Reavivados por Sua Palavra


João 3 by Jobson Santos
6 de abril de 2018, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/joao/joao-capitulo-3/    

Comentário devocional:

Independentemente de nossa posição na vida, todos precisamos de Jesus para obter a vida eterna. Nicodemos representava a ortodoxia religiosa, riqueza, poder, desempenho acadêmico, e, ao mesmo tempo uma fé inadequada. Um membro do Sinédrio – uma alta posição de responsabilidade na nação judaica – fica impressionado diante dos ensinamentos e ousadia do professor humilde de Nazaré.

No verso 16 Jesus compartilha com Nicodemos a essência do Evangelho: “Porque Deus tanto amou o mundo que deu o seu Filho Unigênito, para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna” (NVI). Esta oferta é boa para você, caro leitor, não importa em que país do mundo você viva. O “todo o que” significa você.

Este é o maior presente que o Céu poderia dar: “Este grande sacrifício não foi feito a fim de criar no coração do Pai o amor pelo homem, para torná-lo disposto a salvar. Não, não! ‘Deus amou tanto o mundo, que deu o seu Filho unigênito’” (Caminho a Cristo, p. 13).

Como João Batista, é nosso privilégio humildemente exaltar Jesus. A principal mensagem deste capítulo é clara: a salvação é um dom de Deus acessível a todos através da pessoa de Seu Filho Jesus Cristo.

Willie Oliver
Diretor Mundial do Departamento dos Ministérios da Família
Conferência Geral dos Adventistas do Sétimo Dia

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1246
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli

Comentário em aúdio Pr. Valdeci:

http://vod.novotempo.org.br/mp3/ReavivadosA/Reavivados06-04-2018.mp3



JOÃO 3 – COMENTÁRIO PR. ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
6 de abril de 2018, 0:55
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JOÃO 3 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by jquimelli
6 de abril de 2018, 0:45
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JOÃO 3 – Temos a tendência de tornar a mensagem bíblica desequilibrada. Olhamos o lado da moeda que mais gostamos. Assim, nossa teologia torna-se manca, incompleta, defeituosa. Consequentemente, teremos uma visão distorcida de Deus.

1. Nicodemos possuía uma visão distorcida da teologia, contudo, ele foi buscar respostas, mesmo que tivesse de ir às escondidas, à noite (vs. 1-21). Ali Jesus deu aula de teologia, cristologia, soteriologia, hamartiologia, missiologia, etc. a um homem só.

2. João Batista intentava corrigir a visão das pessoas sobre o Messias quando era questionado por causa de alguma coisa que Jesus fazia. Sua teologia está em harmonia com a ensinada por Cristo, embora nunca tivesse recebido a aula que Nicodemos recebeu (vs. 22-36).

No capítulo em pauta existe um contraste pouco observado. Analise estes dois versículos, que não se contradizem, mas o contraste existente se complementa:

• Porque Deus amou o mundo tanto, que deu o Seu único Filho, para que todo aquele que nEle crer não morra, mas tenha a vida eterna (João 3:16).
• Por isso quem crê no Filho tem a vida eterna; porém quem desobedece ao Filho nunca terá a vida eterna; mas sofrerá para sempre o castigo de Deus (João 3:36).

Ao comparar estes dois versículos, entendemos melhor nossa situação e desejaremos mais urgentemente um Libertador à altura de nossa condenação.

Consequentemente, compreenderemos que, se nossa maior e mais urgente necessidade fosse de…

• …informações, Deus teria enviado um pedagogo ou inventor da internet;
• …tecnologia, Deus teria enviado um cientista ou engenheiro eletrônico;
• …entretenimento, Deus teria enviado um artista, ator ou palhaço ao mundo;
• …dinheiro e riquezas, Deus teria nos enviado um economista ou contador;
• …moradia, Deus teria enviado um pedreiro ou engenheiro civil;
• …conselhos, Deus teria enviado um psicólogo ou conselheiro espiritual;
• …curas, Deus teria enviado um psiquiatra ou médico;
• …sabedoria, Deus teria enviado um filósofo.

Deus sabe que nossa maior necessidade é de um Libertador divino. Por isso, enviou Seu Filho para morrer por todo pecador a fim de oferecer-nos a possibilidade de vida eterna; porém, quem O rejeita revela preferência pela condenação/problema em detrimento da salvação/solução.

Infelizmente valorizamos mais necessidades secundárias como moradia, dinheiro, tecnologia, etc. Precisamos entender que tais coisas são ilusórias e não promovem vida eterna. Só Jesus realmente satisfaz nossa maior necessidade. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



JOÃO 3 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
6 de abril de 2018, 0:30
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“Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o Seu Filho unigênito, para que todo o que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (v.16).


