Reavivados por Sua Palavra


I CRÔNICAS 27 by jquimelli
12 de outubro de 2019, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/1cr/27

A cada mês do ano uma divisão militar com 24 mil homens ficava a disposição para servir como guarda nacional. Este rodízio das tropas possibilitava o treinamento de mais pessoas. Assim, no caso de alguma ameaça, podia-se contar com um enorme exército treinado. E como o tempo de serviço era de apenas um mês, os soldados podiam levar uma vida normal no restante do ano.

A fim de ajudar o rei na administração da nação príncipes foram escolhidos para liderar cada uma das tribos. Estes príncipes ajudavam o rei a perceber as principais necessidades dos seus respectivos grupos populacionais e geográficos.

Após 40 anos de governo, Davi havia reunido uma considerável riqueza. Doze administradores haviam sido selecionados para tomar conta das terras, dos trabalhadores, dos animais, da produção agrícola e dos depósitos do rei. O capítulo termina mencionando alguns dos conselheiros pessoais de Davi. Jônatas, o escrivão, é apresentado como um homem sábio e instruído. Jeiel, ficou encarregado da educação dos filhos do rei. Joabe era o comandante geral do exército e Aitofel, Husai, Abiatar e Joiada eram conselheiros do rei. Grande parte dos acertos de Davi, foi devido a dedicação e fidelidade desses homens.

Davi cercou-se de especialistas em diversas áreas civis e militares do reino. Se quisermos, também, alcançar excelência, faremos bem em cercar-nos de bons amigos e conselheiros.

Pastor Jobson Santos

UNASP

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=611
Equipe de tradução: Pr. Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli



I CRÔNICAS 27 – VÍDEO COMENTÁRIO PR. ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
12 de outubro de 2019, 0:55
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I CRÔNICAS 27 – COMENTÁRIO PR. HEBER TOTH ARMÍ by jquimelli
12 de outubro de 2019, 0:45
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Neste mundo corrupto é extremamente importante aprender a tomar cuidado, vigiar, estar atento e proteger o que Deus nos dá, desde o tempo até os bens materiais. O roubo, a guerra e o vandalismo pode acontecer em qualquer lugar, portanto, todo cuidado é pouco. É preciso guardar e proteger o que se tem.

Davi colocou pessoas responsáveis pelo cuidado e proteção dos seus tesouros, dos tesouros dos campos, das cidades, das aldeias e das torres; ou seja, todo patrimônio estava assegurado por pessoas de respeito (v. 25-31). Muitas pessoas não têm nada ou sempre perdem o que têm por falta de vigilância. Nunca devemos esquecer que somos mordomos de Deus e tudo o que temos não é nosso; está sob nossa responsabilidade, porém pertence a Deus. Se devemos cuidar bem do que é nosso ou do que é dos outros, que dirá do que é de Deus?! É por isso que Davi investiu na organização e treinamento de um exército a fim de proteger o povo de Deus (vs. 1-22). Tem gente que ganha bem, tem um bom salário, e vive sempre na miséria porque não cuida do que tem. Além disso, tem o aspecto espiritual da vida que também exige cuidado, muito cuidado! Matthew Henry afirma “Nos reinos deste mundo a prontidão para a guerra assegura a paz; em forma semelhante, nada anima tanto os ataques de Satanás como estar descuidado”. Jesus alertou: vigiai e orai; faça isso hoje e viva em paz!

Há uma tensão neste mundo entre as forças do mal e as do bem, entre as pessoas do mal contra as pessoas do bem; por isso, um servo de Deus nunca deve baixar a guarda. Qualquer brechinha é suficiente para que o inimigo encontre espaço e destrua bens materiais, bens espirituais, a família, a paz, a saúde e, até mesmo a fé. Todo o conhecimento que se adquire nesta vida deve ser acompanhado do desejo de saber cada vez mais, pois os desafios neste mundo são infindos e imprevisíveis. Veja com atenção que Davi separou o povo maduro, esperto e hábil para a batalha sem que houvesse sinal de guerra. Ele separou o seu numeroso exército em 12 divisões, cada um com 24.000 homens, e pôs comandantes para cada uma das divisões. Cada divisão era chamada à ativa uma vez ao ano, por trinta dias. Cada divisão era responsável por um mês. Assim, nenhum mês, nenhuma semana e nenhum dia do ano o povo de Israel ficava desprotegido. Nossa vida deve ser de total vigilância, e isso se faz através da oração; porém, infelizmente uma pesquisa na Christianity Today revela que “o pastor médio ora apenas três minutos por dia”. Se um pastor, o líder, ora apenas isso, será que os membros do exército de Deus estão orando mais? … Eu convoco você a convidar mais gente a se unir em oração fervorosa e constante a fim de não abaixarmos a guarda em momento algum até Jesus voltar para buscar o Seu povo!

