Reavivados por Sua Palavra


Atos 13 by Jobson Santos
7 de maio de 2018, 1:00
Filed under: Atos, Sem categoria
Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/atos/atos-capitulo-13/  

Comentário devocional:

Ao lermos o livro de Atos, encontramos muitos paralelos entre a organização da Primeira Igreja Cristã estabelecida por crentes humildes e dedicados, e a Igreja Cristã dos Últimos Dias de Deus também organizada e estabelecida por crentes dedicados e humildes.

Em 45 dC, um grupo de cristãos que ministravam ao Senhor em Antioquia, é encorajado pelo Espírito Santo a separar Paulo e Barnabé para uma “nova obra” de levar ao “mundo” a mensagem de Cristo, nosso Salvador. Da mesma forma, em 1852, um grupo de Cristãos Adventistas que ministravam ao Senhor em Rochester, Nova York, EUA, é incentivado pelo Espírito Santo a separar Hiram Edson e John N. Loughborough para uma “nova obra”, de levar ao “Mundo” a “Verdade Presente”, a mensagem a respeito do Sábado do sétimo dia e da Segunda Vinda de Jesus!

Hoje, existem mais de 20 milhões de membros Adventistas do Sétimo Dia da Igreja de Deus para os últimos dias da história da Terra, que testificam que Edson, Loughborough e outros levaram a sério o trabalho de evangelismo a eles confiado.

Mas e quanto a você e eu? Levamos a sério o trabalho de evangelismo que nos foi confiado?

Alice Voorheis
Professora aposentada
Atualmente trabalhando para o Ministério “Adventist Heritage”

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1277    
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli
Comentário em áudio Pr. Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/ReavivadosA/Reavivados07-05-2018.mp3

 



ATOS 13 – VÍDEO COMENTÁRIO PR. ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
7 de maio de 2018, 0:55
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ATOS 13 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by jquimelli
7 de maio de 2018, 0:45
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ATOS 13 – Ao espalharem-se os cristãos após a tribulação ocasionada pela morte de Estêvão, o evangelismo em Antioquia tornou-se muito forte. O sucesso era claramente evidente (11:19-21). De Jerusalém, Barnabé foi enviado a Antioquia para coordenar a missão; com sua chegada, muitos foram fortalecidos na fé e outros tantos se uniram à igreja (11:22-24).

Sentindo que o crescimento era gigantesco, Barnabé precisou de ajuda. Então, foi a Tarso buscar reforço. Assim, Barnabé introduziu Paulo no evangelismo em Antioquia, sendo uma bênção do desenvolvimento da igreja (11:25-26).

Após cumprirem a missão em Antioquia, Barnabé e Saulo, trazendo em sua companhia João Marcos, retornaram a Jerusalém (12:25).

“Em Atos 13, Lucas transporta o leitor de volta a Antioquia, a fim de apresentar a primeira viagem missionária de Paulo, que ocupa dois capítulos inteiros (At 13 e 14). A partir desse ponto até o final do livro, o foco passa a ser Paulo e suas missões aos gentios” (Wilson Paroschi).

1. Da igreja de Antioquia Paulo e Barnabé foram enviados como missionários ao mundo (vs. 1-3);
2. Quem administrava a igreja e os projetos missionários era o Espírito Santo (vs. 2, 4);
3. Em Salamina um pretenso judeu (o mágico e falso profeta Elimas) rejeitou o evangelho pregado por Paulo e Barnabé; porém, um gentio da alta sociedade (o procônsul Sérgio Paulo) “creu na doutrina do Senhor” (vs. 4-12).

  • Aqui precisamos refletir nas Palavras de Paulo àquele que interferia na pregação do evangelho: “Filho do diabo e de tudo o que é justo! Você está cheio de toda espécie de engano e maldade. Quando é que vai parar de perverter os retos caminhos do Senhor?” (v. 10).
  •  A quem Paulo poderia dizer isso em nossos dias?

4. Em Antioquia da Pisídia, Paulo, sem João Marcos que havia retornado a Jerusalém (vs. 13-15), mas na companhia de Barnabé, pregou seu primeiro sermão registrado na Bíblia. Falou sobre salvação e obteve grande sucesso (vs. 16-43).
5. Os judeus se opuseram à pregação da Palavra, mas os gentios aceitaram e se alegraram pelas boas novas de salvação (vs. 44-49).
6. Os pregadores da Palavra foram expulsos, entretanto, estavam cheios de alegria e do Espírito Santo (vs. 50-52).

Proclamar a palavra não é fácil, mas Deus torna o impossível em possível! – Heber Toth Armí.



ATOS 13 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
7 de maio de 2018, 0:30
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“E, servindo eles ao Senhor e jejuando, disse o Espírito Santo: Separai-Me, agora, Barnabé e Saulo para a obra a que os tenho chamado” (v.2).


