Reavivados por Sua Palavra


NÚMEROS 35 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
13 de março de 2019, 0:30
Filed under: Sem categoria


“Não contaminareis, pois, a terra na qual vós habitais, no meio da qual Eu habito; pois Eu, o Senhor, habito no meio dos filhos de Israel” (v.34).


Das quarenta e oito cidades estabelecidas por Deus como cidades dos levitas, seis delas foram separadas para um fim especial. Cada tribo de Israel daria cidades para a habitação dos levitas e para as cidades de refúgio “na proporção da herança” (v.8) que recebesse. As cidades de refúgio serviam para acolher o homicida que matasse “alguém involuntariamente” (v.11). Na linguagem jurídica atual, poderíamos denominar tal homicídio de culposo, ou seja, sem a intenção de matar.

Mesmo que fosse um ato involuntário, o homicídio derramava na terra um sangue que precisava ser expiado, assim como o crime culposo hoje, apesar de ter uma pena amenizada, não deixa de ter a sanção penal prevista. Enquanto aguardava um julgamento que levasse em conta a ausência de dolo, o homicida não poderia sair dos muros da cidade de refúgio, devendo ficar ali “até à morte do sumo sacerdote, que foi ungido com o santo óleo” (v.25). A morte do sumo sacerdote prefigurava o sacrifício de Cristo, que faria expiação por toda humanidade. Mas se o homicida saísse “dos limites de sua cidade de refúgio, onde se tinha acolhido, e o vingador de sangue” o encontrasse “fora dos limites dela”, este poderia matá-lo sem que fosse “culpado do sangue” (v.26-27).

Feliz é aquele que faz do Senhor o seu refúgio. Para este há sempre a segurança em saber que a sua vida está nas melhores mãos. Diz o salmista: “O que habita no esconderijo do Altíssimo e descansa à sombra do Onipotente diz ao Senhor: Meu refúgio e meu baluarte, Deus meu, em Quem confio” (Sl.91:1-2). Somos todos pecadores, e, portanto, culpados do sangue do Inocente. Porque “assim como por um só homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado, a morte, assim também a morte passou a todos os homens, porque todos pecaram” (Rm.5:12). “Mas Ele foi trespassado pelas nossas transgressões e moído pelas nossas iniquidades” (Is.53:5).

Somente em Cristo podemos permanecer seguros até que Ele venha. Sair de sua presença significa colocar em risco a própria vida, podendo selar o destino eterno para a perdição. Ao contrário do vingador de sangue em Israel, que geralmente era um dos parentes mais próximos da vítima buscando vingar o sangue derramado, há um derramador de sangue espreitando cada vida humana esperando a mínima oportunidade para matar e destruir todo aquele que abandona o seguro refúgio divino. Portanto, amados, “sede sóbrios e vigilantes. O diabo, vosso adversário, anda em derredor, como leão que ruge procurando alguém para devorar” (1Pe.5:8).

Enquanto estivermos abrigados no esconderijo do Altíssimo, Satanás continuará apenas em derredor. À cada manhã, apegue-se à Palavra de Deus e à oração, e você permanecerá seguro durante todo o dia, até aquele Grande Dia.

Vigiemos e oremos!

Bom dia, refugiados no Altíssimo!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Números35 #RPSP

Comentário em áudio:
https://www.youtube.com/user/nanayuri100


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