Reavivados por Sua Palavra


Lucas 24 by Jobson Santos
3 de abril de 2018, 1:00
Filed under: Lucas, Sem categoria
Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/lucas/lc-capitulo-24/

Comentário devocional:

Que capítulo glorioso! Depois da escuridão, luz; depois da tristeza, alegria; depois da morte, vida!

A questão era, e ainda é: Onde está Jesus? As mulheres não puderam encontrá-Lo. Os discípulos não O tinham visto. Anjos testemunharam: “Ele não está aqui” (v. 6).

No entanto, o próprio Jesus caminha ao lado de dois humildes discípulos na estrada de Emaús. Energizados pela Sua presença, os discípulos correm de volta a Jerusalém carregando a maior notícia de todos os tempos: “Cristo ressuscitou! Nós O vimos!”

Há vinte e três anos um intenso desejo brotou em meu coração. “Jesus”, orei, “eu quero Lhe conhecer. Por favor, ajude-me a Lhe encontrar”. Então comecei a minha busca. Na época, eu tinha dois filhos e trabalhava das 8h00 até 17h30, de segunda a sexta-feira. Assim, eu me levantava às 3h30 e passava um tempo a sós com Deus, até às 6h30.

Primeiro eu orava, abrindo o meu coração a Deus. Então eu lia a Bíblia, primeiro os Salmos, depois os evangelhos, e, então, toda a Bíblia. Em suas páginas eu encontrei o Jesus vivo.

A minha vida mudou. Jesus tornou-se tudo para mim e eu exclamei: “Para mim, o viver é Cristo!” (Filipenses 1:21). Conhecer Jesus é amar e confiar Nele. Se realmente O buscarmos, O encontraremos (Jeremias 29:13,14).

Lynn Carpenter
Enfermeira missionária aposentada

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1243       
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli
Comentário em áudio Pr Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/ReavivadosA/Reavivados03-04-2018.mp3



LUCAS 24 – COMENTÁRIO PR. ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
3 de abril de 2018, 0:55
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LUCAS 24 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by jquimelli
3 de abril de 2018, 0:45
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LUCAS 24 – Quem nunca termina o que começa, não deve começar mais nada antes de terminar aquilo que começou.

Precisamos aprender com Jesus que, por difícil que seja uma empreitada, não devemos desistir, mas ir até o final – caso tenhamos a aprovação divina!

“O inocente Jesus sofreu a morte mais ignominiosa, mas cumpriu assim a vontade de Deus tornando a salvação acessível a todos” (Walter R. L. Scragg).

• Você já pensou o que seria de nós se Jesus tivesse desistido no meio do caminho?

No capítulo em pauta, temos o final do primeiro tratado do Dr. Lucas. Seu livro iniciou com boas novas de grande alegria pelo nascimento do Messias (2:11) e encerrou com regozijo, louvor e alegria, pelo cumprimento da missão e ascensão do Messias (24:52).

Ao examinar as páginas inspiradas desse evangelho, devemos banir a incredulidade investindo na espiritualidade a fim de vivermos a felicidade verdadeira. Diz J. C. Ryle que,

“Devemos ter em nosso coração o firme princípio de que a pequena intensidade de júbilo que muitos crentes sentem resulta normalmente de sua falta de conhecimento. Não há dúvida de que uma fé fraca e uma prática incoerente são duas grandes razões porque muitos filhos de Deus desfrutam tão pouca paz. No entanto, com certeza podemos suspeitar que pontos de vista obscuros e indistintos quanto ao evangelho são a verdadeira causa de intranquilidade de muitos crentes. Quando não se conhece, nem se entente corretamente o Senhor Jesus, segue-se necessariamente que existe pouco regozijo no Senhor. Terminemos nossa meditação em Lucas com o firme propósito de buscar mais conhecimento espiritual… Examinemos mais profundamente as Escrituras e oremos com todo o coração a respeito de seus assuntos. Muitos crentes examinam as Escrituras apenas de maneira superficial e nada sabem acerca de escavar seus tesouros ocultos”.

Agora,

• …Examine as evidências para que sejam removidas as motivações da incredulidade (vs. 1-12).

• …Trilhe teu caminho de Emaús até perceber o Jesus ressurreto ao teu lado e assim ter um encontro impactante com Ele (vs. 13-35).

• …Interprete corretamente as Escrituras para entender devidamente a Cristo e então, livre da dúvida e cheio de alegria, revestir-se de poder para compartilhar os efeitos do sacrifício de Cristo (vs. 36-53).

A promessa de poder também é para nós! Avancemos! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

Conte-nos: O que significou pra você passar 24 dias estudando o evangelho escrito por Lucas?



LUCAS 24 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
3 de abril de 2018, 0:30
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“E disseram um ao outro: Porventura, não nos ardia o coração, quando Ele, pelo caminho, nos falava, quando nos expunha as Escrituras?” (v.32).


