Reavivados por Sua Palavra


Gálatas 1 by Jobson Santos
7 de julho de 2018, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/galatas/gl-capitulo-1/

Gálatas é uma carta curta e fascinante. Parece ser a mais antiga epístola de Paulo, escrita, talvez, um pouco antes do Concílio de Jerusalém em 50 d.C. Alguns naquela igreja estavam convencidos de que os gentios convertidos deveriam tornar-se judeus antes de se tornarem cristãos. Isso significava que os homens gentios deveriam ser circuncidados (cf. Atos 15:1).

Apesar de Paulo não se opor à importância da obediência, ele percebeu que esse tipo de teologia, na verdade, minava o próprio fundamento do evangelho – a plena suficiência de Cristo para a salvação. Ao insistir na circuncisão, esses indivíduos dentro da igreja, talvez sem perceber, estavam estabelecendo um comportamento humano como pré-requisito para a salvação e isso é legalismo.

Gálatas é um apaixonado apelo de Paulo aos novos crentes gentios a permanecerem fiéis ao evangelho. Nessa carta, Paulo nos lembra de que a salvação está enraizada no que Jesus já fez pela raça humana ao entregar a Sua vida como um sacrifício substitutivo pelos nossos pecados. Seu sacrifício traz consigo não só o perdão, mas também a liberdade do poder escravizador do pecado (v. 4).

E quanto a nós? Por meio de nossas palavras e ações estamos inadvertidamente substituindo a plena suficiência de Cristo para a salvação por alguma forma de comportamento humano?

Que o tempo dedicado ao estudo das cartas de Paulo fortaleça em nós a certeza de que o evangelho diz respeito ao que Cristo fez, e que a nossa obediência é apenas o resultado de estarmos firmados em Cristo.

Carl P. Cosaert
Professor Associado de Religião
Universidade de Walla Walla
Estados Unidos

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=1338
Comentário original completo: https://reavivadosporsuapalavra.org/2015/04/13
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli
Comentário em áudio: Pr. Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/ReavivadosA/Reavivados07-07-2018.mp3
Comentários em vídeo

Ouça online [Voz Valesca Conty]:



GÁLATAS 1 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
7 de julho de 2018, 0:55
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GÁLATAS 1 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by jquimelli
7 de julho de 2018, 0:45
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GÁLATAS 1 – Esta carta possui apenas seis curtos capítulos. Em cada um você tem conteúdo para estudar por meses. A mensagem é profunda, relevante e importante para crentes e descrentes. Infelizmente muita gente não a estuda como deveria.

Observe que, “Paulo escreveu esta carta em resposta a uma crise doutrinária que surgiu no seio da igreja do Novo Testamento e que consistia em um falso ensinamento que Paulo chama ‘um evangelho diferente’ (ver Gálatas 1:7-9). Este evangelho falso era promovido por um grupo de cristãos de origem judaica que talvez tinha sido fariseu antes de sua conversão ao cristianismo. Várias traduções bíblicas se referem a este grupo como ‘a seita dos fariseus’ (Atos 15:5). Outras versões os denominam ‘o partido dos fariseus’. Os estudantes contemporâneos da Bíblia geralmente se referem a eles como ‘judaizantes’” (Marvin Moore).

Após este breve vislumbre introdutório, obtenha uma ideia geral da carta. Note que Timothy George a divide em três partes; tal divisão favorece nossa compreensão dessa pequena, mas poderosa missiva paulina:

1. História: Não existe outro evangelho (1:1-2:21)
2. Teologia: Justificação pela fé (3:1-4:31);
3. Ética: Vida no Espírito (5:1-6:18).

Faça uma leitura atenciosa nos seis capítulos desta carta e em tua Bíblia identifique cada parte; passe tempo refletindo na ligação desses três itens e pense por que Paulo usou tal sequência: História, Teologia e Ética.

Fragmentado, o capítulo em pauta fica assim, baseando-me em Ronald Y. K. Fung:

1. Defesa autobiográfica 1: Contexto (vs. 1-10);

• Saudação: Remetente, receptores e cumprimento (vs. 1-5);
• Condenação do falso evangelho: Crise espiritual, maldição aos pregadores de evangelhos diferentes (vs. 6-9) e a única preocupação do apóstolo (v. 10).

