Reavivados por Sua Palavra


II CRÔNICAS 4 – VÍDEO COMENTÁRIO PR. ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
18 de outubro de 2019, 0:55
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II CRÔNICAS 04 – Comentário Pr Heber by Jeferson Quimelli
18 de outubro de 2019, 0:45
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Bois?! 12 bois no templo! Salomão pediu para fazer doze bois que suportassem uma piscina de aproximadamente quatro metros de diâmetro, chamada de mar de bronze (II Crônicas 4:1-5). Que lições há na figura desses bois para a igreja?

1. O que existe na igreja não deve jamais ser usado como objeto de culto idolátrico, mas com funções espirituais ou para ensinar lições espirituais importantes.

2. Os bois não são animais belos esteticamente como o urso ou o leão, mas são mais úteis do que qualquer um destes; bois são animais de carga, de força e de serviço revelando a missão da igreja no mundo.

3. Como os bois divididos em grupos, na obra de Deus ninguém deve trabalhar sozinho; todos os membros da igreja devem sustentar juntos o mesmo peso das responsabilidades, ninguém deve ficar sobrecarregado ou alguém sem fazer nada.

4. Como cada grupo de três bois olham para um dos quatro pontos cardeais, ninguém na igreja é onisciente, todos tem uma visão parcial, todos deveriam ser humildes e reconhecer sua visão limitada e a necessidade de depender daqueles que enxergam o que nós não vemos.

5. Dadas as posições de cada uma das juntas de três bois, nenhuma junta consegue visualizar as outras, mostrando que tem pessoas na igreja segurando o peso da responsabilidade mas não são percebidas; no entanto, estão todos fazendo a mesma coisa.

Depois dessas lições extraídas dos doze bois, quero te convidar a ser mais útil na obra de Deus. Na igreja não há lugar para a ociosidade, ela é um movimento, não deve parar. Unamos nossas forças; faça cada um a sua parte em harmonia uns com os outros e com Deus!

Os sacrifícios realizados sobre o altar apontavam, todos eles, para Cristo, o Messias, o Salvador. Refletindo em cada um dos significados dos eventos do templo, cada adorador era levado a fixar os olhos em Jesus Cristo. Hoje, não devemos fazer diferentes, tudo o que fizermos devemos ter os olhos fixos em Cristo. Isso é cristianismo. Desviar os olhos de Cristo, implica em perder a salvação. Fixar os olhos em qualquer outra coisa que não seja Cristo significa desviar-se do caminho certo e despencar para os desfiladeiros da perdição. Por isso, neste momento, te convido a refletir no tamanho do sacrifício de Cristo pelos teus inumeráveis pecados. Peça perdão, ore com fervor, certo de que Deus te ouvirá agora mesmo. Renda-se a Ele totalmente e aceite o Seu sacrifício que traz perdão, restauração e salvação.

O templo como local de habitação de Deus na terra deve despertar sempre o mais alto, intenso e permanente desejo de cada pessoa em conhecer os planos de Deus. As mobílias, descritas com detalhes em I Crônicas 4 deveriam nos atrair para seus mais elevados, nobres e importantes significados, sendo que eles apontam para o ministério de Cristo no Santuário Celestial. Pelo fato de todos os rituais e sacrifícios apontarem para o Filho de Deus que se fez homem e, posteriormente, tornou-se sacrifício por nós, o templo (ou santuário terrestre) deve ter imenso valor para cada pessoa caída em pecado, desesperada e sem solução para a morte como é o caso de cada habitante ou mesmo de cada criança que nasce neste Planeta Terra. A missão de Cristo no Santuário Celestial e Seu sacrifício aqui na terra encerra toda a essência do verdadeiro, puro e imaculável cristianismo. Eu desafio a todo e qualquer filho de Deus que está lendo esta mensagem a procurar com esmero o maravilhoso significado do altar de bronze, do mar de bronze, das dez pias, dos candelabros, das dez mesas, das cem bacias de ouro, o pátio dos sacerdotes e os artigos de bronze e os de ouro. Poderia dar mastigadinho a você aqui nesta reflexão, entretanto, prefiro te desafiar a pesquisar por conta própria, assim você crescerá mais em conhecimento e na fé, além de tua vida espiritual ser fortalecida ainda mais! Sucesso e bom dia para você!  – Heber Toth Armí