Na entrada do terceiro dia, após a crucifixão, a morte não pôde mais conter Aquele que é “a ressurreição e a vida” (Jo 11:25). Todos os esforços humanos foram feitos a fim de garantir que aquele túmulo permanecesse ocupado. Mas antes que o sol mostrasse o seu esplendor, aquele lugar foi iluminado com a presença de “dois varões com vestes resplandecentes” (v.4), a pedra foi removida e com voz potente, o anjo que a removeu, bradou:

Jesus, Filho de Deus, Teu Pai Te chama!” (Ellen G. White, Vida de Jesus, p. 114).

O Vencedor sobre a morte eterna transformou aquele túmulo rochoso em cenário da vitória, o ambiente fúnebre em lugar angelical. A reação das mulheres frente àquele espetáculo sobrenatural reflete o impacto daquele momento. Aquela era uma notícia sobremodo extraordinária para guardarem para si, mas também era absurda demais para aqueles que a ouviam. As palavras das mulheres soaram aos ouvidos dos apóstolos “como delírio, e não acreditaram nelas” (v.11). Contudo, aquele cujo coração mais anelava confirmar o seu amor por Cristo, que por três vezes negara o Seu Senhor, absorveu aquelas palavras como a esperança de ter o seu clamor atendido. O que Pedro mais desejava era devolver o amoroso olhar do Salvador com a entrega total de sua vida.

Antes de aparecer ao Seu grupo apostólico, Jesus fez aparições especiais. Em uma delas, fez uma caminhada de Jerusalém até “uma aldeia chamada Emaús” (v.13), na companhia de um discípulo anônimo e outro “chamado Cleopas” (v.18). A Sua fisionomia tranquila e o Seu falar manso deixaram atônitos aqueles viajantes que estavam inconsoláveis, de maneira que diante da pergunta daquele Estranho, “pararam entristecidos” (v.17). Como alguém que vinha de Jerusalém poderia fazer uma pergunta daquelas? Observem que, mesmo sabendo o que se passava em seus corações aflitos, Jesus os incitou a falar tudo o que lhes afligia. E só então lhes respondeu com a autoridade de um pai quando deseja corrigir seus filhos: “Ó néscios e tardos de coração para crer tudo o que os profetas disseram!” (v.25).

Jesus apresentou àqueles discípulos os dois mais poderosos e infalíveis antídotos contra a tristeza que os consumia: a oração e o estudo da Bíblia. Falar com Deus e Lhe expor os anseios de nosso coração, além de nos aproximar dEle, promove cura emocional. Somos constantemente assediados por sentimentos e emoções que podem abalar a nossa vida de diversas formas e o hábito da oração nos fortalece num vínculo direto com Aquele que promete nos sustentar com a Sua onipotente destra (Is 41:10). E, considerando a nossa vulnerabilidade, o Senhor nos deixou a Sua Palavra como um “desfibrilador” de corações enfermos pelas circunstâncias da vida. O desejo de Jesus é o de preencher o nosso coração com o que desejou a Seus incrédulos discípulos: “Paz seja convosco!” (v.36).

Não pode haver tratamento mais eficiente do que aquele em que a credibilidade do paciente faz parte de todo o processo. Por isso que Jesus fez de tudo para que Seus discípulos “surpresos e atemorizados” (v.37) acreditassem na Sua ressurreição. A paz real só é encontrada quando nossos olhos se abrem para reconhecer que Jesus é Aquele que deseja andar conosco nas estradas desta vida. Foi quando o salmista Davi compreendeu esta preciosa verdade que encontrou a paz (Sl 131:2). Foi tomando posse desta verdade que os discípulos foram levados a estar “sempre no templo, louvando a Deus” (v.53), em constante oração, “até que do alto [fossem] revestidos de poder” (v.49).

Está na hora e já chegou de estudarmos a Bíblia com ardor no coração. A nossa intenção é o que define se Jesus abrirá ou não o nosso entendimento para compreendermos as Escrituras (v.45). Estamos, de fato, dispostos a ouvir a voz de Deus, através de Sua Palavra, mesmo que seja para nos repreender como “néscios e tardos de coração” (v.25)? Estamos realmente buscando conhecer “a boa, agradável e perfeita vontade de Deus” (Rm 12:2), ou procurando interpretações que satisfaçam nossas próprias vontades?

O livro de Lucas termina com um apelo após outro sobre a necessidade do diligente exame das Escrituras. Que você não dependa de comentários como este para ter sua fé fortalecida, mas que ele seja apenas um complemento do que você já estudou. Se a Bíblia for o nosso principal alimento hoje, num amanhã bem próximo estaremos comendo “na presença” de Jesus (v.43).

Bom dia, discípulos de Jesus!

Desafio do dia: Forme uma dupla missionária e escolha 5 amigos para orar ao longo das próximas 3 semanas.

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus
#Lucas24
#RPSP



LUCAS 24 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by jquimelli
3 de abril de 2018, 0:20
Filed under: Sem categoria

No primeiro dia da semana. Este começou no pôr-de-sol de sábado. As mulheres tiveram as horas de escuridão para completar suas preparações antes de saírem para o túmulo ao raiar do dia. Bíblia de Genebra.

varões … vestes resplandecentes. O v 23 os identifica como anjos. Andrews Study Bible.

todos os mais. Esta expressão indefinida mostra que havia um grande número de seguidores de Jesus em Jerusalém, nessa ocasião. Muitos seriam galileus que estavam em Jerusalém por ocasião da Páscoa. Bíblia de Genebra.

