Reavivados por Sua Palavra


I TESSALONICENSES 5 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by jquimelli
31 de julho de 2018, 0:20
Filed under: Sem categoria

1372 palavras

1 Tempos e as épocas. Paulo cuidadosamente explica “com respeito aos que dormem” (1Ts 4:13) …, mas, … não propôs discutir a cronologia dos últimos dias. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 253.

2 O Dia do Senhor. Neste versículo, “o Dia do Senhor” se refere ao segundo advento de Cristo. CBASD, vol. 7, p. 253.

Como ladrão. Pelo uso da imagem de um ladrão, o apóstolo enfatiza a surpresa da segunda vinda, alertando os leitores a estar prontos para a ocorrência em qualquer tempo (ver com. de 1Ts 4:15). CBASD, vol. 7, p. 253.

3 Paz e segurança. Estas palavras, ditas por aqueles que não se prepararam para o retorno do Senhor, se referem à tranquilidade interna e à segurança externa e revelam o estado de satisfação mental dos interlocutores. A calma é indevida porque o desastre está às portas, e o descrente deve aprender com o cristão, que está vigilante, pronto para os eventos dos últimos dias. As Escrituras ensinam que o tempo que imediatamente precede o aparecimento de Cristo será de angústia universal (ver com. de Lc 21:25, 26). CBASD, vol. 7, p. 254.

4 Em trevas. Isto é, em ignorância e, indiretamente, em iniquidade. No NT, a palavra “trevas” é utilizada com frequência para um estado de pobreza espiritual e reprovação (Mt 4:16; 6:23; Jo 3:19; At 26:18; Rm 13:12). CBASD, vol. 7, p. 254.

6 Não durmamos. “Dormir”, neste versículo, indica indiferença à proximidade da vinda de Cristo, uma letargia que impede o cristão de estar preparado para os eventos finais (cf. Mt 25:5). CBASD, vol. 7, p. 254.

Demais. Isto é, os filhos das trevas que estão inconscientes dos terríveis e gloriosos eventos que anunciam o retorno do Senhor. CBASD, vol. 7, p. 255.

Sóbrios. Paulo … admoesta o cristão a ser constante, temperante, calmo, em vista do grande “dia” que está por vir. CBASD, vol. 7, p. 255.

8 Da fé e do amor. Fé é agarrar a justiça que Cristo transmite ao crente. Amor, o principal atributo do caráter de Deus (1Jo 4:8), é derramado em nosso coração pelo Espírito Santo de Deus (Rm 5:5). CBASD, vol. 7, p. 255.

9 Porque Deus. Paulo apresenta sua compreensão dos propósitos de Deus como a base da esperança da salvação (v. 8). CBASD, vol. 7, p. 255.

Nos destinou … para alcançar a salvação. A palavra [destinou] se relaciona ao propósito de Deus para com os homens, que é e sempre tem sido benevolente (ver com. de Jo 3:16, 17; 2Pe 1:9). … O Senhor deseja e planeja que todos os homens sejam salvos (ver Is 55:1; Jo 7:37; Ap 22:17) e, ao entregar Seu Filho, possibilitou a salvação. CBASD, vol. 7, p. 255.

10 Durmamos. O estado do cristão morto comparado ao dos crentes vivos no momento do retorno de Cristo. CBASD, vol. 7, p. 255, 256.

11 Consolai-vos, pois. Paulo mostra que a obra de encorajar os desanimados não é apenas do ministro. Todos os cristãos devem confortar os companheiros. CBASD, vol. 7, p. 256.

Edificai. Por consideração mútua de importantes temas como a vinda do Senhor e a glória da herança dos santos, os membros da igreja devem fortalecer espiritualmente uns aos outros (cf com. de Ml 3:16-18; At 20:32). CBASD, vol. 7, p. 256.

13 Vivei em paz. Esta firme injunção sugere que a unidade da igreja em Tessalônica foi abalada, possivelmente pelo desacordo entre oficiais e leigos. CBASD, vol. 7, p. 256.

14 Desanimados. Do gr. oligopsuchoi, literalmente, “alma pequenas”, isto é, aqueles que tem coração pequeno ou os medrosos. Esses cristãos, possivelmente sobrecarregados com o pesar pelos mortos (1Ts 4:13-18) ou com dúvidas acerca do tempo do retorno de Cristo (1Ts 5:1-11), deviam ser confortados, não repreendidos. Os cristãos deveriam oferecer palavras de conforto e encorajamento às almas tímidas e carentes (Hb 12:12, 13; cf. Gl 6:2). CBASD, vol. 7, p. 257.

15 Retribuir mal por mal. A tendência natural é agir assim, mas o proceder cristão é diferente. Cristo proíbe a retaliação e motiva Seus seguidores a retribuir o mal com o bem (ver com. de Mt 5:38-48 cf. com. de Rm 12:17). CBASD, vol. 7, p. 257.

segui sempre o bem. Paulo sabia que, ao seguirem o bem, teriam pouco tempo para se envolver com o mal. CBASD, vol. 7, p. 257.

17 Orar sem cessar. Um espírito de constante oração deve exalar da vida cristã. A conexão com o Céu nunca dve ser quebrada (ver com. de Lc 18:1). CBASD, vol. 7, p. 257.

