Reavivados por Sua Palavra


I TESSALONICENSES 4 by jquimelli
30 de julho de 2018, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/1-tessalonicenses/1ts-capitulo-4/

Nos capítulos 4 e 5 Paulo passa do passado para o futuro. Haviam coisas que estavam faltando na fé dos crentes tessalonicenses (1Ts 3:10). Paulo queria ajudá-los a resolver esse déficit. A carta seria o começo do processo, mas o projeto não estaria completo até que Paulo e os tessalonicenses pudessem estar juntos novamente.

Deus se agrada quando nosso caráter e nosso comportamento se alinham com o Seu próprio caráter e comportamento (versos 1-2). Quando somos bondosos e benevolentes espelhamos o caráter bondoso e benevolente de Deus. Quando nos abstemos da imoralidade sexual, mostramos respeito pelo valor que Deus colocou em outras pessoas (versos 3-8).

Paulo se volta, então, nos versos 13-18, para os eventos do tempo do fim, não para estabelecer todos os detalhes do que acontecerá, mas para lidar com uma situação de profunda tristeza da vida real. O tema principal da passagem é, talvez, a “união.” Os vivos e os mortos serão reunidos para que possam estar todos “juntos” com o Senhor. A solução para a dor profunda é a esperança do relacionamento contínuo por toda a eternidade.

Jon Paulien
Universidade Loma Linda
Estados Unidos

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=1361
Comentário original completo: https://reavivadosporsuapalavra.org/2015/05/06
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli
Comentário em áudio: Pr. Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/ReavivadosA/Reavivados30-07-2018.mp3

 



I TESSALONICENSES 4 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
30 de julho de 2018, 0:55
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I TESSALONICENSES 4 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by jquimelli
30 de julho de 2018, 0:45
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I TESSALONICENSES 4 – Se o futuro, conforme apontado pela Bíblia, não estiver em nossa mente no presente, nossa perspectiva de vida será deprimente.
 
Álvaro César Pestana sintetiza os seguintes pontos. Observe-os com atenção: Os cristãos…
 
• …devem manifestar santidade na vida sexual, reservando o exercício da mesma para o casamento. Deus é juiz nesta questão (vs. 1-8);
• …devem viver em amor fraternal, mas não devem abusar ou ser abusados nesta questão. Amor fraternal não nos permite viver como desocupados à custa da irmandade (vs. 9-12);
• …vivem consolados e animados pela segunda vinda de Jesus. Tal fato nos dá força para viver de modo disciplinado no presente (vs. 4:13-5:11).
 
“O capítulo 4 marca uma mudança. Paulo deixa de olhar para trás e começa a contemplar o que está a sua frente. Seu assunto é caracteristicamente prático. Se nos três primeiros capítulos ele esteve lembrando proveitosamente aos mesmos como haviam sido salvos, nesses dois capítulos seguintes ele lhes ensina como devem viver”, diz J. Sidlow Baxter.
 
Cristianismo não consiste apenas em crer no evangelho, mas em vivê-lo na prática. E, prática cristã não resulta de mero conhecimento da revelação divina, mas de assimilar à vida os princípios revelados. Sem essa compreensão não pode haver progresso nem reavivamento espiritual (vs. 1-2).
 
O crente recebe o Espírito Santo em seu batismo, O qual santificará a vida e o corpo do cristão. Sendo assim, é abominável qualquer tipo de sexo fora do casamento. O chamado de Deus é para sair da impureza para a santidade e cada um deve honrá-lO através do seu corpo, pois Deus julgará isso antes da segunda vinda de Cristo (vs. 3-8).
 
Mesmo após ter falado sobre o amor nos relacionamentos que deve haver entre os crentes, Paulo reitera sabendo de sua relevância. Isso traz suas implicações (vs. 9-18):
 
1. O cristão não vive para perturbar as pessoas;
2. O crente trabalha para suprir suas necessidades e ainda ter para cuidar dos outros;
3. O converso viverá à altura que impactará a vida dos incrédulos;
4. O filho de Deus não será ignorante com respeito aos mortos: Saberá que…
• …ninguém vai morto ao céu;
• …ao Cristo voltar no mundo, vivos e ressuscitados fieis serão arrebatados;
• …a esperança bíblica acompanhará aos cristãos nos momentos mais críticos.
 
Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.


I Tessalonicenses 4 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
30 de julho de 2018, 0:30
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“Pois esta é a vontade de Deus: a vossa santificação…” (v.3).


Existe sim uma maneira de “viver e agradar a Deus” que, “efetivamente”, a igreja de Tessalônica estava fazendo, mas que também deveria continuar “progredindo cada vez mais” (v.1). E esta maneira está diretamente relacionada às “instruções… da parte do Senhor” (v.2). Como uma bússola, a Palavra de Deus nos mostra o caminho que devemos seguir. Quando Paulo disse que a vontade de Deus é a nossa santificação, divinamente inspirado, nos levou de volta às palavras ditas no livro de Romanos: “E não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus” (Rm 12:2). Ser santo aos olhos de Deus nada mais é do que ser separado para um propósito que Ele mesmo estabeleceu. É a oferta do corpo como “sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o [nosso] culto racional” (Rm 12:1). Ou seja, é entregar-se aos cuidados de Deus por completo, sem reservas, abdicando dos prazeres e desejos carnais, “porquanto Deus não nos chamou para a impureza, e sim para a santificação” (v.7).

Contudo, para que esta santificação aconteça e continue progredindo, não nos é exigido que o façamos sozinhos e nem nos compete realizar esta obra que para nós é impossível, mas o Senhor nos “dá o Seu Espírito Santo” (v.8), que liga mente e corpo num só propósito de nos transformar “de glória em glória, na Sua própria imagem” (2Co 3:18). A santificação, portanto, é um processo que requer a renúncia do próprio eu para dar lugar à vontade de Deus, e isto, dia após dia. Observem que, logo após, Paulo elucidou o amor fraternal como um dever cristão (v.9). Ele exorta os tessalonicenses a continuarem progredindo “por viver tranquilamente” (v.11), de modo a manter bons relacionamentos. O que nos leva a outro texto das Escrituras, que diz: “Segui a paz com todos e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor” (Hb 12:14). E de acordo com Jesus, a santificação é um processo de limpeza que resulta na mais linda bem-aventurança: “Bem-aventurados os limpos de coração, porque verão a Deus” (Mt 5:8).

Em outras palavras, Paulo afirmou àquela igreja que ela estava caminhando na direção de Deus e que precisava continuar caminhando, em santidade e amor, “até à vinda do Senhor” (v.15). É a obra de uma vida inteira que só será completada por ocasião da volta de Cristo, como bem sintetizou o sábio Salomão: “Mas a vereda dos justos é como a luz da aurora, que vai brilhando mais e mais até ser dia perfeito” (Pv 4:18). E quanto a este dia perfeito não devemos ser ignorantes. A expressão utilizada por Paulo, “aos que dormem” (v.13), foi a mesma que Cristo usou quando se referiu à morte de Lázaro (Jo 11:11), confirmando a verdade bíblica de que a morte é um sono, um estado de completa inconsciência (Ec 9:5-6). Portanto, a mesma voz que um dia despertou Lázaro do sono da morte (Jo 11:43), muito em breve será ouvida por todos os santos e bem-aventurados “que, desde agora, morrem no Senhor” (Ap 14:13), que “ressuscitarão primeiro” (v.16). E assim como Paulo acreditava que esta promessa se cumpriria em seus dias, muito mais devemos crer hoje de que “depois, nós, os vivos, os que ficarmos, seremos arrebatados juntamente com eles, entre nuvens, para o encontro do Senhor nos ares, e, assim, estaremos para sempre com o Senhor” (v.17).

Não há consolo maior do que este (v.18), de que a morte não é o fim se apenas aceitarmos, em vida, o chamado de Deus para sermos santos. Um chamado que não nos deixa a mercê de nossa incapacidade, mas que acompanha o presente incomparável que é a companhia e guia constante do Espírito Santo. “Pois, se cremos que Jesus morreu e ressuscitou” (v.14), essas verdades devem estar bem firmadas em nosso coração. A morte não é o fim para os que dormem no Senhor, é apenas uma pausa inconsciente até que o Doador da vida sopre novamente o fôlego de vida e recrie aqueles que criou para a Sua eterna glória. “Finalmente, irmãos” (v.1), “se vivemos, para o Senhor vivemos; se morremos, para o Senhor morremos. Quer, pois, vivamos ou morramos, somos do Senhor” (Rm 14:8.). Consolemos, “pois, uns aos outros com estas palavras” (v.18), “porque o tempo está próximo” (Ap 22:10).

