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TEXTO BÍBLICO PROVÉRBIOS 20 – Primeiro leia a Bíblia
PROVÉRBIOS 20 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
PROVÉRBIOS 20 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO PR. HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/pv/20
“Faça aos outros o que eles fazem a você.” Isso me parece vingança.
“Faça aos outros antes que eles façam a você.” Seria isso vingança por antecipação?
Deus instruiu os líderes cívicos em Israel a punir “olho por olho, dente por dente”. Naquela época e local, as nações vizinhas estavam aplicando punições terríveis até por pequenas infrações. Deus disse: Não façam isso! Que o castigo se ajuste ao crime: apenas dente por dente.
Séculos mais tarde, Jesus disse a Seus ouvintes no Sermão da Montanha: “Vocês ouviram o que foi dito: ‘Olho por olho e dente por dente’. Mas eu lhes digo: Não resistam ao perverso. Se alguém o ferir na face direita, ofereça-lhe também a outra.” (Mateus 5:38-39 NVI).
Provérbios 20:22 diz: “Não digas: Vingar-me-ei do mal; espera no SENHOR, e ele te livrará”. Nos livrar da maldade das pessoas é a essência de Deus… mas estamos dispostos que Ele faça isso? Ou preferimos ficar com raiva? E se Deus puder salvar o meu inimigo? Puder transformá-lo? Abraham Lincoln disse: “A melhor maneira de destruir seu inimigo é fazer dele seu amigo”.
Isso é transformar o errado no correto, com certeza … e Deus nos ajudará a fazê-lo.
Virginia Davidson
Artista—projetista e construtora de vitrais
Spokane, Estado de Washington, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=894
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli
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724 palavras
1 Escarnecedor. As pessoas, sob a influência do vinho e bebidas fortes, passam a escarnecer do direito e da religião. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 1143.
Bebida forte. Bebidas fermentadas feitas de outras fontes que não as uvas, como de romã ou tâmaras (ver com. de Dt 14:26). CBASD, vol. 3, p. 1143.
5 Descobri-los. A palavra moderna “educação” significa” descobrimento. Os professores sábios desde a época de Sócrates e, sem dúvida, muito antes disso, usam a habilidade de questionar para trazer à tona os pensamentos escondidos do estudante. O aluno é levado a relacionar as várias informações que adquire umas com as outras e, assim, crescer com sabedoria e entendimento. CBASD, vol. 3, p. 1144.
7 Integridade. A consistência é uma virtude rara, mas valiosa. Por mais pobre, humilde e ignorante que uma pessoa seja, se for genuína e consistente, será reconhecida como justa e seus filhos a honrarão. A inconsistência dos pais exerce um efeito devastador sobre os filhos em crescimento. CBASD, vol. 3, p. 1144.
8 Dissipa. Assim como o vento separa a palha do trigo debulhado, a sabedoria é juíza sábia que discerne a verdade e dissipa as artimanhas com o objetivo de escurecê-la. De maneira semelhante, quando viesse, o Messias exaltaria a verdade e revelaria o erro. CBASD, vol. 3, p. 1144.
11 Até a criança. Embora todos os seres humanos se revelem por suas obras (Mt 7:16-20), a criança, por sua abertura e isenção de falsidade, mostra de forma ainda mais clara sua natureza interior e dá indicativos do adulto que se transformará. CBASD, vol. 3, p. 1144.
12 O ouvido que ouve. Deus de a todos o privilégio de usar os sentidos e confia que estes serão empregados para encontrar o caminho a Ele e a vereda da justiça (ver Êx 4:11). Poucas pessoas usam ao máximo seus talentos. Cegos à beleza da terra, do céu e do mar, e surdos aos murmúrios do vento e canto dos pássaros, muitos seguem seu caminho concentrados apenas no ganho material e nos prazeres comuns. O Senhor procura ouvidos rápidos em responder à voz do Espírito e olhos que vejam com clareza o caminho da vida. CBASD, vol. 3, p. 1144.
14 Nada vale. Depreciar o valor do que compramos e exagerar nas boas qualidades do que vendemos faz parte da natureza humana, mas da humanidade caída. A honestidade verdadeira exige que tentemos descobrir com objetividade o valor preciso de um bem, quer o estejamos comprando, quer vendendo (ver T2, 71; T4, 311, 359). Além de nossa honestidade estar envolvida, o amor pelas outras pessoas é tão essencial para um viver justo quanto o amor pelo Deus criador (Lc 10:27). A observância desta regra áurea nos fará ter tanta consideração pelos outros ao vender, como se nós mesmos estivéssemos comprando. Esse padrão é elevado, mas o alvo diante de nós é a perfeição (Mt 5:43-48). CBASD, vol. 3, p. 1144.
