Reavivados por Sua Palavra


EZEQUIEL 38 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
29 de janeiro de 2021, 1:10
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TEXTO BÍBLICO EZEQUIEL 38 – Primeiro leia a Bíblia

EZEQUIEL 38 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

EZEQUIEL 38 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

COM. VÍDEO PR ADOLFO SUÁREZ(link externo)

COM. VÍDEO PR EVANDRO FÁVERO (link externo)

COM. VÍDEO PR VALDECI JÚNIOR (link externo)

COM. VÍDEO PR WEVERTON CASTRO E EQUIPE (link externo)

COM. VÍDEO PR RONALDO DE OLIVEIRA (link externo)

COM. VÍDEO PR MICHELSON BORGES (link externo)



EZEQUIEL 38 by Jobson Santos
29 de janeiro de 2021, 0:55
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/ez/38

Quando Deus restaura Seu povo, as forças do mal se levantam contra ele. Nos capítulos 38 e 39, temos a história de uma grande aliança do mal que vem guerrear contra a nação restaurada de Israel. Vemos também como Deus lida com o problema.

O líder dessa aliança contra Israel (contra Deus, na verdade) é chamado de Gogue e ele vem da terra de Magogue. Não sabemos muito sobre a pessoa de Gogue nem da localização de Magogue a não ser que a coalizão de forças encabeçada por ele virá do extremo norte.

A idéia central é clara: antes da restauração final do povo de Deus, uma aliança do mal virá contra ele. Mas Deus não permitirá que eles tenham vitória sobre o Seu povo. Neste conflito, não só o povo de Deus é salvo, mas o próprio Deus é glorificado e conhecido por quem Ele realmente é, mesmo aos olhos de muitas nações (v. 23).

Quando isso acontecer, as pessoas saberão com certeza, como Ezequiel afirma repetidamente, que “Eu sou o Senhor.” Isto é o que Deus quer que todos nós saibamos, que Ele é o Senhor e que realiza tudo o que é necessário para a salvação do Seu povo.

Jon Dybdahl
Universidade de Walla Walla, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1086
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



EZEQUIEL 38 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
29 de janeiro de 2021, 0:50
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1766 palavras

[Nota: Julgamos relevante a seleção dos comentários selecionados de hoje em virtude da complexidade, riqueza, importância e aplicabilidade atual. Por exemplo, muitos aplicam esta profecia ao estado atual de Israel…]

38:1 – 39:29 Estes capítulos formam uma unidade literária e contém uma profecia sobre Gogue, da terra de Magogue. A mensagem principal é clara: no futuro (38:8, 16), Gogue iniciaria, do extremo norte (38:6, 15: 39:2), uma campanha, com seus aliados  (38:2-8), contra Israel. Isso aconteceria depois que os judeus houvessem retornado do cativeiro assírio/babilônico (38:8, 12; 39:23, 25, 27, 28) e estivessem habitando com segurança em sua terra (38:8, 14; 39:26). Então, o juízo divino (38:18-22; 39:2-6, 17-20) destruiria Gogue e sua confederação nos montes de Israel (39:4, 15); dessa forma, Israel (39:7, 22, 28) e todas as nações saberiam que o Senhor é Deus (38:16, 23; 39:6b, 7, 13b, 21, 28) e Sua santidade seria vindicada (38:16b, 23; 39:7, 27). … A profecia sobre o ataque de Gogue ao povo de Deus seria cumprida no futuro (de acordo com a perspectiva do profeta Ezequiel), depois que Israel retornasse do cativeiro babilônico (39:23, 25, 27). “Gogue e Magogue” são inimigos futuros, que só atacariam quando Israel estivesse vivendo com segurança em sua terra, em paz com as nações vizinhas, sem sofrer nenhuma ameaça visível (38:11, 12). Bíblia de Estudo Andrews.

38:4 O primeiro aspecto mencionado como ação de Deus (38:4-16; 39:2) é uma descrição da estratégia maligna de Gogue (38:10). Ele planejou destruir Israel deliberadamente (v. 10-12) e seu orgulho o levou à própria destruição (ver a ênfase na primeira pessoa do singular nos v. 11 e 12). O orgulho e a destruição de Gogue refletem de perto o orgulho e a queda de Lúcifer retratados em Is 14:12-15 (comparar com Ez 28:17-19). Bíblia de Estudo Andrews.