O capítulo de hoje inicia relatando que havia “na igreja de Antioquia profetas e mestres” (v.1). Eram homens de Deus separados por Ele para uma obra especial. No entanto, não era uma obra apenas local, ela precisava avançar. E sob a direção do Espírito Santo, dois homens foram escolhidos para fazer a primeira viagem missionária: Barnabé e Saulo. Por duas vezes Lucas escreveu que aqueles homens estavam jejuando (v.2 e 3). Na primeira vez ele disse que eles serviam e jejuavam, e na segunda, que jejuavam e oravam. A prática do jejum deve fazer parte da comunhão do cristão. É fácil? Não mesmo! Porque o jejum mexe com o nosso apetite. E quando relembramos que foi por Eva ceder ao apetite que estamos neste mundo de pecado até hoje, percebemos que não se trata de algo fácil e nem tampouco algo inofensivo.

Em 2016, um japonês, chamado Yoshinori Ohsumi, ganhou o prêmio Nobel de medicina. O pesquisador revelou ao mundo os benefícios do jejum, de como é benéfico à saúde o jejum praticado sistematicamente e como pode prevenir diversas doenças, como Alzheimer e Parkinson; além de promover excelentes benefícios ao funcionamento do cérebro, e de ser tão importante para o nosso corpo quanto o é o exercício físico. E tendo conhecimento de que é através da nossa mente que o Espírito Santo fala conosco e nos revela a Sua vontade, vejamos o que Ellen White escreveu há mais de cem anos atrás:

“Agora e daqui por diante até ao fim do tempo, deve o povo de Deus ser mais fervoroso, mais desperto, não confiando em sua própria sabedoria, mas na sabedoria de seu Líder. Devem pôr de parte dias de jejum e oração. Pode não ser requerida a completa abstinência de alimento, mas devem comer moderadamente, do alimento mais simples” (The Review and Herald, 11 de Fevereiro de 1904).

Meus irmãos, a rica mensagem de saúde que temos em mãos tem sido tão ignorada que Deus tem feito as ‘pedras’ clamarem. Vivemos em um mundo extremamente afetado por doenças que nossos avós e até nossos pais nunca tinham ouvido falar. Barnabé, Saulo e os demais companheiros compreenderam que o jejum não apenas os fortalecia fisicamente e intelectualmente, mas, sobretudo, espiritualmente. “Enviados, pois, pelo Espírito Santo” (v.4), eles viajaram até chegarem em Salamina e de Salamina a Pafos, também na companhia de João Marcos.

Naquele lugar, “o procônsul Sérgio Paulo, que era homem inteligente”, mostrou interesse em “ouvir a palavra de Deus” (v.7). Contudo, seu mágico pessoal, uma espécie de feiticeiro particular, se opôs ao interesse do procônsul, procurando afastá-lo da fé. Então, Saulo, pela primeira vez chamado de Paulo, “cheio do Espírito Santo, fixando nele os olhos” (v.9), disse o que nenhum cristão teria coragem de dizer não fosse pelo poder do Espírito. Palavras fortes, de dura exortação e de juízo que, prontamente, se cumpriu. E se o procônsul ainda tinha alguma dúvida quanto à doutrina que pregavam os apóstolos, a cegueira de Elimas o fez crer e ficar “maravilhado com a doutrina do Senhor” (v.12).

Recebendo a liberdade de falar em Antioquia, Paulo dirigiu àquela atenta congregação uma palavra de exortação. E a primeira coisa que pediu foi silêncio. Logo após, disse: “ouvi” (v.16). Porque para que possamos ouvir, primeiro precisamos nos calar. E isto requer constante disciplina e esforço. Quando jejuamos, enviamos uma mensagem ao nosso cérebro de que ele vai precisar trabalhar de forma diferente e sob a expectativa de algo novo, ele se aquieta. O jejum é como colocar uma mordaça na ‘boca’ da mente e ativar a melhor captação de som de seus ‘ouvidos’.

Deus nos chamou para uma missão tão especial quanto a de Barnabé e Paulo, e a de Israel no deserto. Homens e mulheres segundo o coração de Deus, que têm prazer em fazer a Sua vontade. Que não temem chamar o pecado pelo nome ainda que ameaçados e perseguidos. Que exaltam a Jesus o único Mediador entre Deus e os homens. Que por entenderem ser “santuário do Espírito Santo” (1Co 6:19), fazem o possível para preservar a saúde do corpo. Há uma frase de Charlene Kaemmerling que diz: “Os cristãos estão perdendo seu poder e influência… porque estão perdendo sua característica de ‘separados’”.

Você e eu fomos separados por Deus para uma obra grandiosa, que pode ser a última grande obra, e a porção dobrada do azeite só será concedida mediante incessante busca e humilde entrega. O jejum e a oração podem não ser pontos de salvação, mas bem que funcionam como luzes que nos indicam o caminho para Casa. Jejuemos e oremos conforme a orientação de Jesus (Mt 6:5-8, 16-18), e ainda que perseguidos e maltratados, seguiremos em frente transbordantes “de alegria e do Espírito Santo” (v.52).

