Reavivados por Sua Palavra


Gálatas 5 by Jobson Santos
11 de julho de 2018, 1:00
Filed under: Sem categoria

Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/galatas/gl-capitulo-5/

O fato de nossa salvação estar enraizada em Cristo significa que podemos nos comportar de qualquer maneira? Certamente não! Nosso modo de vida como cristãos é tão importante que o apóstolo Paulo fala sobre isso em todas as suas epístolas. Essa discussão, no entanto, sempre se segue às considerações de Paulo sobre o que Deus fez por nós em Cristo. Este padrão em suas cartas demonstra que nossas ações devem ser uma resposta à salvação que já temos em Cristo, em vez de serem um meio de obter a salvação.

Paulo nos lembra de que, embora tenhamos sido libertados da condenação da lei, nossa liberdade não deve se tornar uma desculpa para cedermos aos desejos egocêntricos (ver vv 19-21). A graça deve libertar-nos do poder dominante do pecado que procura manter-nos cativos. Então, ao invés de viver para agradar a nós mesmos, o evangelho nos liberta para servirmos uns aos outros por amor (cf. Gl 5:13; Lev 19:18).

Como você pode imaginar, este tipo de obediência está além do que somos capazes de alcançar por nós mesmos. É uma obra da graça divina que só o Espírito pode produzir em nós. Minha oração é que cada um de nós permita que o Espírito produza esse fruto em nossas vidas hoje.

Carl P. Cosaert
Professor Associado de Religião
Universidade de Walla Walla
Estados Unidos

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=1342
Comentário original completo: https://reavivadosporsuapalavra.org/2015/04/17
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli
Comentário em áudio: Pr. Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/ReavivadosA/Reavivados11-07-2018.mp3
Comentários em vídeo

Ouça online [Voz Valesca Conty]:



GÁLATAS 5 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
11 de julho de 2018, 0:55
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GÁLATAS 5 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
11 de julho de 2018, 0:45
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GÁLATAS 5 – Vamos nos reavivar biblicamente?

• Na primeira parte da carta de Paulo aos crentes da Galácia, o evangelho da graça é ousadamente defendido (1:1-2:11).
• No coração da carta, na parte central, o evangelho da graça é claramente explicado (3:1-4:31).
• Na parte final, após usar diversos recursos retóricos, Paulo, com muita força argumentativa, apresenta o evangelho da graça aplicado à vida diária do pecador arrependido e convertido a Cristo (5:1-6:18).

Isso porque Satanás faz tudo o que pode para que não tenhamos contato com o verdadeiro evangelho. Ele ilude, induzindo as pessoas a acreditarem que o evangelho delas, que é humano, pareça ser o evangelho de Cristo.

O falso evangelho escraviza tanto quanto qualquer filosofia pagã. Parece com o verdadeiro, mas não oferece o mesmo resultado. A verdadeira e plena libertação que gera a mais pura satisfação resultante da reconciliação com Deus só pode experimentar quem assimila à sua vida o verdadeiro evangelho.

A religião aceita e apregoada por muitos tende depositar sua confiança na obediência à Lei de Deus, e/ou em outras normas eclesiásticas, a fim de obter aceitação de Deus e o perdão dos seus pecados – essa é a essência do legalismo.

É importante identificar a enorme diferença existente entre o evangelho e o legalismo, caso você não queira cair na ilusão quanto à religião que você professa.

• O evangelho é relacionamento com Cristo e confiança em Seus méritos que resultam em redenção; o legalismo baseia-se no mérito pessoal, confiança própria e, camufla a escravidão do pecado.
• O evangelho significa colocar a confiança em Cristo mediante a fé que resulta em liberdade do pecado, enquanto o legalismo sugere a confiança nas próprias forças e habilidades humanas para alcançar a graça divina.
• O evangelho produz alegria, felicidade, serviço e compaixão pelo próximo; o legalismo oprime, isola, além de promover orgulho e jactância ilusórios.

É impossível viver o verdadeiro evangelho à parte do Espírito Santo. Para viver no Espírito deve-se mortificar a carne. A morte para o eu é imprescindível para a vida no Espírito.

• Você aceita?

Enfim, o capítulo é prático. Samuel Ngewa sintetiza: “Implicações da justificação pela fé”:

1. Permanecer firmes e viver em liberdade (vs. 1-12);
2. Viver pelo Espírito (vs. 13-26).

É através do Espírito que poderemos reavivar-nos verdadeiramente! – Heber Toth Armí.



