Reavivados por Sua Palavra


Gálatas 4 by Jobson Santos
10 de julho de 2018, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/galatas/gl-capitulo-4/

Depois de esperar 10 anos pela chegada do prometido, Abrão e Sara concluíram que Deus devia estar esperando que eles fizessem algo. Olhando para os costumes antigos de utilizar uma escrava como mãe de aluguel para uma esposa estéril, Abrão e Sara decidiram ter um filho através de sua serva egípcia, Hagar (Gn 16:1-6). Somente cerca de 15 anos depois Abraão finalmente percebeu que a promessa de salvação de Deus era algo que só Deus poderia efetuar – como o nascimento milagroso do filho Isaque através de sua esposa estéril Sara.

Olhando para trás é fácil e claro ver quão tola havia sido a tentativa de Abraão e Sara de tentar ajudar a promessa de Deus se cumprir. No entanto, quão frequentemente fazemos a mesma coisa? Em vez de esperar no Senhor para que Ele faça o que prometeu – seja em nossa própria vida ou na vida de familiares e amigos – ficamos impacientes e tentamos fazer com que as promessas se cumpram por nossos esforços resultando na maior confusão.

Que ao refletirmos na experiência de Abraão possamos aprender a confiar menos em nós mesmos e mais nas promessas de Deus.

Carl P. Cosaert
Professor Associado de Religião
Universidade de Walla Walla
Estados Unidos

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=1341
Comentário original completo: https://reavivadosporsuapalavra.org/2015/04/16
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli
Comentário em áudio: Pr. Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/ReavivadosA/Reavivados10-07-2018.mp3
Comentários em vídeo

Ouça online [Voz Valesca Conty]:



GÁLATAS 4 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
10 de julho de 2018, 0:55
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GÁLATAS 4 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
10 de julho de 2018, 0:45
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GÁLATAS 4 – Existiu época em que a igreja foi perfeita? “O primeiro século de nossa era foi o período ideal da história cristã. Os apóstolos conduziam à Igreja e o Espírito Santo enchia o coração de cada crente com o poder do Pentecostes. Como resultado, o povo de Deus vivia em perfeita paz e harmonia”.

Após declarar isso, Marvin Moore pergunta: “Correto?” Seria isso verdade? Ele mesmo responde com um enfático “Não”.

As cartas dos apóstolos foram escritas porque as igrejas tinham problemas; muitos deles eram extremamente graves – seja de cunho moral ou teológico.

• Atualmente, precisamos dessas cartas?
• Estamos mais maduros espiritualmente após 2000 mil anos de história eclesiástica?
• Olhe a quantidade de denominações diferentes e tire tuas próprias conclusões.

Agora pense, e quanto a você, precisa de tais repreensões apostólicas? Se sim, avance em teus estudos. Donald Guthrie sintetiza da seguinte forma o capítulo em análise:

• Emergindo para a filiação (vs. 1-7);
• Voltando aos rudimentos (vs. 8-11);
• Um apelo pessoal (vs. 12-20);
• Uma abordagem alegórica (vs. 21-31).

Sermos livres da maldição da Lei não significa descambar para a desobediência ou promover as obras do diabo. Ser livre em Cristo significa ser perdoado e liberto. Tal liberdade não é libertinagem, somos libertos do pecado para vivermos livres dele, obviamente.

Jesus pagou alto preço tornando-se maldição, fazendo-se pecado por nós, pagando o preço que deveríamos pagar. Seu sacrifício torna-nos filhos de Deus; porém, rejeitar tal oferta é descaso ao preço tão alto e à única possibilidade de tornarmos filhos de Deus.

Quem é justificado pela graça não permanece na desgraça do pecado, nem no caminho da desobediência; pelo contrário, livres da escravidão do pecado tornamo-nos aptos para harmonizar a vida com a vontade divina.

Assim, quando praticamos os ditames da Lei Divina, expressamos publicamente a certeza que fomos verdadeira e plenamente libertos da condenação e maldição do pecado e, agora, não estamos mais sob o efeito do pecado, mas sob o efeito do caráter de Cristo.

Paulo…

• …com coração pastoral, apela para que os crentes não façam da Lei um ídolo.
• …equilibrando repreensão e amor, dizia a verdade baseando-se na Bíblia (vs. 22-31) para tirar os crentes da influência dos falsos mestres.
• …almejava que Cristo fosse formado em seus discípulos.

Reavivemo-nos pautando-nos no evangelho verdadeiro! – Heber Toth Armí.



