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TEXTO BÍBLICO PROVÉRBIOS 22 – Primeiro leia a Bíblia
PROVÉRBIOS 22 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
PROVÉRBIOS 22 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO PR. HEBER TOTH ARMÍ
COM. VÍDEO PR ADOLFO SUAREZ (link externo)
COM. VÍDEO PR EVANDRO FÁVERO (link externo)
VÍDEO PR WEVERTON CASTRO E EQUIPE (link externo)
COM. VÍDEO PR RONALDO DE OLIVEIRA(link externo)
COM. VÍDEO PR MICHELSON BORGES (link externo)
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/pv/22
“Ensina a criança no caminho em que deve andar, e, ainda quando for velho, não se desviará dele.” (v. 6).
Este verso é uma promessa preciosa para muitos pais: incuta o temor de Deus a seus filhos, e eles acabarão sendo fiéis, verdadeiros crentes.
É assim que funciona? É isso mesmo o que significa? Deus promete melhor sucesso do que teve com Sua própria família no céu, com um terço dos anjos que se rebelaram?
Pelo que pude entender, a palavra hebraica traduzida como “ensina” pode se referir ao trabalho de uma parteira – limpar a boca e as vias aéreas de um bebê recém-nascido para respirar. Esse “treinamento” fornece um ambiente para a vida.
Dessa perspectiva, então, nosso versículo pode muito bem ser uma orientação para os pais: “Proporcionar um ambiente para a vida de seu filho, em harmonia com suas aptidões e personalidade dadas por Deus, e isso fará diferença para esse filho em cada estágio do crescimento. até o fim de suas vidas. ”
Para fazer isso, os pais precisam conhecer seu filho e oferecer oportunidades para desenvolver seus interesses e aumentar suas habilidades. Esse tipo de envolvimento também dará credibilidade ao relacionamento para transmitir a Verdade, no contexto do Amor. E esse tipo de parentalidade tem uma chance do melhor sucesso!
Virginia Davidson
Artista – projetista e construtora de vitrais
Spokane Valley, Estado de Washington, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=896
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli
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961 palavras
1 Ser estimado. O jovem costuma achar empolgante ficar na companhia de pessoas com padrões mentais e morais inferiores, mesmo sem querer imitá-los. No entanto, essa empolgação é comprada por alto preço. Perde-se o bom nome e há o perigo de se adotar alguns dos modos de pensar e agir dos ímpios, depois que a familiaridade embotar a sensibilidade moral. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 1150, 1151.
2 O rico e o pobre. Deus não faz acepção de pessoas (At 10:34). Todos os seres humanos são Seus filhos, e Ele deseja a salvação de todos (Tt 2:11). O rico e o pobre inevitavelmente se encontram. Os ricos dependem dos pobres para vários serviços que o dinheiro pode comprar e também para multiplicar seus recursos. Quando os ricos reconhecem a fraternidade com os pobres e sua dependência deles, usando a riqueza para o avanço do bem comum, Deus aceita tal ação como se fosse feita para o serviço dEle. Quando os pobres servem com fidelidade àqueles que os empregam, também estão servindo ao Mestre de todos (ver Pv 14:31; 17:5; Mt 25:40; Ef 6:5; 1Pe 2:18). CBASD, vol. 3, p. 1151.
3 O prudente. Há um contraste interessante entre o singular e o plural nas duas partes deste versículo: “o prudente”se encontra no singular e “os simples”, no plural. É raro encontrar pessoas de visão; já os simples são comuns. CBASD, vol. 3, p. 1151.
6 No caminho em que deve andar. Muitos pais veem neste versículo uma sanção para forçar as crianças a seguir a profissão ou ofício que eles acham melhor para elas. Dessa forma, acabam trazendo sofrimento e decepção sobre si mesmos, pois o filho, depois de crescer, costuma optar por um caminho completamente diverso. Em vez disso, o versículo aconselha os pais a saber e ensinar o caminho em que seu filho poderá ser mais útil para si e para os outros e no qual terá mais realização. A posição específica na vida designada a uma pessoa é determinada por suas capacidades (Ed, 267). CBASD, vol. 3, p. 1151.
7 O rico domina. No hebraico, há um contraste entre singular e plural evidente em “rico”, que se encontra no singular e “pobres”, no plural (ver com. do v. 3) . CBASD, vol. 3, p. 1151.
8 Segará males. Colhemos aquilo que plantamos (Jó 4:8; Gl 6:7). CBASD, vol. 3, p. 1151.
9 Será abençoado. Outro aspecto da regra do v. 8. Quem semeia generosidade colhe bênçãos (2Co 9:6). CBASD, vol. 3, p. 1151.
10 E com ele se irá. Permitir que o escarnecedor permaneça em nossa companhia é convidar problemas. Deve haver um elemento de seleção decidida em nosso processor de formação de um grupo de amigos íntimos (1Co 5:11). CBASD, vol. 3, p. 1151.
11 O rei. Em contraste com o escarnecedor do versículo anterior, o puro de coração fala com suavidade e espalha paz por onde passa. Tal pessoa é bem-vinda até mesmo na realeza, pois seus elogios são evidentemente sinceros (ver Pv 16:13). CBASD, vol. 3, p. 1151.
13 Um leão está lá fora. O caráter absurdo das desculpas que o preguiçoso dá para não trabalhar revela o quanto o seu caráter já foi deteriorado. A chance de um leão que devora gente ou de um assassino estar solto pelas ruas da cidade ou vila, em qualquer época, é muito pequena, mesmo assim, isso se torna desculpa para a indolência (Pv 26:13). CBASD, vol. 3, p. 1152.
15 Estultícia. O trabalho da hereditariedade na mente das crianças pequenas mostra de forma consistentes que elas são dadas à rebeldia e à malícia. A estultícia parece ser parte essencial da infância. É trabalho dos pais fazer uso criterioso da instrução e da correção, a fim de venceer o mal que eles mesmos transmitiram aos filhos (ver Pv 19:18; 23:13; 29:15). CBASD, vol. 3, p. 1152.
16 Empobrecerá. A LXX traduz o versículo desta forma: “Aquele que oprime o pobre aumenta os próprios recursos; contudo, dá aos ricos, para diminuí-los.” CBASD, vol. 3, p. 1152.
19 Para que a tua confiança esteja. Estes provérbios foram escritos para encorajar a confiança no Senhor , não no ser humano. Embora deem destaque para a sabedoria, enfatizam que só existe sabedoria verdadeira aliada ao temor do Senhor (Pv 1:7; 9:10; 15:33). CBASD, vol. 3, p. 1152.
21 A certeza das palavras da verdade … a fim de que possas responder claramente aos que te enviaram. É possível que alguns dos versos que se seguem tenham sido escritos especialmente para um desses mensageiros levar de volta ao seu senhor. CBASD, vol. 3, p. 1152.
22 Porque. Este conselho parece ser dirigido aos juízes que se assentavam “à porta” (ver Rt 4:1-11), com o objetivo de adverti-los contra o favorecimento do rico e a opressão do pobre, com vista a lucros pessoais. CBASD, vol. 3, p. 1152.
23 Defenderá a causa deles. O Senhor assumirá a causa dos aflitos e lhes fará justiça, às vezes por meios milagrosos (ver 2Rs 4:1-7). CBASD, vol. 3, p. 1152.
24 Não te associes. O perigo de se associar a uma pessoa dada a ataques de raiva é que a ira e a impaciência podem fomentar uma reação parecida em quem está perto. Existe também a possibilidade de sofrer diretamente com a raiva. CBASD, vol. 3, p. 1152.
28 Marcos antigos. A terra era marcada por pequenas pilhas de pedras ou por colunas maiores, quando elas estavam disponíveis. Sem métodos precisos de vigilância, era fácil mover um marco e desafiar a pessoa fraudada a provar que isso havia acontecido. Esse tipo de retirada era um delito comum, a julgar pelos decretos contra a prática (Dt 19:14; 27:17; cf. Jó 24:2; Pv 15:25). CBASD, vol. 3, p. 1153.
29 Perito. A diligência sozinha não é suficiente para fazer uma pessoa avançar a um cargo elevado, embora seja uma qualidade necessária para o sucesso em qualquer posição. A palavra hebraica tem o sentido de “habilidoso” (traduzida por “versado”, em Ed 7:6). Em conjunto, a ideia apresentada é a de uma pessoa rápida, habilidosa e pronta para servir. CBASD, vol. 3, p. 1152.