GÁLATAS 5 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
11 de julho de 2018, 0:30
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“Se vivemos no Espírito, andemos também no Espírito” (v.25).


Lendo o livro “Ainda que caiam os céus” (www.cpb.com.br), o autor conta a história de sua vida, de sua família e de irmãos em Cristo que sofreram os terríveis resultados do regime soviético. Em meio à fome, violência, repressão e descaso, os filhos de Deus eram contados com os criminosos. Mas ainda que em face de tantas tribulações, seus testemunhos deixaram um legado de elevada importância e que nos relembram um fato incontestável: o nosso lar não é aqui. Presos como animais, separados de suas famílias e constantemente a mercê de homens opressores e frios, as palavras que deixaram registradas na história revelam a fé, o amor e a alegria dos que são “guiados pelo Espírito” (v.18).

A tônica deste capítulo parece apresentar um novo discurso, quando, na verdade, Paulo apresenta um segundo problema. Primeiro, os gálatas foram severamente advertidos quanto ao legalismo. Então, mediante o espírito crítico que contaminava as igrejas, surgiu outro problema: o liberalismo. Ora, se a lei não salva, então posso ser de Jesus enquanto faço o que quero, julgavam alguns. Foi este tipo de pensamento que Paulo procurou corrigir a partir do versículo treze, quando disse: “Porque vós, irmãos, fostes chamados à liberdade; porém não useis da liberdade para dar ocasião à carne; sede, antes, servos uns dos outros, pelo amor”

Nos campos de concentração, nas prisões e nos campos de trabalhos forçados, muitos de nossos irmãos encontraram a oportunidade de serem a última esperança àqueles que pereciam. Proibidos de ter consigo uma Bíblia, percebiam a atuação do Espírito Santo lembrando-lhes de textos que com dedicação e oração haviam estudado. Sua fé era fortalecida cada vez que eram levados a contemplar as cenas da crucifixão. O “escândalo da cruz” (v.11) era-lhes melhor compreendido e de suas faces irradiava a alegria de quem foi salvo por tão grande amor. Eles poderiam simplesmente ter negado a sua fé, colaborando com o regime socialista ou concordando em transgredir os mandamentos de Deus, mas a liberdade que tinham em Cristo não poderia jamais ser privada por cadeias ou provações. E diante de inquiridores agressivos, blasfemos e lascivos, davam graças a Deus por estarem do lado perseguido.

“A fé que atua pelo amor” (v.6) promove transformação. Geralmente, são mudanças imperceptíveis àqueles que as experimentam, mas, diante de outros, notoriamente percebidas. Paulatinamente, o Espírito Santo vai atuando naqueles que por Ele são guiados, de forma que “as obras da carne” (v.19) desaparecem para dar lugar ao “fruto do Espírito” (v.22). Notem que as obras da carne estão no plural, enquanto o fruto do Espírito, no singular. Há uma razão para isso. Tiago escreveu o seguinte: “Pois qualquer que guarda toda a lei, mas tropeça em um só ponto, se torna culpado de todos” (Tg 2:10). Ou seja, da lista de quinze pecados destacados por Paulo, se eu cometo apenas um, é como se praticasse todos, e “não herdarão o reino dos céus os que tais coisas praticam” (v.21). Já a atuação do Espírito Santo na vida do cristão converso, produz um único fruto cujas virtudes andam juntas, sendo pouco a pouco aperfeiçoadas, como está escrito: “Mas a vereda dos justos é como a luz da aurora, que vai brilhando mais e mais até ser dia perfeito” (Pv 4:18).

Diante de Deus, não existem argumentos para a desobediência, posto que a obediência é a fé operante, “a fé que atua pelo amor” (v.6): Amor a Deus e ao próximo (v.14), assim como nossos irmãos que escolheram não fazer a sua própria vontade (v.17), mas, por amor a Deus e à Sua Palavra, e por amor àqueles que pereciam no engano, colocaram em risco a própria vida e de suas famílias para pregar o evangelho. Todas as vezes que “vos mordeis e devorais uns aos outros” (v.15), “provocando uns aos outros, tendo inveja uns dos outros” (v.26), estão assumindo o posto de agentes satânicos.