18 Mediante os conselhos. Como o conhecimento e a habilidade humana são limitados, é sábio se aconselhar com outros que podem enxergar uma aspecto diferente da questão ou ter mais experiência em circunstâncias semelhantes à analisada. Quanto mais grave o problema, mais necessário esse tipo de consulta. CBASD, vol. 3, p. 1145.
21 Posse antecipada. Este provérbio é um lembrete da máxima: “Fácil se tem, fácil se perde.”A ascensão súbita e fácil à riqueza é muito diferente do lento acúmulo de bens por meio do trabalho duro e do esforço honesto. Sem compreender a labuta necessária para juntar a herança, o beneficiário não formou hábitos de diligência e cautela, os quais lhe permitiriam transformar o dinheiro numa bênção para si e para os outros. CBASD, vol. 3, p. 1145.
25 Dizer precipitadamente. A primeira frase pode ser traduzida como: “É laço para o homem gritar impulsivamente: Santo!”. Esse pensamento é semelhante ao da LXX, que traduz assim o versículo: “É laço para o homem consagrar apressadamente parte de sua propriedade pessoal”, pois, nesse caso, ao voto se segue o arrependimento. CBASD, vol. 3, p. 1146.
28 Amor e fidelidade preservam o rei. Esta é a verdadeira filosofia da história. Se todo governante houvesse compreendido e praticado o conselho implícito neste provérbio, a história do mundo teria sido diferente. Império após império caiu porque os políticos deixaram de se importar com o direito e a justiça, ou se tornaram severos e rígidos, sem considerar o amor e a misericórdia. Por outro lado, reis com a compaixão entronizada em seu coração tiveram uma vida longa e útil, que beneficiou seus súditos (ver Pv 16:12; Dn 4:27; PR, 501, 502) CBASD, vol. 3, p. 1146.
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“Quem pode dizer: Purifiquei o meu coração, limpo estou do meu pecado?” (v.9).
Ser justo não significa deixar de ser pecador. Ser justo significa que Alguém nos justificou: “Justificados, pois, mediante a fé, temos paz com Deus por meio de nosso Senhor Jesus Cristo” (Rm.5:1). Cristo assumiu a nossa culpa ao entregar a Sua vida na cruz e nos concedeu o privilégio da salvação por meio de Seu sacrifício e ressurreição. Porém, todos nós estamos sujeitos ao pecado até que Ele venha pela segunda vez e nos liberte de uma vez por todas. O apóstolo Paulo comparou o pecado com uma lei que rege a nossa natureza pecaminosa: “mas vejo, nos meus membros, outra lei que, guerreando contra a lei da minha mente, me faz prisioneiro da lei do pecado que está nos meus membros” (Rm.7:23). Isto é, a partir do momento em que aceitamos pela fé a justiça de Cristo, inicia-se uma batalha entre o bem e o mal em nós mesmos; batalha que só terá fim no Dia do retorno do nosso Salvador.
Quando Jesus foi confrontado pelos líderes judeus acerca do adultério de uma mulher, a Sua sabedoria fez com que todas as pedras caíssem ao chão. Aqueles líderes não tiveram argumentos diante de tais palavras: “Aquele que dentre vós estiver sem pecado seja o primeiro que lhe atire pedra” (Jo.8:7). Certamente, o primeiro atrevido a lançar uma pedra, seria ele mesmo apedrejado pelos demais. Era considerada uma grande blasfêmia afirmar tal coisa. A Bíblia afirma que todos nós nos extraviamos e nos corrompemos (Sl.14:3). Por isso, necessitamos de um Mediador, do único que é verdadeiramente Justo: Jesus Cristo (1Tm.1:5).
Quando aceitamos a Cristo como Senhor e Salvador de nossas vidas, acontece uma metamorfose espiritual. É como se Deus olhasse do Céu e ao invés de enxergar a nossa natureza pecaminosa, Ele notasse que há um “casulo” que nos reveste, que é a justiça de Cristo. E somente se permanecermos dentro deste seguro revestimento, muito em breve, alcançaremos a plenitude da vida. Assim como uma lagarta para se tornar em borboleta precisa obedecer a todo o processo natural, precisamos viver a justiça de Cristo e a novidade de vida que nos foi outorgada: “segundo é santo Aquele que vos chamou, tornai-vos santos também vós mesmos em todo o vosso procedimento” (1Pe.1:15).
