Reavivados por Sua Palavra


ROMANOS 3 by jquimelli
25 de maio de 2018, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/romanos/rm-capitulo-3/

Depois de ler os dois primeiros capítulos de Romanos, aquele que crê em Jesus pode perguntar: “Por que eu fui me tornar um cristão*? Receberei maior cobrança no juízo por ter maior conhecimento!” Paulo antecipou este questionamento por parte dos judeus que tinham pleno conhecimento da lei de Deus. Eles têm uma grande vantagem. As instruções que receberam tornam mais fácil andar no caminho da salvação.

Ao chegarmos ao versículo 19 lemos que “todo o mundo” está sob a lei e sua condenação, e que todos são culpados diante de Deus. E porque todos são culpados, nenhuma quantidade de boas obras pode nos salvar. Assim, todos precisamos da “justiça de Deus mediante a fé em Jesus Cristo” (v 22 NVI). Essa justiça é concedida a todo aquele que crê.

O capítulo termina mostrando que não pode haver qualquer exaltação própria, porque esta justiça vem pela fé. Além disso, aqueles que experimentam a justificação pela fé, também viverão uma vida obediente, pela graça de Deus através de Jesus Cristo, nosso Salvador (vv 27-30)..

Norman McNulty
Neurologista, Lawrenceburg, TN, EUA

* “adventista do sétimo dia”, no original.  Os tradutores acreditam que a palavra “cristão” torna o texto mais inclusivo, sem perda de sentido.

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=1295 e https://reavivadosporsuapalavra.org/2015/03/01/
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli
Comentário em áudio Pr. http://vod.novotempo.org.br/mp3/ReavivadosA/Reavivados25-05-2018.mp3



ROMANOS 3 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUAREZ by jquimelli
25 de maio de 2018, 0:55
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ROMANOS 3 – COMENTÁRIO PR Heber Toth Armí by jquimelli
25 de maio de 2018, 0:45
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ROMANOS 3 – Paulo fundamenta sua argumentação saudável e profunda referente à salvação no Antigo Testamento. Sem a revelação antes de Cristo, qualquer doutrina estaria sobre a areia movediça; por isso Satanás empenha-se tanto para fazer cristãos desprezarem ao Antigo Testamento.

“Paulo afirma o princípio básico em Romanos 2:11. Deus não mostra parcialidade. Sua ira oferece ‘oportunidades iguais’ a todos. Tanto judeus como gentios são pecadores. Isso leva à conclusão, em Romanos 3 de que ninguém é justo. Paulo diz: ‘Já temos demonstrado que todos, tanto judeus como gregos, estão debaixo do pecado’ (Romanos 3:9). Após dizer isso, Paulo faz algo interessante. Volta ao Antigo Testamento e oferece uma série de citações, que apoiam esse ponto. Ao fazer isto, reúne as mais severas denúncias da pecaminosidade humana que pode encontrar. As referências incluídas neste conglomerado de textos, por ordem de aparição, são Salmo 14:1-3; 53:1-3; Eclesiastes 7:20; Salmo 5:9; 140:7; Isaías 59:7, 8; e Salmo 36:1” (John Brunt).

“Esse capítulo é a ponte entre a seção 1, ‘pecado’, e a 2, ‘salvação’. Na primeira seção (vv. 1-20), Paulo lida com a condenação e conclui que o mundo todo – judeus e gentios – está sob pecado. Na última seção (vv. 21-31), ele apresenta o tema que tratará nos dois capítulos seguintes: a justificação pela fé” – analisa Warren W. Wiersbe; o qual acrescenta que, o capítulo 3 é a base do restante do livro:

• Nos versículos 1-4, Paulo aborda a descrença de Israel, tema que retoma nos capítulos 9-11.
• No versículo 8, Paulo menciona a questão do viver em pecado, ao qual retorna nos capítulos 6-8 (observe que 3:8 relaciona-se de perto com 6:1).
• O versículo 21 traz à tona o tópico da justificação pela fé, tema dos capítulos 4-5.
• Por fim, os versículos 22-31 falam do estabelecimento da Lei e da obediência a ela, assunto desenvolvido nos capítulos 12-16 (observe 13:8-14).

Há esperança para nós, pecadores, ao sermos “justificado[s] gratuitamente” pela graça divina, “mediante a redenção que há em Cristo Jesus” que derramou Seu sangue e deu Sua vida em nosso favor (v. 24). Só assim, Deus pode salvar transgressores da Lei, condenados por causa do pecado, e ainda permanecer “justo e justificador”, não de todos, somente “daquele que tem fé em Jesus” (v. 26).

Então, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



ROMANOS 3 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
25 de maio de 2018, 0:30
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“Anulamos, pois, a lei pela fé? Não, de maneira nenhuma! Antes, confirmamos a lei” (v.31).


