Reavivados por Sua Palavra


JOÃO 12 by jquimelli
15 de abril de 2018, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/joao/joao-capitulo-12/

Comentário devocional:

Apenas seis dias antes da Páscoa, Jesus está de volta ao povoado de Lázaro e participa de um jantar em sua honra. Muitos judeus estavam em Betânia quando Lázaro havia morrido. E como Jerusalém ficava muito próxima, apenas 3 quilômetros de Betânia, amigos e muitos que tinham vindo pranteá-lo quando de sua morte vieram ver Lázaro vivo novamente.

Compare isso com o que acontece em seguida. Maria leva um frasco de perfume que valia o salário de um ano, derrama-o sobre os pés de Jesus e então começa a limpar os pés dele com os seus cabelos. Maria demonstra o seu amor como nenhuma outra pessoa. O salário de um ano, através daquele perfume, derramado sobre os pés de Jesus! Isso é adoração genuína! Judas Iscariotes critica o ato, porque ele quer uma parte do dinheiro para si mesmo. Adoração falsa e egoísmo!

E você? É um crente autêntico, ou falso? É um verdadeiro adorador, ou um falso adorador? É você um verdadeiro crente ou um crente com medo? Sejamos espiritualmente honestos a respeito de nossa fé.

Sejamos espiritualmente honestos e adoremos ao Pai como resultado daquilo que Jesus fez por nós! Pois “vem a hora e já chegou, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque são estes que o Pai procura para seus adoradores” (João 4:23, ARA)

Christopher Bullock
Pastor em Atlanta, Georgia
Estados Unidos

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1255
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli
Comentário em áudio Pr. Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/ReavivadosA/Reavivados15-04-2018.mp3
Acompanhe https://credeemseusprofetas.org/



JOÃO 12 – VÍDEO COMENTÁRIO PR. ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
15 de abril de 2018, 0:55
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JOÃO 12 – Comentário do pastor Heber Toth Armí by jquimelli
15 de abril de 2018, 0:45
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JOÃO 12 – As festas judaicas se cumpriram em, e com Cristo. As festas bíblicas ensinam. Elas foram instituições divinas para servirem pedagogicamente ao Evangelho no Antigo Testamento.

No capítulo em pauta revela que a Páscoa se aproximava, quando Jesus, o Cordeiro de Deus, Se tornaria a Páscoa do crente (João 1:29; I Coríntios 5:7).

Observe estes pontos no texto inspirado:

· O convívio de Jesus com Seus amigos: Além dos doze discípulos, Jesus tinha três amigos em Betânia: Marta, a trabalhadeira; Maria, uma ex-prostituta; e, Lázaro, um ex-morto. Ao ser ungido e ter os pés massageados por Maria, Judas questionou o inadequado gasto em produtos de valor, mas fez isso porque era ambicioso e ladrão. Ele logo estaria vendendo Jesus por preço de escravo. Jesus Se relacionava amigavelmente com diversos tipos de pessoas (vs. 1-12).

· O relacionamento de Jesus com os gentios: Além dos judeus que vinham para a festa da Páscoa, para ver Lázaro e homenagear a Jesus, alguns gregos quiseram ter um encontro com Cristo. Jesus, então, reconhece ter chegado a sua hora, a hora de ser glorificado, através de Seu sacrifício. Seu objetivo não era atrair apenas os gregos, mas todas as nações, quando Ele fosse erguido na cruz; além dos judeus, todos os gentios também (vs. 13-36).

· A relação de Jesus com os judeus: Chegou a hora de Jesus Se esconder dos judeus. Todo tipo de oportunidade lhes fora dadas. Contudo, a todas, eles rejeitaram. Crendo no que queriam, demonstraram preferência pela incredulidade. Por desprezarem a Palavra de Deus, preferiram as trevas antes que a luz. Por rejeitarem a Jesus, estavam optando pela rejeição no dia do juízo, automaticamente escolhiam o caminho da morte em vez da vida (vs. 37-50).

Reflita:

Como André, devemos crer em Jesus, aceitá-lO como Salvador e tornar-se seu discípulo. Com André devemos aprender o método mais eficaz e simples da evangelização. Geralmente, quando André é mencionado pelo evangelista João, ele está conduzindo pessoas a Jesus (estude João 1:40-42; 6:8-9; 12:22).

O convite para seguir a Jesus é para mim e para você: “Se qualquer um de vocês quiser me servir, seja meu seguidor. Aí vocês estarão onde eu estiver, prontos para servir. O Pai honrará e recompensará quem me servir” (v. 26).

“Senhor, ajuda-nos a servir-Te” – Heber Toth Armí.



JOÃO 12 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
15 de abril de 2018, 0:30
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Se alguém Me serve, siga-Me, e, onde Eu estou, ali estará também o Meu servo. E, se alguém Me servir, o Pai o honrará” (v.26).


Faltando uma semana para a festa da Páscoa, os últimos dias de Jesus na Terra foram intensos e cheios de expectativa. Cada palavra, cada gesto Seu, eram minuciosamente observados pelos principais sacerdotes e fariseus. A ressurreição de Lázaro realmente foi o estopim de uma grande divisão entre os judeus, pois que não somente muitos que estavam presentes no dia da ressurreição creram, mas o testemunho de Lázaro continuava falando, de modo que “os principais sacerdotes resolveram matar também Lázaro; porque muitos dos judeus, por causa dele, voltavam crendo em Jesus” (v.10-11).

Após ser ungido em Betânia, Jesus entrou em Jerusalém de forma inusitada. Geralmente, quando Se dirigia às festas anuais em Jerusalém, a última coisa que queria era chamar atenção para Si. Mas parece que nos Seus últimos dias Ele não Se importou muito com isso, de forma que permitiu que o povo O aclamasse como “Rei de Israel” (v.13). Jesus sabia que havia chegado o momento de ser “levantado da terra” (v.32) e de selar para sempre o destino de Satanás (v.31). Sua morte seria uma grande decepção para Seus seguidores e a dura prova que iria separar a multidão entre crentes e incrédulos, entre adoradores e blasfemadores.

As declarações de Cristo não eram nada convencionais para um povo que acreditava que a glória dos homens era resultado da aprovação divina. “Quem ama a sua vida perde-a” (v.25), “E, se alguém Me servir, o Pai o honrará” (v.26), eram declarações muito radicais para pessoas que mediam a santidade pelas conquistas terrenas. Por isso que a profecia de Isaías se encaixava perfeitamente com a situação espiritual daquela geração. Estavam cegos e seus corações endurecidos demais para compreender que diante deles estava a redenção de Israel.

Corremos o sério risco de estarmos agindo da mesma forma. Muitos dizem estar seguindo a Jesus, contudo, não estão dispostos a servi-Lo. De acordo com Jesus, o serviço antecede a caminhada: “Se alguém Me serve, siga-Me” (v.26). Títulos, posições e as glórias deste mundo tornaram-se mais importantes do que a vida eterna. Entendam: não que possuir estas coisas seja pecado, mas em colocá-las acima do chamado de Deus. Assim como em Israel, Deus tem chamado pessoas que hoje se encontram em privilegiadas posições sociais e religiosas, mas pelo medo de “serem expulsos” (v.42) ou rejeitados pelo meio em que vivem, não confessam a sua fé e prosseguem com sua crença 007.

Jesus poderia ter morrido de forma mais silenciosa e discreta, mas escolheu ser levantado na mais ignominiosa morte e na mais escandalosa sentença. Não são sinais, milagres ou prodígios que sustentarão a fé dos servos de Cristo nestes últimos dias, mas a firme confiança no Caminho que os está conduzindo para Casa. Iluminados pelo Espírito Santo, os “filhos da luz” (v.36) seguem a passos firmes na direção de Deus e estão prontos para renunciar o que preciso for por amor a Jesus. Assim como a semente que cai ao solo, Cristo nos chama a morrer para o mundo e ressurgir para a vida eterna. Que a oração de George Müller seja a nossa firme decisão, hoje e todos os dias, até aquele grande Dia:

“Houve um dia em que morri. Morri para [seu nome], suas opiniões, preferências, gostos e vontade; morri para o mundo, para a sua aprovação ou censura; morri inclusive para a aprovação ou censura dos meus irmãos e amigos; e desde então tenho estudado tão-somente como apresentar-me aprovado(a) diante de Deus”.

Feliz semana, filhos da luz!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus
#João12
#RPSP



JOÃO 12 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
15 de abril de 2018, 0:25
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JOÃO 12 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by jquimelli
15 de abril de 2018, 0:20
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2. Deram-Lhe. A ceia foi na casa de Simão (Mt 26:6). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 1134.

3. Os pés.Mateus 26:7 e marcos 14:3 declaram que o bálsamo foi derramado sobre a cabeça. Sem dúvida, Maria fez as duas coisas, sendo que cada evangelista menciona uma delas. Lucas e João mencionam a unção dos pés (Lc 7:38). CBASD, vol. 5, p. 1134.

4. Um dos Seus discípulos. Mateus menciona que “indignaram-se os discípulos” (Mt 26:8). A crítica se originou com Judas, mas se espalhou entre os outros. CBASD, vol. 5, p. 1134.

