Reavivados por Sua Palavra


II Tessalonicenses 2 by jquimelli
9 de maio de 2015, 1:00
Filed under: Tempo do Fim, verdade | Tags: , , ,

Comentário devocional:

Não importa quão cuidadosamente um pastor possa cuidar de uma igreja, existem várias maneiras de ideias falsas criarem raiz. Às vezes é mais fácil para os membros aceitarem uma teoria ou especulação do que examinar cuidadosamente as Escrituras por si mesmos. Às vezes, as novas ideias podem até ser bíblicas, mas são disseminadas sem equilíbrio com os demais ensinamentos das Escrituras. Este parece ter sido o problema em Tessalônica.

Neste texto a meta de Paulo não é expor detalhadamente a sua visão sobre os acontecimentos do tempo do fim (v. 5). Seu objetivo é pastoral – acalmar e persuadir os crentes a terem mais paciência com relação aos eventos finais.

Combinando os versos 3 a 7, podemos ver que Paulo está descrevendo três fases da história desde os seus dias até o fim. Nos dias de Paulo temos um momento de mistério e repressão (vs. 6-7). Depois ocorre a revelação do homem do pecado (vs. 3 e 4), o iníquo (v. 8). E a fase final é a segunda vinda de Jesus, a qual é mencionada nos versos 1 e 8.

O homem do pecado foi introduzido nos versos 3-4. O poder na história que melhor se adapta a todas as especificações dessas profecias é o papado medieval. Mas II Tessalonicenses 2:8-10  abre a cortina para revelar um anticristo ainda maior por detrás do visível, aquele que agiu sobre todas as nações ao longo da história. O próprio Satanás é o autor e consumador dos enganos do tempo do fim.

O que realmente importa ao nos aproximarmos do fim, não é sabermos calcular exatamente quando e como estes enganos acontecerão, mas se temos recebido e compartilhado o amor à verdade. O confronto pode ser mundial, mas a escolha ainda é pessoal para você e para mim.

Jon Paulien

Universidade Loma Linda Estados Unidos

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/2th/2/

Traduzido por JAQ/JDS/IB

Texto Bíblico: II Tessalonicenses 2 

Comentários em áudio 



Lucas 21 by jquimelli
5 de janeiro de 2015, 1:00
Filed under: acontecimentos finais, Israel, Tempo do Fim | Tags: , , ,

Comentário devocional:

Jesus nos ama! Ele nos diz a verdade porque nos ama, mas não revela mais do que podemos suportar. E aquilo que revela, Ele mistura com misericórdia (Jo 16:12). Em Lucas 21, em resposta à indagação de Seus discípulos quanto às tribulações futuras, Jesus combina três momentos de dificuldade: a destruição de Jerusalém, a Idade das Trevas e os problemas a serem enfrentados logo antes de Seu retorno. A lista é longa e preocupante.

Falando do problema à frente, foi escrito: “Dá-se muitas vezes o caso de se supor maior a angústia do que em realidade o é; não se dá isso, porém, com relação à crise diante de nós. A mais vívida descrição não pode atingir a grandeza daquela prova.”( GC 628, cap 39).

Mas Jesus não nos deixa a olhar, com corações tremendo, aos horrores que em breve nos rodearão. Não! Ele sinceramente procura dirigir nosso olhar dos problemas terrenos para Sua face de amor. Ele diz simplesmente: “Olhe para cima!” (cf v 28). “Voltem-se para mim e sejam salvos, todos vocês, confins da terra” (Is 45:22 NVI). Jesus Se dirige a todas as culturas e atende às necessidades de cada coração.

Nosso Salvador sabe que “necessitaremos de uma experiência que agora não possuímos, e que muitos são demasiado indolentes para obter.” (GC 628). Assim, com compaixão, Ele nos diz claramente que não devemos, em qualquer tempo, sobrecarregar nossos corações com os prazeres, cuidados e responsabilidades da vida, de forma que eles recebam toda a nossa atenção (cf v 34).

Jesus diz: “Estejam sempre atentos e orem para que vocês possam escapar de tudo o que está para acontecer, e estar em pé diante do Filho do Homem” (v 36 NVI).

“Querido Senhor, ajude-nos a manter nossos olhos em Ti, em vigilância e oração. Dê-nos a sua força e graça para podermos estar diante de Ti quando vieres, e que isso possa acontecer logo. Amém.”