A palavra do SENHOR. O princípio [da diferenciação entre o que é imediato e o que é futuro ou escatológico] pode ser declarado da seguinte forma: As profecias com respeito á glória futura e de Israel e de Jerusalém eram primariamente condicionais e dependiam da manutenção da aliança (ver Jr 18:7-10; PR, 704). Elas teriam um cumprimento literal nos séculos subsequentes se Israel tivesse aceitado totalmente os planos de Deus. O fracasso de Israel tornou impossível o cumprimento dessas profecias em seu propósito original. Contudo, isso não implica necessariamente que essas profecias não tenham um significado original. … Ezequiel 38 e 39 teria se cumprido literalmente depois que os judeus retornaram do exílio, caso eles tivessem atendido às condições apresentadas pelos profetas. Pelo fato de eles as haverem recusado persistentemente, a condição de prosperidade aqui retratada nuca se cumpriu. Consequentemente, não pôde haver o ataque combinado dos pagãos contra um povo que habitasse na prosperidade mencionada. A profecia terá uma aplicação futura? … No NT, há apenas uma referência direta aos símbolos usados nesta profecia: Apocalipse 20:8. Nesta passagem, João diz como esta profecia, que teria se cumprido literalmente em época anterior, terá certo grau de cumprimento na luta final contra Deus empreendida pelas hostes dos ímpios, chamadas de “Gogue e Magogue”. O Espírito de Profecia não faz uma exposição direta deste capítulo. … “Como influenciava as nações pagãs para destruírem Israel, assim, num futuro próximo, ele (Satanás) incitará as maléficas potências terrestres para destruir o povo de Deus” (T9, 231; cf. TM, 465). Este conflito milenar terminará, finalmente, com a destruição de Satanás e suas hostes (denominadas “Gogue e Magogue”, em Ap 20:8), no final do milênio. Por esta época, o conflito terá atingido proporções globais e não poderá mais estar restrito à esfera indicada em Ezequiel 38 e 39, cuja referência é a um conflito militar contra um estado judaico politicamente restaurado (ver T6, 18, 19, 395). CBASD, vol. 4, p. 773, 774.

Gogue. Este é o nome escolhido por Ezequiel para designar o líder das hostes pagãs que atacariam o estado judaico restaurado após o retorno dos exilados (ver v. 14-16). Esforços para identificá-lo com qualquer personagem histórico são infrutíferos. … [No NT,] O termo é usado em conexão com Magogue para simbolizar as nações ímpias, as quais Satanás reúne após o milênio para atacar a Cristo e tentar tomar a Nova Jerusalém (Ap 20:8). … Gogue é muito provavelmente um nome abstrato pelo qual Ezequiel descreve o líder das hostes pagãs que fazem um ataque final a Israel após a restauração deste e numa ocasião em que o povo de Deus está desfrutando a prosperidade prometida sob a condição de obediência. CBASD, vol. 4, p. 775.

Da terra de Magogue. O “Magogue” de Ezequiel era a terra de Gogue, e, como no caso de “Gogue”, seu significado é obscuro. CBASD, vol. 4, p. 775.

Todo o teu exército. A vasta coalizão de povos foi totalmente equipada contra Israel. Seus planos pareciam ter sido cuidadosamente elaborados; os preparativos foram feitos. Do ponto de vista militar, todas as vantagens pareciam estar com os que atacavam. No entanto, se Yahweh estava contra Gogue, Israel não tinha nada a temer.  CBASD, vol. 4, p. 778.

Depois de muitos dias. Não se sabe a extensão de tempo aqui compreendida. CBASD, vol. 4, p. 779.

[Os montes de Israel, que] Sempre [estavam desolados]. Do heb. tamid, “continuamente” (ver com. de Dn 8:11). Os montes de Israel não estiveram sempre desolados, mas, durante o cativeiro, sim. Mesmo após o retorno do exílio, a reabilitação seria um processo gradual, e a restauração plena só viria após a destruição dos inimigos. CBASD, vol. 4, p. 779.

10 Conceberás mau desígnio. Os v. 4 a 16 apresentam Deus como aquele que faz Gogue ir contra a terra de Israel. Aqui é observado que Deus fará isto no sentido de permitir a Gogue executar os desígnios de seu coração perverso. CBASD, vol. 4, p. 779.

11 Aldeias sem muros. Cf. Zc 2:4, 5. Isto levaria Gogue a esperar uma vitória fácil. CBASD, vol. 4, p. 779.

12 No meio da terra. Literalmente, “no umbigo da terra”. … Aqui, a Palestina é representada como se estivesse no centro da Terra, talvez da mesma forma que Jerusalém foi colocada “no meio das nações e terras” (Ez 5:5). CBASD, vol. 4, p. 779.