2. Defesa autobiográfica 2: O evangelho e o apostolado independente de Paulo (1:11-2:14):

• Origem divina do evangelho de Paulo;
• Vida de Paulo antes da conversão;
• Seu chamado ao apostolado;
• Sua primeira visita a Jerusalém após sua conversão;
• Paulo na Síria e Cilícia.

Verdadeiros servos de Deus não têm por objetivo agradar a homens, mas agradar a Deus que ama aos homens. Por isso, o cristão deve testemunhar ousadamente de Cristo com amor, ainda que tenha de confrontá-los.

Paulo escreveu o evangelho aos que o haviam ouvido, mas desviaram-se. Avaliemos o evangelho que cremos baseando-nos em Gálatas! Estamos certos?

“Senhor, reaviva-nos no evangelho verdadeiro!” – Heber Toth Armí.



GÁLATAS 1 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
7 de julho de 2018, 0:30
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“Mas, ainda que nós ou mesmo um anjo vindo do céu vos pregue evangelho que vá além do que vos temos pregado, seja anátema” (v.8).


A epístola de Paulo “às igrejas da Galácia” (v.2) já inicia expondo o perigo que estavam enfrentando: o falso cristianismo. A graça e a paz, “da parte de Deus” (v.3), e o sacrifício e ressurreição de Cristo, ganharam destaque nas palavras de saudação a fim de relembrar aos gálatas o real motivo de sua fé. De forma insistente, alguns dentre eles se levantaram para pregar um “outro evangelho” (v.6). E por duas vezes, Paulo deixou bem claro que a conduta destes falsos mestres e seus ensinamentos em nada correspondiam com o verdadeiro testemunho de Jesus. Eles estavam assumindo uma maldição ao apresentar um evangelho que ia além do que haviam recebido.

Paulo foi instruído, desde a infância, na escola dos fariseus, e bem sabia quais eram os resultados de tal educação. Como perseguidor, tinha sido “extremamente zeloso” (v.14) quanto às tradições judaicas e orgulhava-se de sua etnia. O seu foco estava em defender as tradições de seus pais a qualquer custo. Até que Jesus o encontrou e lhe revelou a Sua graça. Mediante a instrução divina, o ministério apostólico de Paulo não teve influências humanas, mas partindo de um lugar para outro, pregava o que lhe havia sido anunciado pelo próprio Jesus. Como “servo de Cristo” (v.10), seu único objetivo era fazer a vontade de Deus.

A aparência de santidade e o zelo por tradições humanas, como uma imposição, foram severamente reprovadas por Paulo, visto estarem deturpando a beleza do puro “evangelho de Cristo” (v.7). Havia uma clara separação entre cristãos judeus e cristãos gentios, dividindo a igreja através de uma doutrina de justificação por obras. As questões que envolviam o judaísmo ainda eram exigidas com rigor, e a obediência à lei de Deus, que deveria ser o resultado da salvação, era elevada acima da cruz de Cristo.

Quando homens que se julgam da parte de Deus apresentam doutrinas que vão além do Assim diz o Senhor, estão pregando maldição. A obediência, as tradições benéficas e uma vida de santidade devem ser o resultado da fé e não um fim em si mesmas. Precisamos ter muito cuidado e ter sempre em mente de que Aquele que nos “chamou pela Sua graça” (v.15), deseja “revelar Seu Filho” em nós (v.16). O nosso padrão não pode e não deve ser humano, mas divino. Cristo deve ser o nosso único exemplo. O testemunho de uma vida transformada deve apontar para o Único que merece todo o crédito. Percebam qual foi o resultado da vida de Paulo: “E glorificavam a Deus a meu respeito” (v.24).