Lynn Carpenter
Enfermeira Missionária aposentada

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/luk/21/
Traduzido por JAQ/GASQ
Texto bíblico: Lucas 21 
Comentário em áudio 



Lucas 21 – Comentários selecionados by jquimelli

1 gazofilácio. No pátio das mulheres havia 13 caixas – em forma de trombeta – para arrecadar ofertas, com dizeres que mostravam em que essas ofertas seriam aplicadas. Bíblia de Genebra.

2 pobre. Uma palavra incomum no original (somente aqui, no Novo Testamento), que significa “muito pobre”. Ela deu todo o seu sustento (v. 4): duas moedas de cobre do mais baixo valor. Bíblia de Genebra. [Nota textual: Gr. lepta, moedas de cobre muito pequenas]. Bíblia de Genebra.

5 como o templo era adornado (NVI). “Tudo que não era revestido de ouro era do branco mais puro” (Josefo, Guerra judaica, 5.5.6). Herodes deu uma videira de ouro como um dos enfeites. Cada um de seus cachos tinha a altura de um homem. A plena exuberância do templo, conforme foi melhorado e adornado por Herodes, só veio a ser descoberta recentemente, mediante investigações arqueológicas no monte do templo. Bíblia de Estudo NVI Vida.

8 Sou eu! Eu sou Jesus, o Messias (vindo pela segunda vez). Bíblia de Estudo NVI Vida.

12 Antes, porém, de todas estas coisas. Sinaliza o início de uma nova seção. Aqui Jesus adverte aquilo que os discípulos enfrentariam imediatamente – perseguição, que se tornaria oportunidade para testemunho inspirado pelo Espírito (e.g., At 4:1-10; 26:1-31). Andrews Study Bible.

os entregarão às sinagogas (NVI). As sinagogas eram usadas, não somente para o culto e para o ensino religioso, mas também para a administração comunitária e para confinar quem aguardasse julgamento. Bíblia de Estudo NVI Vida.

12 Antes, porém, de todas estas coisas. Aqui Lucas inclui (v. 12-16) uma parte do discurso profético no Monte das Oliveiras que Mateus não menciona, provavelmente porque Mateus já havia relatado quase a mesma linha de raciocínio, usando palavras bem parecidas, num discurso anterior (ver com. de Mt 10:12-16). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 951.

13 Os problemas para a igreja significam também oportunidades para testemunhar. Bíblia de Genebra.

18 não se perderá um só fio de cabelo. Jesus havia recém advertido que alguns seriam mortos (v. 16); portanto, esta promessa deve olhar para a certeza definitiva da vida eterna com Deus (ver 12:7). Andrews Study Bible.

21 fujam para os montes. Quando um exército cerca uma cidade, o mais natural é buscar proteção dentro dos muros. Mas Jesus manda Seus seguidores buscar a segurança dos montes, porque a cidade estava condenada à destruição. Bíblia de Estudo NVI Vida.

montes. Só poderá ser a Transjordânia, para onde os crentes de Jerusalém fugiram antes da destruição da cidade em 70 d.C. Bíblia Shedd.

os que estiverem nos campos não entrem nela [em Jerusalém]. …moradores das áreas rurais, que vivem em pequenas cidades e vilas. CBASD, vol 5. p. 951.

22 estes dias são de vingança, para se cumprir tudo o que está escrito. Uma referência às maldições pela desobediência (ver Dt 27:11-26; 28:15-69). CBASD, vol 5. p. 951.

23 ira contra este povo. Ou seja, contra os judeus (ver com. de Mt 23:35; cf 5:29; sobre o plano de Deus para Israel e sua rejeição como nação, ver vol. 4, p. 13-17). CBASD, vol 5. p. 951.

24 serão levados cativos. Em conexão com a aplicação a Daniel acerca da restauração do cativeiro babilônico (ver com. de Dn 9:24, 25), foi acrescentada uma advertência de que a repetição dos erros que ocasionaram o exílio numa segunda destruição de Jerusalém e do templo (ver com. de Dn 9:26, 27). É a esta segunda destruição e à dispersão dos judeus que Cristo se refere aqui (ver com. de Mt 24:15-290; cf Lc 21:20). CBASD, vol 5. p. 952.

tempos dos gentios. A aparente autonomia que os judeus desfrutaram sob domínio romano, até 70 d.C., não foi restaurada; e, desde aquele ano, Jerusalém sofreu controle gentílico. Por causa da revolta de Bar Cocheba, reprimida em 135 c.C., todos os judeus foram proibidos de entrar na cidade, com ameaça de morte para a desobediência. Desde o ano 70 d.C., o templo não foi mais reconstruído. Romanos, sarracenos, normandos, turcos, cruzados e árabes, dentre outros, estiveram no controle da cidade e da antiga área do templo. Durante a guerra dos “seis dias”, no ano de 1967, Israel assumiu controle de toda a cidade, mas não da antiga área do templo (ver p. 65, 66). CBASD, vol 5. p. 952.