Não poderemos jamais nos assemelhar àqueles mártires e nem alcançar perante Deus os mesmos privilégios que os aguarda na eternidade, se formos legalistas ou liberais. Mas “se vivemos no Espírito, andemos também no Espírito” (v.25). Se o Espírito Santo habita em nós, que nossas palavras e ações sejam uma manifestação deste milagre. Então, quando formos severamente provados e diante de nós estiver o “tempo de angústia, qual nunca houve” (Dn 12:1), nossa fé será confirmada, nossos ombros fortalecidos e nosso coração, animado, na certeza de que estamos chegando em Casa.

Bom dia, “guiados pelo Espírito” (v.18)!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Gálatas5 #RPSP



GÁLATAS 5 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
11 de julho de 2018, 0:20
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536 palavras

1 Não vos submetais. Ou, “não sejais seduzidos”. Os gálatas tinham saído da escravidão aos ídolos quando receberam o evangelho de Paulo. Porém, aceitar os princípios do judaísmo seria retornar a um estado semelhante de escravidão. Isso significava praticamente renunciar por completo a Cristo. Negar ou abandonar a verdade deixa a pessoa vulnerável ao erro e ao pecado. É pecado não fazer o que sabemos ser correto (Tg 4:17). Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 1079.

2 Nada vos aproveitará. As promessas de Deus pertencem somente aos que as aceitam pela fé, e não aos que se propõem a conquistá-las pelos próprios méritos. As boas obras humanas são sem valor no banco do Céu (Is 64:6). CBASD, vol. 6, p. 1080.

6 A fé que atua. Fé tem obras, mas estas não são as “obras da lei” (Gl 2:16). Assim, excluem-se todas as “obras” realizadas com o propósito de obter justiça. As “obras” que acompanham a fé genuína são inspiradas pelo espírito de gratidão pelo dom da graça divina, pelo amor a Deus e ao próximo (Mt 22:34-40). Tiago fala de obras como essas quando declara que “a fé sem obras é morta” (Tg 2:26). Neste ponto, concordam os ensinamentos de Paulo e de Tiago. Os dois não estão em conflito, como alguns apressadamente concluem. A fé que não produz o “fruto do Espírito” na vida é falsa. A suposta fé que leva a pessoa a se considerar eximida de obedecer à vontade de Deus tal como se expressa no decálogo, que é simplesmente uma breve descrição de como se deve demonstrar o amor a Deus e ao ser humano, é uma falsificação. CBASD, vol. 6, p. 1082.

9 Fermento. A influência dos judaizantes havia começado de forma aparentemente restrita, porém, alcançou proporções surpreendentes. Quando Paulo cita esse provérbio em sua epístola aos Coríntios (ICo 5:6), refere-se ao exemplo contagioso de alguns membros cuja conduta Paulo se sentia compelido a repreender. Se o movimento na Galácia continuasse, com o tempo, toda a igreja cristã teria voltado à prática dos ritos e cerimônias do judaísmo. CBASD, vol. 6, p. 1083.

17 Contra o Espírito. A guerra aparentemente interminável continua, ou seja, a luta entre a inclinação para fazer o bem e a inclinação para fazer o mal. Quando Paulo analisou esse conflito em sua experiência passada, ele viu que a vitória só é possível por intermédio de Jesus Cristo. CBASD, vol. 6, p. 1086.

18 Não estais sob a lei. Paulo adverte aos gálatas que o Espírito Santo nunca leva as pessoas a buscar a salvação mediante a conformidade com os requisitos do sistema ritual judaico, ou por qualquer sistema de justiça legal. Por outro lado, os que se submetem a uma religião legalista estão em guerra com o Espírito Santo (ver com. de GI 2:16). CBASD, vol. 6, p. 1086.

24 Crucificaram a carne. Ou seja, renunciaram completa e irrevogavelmente a cada tendência natural que não estava em harmonia com a vontade de Deus. CBASD, vol. 6, p. 1088.

26 Possuir de vanglória. Ou, “vaidade”, “egoísmo”. Os cristãos não devem se orgulhar nem mesmo em seu coração de suas realizações espirituais, mas humildemente considerar os outros superiores a si mesmos (Fp 2:3). CBASD, vol. 6, p. 1088.