Perante reis será posto. A narrativa bíblica apresenta relatos elogiosos da vida de pessoas em quem a verdade declarada neste versículo foi exemplificada [José, Daniel e Paulo, p. ex.]. CBASD, vol. 3, p. 1152.
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“Ensina a criança no caminho em que deve andar, e, ainda quando for velho, não se desviará dele” (v.6).
O versículo acima é um dos maiores consoladores de pais cristãos que, em algum momento na vida, viram seus filhos escolhendo um caminho diferente do que lhe foi ensinado. Mas também uma forte confirmação do que Deus já havia ordenado em Deuteronômio 6:4-9. A Bíblia não diz para ensinar a criança o caminho, e sim, “no caminho”. Isto é, sejam os pais os primeiros a praticar o que ensinam. Ensinem pelo exemplo. Ensinem no caminho. Caminhem juntos.
Foi assim que Jesus ensinou os Seus discípulos. Ele instruía os doze enquanto andavam juntos, comiam juntos, sentavam juntos. O Salvador não perdia a oportunidade de ensinar-lhes e fazia isso pessoalmente. A presença de Cristo era-lhes um particular tesouro de ilimitada sabedoria e Suas palavras eram tão somente um eco de Suas obras. Ele não ensinou o amor, Ele ensinou amando. Ele não ensinou a paciência, Ele ensinou sendo longânimo. Ele não ensinou a mansidão, Ele ensinou sendo manso. Se a criança já nasce com o coração inclinado para o mal (v.15), ela precisa ser instruída e disciplinada de acordo com o método que a ensine da melhor maneira que ela possa compreender: pelo exemplo.
A jornada de trabalho diária tem retirado de muitos pais a plenitude do relacionamento pais e filhos. Os pais perdem a oportunidade ímpar de instituir na vida dos filhos, marcos (v.28) que lhes seriam regras áureas e imutáveis. E o que era para ser uma educação presencial, tem sido uma educação, em grande parte, à distância. Pais são administradores de vidas; vidas que necessitam receber a orientação da “vara da disciplina” (v.15). Esta expressão não deve ser aplicada apenas no sentido da disciplina em si, mas dá a ideia de presença, pois uma vara, para ter utilidade, precisa de alguém que a maneje.
Se guardarmos no coração (v.18) as palavras do Senhor e se a nossa confiança estiver nEle, andaremos no caminho e no caminho ensinaremos. “A certeza das palavras da verdade” (v.21) precisam ser vistas pelos filhos na vida de seus pais. Deste modo, serão evitadas as más associações que corrompem a alma (v.24-25). Foi assim na vida de Daniel e de José, que amando a pureza, conquistaram a amizade de reis (v.11) e, por estes, foram colocados em postos de honra (v.29). As lições práticas de pais tementes a Deus podem não mostrar seus resultados de pronto, mas certamente revelar-se-ão a mais proveitosa e gratificante obra no futuro e na eternidade. Homens e mulheres valorosos, “dos quais o mundo não era digno” (Hb.11:38), foram aqueles que consideraram com diligência “os marcos antigos” (v.28). Vigiemos e oremos a fim de que os nomes dos nossos filhos estejam registrados na galeria celestial da fé.
Encerramos aqui os provérbios que definem uma linha de separação entre o justo e o perverso, o sábio e o insensato. Se esta distinção for vista na vida de pais cristãos que lutam para transmitir a seus filhos os verdadeiros valores “da humildade e o temor do Senhor”… “riquezas, e honra, e vida” (v.4) os seguirão. A decisão, porém, de desfrutar deste resultado será de cada filho, que tem o livre arbítrio para escolher entre “a vida e a morte, a benção e a maldição” (Dt.30:19). “Excelentes coisas acerca de conselhos e conhecimentos” (v.20) a Palavra do Senhor tem nos ensinado. Que possamos guardá-las no coração e aplicá-las em nossa vida diária para que, pela graça de Deus, alcancemos a vitória final. O chamado de Deus para a tua vida hoje é: “Escolhe, pois, a vida, para que vivas, tu e a tua descendência” (Dt.30:19). Escolha seguir o exemplo de Jesus, “e serás salvo, tu e tua casa” (At.16:31). Vigiemos e oremos!