16 quando eu tiver vindicado a minha santidade em ti. O Senhor está mostrando as obras e o curso de ação de Gogue, deixando claro seu caráter terrível por meio de sua conduta. Assim, a ação de Deus contra esse inimigo é justificada, e o Senhor vindica seu caráter de amor, verdade e justiça. Bíblia de Estudo Andrews.

Na destruição de Gogue, o caráter de Deus seria plenamente vindicado; da mesma forma, na destruição de Satanás e da vasta multidão de ímpios no final do milênio, a sabedoria, justiça e bondade de Deus serão plenamente vindicadas. Dos lábios de todas as criaturas, tanto as leais quanto as rebeldes, serão ouvidas estas palavras: “justos e verdadeiros são os Teus caminhos, ó Rei das nações!” (Ap 15:3; cf GC, 668-671). CBASD, vol. 4, p. 780.

17 De quem Eu disse nos dias antigos. Uma declaração-chave da profecia, afirmando que Deus, por intermédio de Seus profetas, falara a respeito de Gogue no passado. Isto quer dizer que, anteriormente, o Senhor havia se referido ao assunto de forma geral, pois em nenhuma outra passagem do AT existe uma profecia direta mencionando Gogue. O nome Gogue só ocorre mais uma vez (1Cr 5:4), porém numa genealogia, não em profecia. Bíblia de Estudo Andrews.

Vista em seus aspectos mais amplos, a batalha aqui descrita é apenas a culminação da luta milenar entre os poderes do mal e o povo de Deus, e há frequente menção disso em profecias anteriores. A mais antiga vem do jardim do Éden, na maldição pronunciada sobre a serpente. Deus predisse que haveria guerra constante entre a semente da mulher (a igreja) e Satanás. … Naturalmente, qualquer sucesso da parte do povo de Deus encontra a mais violenta oposição do adversário. A narrativa de Gogue, neste capítulo, é uma descrição do tipo de resistência que haveria no período pós-exílico por um Israel restaurado que, finalmente, cumprisse sua missão divina. Uma vez que a profecia era condicional e as condições não foram preenchidas, as predições não se cumpriram para o Israel literal. Contudo, não se pode projetar todos os detalhes para o futuro, esperando que se cumpram, então. Só se pode esperar, com certeza, que tenham uma aplicação futura os aspectos reiterados posteriormente por autores inspirados. CBASD, vol. 4, p. 780.

19 Será fortemente sacudida. Aqui está um aspecto para o qual os escritores do NT chamam a atenção. Eles falam das terríveis convulsões da natureza que precederão a vinda do Filho do homem. Jesus menciona o “bramido do mar e das ondas” e “homens desmaiarão de terror”, não tanto por causa de alguma ameaça militar à segurança, mas porque a natureza parecerá estar fora de seu curso (Lc 21:25, 26; GC, 636). … Nem uma vez, durante a longa história da Terra, exceto em dois eventos bíblicos (ver Js 10:12, 13; 2Rs 20:8-11), o sol deixou de se mover em seu ciclo normal. Todas as leis naturais têm funcionado com consistência regular. Os seres humanos têm confiado na permanência dessas operações, esquecendo-se dAquele em quem “tudo subsiste” (Cl 1:17). Escolheram, em Seu lugar, o ídolo da ciência e, em realidade, “o deus deste século” (2Co 4:4). O fato de que o mundo natural será fortemente sacudido será para eles um terrível despertamento para a tragédia de que o deus que escolheram, “o príncipe da potestade do ar” (Ef 2:2), não tem poder sobre os elementos da natureza. Contudo, ele reivindicava posição e poder de igualdade o Filho de Deus (ver com. de Ez 28:13) e afirmava que, se lhe fosse dada oportunidade, exerceria controle mais equitativo sobre o mundo do que Cristo. Foi-lhe dada a oportunidade para tal demonstração. Agora, em meio a uma Terra cambaleante, todos veem a  falsidade e a arrogância de suas reivindicações e descobrem, demasiado tarde, que o tempo de graça se encerrou para sempre. CBASD, vol. 4, p. 780, 781.

21 A espada de cada um. Isto também encontra paralelo durante o tempo da terrível desilusão, quando as multidões descobrirem que foram iludidas pelos líderes religiosos e, em sua ira, se voltarem contra os mesmos. “As espadas [ou os seus equivalentes modernos] que deveriam matar o povo de Deus são então empregadas para exterminar os seus inimigos. Por toda parte há contenda e morticínio” (GC, 656). De acordo com o relato do AT, houve muitas ocasiões em que Deus trouxe livramento a Seu povo fazendo com que os inimigos lutassem uns contra os outros (ver Jz 7:22; 1Sm 14:20; 2Cr 20:22-24). CBASD, vol. 4, p. 780.

