Reavivados por Sua Palavra


Gálatas 2 by Jobson Santos
8 de julho de 2018, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/galatas/gl-capitulo-2/

Como vimos ontem, algumas pessoas na igreja primitiva insistiam que todos os homens gentios convertidos deveriam submeter-se à circuncisão se quisessem tornar-se cristãos (Atos 15:1). Ao insistir sobre a circuncisão como um requisito para a salvação, eles haviam minimizado a extensão do problema do pecado a um pequeno procedimento cirúrgico, nada mais!

Paulo lembra aos Gálatas que o nosso problema requer uma intervenção muito maior. Ao invés de apenas alguns pequenos ajustes, precisamos de toda uma nova identidade, algo que nunca podemos fazer por nós mesmos. É, no entanto, exatamente o que Deus nos oferece em Cristo. Paulo chama esta solução radical de justificação pela fé – o ato divino onde Deus considera a vida perfeita de Cristo como se fosse a nossa (cf. Gl 2:16; Rm 3:21-30). Se houvesse algo que pudéssemos fazer para ganhar ou contribuir para a nossa salvação, então, como diz Paulo, Cristo não precisaria ter morrido (v. 21).

Que possamos reconhecer hoje essa gloriosa verdade do que Deus fez por nós em Cristo, e proclamar com o apóstolo Paulo: “Fui crucificado com Cristo. Assim, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim” (Gal 2:20, NVI).

Carl P. Cosaert
Professor Associado de Religião
Universidade de Walla Walla
Estados Unidos

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=1339
Comentário original completo: https://reavivadosporsuapalavra.org/2015/04/14
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli
Comentário em áudio: Pr. Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/ReavivadosA/Reavivados08-07-2018.mp3
Comentários em vídeo

Ouça online [Voz Valesca Conty]:



GÁLATAS 2 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
8 de julho de 2018, 0:55
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GÁLATAS 2 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by jquimelli
8 de julho de 2018, 0:45
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GÁLATAS 2 – Interpretação correta da verdade gera comportamento certo. As cartas a Corinto revelam que a igreja precisava de correção moral, já a carta à Galácia revela a necessidade de correção teológica.

• Não existiu e não existe nenhuma igreja perfeita.

Identificada como a carta magna da liberdade cristã, a carta de Paulo aos Gálatas tem causado grandes efeitos na vida de muitas pessoas. Será que causou ou causará algum efeito em você?

“O pequeno livro de Gálatas é minha carta”, disse Martinho Lutero, e completou: “dediquei minha vida a ela; este livro é minha esposa”. Curtin Vaughan declarou: “Poucos livros têm sido de grande influência à mente humana, este modificou significativamente o curso da história da humanidade, ou permaneceu com grande relevância para as necessidades mais profundas da vida moderna”.

No capítulo anterior Paulo apresentou o evangelho verdadeiro como a razão de sua conversão e transformação de vida, de zeloso perseguidor a poderoso proclamador de Cristo. Neste capítulo em pauta, ele avança!

Timothy George intitula este capítulo de “O mensageiro apostólico – Confirmação e desafio”. E então o divide assim:

1. A segunda visita a Jerusalém (vs. 1-10):
• Motivo da visita (vs. 1-2);
• Tito e os falsos irmãos (vs. 3-5);
• Paulo e os pilares (vs. 6-11);
• Preocupação pelos pobres (v. 10).
2. O incidente de Antioquia (vs. 11-21):
• Problema: Comunhão na mesa (vs. 11-13);
• Protesto: Desavença entre os apóstolos (v. 14);
• Princípio: Justificação pela fé (vs. 15-21).

Frente à apostasia dos Gálatas (1:5-10), Paulo faz sua apologia à verdade (1:11-2:21).

Reflita: Paulo e Pedro tinham personalidades fortes. Ambos levavam a sério suas opiniões, mesmo quando estavam errados. Paulo, antes da conversão mostrou-se zeloso de suas crenças deturpadas; agora, Pedro, mesmo após sua conversão, faz o mesmo.

Neste mundo estamos todos fadados ao erro, seja ele consciente ou inconsciente.

Observe atentamente: “Não surpreendem, portanto, as divergências ocasionais entre Pedro e Paulo, dois líderes fortes da jovem igreja (2:11). Seu conflito não se deveu a uma questão de princípios, mas, sim, de coerência. Em algum momento, Pedro havia visitado Antioquia e compartilhado de bom grado refeições com os gentios de lá. Quando, porém, chegaram alguns da parte de Tiago, Pedro mudou seu comportamento (2:12a)” (Samuel Ngewa).

Não erramos como Pedro? E não precisamos de correção dos Paulos? – Heber Toth Armí.



GÁLATAS 2 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
8 de julho de 2018, 0:30
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“Logo, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim…” (v.20)


De todas as palavras de Paulo, essas, certamente, são as mais significativas para mim. A experiência pessoal do apóstolo com Cristo não ficou limitada à estrada de Damasco, mas era vivenciada todos os dias. Ele não usava de subterfúgios para afirmar sua fé. Paulo falava com a alma. Todo o seu ser estava entregue aos cuidados de Quem confiara o depósito de sua existência. Buscando “viver para Deus” (v.19), sua fidelidade não dependia das circunstâncias, mas, independente das mesmas, dava glórias ao Senhor pela oportunidade de servi-Lo.