2CRÔNICAS 4 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
18 de outubro de 2019, 0:30
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“Assentava-se o mar sobre doze bois; três olhavam para o norte, três, para o ocidente, três para o sul, e três para o oriente; o mar apoiava-se sobre eles, cujas partes posteriores convergiam para dentro” (v.4).

Quando estudamos sobre o santuário no livro de Êxodo, vimos a disposição de cada objeto e o significado deles. A Casa de Deus era uma tenda que era desmontada e remontada à cada peregrinação de Israel. Salomão recebeu o encargo e o privilégio de edificar um lugar fixo de adoração ao único e verdadeiro Deus.

No capítulo de hoje vários objetos são citados, como as pias, os candeeiros, as mesas, as bacias, mas o primeiro objeto descrito chama a atenção pela sua dimensão e riqueza de detalhes. O mar de fundição, sem dúvida, foi um dos objetos do templo que mais se destacava. Lembram da pia de bronze no santuário, onde os sacerdotes se lavavam? Salomão fez um “mar” para isso. Em proporções gigantescas, aquele imenso lavatório era sustentado por doze bois, tudo feito em bronze.

Calcula-se que o mar tivesse 4,4m de diâmetro e 2,2m de altura, com a capacidade de armazenar extraordinários 44 mil litros de água (CBASD, vol.2, p.830). Este suntuoso objeto fazia parte do primeiro compartimento do templo, assim como a pia fazia parte do pátio do santuário. Tinha a função de lavar os sacerdotes, simbolizando a purificação dos pecados.

Sabemos que os bois naquele período eram muito utilizados para transporte de cargas e para arar a terra. Os bois do mar de fundição foram divididos de forma que os quatro cantos da Terra fossem alcançados. Israel possuía doze tribos que eram representantes do Deus vivo. O reinado de Salomão foi uma oportunidade ímpar de destacar o papel do povo de Deus na Terra: representá-Lo.

A mensagem de salvação estava sobre seus ombros e deveria ser reconhecida em toda parte. Doze bois, doze tribos, quatro cantos da terra… estas não são ilustrações reflexivas? O ponto culminante, o último sinal antes do segundo advento de Cristo será a pregação do evangelho a todo o mundo. “Então, virá o fim” (Mt.24:14). Em cada direção devemos levar a “carga” da esperança e “arar” a Terra, semeando a Palavra de Deus. A pia, ou o mar, representam o santo batismo, mas também a nossa necessidade diária de purificação. Todos são convidados a descer às águas para remissão de seus pecados, e para do Alto receber o Espírito Santo. Assim fazendo, Deus mesmo vai nos acrescentando, dia após dia, os que vão sendo salvos (At.2:47).

O Senhor nos convida a levar a mensagem ao mundo; a proclamar o sacrifício de Cristo e Sua breve volta para que, assim como Ele morreu e ressuscitou, todos tenham a oportunidade de morrer para os seus pecados e renascer para o Reino dos Céus. O chamado de Deus não foi apenas para Israel: “Chegai-vos, nações, para ouvir, e vós, povos, escutai; ouça a terra e a sua plenitude, o mundo e tudo quanto produz” (Is.34:1). Muito em breve o mundo inteiro saberá que há um Deus que tanto o amou que enviou o Seu único Filho para salvá-lo (Jo.3:16). Então, Ele mesmo chamará os Seus: “Direi ao Norte: entrega! E ao Sul: não retenhas! Trazei Meus filhos de longe e Minhas filhas das extremidades da terra, a todos os que são chamados pelo Meu nome, e os que criei para Minha glória, e que formei, e fiz” (Is.43:6-7). A missão de Israel era a de proclamar a todas as nações que somente no Deus de Israel havia salvação. A nossa missão é a de proclamar que somente no Senhor Deus, que nos criou para a Sua glória, há salvação. Não podemos perder o foco! A igreja do Deus vivo é coluna e baluarte da verdade, lembram?