22 Grandes pedras de saraiva. Isto encontra paralelo na sétimas praga, quando pedras de cerca de um talento ampliarão a destruição em andamento (Ap 16:21). O “fogo” pode achar correspondente nos “relâmpagos” de Apocalipse 16:18. Com respeito a estes, é feita a aplicação: “Relâmpagos terríveis estalam dos céus, envolvendo a Terra num lençol de chamas” (GC, 638). CBASD, vol. 4, p. 780.

23 Saberão [Tb em 38:16; 39:6, 7, 22 e 28]. À medida que o conflito se aproxima de seu clímax, os elaborados estratagemas do enganador serão desmascarados, e será revelada a debilidade e falsidade de suas reivindicações. Demônios e homens vão reconhecer que há apenas um que é supremo, e que Seu modo de agir no grande conflito visava a promover o bem eterno de Seu povo e do universo em geral (ver GC, 671). CBASD, vol. 4, p. 780.



EZEQUIEL 38 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
29 de janeiro de 2021, 0:45
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“Naquele dia, quando vier Gogue contra a terra de Israel, diz o Senhor Deus, a Minha indignação será mui grande” (v.18).

Com origem e identidade desconhecidas, Gogue e Magogue aparecem nas profecias como um símbolo de inimigos que viriam contra Israel em sua restauração após o cativeiro. No entanto, “Gogue, da terra de Magogue, príncipe de Rôs” (v.2) foi apresentado como um inimigo antigo que voltaria com o objetivo de assolar o povo de Deus. Considerando a condição pacífica de Israel como uma terra desprotegida, “sem muros” (v.11), era seu “mau desígnio” (v.10) tomar para si a possessão do povo. Acompanhado de “muitos povos”, compondo uma “grande multidão e poderoso exército”, Gogue subiria contra Israel, “como nuvem, para cobrir a terra” (v.16).

O que eles não esperavam é que teriam de se deparar com o invencível Comandante de Israel, que logo deixou claro o Seu direito de posse sobre o povo e sobre a terra: “subirás contra o Meu povo de Israel… contra a Minha terra” (v.16). A grande indignação do Senhor frente a esta ameaça contra os filhos do Seu povo e considerando o mistério sobre a origem desta milícia inimiga, dá a impressão de que, rasgadas as cortinas do tempo, estamos diante de uma profecia apocalíptica. Após o milênio, por pouco tempo “solto da sua prisão” (Ap.20:7), Satanás “sairá a seduzir as nações que há nos quatro cantos da Terra, Gogue e Magogue, a fim de reuni-las para a peleja. O número dessas é como a areia do mar” (Ap.20:8).

O numeroso exército de ímpios que serão ressuscitados para a condenação, sob o comando do príncipe das trevas, tentará invadir a cidade santa que descerá “do Céu, da parte de Deus” (Ap.21:10). Mas, semelhante a descrição de Ezequiel, descerá fogo do céu que os consumirá (Ap.20:9): “fogo e enxofre farei cair sobre ele, sobre as suas tropas e sobre os muitos povos que estiverem com ele” (v.22). Logo o Senhor vindicará a Sua santidade perante todo o Universo, quando todos terão de reconhecer a Sua fidelidade e justiça.

Nos últimos dias” (v.16) Deus tem um povo para chamar de Seu. “Sabendo que pouco tempo lhe resta” (Ap.12:12) e vendo a atuação do Espírito Santo na vida do povo de Deus, Satanás fará de tudo para destruir-lhes a fé. Mas ainda que em meio às terríveis condições de “um tempo de angústia, qual nunca houve” (Dn.12:1), e assediados pela consciência de sua própria condição indigna, por sua perseverança serão salvos. Sobre este tempo, escreveu Ellen White: “O tempo de agonia e angústia que diante de nós está, exigirá uma fé que possa suportar o cansaço, a demora e a fome – fé que não desfaleça ainda que severamente provada. O tempo de graça é concedido a todos, a fim de se prepararem para aquela ocasião. Jacó prevaleceu porque era perseverante e decidido. Sua vitória é uma prova do poder da oração importuna” (O Grande Conflito, p.621).

Precisamos olhar para os eventos finais com os olhos fixos no Autor e Consumador de nossa fé. Olhar para Jesus e nEle buscar refúgio deve ser a razão de nossa vida. Ele prometeu que voltará para nos levar para casa, e isso já deve nos bastar. Não desperdicemos nosso tempo e desgastemos o nosso emocional nos preocupando com o que há de vir. Desde o princípio o Senhor tem revelado à humanidade o Seu plano salvífico e que, se aceitarmos o Seu convite de graça, sairemos com Ele “vencendo para vencer” (Ap.6:2). As profecias nos foram dadas não como uma fonte de medo, mas uma fonte de esperança a jorrar para a vida eterna.

