Reavivados por Sua Palavra


Atos 7 by Jobson Santos
1 de maio de 2018, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/atos/atos-capitulo-7/  

Comentário devocional:

No julgamento de Estêvão “Quando eles ouviram isso, foram atingidos direto no coração e, então, rangeram os dentes contra ele. … gritaram em alta voz, taparam os ouvidos e lançaram-se todos juntos contra ele, arrastaram-no para fora da cidade e o apedrejaram” (Atos 7:54, 57-58 NKJV).

Compare isso com a reação da multidão de homens judeus devotos a quem Pedro, em um sermão semelhante ao de Estêvão, acusou-os de crucificar Jesus: “E quando ouviram isso, foram atingidos direto no coração e disseram a Pedro e aos demais apóstolos: ‘Irmãos, que faremos?’” Então Pedro disse-lhes: ” Arrependam-se” (At 2:37, 38 NKJV). Ser atingido “direto no coração” pode ter dois efeitos muito diferentes: conversão ou assassinato.

“Querido Deus, mantenha o meu coração aberto ao Seu Santo Espírito. Que eu nunca resista à Sua amorosa e suplicante voz. Quando o Espírito Santo me atingir direto no coração e me convencer do pecado, que a minha resposta nunca seja ‘tapar meus ouvidos’, mas cair de joelhos em arrependimento. Amém.”

Andrew McChesney
Editor da Adventist Mission
Conferência Geral da IASD

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1271
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli
Comentário em áudio Pr. Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/ReavivadosA/Reavivados01-05-2018.mp3  


ATOS 7 – VÍDEO COMENTÁRIO PR. ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
1 de maio de 2018, 0:55
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ATOS 7 – Comentário Pr. Heber Toth Armí by jquimelli
1 de maio de 2018, 0:45
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ATOS 7 – A oração e o ministério da Palavra formam a fórmula da igreja que incomoda as hostes satânicas suscitando oposição, perseguição e ataques à Igreja. Com o tempo, o que Satanás não conseguiu na igreja primitiva, foi alcançando mais tarde.

Hoje, muitas vezes focamos tanto em estratégias mercadológicas, marketings e coaches empresarial que esquecemos da oração e ministração da Palavra.

Outras vezes, focamos tanto as ações sociais, as reuniões recreativas e as táticas persuasivas para ganhar almas para Cristo que deixamos de buscar em oração o poder do Espírito Santo e ignoramos o ministério da Palavra.

Também, criamos tantos ministérios tornando a igreja uma instituição pesada, que a oração e o ministério da Palavra ficam em segundo, ou último plano ou nem tem espaço para estes ministérios. O pastor se torna mais um administrador do que um ministro, mais parecido com empreendedor do que realmente um pastor das ovelhas de Deus. Muitos diáconos perderam o foco, só zelam pela parte física da igreja, abrem e fecham as portas e janelas para o culto, e recolhem as ofertas.

Precisamos voltar à oração e ao ministério da Palavra. Estêvão tem muito a ensinar do poder da pregação escriturística. Leia Atos 6:8 a 7:60 e, então, observe com oração os pontos do capítulo em questão:

· Estêvão, um dos diáconos designados para servir às mesas pregou a Palavra de Deus com o poder do Espírito Santo, mas ao invés de levar pessoas à conversão, os líderes eclesiásticos da nação judaica rejeitaram o testemunho dele.

· Os líderes sem conseguir resistir à sabedoria advinda do Espírito Santo, subornaram pessoas para acusar falsamente ao proclamador da verdade. Isso mostra como a falsidade ergue sua bandeira quando a verdade é proclamada.

· As mentiras contra Estêvão prevaleceram, ele foi condenado; mas, antes disso, ele fez seu último sermão sem se sentir intimidado. Desta forma, a história da Igreja Cristã registra seu primeiro mártir.

Reflita:

· Reuniões, festas, comilanças, ações sociais, apresentações musicais, etc. tem seu lugar, mas nada deve ofuscar a pregação da Palavra de Deus, nem mesmo acusações falsas, injustiças no tribunal ou martírio.

· A evangelização deve estar no primeiro lugar da agenda e da ação da igreja, o sucesso da igreja reside no priorizar a pregação da Palavra de Deus.

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



ATOS 7 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
1 de maio de 2018, 0:30
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“Mas Estêvão, cheio do Espírito Santo, fitou os olhos no céu e viu a glória de Deus e Jesus, que estava à Sua direita” (v.55).


Discorrendo desde Abraão até os profetas de Deus que foram perseguidos e mortos e o próprio Cristo que foi rejeitado e morto, a defesa de Estêvão confirmou o cumprimento exato do cenário profético para o povo de Israel. A morte do primeiro mártir da igreja primitiva assinalou o fim de Israel como nação eleita. Conforme as profecias de Daniel, foi determinado um tempo para que aquela nação se arrependesse e se convertesse. No entanto, este tempo foi desperdiçado e as oportunidades, perdidas. E assim como mataram Aquele que viera pagar o preço de seu resgate, mataram a Estêvão, confirmando a sua rebelião.