Meus amados, estamos em tempos difíceis e assustadores. A cada dia assistimos somente destruição. O que estamos fazendo para amenizar o sofrimento alheio? Realmente compreendemos, perfeitamente, a esperança que nos foi dada? Este mundo está prestes a contemplar o maior acontecimento de todos os tempos: o retorno glorioso de Cristo Jesus. E o que estamos fazendo?

É hora, e já chegou, de cada pedacinho deste mundo ser alcançado pelo evangelho eterno. Fomos criados para a glória de Deus e não para nos destruirmos uns aos outros. A obra que temos em mãos é infinitamente mais grandiosa do que o mar de fundição. Como um só povo, ergamos a única Bandeira que salva! Aceitemos o Seu chamado: “Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo” (Mt.28:19). E Ele promete estar conosco, todos os dias, até à Sua breve volta. Vigiemos e oremos!

Bom dia, mensageiros do Senhor!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #2Crônicas4 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



II CRÔNICAS 4 – VÍDEO COMENTÁRIO PR. RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
18 de outubro de 2019, 0:10
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II CRÔNICAS 4 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
18 de outubro de 2019, 0:05
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554 palavras

O capítulo 4 trata da mobília, dos vasos e dos utensílios do templo. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol 3, p. 225.

1 Altar de bronze. Era destinado à oferta dos holocaustos e sacrifícios, que faziam parte do culto e apontavam para a crucificação de Jesus Cristo, como nosso substituto. Bíblia Shedd.

2 Mar de fundição (ARA; NVI: “tanque de metal fundido”). O principal depósito da água destinada aos ritos de purificação, que simbolizavam a santificação (cf Hb 6.1). Bíblia Shedd.

Substituiu a bacia de bronze no tabernáculo (Êx 30:18). Bíblia de Estudo NVI Vida.

3 touros (NVI; ARA: “colocíntidas” [um tipo de fruto]). 1 Rs 7.24 tem “frutos”. Em hebraico, as duas palavras são muito semelhantes entre si, de modo que a diferença pode ser muito bem devido a um erro de copista. Bíblia de Estudo NVI Vida.

4 doze touros. Simbolizavam, possivelmente, as 12 tribos, que também acampavam de três em três, em cada lado do tabernáculo durante a peregrinação no deserto (Nm 2; Ez 48.30-35). Bíblia de Estudo NVI Vida.

5 Aqui se vê o tamanho deste mar que era, na realidade, uma enorme bacia, com capacidade para 3.000 batos, ou seja, 22.000 litros. Bíblia Shedd.

6 Porque tudo no templo era construído em tão grande escala? O grande número e tamanho eram necessários para acomodar as grandes multidões que o visitariam nas festas, como as da Páscoa (30:13). Os numerosos sacrifícios diários requeriam muitos sacerdotes e muito equipamento. Life Application Study Bible.

7 Os artífices seguiam as instruções divinas cuidadosamente – com resultados espetaculares. Quando Deus dá instruções específicas, elas devem ser obedecidas ao pé da letra. Existe um tempo de ser criativo e para colocar em prática nossas próprias ideias, mas não quando estas ideias alteram ou contradizem quaisquer orientações específicas que Deus já tenha dado para nós na Bíblia. Para melhores resultados em sua vida espiritual, siga cuidadosamente e siga as instruções divinas. Life Application Study Bible.