Nós “possuímos tal Sumo Sacerdote, que Se assentou à destra do trono da Majestade nos céus” (Hb.8:1), como nosso Intercessor. Vá até Ele a cada dia. “Ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça” (1Jo.1:9). Olhemos para o cumprimento das profecias não como indicativos de uma iminente destruição, mas como sinais de que logo veremos a linda face do nosso Salvador. E seguindo a ordem do Mestre: Vigiemos e oremos!

Bom dia, Israel de Deus!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Ezequiel38 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



EZEQUIEL 38 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
29 de janeiro de 2021, 0:40
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EZEQUIEL 38 – Os inimigos do povo Deus, por mais ousados e poderosos que sejam, nunca terão a última palavra frente aos planos divinos.

A profecia contra Gogue nos ensina preciosas lições nos dias atuais!
Gogue não é um país ou nação específica na geografia política do mundo. É a representação simbólica de todos os inimigos do povo de Deus em todas as épocas.

“É pura fantasia querer neles descobrir uma referência velada à Rússia ou a outras nações da atualidade. Mesmo que se admita que esta profecia tenha aplicação escatológica (para o fim dos tempos), isto não quer dizer que estes nomes (citados em Ezequiel 38 e 39) se aplicam a nações específicas. Na batalha escatológica descrita em Apocalipse 20:7-10, os termos Gogue e Magogue simplesmente designam todas as nações ímpias empenhadas na última batalha contra o Altíssimo” (Siegfried J. Schwantes).

O sensacionalismo nas profecias chama a atenção dos incautos, atrai multidões e torna popular o seu proclamador. Isso explica por que muitos apreciam pregá-las. Porém, se não estiverem em harmonia com a intenção do Autor do texto sagrado, por trás desse pregador está o espírito do próprio demônio, que querendo exaltar-se intentou o engano como estratégia.

O texto nos informa que Deus…
• …sabe sobre as nações que intentarão atacar Seu povo que retornaria do exílio à Terra Prometida, conhece as estratégias e planos dos pagãos antes mesmos deles decidirem o que farão. Desejando salvá-los, Deus, através de oráculos, confronta aqueles que O estão sempre confrontando (vs. 1-10).
• …conhece o futuro e prevê ações dos exércitos das nações que se Lhe opõem e pretendem atacar Seu fragilizado povo pelas consequências de seus pecados, após ser restaurado pela graça e misericórdia divinas à sua terra. Para proteger Seu povo, Deus intervém nos planos dos pagãos (vs. 11-23).

A teologia deste texto é impressionante. O Grande Conflito é batalha de Deus, não do ser humano. O alvo é o povo, o qual será prêmio daquele que vencer. Satanás luta para conquistar a todos para Si; em contrapartida, Deus entra na batalha para vencer.

• Com Deus, venceremos!

Observe atentamente os versículos 16 e 23. Estude-os! Agora reflita: A redenção tem a ver com o governo de Deus, bem como com a necessidade do pecador! Isso está claro em Gênesis 3:14-15. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



EZEQUIEL 37 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
28 de janeiro de 2021, 1:10
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TEXTO BÍBLICO EZEQUIEL 37 – Primeiro leia a Bíblia

EZEQUIEL 37 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

EZEQUIEL 37 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

COM. VÍDEO PR ADOLFO SUÁREZ(link externo)

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EZEQUIEL 37 by Jeferson Quimelli
28 de janeiro de 2021, 0:55
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/ez/37

Meus ossos ainda conseguem viver? Meu coração ainda consegue encontrar vida?

Provações, tragédias e traumas conseguem sugar até a medula de nossos ossos, deixando-nos devastados pelo desespero e pela desesperança. Nesses momentos, mal conseguimos funcionar. Sair da cama pode ser uma tarefa árdua. Até nossas lágrimas secaram. O desfile de horrores de Satanás nos deixou sem vida, uma pilha de ossos secos.

2020 foi certamente um vale de ossos secos, espalhado com as carcaças de empregos, casamentos e a própria esperança. Muitos se sentem incapazes de enfrentar mais um ano de perdas e limitações infligidas pela pandemia.

No entanto, por meio de Ezequiel, Deus promete uma ressurreição, uma vida nova abundante. Ele está presente nos cantos mais úmidos e escuros de nossa alma e infunde esperança, alegria e paz. Ele reacende emoções sem vida, restaura corações partidos e mentes danificadas.

