Reavivados por Sua Palavra


ATOS 21 by jquimelli
15 de maio de 2018, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/atos/atos-capitulo-21/

Comentário devocional:

Quando Paulo chegou a Jerusalém, ele se encontrou com Tiago, o equivalente ao líder máximo da igreja naquele momento, “e todos os anciãos” (v.18). Embora tenham dado glória a Deus pelo trabalho que Paulo fizera entre os gentios ao longo dos últimos cinco anos, alguns desses líderes “não conheciam pessoalmente as circunstâncias e necessidades peculiares encontradas pelos missionários em campos distantes.” Eles achavam que tinham autoridade para “direcionar seus irmãos nesses campos” (Atos dos Apóstolos, p. 400). Os líderes em Jerusalém, então, propuseram a Paulo que participasse de um rito de purificação judaica no templo, para que todos pudessem ver que ele não tinha virado as costas para as tradições judaicas.

Paulo concordou em fazer isto, e que erro isso mostrou ter sido! No último dia do festival, alguns dos “judeus da província da Ásia” (v 27), seus antigos inimigos, o viram e criaram um grande alvoroço. Eles arrastaram Paulo para fora do Templo e procuravam matá-lo (vv 30, 31). Paulo foi preso pelos romanos e sua tentativa de apaziguar os judeus “só precipitou a crise, apressando a predição de seus sofrimentos e privando a igreja de um dos seus pilares mais fortes [Paulo foi levado preso a Roma e, lá, executado], trazendo tristeza ao coração dos cristãos em toda a terra” (Atos dos Apóstolos, p 405, 406).

Grandes homens de Deus também podem cometer erros. Mas, quando eles voltam seu coração a Deus, Ele usa esses erros para o bem do Seu trabalho. No final, Paulo acabaria em Roma.

Ron E. M. Clouzet
Pastor Ministerial
Divisão Norte Asia-Pacífico

 

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1285
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli
Comentário em áudio Pr. Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/ReavivadosA/Reavivados15-05-2018.mp3



ATOS 21 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
15 de maio de 2018, 0:55
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ATOS 21 – COMENTÁRIO PR. HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
15 de maio de 2018, 0:45
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ATOS 21 – O livro de Atos apresenta 53 referências sobre o Espírito Santo dizendo o que fazer, como fazer e quando fazer – além de capacitar os crentes a fazer o que se deve fazer. O livro também faz 68 referências às multidões e grande número de pessoas salvas.

Do início ao fim, Atos trata de avivamento espiritual. Pregar sobre Jesus tomado totalmente pelo Espírito Santo é o segredo de Deus para o avivamento da Igreja. Pena que muitos estão preferindo shows, palestras motivacionais, recortes de jornais, histórias emocionantes em lugar de estudo sério e profundo da Bíblia.

• O lugar da Palavra de Deus está sendo substituído por qualquer bagatela oferecida por qualquer pessoa.

Muitos cristãos vivem flertando com o pecado, desprezando o que realmente é importante. Considere que, se Paulo pregasse para agradar, encurtasse ou diluísse seus sermões em água açucarada, jamais teria sido perseguido.

Vamos ao capítulo em análise:

1. Paulo vai de Mileto a Tiro e depois a Cesareia (vs. 1-9);
2. O profeta Ágabo aborda Paulo (vs. 10-14);
3. Paulo chega a Jerusalém (vs. 15-16):
a) Reunião com Tiago e os anciãos (vs. 17-26);
b) Alvoroço no Templo e prisão de Paulo (vs. 27-30);
c) O comandante, o centurião e os soldados romanos tiraram Paulo das mãos dos judeus (vs. 31-36);
d) Paulo pede permissão para falar ao público alvoroçado (vs. 37-40).

O apóstolo Paulo é ousado. Sua presença está causando a maior confusão, mesmo assim ele quer pregar. Ah! Se tivéssemos a mesma palavra, a mesma coragem e o mesmo fervor que ele!

“Nenhum temor de causar escândalo, nenhum desejo de amizade ou de aplausos, poderiam levar Paulo a reter as palavras que Deus lhe dera para instrução deles, advertência ou correção”, comenta Ellen G. White; e, depois declara:

“Dos Seus servos hoje Deus requer destemor na pregação da Palavra e na exposição de Seus preceitos”.