Provocando uns aos outros. Nada pode ser mais ofensivo aos outros do que a presunção de que somos mais virtuosos ou superiores do que eles. CBASD, vol. 6, p. 1088.

by tatianawernenburg



GÁLATAS 5 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
11 de julho de 2018, 0:11
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Gálatas 4 by Jobson Santos
10 de julho de 2018, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/galatas/gl-capitulo-4/

Depois de esperar 10 anos pela chegada do prometido, Abrão e Sara concluíram que Deus devia estar esperando que eles fizessem algo. Olhando para os costumes antigos de utilizar uma escrava como mãe de aluguel para uma esposa estéril, Abrão e Sara decidiram ter um filho através de sua serva egípcia, Hagar (Gn 16:1-6). Somente cerca de 15 anos depois Abraão finalmente percebeu que a promessa de salvação de Deus era algo que só Deus poderia efetuar – como o nascimento milagroso do filho Isaque através de sua esposa estéril Sara.

Olhando para trás é fácil e claro ver quão tola havia sido a tentativa de Abraão e Sara de tentar ajudar a promessa de Deus se cumprir. No entanto, quão frequentemente fazemos a mesma coisa? Em vez de esperar no Senhor para que Ele faça o que prometeu – seja em nossa própria vida ou na vida de familiares e amigos – ficamos impacientes e tentamos fazer com que as promessas se cumpram por nossos esforços resultando na maior confusão.

Que ao refletirmos na experiência de Abraão possamos aprender a confiar menos em nós mesmos e mais nas promessas de Deus.

Carl P. Cosaert
Professor Associado de Religião
Universidade de Walla Walla
Estados Unidos

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=1341
Comentário original completo: https://reavivadosporsuapalavra.org/2015/04/16
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli
Comentário em áudio: Pr. Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/ReavivadosA/Reavivados10-07-2018.mp3
Comentários em vídeo

Ouça online [Voz Valesca Conty]:



GÁLATAS 4 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
10 de julho de 2018, 0:55
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GÁLATAS 4 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
10 de julho de 2018, 0:45
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GÁLATAS 4 – Existiu época em que a igreja foi perfeita? “O primeiro século de nossa era foi o período ideal da história cristã. Os apóstolos conduziam à Igreja e o Espírito Santo enchia o coração de cada crente com o poder do Pentecostes. Como resultado, o povo de Deus vivia em perfeita paz e harmonia”.

Após declarar isso, Marvin Moore pergunta: “Correto?” Seria isso verdade? Ele mesmo responde com um enfático “Não”.

As cartas dos apóstolos foram escritas porque as igrejas tinham problemas; muitos deles eram extremamente graves – seja de cunho moral ou teológico.

• Atualmente, precisamos dessas cartas?
• Estamos mais maduros espiritualmente após 2000 mil anos de história eclesiástica?
• Olhe a quantidade de denominações diferentes e tire tuas próprias conclusões.

Agora pense, e quanto a você, precisa de tais repreensões apostólicas? Se sim, avance em teus estudos. Donald Guthrie sintetiza da seguinte forma o capítulo em análise:

• Emergindo para a filiação (vs. 1-7);
• Voltando aos rudimentos (vs. 8-11);
• Um apelo pessoal (vs. 12-20);
• Uma abordagem alegórica (vs. 21-31).

Sermos livres da maldição da Lei não significa descambar para a desobediência ou promover as obras do diabo. Ser livre em Cristo significa ser perdoado e liberto. Tal liberdade não é libertinagem, somos libertos do pecado para vivermos livres dele, obviamente.

Jesus pagou alto preço tornando-se maldição, fazendo-se pecado por nós, pagando o preço que deveríamos pagar. Seu sacrifício torna-nos filhos de Deus; porém, rejeitar tal oferta é descaso ao preço tão alto e à única possibilidade de tornarmos filhos de Deus.

Quem é justificado pela graça não permanece na desgraça do pecado, nem no caminho da desobediência; pelo contrário, livres da escravidão do pecado tornamo-nos aptos para harmonizar a vida com a vontade divina.

Assim, quando praticamos os ditames da Lei Divina, expressamos publicamente a certeza que fomos verdadeira e plenamente libertos da condenação e maldição do pecado e, agora, não estamos mais sob o efeito do pecado, mas sob o efeito do caráter de Cristo.

Paulo…

• …com coração pastoral, apela para que os crentes não façam da Lei um ídolo.
• …equilibrando repreensão e amor, dizia a verdade baseando-se na Bíblia (vs. 22-31) para tirar os crentes da influência dos falsos mestres.
• …almejava que Cristo fosse formado em seus discípulos.

