Reavivados por Sua Palavra


JÓ 8 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
30 de dezembro de 2019, 0:30
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“O teu primeiro estado, na verdade, terá sido pequeno, mas o seu último crescerá sobremaneira” (v.7).

Acusado injustamente por Elifaz, Jó externou o seu sofrimento e expôs diante de Deus a sua queixa. Não bastasse todo o mal que o afligia, teve de suportar mais palavras de acusação. Além de reprovar a réplica de Jó, Bildade insinuou que a morte dos filhos de Jó foi consequência de seus próprios pecados e colocou em dúvida a sua pureza e retidão. O estado de Jó era visto como um castigo, já que a prosperidade e o sucesso eram intimamente relacionados a uma vida de integridade diante de Deus. No verso sete, contudo, mesmo sem saber, Bildade profetizou a sorte final de Jó.

Podemos dizer que os amigos de Jó eram adeptos da teologia da prosperidade. Eles não podiam conceber a ideia de que o íntegro passasse por tanto sofrimento não fosse pela culpa de algum pecado. Foi por contemplar a prosperidade dos ímpios que o salmista Asafe quase endureceu o coração. O contraste entre as dificuldades de Israel e a tranquilidade dos pagãos despertou-lhe a inveja que o destruiria, não fosse a misericórdia de Deus em lhe revelar o resultado final: “até que entrei no santuário de Deus e atinei com o fim deles” (Sl.73:17).

Bildade foi insensato ao questionar a integridade de seu amigo enfermo. Na verdade, ele e seus amigos, e até o próprio Jó, desconheciam sobre a batalha espiritual que cerca cada ser humano. Uma vida próspera e tranquila pode se tornar em laço pior do que uma vida atribulada. Aquele que sonda os corações sabe exatamente o que dar e o que tirar da vida daqueles que O temem e O buscam. Portanto, os “nossos dias sobre a terra” (v.9) não podem ser medidos pelo que possuímos e sim pelo que somos.

A essência de Jó foi ignorada pelos olhos que só enxergam a aparência, mas foi nAquele que vê o coração, que ele depôs as suas feridas. Sabem, amados, nós julgamos e somos julgados com muita facilidade. Nossas orações são repletas de formalismos enquanto nosso coração implode pela necessidade de ser revelado. O pecado trouxe sobre este mundo a maldição da injustiça, mas nós precisamos aprender a viver cada dia pela fé, confiantes na justiça divina, e andar na presença do Senhor com sinceridade.

Não houve e nem haverá neste mundo injustiça maior do que aquela que pendurou o nosso Salvador numa cruz. A Sua vida de humilde serviço e amor abnegado era um contraste com a próspera condição dos líderes religiosos. E acusado pelos pecados que nunca cometeu, foi condenado, crucificado e morto. Mas Jesus não Se importava com a prosperidade passageira. Olhando para o futuro, não via a hora de alegrar-Se com “o fruto do penoso trabalho de Sua alma” (Is.53:11).

Assim como a tristeza de Jó tornou-se em triunfo, uma gloriosa vitória final nos foi garantida na cruz. Que independente de nossa condição aqui nesta Terra e do que julgam a nosso respeito, olhemos “firmemente para o Autor e Consumador da fé, Jesus, O qual, em troca da alegria que Lhe estava proposta, suportou a cruz, não fazendo caso da ignomínia, e está assentado à destra do trono de Deus” (Hb.12:2). Vigiemos e oremos!

Bom dia, servos de Deus!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Jó8 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



JÓ 8 – COMENTÁRIO PR. RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
30 de dezembro de 2019, 0:10
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JÓ 8 – Comentários selecionados by Jeferson Quimelli
30 de dezembro de 2019, 0:05
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1011 palavras

Bildade agora entra no debate. Está horrorizado com a aparente blasfêmia de Jó. Bildade é tradicionalista por excelência, e exorta Jó a curvar-se perante à sabedoria da tradição. Repreende Jó pelas suas palavras intempestuosas (2), defende a absoluta justiça de Deus (3), e lança a acusação aos filhos de Jó que cometeram pecado (4) (Bíblia Shedd).