Amigo, não importa o quanto seu coração esteja ressecado, Deus pode soprar nova vida nele. Não importa o quão desesperador seja o seu destino na vida, Deus prometeu que um dia Ele restaurará tudo o que foi perdido.

Hoje, traga os ossos secos da sua vida para o coração de Deus. Deixe-O soprar vida eterna em sua alma amortecida.

Sopro de Deus, respire sobre mim.
Lori Engel
Capelã, Eugene, Oregon, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1085
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



EZEQUIEL 37 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
28 de janeiro de 2021, 0:50
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824 palavras

Esta visão ilustra a promessa do capítulo 36 – nova vida e uma nação restaurada, tanto física quanto espiritualmente. Os ossos secos são um retrato dos judeus no cativeiro – espalhados e mortos. Os dois pedaços de madeira (37:15-17) representam a reunião da nação inteira de Israel que havia sido dividida nos reinos do norte e do sul, após Salomão. Os exilados espalhados tanto de Israel quanto de Judá seriam libertados das “sepulturas”do cativeiro e um dia seriam reunidos em sua terra natal, com o Messias como seu líder. Esta versão ainda não cumpriu. Ezequiel sentiu que estava falando com os mortos ao pregar aos exilados, porque eles raramente respondiam à sua mensagem. Mas esses ossos responderam! E assim como Deus trouxe vida aos ossos mortos, ele traria vida novamente àqueles que estavam espiritualmente mortos. Life Application Study Bible Kingsway.

1. A mão do Senhor. O cap. 37 consiste de duas partes: a visão dos ossos secos (v. 1-14) e um ato simbólico que prediz a futura união de Israel e Judá (v. 15-28). A visão dos ossos secos devia ilustrar como Israel, que se encontrava espalhado e sem esperança, seria reavivado e restaurado. … O simbolismo, em sua totalidade, pretendia descrever como os eventos teriam se desenrolado, tanto nesse período como posteriormente, caso os judeus tivessem cooperado com Deus e cumprido Seu plano para eles. No entanto, a incredulidade e a desobediência frustraram o propósito divino. Diante disso, é preciso consultar o NT para saber como esses eventos, que teriam se cumprido literalmente no período pós-exílico, se cumprirão na era cristã, com relação ao Israel espiritual. CBASD, vol. 4, p. 770.

2. Sequíssimos. Isso indica que fazia muito tempo que já não tinham vida e enfatiza a impossibilidade de que revivessem. CBASD, vol. 4, p. 771.

4, 5 Os ossos secos representavam a condição de morte espiritual do povo. Sua igreja pode parecer uma pilha de ossos secos para você, espiritualmente morta, sem esperança de vitalidade. Mas assim como Deus prometeu restaurar Sua nação, Ele pode restaurar qualquer igreja, não importa quão seca ou morta ela esteja. Em vez de desistir, ore por renovação, pois Deus pode restaurá-lo à vida. A esperança e oração de cada igreja deve ser que Deus coloque seu Espírito nela (37:14). Na verdade, Deus está trabalhando, chamando seu povo de volta a si, trazendo nova vida às igrejas mortas. Life Application Study Bible Kingsway.

5. Espírito. Do heb. ruach, que representa a energia divina que anima os seres vivos. Quando Deus soprou nas narinas do ser humano o fôlego de vida (Gn 2:7), não proporcionou simplesmente o oxigênio que encheu os pulmões de Adão, mas comunicou vida, de modo que as formas inanimadas se tornaram vivas. CBASD, vol. 4, p. 771.

11. Toda a casa de Israel. A intenção primária era, sem dúvida, ilustrar a restauração da nação, ou da “casa de Israel”, cujas condições na época eram apropriadamente simbolizadas por esses ossos secos. CBASD, vol. 4, p. 771.

12. Abrirei a vossa sepultura. O plano divino original de uma restauração que culminaria na ressurreição não foi alcançado pelo Israel literal. Aquilo que Deus teria efetuado pela nação de Israel será então cumprido por meio do novo Israel. Sendo que as circunstâncias se alteraram, certos aspectos da profecia mudaram. Os escritores do NT informam como essas profecias, que deviam ter-se cumprido antes, serão finalmente aplicadas (ver p. 21-25). Esses escritores descrevem claramente o tempo e as circunstâncias da ressurreição final (Jo 5:28, 29; 1Ts 4:16 17; Ap 20:1-5; etc). CBASD, vol. 4, p. 771.

16 O primeiro pedaço de madeira representava Judá, a tribo que liderava o reino do sul. A outra era por José, porque ele era o pai de Efraim, a tribo que liderava o reino do norte.Life Application Study Bible Kingsway.