9. Para verem Lázaro. Uma razão suficiente. Uma pessoa ressuscitada atrairia milhões. CBASD, vol. 5, p. 1134.

10. Resolveram matar também Lázaro. Não podiam [os sacerdotes] apresentar uma acusação contra Lázaro. Contudo, pelo fato de a vida dele ser um testemunho da divindade dAquele que haviam condenado à morte e uma negação da doutrina que muitos deles defendiam (ver com. de Jo 11:47), julgaram necessário matá-lo também. CBASD, vol. 5, p. 1135.

11. Voltavam. Ou, “começaram a se afastar”. Isto é, afastavam-se do judaísmo e se uniam às fileiras dos discípulos de Jesus (cf. NTLH, NVI, BJ). CBASD, vol. 5, p. 1135.

16. Não compreenderam. O ato de Cristo, sem precedentes, de permitir que O declarassem “Rei de Israel” parece ter despertado as esperanças de que Ele fosse, afinal, cumprir as expectativas da multidão, declarando-Se rei e assumindo o papel de um messias político. Após a ressurreição, por meio das profecias e guiados pela iluminação do Espírito Santo, eles entenderam o propósito do ato. CBASD, vol. 5, p. 1135.

19. O mundo. A linguagem é hiperbólica [exagerada]. Ela vem de pessoas frustradas e iradas. Em vez de encontrar um povo disposto a se apoderar de Jesus e entregá-Lo, autoridades veem a multidão rodeando-O com alegres exclamações e saudando-O como rei. Nessas circunstâncias, qualquer tentativa de prender Jesus teria suscitado um tumulto. Os líderes apelaram a Jesus para que fizesse as multidões se calarem, mas sem sucesso (Lc 19:39, 40). Tudo o que puderam fazer foi observar o desfile e ver seu odiado inimigo entrar em Jerusalém em régio triunfo. … Não sabendo qual era o propósito de Jesus, sem dúvida, imaginaram que Ele estivesse para Se proclamar rei, acabar com o poder deles e liderar uma revolta contra Roma. CBASD, vol. 5, p. 1135, 1136.

20. Haviam alguns gregos. O fato de esses gregos irem para adorar e não para participar da Páscoa sugere que não eram prosélitos completos. … Os semiprosélitos, como os gentios, ficavam restritos ao pátio dos gentios. CBASD, vol. 5, p. 1136.

27. Angustiada. A visita dos gregos havia levado à mente dEle a visão da colheita dos gentios. Mas, entre a colheita do evangelho e aquele momento, havia a cruz e a agonia mental e física a ela associadas, e a natureza humana de Jesus recuava diante disso. A causa da repentina agonia mental do Senhor foi a vívida contemplação das cenas então futuras (cf. com. de Mt 26:38). CBASD, vol. 5, p. 1137

28. Glorifica o Teu nome. Esta oração está em harmonia com o que Jesus havia ensinado antes acerca do relacionamento com o Pai, cuja glória Ele buscava. CBASD, vol. 5, p. 1137.

29. Foi um anjo. A julgar pela resposta de Jesus, de que a voz era “por vossa causa”, parece que os gregos e, sem dúvida, alguns outros ouviram e compreenderam a voz (ver DTN, 625). Para eles, ela foi uma evidência de que jesus era de fato o enviado de Deus. CBASD, vol. 5, p. 1137.

32. Atrairei. Para milhares de pessoas, a cruz exerce uma atração mais forte do que as fascinações do mundo. CBASD, vol. 5, p. 1138.

38. Senhor, que creu … ? Uma citação [de João] de Isaías 53:1 a partir da LXX e não do hebraico. Os dois textos são idênticos, exceto pelo título “Senhor”, que não ocorre no hebraico (ver com. de Is 53:1). CBASD, vol. 5, p. 1139.

39. Não podiam crer. A presciência de Deus não impede o livre-arbítrio. A profecia de Isaías era uma predição do que a presciência de Deus havia visto que aconteceria. “As profecias não moldam o caráter dos homens que as cumprem. Os homens procedem de acordo com seu livre-arbítrio” (RH, 13/11/1900). CBASD, vol. 5, p. 1139.

50. A vida eterna. Ver com. de Jo 3:16. O mandamento do Pai era que as pessoas deviam crer em Cristo, a quem Ele havia enviado ao mundo. Somente assim poderiam ser salvas (ver At 4:12). Numa declaração paralela, João diz: “Ora, o Seu mandamento é este: que creiamos em o nome de Seu Filho, Jesus Cristo” (1Jo 3:23). Os judeus criam ter a salvação porque se exercitavam no estudo e na observância da Torah. Muitos deles colocavam a esperança da vida eterna no fato de serem descendentes de Abraão. Jesus advertiu que só seriam salvos os que aceitassem a Jesus Cristo como o Filho de Deus, o Salvador do mundo.”E a vida eterna é esta: que Te conheçam a Ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste” (Jo 17:3). CBASD, vol. 5, p. 1140.

 




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