Bildade ficou contrariado porque Jó ainda reclamava ser inocente enquanto questionava a justiça de Deus. […] O argumento de Bildade era: Deus não pode ser injusto e Deus não puniria um justo; portanto, Jó deve ser injusto. Bildade sentia que sua teoria não possuía exceção. Como Elifaz, Bildade supôs erradamente que as pessoas sofrem somente como resultado de seus pecados. Bildade foi ainda menos sensível e compassivo, dizendo que os filhos de Jó haviam morrido por causa da maldade deles (Life Application Bible Study).

Essa resposta apresenta Bildade como um homem brutal e sem sentimentos. […] Sua mensagem a Jó é direta. Ele e sua família receberam o que mereciam. Se ao menos agora ele [Jó] se arrependesse dos atos desavergonhados que trouxeram essa desgraça, ele poderia ser restaurado a uma prosperidade e felicidade ainda maiores das que tinha desfrutado antes (Bíblia de Genebra).

1 suíta. Membro da tribo de Sua, descendente de Abraão e Quetura, aparentado aos midianitas (Gn 25.2; 1Cr 1.32), e habitante do deserto do norte da Arábia (Bíblia Shedd).

2 até quando? V. 18.2. Em contraposição com Elifaz, mais velho, Bildade é impaciente (Bíblia de Estudo NVI Vida).

qual vento impetuoso. Uma acusação fortíssima, diferente do tom de Elifaz, que tentara uma abordagem suave no princípio (4.2) (Bíblia de Genebra).

4 teus filhos. A mais severa das perdas de Jó foi a de seus filhos. Bildade dirigiu um impiedoso ataque a Jó ao inferir que seus filhos morreram porque eram pecadores (CBASD, vol. 3, p. 581).

6 se fores puro e reto. Na mente de Bildade, Deus teria misericórdia apenas quando os seres humanos a merecessem. Mas a misericórdia, na verdade, jamais pode ser merecida. Se for merecida, então já seria justiça (Bíblia de Genebra).

A pressuposição é sempre a de que Jó é um injusto, necessitado de ensinos (Bíblia Shedd).

8 pergunta agora às gerações passadas. Elifaz tinha apelado para a revelação como sua autoridade, embora essa revelação fosse um tanto enigmática (4.12-17). Bildade, porém, apelou para as tradições humanas (Bíblia de Genebra).

Elifaz recorrera a uma revelação do mundo dos espíritos (v. 4.12-21), ao passo que Bildade recorre à sabedoria acumulada da tradição (Bíblia de Estudo NVI Vida).

10 não te ensinarão os pais? Bildade obviamente considerava Jó um aluno rebelde, mas esperava que ele desse ouvidos às vozes do passado (CBASD, vol. 3, p. 581).

11 junco. O junco consome grandes quantidades de água (CBASD, vol. 3, p. 581).

12 secam. Essas plantas não tem capacidade de autossustentação. Dependem da umidade para se sustentar. Se faltar água, murcham e morrem (CBASD, vol. 3, p. 581).

13 todos quantos se esquecem de Deus. Este verso contém a aplicação da parábola. Quando o poder sustentador de Deus é retirado de uma pessoa, ela perece como o outrora luxuriante junco d’água. A figura ilustra o juízo que Bildade pensa estar caindo sobre o homem que outrora fora justo e, portanto, próspero, mas que depois se afastou de Deus. Jó não deixaria de compreender a aplicação (CBASD, vol. 3, p. 581).

ímpio. Como é óbvio, Bildade considerava Jó um caso típico de impiedade (Bíblia de Genebra).

15 agarrar-se a ela. A figura é a de uma aranha que está tentando se suster agarrando-se à sua casa. A “casa” de Jó lhe havia sido tirada. Sua esperança fora cortada. Assim, Bildade parece classificar Jó como um ímpio (CBASD, vol. 3, p. 582).

Bildade assumiu erradamente que Jó estava confiando em algo que não Deus para sua segurança, então ele destacou que tal apoio iria quebrar. […] Uma das necessidades básicas do homem é segurança e as pessoas farão quase qualquer coisa para se sentirem seguras. Eventualmente, contudo, nosso dinheiro, nossos bens, conhecimento e relacionamentos falharão ou irão embora. Somente Deus pode dar segurança duradoura. No que você tem confiado para sua segurança? Quão duradoura ela é? Se você tem um fundamento seguro em Deus, sentimentos de insegurança não abalarão você (Life Application Bible Study).

