Reavivados por Sua Palavra


Efésios 2 by Jobson Santos
14 de julho de 2018, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/efesios/ef-capitulo-2/

“Mas Deus …” (v. 4 ARA). Essas duas palavras devem ser as palavras mais cheias de esperança que a humanidade conhece. Nos versos 1-10 Paulo descreve o passado sombrio de sua audiência. Compartilhando o infortúnio de toda a humanidade que se pôs num caminho de rebelião contra Deus e teve suas vidas dominadas pelo pecado e por Satanás (vs. 1-3).

“Mas Deus…” interveio. E o que Deus fez por eles e por nós? 1) Ele nos ressuscitou com Cristo – a ressurreição de Cristo é a nossa ressurreição; 2) Ele nos fez ascender com Cristo – a ascensão de Cristo é a nossa ascensão; 3) No céu, ele nos fez assentar com Cristo – a coroação de Cristo é a nossa própria coroação (vs. 4-7). Nós não somos meros espectadores dos eventos palpitantes ​​da vida de Cristo! Deus realiza essas fabulosas ações ​​não por causa de qualquer mérito nosso, mas por causa do Seu amor (vs. 8-9) que nos habilita a vivermos em solidariedade com Jesus e praticar “boas obras” (v. 10).

Enquanto os versos 1-10 ensinam a nós que devemos viver em solidariedade com Jesus, os versos 11-22 ensinam que devemos viver em solidariedade uns com os outros, pois compomos Sua Igreja. Através da graça de Deus você tem o privilégio de viver este dia em solidariedade com Jesus e seus companheiros de fé.

John McVay
Professor Associado de Religião
Universidade de Walla Walla
Estados Unidos

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=1345
Comentário original completo: https://reavivadosporsuapalavra.org/2015/04/20
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli
Comentário em áudio: Pr. Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/ReavivadosA/Reavivados14-07-2018.mp3
Comentários em vídeo

Ouça online [Voz Valesca Conty]:



EFÉSIOS 2 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
14 de julho de 2018, 0:55
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EFÉSIOS 2 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
14 de julho de 2018, 0:45
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EFÉSIOS 2 – A igreja é uma instituição divina, mas não é perfeita. Seu dono (e líder) é perfeito, mas seus membros são imperfeitos. A igreja é o lugar de doentes espirituais, assim como os hospitais. A igreja não é o lar dos doentes, mas o lugar onde eles precisam passar.

A igreja é o lugar onde levamos nossas mazelas, angústias e frustrações com a vida, com a família, com a economia, com a política, com a medicina, enfim, frustrações com nossas lutas visando nos salvar, mas sem conseguir. Também é onde refrigeramos nossa alma aflita de tanto perambular pelos desertos áridos da vida.

A igreja é a antessala do Céu, em que nos preparamos física, mental, emocional e espiritualmente para entrar na própria morada de Deus. Desta forma, em seu ambiente, o cansado encontra esperança, o desesperado recebe salvação e o destruído experimenta a restauração.

Pena que muitos valorizam mais o trabalho que a igreja, se preparam mais para o sucesso mundano do que para o sucesso espiritual, fazem mais cursos para ampliar suas habilidades profissionais do que para desenvolver seus dons espirituais.

Após esta reflexão, observe os pontos do capítulo em questão. Em Cristo…

• …Deus nos ressuscitou da morte causada pelo pecado; a ressurreição do Filho de Deus garante a ressurreição do filho da desobediência/ira que crê no evangelho (vs. 1-2);

• …somos elevados de nossas mazelas e podridão de vida e baixeza moral para junto de Cristo; assim, de filhos rebeldes, desgraçados no pecado, somos restaurados pela rica misericórdia e amor de Deus (vs. 3-7);

• …não somos preguiçosos, inativos. Deus opera, e nós reagimos. Diferentemente de outrora, agora praticamos boas obras devido à operação da graça alcançada mediante a fé, nunca mediante as obras meritórias e humanas (vs. 8-10);

• …o corpo de crentes forma a igreja verdadeira na Terra, a qual é composta de pessoas de todas as nações. Pois todos foram contemplados no sacrifício de Cristo e nEle o crente é reconciliado com Deus, unindo-se sobrenaturalmente a outros crentes através do Espírito Santo (vs. 11-18);

• …mediante Sua Palavra, Deus reconstrói o ser humano, elevando-o a um padrão muito além de qualquer padrão mundano: Torna-se habitação da Trindade, família de Deus e cidadão do Céu (vs. 19-22).

Temos importantíssimas razões para avivar-nos! Compartilhe-as! – Heber Toth Armí.