18 Em tudo. Isto é, em todas as circunstâncias, de alegria ou pesar. CBASD, vol. 7, p. 257.

19 Apagueis. Do gr. sbennumi, “extinguir”, “apagar”, “asfixiar”, “suprimir”. A palavra é utilizada em relação a apagar fogo (Mt 12:20; Mc 9:44-48; Ef 6:16; Hb 11:34) e à insuficiência de óleo das lâmpadas (Mt 25:8). Como o Espírito está associado ao fogo, o vocábulo sbennumi é especialmente adequado. É possível que alguns membros da igreja tessalonicense, que exercitavam os dons espirituais com entusiasmo, tenham esfriado o ardor (ver com. de 1Co 12:1; 14:1). CBASD, vol. 7, p. 258.

21 Julgai. Deve-se fazer uma discriminação cuidadosa para se distinguir entre o falso e o verdadeiro (ver AA, 263). CBASD, vol. 7, p. 258.

Todas as coisas. Especificamente, a manifestação do Espírito (v. 19, 20). Deus proporcionou testes para determinar se um profeta é genuíno: (1) O verdadeiro profeta deve confessar a Cristo na vida e na palavra (1Jo 4:1-3), bem como reconhecer e confessar a divindade de Cristo (1Jo 2:22, 23). (2) Os ensinos devem estar de acordo com as Escrituras (ver At 17:11; Gl 1:8, 9). (3) O resultado ou fruto de seus ensinos deve ser bom (Mt 7:18-20). CBASD, vol. 7, p. 258.

Retende. O crente não deve apenas testar os dons espirituais. Tendo diferenciado o verdadeiro e o falso, o bom e o ruim, deve reter o bom a despeito de todas as tentações para abandoná-lo. CBASD, vol. 7, p. 258.

22 Abstende-vos de toda forma de mal. Paulo … reconhece que o “mal” tem muitas aparências e alerta os conversos contra as muitas formas em que ele é mascarado. Essa admoestação tem sido utilizada algumas vezes para proibir fazer o que é certo apenas porque parece errado a alguns espectadores. O conselho pode ser adequado em determinadas circunstâncias, mas não é o que o apóstolo está apresentando aqui. Há também muitas exceções a esta regra. Jesus curou no sábado (Jo 5:2-16; etc.) e comeu com os publicanos e pecadores (Mt 9:10-13) CBASD, vol. 7, p. 258, 259.

23 Em tudo. Cada aspecto da existência deve ser submetido ao poder purificador do Espírito de Deus. CBASD, vol. 7, p. 259.

Espírito, corpo e alma. Paulo não está dando um estudo sobre a natureza humana, mas deixa claro que nenhuma parte da vida dos conversos é deixada intocada pelo poder santificador de Deus. … É possível [, entretanto,] ver significado especial nas divisões que Paulo faz. Quanto a “espírito” (pneuma, ver com. de Lc 8:55), pode-se entendê-lo como o princípio superior de inteligência e pensamento com o qual o  ser humano é dotado e pelo qual Deus Se comunica por meio do Espírito Santo (ver com. de Rm 8:16). … Por “alma” (psuche, ver com. de Mt 10:28) … pode-se entender a parte da natureza humana que se expressa por meio dos instintos, das emoções e dos desejos. … O significado de “corpo” (soma) parece evidente. A estrutura corporal (carne, sangue e ossos) é controlada pela natureza superior ou pela natureza inferior. Quando a mente santificada está no controle, o corpo não é maltratado. A saúde floresce. … A santificação que não inclui o corpo não é completa. Nosso corpo é o templo de Deus. Devemos sempre tentar mantê-lo santo e glorificar a Deus nele (1Co 6:19, 20). CBASD, vol. 7, p. 259.

Irrepreensíveis. Aquele que é santificado será conservado por Deus e apresentado irrepreensível no grande dia da vinda do Senhor (cf. com. de Jd 24). CBASD, vol. 7, p. 260.

25 Orai por nós. Os ministros e os leigos precisam das orações uns dos outros, e ambos devem orar para que nada impeça o avanço da mensagem do evangelho aos confins da terra (T5, 718). CBASD, vol. 7, p. 260.

26 Ósculo santo. No Oriente, o beijo era um modo comum de expressar amor e amizade na saudação (ver Lc 7:45; At 20:37). O “ósculo santo” ou “ósculo de amor” (1Pe 5:14) era símbolo de afeição cristã. CBASD, vol. 7, p. 260.

27 Conjuro. O uso de uma palavra forte (cf. Dt 6:13) indica que alguns dos líderes tessalonicenses estavam relutantes em ler a epístola para todos os crentes, ou que alguns dos membros estavam indispostos a ouvir sua leitura (cf. 2Ts 3:14). CBASD, vol. 7, p. 260.

Seja lida. Isto é, publicamente, diante dos cristãos reunidos (cf. com. de Cl 4:16). CBASD, vol. 7, p. 260.

28 A graça de nosso Senhor. A cristologia do apóstolo se projeta ao longo da epístola. No início (1Ts 1:1) e no final, ele invoca a graça de nosso Senhor Jesus Cristo sobre os crentes. CBASD, vol. 7, p. 260.

Evidência histórica favorece Corinto como a cidade de onde Paulo escreveu esta epístola (ver p. 222). CBASD, vol. 7, p. 260.


Deixe um comentário so far
Deixe um comentário



Comente:

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s



%d blogueiros gostam disto: