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“Estas coisas vos tenho dito para que tenhais paz em Mim. No mundo, passais por aflições; mas tende bom ânimo; Eu venci o mundo” (v.33).
As últimas palavras de Cristo a Seus discípulos foram cheias de brandura e de terna compaixão. Mesmo relatando o que os aguardava num futuro bem próximo, quando muitos deles seriam perseguidos e até mortos, uma arrebatadora sensação de paz e certeza do cuidado divino lhes enchia o coração ao som de cada palavra proferida pela boca de Jesus. A promessa do Consolador foi o mais confortante bálsamo àqueles que sentiriam a profunda dor da perda de seu Mestre.
Nos momentos finais que antecederam a cruz, os discípulos foram tomados de grande tristeza. Jesus não lhes ocultara os percalços que teriam de enfrentar no conflito entre o bem e o mal. Pelo contrário, expôs diante deles a árdua estrada que teriam de percorrer e foi bem claro ao afirmar: “Em verdade, em verdade vos digo que chorareis e vos lamentareis… vós ficareis tristes”. Porém, a continuação do verso é o que podemos chamar de esperança viva: “mas a vossa tristeza se converterá em alegria” (v.20). Ele prometeu aos Seus seguidores que chegará a hora em que “ninguém poderá tirar” a nossa alegria (v.22).
Quanto almejo este momento! Mas, até lá, Jesus nos motivou a pedir ao Pai em Seu nome, “para que a [nossa] alegria seja completa” (v.24). E disse isso dentro do contexto da missão do Consolador. Percebam nas palavras de Jesus, em Lucas 11:13, o que devemos pedir a Deus com insistência: “Ora, se vós, que sois maus, sabeis dar boas dádivas aos vossos filhos, quanto mais o Pai celestial dará o Espírito Santo àqueles que Lho pedirem?”. O papel do Espírito Santo consiste em convencer “o mundo do pecado, da justiça e do juízo” (v.8), nos guiar “a toda a verdade” (v.13) e nos conduzir a Cristo (v.14). Mas o Seu título de Consolador também revela o Seu poder de confortar os corações aflitos. É por isso que a aparentemente confusa confissão de Paulo passa a fazer todo sentido na vida de todo aquele que, diariamente, clama pelo batismo do Espírito: “entristecidos, mas sempre alegres” (2Co 6:10).
“Eis que vem a hora e já é chegada” (v.32) em que nos sentiremos tão tristes quanto os discípulos e seremos covardemente afligidos pela fúria do inimigo. Devemos e precisamos nos segurar no braço da Onipotência e, à semelhança de Jacó, não deixá-Lo ir enquanto não nos abençoar (Gn 32:26). “O Espírito Santo procura habitar em cada alma. Caso seja Ele bem-vindo como hóspede honrado, os que O receberem se tornarão completos em Cristo. A boa obra começada será terminada; os pensamentos santos, as celestiais afeições e os atos semelhantes aos de Cristo tomarão o lugar dos pensamentos impuros, dos sentimentos perversos e dos atos obstinados” (EGW, CS, p. 561).
Por meio de fervorosa e importuna oração, clamemos ao Pai, todos os dias, pelo dom do Espírito Santo! E aguardemos com bom ânimo o retorno do nosso Senhor e Salvador, Aquele que venceu o mundo!
Bom dia, consolados pelo Espírito Santo!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus
#João16
#RPSP
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1 Escandalizeis. Antes Jesus fizera admoestações a respeito da perseguição a fim de evitar o desânimo dos discípulos. CBASD, vol. 5, p. 1164.
2 Tributar culto a Deus. Os judeus que perseguiram os apóstolos argumentavam que esses evangelistas eram blasfemos e pretendiam derrubar a religião que Deus havia estabelecido. CBASD, vol. 5, p. 1164.
4 Eu estava convosco. Não houve necessidade de dizer isso antes, se a perseguição tivesse vindo Jesus estaria com eles para incentivá-los. De fato, enquanto Jesus estava na Terra, a perseguição foi dirigida contra Ele; mas, depois de Sua partida, recairia sobre Seus representantes. CBASD, vol. 5, p. 1165.
5 Nenhum de vós Me pergunta. Eles estavam absortos em pensamentos egoístas e não pensavam na alegria do Mestre de voltar para o Pai e completar o plano da Salvação. CBASD, vol. 5, p. 1165.