EFÉSIOS 2 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
14 de julho de 2018, 0:30
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“Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus” (v.8).


A liberdade em Cristo é explicada de forma clara neste capítulo: por Sua morte e ressurreição, Jesus nos deu a vida. Para quem passara toda a vida acreditando e pregando a salvação por obras, Paulo descreve a sua real compreensão acerca da salvação pela graça porque da mesma forma com que vivera a escravidão, experimentara a liberdade. A sua própria experiência com Cristo é descrita aqui com veemente convicção. A convicção de quem havia descoberto “o grande amor com que [Deus] nos amou” (v.4).

Jesus assumiu os nossos delitos, morrendo em nosso lugar, de forma que Deus, “juntamente com Ele, nos ressuscitou, e nos fez assentar nos lugares celestiais em Cristo Jesus; para mostrar, nos séculos vindouros, a suprema riqueza da Sua graça, em bondade para conosco, em Cristo Jesus” (v.6-7). Só a eternidade poderá explicar um amor que salva pecadores de graça; que declara inocentes aqueles que mereciam a morte (Rm 6:23). E é neste prisma que as obras nada tem a ver com o plano da redenção. O homem não teve participação alguma na salvação da humanidade. E este princípio continuará em vigor até que Cristo venha e estabeleça o Seu reino eterno.

Na vida espiritual, a ordem dos fatores altera sim o produto final. O fato de termos sido “criados em Cristo Jesus para boas obras” (v.10), estabelece a verdadeira ordem dos fatores: não fazemos boas obras para nos salvar, mas porque fomos salvos em Cristo, realizamos boas obras. Através do profeta Isaías, assim disse o Senhor: “a todos os que são chamados pelo Meu nome, e os que criei para Minha glória, e que formei, e fiz” (Is 43:7). E quando avançamos para o livro de Mateus, Jesus nos diz o seguinte: “Assim brilhe a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai que está nos céus” (Mt 5:16).

Há uma lógica inquestionável entre os textos do Antigo e do Novo Testamentos, que nos afirmam que fomos criados para a glória de Deus e que glorificamos a Ele através de uma vida de santidade, que nada mais é do que revelar a luz de Cristo. A fé prática é o resultado inevitável da salvação pela graça. Ninguém que tenha experimentado o amor de Deus em Cristo Jesus permanece do jeito com que foi encontrado. Da mesma forma com que o filho pródigo recebeu vestes limpas em troca das que estavam esfarrapadas e sujas (Lc 15:22), “o vencedor será assim vestido de vestiduras brancas” (Ap 3:5).

A mensagem aos “que se assentam sobre a Terra, e a cada nação, e tribo, e língua, e povo” é a mesma que “em grande voz” é proclamada: “Temei a Deus e dai-Lhe glória, pois é chegada a hora do Seu juízo; e adorai Aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas” (Ap 14:6-7). Todo aquele que teme a Deus, submetendo-se à Sua vontade, também O glorificará através de uma vida de obediência, sendo um verdadeiro adorador do Criador. A “parede da separação” (v.14) que dividia os judeus dos demais povos foi derrubada por Jesus. “A lei dos mandamentos na forma de ordenanças” (v.15), ou seja, toda a lei cerimonial que apontava para o Cordeiro de Deus, foi abolida na cruz. Não os dez mandamentos, pois estes são a expressão do caráter de Deus, mas os sacrifícios, a circuncisão, as festas anuais e ritos simbólicos que ilustravam o plano da redenção, estes sim foram cumpridos em Cristo. Por isso não tinham mais razão de ser.

Assim já não há mais “estrangeiros e peregrinos, mas concidadãos dos santos, e sois da família de Deus” (v.19). Somos “edificados sobre o fundamento dos apóstolos e profetas”, isto é, do Novo e do Antigo Testamentos, que testificam de “Cristo Jesus, a pedra angular” (v.20). A salvação, amados, está disponível para judeus e gentios, para homens e mulheres, para ricos e pobres, escravos e livres, muçulmanos e cristãos, evangélicos e carismáticos, para todos enfim. A salvação em Cristo é um princípio universal e irrevogável, basta crer. Deus tem um povo peculiar espalhado por todas as nações, e Ele tem agido com urgência, mas também com paciência, “não querendo que nenhum pereça, senão que todos cheguem ao arrependimento” (2Pe 3:9).

Sejamos, pois, dia após dia, “edificados para habitação de Deus no Espírito” (v.22), um testemunho vivo dAquele que nos “chamou das trevas para a Sua maravilhosa luz” (1Pe 2:9).