“Na medida em que estejamos armados com toda a armadura de Deus, no exercício de nossa fé e preparação do coração, certamente estaremos a salvo, e provavelmente desfrutemos de paz interior”, comenta Matthew Henry sobre I Crônicas 27. Se não ficarmos atentos, se não vigiamos como deveria, como podemos ter paz se o inimigo não perde tempo, não dorme, não vacila e nem brinca no trabalho? Paz é o que todos querem, entretanto poucos realmente fazem o que deve ser feito a fim de ter e manter a paz. Para manter a paz é preciso precaver, como diz o ditado, “é melhor prevenir do que remediar”. Charles Cook nos chama a atenção, “Não há algo de que mais precisem a igreja e o mundo do que um forte Espírito de intercessão, para que o poder de Deus seja derramado sobre a terra. Ore para que se derrame do Céu o Espírito de intercessão e haja um grande reavivamento na oração”. Não existe outra forma, outra estratégia ou outro método para se ver livre das cruentas afrontas do mal; ou seja, não há como ter paz a não ser através da vigilância e da oração. Não ore apenas, vigie também! Clame pelo poder de Deus, mas fique atento contra armadilhas do inimigo que deseja te impedir de orar. Evite qualquer coisa que esteja ligado a sessões espíritas, levitação, meditação transcendental, cartas de tarô, horóscopos, etc. É melhor evitar a guerra do que lutar pela paz! Então, leia a Bíblia, ore, vigie e viva em paz! – Heber Toth Armí



1CRÔNICAS 27 – Comentado por Rosana Garcia Barros by Ivan Barros
12 de outubro de 2019, 0:30
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“Joabe, filho de Zeruia, tinha começado a contar o povo, porém não acabou, porquanto viera por isso grande ira sobre Israel; pelo que o número não se registrou na história do rei Davi” (v.24).

Na tentativa de conhecer o “número” de seu poder, Davi ordenou que fosse feito um censo sem a aprovação de Deus. Em um lapso de orgulho, ignorou que “o Senhor tinha dito que multiplicaria a Israel como as estrelas do céu” (v.23). A multidão em que se tornara o povo não era obra humana, mas divina. Superado este episódio, buscou o rei em seus últimos anos deixar toda a nação em ordem, de forma que todas as famílias tivessem algum tipo de participação no bom andamento e avanço do reino.

Além de organizar as funções e turnos dos oficiais do tabernáculo, Davi também contava com doze companhias de vinte e quatro mil soldados cada, cada uma escalada para servir durante um mês. As doze tribos de Israel também possuíam seus chefes, além dos “administradores da fazenda do rei Davi” (v.31) e dos conselheiros do rei. Um reino assim organizado tinha tudo para galgar as maiores alturas da Terra e cumprir o propósito de ser uma luz no mundo.

Só a organização, contudo, não é suficiente para tornar um povo ilustre. “Tudo, porém, seja feito com decência e ordem” (1Co.14:40). A palavra “decência” significa “dignidade; modo de agir de quem segue as regras morais e éticas”. Ou seja, além da ordem, deve haver obediência às leis estabelecidas à comunidade. As leis dadas por Deus ao Seu povo deveriam ser cabalmente obedecidas, principalmente pelos líderes em todas as esferas, incluindo os “chefes das famílias” (v.1).

Deus não chamou o Seu povo nos últimos dias para ser apenas uma igreja organizada, mas que declare ao mundo por preceito e por exemplo a validade dos Seus mandamentos: “os que guardam os mandamentos de Deus e têm o testemunho de Jesus” (Ap.12:17). Como “Jônatas, tio de Davi” (v.32), precisamos de Jônatas atuais, homens sábios e conhecedores da Lei; conselheiros que revelem através de uma vida sensata o verdadeiro conhecimento de Deus. Só assim, a organização fará sentido e faremos parte da última geração de Deus, que muito em breve exclamará: “Eis que este é o nosso Deus, em Quem esperávamos, e Ele nos salvará; este é o Senhor, a Quem aguardávamos; na Sua salvação exultaremos e nos alegraremos” (Is.25:9). Vigiemos e oremos!

Feliz sábado, igreja do Rei dos reis!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #1Crônicas27 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



I CRÔNICAS 27 – VÍDEO COMENTÁRIO PR. RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
12 de outubro de 2019, 0:10
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I CRÔNICAS 27 – Comentários selecionados by jquimelli
12 de outubro de 2019, 0:05
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743 palavras

O autor sagrado volta-se para questões de ordem militar (27.1-15), chefes tribais (27.16-24), superintendentes reais (25-31) e conselheiros reais (32-34). Bíblia de Genebra.

Após apresentar  um esboço da organização religiosa do país (1Cr 22-26), o relato descreve de maneira sucinta a administração militar e civil. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 3, p. 201.

1 Os chefes das famílias. Isto é, os chefes das 12 tribos de Israel. CBASD, vol. 3, p. 201.

de mês em mês. Os deveres militares tinham uma rotatividade, tal como se dava com as responsabilidades sacerdotais (24.7-18, nota). Bíblia de Genebra.