Paulo havia feito o bem, além de oferecer um relatório das atividades missionárias mundiais,

• …trouxe oferta das igrejas gentias para amenizar a fome reinante em Jerusalém;
• …demonstrou que não abandonara a religião judaica.

Fica evidente que, pessoas malignas não apreciam as pessoas do bem. Falsos religiosos odeiam aos verdadeiros cristãos. Mas, nem por isso devemos deixar de pregar Jesus.

“Senhor, guia-nos em teus planos!” Heber Toth Armí.



ATOS 21 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
15 de maio de 2018, 0:30
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“Então, ele respondeu: Que fazeis chorando e quebrantando-me o coração? Pois estou pronto não só para ser preso, mas até para morrer em Jerusalém pelo nome do Senhor Jesus” (v.13).

A terceira viagem missionária de Paulo foi cheia de expectativa e de forte comoção entre os irmãos. Sabendo que Paulo estava seguindo para Jerusalém, temeram por sua vida, de forma que, por mais de uma vez, alguns irmãos foram usados pelo Espírito Santo para alertar a Paulo acerca do perigo que o aguardava naquela cidade. Decidido, porém, a prosseguir viagem, tomado de um ânimo e confiança sobrenaturais, Paulo procurou confortar os irmãos com a coragem de quem estava disposto a dar a vida se preciso fosse “pelo nome do Senhor Jesus” (v.13).

A chegada do apóstolo em Jerusalém causou uma alegria geral entre os irmãos e após seu minucioso discurso sobre “o que Deus fizera entre os gentios por seu ministério” (v.19), deram todos glória a Deus, mas também demonstraram sincera preocupação com a sua segurança. A notícia de que Paulo e os demais apóstolos não exigiam dos gentios a circuncisão se espalhou em falsos boatos, de tal forma que os zelosos judeus esperavam apenas uma oportunidade para lançar mão de Paulo e matá-lo. Na cerimônia de purificação, porém, pensaram os irmãos ser a chance de Paulo demonstrar a seus patrícios que ele respeitava sim “os costumes da lei” (v.21).

No entanto, quase no findar dos sete dias de purificação, alguns judeus da Ásia, reconhecendo a Paulo no templo, causaram grande tumulto entre o povo, acusando o apóstolo de apostasia. Agarrado pela multidão, Paulo foi arrastado “para fora do templo, e imediatamente foram fechadas as portas” (v.30). Acho que os judeus tinham uma forma bem estranha de zelar por seus costumes. Pensavam que das portas para fora do templo podiam usar de violência contra seus semelhantes se estes não andassem conforme seus próprios critérios. Não foi a favor das leis escritas por Moisés que tão covardemente agrediram a Paulo, este foi apenas mais uma vítima do zelo infundado de um povo que vendo não via e ouvindo não ouvia.

A violência é a manifestação mais eficaz de covardia. É o grito de quem não está disposto a ouvir. Sem direito de defesa algum, Paulo teria morrido espancado não fosse a intervenção de Deus através “do comandante da força” (v.31). Carregado escada acima pelos soldados, o apóstolo chegou a um ponto em que pediu a palavra ao comandante. Gravemente ferido, aquele fiel servo de Cristo pediu permissão para falar aos seus agressores. Interessante observar que, ao fazer sinal com a mão, logo cessou o tumulto e “fez-se grande silêncio” (v.40). Falando na língua dos hebreus, Paulo apresentaria sua defesa com vibrante e audível voz como quem estivesse em perfeito estado físico, sendo que as marcas da violência que sofrera eram bem aparentes a todos que, espantados, pararam para ouvi-lo.

Temos uma ideia muito rasa quanto ao valor de sermos chamados de cristãos. Os cristãos primitivos não tinham uma vida livre de problemas, pelo contrário, diante de uma sociedade tradicionalista eles eram o problema. Perseguidos, desprezados e maltratados, muitos, como Paulo, arriscavam a própria vida por amor a Jesus a fim de salvar nem que fosse uma só pessoa. Cheios do Espírito Santo, suas palavras e atitudes incomodavam os intolerantes que, movidos de inveja, só possuíam a “linguagem” da violência. Este cenário tem se repetido ao longo da história e está prestes a alcançar o seu cume final, cumprindo-se a profecia dada por Cristo: “Então, sereis atribulados, e vos matarão: Sereis odiados de todas as nações, por causa do Meu nome” (Mt 24:9).