Deliberadamente, rejeitaram aos apelos do Senhor. Decididamente, deram as costas à misericórdia divina e ao desejo de Deus de salvá-los. Vez após outra declararam ser sua religião formal mais importante do que o amor do Senhor. Seus olhos estavam vendados, e com as próprias mãos “taparam os ouvidos” (v.57) à inevitável sentença. Desde a saída do decreto de Ciro para reconstruir Jerusalém, em 457 a.C., até a morte de Estêvão, cumpriu-se com precisão as “setenta semanas” (ou 490 anos) de Daniel capítulo nove. A visão de Estêvão, portanto, não foi apenas um privilégio dado a um fiel servo do Altíssimo, mas o cumprimento da palavra profética de um Deus que não mente e não falha.

Quando Estêvão declarou: “Eis que vejo os céus abertos e o Filho do Homem, à destra de Deus” (v.56), ele viu uma cena de juízo. O justo Juiz levantou-Se de Seu trono para declarar o veredito final. Israel deixara de ser a representante de Deus na Terra e aquele que segurara as vestes dos algozes de Estêvão (v.58), seria separado para uma obra mundial que faria da igreja cristã o que Deus sempre idealizara: “Minha casa será chamada Casa de Oração para todos os povos” (Is 56:7). O fato de Estêvão ter resumido toda a história de Israel foi a mais contundente e irrefutável prova das grandes misericórdias de Deus e de como Ele conduziu o Seu povo apesar dos erros de percurso daqueles que elegeu como Seus representantes.

Estamos situados no tempo profético denominado “tempo do fim”. O apóstolo Paulo, em sua segunda carta a Timóteo, declarou que “nos últimos dias, sobrevirão tempos difíceis” (2Tm 3:1). Tempos em que o desejo humano estaria acima da vontade divina; em que a avareza, a arrogância e a desobediência comandariam o coração do homem; em que a ingratidão, a irreverência e a calúnia propagariam os veios da corrupção. Tempos em que o bem não apenas seria rejeitado, mas odiado; em que não é constrangedor encher a mente e o corpo de tudo o que não presta, enquanto se aparenta “forma de piedade” (2Tm 3:2-5). Verdadeiramente, são tempos sobremodo difíceis!

Jesus anunciou: “Eis que venho sem demora” (Ap 22:7). E independentemente de você acreditar, ou não, de estar pronto, ou não, Ele voltará. Ele prometeu! O segundo advento de Cristo é mencionado mais de 300 vezes no Novo Testamento. Enquanto isso, como estamos aguardando esta preciosa promessa? Como Israel no deserto, que mesmo após tantas provas do amor e do cuidado de Deus, “no seu coração, voltaram para o Egito” (v.39)?

Israel não deixou de ser a nação eleita de Deus porque matou a Estêvão, senão, o assassinato de Jesus seria infinitamente mais ofensivo aos olhos de Deus. Israel deixou de ser a nação eleita porque cometeu o pecado imperdoável: “Mas aquele que blasfemar contra o Espírito Santo não tem perdão para sempre, visto que é réu de pecado eterno” (Mc 3:29).

As últimas palavras de Estêvão foram dirigidas diretamente ao povo: “Homens de dura cerviz e incircuncisos de coração e de ouvidos, vós sempre resistis ao Espírito Santo” (v.51). Deus está prestes a soltar de vez “os quatro ventos da terra” (Ap 7:1), e quando isso acontecer, findo estará o “tempo da oportunidade” (2Co 6:2).

Eu não sei você, mas eu estou cansada daqui, cansada de mim mesma, de minhas tentativas de ser uma pessoa melhor e da frustração ao perceber que nada do que eu faça é suficientemente bom o bastante comparado ao incomparável caráter de Cristo. Cansada de ver tanta miséria, violência e injustiça e, ao mesmo tempo, tanta riqueza, luxúria e descaso. Já chega! Eu quero, como Estêvão, olhar para o céu e contemplar a glória de Deus e a face do meu bom Jesus. Se este também é o seu desejo, ore comigo neste momento:

“Toma-me, Senhor, para ser Teu inteiramente. Aos Teus pés deponho todos os meus projetos. Usa-me hoje em Teu serviço. Permanece comigo, e permite que toda a minha obra se faça em Ti” (EGW, Caminho a Cristo, p. 69).

Bom dia, cheios do Espírito Santo!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus
#Atos7
#RPSP



ATOS 7 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by jquimelli
1 de maio de 2018, 0:20
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1 Porventura, é isto assim? A pergunta do sumo sacerdote serviu para interromper a perplexidade dos observadores ao contemplarem a face de Estevão, mas era a forma padrão de dar inicio a um julgamento formal. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 192.