Bom dia, pais tementes a Deus e filhos prudentes!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Provérbios22 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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PROVÉRBIOS 22 – Há bênçãos ao praticar a sabedoria, tanto quanto há maldições na prática da loucura.
Concluindo seus provérbios, Salomão mostra a importância da boa reputação ao pobre e ao rico (vs. 1-2). Revela a visão clara dos sábios e a visão deturpada dos ignorantes, tolos e preguiçosos (vs. 3, 13, 15-16). Apresenta a recompensa advinda da humildade e do temor do Senhor: Fartura, honra e vida (v. 4).
Além disso, Salomão oferece estas instruções de sabedoria:
• Fique longe dos caminhos dos perversos para não perder tua vida (v. 5);
• Mostre o caminho da vida para teus filhos para que eles se salvem (v. 6);
• Não tome emprestado dos ricos para não ficar nas mãos deles (v. 7):
• Cuidado com o preço do pecado (v. 8);
• Inclina-te para a generosidade e suas recompensas (v. 9);
• Coloque fim nas brigas e insultos mandando embora quem gosta de confusão (v. 10);
• Considere Deus em cada uma de tuas atitudes, reflita o Seu caráter em todas as circunstâncias (vs. 11-12);
• Cuidado com mulheres perigosas; só se envolve com mulheres devassas quem se afasta de Deus (v. 14).
A partir do versículo 17 “encontramos aqui outra coletânea de provérbios, desta vez subdivida em ‘preceitos e admoestações dos sábios’ e ‘mais alguns provérbios dos sábios’ [24:23]”, destaca o Comentário Bíblico Africano.
Os versos 17-21 contém uma “introdução de uma nova seção cheia de provérbios dos sábios”, explica a Bíblia Andrews.
A teologia de Salomão e a destes sábios se equiparam. Nos versículos 17 a 29 os sábios declaram que a sabedoria está firmada em Deus; conquanto Deus age e interfere na vida das pessoas para defender os indefesos (v. 23). Então, estes provérbios são divinos. Atenção:
• Promova justiça social (v. 22);
• Fique longe das pessoas de pavio curto que causam confusões, tal convivência prejudica (vs. 24-25);
• Não se iluda com crendices para ganhar dinheiro: Você pode perder tudo – se ganhar, será somente dívidas (vs. 26-27).
• Seja honesto, sincero e bom naquilo que você faz, isso te fará ser solicitado e admirado (vs. 28-29).
As consequências da loucura devem motivar-nos a buscar a sabedoria com todas as suas recompensas.
Contudo, não existe verdadeira sabedoria sem confiança em Deus! Busquemo-lO sempre! Pois, não dá para viver longe da sabedoria divina! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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TEXTO BÍBLICO PROVÉRBIOS 21 – Primeiro leia a Bíblia
PROVÉRBIOS 21 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
PROVÉRBIOS 21 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO PR. HEBER TOTH ARMÍ
COM. VÍDEO PR ADOLFO SUAREZ (link externo)
COM. VÍDEO PR EVANDRO FÁVERO (link externo)
VÍDEO PR WEVERTON CASTRO E EQUIPE (link externo)
COM. VÍDEO PR VALDECI JÚNIOR(link externo)
COM. VÍDEO PR RONALDO DE OLIVEIRA(link externo)
COM. VÍDEO PR MICHELSON BORGES(link externo)
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/pv/21
O povo de Israel muitas vezes entendia a adoração como atos rituais de sacrifício, do mesmo modo como seus vizinhos pagãos compreendiam. Mas Deus queria que Seus filhos compreendessem a essência da verdadeira adoração. É por isso que Jesus repetiu as palavras do profeta Oséias (Os 6:6): “Ide, porém, e aprendei o que significa: Misericórdia quero e não holocaustos; pois não vim chamar justos, e sim pecadores [ao arrependimento]” (Mt 9:13).
Provérbios 21 nos adverte duas vezes para que não tenhamos más intenções ao nos achegarmos a Deus para a adoração (versos 3 e 27). Provérbios 21:27 afirma claramente: “O sacrifício dos ímpios é abominação; Quanto mais oferecendo-o com intenção maligna!” (ARA). O ímpio sacrifica para obter o favor divino, para encobrir irregularidades que pretende continuar fazendo ou, pior ainda, cheio de hipocrisia.