Feliz sábado, salvos pela graça de Cristo para a glória de Deus!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Efésios2 #RPSP



EFESIOS 2 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by jquimelli
14 de julho de 2018, 0:20
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622 palavras

1 Mortos. O ser humano sofre algo mais do que desajustes sociais ou incômodos complexos. O seu estado é de morte espiritual. A situação de degradação humana é parecida com a morte física. Na morte, falta o princípio da vida, essencial ao crescimento e à disposição, e esta é precisamente a condição dos espiritualmente mortos. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 1115.

2 O príncipe. Isto é, o diabo. Jesus o chama de príncipe deste mundo (Jo 12:31). Os racionalistas creem que Satanás seja apenas uma figura mitológica. O diabo está muito desejoso de que as pessoas creiam que ele não existe. Porém, as Escrituras o apresentam claramente como um ser real (Mt 4:3). CBASD, vol. 6, p. 1115.

Do ar. Provavelmente, significando os céus atmosféricos. A expressão pode destacar o fato de que os seres demoníacos são invisíveis e habitam o ar que rodeia o planeta. CBASD, vol. 6, p. 1115.

8. Pela graça […] mediante a fé. E a graça da parte de Deus e a fé da parte dos seres humanos. A fé aceita o dom de Deus. Somos salvos quando confiamos em Cristo e nos entregamos a Ele. A fé não é a causa da salvação, mas apenas o meio. CBASD, vol. 6, p. 1117.

12 Sem Cristo. Ou, “longe de Cristo”, separados dEle. Paulo não condena os gentios, apenas diz que, como estavam desconectados do Messias, careciam da fonte do poder regenerador. “Sem Cristo” é a antítese trágica da expressão tema repetida muitas vezes: “em Cristo”. CBASD, vol. 6, p. 1118.

14 De ambos fez um. Assim, já não há judeu nem grego, nem escravo nem livre (GI 3:28). CBASD, vol. 6, p. 1118.

Parede da separação. Literalmente, “parede divisória do muro”. A imagem pode ter sido tomada da barreira que no templo separava  o átrio dos gentios do pátio dos judeus. Além desse limite, nenhum gentio se atrevia a passar. CBASD, vol. 6, p. 1119.

15 Aboliu. Do gr. katargeõ, “cancelar”, “tornar nula e sem efeito”. Este verbo é utilizado em referência à figueira infrutífera que “ocupava inutilmente” (katargeõ) a terra (Lc 13:7) e também para a incredulidade que “torna nula” a fidelidade de Deus (Rm 3:3). CBASD, vol. 6, p. 1119.

Lei dos mandamentos. Geralmente, considera-se que se refere à lei cerimonial. É verdade que a lei cerimonial chegou ao fim na cruz, mas se deve lembrar que o sistema cerimonial, como Deus o deu, não se destinava a criar a inimizade que Paulo descreve nesta passagem. Foram a interpretação que os judeus lhe acrescentaram, as adições que lhe fizeram e as atitudes exclusivistas e hostis que adotaram, como resultado, que se tornaram a base da hostilidade. Os regulamentos adicionais, juntamente com as interpretações envolvidas, serviram para modificar a força e a função dos mandamentos originais ou então para anulá-los. O judaísmo, com seu sistema intrincado de mandamentos e decretos, perdera sua eficácia. Ao aceitar a Cristo e tendo sido removida essa barreira, os gentios, que estavam “longe”, foram “aproximados”. Porém, o término do sistema cerimonial judaico não significou a revogação de todas as leis que Deus havia dado aos judeus. A lei cerimonial, que apontava para Cristo, naturalmente, chegou ao fim quando Cristo cumpriu seus tipos. A lei civil judaica já havia se tornado sem efeito em grande parte com a perda da soberania nacional. Mas os preceitos morais, que são uma transcrição do caráter de Deus, são tão eternos quanto o é o próprio Senhor, e não podem ser revogados. Em todos os seus ensinos sobre o fim do sistema legal judaico, Paulo enfatizou que a lei moral não foi revogada (Rm 3:31). Falando do fim da circuncisão, Paulo teve o cuidado de acrescentar, “mas o que vale é guardar as ordenanças de Deus”. CBASD, vol. 6, p. 1119 e 1120.

22 Sendo edificados. Ou, “sendo construídos em conjunto”, indicando um processo contínuo, quando novos acréscimos são feitos à igreja. CBASD, vol. 6, p. 1122.

by tatianawernenburg



EFÉSIOS 2 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
14 de julho de 2018, 0:08
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