Então, aquele que trilha o caminho eterno não será vencido pelo álcool (v.1), se desviará de contendas (v.3), não comerá o pão da preguiça (v.4), não será desonesto (v.17), não se envolverá em fofocas (v.19), não desonrará pai e mãe (v.20), não será vingativo (v.22) e aceitará a repreensão (v.30). Cada provérbio tem nos ensinado, e como um guia de sobrevivência nos fortalecido para o conflito espiritual que travamos dia após dia. Não podemos ignorar essa realidade e precisamos aprender, mediante as Escrituras, a fazer “a guerra com prudência” (v.18). Tome posse da armadura de Deus (Ef.6:11) e erga “a espada do Espírito, que é a Palavra de Deus” (Ef.6:17) e, os teus passos serão “dirigidos pelo Senhor” (v.24). Vigiemos e oremos!
Bom dia, justificados pela fé em Cristo Jesus!
Desafio do dia: Pesquise sobre o processo natural que faz surgir uma borboleta. Cristo usou a natureza para extrair grandes lições espirituais. Siga o Seu exemplo.
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Provérbios20 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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PROVÉRBIOS 20 – Precisamos saber o que caracteriza loucura e o que caracteriza sabedoria. É melhor ser discípulo da sabedoria do que escravo da bebida ou qualquer outro vício destruidor que torna qualquer pessoa em escrava do pecado.
O discípulo da sabedoria age com inteligência e integridade. Observe estes pontos:
1. O discípulo da sabedoria abstém-se de bebidas alcoólicas, possui bom caráter, é trabalhador equilibrado, atencioso e cauteloso; mas, o discípulo da loucura gosta de viver os sentimentos mais selvagens (vs. 1-5);
2. O discípulo da sabedoria tem aspirações elevadas e nobres, é regido pelo temor do Senhor e Seus princípios de amor; porém, o discípulo da tolice está sempre tentando dar um jeitinho para explorar com suas malandragens (vs. 6-20);
3. O discípulo da sabedoria é piedoso, tenta refrear o mal, é dedicado ao Deus onisciente e vive os princípios do Céu aqui na Terra; por outro lado, os princípios do inferno regem a conduta do discípulo do pecado (vs. 21-30).
“A sabedoria de Provérbios coloca Deus no centro da vida do homem. A sabedoria expressa por Salomão no Antigo Testamento, teria a sua revelação mais plena em Jesus Cristo nos dias da nova aliança. Disse Jesus: ‘A Rainha do Sul se levantará no Dia do Juízo com esta geração e a condenará, porque veio nos confins da terra para ouvir a sabedoria de Salomão. E eis que está aqui quem é mais que Salomão’ (Mt 12.42; Lc 11.31). Paulo falou de Cristo como ‘sabedoria de Deus’ ( 1 Co 1.24; Cl 2.3)” (Earl C. Wollf).
• Deus é amor (I João 4:8), o amor é a essência da vida do sábio: “O amor e a verdade formam o bom líder; a liderança sadia firma-se na integridade do amor” (Provérbios 20:28).
• Bem interpretados e corretamente aplicados, “Provérbios” aproxima-nos de Jesus (João 5:39).
Não há como ser sábio sem amor, independente do Senhor! Reavivemo-nos: Sejamos sábios! – Heber Toth Armí.
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TEXTO BÍBLICO PROVÉRBIOS 19 – Primeiro leia a Bíblia
PROVÉRBIOS 19 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
PROVÉRBIOS 19 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO PR. HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/pv/19
Como todos os capítulos do livro de Provérbios, o capítulo 19 é incrivelmente rico. Por não podermos explorar todos os conceitos, vamos focalizar o verso 11:
“A sabedoria do homem lhe dá paciência; sua glória é ignorar as ofensas.” (NVI).
Como, porém, eu posso ignorar uma ofensa? Afinal de contas, fui eu quem foi ofendido. Isso não está certo. Eu deveria responder ao ofensor, não deveria? Sem dúvida, a tendência natural é de incendiar-se em raiva ou gastar tempo e energia tentando descobrir uma maneira de pagar, em dobro, a ofensa recebida.
Aprendi a pensar desta maneira ao meditar em Salmo 103 especialmente nos versos 8-10: “O Senhor é compassivo e misericordioso, mui paciente e cheio de amor. Não acusa sem cessar nem fica ressentido para sempre; não nos trata conforme os nossos pecados nem nos retribui conforme as nossas iniquidades. Pois como os céus se elevam acima da terra, assim é grande o seu amor para com os que o temem;” (NVI).
Senhor,
não consigo relevar ofensas por minhas próprias forças. Enche-me com o Espírito Santo para que eu possa ter o fruto do Espírito. Só então, com o Seu amor pelos outros fluindo através de mim, poderei abençoar aqueles que me amaldiçoam. Amém.