Reavivemo-nos pautando-nos no evangelho verdadeiro! – Heber Toth Armí.



GÁLATAS 4 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
10 de julho de 2018, 0:30
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“De sorte que já não és escravo, porém filho; e, sendo filho, também herdeiro por Deus” (v.7).


O Novo Testamento nada mais é do que a continuação do Antigo. Ignore o antigo testemunho, então o novo não poderá ser compreendido com clareza. Desde o Éden, Deus nos deixou mensagens que devem ser examinadas com diligência e oração. A fim de conservar o homem no caminho direito, o Senhor não poupou introduzir em Sua Palavra as consequências desastrosas da desobediência. Mas também deu especial destaque àqueles que, por sua fidelidade e integridade, tornaram-se exemplos inquestionáveis de que “Bem-aventurado é o homem que teme ao Senhor e se compraz nos Seus mandamentos” (Sl 112:1).

Ao chamar Abraão para dar início à descendência em que a promessa messiânica se cumpriria, o Senhor lhe prometeu um filho, o filho da promessa. Entretanto, a demora fez com que Abraão cedesse ao insistente pedido de Sara, gerando em Hagar, a escrava egípcia, um filho que não correspondia à promessa de Deus. A impaciência gerou frustração e consequências desastrosas e inevitáveis. Mas foi através de Isaque que o Senhor confirmou a Sua aliança e multiplicou o Seu povo. Israel tornou-se o povo que representava o Deus vivo na Terra e, “sob a lei” (v.5), deveria ser testemunha ao mundo de que Deus certamente enviaria “Seu Filho unigênito, para que todo o que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo 3:16). No entanto, na “plenitude do tempo, Deus enviou Seu Filho, nascido de mulher, nascido sob a lei” (v.4), como prometera, e a nação estava tão ocupada em observar “dias, e meses, e tempos, e anos” (v.10), que não reconheceram em Cristo o cumprimento da profecia.

Ao entregar a Sua vida naquele madeiro, “o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo” (Jo 1:29), encerrou toda a lei cerimonial. Não era mais necessário guardar os dias de festas e os rituais de sacrifícios, pois que todos eles apontavam para o plano da salvação em Cristo. Quando Jesus expirou na cruz, “o véu do santuário se rasgou em duas partes de alto a baixo” (Mt 27:51), simbolizando a vitória do perfeito plano divino. Por meio do sacrifício de Cristo, temos livre acesso ao Santíssimo, onde está o trono de Deus. Perante o Pai, reconhecendo que a intercessão dAquele que “saiu vencendo para vencer” (Ap 6:2) é suficiente para nos salvar, devemos depositar o nosso coração a fim de que “o Espírito de Seu Filho” (v.6) realize em nós a Sua boa obra.

Eis o que Paulo estava exortando aos gálatas e o que o Senhor nos pede todos os dias: “Dá-Me, filho Meu, o teu coração, e os teus olhos se agradem dos Meus caminhos” (Pv 23:26). “Mas agora que conheceis a Deus ou, antes, sendo conhecidos por Deus” (v.9), procederemos como uma classe de escribas e fariseus atuais? Entregue o seu coração a Deus sem reservas e você verá se Ele não vai abrir os seus olhos para compreender com clareza toda a Escritura. Paulo revelou aos gálatas verdades tão absolutas e plenas, que eles teriam “arrancado os próprios olhos” (v.15) por amor a ele. Jesus mesmo afirmou: “e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará” (Jo 8:32). O pecado revelado na lei nos escraviza, mas a verdade revelada em Cristo nos liberta.

Estude a vida de Paulo e você verá que, em momento algum, ele desobedeceu aos dez mandamentos. Mas também, em nenhuma de suas palavras inspiradas, você encontrará uma única citação que se refira à lei como um meio de salvação. Abraão obedeceu porque ele era livre. Ele poderia ter se recusado a obedecer, mas escolheu ser obediente porque amava a Deus. Paulo e os demais apóstolos poderiam ter se recusado a pregar o evangelho em tão terríveis condições, mas escolheram obedecer à voz de Deus porque, antes de tudo, O amavam. Se amamos a Deus, igualmente, “somos filhos não da escrava, e sim da livre” (v.31), e Lhe seremos obedientes porque escolhemos amá-Lo.

“Tornei-me, porventura, [vossa inimiga], por vos dizer a verdade?” (v.16).

Bom dia, livres em Cristo!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Gálatas4 #RPSP