Reavivados por Sua Palavra


ATOS 22 by jquimelli
16 de maio de 2018, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/atos/atos-capitulo-22/

Comentário devocional:

Paulo havia sido ensinado pelo famoso rabino Gamaliel e havia sido membro do Sinédrio. Ele lhes contou como era zeloso e que havia perseguido os cristãos em todos os lugares. Até que um dia encontrou Jesus no caminho de Damasco e Jesus lhe falou em hebraico (Atos 26:14,15).

Considere um outro fator que contribuiu para a conversão de Saulo, o perseguidor, para o apóstolo Paulo. Jesus disse a seus discípulos: “Amem os seus inimigos e orem por aqueles que os perseguem” (Mt 5:44 NVI). Parece-me que isto foi exatamente o que a igreja primitiva deve ter feito. Eles oraram por Saulo, um homem com tanto ódio, e o Senhor Jesus ouviu suas orações. Então, o que Jesus fez? Ele retribuiu o perseguidor com uma visita pessoal.

Algum tempo atrás, ouvi de um missionário que fez duas visitas a cristãos que estavam sendo perseguidos e mortos por um grupo terrorista. Algumas mulheres compartilharam histórias de tanta dor que a única resposta do missionário foi o silêncio. Em seguida, uma das mulheres começou a orar pelos perseguidores. Quantos inimigos da cruz poderiam se tornar seus campeões se orássemos por eles?

Ron E. M. Clouzet
Pastor Ministerial
Divisão Norte Asia-Pacífico

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1286
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli
Comentário em áudio Pr. Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/ReavivadosA/Reavivados16-05-2018.mp3



ATOS 22 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
16 de maio de 2018, 0:55
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ATOS 22 – COMENTÁRIO PR. HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
16 de maio de 2018, 0:45
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ATOS 22 – A primeira viagem de Paulo foi um sucesso, contudo, a conversão em massa dos gentios acarretou alguns problemas. Por conseguinte, foi celebrado o primeiro concílio da Igreja em Jerusalém, onde foi relatado a operação de Deus no coração dos gentios.

Apesar dos problemas e a convocação para um concílio, ficou claro que a igreja, que já era dirigida pelo Espírito Santo, tomou sábias e corretas decisões (Atos 15:1-35). Daí em diante, o livro tornou-se relatório do que Deus fez mediante Seu instrumento “Paulo”. Este apóstolo realizou somente três viagens, as duas últimas ocupam o restante do livro:

• 15:36-18:22 relatos da segunda viagem.
• 18:23-21:14 relatos da terceira viagem.

Retornando da terceira viagem a Jerusalém, Paulo foi preso e carregado como prisioneiro a Roma; contudo, ele aproveitou para pregar do amor de Deus.

A igreja que é viva prega a Palavra de Deus. Nisto consiste seu crescimento e poder frente às adversidades incessantes. Há, pelo menos, dez grandes sermões em Atos:

• 3 de Pedro: a) Atos 2:14-41; b) 3:11-26; c) 10:27-48
• 1 de Estêvão: Atos 7:1-60
• 6 de Paulo: a) Atos 13:16-41; b) 17:22-31; c) 20:18-35; d) 22:1-21; e) 24:10-21; e, f) 26:2-29.

Os três primeiros sermões de Paulo são evangelísticos, os três últimos são em sua defesa. No capítulo em apreço temos:

1. O primeiro sermão de Paulo em sua defesa. Ele relata…
• O início de sua trajetória (vs. 1-5);
• Sua experiência no caminho a Damasco (vs. 6-11);
• Seu contato com Ananias de Damasco (vs. 12-16);
• Sua visão no templo (vs. 17-21).
2. As palavras de Paulo causaram pânico no público, que desejando matá-lo o espancaram, como fizeram com Jesus. Então, ele apelou a sua cidadania romana (vs. 22-29);
3. Receoso, o comandante romano mandou soltar Paulo, mas o levou perante o Sinédrio (v. 30).

Com isso dá para entender o que Jesus, o idealizador da missão, quis dizer com: “Mantenham-se alerta. Eu os estou incumbindo de um trabalho perigoso. Vocês serão como ovelhas correndo no meio de lobos, portanto não chamem a atenção para vocês. Sejam espertos como a serpente, mas inofensivos como as pombas” (Mateus 10:16).

• A pregação do evangelho deve voltar a ocupar seu lugar na igreja cristã para alcançar o objetivo traçado por Cristo: Invadir o mundo infernal!

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



ATOS 22 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
16 de maio de 2018, 0:30
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“E agora, por que te demoras? Levanta-te, recebe o batismo e lava os teus pecados, invocando o nome dEle” (v.16).