7 Eu vo-lo enviarei. De acordo com o plano de Deus, Jesus deveria completar Sua obra na Terra e ascender ao trono do Pai antes que o Espírito pudesse vir. CBASD, vol. 5, p. 1165.
8 Convencerá. Do verbo gr. elegchõ, “para condenar”, “convencer”. O verbo também é traduzido por “reprovar”, “repreender” e “corrigir”. CBASD, vol. 5, p. 1165.
Do pecado. Uma das primeiras evidências da operação do Espírito Santo é a profunda convicção de ser um pecador. CBASD, vol. 5, p. 1165.
Da justiça. O Espírito exorta o ser humano a aceitar a justiça de Cristo. CBASD, vol. 5, p. 1165.
Do juízo. O temor do julgamento não deve ser o motivo principal para se fazer o que é correto. O Espírito convence os crentes de seus pecados, guia-os à salvação e à justiça, que é Jesus, e os adverte das conseqüências da permanência no pecado e de se negligenciar a salvação pela graça. CBASD, vol. 5, p. 1165.
9. Não crê em Mim. Deus proporcionou apenas um meio de salvação, a saber, a fé em Jesus Cristo. CBASD, vol. 5, p. 1166.
16. Um pouco, e não Me vereis. O primeiro “um pouco” é geralmente compreendido como referência ao curto espaço de tempo até a cruz, e o segundo “um pouco”, ao período entre a crucifixão e a ressurreição. CBASD, vol. 5, p. 1166.
20 O mundo se alegrará. Os inimigos de Jesus se alegraram quando Ele morreu. Contudo, o regozijo deles durou pouco, o que também ocorreu em relação à tristeza dos amigos de Jesus. CBASD, vol. 5, p. 1167.
22 Ninguém. Do gr. oudeis, “nenhum”, inclusive o diabo e seus anjos. A alegria dos discípulos seria completa e permanente na comunhão espiritual com o Senhor ressuscitado, que estaria com eles “todos os dias até à consumação do século” (Mt 28:20). CBASD, vol. 5, p. 1167.
31 Credes agora? Cristo não nega que eles haviam crido. Ele simplesmente sugere que a fé manifestada por eles era ainda imperfeita. CBASD, vol. 5, p. 1168.
32 E Me deixareis só. Todos eles, “deixando-O, fugiram” (Mt 26:56). CBASD, vol. 5, p. 1168.
Não estou só. A comunhão de Cristo com o Pai nunca falhara. CBASD, vol. 5, p. 1168.
33 Tende bom ânimo. Do gr. tharseõ, “para ter bom ânimo”, “estar cheio de coragem”. CBASD, vol. 5, p. 1168.
Eu venci o mundo. Jesus olhou à frente, em direção à cruz com confiança, plenamente seguro de que triunfaria sobre os poderes das trevas (ver Cl 2:15). O príncipe deste mundo seria derrotado e os discípulos não tinham nada a temer. CBASD, vol. 5, p. 1168.
Mais comentários em: https://reavivadosporsuapalavra.org/2015/01/24/joao16-comentarios-selecionados-adicionais/
Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/joao/joao-capitulo-15/
COMENTÁRIO DEVOCIONAL:
Como ramos humanos com mentalidade independente, tendemos a nos desconectar da videira e a trilhar o nosso próprio caminho aprazível, tentando ser produtivos sem permanecer conectados à Videira. O desempenho substitui a conexão.
Jesus sabia que a humanidade preferiria produzir frutos através de seus próprios esforços. Permanecer conectado à Videira é difícil porque envolve uma intimidade e dependência que muitos nunca experimentaram em relacionamentos humanos. Consequentemente, eles se tornam limitados em sua capacidade de se conectar, tanto a Cristo quanto a outros. O estilo de vida auto-suficiente é adotado porque faz com que as pessoas se sintam mais seguras. Assim muitos pensam que bons frutos são produzidos por uma vida de moralidade e trabalho árduo. O trabalhar para Cristo substitui a conexão com Cristo. A intimidade é trocada por estar sempre ocupado fazendo obras para o Mestre.
No entanto, Cristo diz que permanecer conectado é o que leva à alegria, à produtividade e à capacidade de amar. A intimidade relacional produz alegria e, neurologicamente, isto produz em nossos cérebros a mais plena satisfação. Sem conexão com a Fonte do Amor, ficamos sem alegria, sem poder e sem amor.
Depois de encorajar a conexão relacional, Cristo adverte que o mundo nos rejeitará e abusará de nós. Sem essa conexão vital com Cristo, não seremos capazes de lidar com a perseguição, as provações e o sofrimento.