Quando as fogueiras forem reacendidas e os tribunais de inquisição novamente mostrarem sua força, revelar-se-á ao mundo quem na verdade são os verdadeiros adoradores. O mundo todo será como o campo de Dura, e os fiéis como os três jovens hebreus que diante de uma multidão que se curvava à falsa adoração, permanecerão em pé mesmo em face da fornalha da morte (Dn 3). A preparação para este tempo deve ser feita hoje, hoje e hoje! E quando a grande controvérsia for finalmente decidida, cumprir-se-á em nossa vida o mesmo que aconteceu com Sadraque, Mesaque e Abede-Nego: “quando passares pelo fogo, não te queimarás, nem a chama arderá em ti” (Is 43:2), porque o Senhor da Glória estará conosco.

Bom dia, verdadeiros adoradores!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Atos21 #RPSP



ATOS 21 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by jquimelli
15 de maio de 2018, 0:20
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1635 palavras

1 Depois de nos apartarmos. O verbo grego sugere separar-se com esforço, e a expressão poderia ser traduzida como “depois de termos nos desgrudado deles”. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 425.

Rodes. A cidade principal da ilha de Rodes, célebre no passado por um colosso no porto, uma das sete maravilhas do mundo antigo (demolido, porém, mais de dois séculos antes da chegada de Paulo ali). Bíblia de Estudo NVI Vida.

4 Encontrando os discípulos. Literalmente, “tendo olhado os discípulos”. Não se trata de uma referência a discípulos que estavam lá por acaso, mas a uma agregação de cristãos de Tiro. Portanto, esta é a primeira menção específica à existência de uma igreja em Tiro, embora seja provável que ela já existisse ali por muitos anos. CBASD, vol. 6, p. 426.

movidos pelo Espírito. Paulo não era desobediente ao Espírito; o Espírito Santo o estava compelindo a ir a Jerusalém (20.22, nota). Foi através do Espírito que os amigos de Paulo entenderam que logo ele iria sofrer prisões e aflições (20.23) e, em resposta a esta revelação, eles tentaram persuadir paulo para “que não subisse a Jerusalém” (cf vs. 11-12). Bíblia de Genebra.

5 Acompanhados por todos. Toda a igreja de Tiro, inclusive mulheres e crianças, acompanharam Paulo e seus companheiros da cidade até a praia. CBASD, vol. 6, p. 426.

7 Ptolemaida. A atual cidade de Aco [ou Acre], ao norte do monte Carmelo, do outro lado da baía. Ficava a um dia de viagem para o sul, depois de Tiro, e para a Cesaréia faltavam ainda mais 56 km para o sul. Bíblia de Estudo NVI Vida.

8 Cesaréia. Um porto de mar, construído por Herodes, o Grande [em homenagem a César], era a capital provincial da Judeia. Bíblia de Genebra.

Filipe, um dos sete. Um dos sete escolhidos para tomar conta da distribuição de comida (6.1-6). Ele havia pregado aos samaritanos, ao eunuco etíope e ao povo da costa palestina (cap. 8). Bíblia de Genebra.

9 Quatro filhas. Estas mulheres tinham o dom de profecia. O verbo “profetizar” significa “anunciar”, isto é, em nome de Deus (Gn 20:7). Um profeta pode ou não prever acontecimentos. A Bíblia apresenta uma série de casos em que mulheres receberam o mais desejavel dos dons do Espírito (ICo 14:1). Miriã, a irmã de Moisés, era profetisa (Ex 15:20), assim como Débora, cujo auxílio inspirado ajudou Baraque a conquistar os cananeus (Jz 4:4). A mulher de Isaías era profetisa (Is 8:3) e também Hulda, que auxiliou o sacerdote Hilquias nas reformas de Josias, rei de Judá (2Cr 34:22). A profetisa Ana reconheceu seu Senhor ainda bebê (Lc 2:36-38). CBASD, vol. 6, p. 427.

10-14 Ágabo. A viagem final e determinada de Paulo lembra a viagem final de Jesus (Lc 9:21-22, 43-44; 18:31-33). Andrews Study Bible.

