única exceção é quando a lei do Estado conflita com a lei de Deus. CBASD, vol. 6, p. 690.

6 Pagais tributo. O contexto sugere que este não é um mandamento, mas uma declaração de fato. Evidentemente, os primeiros cristãos consideravam questão de princípio pagar impostos, talvez em obediência ao ensinamento de Cristo. Apoiando, assim, o governo civil com seus tributos, os cristãos estavam reconhecendo que deviam obediência ao Estado, como ordenado por Deus. CBASD, vol. 6, p. 690.

A ninguém fiqueis devendo. O cristão deve pagar tudo o que deve, mas há uma dívida que não pode quitar plenamente: o amor para com os semelhantes. CBASD, vol. 6, p. 691.

11 Digo isto. A expressão lembra a injunção anterior de nada dever além do amor, que é o resumo dos deveres cristãos. Como um motivo urgente para o cumprimento de seus deveres, Paulo apela para o que sempre foi um dos incentivos mais fortes para a vida cristã: a crença na proximidade da segunda vinda de Cristo. CBASD, vol. 6, p. 692.

Sono. O preparo necessário para o grande dia de Deus exige dos cristãos vigilância. Na parábola das dez virgens, as moças “foram todas tomadas de sono e adormeceram”. CBASD, vol. 6, p. 692. 

Salvação está […] mais perto. Por “salvação”, Paulo se refere à vinda de Cristo em poder e glória, e tudo o que ele já havia descrito como a ocorrer nesse evento: “a revelação dos filhos de Deus”, “a redenção do nosso corpo” e a libertação da natureza “do cativeiro da corrupção, para a liberdade da gloria dos filhos de Deus”. CBASD, vol. 6, p. 692.  

12 Noite. Tendo comparado a atual condição espiritual de seus leitores ao “sono”, Paulo continua a figura, contrastando a vida presente com a que está por vir, como a noite com o dia. CBASD, vol. 6, p. 693.

Obras das trevas. Representadas aqui como a roupa que deve ser retirada. Em seu lugar, o cristão deve vestir a armadura da verdade e da justiça, para estar pronto para a luz do dia de Cristo, que está raiando. CBASD, vol. 6, p. 693.

13 Dissoluções. Do gr. aselgeiai, “sensualidade”, “libertinagem”, “indecência”. Os pecados dessa lista prevaleciam entre os pagãos no tempo de Paulo, e não estavam limitados a eles. CBASD, vol. 6, p. 693.

14 Revesti-vos.O cristão é exortado a se vestir “das armas da luz”. Então, Paulo representa o próprio Cristo como sendo a armadura do cristão. A vida com a qual ele estava vestido devia ser continuamente renovada na experiência de crescimento diário em santidade. CBASD, vol. 6, p. 693.

A carne. Ou seja, a natureza depravada. Devem ser buscadas provisões para as necessidades do corpo, mas o cristão não deve condescender com a satisfação de emoções e desejos profanos. A vida de luxo e autossatisfação estimula os impulsos carnais que o cristão deve mortificar. Portanto, Paulo adverte os crentes a não alimentar os pensamentos com essas coisas. CBASD, vol. 6, p. 693.

Compilação: Tatiana W



Atos 6 by Jeferson Quimelli

Comentário devocional:

A igreja em Jerusalém continuava crescendo. Surpreendentemente os apóstolos haviam passado pela prisão e visto as portas da prisão milagrosamente abertas (Atos 5). E continuaram a ensinar e pregar com ousadia. Mas agora um atrito começou a surgir entre os gregos e hebreus, quando os gregos viram que suas viúvas estavam sendo negligenciadas. O que os apóstolos fazem, então? Sabiamente, eles reconhecem que não podiam fazer tudo e então eles começam o processo de delegação. Eles selecionam sete diáconos para cuidar das necessidades físicas da igreja. Mas estes diáconos não podem ser qualquer tipo de homens. Eles precisam ser homens sinceros, cheios do Espírito Santo e de sabedoria. Aqui é onde nos encontramos Estêvão pela primeira vez.