A cada mês uma divisão de 24 mil homens ficava de prontidão como guarda nacional, para a ação imediata. Este constante rodízio das tropas tornava possível o treinamento de um grande número de homens, de modo que um exército de soldados aptos estivesse disponível a qualquer momento no caso de alguma emergência. Visto que o tempo era de apenas um mês, ninguém era sobrecarregado. CBASD, vol. 3, p. 202.

2-15 Os doze capitães mencionados eram sete de Judá, dois de Benjamim, dois de Efraim e um de Levi. Bíblia Shedd.

Os que tinham servido a Davi quando este fugiu de Saul ficaram sendo comandantes no exército regular. Bíblia de Estudo NVI Vida.

2 Jasobeão. De acordo com 2 Samuel 23:8 (ver 1Cr 11:11), Jasobeão era sem dúvida o “principal dos capitães”, de todos os homens valentes de Davi. A honra de comandar a primeira tropa a servir durante o ano foi concedida a ele. CBASD, vol. 3, p. 202.

16-22 a ordem das doze tribos difere aqui da de Gênesis e de 1 Cr 4-7. Gade e Aser não são incluídos, Levi e Arão são separados, embora fossem ambos levitas. Dã aparece em último lugar, e alguns atribuem isso ao fato de terem caído na idolatria; mas outros ligam-no ao fato de que havia uma tradição hebraica afirmando que o falso Messias sairia da tribo dessa tribo. Dã é chamado de serpente (Gn 49.17). Bíblia Shedd.

23-24. Estes versículos referem-se ao recenseamento de Davi em 21.1-22.1 (2Sm 24). Por causa da reação divina ao recenseamento, a contagem nunca veio a tornar-se parte do registro oficial da corte. Bíblia de Genebra.

23 vinte e três anos. Os soldados em Israel eram homens de 20 anos para cima. Bíblia de Estudo Andrews.

25-31 Lista dos encarregados para cuidar dos bens do rei (v. 31). As cidades grandes do antigo Oriente Médio tinham tres setores econômicos básicos: 1) da realeza; 2) dos templo; e 3) particular. Não há evidência da cobrança direta de impostos durante o reinado de Davi; sua corte parece ter sido financiada por propriedades imóveis extensivas, pelo comércio, pelos despojos das suas muitas guerras, e pelos tributos pagos pelos reinos subjugados. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Davi havia enriquecido, e eram necessárias pessoas hábeis que tomassem conta de suas finanças. CBASD, vol. 3, p. 203.

27 Vinhas. O solo da Palestina era favorável ao cultivo de uvas. A uva florescia em todo o país, nas colinas d Judá e SAmaria, nas planícies e Esdraelom, e nos planaltos do outro lado do Jordão. CBASD, vol. 3, p. 203.

as adegas. A palavra original hebraica também pode se referir a um lugar para armazenamento do suco da uva. Bíblia de Estudo Andrews.

28 os olivais. A principal fonte de óleo no antigo Oriente Médio. Bíblia de Estudo Andrews.

A oliveira … era muito valorizada não apenas por seu fruto, mas também por seu azeite, que era usado para cozinhar e temperar, para iluminar os candeeiros e para ungir. CBASD, vol. 3, p. 203.

Sicômoros. Ou, figueiras. Eram abundantes nas planícies de Judá, e encontradas também no vale do Jordão. CBASD, vol. 3, p. 203.

campinas. No heb. Shephelah [ou Sefelá]. Nome próprio da região baixa entre a região montanhosa da Judéia e o Mediterrâneo. Bíblia Shedd.

29 Sarom. Uma planície fértil ao longo da costa mediterrânea, ao sul do monte Carmelo. CBASD, vol. 3, p. 203.

30 o ismaelita. Um descendente de Ismael, o filho de Abrão e Agar. Bíblia de Estudo Andrews.

Os ismaelitas do deserto da Arábia entendiam bem de camelos, e um deles seria uma pessoa adequada para cuidar dos camelos de Davi. CBASD, vol. 3, p. 203.

os camelos … as jumentas. Animais de carga usados para o transporte de pessoas e mercadorias. Bíblia de Estudo Andrews.

32 Atendia os filhos do rei. Hacmoni deveria ser um um tutor dos filhos do rei. CBASD, vol. 3, p. 203. [NC: E, à luz dos conflitos na família, não foi muito eficiente…].

33 Aitofel. Desertara a Davi para apoiar a rebelião de Absalão (2 Sm 15.12, 31; 16.20-23), mas sendo seu plano desfeito por Husai (15.32, 37; 17.1-16), suicidou-se (17.23). Bíblia Shedd.

Usai, o arquita. O fiel conselheiro de Davi que contestou o conselho de Aitofel (ver 2Sm 17:7-14). CBASD, vol. 3, p. 203.




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