16 viçoso. Uma nova ilustração, a de uma luxuriante trepadeira cheia de seiva e vitalidade, que de repente é destruída e esquecida (CBASD, vol. 3, p. 582).

18 o arranca. É insinuado que Jó seria a planta arrancada (Bíblia Shedd).

19 brotarão outros. Ninguém lamenta a morte da planta nem sente falta dela. Outras plantas lhe tomam o lugar (CBASD, vol. 3, p. 582).

20-22 Nestes versículos Bildade faz sua recapitulação. O ponto principal do discurso acha-se no v. 20. Notamos, todavia, que Bildade não possuía a simpatia pela qual Jó ansiava. A conclusão de que a família de Jó morrera vítima de algum castigo divino, em razão de sua iniquidade, era como uma espada a transpassar um coração já exausto de dor e de angústia (Bíblia Shedd).

20 Deus não rejeita ao íntegro. Este versículo contém o coração da teologia de Bildade sobre o sofrimento. Não estava errada como sabedoria corrente. O Sl 1.6 ensina que o Senhor cuida do caminho dos justos, que o caminho dos ímpios perecerá. O erro de Bildade consistia em supor que Jó, por estar sofrendo, forçosamente era um ímpio (Bíblia de Genebra).

21 Ele te encherá a boca. Bildade não acha que o caso de Jó seja sem esperança. Como Elifaz, ele prediz que a calamidade de Jó será revertida e que sobrevirão juízos aos inimigos dele. Os amigos parecem ter certo graus de confiança na integridade básica de Jó, embora estejam convencidos de que ele cometeu algum grande pecado que trouxe a calamidade (CBASD, vol. 3, p. 582).

Uma comparação do primeiro discurso de Elifaz com o de Bildade revela que ambos têm uma introdução censuradora e um encerramento conciliatório. Ambos exortaram Jó a ir a Deus arrependido, em busca de ajuda e apresentaram a promessa de salvação. Elifaz reforçou seu argumento com uma suposta revelação divina, enquanto que Bildade procurou alcançar o mesmo resultado, apelando para os antigos mestres da sabedoria (CBASD, vol. 3, p. 582).

22 aborrecedores. Bildade, depois de falar aquilo que tinha em mente, procura demonstrar que ele não se inclui entre os inimigos de Jó (Bíblia Shedd).



JÓ 7 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
29 de dezembro de 2019, 6:27
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“Por isso, não reprimirei a boca, falarei na angústia do meu espírito, queixar-me-ei na amargura da minha alma” (v.11).

O registro de hoje é praticamente uma discussão com Deus. Jó contendeu com Quem ele, ousadamente, chamou de “Espreitador dos homens” (v.20). Em suas palavras percebemos o seu real anseio: a morte. Jó havia perdido as esperanças. Sua situação descrita por ele mesmo no verso cinco, praticamente nos transporta ao cenário deplorável de sua dor. Todo o corpo de Jó tornou-se em uma só ferida, aberta e em estado de putrefação. Sem dúvida, vê-lo assim era uma situação desagradável e constrangedora.

Diante de tanto sofrimento, Jó não reprimiu seus sentimentos, e expressou toda a sua angústia diante dAquele que tudo vê. Ele reduziu a condição do homem a nada e referiu-se a si mesmo como “um alvo” (v.20) da ira divina. Oh, se Jó pudesse rasgar os céus e enxergar o olhar compassivo do Senhor sobre ele! As chagas de seu corpo não eram maiores ou piores do que as que o Seu Redentor receberia, como opróbrio que não Lhe pertencia. Em seu profundo desespero, Jó abriu o seu coração ao Senhor. Por mais que suas palavras expressassem grande amargura, ele percebeu, diante da incompreensão de seus amigos, que só poderia compartilhar a sua dor com Deus. Jó precisava de apoio emocional, e foi buscá-lo na Fonte.

É muito fácil estar por fora de uma situação e julgá-la conforme nossa própria ótica. Hoje conhecemos a história da vida de Jó desde o início até o seu fim. Mas o próprio Jó teve que conviver muito tempo com uma situação miserável, sem fazer ideia do porquê estava passando por tudo aquilo e sentindo-se completamente impotente. Ele desconhecia o fato de ser um palco ambulante do conflito entre o bem e o mal. O adversário não perderia a oportunidade de mostrar ao Universo que Deus estava errado com relação a Jó, por isso o maltratou severamente.