Homem nenhum, nem “mesmo um anjo vindo do céu” (v.8), tem o direito de “perverter o evangelho de Cristo” (v.7) ou de mudar uma vírgula que seja do que está escrito. Se Aquele que “Se entregou à Si mesmo pelos nossos pecados, para nos desarraigar deste mundo perverso”, fez tudo “segundo a vontade de nosso Deus e Pai” (v.4), quem somos nós para agir de modo contrário à Sua Palavra? Quando perseguidor, Paulo obedecia a fim de obter a salvação e “o favor dos homens” (v.10), mas após a sua conversão, obedecer tornou-se o resultado natural da salvação que já havia obtido em Cristo Jesus. Que prossigamos em conhecer a Jesus através de Sua Palavra e que nada, nem ninguém, nos desvie do salvífico evangelho de Sua graça. Que assim como Paulo, sejamos testemunhas de Jesus para a glória de Deus Pai.

Feliz sábado, testemunhas de Cristo Jesus!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Gálatas1 #RPSP



GALATAS 1 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by jquimelli
7 de julho de 2018, 0:20
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418 palavras

1 Apóstolo. Habitualmente, Paulo fala de si mesmo como apóstolo sem tentar justificar sua reivindicação ao título. Aqui, no entanto, a defesa prolongada de seu apostolado indica que as igrejas às quais ele se dirigia tinham dúvidas a esse respeito. Seu evangelho era de origem divina. Ele era genuinamente convertido e tinha sido recebido à comunhão das igrejas da Judeia. Sua posição sobre a circuncisão fora aprovada pelos líderes de Jerusalém. Seu chamado como apóstolo aos gentios fora reconhecido por eles. Sua autoridade como apóstolo era igual à dos doze. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 1034.

Não da parte de homens. Seus oponentes negavam sua pretensão de autoridade apostólica, alegando que ele não havia sido, nomeado nem comissionado pelos doze. Isso ele admite, mas, ao mesmo tempo, reivindica urna ordenação ainda mais importante. CBASD, vol. 6, p. 1035.

7 Perturbam. Do gr. tarassõ, “agitar”, “perturbar”, “confundir” a mente com relação a alguma coisa. Neste caso, sugerindo dúvidas e escrúpulos acerca da validade do evangelho proclamado por Paulo. CBASD, vol. 6, p. 1037.

8 Anátema. Do gr. anathema, “uma coisa amaldiçoada”, isto é, dedicada ao castigo merecido. Neste caso, a sofrer a ira de Deus. CBASD, vol. 6, p. 1037.

10 Servo de Cristo. Como servo de Cristo, Paulo devia fazer todo o possível para salvar as pessoas, não para agradá-las. Se ele tentasse “agradar as pessoas”, sem considerar sua obrigação como pregador do evangelho, ele não seria fiel à sua vocação como servo de Cristo. CBASD, vol. 6, p. 1037.

16 Não consultei. Outra evidência da origem divina de sua comissão era o fato de que ele não teve nenhum contato com os líderes em Jerusalém por três anos, após sua conversão, e que não recebeu nenhuma instrução deles a respeito de como pregar sobre Jesus. CBASD, vol. 6, p. 1039.

19 Tiago, o irmão do Senhor. Alguns identificam esse Tiago com o filho de Alfeu, explicando que “irmão” deve ser entendido no sentido geral de “primo”, ou algum outro parente próximo. Essa identificação se baseia na crença de que Paulo se referia a esse Tiago como a um apóstolo. A linguagem, no entanto, não exige essa conclusão, e a identificação é improvável. CBASD, vol. 6, p. 1040.

23 Aquele que […] nos perseguia. Paulo tinha sido sincero na perseguição à então odiada seita (At 26:9, 10). Não satisfeito com desarraigar o cristianismo de Jerusalém e das cidades da Judeia, continuou com o seu propósito nas regiões fora da Palestina. CBASD, vol. 6, p. 1041.

24 A meu respeito. Ou seja, eles encontravam em Paulo, em sua conversão e no seu ministério, um motivo para louvar a Deus. CBASD, vol. 6, p. 1041.

by tatianawernenburg



A EPÍSTOLA AOS GÁLATAS by jquimelli
7 de julho de 2018, 0:10
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GÁLATAS 1 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
7 de julho de 2018, 0:00
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