Bom dia, chamados pelo Espírito Santo!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus
#Atos13
#RPSP



ATOS 13 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by jquimelli
7 de maio de 2018, 0:20
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1 Profetas e mestres. Esta é a primeira menção a pessoas com dons específicos do Espírito atuando de forma administrativa na igreja. Não há indício específico de uma organização formal da igreja em Antioquia, embora, sem dúvida, isso existisse. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 285.

2 Separai-me. No texto grego, a partícula  vem depois deste verbo, indicando o aspecto definitivo da ordem e a necessidade de executá-la imediatamente. Paulo e Barnabé deveriam ser separados para uma nova obra. CBASD, vol. 6, p. 288.

5 João. Isto é, João Marcos, primo de Barnabé (Cl 4:10). CBASD, vol. 6, p. 289.

7 Procônsul. As províncias do império romano, sob a organização de Augusto, eram divididas em duas classes. Aquelas que requeriam controle militar eram sujeitas ao imperador em sua função de comandante das legiões e governadas por procuradores. Já as mais pacíficas ficavam sob o domínio do Senado e eram governadas por procônsules. CBASD, vol. 6, p. 289.

8 Procurando afastar. Sérgio Paulo ainda não havia aceitado a doutrina de Cristo, embora seja provável que tanto Elimas quanto ele tivessem ouvido bastante os apóstolos desde a chegada deles a Salamina. O feiticeiro percebeu o interesse do procônsul e desejava desviar a atenção dele, para que não mandasse buscar Barnabé e Saulo. Mas o procônsul estava determinado em seu propósito e convocou os apóstolos. CBASD, vol. 6, p. 290.

11 Ficarás cego. Um juízo bem adequado pois Elimas estava lutando contra a luz da verdade. O castigo de Elimas se contrasta com a experiência anterior do apóstolo. Paulo ficara cego à luz externa, mas fora iluminado por uma luz celestial. CBASD, vol. 6, p. 291.

12 O procônsul. Ele viu o milagre e ouviu as palavras que o acompanharam. Ele creu que os apóstolos tinham mais poder e aceitou a mensagem de Cristo, muito superior ao que Elimas fazia. CBASD, vol. 6, p. 292.

13 João, porém, apartando-se. Isto é, João Marcos. Não há pista sobre por que ele se foi. Talvez temesse os perigos e dificuldades da viagem pelo interior. É provável que João Marcos seja o mesmo que escreveu o segundo evangelho. Mais tarde, ele se tornou um diligente obreiro na causa de Cristo. CBASD, vol. 6, p. 292.

27 Não conhecendo. Paulo subentende que pregava a gentios e judeus da diáspora porque a oferta de salvação fora rejeitada por aqueles que deveriam tê-la aceitado e, caso o tivessem feito, se tornariam testemunhas aos que estavam geográfica e espiritualmente “longe” (Ef 2:17). CBASD, vol. 6, p. 295.

42 Ao saírem eles. “Enquanto eles estavam saindo, suplicaram”, subentendendo-se que tanto judeus quanto prosélitos pediram mais instruções. CBASD, vol. 6, p. 301.

45 Inveja. Do gr. zelos, “zelo” e, num sentido negativo, “inveja”. Parece que dois fatores provocaram este sentimento. Sem dúvida, os judeus de Antioquia estavam incomodados com o fato dos recém chegados Paulo e Barnabé despertarem tal interesse entre os gentios. Eles também perceberam que os gentios eram convidados a desfrutar os mesmos privilégios religiosos que eles, e isso os aborrecia. CBASD, vol. 6, p. 302.

46 Indignos. Há certa ironia nas palavras de Paulo. Os judeus se consideravam dignos das mais elevadas bênçãos de Deus, e os apóstolos estavam, levando a eles a maior bênção de todas: a vida eterna em Jesus. Mas, em seu exclusivismo, rejeitaram a mensagem e se revelaram “indignos”. Logo, pela própria recusa, os judeus atraíram juízo sobre si mesmos. CBASD, vol. 6, p. 302.

51 Sacudindo […] o pó. Em obediência à ordem do Senhor (Mt 10:14), isso mostra que esses missionários tinham conhecimento do que Jesus ensinara aos doze. Este gesto não foi feito contra os pagãos, mas contra os judeus incrédulos. Por rejeitarem o evangelho, até mesmo o pó da rua onde pisavam era imundo para os apóstolos. CBASD, vol. 6, p. 304.

52 Transbordavam de alegria. A forma verbal usada indica que se tratava de uma experiência contínua. Tal “alegria” é um resultado da conversão. CBASD, vol. 6, p. 304.



ATOS 13 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA by jquimelli
7 de maio de 2018, 0:15
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