11 Gentios. Os romanos em cujas mãos Paulo foi parar quando a profecia de Agabo se cumpriu controlavam a administração civil militar da Palestina conquistada. O apóstolo não se intimidou diante da advertência, nem se deteve pelo perigo. CBASD, vol. 6, p. 428.

13 Estou pronto. No grego, o pronome “eu” é enfático. Indica a determinação inflexível de Paulo de fazer o que ele achava correto e de considerar válido o custo do sofrimento, a mesma atitude de Jesus. CBASD, vol. 6, p. 428.

14 Seja feita a vontade do Senhor. Deve significar que eles finalmente reconheceram que era a vontade do Senhor que Paulo fosse a Jerusalém. Bíblia de Estudo NVI Vida.

15 preparativos. O gr indica que levaram cavalos. Bíblia Shedd.

17 Receberam com alegria. Não se sabe porque não há referência à contribuição para os santos. Bíblia Shedd. 

18 Tiago. Irmão do Senhor, autor da epístola de Tiago e líder da igreja de Jerusalém (v. Gl 1.19; 2.9). É chamado apóstolo, mas não um dos Doze. Bíblia de Estudo NVI Vida.

todos os presbíteros se reuniram. A omissão dos “apóstolos” (veja 15.4, 6, 22, 23) indica que tinham-se espalhado no trabalho missionário. Bíblia Shedd.

21 Ensinas […] a apostatarem de Moisés. Literalmente, “você está ensinando a apostasia de Moisés”. Esta era a acusação que circulava contra Paulo e não poderia haver nada mais sério contra um judeu zeloso. Despertava ressentimento por questões de patriotismo, partidarismo, tradição histórica, relações sociais e lei pública, bem como os mais profundos sentimentos religiosos. CBASD, vol. 6, p. 431.

23 Faze, portanto, o que te vamos dizer. Os líderes de Jerusalém criam que o conselho que estavam dando era o melhor. Não havia intenção de envolver Paulo em problemas, mas de neutralizar o preconceito contra ele, pois parece que pensavam que o apóstolo tinha alguma culpa. Em vez disso, deveriam ter reconhecido que Deus agia por intermédio de Paulo. Também deveriam tentar, por si próprios, eliminar a oposição a ele. CBASD, vol. 6, p. 432.

24 ritos de purificação. Em alguns casos, os rituais incluíam a oferta de sacrifícios. Bíblia de Estudo NVI Vida.

O voto de nazireu requeria sacrifícios dispendiosos. Bíblia Shedd.

Saberão todos. A participação de Paulo nas cerimônias do voto deveria convencer os judeus de que o apóstolo não era um apóstata de Moisés e que as coisas que diziam contra ele não eram “verdade”. CBASD, vol. 6, p. 433.

26 Paulo, tomando aqueles homens. Paulo pensou que estava sendo sábio ao agir como judeu entre os judeus (ICo 9:19-23). Na verdade, porém, foi inconsistente, pois participou não para revelar a própria crença, mas para satisfazer a outros que eram “zelosos da lei”. CBASD, vol. 6, p. 433.

27 Judeus vindos da Ásia. Paulo ficou muito bem conhecido em Éfeso. Judeus de lá provocaram o tumulto com a séria acusação que o templo fora profanado. Bíblia Shedd.

A pregação do evangelho por Paulo em Éfeso e região havia incomodado os judeus. Alguns deles, que estavam em Jerusalém para a festa, reconheceram o apóstolo no templo e incitaram o povo contra ele. Agarraram-no, com as marcas do processo de purificação sobre si, enquanto aguardava que chegasse o último dos sete dias. CBASD, vol. 6, p. 433.

28 fez entrar gregos no templo. Expressamente proibido, como se vê nas inscrições em blocos de pedra (ainda existentes). Qualquer gentio achado dentro dos limites do átrio de Israel seria morto. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Entre o pátio externo (dos gentios) e o pátio interno havia uma barreira (cf Ef 2.14) e colunas com advertência em grego e latim da pena de morte para qualquer gentio que a transpusesse. Bíblia Shedd. 

30 as portas foram fechadas. Por ordens do oficial do templo, para evitar mais distúrbios dentro do recinto sagrado. Bíblia de Estudo NVI Vida.

31 Procurando eles matá-lo. Os homens que agarraram Paulo tinham a intenção de tirar sua vida, assim como fizeram com Estêvão (At 7:54-60). Enquanto isso não acontecia, espancavam-no. CBASD, vol. 6, p. 434.

