Reavivados por Sua Palavra


Filipenses 3 by jquimelli
21 de julho de 2018, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/filipenses/fp-capitulo-3/

Este é claramente um capítulo de comparações. As realizações de Paulo na carne eram o que muitos judeus buscavam naquele tempo, como a circuncisão, o orgulho nacional, os privilégios da liderança espiritual e a irrepreensibilidade na lei (vs. 4-6). Mas quando Paulo compara essas coisas com o superior valor de ter a Cristo, as demais realizações humanas parecem sem valor (v.7). É importante mudar os nossos valores daquilo que os outros consideram importante para o que Cristo vê como importante.

Devemos colocar alta prioridade sobre o relacional – uma relação saudável com a família e entes queridos e um forte relacionamento com Deus. No momento da morte são essas relações que realmente importam.

Embora jamais devamos esquecer de onde viemos e dos eventos que nos moldaram, não devemos nunca deixar que o passado nos tire o foco de onde a nossa cidadania reside – no céu (v.20). Esta é certamente a atitude que devemos ter para obter o prêmio em Cristo Jesus (v.15).

Que possamos sempre ter o céu como nosso objetivo maior, não importa o lugar em que estejamos trabalhando para Deus hoje.

Edward A. Appollis
Heidelberg College
África Do Sul

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=1352
Comentário original completo: https://reavivadosporsuapalavra.org/2015/04/27
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli
Comentário em áudio: Pr. Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/ReavivadosA/Reavivados21-07-2018.mp3



FILIPENSES 3 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
21 de julho de 2018, 0:55
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FILIPENSES 3 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
21 de julho de 2018, 0:30
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“Pois a nossa pátria está nos Céus, de onde também aguardamos o Salvador, o Senhor Jesus Cristo” (v.20).


Os conceitos que encontramos na Palavra de Deus nada têm a ver com os conceitos criados pelo homem. São visões totalmente diferentes a respeito de uma mesma coisa. Para a maioria das pessoas, por exemplo, alegria é a materialização da felicidade por meio de pessoas, coisas ou realizações; é poder fazer a própria vontade; é a manifestação corporal através de sorrisos, gestos e palavras que expressam nostalgia. Entretanto, esta alegria é circunstancial e passageira. Circunstancial porque depende de fatores externos para acontecer, e passageira porque quando o motivo da alegria se esvai, ela se dissipa junto com ele.

Já a alegria segundo as Escrituras possui um conceito totalmente avesso ao que acabamos de ver. Quando Paulo disse: “Quanto ao mais, irmãos meus, alegrai-vos no Senhor” (v.1), ele não exortou os filipenses a se alegrarem no Senhor a depender das circunstâncias, ou conforme as bênçãos recebidas. Mas expressou o mesmo sentimento quando escreveu aos coríntios: “entristecidos, mas sempre alegres” (2Co 6:10). Ou seja, a verdadeira alegria é um dom de Deus que não depende das circunstâncias e nem de elementos externos para ser experimentada. Ela faz parte do fruto do Espírito (Gl 5:22), é constante e não pode ser destruída pelas decepções deste mundo. Parece ilógico, no entanto, é sobrenatural.

Eu creio que a todos os dons de Deus aplica-se o princípio bíblico de que eles excedem todo o entendimento (Fp 4:7). É por isso que a alegria que provém do Céu (bem como tudo o que implica o fruto do Espírito Santo) não pode ser compreendida à luz de palavras humanas, mas deve ser provada na vida. É através da experiência pessoal com Cristo “que adoramos a Deus no Espírito, e nos gloriamos em Cristo Jesus, e não confiamos na carne” (v.3). Porque a alegria segundo Deus não pode ser atribuída ao que fazemos ou ao que fazem por nós, mas ao que permitimos que o Espírito Santo realize em nós e através de nós.

Cuidado! Cuidado! Cuidado! Por três vezes Paulo usou desta advertência utilizando três expressões diferentes, mesmo que referindo-se às mesmas pessoas. Se o ministério dado por Cristo aos homens dependesse de títulos, Paulo poderia considerar-se o maioral dentre todos (v.6-7). Mas foi mediante o “conhecimento de Cristo Jesus” (v.8) que ele pôde compreender o significado da verdadeira justiça, “a justiça que procede de Deus, baseada na fé” em Cristo (v.9), e não em obras. Paulo aprendeu que as suas conquistas terrenas não tinham valor algum quando foi “conquistado por Cristo Jesus” (v.12). Ele descobriu que mesmo “nas aflições, nas privações, nas angústias, nos açoites, nas prisões, nos tumultos” (2Co 6:4 e 5), sentia uma alegria inexplicável que nada e nem ninguém poderia destruir. Esquecendo-se do velho Saulo de Tarso, Paulo escolheu avançar “para o alvo, para o prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus” (v.14).

