Reavivados por Sua Palavra


PROVÉRBIOS 29 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
30 de julho de 2020, 0:50
Filed under: Sem categoria

1. … A longanimidade de Deus dá aos pecadores um período de graça para se arrependerem de suas maldades. Se continuarem a endurecer a mente e rejeitar o jugo “suave” de Cristo (Mt 11:30), enquanto a misericórdia divina os protege das consequências de seus pecados, a calamidade e a destruição parecerão vir de repente (ver Pv 6:15; 15:10; Jr 19:15; Hb 10:26-30).

2. Quando as pessoas de bem têm a chance de ficar em destaque, todos desfrutam liberdade, sem impedimentos. Isso ocorre em grau ainda maior quando os justos estão no controle (ver Pv 11:10; 28:12, 28).

5. É difícil resistir à bajulação, em especial quando ela vem de alguém próximo (…) muitas pessoas tomam decisões insensatas sob a influência da adulação habilidosa (Pv 26:28; 28:23; Pj, 161, 162).

7. … O justo defende a causa do pobre nos tribunais (ver Jó 29:12, 16), mas o perverso não se importa com quem está certo ou errado no caso.

11. … O sábio espera o temperamento acalmar para só depois apresentar, com calma, seu argumento.

12. O governante que se permite enganar ao favorecer quem tenta agradá-lo com mentiras logo só terá mentirosos o servindo.

14. Para sempre. Caso se refira ao Deus eterno, à nova terra, aos anjos não caídos ou aos redimidos, pode muito bem significar “sem fim”, mas a duração é limitada quando se alude ao ser humano mortal.

15. … A negligência ou o excesso [da vara e da disciplina] de seu uso levam ao fracasso (ver Pv 10:13; 13:24; 23:13).

16. Quando os perversos prosperam, naturalmente relaxam o tom moral de toda a comunidade, mas eles não permanecerão para sempre. Os justos que oram pela restrição da maldade verão a resposta a suas preces (ver Pv 10:13; 13:24; 23:13).

17. O filho disciplinado adequadamente não trará aos pais as ansiedades intermináveis que o filho mimado causa. Em vez disso, proporciona alegria e profunda satisfação, quando eles o veem fazer sozinho as escolhas certas.

18. Lei. Neste caso, a lei compreende toda a vontade revelada de Deus. Em vez da anarquia e da miséria resultantes de todas as ocasiões em que o ser humano faz o que é certo aos próprios olhos (Jz 17:6), há prosperidade e alegria quando a vontade do Senhor é seguida.

21. O escravo. A escravidão doméstica era diferente da escravidão em geral. Às vezes, desenvolviam-se afeição e confiança entre o senhor e o escravo (ver Gn 15:2; Êx 21:5, 6). O servo podia até se transformar em herdeiro. Outro ponto de vista do provérbio é uma advertência contra o favorecimento do servo indigno, que podia envenenar a mente do senhor contra seus próprios filhos. No fim, ele podia conquistar tanta influência sobre o senhor, a ponto de persuadi-lo a deserdar os filhos e deixar a propriedade da família em suas cobiçosas mãos (ver Pv 17:2).

24 Aborrece. O indivíduo que se encontra na companhia de um ladrão corre o risco de ser preso como cúmplice do crime e de perder a vida. Depois de jurar solenemente e revelar o que sabe, o ocultamento da verdade o torna culpado de perjúrio (ver Lv 5:1; Jz 17:2).

25. Teme ao homem. A pessoa que tem tanto medo dos seres humanos a ponto de negligenciar seu dever ou de fazer o que sabe ser errado está colocando em risco a própria salvação. Aquele, porém, que teme ao Senhor está “seguro”, literalmente, “elevado”, portanto, protegido de todos os ataques do inimigo (ver Pv 18:10; Is 51:12; Mt 10:28; Mc 8:38).

27. A antipatia mútua entre o bem e o mal, da qual falou o sábio, se estende a quem pratica maus atos. A pessoa de bem acha impossível permanecer num relacionamento pessoal e íntimo com os perversos, pois seus objetivos, preocupações e padrões são bem diferentes. A menos que rebaixe seus padrões, não conseguirá se sentir confortável na presença deles. O contrário também é verdade (ver Is 53:3; Jo 15:19). A menos que o perverso esteja disposto a deixar o caráter dos justos influenciar sua conduta, ele ficará enfastiado na presença deles. A “abominação” que o justo sente deve ser o ódio à maldade do perverso (ver Sl 139:19-21).

 

Fonte: Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 1182-1185.


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