Bom dia, chamados para ser santos!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #1Tessalonicenses4 #RPSP



I TESSALONICENSES 4 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA by jquimelli
30 de julho de 2018, 0:25
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I TESSALONICENSES – COMENTÁRIOS SELECIONADOS II – v. 13 a 18 by jquimelli
30 de julho de 2018, 0:25
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Parte I: https://reavivadosporsuapalavra.org/2018/07/30/i-tessalonicenses-4-comentarios-selecionados-i/

1434 palavras

13 Não queremos. O apóstolo aborda um novo tópico: o destino dos cristãos mortos em relação ao retorno de Cristo. Pode ser que Timóteo, ao retornar de Tessalônica (1Ts 3:6) , tenha trazido notícias de que os membros da igreja estavam preocupados com o destino daqueles que faziam parte do grupo, mas morreram depois de convertidos. Como compartilhariam das glórias do reino de Cristo em Sua vinda? Paulo passa a considerar o assunto em detalhes (1Ts 3:13-18) e lida com o tópico relacionado: o tempo da vinda de Cristo (1Ts 5:1-11). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 247.

Aos que dormem. Do gr. koimao, “dormir”, “morrer”. … Cristãos morriam continuamente. As inscrições gregas demonstram que uma sepultura era conhecida às vezes como koimeterion, palavra utilizada também para um dormitório ou quarto de dormir. No uso cristão pensava-se na morte como um sono, aguardando a manhã da ressurreição. CBASD, vol. 7, p. 244.

Para não vos entristecerdes. Parece que os tessalonicenses sofriam desnecessariamente por aqueles que morreram depois de aceitar o evangelho. Os que permaneceram temiam que o falecido perdesse a gloriosa experiência que os cristãos esperavam desfrutar no retorno de Cristo. Paulo devota os v. 13 a 18 para desfazer esse mal-entendido e para consolar os crentes. … Paulo não está mostrando aversão ao pesar natural. Ele ensina os crentes a não imergir em desesperadora tristeza humana, mas a erguer a cabeça em expectação da reunião com os amados que partiram na época do retorno do Senhor e da ressurreição. CBASD, vol. 7, p. 247, 248.

Como os demais. … os não cristãos. CBASD, vol. 7, p. 248.

14 Se cremos. O grego mostra que não há expressão de dúvida. A cláusula condicional considera como verdade a morte e ressurreição de Jesus. … A morte e ressurreição de Jesus dão ao cristão uma firme esperança de ressurreição (ver Jo 14:19; ver com. de 1Co 15:20-23). Logo, os tessalonicenses não deveriam se desesperar quando seus amados morressem. CBASD, vol. 7, p. 248.

Em sua companhia. Isto é, com Jesus, da sepultura. Paulo chega ao ponto crucial da resposta aos tessalonicenses angustiados. Eles estavam preocupados com o destino dos mortos. O apóstolo lhes assegura, numa declaração categórica, que Deus planejou que os cristãos que morreram fossem ressuscitados assim como Jesus. Essas palavras garantiram aos crentes que seus amados não foram esquecidos. Essa convicção inspirada satisfaria as inquietações e lhes daria descanso mental. … Deve-se observar que Paulo está preocupado principalmente com o fato de que os justos mortos não foram esquecidos, não com os detalhes cronológicos da ressurreição. Estes são apresentados em 1 Coríntios 15:23: “Cristo, as primícias, depois, os quer são de Cristo, na Sua vinda.” … Alguns ensinam que Paulo fala de almas desencarnadas que ascenderão ao Céu na morte e retornarão com Jesus quando Ele vier à Terra na segunda vinda. No entanto, a Bíblia não ensina em nenhum lugar que a alma humana é imortal e que ascende ao Céu na morte (ver com. de Mt 10:28; Lc 16:19-31; 2Co 5:2-8). Além disso, a interpretação está completamente fora de harmonia com o contexto. Paulo não fala de almas imortais, mas dos “que dormem” (v. 13), dos “que em Jesus dormem” (v. 14, ARC), “os mortos em Cristo” (v. 16). Os “mortos em Cristo” ressuscitarão (v. 16), não descerão. Os vivos não são descritos como os que precedendo, com referência a estar com o Senhor (v. 15). Todos entrarão no reino juntos (v. 17). Se os mortos precedessem os vivos e passassem algum tempo com o Senhor antes da ressurreição, a linguagem do apóstolo não teria sentido, na verdade, seria absurda. O conforto seria inapropriado. Paulo deveria ter dito aos tessalonicenses aos tessalonicenses para dispersar todas as preocupações porque seus amados estavam desfrutando a paz do Céu. No entanto, não foi o que Paulo fez. Ele não podia fazer isso. Seu ensino estava em harmonia com o do Senhor (ver com. de Jo 14:3). Alguns comentaristas, vendo os problemas envolvidos, sem reserva admitem que “não se fala aqui das almas desencarnadas” (Jamiesen, Fausset e Brown). CBASD, vol. 7, p. 248, 249.

