Reavivados por Sua Palavra


JOSUÉ 8 by Jobson Santos
25 de abril de 2019, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/josue/js-capitulo-8/

Deus perdoou os israelitas pelo pecado de Acã e os enviou de volta a Ai para outra batalha. Desta vez, Deus deu-lhes um elaborado plano de batalha. Os israelitas deveriam fingir uma fuga do exército de Ai. Com o exército inimigo ocupado, outro grupo de soldados israelitas invadiria a cidade desprotegida, incendiaria e começaria a saqueá-la. Então, quando os soldados de Ai vissem que a cidade estava em chamas, os soldados israelitas que fingiam fugir se voltariam contra o inimigo. O inimigo ficaria então encurralado entre os israelitas atacantes e sua cidade em chamas.

Depois que a cidade foi destruída e o inimigo derrotado, os israelitas se dedicaram a Deus e à Sua lei. Os israelitas tentaram atacar Ai antes, mas havia algo entre eles e Deus, então o esforço não prosperou. Uma vez que Deus se tornou o primeiro em seus planos, Ele foi capaz de usá-los da maneira que Ele queria.

É importante para nós também colocar Deus em primeiro lugar e permitir que Ele realize o Seu plano em nossas vidas. Deus quer usar nossos dons para ajudar as pessoas, mas Ele só pode nos ajudar ao máximo quando entregamos toda a nossa vida a Ele.

Laura Muse
Capelã dos agentes de saúde
Coffeyville, Kansas, EUA

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=441
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli



JOSUÉ 8 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
25 de abril de 2019, 0:55
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JOSUÉ 8 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ  by Maria Eduarda
25 de abril de 2019, 0:45
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Examino este capítulo e imagino Deus dizendo: “Não era para ser assim!”. Tem capítulos de nossa vida que seriam diferentes se não fosse o pecado, nosso ou dos outros. Contudo, Deus toma nossa vida a partir de nossos fracassos e a conduz ao sucesso.

Se, ao menos permitirmos Deus operar em nosso fracasso, em nossas derrotas, a partir de nossos erros, certamente Ele não pisará em nós, mas nos conduzirá à vitória. Essa verdade deveria ser um alívio para…

• Pais que erraram na educação dos filhos;
• Parentes que tiveram algum desentendimento;
• Cônjuge que cometeu erros em relação ao casamento;
• Filhos rejeitados, não planejados, órfãos…
• Qualquer pessoa que arruinou sua vida ou a do próximo com sua conduta pervertida…

Dos destroços de nossa vida, Deus nos reconstrói. Das tragédias, Deus nos restaura. Aqui o povo deveria agir como quando fora derrotado; Deus orienta-o a fingir que estava fugindo como na primeira tentativa para conquistar a cidade de Ai. Ao fugir, outro grupo invadiria por trás e entraria na cidade. O que de fato, deu certo.

Quando observo o relato da destruição de Jericó, imagino que os planos de Deus para conquistar Ai eram diferentes. Contudo, Deus desce onde estamos com medo para nos erguer. Deus é estrategista, Ele é sábio demais; Ele acerta até a partir de nossos erros, e vence a partir de nossas derrotas –, claro, se entregarmo-nos a Ele dispostos a obedecê-lO!

Sobre este capítulo Gene Getz oferece-nos estes princípios de vida:

1. Deus jamais abandona Seus filhos, não importa o quanto estes O tenham abandonado;
2. Deus pega os erros dos Seus filhos e usa-os para alcançar resultados positivos;
3. Deus nos dá liberdade para desenvolvermos um plano estratégico, mas este deve sempre estar em harmonia com Suas diretrizes e princípios básicos.

Deus age em nossa vida para que nossa atitude seja testemunhar dEle. Nossas vitórias são de Deus através de nós e, devemos deixar isso muito bem esclarecido. “O altar de pedras com a lei lavrada em cima representa um testemunho do verdadeiro Deus para todos os que ali passassem” (Richard M. Davidson).