Estêvão é um homem de fé e cheio do Espírito Santo. Como resultado, muitos milagres acompanham sua vida e ministério. Na verdade, quando ele fala, a Bíblia nos diz que seus adversários não podem resistir à sabedoria e ao espírito que acompanham suas palavras. E, como resultado, ele também foi logo levado perante o Sinédrio. No entanto, apesar de suas táticas do mal e palavras caluniosas de falsas testemunhas, Estêvão se mantém firme. “Olhando para ele, todos os que estavam sentados no Sinédrio viram que o seu rosto parecia o rosto de um anjo.” (v. 15 NVI). Que testemunho!

No livro Educação lemos: “A maior necessidade do mundo é a de homens – homens que se não comprem nem se vendam; homens que no íntimo da alma sejam verdadeiros e honestos; homens que não temam chamar o pecado pelo seu nome exato; homens, cuja consciência seja tão fiel ao dever como a bússola o é ao polo; homens que permaneçam firmes pelo que é reto, ainda que caiam os céus”(p. 57). Estêvão era um homem assim.

Deus está nos chamando, homens e mulheres, para o mesmo alto padrão de vida. Enquanto o mundo pode estar se desmoronando em torno de nós, que o Senhor nos ajude a sermos fiéis e firmes por Ele.

Ele está chegando! Que possamos estar prontos!

Melody (Melodious Eco) Mason
Líder do Ministério de Oração ARME

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/act/6/
Traduzido por JAQ/JDS
Texto bíblico: Atos 6 
Comentário em áudio 



Miqueias 3 by Jeferson Quimelli
29 de setembro de 2014, 0:00
Filed under: correção, influência, integridade, restauração, verdade | Tags: , ,

Comentário devocional:

Existe nos Estados Unidos uma proteção legal para os funcionários públicos que descobrem e denunciam uma atividade ilegal no órgão em que trabalham. É chamada de “Lei de Proteção ao Denunciante de 1989”. Funcionários e candidatos a funcionários não podem ser discriminados por revelar uma atividade ilegal. A finalidade dessa proteção é evitar retaliação por parte daqueles em posição de autoridade contra o denunciante que relatou a má conduta.

Miquéias não tinha uma lei assim a lhe proteger dos líderes e outros profetas de Israel, porém não teve medo de fazer o que devia fazer: denunciar as injustiças. Neste capítulo, ele tem algumas mensagens muito diretas para as pessoas no poder: “Escutem, líderes e autoridades de Israel! Vocês deviam praticar a justiça e, no entanto, odeiam o bem e amam o mal.”(Miquéias 3:1-2, NTLH).

Em Atos dos Apóstolos, lemos: “Solenes são as responsabilidades impendentes sobre os que são chamados a agir como dirigentes na igreja de Deus na Terra.” (p. 92). É simples: líderes sempre terão outras pessoas olhando para eles, e por causa de sua influência expandida, eles têm mais responsabilidade de viver como exemplos cristãos em todos os aspectos da vida. 

Em certo sentido, todos somos líderes, porque a liderança é influência e todos nós influenciamos a outros. Representamos mal ao Salvador a quem servimos quando não exibimos virtudes cristãs em nossas vidas – usando uma linguagem que humilha as pessoas, perdendo a calma ou não praticando a humildade. 

Que, pela graça de Deus, possamos ser justos em todos os nossos procedimentos. E que nossa vida de pureza possa repreender o erro e inspirar outros a serem semelhantes ao nosso Salvador.
Gordon Bietz
Presidente Southern Adventist University

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/mic/3/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Miqueias 3 

Comentário em áudio  



Miquéias 1 by Jeferson Quimelli
27 de setembro de 2014, 0:00
Filed under: arrependimento, integridade, pecado | Tags: ,

Comentário devocional:

Uma vez eu vi um adesivo em um carro que dizia: “Só para constar: Deus está anotando tudo.” O fato de haver um registro de nossas vidas deixa você nervoso? Você gostaria de ver uma lista publicada de todos os sites da internet que você já visitou, uma compilação de todos os pensamentos que você teve, ou a gravação de todas as palavras que você já falou?