Emudecidos por um instante, as multidões “guardaram ainda maior silêncio” ao ouvirem que Paulo “falava em língua hebraica” (v.2). Seu discurso foi um resumo de seu testemunho. De como fora, desde a infância, educado “segundo a exatidão da lei de [seus] antepassados” (v.3) e de como o encontro com Jesus mudou a sua vida. Paulo demonstrou, antes de tudo, compreensão àqueles que agiam como dantes ele mesmo agia, ao dizer: “sendo zeloso para com Deus, assim como todos vós o sois no dia de hoje” (v.3).

Seu histórico de vida incluía uma formação religiosa rigorosa e uma firmeza de propósito sinceramente errada. A luz que o envolveu na estrada de Damasco revelou as trevas que o guiavam a perseguir a Quem julgava servir. Jesus, o grande EU SOU, o fez cego para que finalmente ele pudesse ver. Foram três dias de uma dura batalha espiritual até que Ananias lhe restituísse a visão. A ordem foi clara: Sê tu uma testemunha de Jesus a todos os homens. E não bastasse isso, o próprio Jesus Se mostrou a Paulo e pessoalmente lhe ordenou: “Vai, porque Eu te enviarei para longe, aos gentios” (v.21).

E com a palavra “gentios”, cessou o silêncio e gritando, diziam: “Tira tal homem da terra, porque não convém que ele viva!” (v.22). O argumento do povo, no entanto, era vago e confuso, não sendo suficiente para condenar Paulo à morte. A fim de conter os ânimos e pôr fim ao tumulto instalado em toda Jerusalém, o comandante mandou açoitar o apóstolo até que este confessasse o motivo pelo qual “clamavam contra ele” (v.24). Declarando, porém, sua cidadania romana, “imediatamente, se afastaram os que estavam para o inquirir com açoites” (v.29). Observem que era questão extremamente grave punir um cidadão romano sem um justo julgamento. Mas aqueles que se orgulhavam de fazer parte da nação eleita de Deus não faziam caso de matar seus irmãos com as próprias mãos usando de seus injustos critérios.

No limiar dos últimos instantes deste mundo, surgirá, do meio do povo de Deus, uma classe que perseguirá os santos de Deus com tanto furor quanto os de fora. “Ora, o Espírito afirma expressamente que, nos últimos tempos, alguns apostatarão da fé, por obedecerem a espíritos enganadores e a ensinos de demônios” (1Tm 4:1). Estes serão precisamente os piores inimigos do povo de Deus, conforme está escrito: “Nesse tempo, muitos hão de se escandalizar, trair e odiar uns aos outros” (Mt 24:10). Sobre este tempo, revela a palavra profética:

“Ao aproximar-se a tempestade, uma classe numerosa que tem professado fé na mensagem do terceiro anjo, mas não tem sido santificada pela obediência à verdade, abandona sua posição, passando para as fileiras do adversário. Unindo-se ao mundo e participando de seu espírito, chegaram a ver as coisas quase sob a mesma luz; e, em vindo a prova, estão prontos a escolher o lado fácil, popular. Homens de talento e maneiras agradáveis, que se haviam já regozijado na verdade, empregam sua capacidade em enganar e transviar as almas. Tornam-se os piores inimigos de seus antigos irmãos. Quando os observadores do sábado forem levados perante os tribunais para responder por sua fé, estes apóstatas serão os mais ativos agentes de Satanás para representá-los falsamente e os acusar e, por meio de falsos boatos e insinuações, incitar os governantes contra eles” (EGW, O Grande Conflito entre Cristo e Satanás, 608).

O álibi da cidadania usado por Paulo não valerá de nada quando o mundo for agitado pela última tempestade. Pelo contrário, ao declararmos a nossa cidadania celestial e a firme esperança de que muito em breve, “de um sábado a outro” (Is 66:23), estaremos adorando ao Senhor pelos séculos eternos, despertaremos a derradeira fúria de Satanás que tentará esmagar a nossa fé. Portanto, amados, hoje, agora, é tempo de buscar ao Senhor enquanto podemos achá-Lo e invocá-Lo enquanto ainda está perto. Logo, o Espírito Santo encerrará a Sua obra e somente os “que suspiram e gemem por causa de todas as abominações que se cometem” na Terra (Ez 9:4), receberão o selo que abrirá para eles os portais eternos. Então, “porque te demoras? Levanta-te, recebe o batismo e lava os teus pecados, invocando o nome” de Jesus! Não perca mais tempo! Pode ser a sua última chance!

Bom dia, cidadãos do Reino dos Céus!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Atos22 #RPSP



ATOS 22 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by jquimelli
16 de maio de 2018, 0:20
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698 palavras

1 Irmãos e pais. Forma cortês de vocativo. Paulo tinha o objetivo de apaziguar a multidão turbulenta. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 438.

2 Maior silêncio. O gesto com as mãos, a fala em aramaico e o vocabulário educado garantiram plena atenção do público turbulento. A maré de emoções humanas baixou de repente para dar espaço a uma calma expectante. CBASD, vol. 6, p. 438.