Entregue teu sucesso ou mesmo teu fracasso para Deus. Ele te surpreenderá com o resultado. Mas, não se esqueça de testemunhar dEle!

“Senhor, reaviva-nos… restaura-nos…” – Heber Toth Armí.



JOSUÉ 8 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
25 de abril de 2019, 0:30
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“Depois, leu todas as palavras da Lei, a bênção e a maldição, segundo tudo o que está escrito no Livro da Lei” (v.34).


O mesmo povo que há pouco havia perseguido os homens de Israel e os derrotado por causa do pecado de Acã, agora teria a sua cidade tomada e destruída sob a liderança do Senhor dos Exércitos. Desta vez, Deus concedera a Israel os despojos da guerra. Josué então elaborou uma estratégia de combate que fez com que os inimigos caíssem em suas mãos. No versículo quatro, ele disse aos homens: “todos estareis alertas”. Ao lermos este relato, percebemos que seguir esta ordem foi fundamental para a conquista da vitória. Estar alerta, ficar atento, fez toda a diferença para o povo. Uma orientação tão útil e necessária, hoje, quanto o foi no passado.

Quando a Bíblia diz que devemos temer a Deus e guardar os Seus mandamentos, está implícita a ordem: “todos estareis alertas”! Mas alertas para quê? Para não nos encontrarmos na situação dos moradores de Ai, que “não puderam fugir nem para um lado nem para outro” (v.20). Foram facilmente enganados pelos israelitas, porque, confiantes na conquista anterior, ficaram autoconfiantes. O engano só acontece quando não conhecemos a verdade. Uma nota de trinta reais não engana ninguém simplesmente porque não existe, mas, a menos que conheçamos muito bem uma nota de cinquenta reais, a sua falsificação pode passar despercebida. Cristo mesmo nos advertiu: “porque surgirão falsos cristos e falsos profetas operando grandes sinais e prodígios para enganar, se possível, os próprios eleitos. Vede que vo-lo tenho predito!… Portanto, vigiai… ficai também apercebidos; porque, à hora em que não cuidais, o Filho do Homem virá (Mt.24:24, 25, 42 e 44).

Estes alertas de Cristo são especialmente para os tempos que antecedem a Sua segunda vinda, ou seja, para os nossos dias. A mesma renovação da aliança do Senhor feita pelo povo (v. 31), Cristo espera que façamos com Ele diariamente. Cada dia é uma nova oportunidade que recebemos para renovarmos a nossa vida com Quem selou a Sua aliança com o próprio sangue. O Seu amor que salva e a Sua verdade que liberta está à disposição de todo aquele que crê. Precisamos estar atentos à Sua Palavra. Não abandonemos a nossa torre de vigia! Diante de nós está “a bênção e a maldição” (v.34). “Palavra nenhuma houve” (v.35), relevante para a nossa salvação, que o Senhor nos ocultasse.

Somente por meio das Escrituras e de uma vida de oração e testemunho, podemos nos manter alertas contra os enganos do inimigo. Assim como “toda a congregação” parou para ouvir a Palavra do Senhor (v.35), o chamado de Deus é o mesmo para nós, hoje: Pare, ouça, obedeça e esteja atento! Precisamos ser “sóbrios e vigilantes”, pois, “o diabo, [nosso] adversário, anda em derredor, como leão que ruge procurando alguém para devorar” (1Pe.5:8). Portanto, vigiemos e oremos!

Bom dia, vigias do Senhor!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Josué8 #RPSP

Comentário em áudio:
youtube.com/user/nanayuri100



JOSUÉ 8 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
25 de abril de 2019, 0:05
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1636 palavras

toma contigo toda a gente de guerra. Os espias tinham sugerido a Josué que não exigisse a participação de todo o povo no ataque a Ai (Js 7.3), e ele aceitara a sugestão. A sabedoria humana, guiada por excesso de autoconfiança, havia ditado esse primeiro plano, que fracassou. Na nova ordem, parece que Deus repreendeu esse esquema de participação parcial. Instruiu que todos deviam participar da tarefa de tomar Ai e receber uma porção dos despojos. O mesmo se aplica hoje à causa de Deus. Todos devem trabalhar na obra do evangelho, e depois compartilhar suas recompensas. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 2, p. 206.

As lições que aprendemos de nossa falhas deveriam nos fazer mais hábeis para lidar com a mesma situação na segunda vez que ocorressem. … Podemos dizer que tipo de pessoas somos pelo que fazemos na segunda e na terceira tentativas. Life Application Study Bible Kingsway.

põe emboscadas à cidade. O próprio Deus deu instruções detalhadas quanto à estratégia a ser empregada. Josué deveria ter esperado por essas instruções divinas antes de realizar o primeiro ataque. Muitas vezes, as pessoas correm à frente de Deus e andam iluminadas por sua própria luz (ver Is 50:11), crendo estar fazendo a vontade do Senhor. Em cada decisão da vida, deve-se perguntar com toda avidez: “Esta é a vontade de Deus?”. CBASD, vol. 2, p. 206.

saqueareis os seus despojos. A distribuição do saque das cidades que não estavam sob ban [julgamento por idolatria] era parte normal da situação de guerra. Provia os alimentos, rebanhos e armas necessárias ao sustento na situação de guerra ao exército e à nação. Ai não estava sob ban. O exército conquistador precisava de comida e equipamento. Tendo em vista que os soldados não eram pagos, a pilhagem era parte de seu incentivo e recompensa por guerrearem. Life Application Study Bible Kingsway.

subir contra Ai. A conquista de Ai era muito importante para os israelitas. A apenas 17 km de Jericó, Ai era uma fortaleza chave para os cananeus e uma fortificação de proteção para Betel (8.12). Life Application Study Bible Kingsway.

trinta mil homens. Só os cinco mil [do v. 12] foram indicados para tomar parte da emboscada, ficando os restantes 25.000 em prontidão, em caso de necessidade. Bíblia Shedd.

10 passou revista ao povo. Literalmente, “visitou o povo”, ou seja, “vistoriou” ou os “reuniu”. Isso se referia, é claro, como se explica no v. 11, aos homens de guerra. CBASD, vol. 2, p. 207.

14 vendo-o o rei de Ai. Ou seja, logo depois de ter… ficado sabendo. … É provável que os guardas tenham sido os primeiros a descobrir Josué e suas tropas e a informar a presença dos inimigos ao rei. … Imediatamente o rei acordou seus oficiais e soldados, que juntos correram para combater israel, talvez na expectativa de obter outra vitória fácil. CBASD, vol. 2, p. 207.

defronte das campinas. Literalmente, “à vista do Arabá”. O heb. ‘arabahsignifica “um lugar desolado”, “um deserto”. Junto ao artigo, refere-se especificamente ao vale ou à planície do Jordão. A fuga de Israel provavelmente os levou na direção de Gilgal [de onde vieram, antes do ataque a Jericó]. CBASD, vol. 2, p. 207.

16 todo o povo … foi convocado. Literalmente, “recebeu o brado de se reunir”… Isso parece indicar que a repentina fuga do exército de Israel foi uma surpresa, pois os habitantes de Ai não esperavam isso. em seu zelo por se defender, os homens de Ai pelo menos demonstraram mais coragem que seus vizinhos de Jericó. Não tiveram medo de assumir a ofensiva. Incentivados pela vitória anterior, tinham grande confiança no sucesso. No entanto, seu zelo foi em vão, pois estavam lutando contra  Deus. O mesmo ocorre com todos que desempenham um plano de oposição a Deus. A pergunta mais importante é: “Em minhas inquietantes iniciativas, de que lado estou? Se estiver do lado errado, só há um caminho sensato a seguir: render-me. Se estiver do lado do Senhor, resta-me combater ‘o bom combate da fé’ (1Tm 6:12)” com todas as energias. CBASD, vol. 2, p. 208.

17 Nem em um só homem ficou em Ai, nem em Betel. Esta cidade ficava a poucos quilômetros de Ai. Talvez as duas cidades tivessem um sistema de sinais entre si, a fim de que, quando uma delas fosse atacada, a outra fosse alertada de imediato para sair em socorro da primeira. CBASD, vol. 2, p. 208.

A operação militar conjunta indica que as duas cidades eram íntimas aliadas entre si, embora se declare que cada uma delas tinha um rei (12.9, 16). Bíblia de Estudo NVI Vida.

18, 19 O Senhor deu a cidade a Josué. A derrota de ontem se tornou a vitória de hoje. Uma vez que o pecado é tratado, perdão e vitória estão à frente. Life Application Study Bible Kingsway.

26 não retirou a mão. Este ato de Josué é semelhante à ação de Moisés durante a luta de Israel com os amalequitas (Êx 17.11, 12). Bíblia Shedd.

28 Ai… a reduziu … a um montão, a ruínas. O nome “Ai” significa um montão de “ruínas”. Bíblia Shedd.

30 Então, Josué edificou um altar ao SENHOR. Era um momento oportuno para interromper a campanha militar e renovar a aliança com o Senhor. Em duas ocasiões diferentes, Deus tinha ordenado que Israel se reunisse em assembleia solene de todas as tribos sobre os montes Ebal e Gerizim, pouco depois de sua entrada em Canaã (Dt 1:26-30; 27:2-8). Israel deveria ouvir a releitura da lei, e seus preceitos seriam inscritos em pedra e colocados no coração da terra, para que tanto israelitas como pessoas de outros povos pudessem lê-los. Desse modo, o Senhor estendeu a todas as nações um convite para que conhecessem Seus propósitos e se unissem a Seu povo. Geograficamente, o lugar ficava no centro do país e na encruzilhada das rotas de viagem. … Muito embora estivesse no meio de uma terra inimiga ainda não conquistada, Israel não sofreu dano porque o “terror de Deus” recaiu sobre as cidades ao redor, como quando Jacó havia passado por essa mesma região em seu caminho para Betel muito tempo antes (Gn 35:5).

Depois da queda de Ai, a guerra foi suspensa por algum tempo. A mão divina impediu que os cananeus de interferirem com a observância de Israel ao código mosaico. A nação inteira foi conduzida ao vale entre Ebal e Gerizim, para ouvir recitação da lei e responder com seu forte “Amém” (Dt 27.15). Comentário Bíblico Devocional Velho Testamento, F. B. Meyer.

no monte Ebal. O nome “Ebal” significa “nu” ou “descoberto”. Talvez isto indique que essa montanha seria de rocha e quase sem vegetação. Deus mandou cravar a sentença de castigo sobre essa montanha (Dt 11.26-29), enquanto as promessas de bênçãos eram cravadas sobre Gerizim, uma montanha do outro lado do mesmo vale. Ambas ficavam quase no centro de Samaria. Bíblia Shedd.

No sopé desse pico montanhoso, havia a cidade-fortaleza de Siquém, onde Abraão construíra um altar (Gn 12.6, 7). Bíblia de Estudo NVI Vida.

Na hora do triunfo completo precisamos estar diante do Senhor! Foi nesse local [Siquém/Sicar] que o incidente de João 4 aconteceu (ver Jo 4.5]. Jesus o transformou num vale de bênção! Comentário Bíblico Devocional Velho Testamento, F. B. Meyer.

Deus instruiu que o altar fosse erigido no estéril monte Ebal, a montanha das maldições, não em Gerizim, a montanha das bênçãos (Dt 11:29; 27:13). Isso aponta para a morte de Jesus, o Cordeiro de Deus, que tomou sobre Si as maldições que a humanidade merece (Gl 3:13) para que aqueles que nEle cressem pudessem receber as bênçãos. Bíblia de Estudo Andrews.

Ebal continha em si a maldição. Era apropriado que o altar ali estivesse. Comentário Bíblico Devocional Velho Testamento, F. B. Meyer.

30, 31 O altar deveria ser construído com pedras não lavradas para que não fossem profanadas (ver Êx 20:25). Isto preveniria as pessoas de adorarem os altares como se fossem ídolos, ou adorassem a perícia manual dos trabalhadores ao invés dos grandes atos de Deus. Life Application Study Bible Kingsway.

30-35 No calor da vitória em Ai, pareceria sábio para Israel, em termos militares, avançar de imediato na conquista de Canaã. Entretanto, havia um trabalho mais importante que deveria receber prioridade: o dever espiritual de renovar a lealdade à aliança com Deus em Siquém, em cumprimento à instrução do Senhor a Moisés (ver Dt 11:19; 27:11-28:68). Bíblia de Estudo Andrews.

31 Livro da Lei de Moisés. Esta palavra faz referência à citação específica do livro de Deuteronômio (cf Dt 31.9, 24, 26), mas a expressão é usada para referir a todos os livros do Pentateuco (de Gênesis a Deuteronômio, os cinco livros de Moisés). Bíblia Shedd.

32 Escreveu ali, em pedras, uma cópia da Lei de Moisés. Provavelmente os Dez Mandamentos (registrados em Êxodo 20). Este era o coração de todas as leis de Deus e ainda são relevantes hoje. Life Application Study Bible Kingsway.

Moisés ordenara ao povo que primeiramente rebocasse as pedras, para então gravar sobre elas as palavras da lei (Dt 27.2-4). Essas pedras são o quarto monumento na terra de Canaã. Bíblia de Estudo NVI Vida.

33 como Moisés… ordenara. Cf Dt 27.12, 13. Bíblia Shedd.

34 leu todas as palavras… bênção… maldição. Já foi provado, por várias vezes, que o povo, no vale, entre os dois montes, poderia ouvir com clareza as palavras pronunciadas dos dois lados. Bíblia Shedd.

Ambos os aspectos da aliança de Deus já tinham sido experimentados na Terra Prometida: a bênção, no cap. 6 e em 8:1-29, e a maldição, no cap. 7. Ver Dt 27-28. Bíblia de Genebra.

35 toda a congregação. As mulheres, as crianças e os estrangeiros, como Raabe e sua família, estavam ali. Todos, velhos e jovens, deviam escutar as palavras do Senhor. O esclarecimento do intelecto é um dos primeiros passos para o crescimento espiritual. Não se pode viver em harmonia com Deus na ignorância. A ignorância e o verdadeiro cristianismo nunca coexistem no mesmo indivíduo. É por isso que Deus atribuiu grande importância à educação cristã. Nada deveria interferir na liberdade de os filhos receberem a educação que o Senhor ordenou.Apesar das dificuldades da viagem até o monte Ebal, as crianças do antigo Israel deviam acompanhar os pais. CBASD, vol. 2, p. 210.



JOSUÉ 8 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
25 de abril de 2019, 0:00
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JOSUÉ 7 by Jeferson Quimelli
24 de abril de 2019, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/josue/js-capitulo-6/

John Donne (1572-1631) escreveu: “Nenhum homem é uma ilha, sozinho em si mesmo;”*

Uma verdade a retirar destas palavras é que decisões imprudentes e ações individuais, na maior parte das vezes, afetam negativamente muitos outros além de você mesmo. Acã colocou seus próprios interesses acima dos outros. E sua escolha resultou na morte de 36 soldados e constrangimento para a causa de Deus.

O egoísmo contagia o espírito humano, e nesta época onde impera a gratificação instantânea, torna-se fácil para as pessoas racionalizarem suas decisões em fazer o que lhes interessa, independentemente de como isto possa afetar a outros.

Mas o reavivamento e a reforma inspirados pelo Espírito transformam a nossa mente para que [esta] reflita a mente de Cristo. Então, agradar a minha natureza pecaminosa deixa de ser o mais importante. Meu objetivo maior passa a ser agradar a Deus que me criou e abençoar meus irmãos em Cristo.

Willie Edward Hucks II
Secretário Ministerial Associado
Conferência Geral

* “Nenhum homem é uma ilha, sozinho em si mesmo; cada homem é parte do continente, parte do todo; se um torrão de terra for levado pelo mar, a Europa fica menor, como se fosse um promontório, assim como se fosse uma parte de seus amigos ou mesmo sua; a morte de qualquer homem me diminui, porque eu sou parte da humanidade; e por isso, nunca procure saber por quem os sinos dobram, eles dobram por ti.” Devotions Upon Emergent Occasions, and severall steps in my Sicknes, 1624.

 

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=440
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli



JOSUÉ 7 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
24 de abril de 2019, 0:55
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JOSUÉ 7 – COMENTÁRIOS PR HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
24 de abril de 2019, 0:45
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Ao experimentar qualquer tipo de derrota é importante buscar a razão na raiz do problema. A pior desgraça é ignorar que seus interesses pecaminosos são a causa de várias frustrações. O maior problema humano é negligenciar a solução no lugar certo.

As crises nas cidades, estados e países, nas empresas, famílias e igrejas devem-se aos pecados que cometemos. Como tudo seria diferente se fôssemos mais amantes das coisas espirituais do que das coisas carnais!

O pecado é abrangente, quem o comente prejudica a outros. Isso é evidente neste capítulo. Veja o esboço feito por David M. Howard, Jr.

1. O pecado (v. 1);
2. A derrota (vs. 2-5);
3. Lamento de Josué (vs. 6-9);
4. Instruções do Senhor (vs. 10-15);
5. Descoberta e consequência (vs. 16-26).

O pecado é pior que veneno de serpente peçonhenta, contudo, o preferimos mais que sorvete. Ele é destrutivo, mas nós o apreciamos mais que qualquer aperitivo. Se todos nós o considerássemos como ele realmente merece, nós o odiaríamos, desprezaríamos e fugiríamos dele.

Se “mentira tem pernas curtas”, o que dirá de roubo, adultério e assassinato? Se esconder em casa objetos de pessoas mortas causa o fracasso de uma nação inteira, o que dirá dos muitos pecados que cometemos? Isso explica nossa situação pessoal, familiar, social e politica…

Quem peca…

• …revela não importar-se com Deus, nem com os outros e nem consigo mesmo;
• …demonstra desejo diabólico de destruir sua família, sua igreja e sua nação;
• …desobedece a Deus;
• …rebela-se contra a vida!

Nunca subestime o poder do pecado! O que parece esperteza, leva-nos a um beco sem saída.

Ao Acã reconhecer seu pecado, não houve arrependimento. Seu ato foi devido a não ter como esconder mais seu erro. Nem toda confissão gera salvação, apenas confirma que Deus não erra.

Acã revela-nos que:

• Não adianta estar entre o povo de Deus servindo a si mesmo;
• De nada vale confiar em si mesmo para obter recursos;
• Pecado não é um ato que prejudica apenas quem o comete;
• Pecar é rebelar-se contra Deus;
• Destruímos a nós mesmos, nossa família e nossa igreja quando pecamos;
• A causa de nossas derrotas são nossas falhas de caráter;
• Sem dependência de Deus não há como vencer.

REFLITA: Essa história foi inspirada para alertar-nos!

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



JOSUÉ 7 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
24 de abril de 2019, 0:30
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“Dispõe-te, santifica o povo e dize: Santificai-vos para amanhã, porque assim diz o Senhor, Deus de Israel: Há coisas condenadas no vosso meio, ó Israel; aos vossos inimigos não podereis resistir, enquanto não eliminardes do vosso meio as coisas condenadas” (v.13).


Antes do Senhor entregar Jericó nas mãos dos israelitas, Josué foi muito claro ao dizer: “Tão somente guardai-vos das coisas condenadas… e assim torneis maldito o arraial de Israel e o confundais” (Js.6:18). Ou seja, o povo não poderia levar para si os despojos daquela cidade, além do que o Senhor ordenara para o Seu tesouro, provavelmente pela idolatria e licenciosidade que ali existia. Porém, Acã, da tribo de Judá, “tomou das coisas condenadas… [e] a ira do Senhor se acendeu contra os filhos de Israel” (v.1).

Confesso que ao ler o capítulo de hoje, fiquei muito triste pela situação. É difícil de aceitar que por causa do pecado de uma pessoa todo o povo fosse prejudicado e toda uma família perecesse. São chocantes os versos que descrevem a condenação de Acã e de sua família (v.24-25). Mas não foi assim que o pecado entrou no mundo? “Porque, como pela desobediência de um só homem, muitos se tornaram pecadores” (Rm.5:19)? Isto me leva a uma conclusão muito séria: as minhas escolhas têm consequências que não se restringem apenas a mim.

Israel foi à luta e voltou derrotado, por causa do pecado de Acã. Não pense que o que você faz de errado só tem consequências pessoais. Alguém que vende o seu corpo, por exemplo, pode pensar: “Faço do meu corpo o que eu quiser, e isso é problema meu!” Não é, filho(a)! O problema é seu e da pessoa que engana o seu cônjuge; é seu e da pessoa que adquiriu de você uma doença venérea; é seu e do indivíduo que lhe pagou e deixou a família a passar necessidade. Um pai ou uma mãe também podem pensar: “o filho é meu e educo como quiser. Ninguém tem nada a ver com isso!” Tem sim, papai e mamãe! Não vivemos dentro de uma redoma, vivemos em sociedade. E nossas palavras e nossas ações influenciam e muito nossa família e todo o meio em que vivemos.

Querer se eximir da responsabilidade foi o que fez Acã, a ponto de permitir que Deus mandasse convocar tribo por tribo, família por família e homem por homem, até, finalmente, chegar ao culpado. Se o Senhor simplesmente o tivesse castigado sem que Acã confessasse, ou sem as provas de sua desobediência, colocaria em dúvida o Seu julgamento justo. O mais triste de tudo é que Acã envolveu sua família naquela trama, trazendo ruína à toda a sua casa. Meus amados, precisamos atender à advertência do apóstolo Paulo: “Examinai-vos a vós mesmos se realmente estais na fé; provai-vos a vós mesmos” (2Co.13:5). Deus ordenou mais uma vez que Seus filhos se santificassem: “Santificai-vos para amanhã” (v.13). Deus dera a Acã um dia de prazo para se arrepender e confessar o seu pecado, mas ele não o fez. Permitiu que a desconfiança tomasse conta de todo o povo e não temeu o Deus que tudo vê.

Deus é misericórdia! Ele nos oferece oportunidades de arrependimento e confissão. E Ele nos apela, hoje: “E não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus” (Rm.12:2). O Senhor nos diz como disse a Josué: “Levanta-te! Porque estás prostrado assim sobre o rosto?” (v.10). Israel havia pecado e violado a aliança do Senhor (v.11). Não adianta chorar e se lamentar, quando você sabe o que é preciso fazer e não o faz.

Tome, agora, a firme decisão que tomou Josué: “Eu e minha casa serviremos ao Senhor” (Js.24:15). Porque, por um só homem entrou o pecado no mundo, mas graças a Deus por nosso Senhor, Jesus Cristo, porque por causa da Sua obediência, “muitos se tornarão justos” (Rm.5:19). “Aquele, pois, que pensa estar em pé veja que não caia” (1Co.10:12). Pois a sua queda pode significar a queda da sua família. Vigiemos e oremos!

Bom dia, alvos da misericórdia de Deus!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Josué7 #RPSP

Comentário em áudio:
youtube.com/user/nanayuri100