GÁLATAS 4 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
10 de julho de 2018, 0:30
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“De sorte que já não és escravo, porém filho; e, sendo filho, também herdeiro por Deus” (v.7).


O Novo Testamento nada mais é do que a continuação do Antigo. Ignore o antigo testemunho, então o novo não poderá ser compreendido com clareza. Desde o Éden, Deus nos deixou mensagens que devem ser examinadas com diligência e oração. A fim de conservar o homem no caminho direito, o Senhor não poupou introduzir em Sua Palavra as consequências desastrosas da desobediência. Mas também deu especial destaque àqueles que, por sua fidelidade e integridade, tornaram-se exemplos inquestionáveis de que “Bem-aventurado é o homem que teme ao Senhor e se compraz nos Seus mandamentos” (Sl 112:1).

Ao chamar Abraão para dar início à descendência em que a promessa messiânica se cumpriria, o Senhor lhe prometeu um filho, o filho da promessa. Entretanto, a demora fez com que Abraão cedesse ao insistente pedido de Sara, gerando em Hagar, a escrava egípcia, um filho que não correspondia à promessa de Deus. A impaciência gerou frustração e consequências desastrosas e inevitáveis. Mas foi através de Isaque que o Senhor confirmou a Sua aliança e multiplicou o Seu povo. Israel tornou-se o povo que representava o Deus vivo na Terra e, “sob a lei” (v.5), deveria ser testemunha ao mundo de que Deus certamente enviaria “Seu Filho unigênito, para que todo o que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo 3:16). No entanto, na “plenitude do tempo, Deus enviou Seu Filho, nascido de mulher, nascido sob a lei” (v.4), como prometera, e a nação estava tão ocupada em observar “dias, e meses, e tempos, e anos” (v.10), que não reconheceram em Cristo o cumprimento da profecia.

Ao entregar a Sua vida naquele madeiro, “o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo” (Jo 1:29), encerrou toda a lei cerimonial. Não era mais necessário guardar os dias de festas e os rituais de sacrifícios, pois que todos eles apontavam para o plano da salvação em Cristo. Quando Jesus expirou na cruz, “o véu do santuário se rasgou em duas partes de alto a baixo” (Mt 27:51), simbolizando a vitória do perfeito plano divino. Por meio do sacrifício de Cristo, temos livre acesso ao Santíssimo, onde está o trono de Deus. Perante o Pai, reconhecendo que a intercessão dAquele que “saiu vencendo para vencer” (Ap 6:2) é suficiente para nos salvar, devemos depositar o nosso coração a fim de que “o Espírito de Seu Filho” (v.6) realize em nós a Sua boa obra.

Eis o que Paulo estava exortando aos gálatas e o que o Senhor nos pede todos os dias: “Dá-Me, filho Meu, o teu coração, e os teus olhos se agradem dos Meus caminhos” (Pv 23:26). “Mas agora que conheceis a Deus ou, antes, sendo conhecidos por Deus” (v.9), procederemos como uma classe de escribas e fariseus atuais? Entregue o seu coração a Deus sem reservas e você verá se Ele não vai abrir os seus olhos para compreender com clareza toda a Escritura. Paulo revelou aos gálatas verdades tão absolutas e plenas, que eles teriam “arrancado os próprios olhos” (v.15) por amor a ele. Jesus mesmo afirmou: “e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará” (Jo 8:32). O pecado revelado na lei nos escraviza, mas a verdade revelada em Cristo nos liberta.

Estude a vida de Paulo e você verá que, em momento algum, ele desobedeceu aos dez mandamentos. Mas também, em nenhuma de suas palavras inspiradas, você encontrará uma única citação que se refira à lei como um meio de salvação. Abraão obedeceu porque ele era livre. Ele poderia ter se recusado a obedecer, mas escolheu ser obediente porque amava a Deus. Paulo e os demais apóstolos poderiam ter se recusado a pregar o evangelho em tão terríveis condições, mas escolheram obedecer à voz de Deus porque, antes de tudo, O amavam. Se amamos a Deus, igualmente, “somos filhos não da escrava, e sim da livre” (v.31), e Lhe seremos obedientes porque escolhemos amá-Lo.

“Tornei-me, porventura, [vossa inimiga], por vos dizer a verdade?” (v.16).

Bom dia, livres em Cristo!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Gálatas4 #RPSP



GÁLATAS 4 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
10 de julho de 2018, 0:00
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