32 oficiais. Sendo empregado o plural, é provável que houvesse, no mínimo, dois centuriões com 200 soldados. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Cessaram de espancar Paulo. Ou, “de repente, pararam de espancar Paulo”. A presença dos soldados romanos acovardou os judeus captores do apóstolo. O episódio não valia uma revolta. Até os judeus descontrolados perceberam isso. CBASD, vol. 6, p. 435.

33 Apoderou-se. Ou, “prendeu-o”, “levou-o para a prisão”. A ideia não era resgatar Paulo, mas descobrir o motivo da confusão e impedir que um dos principais envolvidos fosse morto antes de se realizar uma investigação adequada. Para Paulo, porém, foi um resgate, como em Corinto (At 18:14-17). CBASD, vol. 6, p. 435.

35 Os soldados o carregassem. Os guardas precisaram carregar Paulo, a fim de livrá-lo das mãos dos judeus furiosos, que tinham a óbvia intenção de matá-lo. CBASD, vol. 6, p. 435.

37 fortaleza. A Fortaleza de Antônia se ligava à extremidade norte da área do templo por dois lanços de escadas. A torre dava vista para a área do templo. Bíblia de Estudo NVI Vida.

sabes o grego? O tribuno estava surpreso por ouvir Paulo falar grego. Bíblia de Genebra.

38 O egípcio. A estrutura grega da pergunta antecipa um “sim” como resposta. O homem aqui mencionado, conhecido das autoridades romanas, era um judeu egípcio, suposto profeta que, logo depois de Félix se tornar procurador, conduziu uma multidão de 30 mil homens (caso o número da tradição seja verdadeiro) até o monte das Oliveiras para ver os muros de Jerusalém cair, a fim de poderem entrar triunfantes (Josefo, Antiguidades, xx.8.6; Guerra dos Judeus, ii.13.5 [261-263]). Os soldados de Félix os expulsaram, infligindo grandes perdas, mas o líder conseguiu escapar. CBASD, vol. 6, p. 435.

Quatro mil. Este número deve ser substituído pelos 30 mil de Josefo, ou então, seria o total dos que escaparam e voltaram a se unir a seu líder. CBASD, vol. 6, p. 435.

Sicários. Do gr. sikarioi, literalmente, “homens-punhais”, isto é, matadores, assassinos). Eram membros de uma organização extremista dos judeus, os assassinos dentre os zelotes, que dizimavam pequenas tropas romanas onde conseguiam fazer ataques noturnos de surpresa e assassinavam os judeus que se recusavam a apoiá-los. Em meio às multidões que se reuniam para as festas, cometiam muitos assassinatos em plena luz do dia. O cerco posterior a Jerusalém intensificou os horrores daquele período amargo, por meio de suas atrocidades e feitos sanguinários. CBASD, vol. 6, p. 436.

39 Que me permitas falar ao povo. Paulo ainda tinha esperança, certamente mais para o bem do evangelho e da igreja do que para si próprio, de levar os judeus a compreenderem suas verdadeiras atitudes e atividades. CBASD, vol. 6, p. 436.

40 Na escada. Posição acima da multidão e relativamente segura, caso as pessoas tivessem uma reação desfavorável, o que acabou acontecendo. CBASD, vol. 6, p. 436.

Provavelmente, as escadas que levavam da área do templo à Torre de Antônia (reconstruída por Herodes, o Grande, e assim chamada por causa de Marco Antonio), na beirada norte da plataforma do templo. Bíblia de Genebra.

Fez com a mão sinal. Gesto com o propósito de silenciar a multidão, subentendendo que Paulo desejava falar. CBASD, vol. 6, p. 436.

Em língua hebraica. Isto é, em aramaico, literalmente, “dialeto”. Paulo estava prestes a fazer uma breve defesa da qual dependiam sua liberdade de pregar o evangelho e até mesmo a própria vida. Sua calma se destaca em contraste com a turbulência da multidão abaixo. CBASD, vol. 6, p. 436.

A história prendeu a atenção da turba até que Paulo mencionou a comissão divina aos gentiosAndrews Study Bible. 

Compilação: Tatiana W / Jeferson Q



ATOS 21– VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
15 de maio de 2018, 0:15
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