David A. Steen
Professor Emérito
Universidade Andrews
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=892
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli
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437 palavras
2 Sua integridade. A expressão ” É pobre, mas honesto” pode ter derivado deste provérbio. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 1140.
2 Peca. Ou, ” erra o alvo”. Esta interpretação se ajusta bem ao contexto. A ignorância e a pressa são causas comuns de erro e, às vezes, de pecado. CBASD, vol. 3, p. 1140.
5 Impune. Muito embora a falsa testemunha escape da punição nesta vida, não conseguirá fugir da retribuição na vida futura. Seu lugar será do lado de fora da cidade (Ap 21:8). CBASD, vol. 3, p. 1140.
11 Perdoar. A glória de Deus é partilhada por aqueles que se mostram prontos a perdoar sempre que o perdão abre caminho para a restauração do ofensor. CBASD, vol. 3, p. 1140.
17 Empresta. O cuidado com os pobres, em contraste com a negligência praticada sem remorso pelas outras nações, é evidência da revelação divina aos israelitas. É notável o pensamento de que esse cuidado faz de Deus nosso devedor. Esta ideia está de acordo com a afirmação feita por Cristo que considera o auxílio aos pobres um serviço pessoal a Ele (Mt 25:40; cf Pv 11:24; 28:27). CBASD, vol. 3, p. 1141.
20 Dias por vir. Sem o poder transformador do Espírito Santo, os seres humanos tendem a agir na velhice da mesma forma forma que faziam na juventude. O tempo de aprender lições de sabedoria é durante os primeiros anos da vida. CBASD, vol. 3, p. 1141.
21 O desígnio do SENHOR. Pessoas pecaminosas e anjos caídos podem tramar incontáveis intrigas a fim de atrapalhar ao Senhor na realização de Seus propósitos eternos; no entanto, o querer de Deus se realizará e um dia o universo será purificado tanto do pecado quanto dos pecadores. Ele espera que Seus servos sujeitem os próprios planos a Sua providência suprema (Pv 16:9; Is 46:10; Tg 1:17; T7, 298). CBASD, vol. 3, p. 1141.
22 O que torna agradável. O pobre que faz tudo a seu alcance para ajudar, mesmo que seja pouco, é honrado acima daquele que promete muito, mas em cuja palavra não se pode confiar (ver Pv 3:27, 28). CBASD, vol. 3, p. 1141.
24 No prato. A imagem é extraída do antigo costume de todos pegarem o alimento de um prato comum. O preguiçoso enfia a mão na comida, sem dúvida segurando os melhores bocados. Salomão usa o sarcasmo ao sugerir que o preguiçoso nem se dá ao trabalho de levar o alimento à boca (ver Pv 26:15). CBASD, vol. 3, p. 1142.
25 Ferires ao escarnecedor. O escarnecedor é considerado endurecido demais para que o castigo o ajude, mas o simples ainda não está imune à reforma, por isso aceita advertência e pode aprender a prudência. O sábio não precisa ser surrado, nem ver outro sofrer castigo. Ele aprende rápido com uma simples repreensão (ver 1Tm 5:20). CBASD, vol. 3, p. 1137.
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“O que guarda o mandamento guarda a sua alma; mas o que despreza os seus caminhos, esse morre” (v.16).
Temos estudado diversas comparações, todas referentes à diferença entre o justo e o perverso. Percebemos que o pecado traz consigo consequências que maculam o que Deus criou para ser perfeito; que o fato de Ele nos amar, independente do que fazemos ou deixamos de fazer, não muda o outro fato de que um dia Ele terá de aplicar a Sua justiça e fazer separação entre justos e ímpios.
Os provérbios de Salomão não são simplesmente um relato sobre o que é correto e o que é errado, mas palavras do Senhor que deseja nos conduzir à vida (v.23). Por isso, “ouve o conselho e recebe a instrução, para que sejas sábio nos teus dias por vir” (v.20) e para que não venhas a participar dos juízos preparados “para os escarnecedores” (v.29).
Duas coisas têm crescido de forma alarmante em nossos dias: a pobreza e os lares destruídos. O tema do aquecimento global nunca foi tratado com tanta urgência e sobre este pesa a culpa pelo descontrole da natureza, que por sua vez causa danos na agricultura, que por sua vez causa prejuízos na economia mundial, que, por fim, resulta em desemprego e miséria. Por outro lado, a família entrou num colapso tão grande, que para amenizar a tragédia, leis têm sido criadas para chamar de família qualquer ajuntamento de pessoas que vivam sob um mesmo teto. Porém, o homem pode fazer ou planejar o que quiser, “mas o desígnio do Senhor permanecerá” (v.21).