A conexão com Cristo gera resiliência e perseverança. Ela nutre nossos corações com a Sua alegria, que é nossa força!
Lori Engel
Capelã (atualmente aposentada)
Eugene, Oregon, EUA
—
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1258
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli
Comentário em áudio Pr. Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/ReavivadosA/Reavivados18-04-2018.mp3
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JOÃO 15 – Estar ligado a Jesus significa desligar-se do mundo; isso resulta em ser estranho e perseguido no mundo.
O capítulo em pauta pode ser assim dividido, como sugere o Comentário Bíblico Adventista:
1. A consolação e o amor mútuos entre Cristo e Seus seguidores, representados na parábola da videira (vs. 1-17);
2. Conforto em meio ao ódio e à perseguição do mundo (vs. 18-25);
3. O trabalho do Espírito Santo e dos apóstolos (vs. 26-27).
Cristianismo é relacionamento íntimo com Cristo. É ligação constante a Ele em toda situação. “O propósito fundamental da analogia da vara da videira era descrever um relacionamento permanente entre Cristo e o crente, semelhante ao firmado entre Israel e Yahveh, para que desse muito fruto (cf. Is. 5:2; Os 10:1)” (William E. Hull).
• Sem relacionamento íntimo entre o pecador perdoado e o Cristo encarnado não existe cristianismo verdadeiro.
• Os cristãos falsos serão descartados como imprestáveis, inúteis, indignos do Céu.
• Os frutos evidenciam os verdadeiros cristãos em relação aos falsos, sem frutos.
• Deus opera, através da poda, o amadurecimento do cristão genuíno.
“Por todo o discurso de despedida o objetivo básico era definir o modo como os discípulos, após a partida de Jesus, deviam reproduzir, em sua vida comunitária, e então ampliar, através da história, estas realidades centrais da vida terrena de seu Senhor. Depois de reunir Seus seguidores no círculo de amor que compartilhava com o Pai (15:1-7), Jesus agora os convida a entrar na arena da luta que travariam com o mundo. Ironicamente, receberiam o privilégio de se identificarem com Jesus não somente por darem muito fruto, mas também por terem que enfrentar muita perseguição” (Hull).
• Permanência na Palavra e a perseverança na oração produzem o sucesso na existência cristã.
• Frequência na obediência do discípulo de Cristo resulta da consciência de sua dependência.
• Amor é a essência do discípulo persistentemente ligado a Cristo.
• Dificuldades provocadas pelo mundo devem gerar paciência e confiança no crente, ciente de que o Espírito Santo atuará para seu bem em toda circunstância.
Os verdadeiros e fervorosos crentes na década de 1870 reconheceram: “Tínhamos inimigos implacáveis na cidade que vigiavam cada passo que dávamos e estavam prontos a usar qualquer ação imprudente para nos prejudicar” (J. N. Loughborough).
Apesar dos desafios, reavivemo-nos biblicamente! – Heber Toth Armí.
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“Eu sou a Videira, vós, os ramos. Quem permanece em Mim, e Eu, nele, esse dá muito fruto; porque sem Mim nada podeis fazer” (v.5).
A ilustração da videira não foi algo exclusivo do discurso de Cristo. O profeta Isaías também usou desta parábola para descrever a situação moral e espiritual do antigo Israel: “Porque a vinha do Senhor dos Exércitos é a casa de Israel” (Is 5:7). Porém, a descrição do profeta nem se compara ao perfeito símbolo apresentado por Jesus. Israel havia se rebelado contra Deus. “Ele esperava que desse uvas boas, mas deu uvas bravas” (Is 5:2). Jesus então Se apresenta como “a Videira verdadeira” (v.1) e aponta Seus discípulos como sendo os ramos. E todo ramo que permanece em Cristo, “esse dá muito fruto” (v.5).
Na agricultura, ramos que não dão fruto são ramos que só prejudicam a produtividade da planta, mas devem ser removidos com cuidado para que, ao retirá-los, os ramos bons não sejam atingidos. Observem que, na vida espiritual, o “Pai é o agricultor” (v.1). Cumpre a Ele julgar o destino de cada ramo. Portanto, quando Ele corta algum ramo, Ele o faz sem o risco de atingir os demais. Quanto ao ramo que dá fruto, Ele o limpa, “para que produza mais fruto ainda” (v.2).
A obra de limpeza também requer cuidados que podem ser dolorosos e invasivos, mas que são necessários a fim de que haja constante crescimento. Tiago bem descreveu este processo: “Meus irmãos, tende por motivo de toda alegria o passardes por várias provações, sabendo que a provação da vossa fé, uma vez confirmada, produz perseverança. Ora, a perseverança deve ter ação completa, para que sejais perfeitos e íntegros, em nada deficientes” (Tg 1:2-4).
A prova que nos aguarda ou que já está diante de nós não tem a ver com coisas ou pessoas, mas com fidelidade aos preceitos divinos. Assim como Sadraque, Mesaque e Abede-Nego tiveram de passar pela fornalha de fogo ardente pela firme obediência aos dois primeiros mandamentos do Decálogo (Êx 20:3-6), eis que o inimigo já está acendendo as fogueiras da última perseguição.
O que definirá se os ramos são bons ou são ruins será exatamente a atitude daqueles que, à semelhança dos jovens hebreus na corte babilônia, não temerem as consequências porque confiam nAquele que prometeu: “quando passares pelo fogo, não te queimarás, nem a chama arderá em ti” (Is 43:2). O teste do amor a Deus sempre foi a obediência. Foi assim no Éden, no dilúvio, no monte Moriá, na trajetória de Israel. Toda a Escritura revela que o amor gera obediência e o discurso de Jesus não foi diferente: “Se guardardes os Meus mandamentos, permanecereis no Meu amor” (v.10). “Vós sois Meus amigos, se fazeis o que Eu vos mando” (v.14). “Isto vos mando: que vos ameis uns aos outros” (v.17).
Assim como a lei revela o nosso pecado e necessidade de um Salvador, a vinda do Messias também foi uma forma de assinalar os nossos pecados (v.22). Se a vida de Cristo é o nosso perfeito exemplo, o qual devemos seguir, precisamos permanecer nEle e nEle buscar toda a força vital necessária para sermos ramos frutíferos para a glória do Pai (v.8). Este processo requer renúncia do eu e completa dependência de Deus, pois que amar como Cristo amou certamente redundará em ser perseguido como Ele foi (v.20). Paulo exprimiu esta verdade em sábias palavras de instrução ao jovem Timóteo: “Ora, todos quantos querem viver piedosamente em Cristo Jesus serão perseguidos” (2Tm 3:12).
Amados, “amar como Jesus amou” pode não ser tão poético quanto à letra da canção. Quando o povo do advento verdadeiramente amar como Cristo nos amou, isto causará uma reação em cadeia que abalará o mundo na última grande sacudidura. Quem antes era adepto de uma simples cortesia, mas que não revelou fruto digno de arrependimento, se unirá às fileiras dos perseguidores que odiarão o povo de Deus “sem motivo” (v.25). Mas se levantará um povo conduzido pelo “Espírito da verdade” (v.26) tão firme na Videira e tão constante em produzir bons frutos, que dará testemunho de Jesus ainda que severamente provado.
O verdadeiro amor não é aquele que conquista o mundo, e sim aquele que permanece ainda que o mundo o odeie. “Lembrai-vos” (v.20) de que a vitória final será dos fiéis: “Sê fiel até à morte, e dar-te-ei a coroa da vida” (Ap 2:10).
Bom dia, fiéis amigos de Jesus!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus
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Contagem de palavras: 1159
1 Agricultor. Anteriormente, Deus tomara “uma videira do Egito” (SI 80:8), plantando-a na terra de Canaã. Então, Ele tomou outra vinha, Seu próprio Filho, e a plantou na terra de Israel (ver DTN, 675). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 1159.
2 todo ramo. …o cristão é dependente da união com Cristo para uma vida espiritual frutífera. CBASD, vol. 5, p. 1159.
Não der fruto. Daquele que professa estar em Cristo espera-se a produção de frutos adequados. Esses frutos também são chamados de “frutos do Espírito” (Gl 5:22; E f 5:9) ou “frutos de justiça” (Fp 1:11; cf. Hb 12:11), que são evidentes no caráter e na vida. Quando esses “bons frutos” (Tg 3:17) estão ausentes, torna-se necessário cortar o ramo infrutífero. CBASD, vol. 5, p. 1159.
Corta . Do gr. airo, “remover”, “tirar”. Limpa . Do gr. kathairo, “para limpar”, neste caso, por meio da remoção de crescimento inútil. Há um jogo de palavras no grego entre airõ (“cortar”) e kathairo (“limpar”) que não pode ser reproduzido em português. O caráter é “purificado” através de testes e provações da vida. O Pai, o lavrador celeste, supervisiona o processo. E, embora pareça dolorosa, a disciplina “produz fruto pacífico aos que têm sido por ela exercitados” (Hb 12:11). CBASD, vol. 5, p. 1159.
Mais fruto. Não pode haver vida sem crescimento. Enquanto há vida, existe a necessidade de desenvolvimento contínuo. O aperfeiçoamento do caráter é obra da vida inteira (ver PJ, 65, 66; ver com. de Mt 5:48).CBASD, vol. 5, p. 1159.
3 palavra. Resume a mensagem de Jesus. Bíblia de Estudo NVI Vida.
4 permaneçam em Mim. O ramo sem contato com a videira não tem vida.Bíblia de Estudo NVI Vida.
6 Se alguém não permanecer. Esta condição desfaz a ilusão “uma vez salvo pela graça, salvo para sempre”. É possível àqueles que estão em Cristo romperem a conexão com Ele e se perderem (ver com. de Hb 6:4-6). A condição para ser salvo é permanecer em Cristo até o fim. CBASD, vol. 5, p. 1159.
7 Se permanecerdes em Mim. A permanência é recíproca, como se expressa no v. 4. Enquanto permanece em Cristo, Ele habita no ser humano e este se torna participante da natureza divina (2Pe 1:4). Seus pensamentos se identificam tanto com a vontade divina que apenas pedidos que estejam em harmonia com essa vontade são feitos (ver lJo 5:14; DTN, 668). Além disso, nenhum pecado interfere para impedir a resposta favorável. CBASD, vol. 5, p. 1160.
as Minhas palavras permanecerem. Isto mostra que a habitação de (ou permanência em) Cristo não é uma experiência mística ou inexplicável. As pessoas recebem a Cristo pela aceitação de Sua palavra. Enquanto se alimentam da Palavra, essas pessoas têm a mente iluminada por ela (ou pelo Espírito Santo). E, quando elas escolhem inteligentemente seguir e obedecer a Palavra, pelo poder capacitador do Céu, Cristo, a esperança da glória, transforma-as interiormente (Cl 1:27). Além disso, para essa experiência ser constante, elas precisam se alimentar diariamente da Palavra (ver com. de Jo 6:53). CBASD, vol. 5, p. 1160.
8. Muito fruto. O agricultor é honrado quando suas plantas produzem bem. Da mesma forma, a glória é dada a Deus quando Sua imagem é refletida na vida de Seus seguidores. Satanás alega que as exigências de Deus são severas e que a humanidade não pode atingir o ideal da perfeição cristã. Portanto, o caráter de Deus é vindicado quando o ser humano, pela graça de Deus, se torna participante da natureza divina.CBASD, vol. 5, p. 1160.
9 permanecei no Meu amor. Permanecer em Cristo significa estar abrigado em Seu amor. E animador saber que o amor de Cristo por nós é tão permanente quanto o amor do Pai para com o Filho. Mais do que isso, “o próprio Pai vos ama” (Jo 6:27) da mesma forma que ama o Filho (Ellen White, RH, 04/11/1890). CBASD, vol. 5, p. 1160.
10 mandamentos de Meu Pai. Sua vida sem pecado provou que é possível ao ser humano, com a ajuda divina, guardar os mandamentos (ver DTN, 24). CBASD, vol. 5, p. 1160.
11 Meu gozo. A alegria de Cristo repousava na consciência de uma missão cumprida com fidelidade. O Salvador se alegrava em cumprir o propósito divino na redenção do ser humano, a fim de que a humanidade pudesse ser salva. O objetivo de Sua vida era glorificar o Pai. CBASD, vol. 5, p. 1160.
O caminho do cristão nunca é enfadonho. Bíblia de Estudo NVI Vida.
vosso gozo. A alegria é o segundo fruto do Espírito alistado por Paulo (Gl 5:22).A verdadeira alegria não está no riso frenético ou no entusiasmo passageiro causados pelos prazeres superficiais do mundo. O cristão encontra alegria em desfrutar o amor de Cristo, nas vitórias conquistadas e no auxílio desinteressado ao próximo. A completa alegria só será alcançada no mundo por vir, mas grande alegria pode ser experimentada aqui e agora por aqueles que permanecem em Cristo. CBASD, vol. 5, p. 1160.