26 haverá homens que desmaiarão de terror. A última parte do versículo diz que o principal motivo para os seres humanos desmaiarem de terror é o abalo dos “poderes dos céus”. A cena aqui retratada recorre durante a sétima praga e sexto selo (PE, 41; GC, 636). “Os ímpios contemplam a cena com horror e espanto” (GC, 636), pedindo às montanhas e rochas que caiam sobre eles (Ap 6:14-17). CBASD, vol 5. p. 952.

28 erguei a vossa cabeça. Os seguidores de Jesus podem olhar estes sinais assustadores (vv 7, 11, 25) com confiança e alegria, sabendo que seu Salvador está voltando para eles. Andrews Study Bible.

redenção. Esta palavra significa livramento mediante o pagamento de um preço. Jesus pagou o preço no Calvário e agora ele olha para o cumprimento final daquilo que o livramento significa. Bíblia de Genebra.

31 está próximo o reino de Deus. Isto é, o reino da glória, em contraste com o reino da graça (ver com. de Mt 4:17; 5:2). CBASD, vol 5. p. 952.

34 orgia. Do gr kraipale, “intoxicação” ou “ressaca”. … Escritores gregos da área médica usavam kraipale para se referir a náusea e letargia que ocorrem após o excesso de bebidas. CBASD, vol 5. p. 952.

preocupações. Isto é, “ansiedade”, “Inquietações”. CBASD, vol 5. p. 952.

36 vigiai. Do gr agrupneo, “ficar sem sono”, literalmente, “manter-se desperto”. CBASD, vol 5. p. 952.

estar em pé na presença do Filho do Homem. Este é o objetivo supremo da vida cristã. CBASD, vol 5. p. 952.



Isaías 13 by jquimelli
9 de março de 2014, 0:00
Filed under: confiança em Deus | Tags: , ,

Comentário devocional:

Isaías recebeu do Senhor uma visão da queda de Babilônia que foi derrubada pelos medos e persas sob Ciro em 538 aC. Esta visão foi dada pelo Senhor, como podemos ver no versículo 19, que diz: ” Babilônia, a jóia dos reinos, … será destruída por Deus, à semelhança de Sodoma e Gomorra” (NVI). Imagens vívidas brilharam diante dos olhos de Isaías e ele percebeu que sua audiência poderia confundir esses eventos com a vinda do Senhor no fim dos tempos. Ele queria tornar distintos estes dois eventos mas ele discorre sobre ambos.

Sabemos do sonho de Nabucodonosor em Daniel 2, que o mundo e seus reinos chegarão ao seu fim quando a Pedra atingir os pés da imagem. Os anjos são os instrumentos de indignação de Deus para destruir a terra (Is 13:5). Isto não se aplica somente à Babilônia ou ao território entre os dois grandes rios [Mesopotâmia], mas, sim, a toda a terra. “Chorem, pois o dia do Senhor está perto; virá como destruição” (v. 6). “Castigarei o mundo por causa da sua maldade” (v. 11) – não apenas os babilônios, mas o mundo inteiro. “Por isso farei o céu tremer, e a terra se moverá do seu lugar … no dia do furor da sua ira.” (v. 13).

Então Isaías pinta em detalhes um quadro da queda de Babilônia (v. 17-22). O Senhor diz a Isaías, cerca de 163 anos antes, que Babilônia seria derrubada pelos medos e os persas. Deus colocou limites aos reinos da terra desde o império Assírio nos dias de Isaías até a Segunda Vinda. A queda de Babilônia seria tão completa que ninguém mais a habitaria, nem mesmo os animais e os pássaros. “O tempo dela está terminando, e os seus dias não serão prolongados. Seu tempo está prestes a vir e os seus dias não se prolongarão” (v. 22).

Querido Deus,
Concede-nos a perspectiva de Isaías para que estejamos sempre seguros da Tua vitória final. Amém. 

Koot van Wyk
Coreia do Sul

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/isa/13/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto original: Isaías 13 




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