Como todos vós o sois. Paulo garante aos ouvintes judeus que tinham elementos em comum para chegar a um acordo. De certo modo, o apóstolo os elogia por seu desejo de conservar o templo sagrado e íntegro. CBASD, vol. 6, p. 438.

Até à morte. Paulo já fora tão “zeloso” quanto aquelas pessoas demonstravam ser. CBASD, vol. 6, p. 438.

Em cárceres. O plural sugere que a perseguição encabeçada por Paulo ocorreu em várias cidades (ver At 26:11). CBASD, vol. 6, p. 438.

15 Ser Sua testemunha. Assim como os doze, Paulo também vira o Senhor, ouvira Sua voz e conhecera Sua vontade. Da mesma forma que eles, fora comissionado a proclamar o evangelho. Suas credenciais e sua autoridade não eram inferiores à dos discípulos. CBASD, vol. 6, p. 439.

Visto e ouvido. O poder para testemunhar vem da experiência pessoal. Paulo havia se encontrado com o Salvador vivo e recebera dEle um conhecimento sistemático, claro e íntimo da verdade, assim como os doze. CBASD, vol. 6, p. 439.

18. Apressa-te. Em Atos 9:29 e 30 relata-se apenas que os discípulos o fizeram partir. A conspiração contra a vida de Paulo os convenceu de que ele deveria sair da cidade imediatamente. CBASD, vol. 6, p. 440.

20 Testemunha. Do gr. martus, “testemunha”. Na época do NT, a palavra martus ainda não havia adquirido o significado hoje ligado ao termo “mártir”, que deriva dela. No entanto, à medida que os cristãos passaram a ser chamados cada vez mais a dar o testemunho final de entregar a própria vida, tais testemunhas passaram a ser conhecidas de maneira especial como mártires. CBASD, vol. 6, p. 440.

21 Gentios. O trabalho de Paulo se destinaria primariamente aos não judeus (At 9:15). CBASD, vol. 6, p. 441.

22 Até essa palavra. Ou, “até esta declaração”. Silenciosos em sua curiosidade enfurecida até então, os judeus não puderam mais se conter. A ideia de que a salvação podia se estender aos gentios os enraiveceu. Logo, clamaram pela morte de Paulo, mesmo sem a formalidade de um julgamento. Em sua mente fechada, Paulo era um apóstata do judaísmo. CBASD, vol. 6, p. 441.

23 Arrojando de si as suas capas. Tirar a capa folgada que ficava por cima das outras vestes refletia grande agitação. A turba estava pronta para agir. CBASD, vol. 6, p. 441.

Atirando poeira. Gesto de ódio e repúdio. CBASD, vol. 6, p. 441.

24 Sob açoite. Não com o propósito de castigar, mas de conseguir uma confissão. CBASD, vol. 6, p. 441.

25 Um cidadão romano. Paulo estaria cometendo uma grave ofensa se alegasse falsamente ser cidadão romano. O centurião percebeu, de imediato, que tinha em mãos mais do que um perturbador judeu. A cidadania romana era algo muito valorizado, pois assegurava muitos privilégios ao seu possuidor. Em diversas ocasiões, esse título foi uma proteção para Paulo. CBASD, vol. 6, p. 441.

28 Título de cidadão. Do gr. politeia; neste caso, significando “cidadania”. A referência tem sentido semelhante aos privilégios que uma cidade concedia a um convidado de honra ou herói. CBASD, vol. 6, p. 441.

De nascimento. Literalmente, “assim nascido’, isto é, nascido cidadão romano. CBASD, vol. 6, p. 441.

29 Inquirir. Eufemismo para a tortura a que Paulo estava prestes a ser submetido. CBASD, vol. 6, p. 441.

Receoso. O temor do “comandante” não se devia a ter algemado Paulo. O apóstolo recebera esse tratamento várias vezes, pois os cidadãos romanos podiam ser presos. Paulo continuou encarcerado. O medo do oficial era de ter colocado o apóstolo em vias de um açoitamento. CBASD, vol. 6, p. 442.

30 Querendo certificar-se. Ou, “desejava saber”. Por ser um oficial romano cuidadoso, o comandante estava determinado a chegar à raiz do problema e descobrir por que os judeus estavam tão obstinados para tirar a vida de Paulo. CBASD, vol. 6, p. 442.

Todo o Sinédrio. Lísias percebeu que era um assunto referente à religião judaica. Em relação à câmara onde o Sinédrio se reunia. CBASD, vol. 6, p. 442.

Mandando trazer Paulo. Isto é, da torre da fortaleza Antônia. A presença da guarda romana garantia a segurança pessoal de Paulo. CBASD, vol. 6, p. 442.

Compilação: Tatiana W

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ATOS 22– VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
16 de maio de 2018, 0:15
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