9 o pátio dos sacerdotes e o pátio grande. Esses dois pátios são mencionados em Reis (1Rs 6.36; 7.12). O pátio grande era para os leigos. Bíblia de Genebra.

10 Lado direito. O mar (v. 2) foi colocado no pátio, no canto sudeste do templo. Em hebraico, as direções são dadas do ponto de vista de alguém que esteja voltado para o leste; assim, o lado direito indica o sul (cf. 1Rs 7:39; ver também com. de Gn 23:19; Êx 3:10. CBASD, vol 3, p. 225.

11 As panelas. Ver 1Rs 7:40. As anelas aqui mencionadas eram usadas para cozer a carne com vistas a propósitos sacrificais (ver 1Sm 2:13, 14). CBASD, vol 3, p. 225.

11-16 Panelas, pás e tigelas – estes não são equipamentos de cozinha familiares para nós. Ainda que os artigos usados na adoração tenham mudado, o propósito continua o mesmo – honrar e louvar a Deus. Nunca devemos deixar nosso louvor a Deus ser ofuscado pelas coisas que usamos para louvá-Lo. Life Application Study Bible.

11 Pás. Para remover as cinzas sobre o altar sacrificial. Bíblia Shedd.

17 Sucote e Zereda. Entre40 e 60 km ao nordeste de Jerusalém, no vale do Jordão. Bíblia Shedd.

20 Candeeiros. Estes, com os demais utensílios do Templo, foram levados paraa Babilônia na ocasião do Cativeiro (Jr 52.19). Bíblia Shedd.

22 Todos esses detalhes a respeito do templo demonstravam o cuidado que Israel dava aos atos de adoração… As instruções também eram úteis aos leitores originais de 2 Crônicas, aqueles que reconstruiriam o novo templo em sua localização original (Esdras 3:8 – 6:15) após o templo de Salomão ter sido destruído pelos babilônios (2Rs 25). Life Application Study Bible.



II CRÔNICAS 3 by Jeferson Quimelli
17 de outubro de 2019, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/2cr/3

Como é bom começar algo novo! “Começou Salomão a edificar a Casa do SENHOR.” Esse era originalmente o desejo e o sonho de Davi. Davi preparara tudo para a construção do templo (1Cr 22). E não apenas o que era necessário, mas muito mais! Salomão cobriu tudo com o ouro que Davi havia colecionado. Todo o templo brilhava!

Ao ler a passagem, observe que os dois querubins são o foco da descrição, com grande ênfase em suas asas. No Lugar Santíssimo de 20 * côvados de comprimento e 20 côvados de largura, as quatro asas cobrem 20 côvados! As asas estão conectadas com as paredes do Lugar Santíssimo e as asas estão conectadas umas às outras. O versículo 12 (ARA) declara: “As asas destes querubins se estendiam por 20 côvados.” Parece que as asas estão abertas, como está escrito em Êxodo 25:20: “Os querubins estenderão suas asas”.

No meio do trono de Deus, existem dois anjos, não com armas para proteger, mas com braços e asas abertos para receber você na sua casa ao lado de seu pai.

* 20 côvados é igual a 30 pés ou 9,444 metros

Kris Lenart
Conselheiro, Amos Ministry, Áustria

 

Recomendamos também a leitura do comentário da rodada anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2016/07/15/

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=616
Equipe de tradução: Pr. Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli



II CRÔNICAS 3 – VÍDEO COMENTÁRIO PR. ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
17 de outubro de 2019, 0:55
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II CRÔNICAS 3 – COMENTÁRIO PR HEBER by Jeferson Quimelli
17 de outubro de 2019, 0:45
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“Que ao contemplar a Deus, em Cristo, seu Templo verdadeiro, mais glorioso que o de Salomão, possamos chegar a ser uma casa espiritual, uma habitação de Deus no Espírito”, escreveu Matthew Henry.