15 Nós, os vivos, os que ficarmos. Isto é, aqueles que, em contraste com os justos mortos, permanecerão vivos até o retorno de Cristo. Aqui, Paulo parece expressar uma esperança de que ele e os conversos a quem está escrevendo estarão vivos quando Cristo vier, uma esperança comum aos cristãos de todas as épocas. No entanto, ele não afirma explicitamente que viverá até aquele grande dia (ver Rm 13:11; 1Co 10:11; Fp 4:5; Tt 2:13; ver nota adicional do com. de Rm 13). CBASD, vol. 7, p. 249.

Vinda, Do gr. parousia (ver com. de Mt 24:3). A palavra parousia algumas vezes foi utilizada para a chegada de um general romano para celebrar uma procissão triunfal pelas ruas de uma cidade. A palavra é adequada para descrever o retorno triunfal de Cristo. CBASD, vol. 7, p. 249.

De modo algum precederemos. Do gr. phthano. Paulo assegura aos leitores que os cristãos vivos não se unirão ao Senhor antes daqueles que dormiram. … Este ensino deixa claro o verdadeiro estado daqueles que morreram “em Cristo”. Eles estão adormecidos, aguardando a vinda do Senhor. Ainda não foram unidos ao Senhor, mas, como os cristãos vivos, aguardam o segundo advento para a tão esperada união com o Mestre (cf. Jo 11:23-25). Nenhuma classe tem precedência sobre a outra; ambas serão levadas juntas em glória ao Senhor na Sua vinda. CBASD, vol. 7, p. 249.

16 O Senhor mesmo. Cristo não enviará um substituto, nem virá espiritualmente. Ele virá pessoalmente. O mesmo Jesus que ascendeu ao Céu descerá de lá. CBASD, vol. 7, p. 249.

Arcanjo. Do gr. archaggelos, “anjo principal”, “primeiro anjo”, composto de archi, um prefixo que denota “liderança” ou “importância” e aggelos, “anjo”, portanto, “o líder dos anjos”. No NT, a palavra archaggelos ocorre apenas aqui e em Judas 9, em que Miguel é declarado o arcanjo. Este Comentário apoia o ponto de vista de que Miguel é nosso Senhor, Jesus Cristo (ver com. de Dn 10:13; Jd 9; Ap 12:7). Esta interpretação possibilita conceber a voz de Cristo como a voz do arcanjo, sendo ouvida enquanto Ele desce (ver com de Jd 9). CBASD, vol. 7, p. 250.

E os mortos em Cristo. A expressão “os mortos em Cristo” é utilizada aqui para distinguir os santos que dormem das outras duas classes de pessoas: (1) os ímpios mortos que, em massa, não serão ressuscitados na segunda vinda de Cristo; (2) os cristãos vivos aos quais é assegurado que os amados mortos não estarão em desvantagem quando Jesus regressar, mas receberão atenção prévia ao serem ressuscitados primeiro e, assim, colocados em pé de igualdade com os santos vivos. CBASD, vol. 7, p. 250.

