Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/atos/atos-capitulo-14/
Comentário devocional:
Enquanto leio o livro de Atos, vejo muitos paralelos entre o início da igreja cristã e a igreja de Deus dos último dias. Em suas viagens de um lugar para outro, Paulo e Barnabé compartilharam a boa notícia acerca da ressurreição de Jesus e um grande número de judeus e gregos creram. Mas nem tudo foi um mar de rosas. A pregação da verdade despertou forte oposição por parte daqueles que não a aceitaram.
Milagres foram costumeiros tanto no começo da igreja primitiva como no período de surgimento da Igreja Adventista do Sétimo Dia. O pioneiro adventista Hiram Edson, assim como Paulo, foi um homem de oração. Certa noite, quando solicitado pelo Espírito Santo para ir e curar seu vizinho doente, Hiran obedeceu e foi. Com interesse na salvação do homem doente, ele se dirigiu até a cama, colocou a mão sobre a cabeça do vizinho e falou em alta voz: “O Senhor Jesus lhe concede a cura completa” O homem levantou-se da cama e passou a caminhar e louvar a Deus. Na noite seguinte, Edson colocou a sua família e o seu vizinho, agora restabelecido em sua saúde, na carroça e foram para a reunião evangelística adventista louvando a Deus. A caminhada de Hiran Edson com Deus o impeliu a compartilhar a sua fé com outros.
Anciãos foram estabelecidos por Paulo para tomarem conta das igrejas estabelecidas por ele na Ásia Menor. De modo semelhante, hoje, as igrejas necessitam de líderes locais, anciãos e pastores, a fim de cuidarem das necessidades espirituais dos membros. Tem você apoiado os líderes locais de sua igreja? Tem você colaborado com eles para o fortalecimento da fé dos seus irmãos em Cristo?
Alice Voorheis
Professora aposentada
Atualmente trabalhando para o Ministério “Adventist Heritage”
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Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1278
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli
Comentário em áudio Pr. Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/ReavivadosA/Reavivados08-05-2018.mp3
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“… e vos anunciamos o evangelho para que destas coisas vãs vos convertais ao Deus vivo, que fez o céu, a terra, o mar e tudo o que há neles” (v.15).
Sob a guia do Espírito Santo, a dupla missionária continuava a sua jornada evangelística. Paulo e Barnabé aceitavam com submissão a rota de Deus e, em Icônio, “entraram juntos na sinagoga judaica e falaram de tal modo, que veio a crer grande multidão, tanto de judeus como de gregos” (v.1). Paulo mesmo escreveria mais tarde aos efésios que a nossa luta não é contra pessoas, e sim contra Satanás e toda a sua trupe de demônios (Ef 6:12). Quando pessoas se levantam contra os servos de Deus, estão sendo apenas instrumentos do adversário. Assim como um coração contrito e quebrantado torna-se sensível à atuação do Espírito Santo, um coração endurecido e orgulhoso torna-se alvo fácil do maligno.
“Mas os judeus incrédulos incitaram e irritaram os ânimos dos gentios contra os irmãos” (v.2). Ou seja, eles causaram uma grande divisão. Não mediram esforços para colocar uns contra os outros. Enquanto Paulo e Barnabé falavam “ousadamente no Senhor, O qual confirmava a palavra da Sua graça” (v.3), aqueles agentes do inimigo provocavam dissensões entre os ouvintes. E vocês têm ideia, meus irmãos, do quanto este tipo de atitude é ofensiva a Deus? Vejamos o que escreveu o sábio Salomão: “Seis coisas o Senhor aborrece, e a sétima a Sua alma abomina: olhos altivos, língua mentirosa, mãos que derramam sangue inocente, coração que trama projetos iníquos, pés que se apressam a correr para o mal, testemunha falsa que profere mentiras e o que semeia contenda entre irmãos” (Pv 6:16-19).
A contenda é tão terrível aos olhos de Deus que Ele não apenas aborrece, mas considera uma abominação. Sabem porquê? Porque este foi o veículo usado por Lúcifer para fazer descer do Céu com ele terça parte da corte angelical. Porque este pecado lembra o primeiro dia em que o Céu ficou de luto. Porque o amor de Deus foi questionado por um rebelde que com sagacidade e sutileza tentava desviar os olhos de seus companheiros, da glória de Deus para as trevas do pecado. Por isso que o inimigo de Deus não está preocupado se estamos dentro da igreja, mas em que estejamos ocupados em conflitos internos enquanto ele destrói vidas lá fora.
A Bíblia diz que aquela dupla missionária não abandonou o seu posto e nem se deixou abater. Com ousadia, permaneciam ali cumprindo a missão que o Senhor lhes confiou, até que o Espírito os enviasse a outro lugar. Ameaçados de morte, eles fugiram para outras cidades “onde anunciaram o evangelho” (v.7). Este era o grande objetivo na vida daqueles servos do Altíssimo: anunciar o evangelho. Este deve ser o nosso maior objetivo também. Precisamos ser luz na vida das pessoas, e não trevas. Muitos há que pensam estar servindo a Deus com uma vida de mediocridade espiritual disfarçada de jubileu eclesiástico. Anos de igreja, amados, não é sinônimo de santidade, mas agravante de responsabilidade. E eu falo isso por experiência própria. Perdi vários anos da preciosa vida que o meu Salvador me concedeu com minha religião hipócrita e egoísta. Eu afirmava servir a Jesus, mas nem ao menos O conhecia.
Quando lembro de como o Espírito Santo me buscou, e de como me despertou de minha paralisia espiritual, me identifico com o “homem aleijado” (v.8) em Listra e as palavras de Paulo me são familiares: “Apruma-te direito sobre os pés!” (v.10). E cada vez que me deparo com situações adversas, encontro em Cristo Jesus o alívio e o conforto suficientes para prosseguir. Infelizmente, as pessoas de Listra não entenderam isso, desviando a glória de Deus para aqueles que eram apenas instrumentos e dando ouvidos aos incrédulos.
Ouvi certa vez um pregador dizer mais ou menos o seguinte: “Pessoas decepcionam pessoas, mas Deus a ninguém decepciona”. Mesmo que estejamos buscando conhecer melhor a vontade de Deus em nossa vida a fim de colocá-la em prática, ainda assim falhamos. É do próprio Paulo a famosa declaração: “Porque não faço o bem que prefiro, mas o mal que não quero, esse faço” (Rm 7:19). E quanto mais avanço na jornada cristã mais percebo o quanto eu preciso desesperadamente da graça de Jesus e de Sua justiça. Enquanto isso, Deus me chama e chama a você também, para que procuremos nos fortalecer uns aos outros, e não torcer para que o outro caia. Tendo em mente que “através de muitas tribulações nos importa entrar no reino de Deus” (v.22).
Se Paulo e Barnabé “voltaram” (v.21) aos lugares onde haviam sido ameaçados de morte. Se mesmo gravemente ferido pelo povo, Paulo “levantou-se e entrou na cidade” (v.20). Porque permitimos que um simples desentendimento ou a apatia de alguns nos afaste da casa de Deus? Eu sei que não é fácil lidar com a indiferença ou com a maledicência, mas quando depositamos a nossa vida nas mãos do Senhor todos os dias e nEle confiamos, Ele nos dota de força e fé que nada nem ninguém pode destruir. Escolha ser uma bênção na vida de seus semelhantes. Fuja de conflitos. E poderás voltar a qualquer lugar de cabeça erguida, na certeza de que o Espírito Santo é Quem te guia.
Bom dia, mensageiros do Senhor!
Rosana Garcia Barros
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