É por isso que Provérbios 21:3 aconselha aos que desejam ser fiéis a Deus: “Fazer o que é justo e certo é mais aceitável ao SENHOR do que oferecer sacrifícios” (Prov. 21:3 NVI). Quantas vezes nós adoramos a Deus com motivos errados e até mesmo sem nenhuma intenção de mudança?
“Querido Senhor, ajuda- me a entrar em Tua presença para Te adorar com um coração grato pelo que tens feito por mim. Que meus motivos sejam puros, baseados em minha necessidade de Ti. E quando eu deixar a Tua presença, vou precisar do Espírito Santo para me manter perto de Ti. Amém.”
Oleg Kostyuk
Hope Channel – EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=895 e https://reavivadosporsuapalavra.org/2017/04/20/
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli
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681 palavras
1 O coração do rei. Para que todas as coisas cooperem para o bem, é necessário que Deus direcione o coração dos monarcas a caminhos que eles não seguiriam de outra maneira. … Esse direcionamento do coração não interfere na liberdade do ser humano em escolher se seguirá ou não o caminho da salvação. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 1147, 1148.
5 Os planos do diligente. Os planos da pessoa diligente podem torná-la próspera, graças ao esforço realizado, enquanto o trabalhador apressado e negligente tem toda a chance de falhar, mesmo se seus planos forem bons. A “pressa”também pode se referir à vontade de ficar rico rapidamente (ver Pv 28:20). CBASD, vol. 3, p. 1148.
6 Vaidade. Aqueles que desejam fama e fortuna usando de mentiras são um mero fôlego que logo passará. CBASD, vol. 3, p. 1148.
9 Eirado. Na Palestina antiga, o homem poderia viver em relativo conforto no telhado plano de sua casa durante a maior parte do ano (ver 1Sm 9:25, 26). Salomão argumenta que é melhor ficar exposto ao vento e à chuva do que à língua briguenta e irritante da mulher rixosa (ver Pv 19:13; 27:15). CBASD, vol. 3, p. 1148. [NC: Esta observação também é certamente válida com relação ao homem rixoso.]
10 Recebe dele compaixão. Para a pessoa de desejos maus, nada parece mais importante do que realizar seus projetos perversos. O vício torna o ser humano egoísta e endurecido de coração, não só com o próximo, mas também com a própria família (ver Is 26:10)”. CBASD, vol. 3, p. 1148.
12 O Justo. Ou, “o justo”, com minúscula. … Não se sabe … qual seria a tradução correta da passagem. … A LXX traduz: “O justo entende o coração do injusto e o despreza por sua perversidade”. CBASD, vol. 3, p. 1148.
13 Tapa o ouvido. O comportamento insensível pode trazer retribuição nesta vida e, com certeza, será lembrado no juízo vindouro (ver Pv 14:21; Mt 18:23-25; 25:41-46; Lc 6:38; Tg 2:13). CBASD, vol. 3, p. 1148.
16 Dos mortos. Negligenciar o entendimento e rejeitar o temor do Senhor é o mesmo que garantir para si um lugar eterno com os mortos (Ml 4:1; Ap 20:9). CBASD, vol. 3, p. 1148.
17 Ama os prazeres. Os prazeres, nesta passagem, são ligados ao vinho e ao óleo. Festas e bebedeiras são exemplo da prodigalidade que causa miséria. CBASD, vol. 3, p. 1148.
18 Resgate. Do heb. kofer. Neste caso, não deve ser interpretado no sentido religioso. Não há nada no restante das Escrituras para apoiar a ideia de que a salvação dos justos dependa, de alguma forma, dos ímpios. A segunda parte do versículo, ao ser comparada com uma passagem parecida (Pv 11:8) sugere que o problema do qual o justo é salvo cai sobre aquele que recusa o caminho da salvação. CBASD, vol. 3, p. 1148, 1149.
21 Justiça. A referência não é a quem busca justiça e misericórdia de Deus, mas a quem se comporta com retidão e misericórdia em relação aos outros. CBASD, vol. 3, p. 1149.
24 Indignação e arrogância. Os críticos das coisas santas em geral se encontram tão cheios de orgulho nas próprias habilidades que não veem limites para os ataques céticos que estão dispostos a fazer (ver 2Pe 3:3-7). CBASD, vol. 3, p. 1149.
27 Intenção maligna. Todo sacrifício oferecido por um pecador que não se arrependeu é inaceitável (ver com. de Pv 15:8). É mais ainda, quando apresentado com algum tipo de intenção maligna, como subornar o Senhor para que negligencie o pecado ou então para ter aparência de piedade, para enganar os outros. Contudo, há muitos que dão para a igreja ou para a caridade parte do lucro de seus negócios irregulares com a ilusória ideia de que acertaram as coisas com Deus (ver CBV, 340). CBASD, vol. 3, p. 1149.
29 Considera o seu caminho. A pessoa atrevida e sem princípios defende uma posição sem e preocupar com o certo ou errado, e depois é teimosa demais para mudar. CBASD, vol. 3, p. 1149.
30 Contra o SENHOR. Os seres criados não tem sabedoria nem entendimento que possa se comparar ao Senhor, nem conseguem superar seus conselhos (At 4:25-30). CBASD, vol. 3, p. 1149.
31 Vitória. O cavalo é um símbolo de poder militar. No entanto, por mais bem preparados que os seres humanos estejam para a guerra ou para qualquer outra grande iniciativa, a vitória ou o sucesso provêm do Senhor (ver Sl 20:7; 33:17; 1Co 15:57). CBASD, vol. 3, p. 1149.
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“Melhor é morar numa terra deserta do que com a mulher rixosa e iracunda” (v.19).
Toda mulher passa por um ciclo mensal que abala a sua estrutura emocional, que pode ser em maior ou menor grau. A tensão pré-menstrual, a famosa TPM, é provocada por uma série de mudanças hormonais, que podem influenciar, e muito, o estado de humor da mulher. Portanto, este é um período crítico, mas provisório e deve ser encarado com paciência por parte do cônjuge, assim como a mulher também deve compreender os momentos em que o homem precisa se “esconder” na “terra do nada”. E a partir desta introdução, me permitam destacar dois versos do capítulo de hoje: o 9 e o 19.
Não obstante existam casos de TPM mais severas, o que pode ser tratado e amenizado com o devido uso dos oito remédios naturais e acompanhamento médico, a Bíblia não fala da mulher com tensão pré-menstrual, mas da mulher com tensão pré, pós e sempre. Uma casa com uma mulher rixosa torna-se o último lugar para o qual o marido deseja voltar após um dia de trabalho. A palavra “rixosa” significa “aquela que gosta de provocar brigas; briguenta”. Tudo se torna motivo para reclamações e discórdias. Ela não é uma mulher agradável e não zela para que a sua casa seja um lugar de paz. Ou seja, um ambiente com uma mulher dessas torna-se inabitável e insuportável. Ela é um completo contraste com a mulher sábia (Pv.14:1) e virtuosa (Pv.31:10-31).
Já a pessoa “iracunda” é aquela que se irrita com facilidade, que tem um gênio difícil, que guarda rancor. E a Palavra nos diz que é melhor morar em um deserto do que com uma mulher assim. Ora, no deserto não tem água, não tem comida, o calor castiga de dia e o frio à noite, há feras e animais peçonhentos, e ainda assim é melhor morar em um lugar desses a ter de dividir o mesmo teto com alguém de natureza briguenta e geniosa. Meus amados, com toda a convicção que tenho na santa Palavra do Senhor, nós não fomos chamados para viver esta terrível situação. E se por um acaso a estamos vivendo, dada a situação da crise atual que tem causado grande estresse, precisamos urgentemente clamar pelo auxílio divino.
Daí você pode estar se perguntando: Mas porque a Bíblia se referiu apenas às mulheres? Não existem também homens rixosos e iracundos? Sim, existem. Mas quem o Senhor dotou da habilidade de cuidar do ambiente do lar foi a mulher. Pode perceber que o estado de espírito da mulher será o estado de espírito de toda a casa. Se a mulher está bem ela promove bem-estar a toda a família. Se por algum motivo ela está mal, da mesma forma todos irão sofrer. A mulher é o equilíbrio emocional do lar. Quando a Bíblia diz que “a mulher sábia edifica a sua casa”, está afirmando que em suas mãos pesa a responsabilidade de fazer do seu lar um lugar aprazível e feliz. E não encare isso como um discurso machista e ultrapassado, mas como um conselho do Criador que conhece o nosso potencial.
Os maridos também carregam sobre si uma tremenda responsabilidade. Se preciso for, devem dar a própria vida em favor de suas esposas (Ef.5:25). Há, portanto, um dever mútuo que envolve amor e respeito (Ef.5:33). Assim sendo, que marido não daria a sua vida por uma mulher sábia? Ou que mulher sábia não teria prazer de respeitar o seu marido que a ama mais do que a própria vida? Mas o real desafio está em cada um cumprir com o propósito que lhe foi confiado por Deus, fazendo tudo “de todo o coração, como para o Senhor e não para homens” (Cl.3:23): eis o segredo para tornar o lar um pedacinho do Céu. Ainda que o seu marido não seja merecedor do seu respeito, respeite-o, pois assim Deus é honrado. Se a tua mulher não tem sido digna do teu amor, ame-a, pois assim faz quem ama o Senhor. Este foi o grande desafio que Jesus nos deixou e que por Seu exemplo nos ensinou.
Portanto, procuremos fazer a nossa parte e confiemos que “a vitória vem do Senhor” (v.31). Vigiemos e oremos!
Bom dia, mulheres sábias e homens amorosos!
* Oremos hoje em especial pelas famílias.
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Provérbios21 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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PROVÉRBIOS 21 – Pegar atalhos na vida não é sábio. Cair nas armadilhas do diabo não é característica de quem busca a sabedoria divina. Buscar satisfação no pecado é coisa de gente desprovida da direção de Deus!
Nossos atos são moldados por nossas motivações, embora nem sempre ambos se harmonizem. Contudo, Deus conhece o que realmente está por trás de cada um de nossas atitudes:
1. “Nós avaliamos nossos atos pelas aparências; mas o Eterno analisa nossos motivos” (v. 2).
2. “Motivos confusos transformam a vida num emaranhado; os motivos puros levam você pelo caminho direito” (v. 8).
Aqueles que querem ter boa liderança realizarão seus sonhos, se permitirem ser regidos por Deus e Seus princípios de sabedoria. Tal motivação nobre deve aproximar-nos do Senhor para que a realização seja possível (v. 1).
A pureza de coração perante Deus resulta em procedimentos corretos para com as pessoas, tal pureza vale mais que qualquer ritual religioso – por mais nobre que seja! Portanto, qual então é a motivação de um religioso que não procede com equidade em seus relacionamentos? (v. 3).
Arrogância, orgulho, afobação, estresse, perversidade, infidelidade, imoralidade, inveja, ciúmes, raiva, ódio, etc. tudo isso motiva ações que fará aquele que o possui receber “apenas ilusão e a sua promoção – será a morte!” (vs. 4-7).
Na sequência, os provérbios tratam de diversos temas:
1. Reclamação, resmungar de tudo é ingratidão (v. 9);
2. Confusão, promovida por pessoas desprovidas de amor (v. 10);
3. Incapacidade de aprender, a justiça divina aos perversos ensina ao fiel (vs. 11-12, 15);
4. Desprezo ao pobre nos levará ao desprezo de Deus (v. 13);
5. Formas e resultados no presentear pessoas irritadas (v. 14);
6. Resultados de quem se desvia do caminho correto:
a) Morte (v. 16);
b) Insatisfação (v. 17);
c) Punição/retribuição (v. 18);
d) Irritação (v. 19);
e) Destruição (v. 20);
f) Descontrole emocional (v. 24).
g) Fome (v. 25);
h) Ambição/mesquinharia (v. 26);
i) Hipocrisia (v. 27);
j) Desrespeito (vs. 28-29);
k) Derrotas (v. 30).
7. Resultados de quem procura a justiça divina:
a) Vida abundante (v. 21);
b) Sucesso (v. 22);
c) Utilidade/importância (v. 23).
Portanto, “faça sempre o melhor, prepare-se para o pior – então, confie no Eterno e você alcançará a vitória” (v. 31). Com Deus avançaremos! – Heber Toth Armí.