17 Arrebatados. Do gr. harpazo, “arrebatar” (ver com. de At 8:39; Fp 2:6; Ap 12:5). De harpazo, por meio do verbo do latim rapio, é derivada a palavra “rapto”, um termo que alguns utilizam num sentido teológico técnico para descrever o arrebatamento dos santos que Paulo menciona aqui. Aqueles que utilizam a palavra “rapto” ensinam que a aparição audível e visível de Cristo de Cristo com poder e grande glória será precedida alguns anos antes por Sua vinda de modo secreto e invisível nos ares para arrebatar Seus santos, enquanto o restante da população vive durante um período marcado por uma tribulação sob o governo do anticristo. No entanto, esta passagem, com a qual eles descrevem a vinda secreta, anuncia a vinda de Cristo com uma “palavra de ordem”, a “voz de arcanjo” e a trombeta de Deus” (v. 16) e dificilmente representa um evento secreto. … A trombeta também é mencionada em Mateus 24:30-31, num contexto que claramente descreve a vinda visível… As duas passagens [Mateus 24 e I Tessalonicenses 4] caracterizam um único evento que ocorrerá num determinado momento. Esse é o ensino uniforme de todas as Escrituras (sobre determinados conceitos falsos em que baseia o arrebatamento secreto, ver Notas Adicionais a Apocalipse 20, Nota 2).  CBASD, vol. 7, p. 251.

Para o encontro com o Senhor. No momento do encontro, o desejo mais estimado do cristão será realizado: ele estará unido Àquele a quem ama acima de todos os outros (cf. com. de Fp 1:23). CBASD, vol. 7, p. 251.

Estaremos para sempre com o Senhor. Paulo não tenta levar os leitores mais além do momento extático do encontro. Os discípulos de todas as épocas estarão finalmente unidos com o Mestre, o futuro está seguro. Não há necessidade nesta conjuntura de escavar o que está adiante. No entanto, sabemos de outras escrituras que depois da união os redimidos continuarão a jornada iniciada e seguirão com Cristo para o lar celestial (ver com. de Jo 14:2, 3). Dessa forma, estarão “para sempre com o Senhor”. CBASD, vol. 7, p. 251.

18 Consolai-vos … uns aos outros com estas palavras. É mais que uma sugestão. De modo carinhoso, o apóstolo ordena que os crentes meditem nestas “palavras” (v. 13-17), para perceber a importância do conforto e de compartilhar essa consolação uns com os outros, afim de que todos fossem encorajados pela mensagem. CBASD, vol. 7, p. 251, 252.



I TESSALONICENSES 4 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS I – v. 1 a 12 by jquimelli
30 de julho de 2018, 0:20
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793 palavras

1 Nós vos rogamos. Em vez de recorrer à autoridade apostólica e distribuir ordens aos ouvintes, com tato e humildade, Paulo solicita-lhes que ouçam e se dirige a eles como irmãos. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 243.

3 Santificação. Do gr. hagiasmos (ver com de Rm 6:19). A vontade de Deus … pode ser cumprida apenas com nossa completa consagração. Cristo morreu para possibilitar nossa santidade (Ef 5:25-27), mas esse resultado não é obtido num momento. A justificação é efetuada momentaneamente, quando o pecador arrependido aceita o perdão de Deus, o que não ocorre com a santificação, que é obra contínua da graça (ver com. de Rm 12:1, 2). “Não é obra de um momento, uma hora, um dia, mas da vida toda” (AA, 560). CBASD, vol. 7, p. 243, 244.

Abstenhais. Deus espera que o cristão se mantenha longe do pecado e não se exponha à tentação (ver com. de 1Co 6:18). CBASD, vol. 7, p. 244.

Prostituição. Em nossos dias, quando os padrões de conduta sexual são diminuídos, a castidade é considerada antiquada e os divórcios são frequentes, essa imposição merece atenção escrupulosa de cada professo seguidor do Senhor. CBASD, vol. 7, p. 244.

5 Lascívia. A expressão “desejo de lascívia” pode ser traduzida como “paixão do desejo”. CBASD, vol. 7, p. 245.

6 Nesta matéria. Paulo … claramente lida com pureza sexual. … o apóstolo se mantém no assunto nos v. 3 e 7, e ,,, cuidadosamente afirma que a fornicação é uma forma de roubo, uma vez que toma o que pertence ao outro. CBASD, vol. 7, p. 245.