O apóstolo Paulo já havia advertido que nos últimos dias os homens seriam “egoístas… desobedientes aos pais” (2Tm.3:2). Podemos aplicar o egoísmo à esposa contenciosa, no final do verso treze. Uma mulher que vive para reclamar e que não possui um coração agradecido, pensa somente em si e no seu próprio bem-estar, e com as próprias mãos destrói a sua casa (Pv.14:1). Mas uma esposa prudente, além de ser uma benção de Deus, é mais valiosa do que qualquer bem material (v.14). Ela vive em função de promover a felicidade do seu lar, e faz isso com prudência, com sabedoria e com gratidão. Já no início do mesmo verso, diz que “o filho insensato é a desgraça do pai”. Este é outro fator que tem arruinado muitas famílias: filhos desobedientes e incontroláveis. Drogas, prostituição e criminalidade têm invadido os lares, transformando em maldição a instituição que Deus criou para ser uma bênção.
O que temos feito para amenizar o sofrimento alheio? Se Deus não faz acepção de pessoas (Rm.2:11), muito menos nós devemos fazer. Sejamos “ricos de boas obras, generosos em dar e prontos a repartir” (1Tm.6:18). Cuidemos de desempenhar com diligência o papel que nos cabe como membros de uma família. Bons maridos, boas esposas e bons filhos também serão bons membros da família de Deus. Então, não haverá lugar para o egoísmo (v.4), acepção (v.6), mentira (v.5 e 9) ou lares infelizes (v.26). Todo aquele que compreende o que Deus entregou em nosso favor (Jo.3:16), certamente se compadecerá de quem necessita (v.17) e zelará pelo bom andamento de seu lar. Vigiemos e oremos!
Bom dia, famílias guiadas pela sabedoria de Deus!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Provérbios19 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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PROVÉRBIOS 19 – Os Provérbios de Salomão são fonte de bênçãos para cidades, ou mesmo nações, que aplicarem a vivê-los de coração.
Como seria se cada um de nós disseminássemos mais amplamente os provérbios…
1. Em nossa família?
2. Em nosso bairro?
3. Aos nossos líderes político?
4. Aos membros de nossa igreja?
5. Para nossa cidade?
6. Para nosso país?
7. No mundo inteiro…?
“Foi a ampla disseminação desses princípios e o reconhecimento de Deus como Aquele a Quem pertencem todo louvor e honra que fez dos primeiros tempos do reinado de Salomão uma ocasião de reerguimento moral bem como de prosperidade material”, enfatiza Ellen G. White.
Com a facilidade dos meios de comunicação modernos está bem mais fácil compartilhar os princípios de sabedoria de Provérbios com amigos, colegas de trabalho/faculdade/escola, professores, alunos, funcionários, chefes/encarregados/gerentes, familiares, etc.
O capítulo em apreço oferece-nos importantes lições de vida:
• A honestidade está acima das riquezas, e compensa mais que bens materiais (v. 1);
• Ser zeloso desinformado ou, apressado sem raciocínio resulta em fracasso (v. 2, 28);
• A loucura não admite suas falhas, muitos até culpam a Deus pelas consequências (v. 3);
• Há vantagem e desvantagem na pobreza e na riqueza (v. 4, 22);
• Testemunhas falsas sofrerão no dia do juízo (v. 5);
• A generosidade atrai bons amigos (v. 6);
• O fracasso afasta até familiares (v. 7);
• O segredo da vida está em obter um coração cheio de sabedoria (v. 8);
• Fofocas e boatos resultam em desgraças a quem os propaga (v. 9);
• Viver de qualquer jeito ou sem respeito aos superiores dificulta nossa existência (v. 10, 15-16, 24);
• Inteligentes controlam a língua e perdoam com facilidade – isso é nobre (v. 11);
• Não vale a pena ser líder tendo mau gênio, é melhor ser bondoso (v. 12, 17);
• Filho insensato e esposa resmungona é o desprazer de um homem (v. 13-14, 26);
• Disciplinar quando os filhos são pequenos resultará no sucesso deles, indisciplina promove fracasso (v. 18, 25, 27, 29);
• Não tente ajudar pessoas esquentadas, só piora (v. 19);
• Dependa da sabedoria e ação de Deus, assim terás uma existência que valha a pena (vs. 20, 21, 23).
Além de princípio de sabedoria, o temor do Senhor é fonte de vida, é o segredo da satisfação! Experimente! Compartilhe! – Heber Toth Armí.