Nos momentos de angústia e de dor, lembre-se: “Eis que os olhos do Senhor estão sobre os que O temem, sobre os que esperam na Sua misericórdia” (Sl.33:18). Jó podia não enxergar naquele momento, mas a sua “tortura” (v.15) seria convertida em completa alegria. O homem temente a Deus estava sob o olhar do Senhor do Universo, e Ele não deixaria sem resposta a sua queixa. Deus o conservava com vida porque Jó conservava o seu coração pela fé. Como está escrito: “o justo viverá pela sua fé” (Hq.2:4). Com a mesma sinceridade que Jó serviu a Deus nos bons momentos, ele clamou a Deus nos momentos difíceis. Aceitemos, hoje, o terno convite de Jesus: “Vinde a Mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e Eu vos aliviarei” (Mt.11:28). Vigiemos e oremos!

Feliz semana, tementes a Deus!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Jó7 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



JÓ 7 by Jeferson Quimelli
29 de dezembro de 2019, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/job/7

Parece que não há esperança de recuperação para Jó (v. 6). Sua vida é apenas um sopro que se vai, seus olhos talvez nunca mais vejam o bem novamente (v. 7). Ele afirma que a pessoa que morre não assumirá novamente a sua vida (v. 8). Esta pessoa nunca mais retornará à sua casa (v. 9, 10). Jó se recusa a se calar e insiste em falar de sua angústia e amargura (v. 11).

Mas Jó sabe que o coração de Deus está sobre ele: “Que é o homem para que tanto o estimes, e ponhas nele o Teu cuidado…? (v. 17 ARA).

A ideia de que “a cada manhã o visites… o ponhas à prova” (v. 18 ARA) não está no texto original. O autor de Jó está dizendo aqui que Deus não deixa o homem sozinho, mesmo quando parece haver nenhuma resposta para o sofrimento. Deus está perto de Jó, apesar de ele ter que enfrentar Satanás: “Nunca desviarás de mim o Teu olhar misericordioso? Jamais me abandonarás, nem por um instante?” (v. 19, KJA, cf. tb NVI).

Querido Deus,
sabemos que tudo o que sofremos acontece como consequência das ações de Satanás. Nós oramos que, aconteça o que acontecer, permaneçamos sempre conTigo e sintamos Sua presença sempre conosco. Amém.

Koot van Wyk
Kyungpook National University
Sangju, Coreia do Sul

Texto mundial: https://www.revivalandreformation.org/?id=688
Equipe de tradução: Pr. Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli



10 DIAS DE ORAÇÃO – Edição mundial – Dia 2 — O TESTEMUNHO DO ESPÍRITO SANTO by Jeferson Quimelli
29 de dezembro de 2019, 0:57
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10 DIAS DE ORAÇÃO – http://www.tendaysofprayer.org

Buscando o Espírito de Deus

Dia 2—O TESTEMUNHO DO Espírito Santo

“Quando, então, Ele vier, convencerá o mundo do seu pecado, da justiça e do juízo” (João 16:8, KJA).

 

Testemunho

“O Espírito Santo é uma pessoa, pois dá testemunho com o nosso espírito de que somos filhos de Deus. Uma vez dado esse testemunho, traz consigo mesmo sua própria evidência. Em tais ocasiões acreditamos e estamos certos de que somos filhos de Deus” (Ellen White, Evangelismo, p. 616).

O Espírito Santo trabalha em nossas vidas em três fases (João 16:8-11). Primeiro, Ele nos convence do nosso pecado para nos levar a Jesus. Segundo, Ele nos convence da justiça de Cristo, que é suficiente para nos salvar. Terceiro, Ele expulsa Satanás e o pecado de nossas vidas (João 16:11).