Testificamos. Paulo tinha alertado fielmente os conversos contra as influências corruptoras presentes na sociedade. Tal admoestação solene precisava ser levada a sério pela igreja de Deus na atualidade, cercada como está pelas influências de uma sociedade corrupta. CBASD, vol. 7, p. 245.

Vingador. Aquele que forma o laço o qual une esposo e esposa, também cuida deles (ver Mt 19:5, 6). … Paulo relembra seus leitores que o pecado, especialmente o tipo do qual ele trata aqui, não permanecerá sem punição. Essa declaração é dada como a primeira razão para não defraudar o irmão. CBASD, vol. 7, p. 245.

7 Chamou. Ver com. de 1Ts 3:12. O chamado de Deus é uma razão poderosa para os filhos de Deus se absterem de qualquer impureza (ver com. de 1Co 6:18-20; 1Pe 1:14-16). CBASD, vol. 7, p. 245.

Santificação. A santidade deveria caracterizar cada aspecto da vida do cristão. CBASD, vol. 7, p. 2436.

8 Rejeita. Aquele que rejeita o conselho de Paulo (v. 3-7) rejeita a palavra de Deus. CBASD, vol. 7, p. 246.

Vos dá. Paulo não fala de sua inspiração pessoal pelo Espírito Santo, mas da provisão que Deus tem feito para Seu povo ser vitorioso sobre todas as formas de pecado. O Senhor não chamou Seus filhos apenas à santidade e lhes concedeu ordens explícitas contra a impureza, mas concedeu poder para alcançarem Seu alto padrão. Assim fortalecido, o cristão é capaz de superar todos os obstáculos na busca de um caráter como o do Mestre (cf. Ef 3:16-19; Fp 4:13; Cl 1:11). CBASD, vol. 7, p. 246.

9 Amar-vos uns aos outros. O propósito da instrução divina é promover o amor fraternal no coração dos crentes (cf. com de 1Ts 3:12). O amor fraternal fervoroso é uma das mais fortes evidências de conversão (AA, 262). CBASD, vol. 7, p. 246.

10 Na verdade, estais praticando. Os tessalonicenses já tinham demonstrado amor para com os crentes do norte da Grécia, e Paulo os elogiara no início da epístola pela “abnegação do vosso amor” (ver com. de 1Ts 1:3). CBASD, vol. 7, p. 246.

Progredirdes cada vez mais. O amor que os tessalonicenses exibiam ainda não era perfeito. O apóstolo solicitou-lhes que se empenhassem em realizações ainda maiores. O caminho do cristão é de progresso contínuo. Apenas quando amamos uns aos outros plenamente é que o amor de Deus é aperfeiçoado em nós (1Jo 4:12, 20, 21). CBASD, vol. 7, p. 246.

11 Tranquilamente. Isto é, ter uma vida sossegada, viver com calma. Havia fanatismo entre os crentes tessalonicenses. … A partir do contexto e do teor da epístola, parece que esses pontos de vista inquietantes estavam ligados à doutrina do segundo advento (ver 1Ts 4:13-18; 5:1-11; cf. AA, 228, 229). CBASD, vol. 7, p. 246.

Cuidar do que é vosso. Dá-se a impressão que alguns membros da igreja tinham se intrometido em assuntos alheios, possivelmente, até mesmo em assunto da igreja (cf. com. de 2Ts 3:11, 12). CBASD, vol. 7, p. 247.

Trabalhar. … parece que alguns estavam ensinando que, em vista do segundo advento, era muito tarde para ocupações comuns. Como resultado, alguns pararam de trabalhar pela subsistência e, para sustento próprio, dependiam da generosidade dos irmãos. CBASD, vol. 7, p. 247.

12 Dignidade. A admoestação não se refere a relações comerciais, mas a ter uma vida cristã consistente, tomando conta dos assuntos pessoais e trabalhando diligentemente para se sustentar. CBASD, vol. 7, p. 247.

Para com os de fora. A coerência na vida cristã é um testemunho ao mundo descrente. CBASD, vol. 7, p. 247.

De nada venhais a precisar. O cristão deve ter como objetivo ser independente, não depender de outros para sustento pessoal. CBASD, vol. 7, p. 247.

 

Parte II: https://reavivadosporsuapalavra.org/2018/07/30/i-tessalonicenses-comentarios-selecionados-ii-v-13-a-18/




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