Reavivados por Sua Palavra


Gálatas 6 by Jobson Santos
12 de julho de 2018, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/galatas/gl-capitulo-6/

A comunidade dos crentes na Galácia, como muitas igrejas de hoje, tinha ficado muito aquém do propósito de Deus. Por trás da insistência de que os homens gentios convertidos se submetessem à circuncisão havia uma mentalidade crítica e julgadora que estava destruindo a vida espiritual da igreja.

Paulo diz que a igreja deve ser um lugar onde aqueles que lutam para viver a vida cristã encontrem incentivo, esperança, amor e restauração quando caem (v. 1). Somos todos pecadores, completamente dependentes do perdão e da graça (v. 3) de Cristo. Como podemos, portanto, deixar de oferecer aos outros o perdão e a graça que Cristo nos concedeu (cf. Gal 5: 2; Rm 3:23-26; Mt 18:23-35)? Você pode imaginar o tipo de lugar que a igreja poderia ser hoje, se fosse um lugar onde fizéssemos “o bem a todos, especialmente aos da família da fé” (v. 10)?

Paulo conclui a carta com um apelo final aos Gálatas, para manterem-se firmes a favor do evangelho. O que mais importa, diz ele, é o poder transformador do Cristo ressuscitado que muda o coração e a vida das pessoas (v. 15). A última palavra de Paulo aos Gálatas é a mesma palavra de bênção, com que ele começou a sua carta – graça (v. 18). Que possamos experimentar essa mesma graça e reparti-la com todos aqueles com quem nos encontrarmos!

Carl P. Cosaert
Professor Associado de Religião
Universidade de Walla Walla
Estados Unidos

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=1343
Comentário original completo: https://reavivadosporsuapalavra.org/2015/04/18
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli
Comentário em áudio: Pr. Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/ReavivadosA/Reavivados12-07-2018.mp3
Comentários em vídeo

Ouça online [Voz Valesca Conty]:



GÁLATAS 6 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
12 de julho de 2018, 0:55
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GÁLATAS 6 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by jquimelli
12 de julho de 2018, 0:45
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GÁLATAS 6 – Deus Pai, ressuscitou a Jesus, o Filho (Gálatas 1:1), O qual nos concedeu, além da liberdade da escravidão do pecado, o Espírito Santo, para que permaneçamos firmes no caminho da salvação (capítulo 5).

A cruz é central no cristianismo, mas o Espírito é essencial para vivermos verdadeiramente o cristianismo. Observe cinco versos em Gálatas referentes à cruz, medite em seu significado:

• Estou crucificado com Cristo (2:20). O crucificado está morto; o crente crucificado com Cristo só está vivo porque a vida que agora tem é pela fé no Filho de Deus.
• Cristo crucificado por mim (3:1). A transgressão e condenação à morte do pecador foram totalmente assumidas por Cristo, sendo Ele absolutamente inocente.
• A carne crucificada para mim (5:24). Vontades carnais, perversões sexuais, imoralidades, interesses pecaminosos, etc. perderam vigor para quem realmente aceitou Cristo, pois o poder do Espírito entrou em vigor (5:25).
• O mundo crucificado para mim (6:14). Todos os atrativos oferecidos pelo mundo perdem o valor para aquele que passa a viver pelo Senhor.
• Eu crucificado para o mundo (6:14). Além do mundo não oferecer mais atrativos, o cristão não é mais atraente para o mundo; a sociedade o despreza, a popularidade se afasta e a prosperidade mundana foge.

Após esse apanhado geral da participação da cruz na religião bíblica, note os pontos do último capítulo de Gálatas:

1. Desfocado de si mesmo, o cristão foca nos interesses de Seu próximo, conforme rege o amor divino em seu coração, visando salvar e restaurar pecadores (vs. 1-2).
2. Crucificado para o eu, tendo Cristo vivendo dentro de si através do Espírito Santo, o cristão viverá como Cristo viveu aqui na Terra: Sendo uma bênção para o próximo, partilhará o bem sem importar a quem (vs. 3-10).
3. A verdadeira conversão carregará a marca da perseguição, não da circuncisão; a marca da glória divina, não da vanglória; a marca da nova vida, não da velha vida de pecado (vs. 11-18).

“Paulo morrera para o mundo, ou seja, ele veio a tornar-se um objeto de desprezo para todos quantos põem sua esperança nos prazeres e tesouros, honrarias e valores mundanos, que afastam a alma para longe de Cristo” (William Hendriksen).

Se quisermos realmente ser reavivados, essa experiência precisa fazer sentido para nós! – Heber Toth Armí.



GÁLATAS 6 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
12 de julho de 2018, 0:30
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“Mas longe esteja de mim gloriar-me, senão na cruz de nosso Senhor Jesus Cristo, pela qual o mundo está crucificado para mim, e eu, para o mundo” (v.14).