21. E os congregarei. O primeiro passo no cumprimento das promessas divinas seria a restauração de Israel do cativeiro entre os pagãos. Este remanescente devia consistir daqueles que aproveitaram a disciplina do exílio e se tornaram espiritualmente renovados. Uma vez que o reavivamento, que era um pré-requisito, nunca Foi alcançado, nem antes nem depois do retorno liderado por Zorobabel, o cumprimento destas promessas foi postergado. Deus fez por Israel tudo o que a desobediência do povo Lhe permitiu fazer, mas eles permaneceram rebeldes. Portanto. Ele acabou rejeitando-o como um povo. O desenrolar da promessa divina aqui e nos versículos seguintes aplica-se ao que teria ocorrido se os propósitos de Deus tivessem se cumprido. CBASD, vol. 4, p. 771.

22 Para sempre. “Tivesse Israel permanecido leal a Deus e este glorioso edifício [o templo de Salomão] teria permanecido para sempre, como perpétuo sinal de especial favor de Deus a seu povo escolhido” (PR, 46). “Houvesse Israel, como nação, preservado a aliança com o Céu, Jerusalém teria permanecido para sempre como eleita de Deus”(GC, 19). Ezequiel descreve as condições que poderiam ter imperado (ver Lc 19:42). CBASD, vol. 4, p. 772.

23 Deus livrará Seu povo da idolatria e o purificará. Bíblia de Estudo Andrews.

24, 25 O Messias era frequentemente chamado de Davi porque ele era o descendente de Davi. Davi tinha sido um bom rei, mas o Messias seria o Rei perfeito (Ap 17:14; 19:16; 21). Life Application Study Bible Kingsway.



EZEQUIEL 37 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
28 de janeiro de 2021, 0:45
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“Porei em vós o Meu Espírito, e vivereis, e vos estabelecerei na vossa própria terra. Então, sabereis que Eu, o Senhor, disse isto e o fiz, diz o Senhor” (v.14).

Dos montes de Israel para “um vale que estava cheio de ossos” (v.1). A visão de Ezequiel é um retrato da condição do povo de Deus e uma ilustração do plano de resgate divino até o tempo do fim. Divididos por causas políticas e mortos em seus delitos, a condição de Israel e Judá era humanamente impossível de se resolver. Como deve ter sido doloroso para o profeta contemplar aquela cena inicial, percebendo que se tratava de seu próprio povo. Porém, ao ser questionado por Deus sobre a possibilidade daqueles ossos voltarem a vida, Ezequiel não respondeu negativamente, mas com os olhos da fé, respondeu: “Senhor Deus, Tu o sabes” (v.3).

A Ezequiel foi dada a tarefa de profetizar aos restos mortais de um povo há muito tempo adormecido. Os “ossos secos” (v.4) representam uma condição antiga ou o que sobrou de um povo que deveria iluminar o mundo com a glória de Deus. Apesar de se tratar de uma visão, Ezequiel contemplou um milagre. Enquanto profetizava, pôde ver a obra da ressurreição. Os ossos se uniram, os músculos apareceram, “cresceram as carnes” e cada corpo foi revestido de nova pele. Contudo, ainda eram corpos sem vida. Novamente, Ezequiel foi chamado a profetizar. Desta vez, para que aquela multidão de cadáveres recebesse o fôlego de vida. O desânimo havia tomado conta da casa de Israel, mas eis que o Senhor prometeu realizar a obra que nenhum de nós é capaz de executar.

Há hoje uma igreja professa e uma igreja invisível. O Espírito do Senhor está sendo derramado “sobre toda carne” (Jl.2:28) e logo veremos cumprida a profecia: “Ajunta-os um ao outro, faze deles um só pedaço, para que se tornem apenas um na tua mão” (v.17). Aos adventistas do sétimo dia foi dada a missão de profetizar “a respeito de muitos povos, nações, línguas e reis” (Ap.10:11). Mas também vivemos a triste realidade de Laodiceia, quando muitos, mortos em seus pecados, necessitam do milagre do reavivamento. Como na visão “houve um ruído, um barulho de ossos que batiam contra ossos e se ajuntavam, cada osso ao seu osso” (v.7) a obra de Deus não é silenciosa. Ela aponta para o divino e sobrenatural: “E sabereis que Eu sou o Senhor” (v.6).