13. maior amor. O “novo mandamento” (Jo 13:34; cf. 15:12) ordenado aos discípulos é amar uns aos outros como Jesus os amou Jesus veio revelar a extensão desse amor, que O levou a dar a vida por eles. No entanto, Seu amor excedeu aquilo que Ele recomenda: “Enquanto nós ainda éramos pecadores” Ele morreu por nós (cf. Rm 5:6-8). CBASD, vol. 5, p. 1159, 1161.
18 se o mundo vos odeia. Eles sofreriam o ódio do mundo, mas entre os crentes deveria haver amor (v. 17). Eles seriam capazes de enfrentar o amargo conflito com o mundo, sem temor (Lc 22:24). O mundo odeia aqueles cujos interesses e simpatias estão em desacordo com ele (ver com. de Jo 7:7). CBASD, vol. 5, p. 1161.
19 se vós fôsseis. A condição não é confortável, de acordo com o sentido do texto grego. Eles tinham sido do mundo, mas atenderam ao apelo de Jesus para sair do mundo. CBASD, vol. 5, p. 1161.
odeia. Os motivos que despertam o ódio do mundo são: “permanecer” em Cristo (v. 4),
produzir frutos da justiça (v. 5) e manifestá-los (v. 16). As obras do mundo são reprovadas pela vida justa e pelo testemunho do cristão (Jo 7:7; IJo 3:13). Robertson faz a seguinte indagação: “Será que o mundo nos odeia? Se não, por que não? Será que o mundo tem se tornado mais mais cristão ou os cristãos, mais mundanos?” CBASD, vol. 5, p. 1161.
perseguirão a vós. Jesus já tinha avisado isto anteriormente (ver Mt 10:17-23). Ele não queria que os discípulos se desanimassem quando enfrentassem forte perseguição. Quão efetivamente essa lição fora aprendida seria visto mais tarde na coragem com o qual eles enfrentariam espancamento, prisão, tortura e morte (At 5:41; 16:22-25; etc.). Ao enfrentar perseguição (ICo 11:23-28; 2Co 4:8-12), Paulo pôde dizer: “Porque a nossa leve e momentânea tribulação produz para nós eterno peso de glória” (2Co 4:17). CBASD, vol. 5, p. 1161.
22 pecado não teriam. “Ora, não levou Deus em conta os tempos da ignorância” (At 17:30). Uma vez que Jesus veio e revelou o caminho da salvação, os judeus não tinham desculpa. Que maior revelação de Si mesmo Deus poderia ter-lhes dado? Pecaram em não aceitar Jesus, “o caminho, e a verdade e a vida” (Jo 14:6). “Aquele que sabe que deve fazer o bem e não o faz, nisso está pecando” (Tg 4:17). No julgamento, as pessoas serão condenadas, não por terem errado, mas por terem “negligenciado as oportunidades enviadas pelo Céu, para conhecer a verdade” (DTN, 4 9 0 ) .CBASD, vol. 5, p. 1162
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/joao/joao-capitulo-14/
Comentário devocional:
A despedida traz tanta tristeza!
A agonia da crucificação está a apenas algumas horas de distância. Os discípulos logo fugirão de medo. Qualquer um que tenha dito adeus dolorosos antes de uma longa separação sabe que reafirmações de amor e cuidado são feitas. Sabendo que corações serão destruído, primeiro pela sua morte e, em seguida, por Seu retorno ao céu, Jesus fornece instruções reconfortantes.
“Não tenham medo. Confiem em mim! Eu estou indo embora para preparar seus lugares. Logo voltarei e levarei você para casa. ” Ele quer dizer que a separação iminente não é permanente, mas preparatória! Adeus não é um período, apenas uma vírgula.
Cristo concede uma infinidade de promessas: Ele não os abandonará como órfãos. Ele enviará o Espírito para proporcionar conforto nas provações. Ele responderá às orações. E Ele promete paz interior, diferente de tudo que o mundo oferece.
De maneira comovente, Ele descreve como se permanecer conectado a Ele, como continuar amando-O durante Sua ausência. “Se você me ama, demonstre seu amor, mantendo minhas instruções. Se você me obedecer, você experimentará a permanência do Pai e Minha com você”.
Conforto. Conexão constante. A promessa de um regresso glorioso. Promessas feitas também aos nossos corações que também aguardamos ansiosamente por esta reunião!
Lori Engel
Capelã (atualmente aposentada)
Eugene, Oregon, EUA
—
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1257
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli
Comentário em áudio Pr. Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/ReavivadosA/Reavivados17-04-2018.mp3