11 Tais palavras lhes pareciam como um delírio. Gr leros, “tolice”. Estavam longe de acreditar na ressurreição na base do testemunho emocional de mulheres. Bíblia Shedd.

e não acreditaram nelas. Em geral, o testemunho de mulheres não era altamente considerado pelos judeus do século I. Bíblia de Genebra.

13 Emaús é desconhecida. Sessenta estádios, cerca de 12 km. Bíblia Shedd.

18 Cleopas. O tio de Jesus, irmão de José, segundo Eusébio (HE 3.11,1), que também afirma que este relato veio da família de Jesus. Bíblia Shedd.

És o único … ? O único visitante que não sabia destes eventos. Isto atesta o amplo conhecimento da morte de Jesus, em face dos posteriores críticos que afirmavam que Ele não tinha realmente morrido. Andrews Study Bible.

19 Jesus, o Nazareno, que era varão profeta. Souberam que era profeta; isso foi provado pelos Seus milagres e Seu ensino … Esperavam que Ele fosse mais: o Messias (Dt 18.15, 18). A decepção era profunda. Bíblia Shedd.

20 principais sacerdotes e as nossas autoridades. Os discípulos colocaram a principal responsabilidade da morte de Jesus sobre seu próprio povo, e não sobre os romanos. Bíblia de Genebra.

21 esperávamos que fosse Ele quem havia de redimir a Israel. Como Moisés, que redimiu a Israel da escravidão, a esperança dos discípulos era que Jesus, também os resgataria do poder romano e estabeleceria uma teocracia santa, poderosa e eterna. Bíblia Shedd.

A palavra [redimir] significa libertar mediante o pagamento de um preço. Bíblia de Genebra.

27 o que a Seu respeito constava. A Escritura, que provê acuradamente a base para o entendimentos dos discípulos da vontade e do plano de Deus, recebe sua interpretação mais clara através de Jesus Cristo. Andrews Study Bible.

29 Mas eles O constrangeram. O Senhor não entra pela força, mas mediante convite. Bíblia Shedd.

33 na mesma hora. O encontro com o Senhor ressuscitado traz alegria que precisa ser compartilhada. Andrews Study Bible.

34 já apareceu a Simão. O primeiro na lista de aparecimentos apresentada em 1 Co 15.5. Bíblia Shedd.

Eles não tinham acreditado nas mulheres (v. 11), mas o aparecimento a Simão Pedro foi convincente. Bíblia de Genebra.

39 apalpai-Me. 1 Jo 1.1 cita este fato contra o gnosticismo. Bíblia Shedd.

43 comeu. Podia comer, mas não precisava. Certificou Sua substância. Bíblia Shedd.

44 importava se cumprisse tudo. Notar a palavra “importava”. O cumprimento das Escrituras não é um acidente, porque elas revelam os propósitos de Deus. Bíblia de Genebra.

Lei … Profetas  Salmos. São as três divisões características do cânon hebraico, que incluíam todo o AT. Bíblia Shedd.

47 que eu Seu nome se pregasse arrependimento para remissão de pecados. Arrependimento e perdão é o centro da mensagem ordenada pela Escritura que os seguidores de Jesus devem levar ao mundo. Atos, a sequência de Lucas, mostra os discípulos ocupados nesta tarefa (e.g., At 2:30; 5:31; 26:20). Andrews Study Bible.

48 testemunhas. Os pregadores não devem produzir alguns conceitos novos, elaborados por si mesmos, mas trazer o testemunho daquilo que Deus tem feito. Bíblia de Genebra.

50 Lucas não dá nenhuma indicação de tempo aqui, mas posteriormente ele afirma que a ascensão teve lugar quarenta dias depois da ressurreição (At 1.3). Bíblia de Genebra.

Betânia. Uma aldeia sobre o Monte das Oliveiras, a cerca de 3 km a leste de Jerusalém (Jo 11.18). Bíblia de Genebra.

51 ia-se retirando deles. A narrativa que Lucas faz da ascensão é uma breve mas adequada conclusão do seu Evangelho, que é um registro de “todas as coisas que Jesus começou a fazer e a ensinar até ao dia em que… foi elevado às alturas” (At 1.1-2). Lucas nos oferece uma narrativa mais detalhada da ascensão, no começo do seu segundo livro (At 1.9-11). A ascensão marca o fim da obra que Jesus veio realizar na terra e o começo da obra que Ele continua a realizar na igreja e através dela. Bíblia de Genebra.

52 adorando-O. Qualquer que tenha sido a ideia deles a respeito de Jesus nos dias passados, agora eles reconheceram a Sua divindade e O adoraram. Bíblia de Genebra.

53 O Evangelho [de Lucas] termina como começa, em Jerusalém, com o culto a Deus. Bíblia de Genebra.



LUCAS 24 – COMENTÁRIO PR. RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
3 de abril de 2018, 0:10
Filed under: Sem categoria




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