2 Estevão respondeu. A resposta de Estevão foi uma declaração de fé. Era também uma denúncia aos acusadores. CBASD, vol. 6, p. 192.

3 Sai. Estevão cita Gênesis 12:1. CBASD, vol. 6, p. 192.

9 Invejosos. O registro diz que seus irmãos “odiaram-no” (Gn 37:4, 5) e “lhe tinham ciúmes”. Este é o primeiro passo no argumento de Estevão de que os mensageiros de Deus sempre sofreram oposição daqueles que eram representantes da nação hebraica em cada época. CBASD, vol. 6, p. 193.

25 Cuidava. Ou, “estava supondo”. Ele tinha certeza de que os hebreus entenderiam seu ato e seus motivos. Logo se desiludiu. O vislumbre do que se passou na mente de Moisés não é extraído do AT, mas pode ter sido revelado a Estevão pelo Espírito Santo. O orador também podia estar sugerindo uma comparação entre Moisés e Jesus, uma vez que ambos foram rejeitados pelo povo que queriam ajudar. CBASD, vol. 6, p. 196.

Não compreenderam. Expressão sucinta, mas eficaz, em destacar a estupidez do povo. Com frequência, o povo de Deus não entende, nem está preparado para os atos divinos de livramento (a atitude dos judeus em relação a Cristo, Jo 1:11). CBASD, vol. 6, p. 196.

37 Um profeta. Estevão, como Pedro (At 3:22), se refere à profecia de Deuteronômio 18:15 a 18. Assim como Pedro, ele entende que ela se cumpriu em Jesus. Ele pretendia confrontar o Sinédrio com este Profeta na pessoa de Jesus, a quem eles crucificaram. CBASD, vol. 6, p. 197.

49 O céu é o Meu trono. Isaías afirma que o Altíssimo não pode se confinar a limitações humanas, mas habita com aquele que é “aflito e abatido de espírito”. Estas palavras eram uma repreensão aos judeus que as ouviram. O apelo velado de Estevão era para que aceitassem o Ser Divino que andara entre eles com tanta humildade e lhes demonstrara o caráter amoroso do Pai celestial. CBASD, vol. 6, p. 200.

51 Homens de dura cerviz. Sem dúvida, a mudança súbita no discurso de Estevão se deveu à agitação crescente do Sinédrio e ao ressentimento que suas palavras despertaram. Ao que tudo indica, ele percebeu que seu fim estava próximo e que nada mais que ele dissesse mudaria a questão. CBASD, vol. 6, p. 200.

52 Traidores e assassinos.  Ao ler no rosto de seus acusadores o destino que logo lhe sobreviria, Estevão os lembrou de suas ações passadas contra Cristo. CBASD, vol. 6, p. 201.

53 Não aguardastes. Estas palavras são proferidas em contraste com a expressão “recebestes a lei”, e devem ter sido um golpe a quem as ouviu. Eles não guardavam a letra da lei nem sua intenção. A lei, entregue por intermédio de anjos, poderia ter sido a glória deles, mas a perversão dela gerou vergonha e destruição. CBASD, vol. 6, p. 201.

55 No céu. Estêvão viu “os céus abertos”. Nenhum dos observadores viu aquela glória do Céu, e a declaração de Estêvão parecia agravar sua culpa. Mas somente os profetas seriam capazes de dizer se o que viram foi com a percepção espiritual ou por meio da visão física. CBASD, vol. 6, p. 201.

58 E [•••] o apedrejaram. Literalmente, “o estavam apedrejando”, como se a execução continuasse à medida que o mártir orava. O apedrejamento era a pena para a blasfêmia segundo a lei mosaica. Todavia, por mais que o Sinédrio estivesse seguindo de perto essa lei, eles não tinham direito de tirar a vida de alguém sob o domínio romano. CBASD, vol. 6, p. 202.

59 Invocava. A oração mostra Estevão invocando ao Senhor Jesus, a quem ele acabara de ver em pé, à direita de Deus. CBASD, vol. 6, p. 202.

60 Não lhes imputes este pecado! Estevão não podia fazer muito pelos pecados anteriores daqueles que o perseguiram, mas podia pedir perdão pela transgressão presente. Ao rogar por eles, revelou que adquirira por completo o espírito de perdão que havia caracterizado seu Mestre. CBASD, vol. 6, p. 203.  

Adormeceu. Ao encerrar o relato do ministério do mártir, Lucas preserva a atmosfera santa em sua palavra final: “adormeceu”.  A batalha terminou e a vitoria foi conquistada. O fiel guerreiro de Deus deixa o tumulto e adormece tranquilamente até o dia da ressurreição. Os capítulos seguintes revelam que sua morte não foi em vão. CBASD, vol. 6, p. 203.  

Compilação: Tatiana W



ATOS 7 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
1 de maio de 2018, 0:15
Filed under: Sem categoria




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