Nesta época de “politicamente correto”, é altamente indesejável ser rotulado como alguém que julga os outros. Muitas pessoas na sociedade de hoje parecem ter adotado uma atitude: “Viva e deixe viver”, e nunca julgar o comportamento de outra pessoa, porque “isso não é da sua conta!”

O título de um livro faz a pergunta importante; “O que aconteceu com o pecado?” (Karl Menninger, Hawthorn Books, 1973). Boa pergunta! Já ouvi falar de pastores que lutaram com situações em que membros da igreja estavam praticando abertamente o pecado sem nenhum intenção de mudança ou arrependimento, mas a liderança da igreja não queria sequer considerar em removê-los da qualidade de membros. A atitude generalizada era: “Eu não sou o guarda do meu irmão e o que eles fazem não é da minha conta.” A opinião geral parece ser que, enquanto não causar mal a ninguém, não faça nada a respeito.

No entanto, existem situações em que o pecado deve ser chamado pelo nome, não é mesmo? Como Ellen White diz: ” A maior necessidade do mundo é a de homens — homens que se não comprem nem se vendam; homens que no íntimo da alma sejam verdadeiros e honestos; homens que não temam chamar o pecado pelo seu nome exato; homens, cuja consciência seja tão fiel ao dever como a bússola o é ao pólo; homens que permaneçam firmes pelo que é reto, ainda que caiam os céus.” Educação, p. 57 (1903).

Falar com aqueles que estão desonrando o nome de Deus é a coisa certa para os líderes fazerem. O aviso de Miquéias a respeito do julgamento pode não tê-lo feito muito popular, mas o juízo final é uma mensagem clara da Bíblia e precisamos viver nossas vidas com o pensamento de que um dia teremos que prestar contas de todos os nossos atos e intenções.

Gordon Bietz
Presidente da Southern Adventist University

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/mic/1/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Miqueias 1

Comentário em áudio 



Oséias 8 by Jeferson Quimelli
3 de setembro de 2014, 0:00
Filed under: adoração, consequências, desobediência, integridade

Comentário devocional:

Oséias 8:1-3 descreve o pecado de Israel, ao norte, e a iminência da invasão estrangeira. Isto aconteceria porque eles romperam sua aliança com Deus e agiram contra os Seus ensinamentos (8:1). Eles diziam: “Nosso Deus! Nós, Israel, Te conhecemos!” (8:2 ARA), mas aos olhos de Deus eles haviam rejeitado o bem. Portanto, Deus não iria mais protegê-los da invasão dos seus inimigos (8:3).
 
Houveram ainda alguns bons reis ao sul, no reino de Judá, mas ao norte não houve nenhum bom rei no reino de Israel, que andasse com Deus. Em vez disso, “fizeram ídolos … para a sua própria destruição” (8:4 NVI). Todos os reis de Israel apoiaram a adoração do bezerro de ouro em locais como Betel e Dã (8:4). E também fizeram uma imagem de bezerro na capital Samaria (8:5, 6), em flagrante afronta à proibição à adoração de ídolos, escrita destacadamente por Deus em Sua Lei.
 
Eles semearam o vento da descrença e colheriam a tempestade de destruição. O trabalho sem a bênção de Deus resultaria no fracasso das colheitas e o pouco resultado obtido seria devorado por estrangeiros (8:7), para quem o desobediente Israel não teria qualquer valor (8:8). 
 
Como um jumento selvagem incontrolável e que faz o que quer, eles tentaram por conta própria garantir a sua segurança contra a Assíria (8:9). Mesmo que pudessem garantir aliança com nações mais fortes, sua segurança não duraria por muito tempo. Israel sofreria muito sob a mão pesada da Assíria e os tributos anuais que ela imporia (8:10).
 
Israel erigiu muitos altares para Deus em vários lugares, mas isso era um grave pecado, pois Ele autorizara um só altar para ofertas de sacrifício, em Jerusalém (8:11). Deus proporcionara muitas instruções escritas para guiá-los, mas os ensinamentos de Deus eram estranhos para eles (8:12).
 
Eles apreciavam suas ofertas de sacrifício porque amavam satisfazer nessas festas o seu apetite, comendo toda a carne que podiam. Deus desejava arrependimento e obediência a Seus ensinamentos, em vez de abundância de sacrifícios (8:13). 
 
Os reis de Israel se esqueceram do seu Criador e construíram muitos palácios e templos para si. Judá esqueceu a proteção de Deus e multiplicou suas cidades fortificadas (8:14).
 
Por que Israel e Judá falharam em reconhecer a Deus como seu Criador e Sustentador? 
E nós, nos lembramos de Deus como nosso Criador, Salvador e Redentor todos os dias? 
 
Reconheçamos que Deus é quem nos sustenta e abençoa. Que nossas escolhas e ações se harmonizem com nossa profissão de fé. 
 
Yoshitaka Kobayashi
Japão.
 
 
 
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/hos/8/
 
Traduzido por JAQ/JDS
 
Texto bíblico: Oseias 8 
 
Comentário em áudio 


Ezequiel 14 by Jeferson Quimelli
11 de julho de 2014, 0:00
Filed under: arrependimento, idolatria, integridade, relacionamento | Tags:

Comentário devocional:

Este capítulo lida com dois aspectos importantes da vida espiritual: o ouvir a palavra de Deus e a oração. A mensagem neste capítulo é dirigida aos anciãos e à nação de Israel, que tentavam usar desses dois caminhos para agradar a Deus. Mas tanto os anciãos quanto a nação de Israel estavam longe da experiência de comunicarem-se com Ele através da Sua Palavra e da oração. 

Os anciãos vêm a Ezequiel com o aparente propósito de ouvir a palavra do Senhor, mas seus corações estavam cheios de ídolos. A idolatria impede as pessoas de escutarem a Deus. A manifestação externa do desejo de ouvi-Lo não é suficiente – só estaremos prontos para receber a palavra de Deus depois que o coração estiver limpo de qualquer pecado conhecido. Deus apresenta o remédio para essa condição: arrepender-se e abandonar o pecado (v. 6).  A garantia de Deus é que, se Israel se arrepender e voltar-se para Ele, passará a ser novamente o Seu povo e Ele o seu Deus (v. 11). 

Deus adverte os falsos profetas de que receberão severa punição por conduzirem seu povo para longe dEle. Por causa de seus pecados, a nação de Israel trouxe punição e desolação sobre si mesma. Contudo, eles pensavam que as orações de alguns profetas justos poderiam ajudar a evitar o castigo de Deus. Em vez de abandonar o seu pecado e arrepender-se, Israel tentou encontrar a sua própria maneira de se reconciliar com Deus. 

No entanto, ninguém pode se livrar da punição pelos seus pecados pela justiça de outra pessoa – cada um precisa se arrepender individualmente dos seus pecados. Somente então Deus poderá ouvir as orações e abençoar aqueles que o buscam. E o arrependimento verdadeiro é aquele que envolve uma mudança interior e um completo abandono do pecado.

Que possamos ser testemunhas vivas do cuidado e fidelidade de Deus ao demonstrarmos em nossas vidas o genuíno fruto do verdadeiro arrependimento, nascido de uma verdadeira entrega e submissão a Deus.

Roy Jemison Injety
Spicer College, Índia

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/eze/14/

Traduzido por JDS/JAQ

Texto bíblico: Ezequiel 14 

Comentário em áudio 



Jeremias 35 by Jeferson Quimelli
5 de junho de 2014, 0:00
Filed under: fidelidade, integridade | Tags: ,

Contexto histórico:

“Nos capítulos 35-36 regressamos ao reinado de Jeoaquim. Cronologicamente, seguem-se ao capítulo 26.” Bíblia Shedd

 

Comentário devocional:

O Senhor elogiou os recabitas e os utilizou como exemplo por manterem as promessas feitas aos seus antepassados. Estas pessoas de palavra me lembram outro personagem da Bíblia cuja vida de integridade sempre me inspirou.

José prometeu servir lealmente a Potifar, porém, acima disso, ele prometeu ser fiel e leal a Deus. Quando foi tentado a quebrar sua promessa, José respondeu: “Como poderia eu … cometer algo tão perverso e pecar contra Deus?” (Gn 39:9 NVI). O Senhor abençoou a José por causa de sua fidelidade. Um estudo cuidadoso da história de José confirma que Potifar também confiava nele. Se Potifar tivesse realmente acreditado nas acusações maliciosas de sua esposa, José certamente teria sido executado naquele mesmo dia.

Eu desafio você hoje a ser uma pessoa de palavra. Não faça promessas descuidadamente – faça-as com cuidado e oração. Mas, quando você fizer uma promessa, especialmente a Deus, seja fiel a ela. Em um mundo onde ninguém honra a suas promessas, que a sua vida seja um testemunho de alguém que honra as suas.

“Senhor, obrigado porque Tu és fiel a todas as Tuas promessas. Ajude-me, hoje, com a presença capacitadora do Teu Espírito Santo a sempre cumprir

minhas promessas. Amém”.

Derek J. Morris
EUA

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/jer/35/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Jeremias 35 



Jeremias 23 by Jeferson Quimelli
24 de maio de 2014, 7:00
Filed under: caráter de Deus, fidelidade, integridade, Israel, Justiça, lealdade, Messias, testemunho | Tags: ,

Comentário devocional:

É uma grande responsabilidade ser um líder espiritual; ser pastor é uma responsabilidade ainda maior. 

Posso entender a paixão que leva uma pessoa a ministrar em nome do nosso Deus, pois desde cedo convivi com muitos pastores. Meu pai é um pastor aposentado e tenho cinco tios que também são pastores. Adicione a esta lista de bênçãos: um irmão, um cunhado e um filho, além de muitos amigos pastores e, especialmente, meu pastor atual. 

Nos capítulos anteriores de Jeremias, o foco eram os líderes políticos da nação. Neste capítulo a mensagem é dirigida aos líderes espirituais, pastores e profetas. Deus pronuncia aqui um ai contra os pastores que dispersaram a Seu povo (v. 2).

Algo muito sério e de responsabilidade é representar a Deus perante o povo e pretender falar em Seu nome. É um pecado muito grande diante de Deus perverter Suas palavras, representá-lo mal e profetizar mentiras em Seu nome. Não devemos nunca usar o nome de Deus de maneira inconsequente e descuidada para dar credibilidade a nossos propósitos.

Num período em que os líderes espirituais estavam deixando de repreender o erro e eles mesmos cometendo os mais graves, o Espírito Santo, através de Jeremias, derrama um feixe de luz brilhante em um mundo escuro. Ele profetiza que o próprio Deus irá estabelecer novos pastores que cuidem de seu povo (v. 4) e irrompe em uma bela profecia messiânica! (v. 5-8.)

“Eis que vêm dias, diz o SENHOR, em que levantarei a Davi um Renovo justo; e, rei que é, reinará, e agirá sabiamente, e executará o juízo e a justiça na terra. Nos seus dias, Judá será salvo, e Israel habitará seguro; será este o seu nome, com que será chamado: SENHOR, Justiça Nossa” (Jr 23:5-6, ARA). Eles precisavam desesperadamente da justiça de Deus assim como nós também precisamos.

Há um ditado que diz: “Como são os líderes assim é o povo”. Ou seja, o povo segue as ações de seus líderes. E não serão melhores do que eles. É de se admirar, então, que o mal ataque vigorosamente nossos pastores e líderes? Temos o privilégio de interceder por eles em oração, principalmente nestes tempos urgentes.

Uma prática que tem se demonstrado particularmente eficaz na neutralização da Palavra de Deus é a imoralidade. Mesmo que sejamos dedicados ao Senhor, ainda assim somos vulneráveis a tais tentações. Nos tempos de Jeremias, os falsos profetas e sacerdotes estavam levando o povo a decadência espiritual pela omissão da repreensão e por seus próprios atos. Jeremias chama esta situação de “uma coisa horrível” e compara o povo de Jerusalém ao povo de Sodoma (v. 14). Isso vale também para o nosso tempo.

Este capítulo trata acima de tudo acerca da deturpação da vontade de Deus. Dizer que Deus não gosta desta situação é um eufemismo. Foi com tremor que, como pastor, li: “Por isso me esquecerei de vocês e os lançarei fora da minha presença, juntamente com a cidade que dei a vocês e aos seus antepassados” (v. 39).

Jeremias lamenta profundamente a situação. Ele diz que seu “coração está quebrantado” por causa do uso indevido de “santas palavras” de Deus (v. 9). O profeta entende as graves implicações. 

Fiquei impressionado com o conceito de que a Palavra de Deus poder ser “furtada” (v. 30). Pensei nas várias formas em podemos fazer isto, mas uma se destaca: os caminhos de um hipócrita – os que dizem uma coisa e fazem outra. Jesus alertou seus discípulos a respeito, porque os escribas e fariseus diziam uma coisa, mas suas ações não estavam em harmonia com o que diziam (ver Mateus 23:2-3).

Será que somos uma pessoa na igreja e outra na vida cotidiana? São os nossos pensamentos sujeitos à Santa Palavra de Deus? Deus está ansioso para que seu povo se desfaça da condição de Laodicéia, em que as pessoas permanecem com um pé na igreja e outro no mundo.

“Senhor, motiva-nos, constranja-nos e dá-nos a força para, como líderes espirituais, sermos fiéis à Sua Palavra em nossos corações e em nossas práticas diárias. Que assim, inspiremos outros a também Te servir, em espírito e em verdade, como Teus verdadeiros filhos e filhas. Amém.”

Dan Houghton
Centro de Pesquisa Hart
Califórnia, EUA

 

https://www.facebook.com/ReavivadosPorSuaPalavra

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/jer/23/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Jeremias 23 



Jeremias 20 by Jeferson Quimelli
21 de maio de 2014, 0:00
Filed under: fidelidade, integridade, testemunho | Tags:

Comentário devocional:

Você pensa que ser profeta é fácil? A Palavra de Deus que o profeta deve transmitir é poderosa e atinge o coração impenitente das pessoas. Quando não acatada provoca reações violentas contra quem as proferiu. Com Jeremias não foi diferente – ele pagou um preço por sua obediência à orientação de Deus. 

Esta passagem mostra o principal administrador do Templo, Pasur, reagindo com violência contra o profeta quando ouve a mensagem de julgamento. Em vez de acatar a mensagem, ele dá um soco em Jeremias! Então, o prende no tronco, instrumento de dor e vergonha (Jer 20:1,2).

A ira do povo pecador sempre se focalizou nos profetas que os advertiam como porta-vozes de Deus. Entretanto, a Palavra de Deus registra a história de fidelidade de homens e mulheres escolhidos que atenderam o chamado, mesmo sob perigo de perseguição e até de morte. 

A voz de Deus não pode ser silenciada, mesmo quando os pecadores se recusam a ouvir as Suas palavras. A verdade é mais forte do que o mal e triunfará a despeito de toda a oposição. 

Jeremias, na fraqueza de sua humanidade não desejava proferir aquelas palavras de condenação sobre o povo porque sabia que elas suscitariam o ódio de seus contemporâneos. No entanto a Palavra de Deus ardia dentro dele e ele não se calou. 

Apesar de chegar a se sentir tão mal a ponto de amaldiçoar o dia em que nasceu, ele permaneceu fiel. De igual modo, devemos também ser fiéis à tarefa a nós confiada por Deus.

Eu oro para que nos próximos dias, assim como hoje, aqueles que participam do plano “Reavivados por Sua Palavra” demonstrem lealdade absoluta e fidelidade ao nosso Deus, mesmo nas mais difíceis circunstâncias.

“Ó Deus, através do poder prometido do Seu Espírito Santo, aumenta a minha fé para que, apesar das dificuldades, eu possa sempre honrar e glorificar Seu santo nome. Amém”.

Dan Houghton

Centro de Pesquisa Hart – http://www.hartresearch.org/

Califórnia, EUA

 

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Jeremias 20 




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