Todos, pois, que somos perfeitos, tenhamos este sentimento” (v.15) e “andemos de acordo com o que já alcançamos” (v.16). Lembrando que a perfeição aos olhos de Deus não é deixar de ser pecador, mas, ainda que pecador, permitir que o amor de Deus transborde do nosso coração por todos, até por nossos inimigos e por aqueles que nos perseguem (Leia Mt 5:43-48). Eis a verdadeira perfeição! Sigamos o conselho de Jesus, quando disse: “sede, portanto, prudentes como as serpentes e símplices como as pombas” (Mt 10:16). Precisamos ser cautelosos em nossos relacionamentos, mas também livres de malícia, simples como uma criancinha.

Aos que “só se preocupam com as coisas terrenas”, “o destino deles é a perdição” (v.19). Mas aqueles que vivem como que mui longe de sua verdadeira Pátria, aguardam o bendito Dia em que Jesus “transformará o nosso corpo de humilhação, para ser igual ao corpo da Sua glória” (v.21). Oh, precioso Salvador, sublime promessa! Se almejamos o Céu e a eternidade ao lado do Senhor, precisamos trocar os conceitos do mundo pela sabedoria divina. Olhe para a cruz de Cristo, e ali encontrarás todos os verdadeiros conceitos em um único gesto.

Feliz sábado, cidadãos da Pátria celeste!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Filipenses3 #RPSP



FILIPENSES 3 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by jquimelli
21 de julho de 2018, 0:20
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414 palavras

1 Segurança. As admoestações paulinas eram para a segurança dos filipenses, que estavam expostos a perigos. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 152.

8 Sublimidade. Literalmente, “excepcionalidade”. Paulo percebeu que o conhecimento pessoal de Cristo sobressaia em valor a todas as outras realizações. CBASD, vol. 7, p. 154.

10 Sofrimentos. Aquele que esta unido com Cristo e experimenta a operação do poder de Sua ressurreição inevitavelmente compartilha os sofrimentos de Cristo. CBASD, vol. 7, p. 156.

15 Tenhamos esse sentimento. Literalmente, “pensar assim” ou “ter esta mente”. O apóstolo chama todos os crentes maduros a ter a mesma atitude que ele tem em relação ao crescimento cristão. Paulo admoesta a continuar progredindo com o propósito de ganhar o prêmio. CBASD, vol. 7, p. 158.

Esclarecerá. Do gr. apokalupto, “descobrir”, “liberar o que estava velado”. Se algum cristão maduro não visse a necessidade de desconsiderar o passado e acelerar rumo à perfeição, Paulo estava certo de que Deus lhe revelaria a necessidade. Quando avançamos sinceramente na corrida cristã, Deus revela os eventuais erros de doutrina ou prática. CBASD, vol. 7, p. 158.

16 Alcançamos. Paulo está dizendo: “Descubra o que contribuiu ao desenvolvimento cristão no passado e siga o mesmo plano no futuro”. O método de consecução do cristão não muda. Infelizmente, há muitos que, com rápidos progressos, iniciam a caminhada cristã, mas se cansam e não continuam com a mesma graça do início da jornada. eles se tornam dependentes da experiência passada, em vez de fazer novos avanços e apreciar novas vitórias. A satisfação com conquistas passadas leva ao descuido. As conquistas de ontem não bastam para hoje. O cristão deve avançar continuamente. CBASD, vol. 7, p. 158.

17 Sede imitadores. [Paulo] Não estava tentando tirar a atenção deles de Cristo e voltá-la para si mesmo, mas levá-los a Cristo por meio de sua experiência cristã (cf. 1Co 4:16; 1Ts 1:6). CBASD, vol. 7, p. 158.

18 Inimigos da cruz. Se estas pessoas fossem inimigas declaradas da cruz ou se negassem que Cristo morreu para fazer expiação pelo pecado, não seriam perigosas para a igreja. No entanto, eles professavam ser seguidoras do Salvador, enquanto sua vida demonstrava que eram estranhas ao poder do evangelho. A mente estava nas coisas terrenas e “a amizade do mundo é inimiga de Deus”. Uma vida imoral é inimizade para com a cruz, porque Cristo morreu para nos fazer santos. CBASD, vol. 7, p. 159.

21 Todas as coisas. A transformação dos corpos e caracteres humanos é apenas uma manifestação do poder soberano de Cristo. Sua obra total abrange a sujeição de todas as fases da criação ao governo divino. CBASD, vol. 7, p. 160.



FILIPENSES 3 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
21 de julho de 2018, 0:01
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