A obra do Espírito Santo é viva e eficaz. A mesma medida está sendo derramada sobre toda a carne, ou seja, sobre todos os pecadores. Todos, sem exceção, por causa de nossos pecados, estamos condenados à morte, “porque o salário do pecado é a morte”, mas graças ao intenso amor de Deus, o texto continua dizendo: “mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor” (Rm.6:23). O vale de ossos secos e a atuação de Deus fazendo dele o lugar de “um exército sobremodo numeroso” (v.10), é uma clara evidência de que nossas obras não valem de nada se o Espírito do Senhor não estiver em nós.

Se há um texto na Bíblia que exprima com perfeição a salvação pela graça e justificação pela fé, é o capítulo de hoje. Enquanto o povo dizia: “Os nossos ossos secaram, e pereceu a nossa esperança; estamos de todo exterminados” (v.11), o Senhor replicava: “Sabereis que Eu sou o Senhor, quando Eu abrir a vossa sepultura e vos fizer sair dela, ó povo Meu” (v.13). Que palavras de esperança para o Seu Israel atual! Em tempos de angústia e constante expectativa, o Senhor nos diz: “Não temas, a obra é Minha!”. Se olharmos para dentro de nós, a nossa visão não passará a de um vale de ossos secos. Se olharmos para o Senhor, confiando em Suas promessas, a nossa visão será a de um povo reavivado e purificado para habitar com o Senhor “para sempre” (v.25).

Perseveremos em profetizar em nome do Senhor, declarando ao mundo que logo Ele virá buscar o Seu “exército sobremodo numeroso”, que congregará “de todas as partes” (v.21), firmando com eles a Sua “aliança perpétua” (v.26). O Senhor será o nosso Deus e nós seremos o Seu povo. Habitaremos com Ele e o Seu santuário estará para sempre em nosso meio (v.26). Lembrem que o milagre não faria sentido algum se aqueles corpos permanecessem sem vida. Foi só quando receberam o Espírito, quando houve um grande reavivamento, que a visão fez sentido. Que façamos parte da igreja que milita rumo ao triunfo, permitindo que a obra do Espírito seja completa em nossa vida. Vigiemos e oremos!

Bom dia, exército reavivado pelo Espírito!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Ezequiel37 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



EZEQUIEL 37 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
28 de janeiro de 2021, 0:40
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EZEQUIEL 37 – Assim como uma nação morta, sem vida, pode ser vivificada, uma igreja moribunda, apática e fria pode ser reavivada pelo poder sobrenatural do Espírito Santo.

Leia o texto sagrado, focalize-se na mensagem do profeta inspirado. Então, reflita: Você já…
• …pregou a Palavra de Deus e se sentiu como Ezequiel, pregando a ossos secos?
• …teve a sensação de não ver nenhuma ação após seus apelos ao final do sermão?
• …percebeu que os membros da igreja são tão frios e indiferentes à verdadeira, impactante e profunda mensagem divina como se fossem ossos ressecados?

O pecado resseca a vida espiritual. A negligência às coisas do alto é um veneno para a religiosidade. Colocar Deus em segundo ou último plano nos mata espiritualmente.

Os ossos secos (vs. 1-3) são um exército espiritualmente morto (vs. 4-8). No grande conflito, soldados mortos não lutam, não têm reação alguma. Porém, quando a verdadeira Palavra de Deus imbuída do poder do Espírito é devidamente proclamada, o maior dos milagres acontece. O exército morto recebe nova vida (vs. 9-14) e os soldados se unem para a batalha divina (vs. 15-28).
O vale onde estava os ossos se refere ao povo de Israel espalhado pelas nações do mundo. O texto não fala da segunda vinda de Cristo, mas do poder revivificador de Deus. Também não fala da ressurreição física dos mortos, mas do reavivamento aos mortos espirituais. Assim como Deus restauraria a vida espiritual da nação judaica, Ele pode reviver uma igreja morta.

A pregação da Palavra veiculada no poder sobrenatural do Espírito Santo é o meio de restaurar, unificar e purificar um povo vivendo sob a desgraça e miséria do pecado.

Os pedaços de madeira representavam a nação de Israel, que fora divida em duas após a morte de Salomão. Deus, porém, promete unificar Seu povo! Deste sermão de Ezequiel (vs. 15-28) destacamos as seguintes lições:
• A união provida pelo Espírito Santo segue-se à eliminação da ambição, inveja e inimizade do povo de Deus.
• Jesus precisa ser o único Senhor de todos; e todos devem ser seus humildes súditos.
• O reavivamento e a reforma à parte da Palavra e do Espírito Santo são falsos.
• O remanescente fiel surge pela atuação do Espírito Santo através da Palavra Divina.
• Deus quer reavivar-nos urgentemente!

Animemo-nos! – Heber Toth Armí.




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