Numa espécie de monólogo de perguntas e respostas, Paulo dá início a um de seus mais enigmáticos discursos. Muitos têm usado estes e outros textos de Paulo a fim de sustentar teorias que descaracterizam a doutrina da justificação pela fé, tornando-a um pretexto para desconsiderar o que Deus prescreveu com o Seu próprio dedo (Êx 31:18). Pedro, divinamente instruído, nos advertiu sobre estes enganos: “como igualmente o nosso irmão Paulo vos escreveu, segundo a sabedoria que lhe foi dada, ao falar acerca destes assuntos, como, de fato, costuma fazer em todas as suas epístolas, nas quais já certas coisas difíceis de entender, que os ignorantes e instáveis deturpam, como também deturpam as demais Escrituras, para a própria destruição deles” (2Pe 3:15-16).

É mister, portanto, que tenhamos muito cuidado e façamos uso de minucioso estudo das epístolas de Paulo, com toda a humildade, a fim de que o Espírito Santo seja a nossa única influência. Como doutor da lei e instruído na escola dos fariseus, Paulo possuía uma linguagem peculiar. Não que a finalidade fosse de que seus escritos se tornassem livros de difícil compreensão. Pelo contrário, creio que sua abordagem é um convite para que nos debrucemos em compreender “os oráculos de Deus” (v.2). Paulo lança ao leitor a perspectiva real sobre a diferença entre Deus e o homem. Entre a justiça de Deus e a injustiça humana.

O que o apóstolo quis afirmar no início, de forma retórica, é que a justiça divina e a aplicação de Sua ira estão diretamente ligadas à Sua fidelidade. Independente da descrença ou da injustiça humana, Deus é fiel. Sendo a lei uma descrição de Seu caráter, a quebra da lei pelo homem torna-se uma rebeldia contra o que Deus é. Apesar de não sermos salvos pelas obras da lei, ela nos aponta para a inevitável verdade de que precisamos de um Resgatador, “pois todos pecaram e carecem da glória de Deus” (v.23). E a todo pecador que se arrepende, o Senhor justifica “gratuitamente, por Sua graça, mediante a redenção que há em Cristo Jesus” (v.24).

Há dois grupos rivais que surgem da disputa pela razão: aqueles que dizem que a lei de Deus não tem mais vigor e aqueles que a usam como uma escada para o Céu. Nenhum dos dois possui embasamento bíblico para fundamentar seus conceitos. Gosto muito da frase de uma canção, que diz: “A lei aponta o erro em nossa luta contra o mal”. Pronto. Eis a finalidade da lei. Os mandamentos de Deus são as placas do caminho estreito, a fim de nos proteger de acidentes fatais. Como disse um pregador: “Nós não guardamos os dez mandamentos, são os dez mandamentos que nos guardam”. Quando observamos a lei do Senhor porque O amamos, confirmamos a nossa fé de que o caminho pode ser estreito, mas é nele que escolhemos andar.

Todos nós estamos “debaixo do pecado” (v.9). Por mais que nos esforcemos no sentido de guardar a lei, ou a ignoremos (porque “não há justo” (v.10) na Terra mesmo, então de que adianta ser obediente?); o fato é que carecemos da glória que perdemos no Éden. Pois Aquele que nos criou para a Sua glória (Is 43:7), está prestes a devolvê-la àqueles que O glorificaram por meio das boas obras da fé (Mt 5:16). Em Jesus, encontramos a perfeita obediência e nEle somos salvos. Mas Ele também nos deixou exemplo para seguirmos os Seus passos (1Pe 2:21). Percebem que é uma consequência natural? Quando escolhemos uma profissão, primeiro decidimos segui-la, para depois sermos instruídos com a finalidade de praticá-la. Assim funciona na vida cristã. Primeiro aceitamos a Cristo como Senhor e Salvador de nossas vidas, depois, somos instruídos por Sua Palavra de como permanecer no caminho estreito.

“Concluímos, pois, que o homem é justificado pela fé, independente das obras da lei” (v.28). Mas isso não significa anular a lei pela fé, mas confirmá-la através de uma vida entregue à vontade de Deus. Então, seremos “como a luz da aurora, que vai brilhando mais e mais até ser dia perfeito” (Pv 4:18).

Bom dia, justificados pela fé em Cristo Jesus!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Romanos3 #RPSP



ROMANOS 3 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by jquimelli
25 de maio de 2018, 0:20
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868 palavras

1 Qual é  a vantagem do judeu? Uma vez que um gentio incircunciso que preenche os requisitos da lei é considerado como um circuncidado (Rm 2:26), qual é a vantagem de ser circuncidado? Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 542.

2 Oráculos. A primeira vantagem que os judeus desfrutavam era a revelação direta de Deus a respeito da vontade divina para o ser humano. Receber essa revelação era grande honra e privilégio e trazia consigo a obrigação correspondente de compartilhá-la com o mundo. CBASD, vol. 6, p. 542.

4 De maneira nenhuma! Do gr. me genoito, literalmente, “que não aconteça”. Paulo usa esta expressão 18 vezes, sempre pra indicar forte aversão. CBASD, vol. 6, p. 543.

5 Traz a lume. Esta palavra e suas formas afins são utilizadas no NT, com dois significados: (1) “ser louvado por vós”; e (2) “demonstrar”, “provar”. O sentido de “provar” pode se aplicar a esta passagem. Paulo se prepara para enfrentar a objeção de que, se o pecado tende apenas a louvar e demonstrar a justiça de Deus, por que seria punido? CBASD, vol. 6, p. 543.

7 Fica em relevo. A veracidade de Deus não pode ser aumentada, mas pode existir em maior abundância, para que Sua glória seja mais plenamente manifestada. CBASD, vol. 6, p. 544.

9 Temos nós qualquer vantagem? O restante do versículo deixa claro que, independentemente de vantagem ou desvantagem, judeus e gentios estão debaixo do pecado e necessitados de justificação. CBASD, vol. 6, p. 544.

13 Sepulcro aberto. Como a sepultura aberta em breve estará cheia de morte e corrupção, de igual modo, a garganta dos ímpios, aberta para o discurso, está cheia de falsidade, corrupção e morte. CBASD, vol. 6, p. 545.

19 Que se cale toda a boca. Diante das provas apresentadas, as pessoas não têm desculpa a oferecer (Sl 63:11). CBASD, vol. 6, p. 546.

20 Pelas obras da lei. Paulo afirma uma verdade geral que se aplica tanto aos gentios quanto aos judeus. Não há contradição entre a declaração em Romanos 2:13: “os praticam a lei hão de ser justificados” e esta passagem: “ninguém será justificado […] por obras da lei”. O último enfatiza o fato igualmente verdadeiro de que as boas obras de obediência nunca podem conquistar a salvação. Elas podem, na melhor das hipóteses, ser a evidência da fé pela qual a justificação é recebida. CBASD, vol. 6, p. 547.

21 A justiça de Deus. Em contraste com a pecaminosidade universal do ser humano e suas tentativas fúteis de obter justiça pelas obras da lei, Paulo passa a descrever a justiça de Deus, a qual Ele está pronto a conceder a todos os que têm fé em Jesus Cristo. CBASD, vol. 6, p. 548.

Pela lei e pelos profetas. Ou seja, as Escrituras do AT. Não há contradição entre o AT e o NT. Embora essa manifestação da justiça de Deus esteja á parte da lei, não está em oposição á lei e aos profetas. Ao contrário, esta prevista por eles (Jo 5:39). A lei cerimonial tinha como principal objetivo ensinar que os seres humanos podem ser justificados, não pela obediência á lei moral, mas pela fé na vinda do Redentor. CBASD, vol. 6, p. 548.

23 Todos pecaram. O pecado de Adão maculou a imagem divina no ser humano e desde a queda da humanidade, todos os descendentes de Adão continuaram a ser insuficientes e carentes da imagem e da glória de Deus. CBASD, vol. 6, p. 549.

24 Sendo justificados. Visto que as pessoas não têm nada pelo que possam se reconciliar com Deus, a justificação deve vir como um dom gratuito. Somente quando, com toda a humildade, a pessoa está preparada para reconhecer que está destituída da glória de Deus e que nada tem em si mesma que a recomende a Ele, está habilitada pela fé a aceitar a justificação como um dom gratuito. CBASD, vol. 6, p. 550.

27 Onde, pois, a jactância? Uma vez que todos pecaram e não conseguiram estabelecer a própria justiça pelas obras da lei, e visto que todos são igualmente dependentes da graça de Deus para a justificação, todos os motivos para vanglória humana foram removidos. Isso se refere ás pretensões dos judeus, que se orgulhavam de seus privilégios (Rm 2:17, 23). CBASD, vol. 6, p. 556.

28 Justificado pela fé. A fé em Cristo envolve uma relação pessoal com o Redentor. Implica uma atitude de amor e gratidão para com o Salvador, em resposta ao Seu amor por nós, pecadores. CBASD, vol. 6, p. 556.

29 Somente dos judeus. Uma vez que a justificação é pela fé e não pelas obras da lei, está tão livremente disponível aos gentios, como aos judeus, que foram privilegiados com a lei escrita. A salvação é oferecida a gentios e judeus precisamente nos mesmos termos. Deus deu Seu Filho, pois amou “ao mundo” (Jo 3:16). CBASD, vol. 6, p. 557.

31 Confirmamos a lei. Paulo enfatiza o papel da lei como um princípio […]. Jesus veio a este mundo para engrandecer a lei (Is 42:21; Mt 5:17) e para revelar, por intermédio de Sua vida de perfeita obediência a ela, que os cristãos podem, por meio da graça capacitadora de Deus, prestar obediência á Sua lei.

É sobre essa questão da autoridade e da função da lei de Deus que se dará a batalha final no grande conflito entre Cristo e Satanás. O último grande engano que Satanás traz sobre o mundo é que não mais é necessário dar completa obediência a todos os preceitos da lei de Deus (Ap 12:17; 14:12). CBASD, vol. 6, p. 558.



ROMANOS 3 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA by jquimelli
25 de maio de 2018, 0:10
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