Embora os materiais estivessem todos preparados, demorou cerca de quatro anos para começar a construção do Templo (v. 1-2); quase sempre postergamos as coisas de Deus. Entretanto, as coisas espirituais, as coisa de Deus jamais deveria ser postergadas. Por outro lado, também não devemos desejar as coisas em nosso tempo, precisamos nos adequar ao tempo de Deus. O que jamais devemos fazer é deixar de contemplar a Deus, em Cristo. Não devemos nunca postergar tal atitude. Precisamos desde já tomar a decisão urgente de sermos casa espiritual, morada de Deus, templos do Espírito Santo. Deus em Cristo está construindo Sua igreja através daqueles que são libertos do pecado pelo poder do sangue de Cristo… Quero que saibas que, a tua atitude diante das coisas de Deus, depende da noção que você tem de dEle. A visão que você terá de Deus dependerá da soma de tuas experiências. No entanto, para que Ele transforme verdadeiramente a tua vida, você terá de vê-Lo da maneira correta, e, não há outro meio de alcançar esse objetivo a não ser contemplando-O diariamente através de Cristo; não perca tempo, faça isso agora mesmo!
O templo é o lugar da presença de Deus. É onde Deus fala ao ser humano e lhe oferece o plano da salvação. Salomão construiu o templo para Deus no monte Moriá, onde 1100 anos antes Deus falara com Abraão, o pico onde o pai da fé alcançou seu mais alto nível de fé ao estar pronto a sacrificar seu filho Isaque, que foi substituído por um cordeiro (Gênesis 22).

A igreja é o ponto de encontro de Deus com o ser humano. É o lugar onde Deus espera falar com cada pecador que O busca. A igreja é a Casa de Deus aqui na terra aonde vão pessoas de fé que constituem o corpo de Cristo aqui neste mundo. Não é por acaso que o Espírito Santo inspirou o autor da carta aos Hebreus a fazer a seguinte declaração: “Não abandonemos, como alguns estão fazendo, o costume de assistir as nossas reuniões [na igreja]. Pelo contrário, animemos uns aos outros e ainda mais agora que vocês veem que o dia está chegando” (Hebreus 10:25). Quem se nega ir à igreja está se negando a ter um encontro com Deus. Quem prefere o conforto do Seu lar não prioriza o conforto da presença de Deus em Sua Casa. Sejamos crentes de verdade, não só de palavras. Sejamos servos de Deus, não apenas nominais, mas genuínos. Deus quer te salvar!
Símbolos da presença de Deus não devem ser confundidos com Deus, nem com ídolos ou imagem de adoração. Além dos querubins, grandes criaturas angélicas bordadas como figuras nas cortinas do templo, dois querubins de madeira, folheados em ouro, foram colocados no Lugar Santíssimo. “Cada Querubim tinha duas asas, e cada asa media dois metros e vinte e cinco centímetros de comprimento… Os Querubins estavam de pé, olhando para o Lugar Santo” (I Crônicas 3:11-13 [NTLH]).

O Lugar Santo era o lugar de encontro com Deus, as cortinas e as paredes revelavam que o pecador não tinha acesso direto a Deus a não ser por meio do sacrifício dos cordeiros e do serviço dos sacerdotes. Isso deixa claro para nós hoje que pelo fato de ainda sermos pecadores, precisamos de Jesus, nosso Sumo Sacerdote no Lugar Santíssimo do Santuário Celestial, a fim de termos acesso a Deus. É para isso que Jesus morreu na cruz; então, aproxime-se de Deus. Deus é santo, Ele é nosso Criador e nosso Redentor; devemos-Lhe a vida por tê-la criado e nos libertado da morte pela morte de Seu Filho na cruz. Adorar a Deus é colocá-Lo no centro da vida, como referencial absoluto, como prioridade em tudo. Como disse o teólogo Daniel Plenc, “A adoração é a resposta positiva, submissa, obediente e integral do homem rendido à iniciativa de Deus de revelar Seus atributos e ações, sobretudo de criação, redenção e providência”.