Meus pais criaram seus seis filhos (eu sou o número cinco) para acreditar em Deus e na Bíblia. Aprendemos que havia um paraíso para vencer e um inferno para evitar. No entanto, nós não buscamos, à época, um relacionamento com Deus ou de confiança nEle. Meu tio Harold, irmão de minha mãe, casou-se com uma Adventista do Sétimo Dia. Um dia, meu tio anunciou à sua nova esposa que lhe provaria pela Bíblia que ela não precisava guardar o Shabbat (Sábado). Depois de muito estudo, no entanto, ele percebeu que o verdadeiro Shabbat da Bíblia era de fato o Sábado. Logo Harold foi batizado e se tornou Adventista do Sétimo Dia.

No devido tempo, Harold compartilhou sua fé com nossa família e, por mais que eu tentasse, não conseguia encontrar uma maneira de refutar o ensino bíblico do Sábado. Eu não queria guardar o Sábado. Era uma interrupção nos meus planos. Com o tempo, a convicção do Espírito Santo de que eu era um pecador destinado à destruição se aprofundou em minha mente e coração. Eu sabia que não estava seguindo a Deus e sabia que não seria salvo. Naquela época, chegou uma carta do tio Harold, e ele descreveu como seria o céu usando a Bíblia como sua autoridade. Ao ouvir sua descrição do céu, senti um forte desejo de dar minha vida a Deus. Então ouvi a voz de Deus em meu coração tão claramente como se alguém estivesse sentado ao meu lado. “Ou você Me entrega sua vida agora ou nunca o fará.” Imediatamente senti um grande medo. Eu estava trocando o céu pelas coisas desta terra. Levantei-me da minha cadeira, fui para o meu quarto e fechei a porta atrás de mim. Ajoelhei-me na minha cama e orei pela primeira vez do fundo do meu coração. Esforcei-me para saber exatamente o que dizer, mas acabei orando: “Querido Jesus, quero ser o que queres que eu seja. Quero fazer o que queres que eu faça e quero ir aonde queres que eu vá.

No instante em que orei, senti uma mudança varrer meu corpo. Minha antiga raiva e amargura foram liberadas, e o amor, a paz e a alegria de Deus encheram meu coração. Eu sabia que Deus tinha ouvido minha oração e sabia o que deveria fazer. Levantei-me dos meus joelhos e fui contar as boas novas a minha mãe – que agora eu viveria para Jesus e começaria a guardar o Sábado. Lágrimas de alegria caíram em suas bochechas. Em poucos dias, comecei a cortar todos os vínculos pecaminosos que me ligavam ao mundo. Algumas pessoas não entenderam minha decisão, e o caminho a seguir ainda não estava completamente claro, mas minha consciência estava limpa e a alegria encheu meu coração! Mais tarde, estudei com o pastor Adventista local e comecei a entender muito mais sobre a vontade de Deus para minha vida. Por fim, fui batizado e me tornei membro da Igreja Adventista do Sétimo Dia. Foi a melhor decisão que já tomei!

 

Textos da Bíblia para orar

Uma vez Paulo perguntou a 12 homens de Éfeso: “Vocês receberam o Espírito Santo quando creram?” (Atos 19:2, NVI). Como você responderia?

Os homens efésios disseram: “Não, nem sequer ouvimos que existe o Espírito Santo”.’

O que diz a Bíblia sobre Ele?

  • João 16:8-11 – A obra do Espírito Santo é convencer-nos de nossos pecados e nos levar a Jesus.
  • Romanos 3:10, 23 – Não há ninguém que seja justo, pois todos pecaram e carecem da glória de Deus.
  • Romanos 6:23 – O salário do pecado é a morte, mas o dom de Deus é a vida eterna por meio de Cristo Jesus.
  • João 3:16 – Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna.
  • Efésios 2:8, 9 – Somos salvos pela graça através da fé, não por nosso próprio mérito. Somos salvos pelo dom de Deus, não por nossas próprias obras.
  • 1 João 5:11-13 – Se aceitamos a Jesus pela fé, sabemos que temos a vida eterna.
  • Romanos 8:16 – O próprio Espírito testifica, e sabemos que somos filhos e filhas de Deus.

A cada dia, quando nos voltamos para Jesus e oramos, recebemos Seu perdão e graça. Assim como os filhos de Israel saiam diariamente para receber o maná do céu, renovamos diariamente nosso relacionamento com Jesus, o Pão da Vida (João 6:58).

Pela presença do Espírito Santo em nossas vidas, confessamos nossos pecados a Deus, aceitamos a justiça de Jesus em nosso favor e somos capazes de resistir às tentações do diabo (Gálatas 5:16).

 

Orações Sugeridas

  • Querido Pai Celestial, sei que sou pecador. Por favor, perdoa todos os meus pecados como prometeste (1 João 1:9). Obrigado! O Senhor também prometeu me dar a vida eterna se eu aceitar a Jesus como meu Salvador. Hoje eu escolho Jesus. Mal posso esperar pelo retorno de Jesus!
  • Querido Jesus, quero andar sempre na presença do Espírito Santo, a fim de detectar a aproximação do diabo e de seus espíritos malignos. Dá-me a tua força para reconhecer e resistir às tentações deles (Tiago 4:7).
  • Agora estou confiando em Ti, Senhor, para a minha salvação. Que eu tenha alegre e confiante certeza, para que minha vida possa atrair almas perdidas para Ti.
  • Querido Pai, tantas pessoas nas igrejas deste mundo possuem apenas religião. Eles não conhecem a Jesus e Sua graça salvadora. Por favor, envia Teu Espírito Santo para convencê-los de seus pecados e levá-los a Jesus. Faça com que eles se cansem de meras cerimônias. Que eles anseiem pela Tua verdadeira presença em suas vidas.
  • Senhor, oramos pelos que estão em prisões espirituais e mentais para que eles sejam libertados da culpa e de outros cativeiros.
  • Senhor, por favor, levanta estudantes valdenses modernos que estejam dispostos a servi-lo em lugares difíceis.
  • Por favor, levanta corajosos missionários dispostos a trabalhar entre os 746 grupos de pessoas nos 20 países do Oriente Médio.
  • Oramos pelo Movimento 1.000 Missionários na Divisão Norte Asiática do Pacífico e Divisão Sul Asiática do Pacífico. Que esses jovens sejam capacitados para fazer a obra de Deus.
  • Oramos para que 202 milhões de pessoas nas 41 cidades menos atingidas da Divisão Sul Asiática do Pacífico conheçam a Jesus.
  • Oramos pelos jovens que escolhem participar da Missão Calebe ou vivem perigosamente pelo Senhor no projeto Um Ano em Missão (OyiM – One Year in Mission).
  • Também oramos por nossa lista de sete ou mais pessoas [mencione os nomes, se apropriado].
  • Pedidos locais de oração:

 

Hinos Sugeridos

Bendita Segurança (240); Eu Creio (Hino 265); Cristo Salva (Hino 533); Vem Morar em Mim (Hino 596); Cristo, Dá-nos Tua Paz (Hino 496) [*Hinos do Hinário Adventista do Sétimo Dia – HASD].

Em inglês: Lord, I Lift Your Name on High; There’s Just Something About That Name; Is He Worthy; Spirit of the Living God; The Spirit Song.



JÓ 7 – COMENTÁRIO PR. ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
29 de dezembro de 2019, 0:55
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JÓ 7 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
29 de dezembro de 2019, 0:45
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JÓ 7 – Nossa fé em meio ao sofrimento é espetáculo ao Universo (I Coríntios 4:9-13). Jó não foi apenas um dos primeiros grandes espetáculos, mas também grande ícone que serviu (ainda serve) de exemplo de fidelidade a Deus quando tudo conspira para abandoná-lO!

Jó aproveitou bem a vida, mas agora estava moribundo, visualizando e desejando a morte, considerando-se pior que todos. A vida é efêmera, passa rapidamente, é como um sopro ou nuvem que logo se desfaz… Seu sofrimento acabou com a vida.

Para Jó…
• …a vida é dura, comparada à dura escravidão, ou a um trabalhador que só tem míseros salários para receber no fim do mês (vs. 1-3);
• …as noites eram horríveis, pois quando tentava dormir, debatia na cama à noite toda (v. 4); quando dormia, surgiam pesadelos e visões tão horríveis que o aterrorizavam (vs. 13-14);
• …a vida não tinha sentido, pois após ter batalhado para viver correta e honestamente, agora seu corpo estava coberto de vermes e cascas de feridas, sua pele escamosa e dura estava cheia de pus que vazava constantemente (v. 5).Com tal quadro clínico, experimentando “meses de decepção” (7:3, BJ) com “implacável dor” (6:10), Jó declara que não se calaria ainda que os argumentos de seus amigos fossem como mordaça para lhe reprimir as palavras (vs. 6, 11). Baseando-se nessa premissa, Jó grita ao ar querendo a atenção de Deus (vs. 7-12).