Eu conheci o evangelho quando tinha doze anos de idade. E mesmo criança, manifestava grande interesse em conhecer as Escrituras. O tempo foi passando, até que fui batizada aos dezesseis anos, junto com minha família. A partir de então, sem perceber, aquela menina tão interessada em conhecer mais a Bíblia, foi perdendo o interesse, apesar de revelar uma imagem cristã e “certinha”. E, pouco a pouco, os prazeres deste mundo começaram a me encantar, dando início a uma grande batalha. Meu coração estava dividido, mas nunca deixei de sentir a forte mão do Senhor me sustentando e me dizendo: “Eu não vou desistir de você!

Pequei contra o meu Deus, fazendo coisas das quais me arrependo no pó e na cinza. Mas o Espírito Santo colocou em meu caminho servos e servas de Deus que fizeram toda a diferença em minha vida. Pessoas que, “com espírito de brandura” (v.1), me corrigiram, me aconselharam e me ajudaram a carregar minhas pesadas cargas.

Parece haver contradição entre os versos dois e cinco. No entanto, há total coerência quando conhecemos o contexto, como bem destaca Warren W. Wiersbe:

Não há contradição alguma entre Gálatas 6:2 e 5, pois são usados dois termos gregos diferentes, o primeiro traduzido por cargas e o segundo, por fardo. Em Gálatas 6:2 a palavra significa ‘uma carga pesada’, enquanto em Gálatas 6:5 descreve a ‘mochila de um soldado’. Devemos ajudar uns aos outros a carregar os grandes pesos da vida, mas há certas responsabilidades pessoais que cada um deve carregar sozinho. ‘Cada soldado deve levar sua própria mochila'” (Warren W. Wiersbe, Comentário Bíblico Expositivo, Novo Testamento 1, p. 945).

Deus enviou irmãos que me ajudaram com minhas cargas, mas também me ensinou que preciso carregar minha “própria mochila”. Como mãe, esposa e serva de Cristo, tenho responsabilidades que não posso e não devo atribuir a terceiros. Ninguém constrói um edifício sozinho, é um trabalho em equipe. Cada um, porém, deve desempenhar o seu papel para que o objetivo comum seja alcançado. Da mesma forma, fazemos parte do corpo de Cristo. Se um membro deste corpo está sofrendo, todo o corpo deve sentir e procurar um meio de lhe “fazer o bem” (v.9). “Por isso, enquanto tivermos oportunidade, façamos o bem a todos, mas principalmente aos da família da fé” (v.10). Mas cada um de nós também  precisa tomar parte no serviço, vigiando e orando, a fim de preencher nossa “mochila” com o fruto do Espírito Santo.

Com “letras grandes” (v.11), Paulo escreveu estas verdades a fim de que, não somente os gálatas, mas os cristãos de todas as épocas não se deixem levar por ensinos que corrompem o puro evangelho de Cristo. A fim de não serem perseguidos, foi que os afamados religiosos estavam introduzindo no meio da igreja primitiva exigências infundadas. Exigiam a circuncisão como uma marca de fidelidade, quando, na realidade, não passava de uma marca de covardia. Era mais fácil assemelhar-se aos judeus, do que ter de enfrentar a sua oposição. O “ser nova criatura” (v.15) era trocado por ser circuncidado ou não. Eis o grande erro dos legalistas: sustentar a fé em terreno arenoso.

Cristo declarou: “Todo aquele, pois, que ouve estas Minhas palavras e as pratica será comparado a um homem prudente que edificou a sua casa sobre a rocha” (Mt 7:24). É andar e viver no Espírito. É não somente ouvir, mas praticar a palavra (Tg 1:22), fazendo “o bem a todos” (v.10). Não é levar sobre si as marcas do prestígio e da exaltação própria, mas “as marcas de Jesus” (v.17). Marcas que revelam a identidade que o Espírito Santo concede a todo aquele que invoca o nome do Senhor: “o ser nova criatura” (v.15). Paulo mesmo afirmou: “E a pedra é Cristo” (1Co 10:4). Sobre este firme fundamento, como “Israel de Deus”, andemos “de conformidade com esta regra” (v.16).

A graça de nosso Senhor Jesus Cristo seja, irmãos, com o vosso espírito. Amém!” (v.18).

Bom dia, novas criaturas em Cristo Jesus!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Gálatas6 #RPSP



GÁLATAS 6 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by jquimelli
12 de julho de 2018, 0:20
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739 palavras

1 Se alguém for surpreendido. Isto é, se cai é porque a tentação é muito forte. A linha de pensamento do cap. 5 continua sem interrupção. Paulo se refere ao fato de que um cristão pode, em um momento de debilidade ou de descuido espiritual, baixar a guarda. Não é um hipócrita obstinado. Seu propósito era “andar no Espírito”, porém caiu, vencido pela tentação. Havia se empenhado para que o “fruto do Espírito” fosse evidente na sua vida, porém, para sua tristeza, descobriu que retornara a algumas das antigas “obras da carne”. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 1090.

Brandura. Jesus foi um exemplo de mansidão (Mt 11:29), e aqueles que seguem Seu exemplo serão amáveis e tolerantes ao lidar com seus irmãos. Não criticarão, nem censurarão, nem se apressarão a aplicar sem piedade a disciplina da igreja sobre os que erram, seu zelo pela justiça será temperado com misericórdia. CBASD, vol. 6, p. 1091.

Guarda-te. Não podemos restaurar os outros a menos que sejamos corretos, e não podemos saber se somos corretos, a menos que verifiquemos constantemente nossa vida pelo padrão divino e participemos diariamente da vida de Jesus. Quando procuramos corrigir os defeitos alheios, devemos fazer uma autoanálise. Os que desejam resgatar a seu próximo da correnteza do pecado devem ter seus próprios pés bem plantados em terra firme. A preocupação com nossa posição espiritual diante de Deus é um requisito indispensável antes que nos dediquemos aos quem necessitam de ajuda. CBASD, vol. 6, p. 1091.

5 Fardo. Do gr. phortion, “carga”, “fardo”, algum objeto que se deve transportar. Os “fardos” do v. 2 podem ser deixados de lado com certa facilidade, se for necessário, ao passo que o “fardo” do v. 5 é de tal natureza que, não importa quais sejam as circunstâncias, deve continuar a ser suportado. Cada soldado deverá levar seu próprio equipamento; esta é sua responsabilidade. As vezes, talvez ajude a outros a levar seus fardos. Ele será chamado a dar contas de seu próprio fardo, mas não necessariamente dos fardos dos outros. E digno de louvor aquele que leva os fardos dos outros, mas é indesculpável negligenciar os próprios. CBASD, vol. 6, p. 1092.

7 Zomba. Do gr. muktêrizõ, “zombar”, “levantar o nariz para”. Os que zombam de Deus, considerando levianamente o conselho que Ele envia, terão que sofrer as consequências de sua conduta. CBASD, vol. 6, p. 1092.

9 Se não desfalecermos. Só quem perseverar até o fim pode esperar receber a recompensa por haver praticado o bem. Com frequência, muitos que pareciam ser soldados da cruz têm renunciado à luta cristã e desistido. Vencidos pela tentação ou desanimados no caminho, eles se cansaram de seguir o Mestre. CBASD, vol. 6, p. 1093.

11 Com que letras grandes. O fato de que Paulo escrevera com “letras grandes” sugere que, pelo menos no momento em que ele escreveu aos Gálatas, sua caligrafia estava imperfeita. A grande erudição de Paulo exclui a possibilidade de que o apóstolo não soubesse escrever de modo aceitável. Alguns têm sugerido que sua má caligrafia era o resultado da visão deficiente (2Co 12:7-9; Gl 4:15); outros, que suas mãos tinham sofrido lesões mais ou menos permanentes devido aos maus tratos infligidos pelos seus perseguidores (2Co 11:24-27). CBASD, vol. 6, p. 1094.

14 Longe esteja de mim. Literalmente, “que não seja”, uma afirmação muito vigorosa. CBASD, vol. 6, p. 1095.

O mundo está crucificado. O “mundo” aqui é equivalente a “carne” (Gl 5:16-21). Estes não tinham mais influência sobre o pensamento e a conduta de Paulo. Era como se já não existissem. CBASD, vol. 6, p. 1095.

17 Marcas. Do gr. stigmata, “marca”, assinalando escravos ou outra propriedade com o nome do proprietário ou símbolo de identificação. Por “marcas de Jesus”, Paulo se refere às cicatrizes deixadas em seu corpo pela perseguição e pelo sofrimento (2Co 4:10). Seus opositores insistiam em obrigar seus conversos gentios a aceitar a marca da circuncisão como sinal de sua submissão ao judaísmo. Contudo, Paulo tinha marcas que indicavam de quem ele havia se tornado escravo, e para ele não havia outra lealdade a não ser a Cristo (Gl 6:14). CBASD, vol. 6, p. 1096.

18 Graça. Ao longo da epístola, Paulo destacou o fato de que somente se alcança a salvação por meio da graça, e que ela nunca pode ser conquistada pelas obras. Não há outra maneira de estar em paz com Deus. A graça é mais do que um atributo passivo de Deus; é o amor divino e a bondade divina em ação. Paulo conclui assim seu apelo às igrejas da Galácia, cujos membros ele amava e pelos quais sentia uma solícita preocupação. CBASD, vol. 6, p. 1096.

by tatianawernenburg



GÁLATAS 6 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
12 de julho de 2018, 0:00
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