Conhecido como apóstolo dos gentios, seu chamado foi específico e notoriamente polêmico. Em momento algum Paulo desprezou ou declarou nula a lei de Deus, mas procurou colocá-la em seu devido lugar de mecanismo divino de proteção. A lei aponta os nossos pecados e, consequentemente, a nossa necessidade de um Salvador. Ela nos impressiona no sentido de que não devemos viver como bem desejamos, mas em que há um padrão de conduta estabelecido por Deus para a nossa própria felicidade e proteção. Portanto, se Jesus foi obediente até à cruz (Fp 2:8), e Ele vive em Mim, a minha obediência será o resultado da salvação obtida “pela fé no Filho de Deus” (v.20). Todo aquele, pois, que nasce no Reino dos Céus como uma nova criatura, terá por privilégio o ser participante da obediência pela fé em Cristo.

A missão mundial dada por Jesus (Mt 28:19) logo foi melhor compreendida no Pentecostes, quando os apóstolos, cheios do Espírito Santo, falaram no idioma natal de irmãos judeus de várias partes do mundo (At 2:4). Grande dificuldade, porém, foi encontrada quando a missão passou a incluir os gentios. Enraizados no judaísmo, os judeus conversos ao cristianismo ainda não compreendiam a universalidade do amor de Deus, de forma que houve muita dissensão e discussão acerca desta inclusão. Paulo, no entanto, era pouco tolerante quanto à imaturidade neste sentido, e buscava de todas as formas persuadir as igrejas a acolherem aos gentios sem exigir-lhes nada além do que havia sido decidido em concílio (At 15:29).

Ao relatar uma de suas idas a Jerusalém, Paulo enfatizou que nem sempre as estratégias que consideramos ser as mais eficazes realmente o são. “Em obediência a uma revelação”, ele subiu a Jerusalém e procurou pregar sobre o seu ministério dentre os gentios, aos homens “que pareciam de maior influência” (v.2). Seu objetivo era simples: formar novos líderes engajados na missão. Contudo, percebeu que sua estratégia não deu muito certo, tendo que lidar com “falsos irmãos” (v.4) e com uma trupe de influentes que nada lhe acrescentaram (v.6). Além do mais, teve de resistir “face a face” (v.11) com Pedro acerca de sua atitude incoerente. A divisão causada entre judeus e gentios era reprovada por Paulo, ao passo que Pedro e outros ainda tinham certo preconceito. E ao tornar esta atitude pública, Paulo precisou repreender a Pedro “na presença de todos” (v.14).

O que se segue após, é a exata compreensão sobre a justificação pela fé e o testemunho da verdadeira conversão. Gentio ou judeu, homem ou mulher, escravo ou livre, rico ou pobre, todos são convocados a comparecer perante o Senhor, e dEle aprender. Todos nós temos um papel a desempenhar na sagrada obra de evangelismo. Seja no lar, no trabalho, na faculdade ou nos lugares mais remotos, talvez na comunidade em que você vive ou em lugares distantes, onde quer que seja, a influência benéfica de uma vida escondida em Cristo é infinitamente mais eficaz do que a aparente influência de quem representa o que de fato não vive.

O mundo não precisa ver pessoas de maior influência, mas ver a influência de Jesus em nossas palavras e ações. Sejam as palavras de Paulo não apenas o que foi a experiência dele mesmo, mas que, “pela fé no Filho de Deus”, seja esta a nossa experiência diária: “Estou crucificado com Cristo, logo, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim” (v.19 e 20).

Feliz semana, crucificados com Cristo!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Gálatas2 #RPSP



GÁLATAS 2:15-20 by jquimelli
8 de julho de 2018, 0:20
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Gl 2:15 e 16 não são nada fáceis de entender, se não olharmos para o contexto e para quem Paulo estava escrevendo. Eles fazem parte de uma argumentação que só se completa com os versos 19 e 20.

Penso que poderíamos entender melhor estes versos se os lermos assim:

2:15: OK, Pedro, como cristãos judeus, nós estamos de acordo que os gentios são pecadores, porque eles nem mesmo têm a lei como parâmetro para saber isso, de que são pecadores.

2:16 Mas nós mesmo, os judeus, que temos a lei, que nos mostra aonde erramos, somente somos declarados como justos PELA FÉ de que Deus nos considera/declara justos, colocando a nossa culpa em um cordeiro, que assume a nossa culpa. Este cordeiro que matamos nos nossos sacrifícios, não é nada mais, nada menos que um símbolo de Cristo, o Cordeiro que morreu pelas nossas culpas.

2:17 Mas, se em nossa tentativa de viver a vida de Cristo, vemos como incompetentes somos de faze – lo, isto quer dizer que Cristo só serve pra nos sentirmos mais perdidos ainda, mais culpados (Cristo, ministro do pecado)?

2:19 e 20: Não e não! O segredo de viver com Cristo e como Cristo é morrer com Ele (ser crucificado com Ele) a cada dia. A cada dia devemos sentir nossa incompetência de viver uma justa e renegar todos os nossos interesses e desejos por amor a Ele. Assim poderemos viver nova vida com Ele. Como o grão, que precisa primeiro morrer (ser enterrado) para germinar. Só assim teremos paz com Deus.

Jeferson/Equipe Reavivados



GÁLATAS 2 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
8 de julho de 2018, 0:00
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