Jó desprezou a vida, mas não a Deus – mesmo se sentindo desprezado por Ele (vs. 16-19). É nítida a preferência pela morte estando num estágio avançado de sofrimento (vs. 13-15). Meu destaque, porém, vai à visão de bondade e misericórdia de Deus que Jó preservava mesmo atribuindo a Ele seu sofrimento. Ele apelou ao Senhor que perdoa ao miserável pecador (vs. 20-21).

Quando…
• …tudo conspirar contra nós, podemos ainda contar com Deus. Quem não tem fé e confiança nEle, nestas horas, a quem recorrer?
• …o desespero bate à porta de nossa alma, sem a compreensão da bondade e misericórdia do Salvador, como enfrentar a dor cruel?
• …pessoas queridas nos desprezam e a ciência e a medicina nada podem fazer por nós, a quem recorrer se não for a Deus?

A fé em Deus é essencial em tudo na vida! Revigore-a agora mesmo e viva melhor! – Heber Toth Armí.



JÓ 7 – COMENTÁRIO PR. RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
29 de dezembro de 2019, 0:10
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JÓ 7 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
29 de dezembro de 2019, 0:05
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1041 palavras

penosa a vida. No hebraico, essa terminologia muitas vezes se refere ao serviço militar (Bíblia de Genebra). Literalmente, “guerra”, “serviço militar”. A NTLH diz: “A vida neste mundo é dura como o serviço militar.” […] Jó afirma que é tão natural e apropriado para alguém, em suas circunstâncias, desejar ser libertado pela morte como o é para um soldado desejar que seu tempo de serviço [em guerra] termine (ver Jó 14:14; Is 40:2) (CBASD, vol. 3, p. 577).

me deram por herança meses de desengano. Isso não implica necessariamente que sua doença já estava em progresso havia meses. Ele poderia prever os dias que tinha na frente (CBASD, vol. 3, p. 577).

tal como a nuvem. Jó compara a morte ao desparecimento de uma nuvem no céu à medida que sua umidade se dissipa no ar que a cerca (CBASD, vol. 3, p. 578).

sepultura. Do heb. sheol. (CBASD, vol. 3, p. 578).

jamais tornará a subir. Esta declaração não nega a ressurreição. Seu significado está restrito pela observação feita no verso seguinte.Os mortos não se levantam para voltar a seus antigos lares. mesmo tomadas independentemente, as palavras hebraicas traduzidas como “jamais tornará a subir” não expressam um ato conclusivo, mas, simplesmente, uma ação incompleta. A NVI traduz a frase da seguinte forma: “Quem desce à sepultura não volta” (CBASD, vol. 3, p. 578).

Essa é a linguagem das aparências. Jó não estava desenvolvendo uma doutrina, ele meramente afirmava o que todos observavam. Mais adiante, Jó mostra que acredita na possibilidade da ressurreição (14.12-15) (Bíblia de Genebra).

11 não reprimirei. O sofrimento de Jó é tão intenso que ele se sente justificado em expressar suas queixas livremente (ver Sl 55:2; 77:3; 142:2) (CBASD, vol. 3, p. 578).

…mas note que ele se queixa diante de Deus, não diante do homem (Bíblia de Genebra).

Jó sentiu profunda angústia e amargura e falou honestamente a Deus a respeito de seus sentimentos que mostravam sua frustração. Se expressarmos nossos sentimentos a Deus, poderemos tratar deles sem explodir em palavras e ações duras e agressivas, possivelmente machucando a nós mesmos e a outros. Na próxima vez que emoções fortes ameaçarem tomar conta de você, expresse-as de maneira própria a Deus em oração. Isto ajudará você a conseguir uma perspectiva eterna sobre a situação e dará a você maior habilidade de tratar com ela de forma mais construtiva (Life Application Study Bible Kingsway NIV).