Ainda que seja permitido símbolos da presença de Deus por meio de figuras e esculturas orientados por Ele, ir à Sua santa e sublime presença deve ser mais que mero simbolismo. – Heber Toth Armí



2CRÔNICAS 3 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
17 de outubro de 2019, 0:30
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“Começou Salomão a edificar a Casa do Senhor em Jerusalém, no monte Moriá, onde o Senhor aparecera a Davi, seu pai, lugar que Davi tinha designado na eira de Ornã, o jebuseu” (v.1).

O local designado para a edificação do templo foi o cenário de dois importantes episódios na história de Israel:

1. “no monte Moriá”: Foi ali o lugar designado por Deus para Abraão oferecer seu filho Isaque em sacrifício (Gn.22:2);

2. “na eira de Ornã”: onde o Anjo do Senhor apareceu e onde Davi edificou um altar ao Senhor “e invocou o Senhor” (1Cr.21:26).

Desde o momento em que a voz de Deus foi ali ouvida por Abraão, o primeiro patriarca de Israel, eu creio que o Senhor selou o pavimento daquele lugar com a presença de anjos aguardando com expectativa o erguimento do sagrado edifício. A fé de Abraão e obediência de Isaque sacramentaram a perfeita união de fé e obras que se tornaria a essência do templo. A oferta de Davi mediante genuíno arrependimento e confissão diante de Deus prefigurou o propósito do templo: ser uma “Casa de Oração para todos os povos” (Is.56:7).

Não seria um templo religioso exclusivo para Israel, mas um convite do Criador para que todos O invocassem. Do alto lugar, a manifestação da glória do Senhor iluminava toda a Terra. E tendo o ouro como principal matéria-prima, a Casa de Deus reluzia em seu esplendor como a jóia de Israel. Não era, porém, o ouro, as pedras preciosas ou a grande quantidade de madeira que deveriam atrair os adoradores, e sim o poder da Palavra que liberta.

Fosse aquele lugar o centro de ensino das Escrituras, sob a liderança de homens tementes a Deus, e o Senhor o teria conservado como fonte a jorrar para a vida eterna. Mas a glória que era devida somente ao Senhor foi transmitida para o adornado templo, pecado que encontraria sua consequência com a destruição do templo por Nabucodonosor.

Como santuários do Espírito Santo, a pergunta é: Para quem a honra e a glória? Em uma geração de redes sociais, selfies e demasiada exposição pessoal, corremos o sério risco de confundir testemunho com orgulho próprio. Nesta trama que envolve vida ou morte eterna, precisamos, pela graça de Deus, tomar decisões acertadas e firmes. A timeline de minha vida diminui o meu “eu” e exalta a pessoa de Jesus Cristo? Ou o brilho opaco de minha própria imagem impede que a luz divina a mim disponível glorifique o Senhor? Uma coisa é certa: “Se alguém destruir o santuário de Deus, Deus o destruirá” (1Co.3:17).

Muito cuidado, amados! Ninguém está livre de tamanho pecado! Quando o povo de Deus estiver de mãos dadas, fechado o círculo da verdadeira piedade; quando cada um em sua esfera de atuação, dada pelo Espírito Santo, entender que o seu papel na missão deve fundir-se com o de todos os que amam a vinda do Senhor; então, o mundo reconhecerá que há na Terra um povo peculiar que não negocia princípios e que caminha numa mesma direção; “a igreja do Deus vivo, coluna e baluarte da verdade” (1Tm.3:15).

“Assim brilhe também a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai que está nos céus” (Mt.5:16). Vigiemos e oremos!

Bom dia, igreja do Deus vivo!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #2Crônicas3 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



II CRÔNICAS 3 – VÍDEO COMENTÁRIO PR. RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
17 de outubro de 2019, 0:10
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