12 Jó parou de falar com Elifaz e se dirigiu diretamente a Deus.Apesar de Jó ter vivido uma vida inculpável, ele estava começando a duvidar do valor de viver desta maneira. Ao fazer isto, ele estava perigosamente perto da assumir que Deus não se importava com ele e que não estava sendo justo. Mais tarde Deus reprovou Jó por esta atitude (36:2). O inimigo sempre explora nossos pensamentos para nos levar a abandonar a Deus. Nosso sofrimento, como o de Jó, pode não ser resultado de nossos pecados, mas devemos ter cuidado para não pecar por causa de nossos sofrimentos (Life Application Study Bible Kingsway NIV).

o mar. Jó indaga: Sou eu como um mar agitado e bravio que precisa ser restringido e limitado? (CBASD, vol. 3, p. 578).

15 minha alma escolheria … antes, a morte. Jó via a morte como saída, mas Satanás não recebera permissão para ir tão longe, nem a morte serviria ao seu propósito (Bíblia de Genebra).

estrangulada. É possível que uma sensação de sufoco tenha acompanhado a aflição de Jó. De qualquer forma, ele considera o estrangulamento mais desejável do que a vida (CBASD, vol. 3, p. 578).

16 deixa-me. Estas são palavras audaciosas para qualquer mortal dirigir a Deus. Jó está nas profundezas do desespero. Ele acha que o Todo-Poderoso o discriminou e pede para ser libertado da interferência divina. Quão diferentemente ele teria se sentido se pudesse saber o que estava por trás dos bastidores e se pudesse ver seu Pai contemplando-o com terna piedade e infalível amor. Deus estava sofrendo com Seu servo, mas Jó não sabia (CBASD, vol. 3, p. 578).

sopro. Ou, “vapor”, uma figura daquilo que é transitório. Jó considera sua vida de pouco valor. Ele era incapaz de apreciar seu tremendo valor aos olhos de Deus (CBASD, vol. 3, p. 579).

17 o que é o homem […]? O salmista usa palavras semelhantes num contexto que exalta o amor e o cuidado de Deus (Sl 8:3-8). Jó, em seu sofrimento, vê o incessante cuidado de Deus de maneira distorcida, interpretando-o como uma omissão importuna. Na verdade, Jó está dizendo a Deus: “Por que incomodas o homem com Tuas provas e aflições? Olha para outro lado. Dá-me tempo para ‘engolir a minha saliva’ ” (Jó 7:19). São palavras impróprias, mas Deus não destrói a Jó por causa de sua audaciosa declaração (CBASD, vol. 3, p. 579).

20 se pequei. O original diz apenas: “Pequei” […] no sentido de […] “admito que pequei” (CBASD, vol. 3, p. 579).

Jó se referiu a Deus como um guardião (orig: watcher, tb vigilante) ou observador da humanidade. […] Sabemos que Deus acompanha (watch) tudo o que acontece conosco. Não devemos nos esquecer que Ele nos vê com compaixão, não meramente com escrutínio crítico. Seus olhos são olhos de amor (Life Application Study Bible Kingsway NIV).

a mim mesmo me seja pesado. Alguns manuscritos hebraicos e a antiga tradução grega dizem: te seja pesado.” (Bíblia de Genebra).

A NVI traduz a frase da seguinte forma: “Acaso tornei-me um fardo para Ti?” A tradição judaica afirma que este era o significado original, mas que foi corrigido pelos escribas porque parecia ímpio (Bíblia de Genebra).

21 não tiras a minha iniquidade. Embora Jó salientasse a integridade (isto é, seu compromisso honesto para com a piedade e a retidão) do passado de sua vida, ele nunca negou ser um pecador (CBASD, vol. 3, p. 579).

O discurso de Jó, registrado nos cap. 6 e 7, mostra certos perigos: (1) O perigo da ênfase demasiada na vaidade da vida. Os seres humanos devem se lembrar de seu grande valor aos olhos de Deus. (2) O perigo da livre expressão das emoções. Quando Jó removeu suas inibições, queixou-se com amargura, fez perguntas com irreverência, acusou com rispidez e rogou com impaciência. (3) A tendência do coração humano, quando cegado pela dor ou agitado pela paixão, de interpretar mal a atuação de Deus. (4) A certeza de que as pessoas boas ainda podem ter dentro delas muito da velha natureza não regenerada, que não é percebida até que a ocasião a revele. Dificilmente alguém poderia prever que Jó tivesse um rompante de ira (CBASD, vol. 3, p. 579).




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