Na calada da noite, longe dos olhos de quem pudesse lhe recriminar, um fariseu foi ao encontro de Jesus. Tocado por Suas obras altruístas, por Suas palavras cheias de amor e por Sua autoridade revelada na purificação do templo, Nicodemos precisava falar pessoalmente com Jesus. O que ele não esperava, era que aquele encontro mudaria para sempre a sua vida. Aquele que ele afirmou ser apenas um “Mestre vindo da parte de Deus” (v.2), Se apresentou como “Filho unigênito” (v.16) de Deus, enviado “para que o mundo fosse salvo por Ele” (v.17).

Diante das primeiras palavras dirigidas a Nicodemos, este sentiu um estranho desconforto que o levou a perguntar com ironia: “Como pode um homem nascer, sendo velho? Pode, porventura, voltar ao ventre materno e nascer segunda vez?” (v.4). Estar perante aquele jovem Rabi, quando as cãs da experiência lhe enchiam o coração de orgulho, era um desafio. E entender que Jesus lhe dizia que ele precisava de uma nova vida lhe causou admiração. Afinal, ele era um zeloso observador da Lei e profundo conhecedor das Escrituras, ou, pelo menos, era o que pensava ser, até ser questionado: “Tu és mestre em Israel e não compreendes estas coisas?” (v.10).

Aquele que desceu do Céu expôs um episódio das Escrituras como uma representação de Sua missão terrestre. Quando ainda no deserto, o povo de Israel foi punido por Deus com serpentes venenosas devido à sua “impaciência no caminho” (Nm 21:4) e por terem chamado o maná do Céu de “pão vil” (Nm 21:5). Mas percebendo o grande mal que haviam trazido sobre si, o povo reconheceu o seu pecado e Deus ouviu a intercessão de Moisés. A serpente de bronze foi erguida como um símbolo do objetivo da cruz de Cristo: salvar. A missão de Jesus não consistia em erguer um reino terreno, como rezava a crença dos fariseus e mestres da lei, mas em ser levantado no madeiro “para que todo o que nEle crê tenha a vida eterna” (v.15).

Ao contrário do que havia se tornado a cúpula dos fariseus, em tribunal da inquisição, “Deus enviou o Seu Filho ao mundo, não para que julgasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por Ele” (v.17). Por compreender esta verdade, João Batista foi escolhido por Deus como o precursor de Cristo, reconhecendo que a sua missão nunca poderia falar mais alto do que a missão do Salvador. E em sua fiel devoção e sincera expectativa, declarou: “Convém que Ele cresça e que eu diminua” (v.30).

Nascer do Espírito Santo consiste em viver à luz da verdade. Aquele que foi ter com Jesus “de noite” (v.2), entendeu que permanecer nas trevas “a fim de não serem arguidas as suas obras” (v.20) não muda o fato de que, diante de Deus, estas obras são más. Mas todo aquele que “pratica a verdade aproxima-se da luz, a fim de que as suas obras sejam manifestas, porque feitas em Deus” (v.21). Se andamos na verdade, nossa vida precisa certificar que “Deus é verdadeiro” (v.33), nossas palavras devem ser as dEle, porque “o homem não pode receber coisa alguma se do Céu não lhe for dada” (v.27).

Jesus não veio ao mundo para que Deus pudesse nos amar, mas porque Ele nos amou primeiro, enviou o Seu Filho em nosso favor. E a única coisa que Ele nos pede é que, pela fé, nossa vida reflita esta maravilhosa verdade. Uma nova vida que, cheia do poder do Espírito Santo, testemunhe desse amor aonde moramos “e até aos confins da terra” (At 1:8). A nossa missão não é a de suscitar contendas (v.25), mas a de testificar que “todas as nossas obras” Deus faz “por nós” (Is 26:12). Guardemos, pois, o que nos foi confiado, “evitando os falatórios inúteis e profanos e as contradições do saber, como falsamente lhe chamam, pois alguns, professando-o, se desviaram da fé. A graça seja convosco” (1Tm 6:20-21).

Bom dia, testemunhas da verdade!

Rosana Garcia Barros

Desafio do dia: Entre em contato com sua dupla de oração e juntos orem pelos cinco amigos de cada um de vocês.

#PrimeiroDeus
#João3
#RPSP



JOÃO 3 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by jquimelli
6 de abril de 2018, 0:20
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Contagem de palavras: 1012

3 mas nascer de novo. Ou “nascer de cima”. Nota Textual NVI.

Do gr. anothen, que em outras passagens de João significa “do alto”, “de cima” (3:31; 19:11; etc.). A palavra pode ser usada corretamente nos dois sentidos. Está claro que Nicodemos compreendeu no sentido de “de novo” (v. 4), mas Jesus certamente quis dizer “do alto”, como anothen é usada um pouco adiante (3:31). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 1025.

A tradução “mas nascer de cima” concorda bem com o debate das coisas “da terra” e “do céu”. Bíblia de Genebra.

Segundo a teologia judaica, nascer como filho de Abraão era quase uma garantia de admissão no reino do Céu (Jo 8:33). … a ideia de que ele, um judeu respeitável, estivesse fora do círculo da salvação era nova e perturbadora. CBASD, vol. 5, p. 1025.

5 nascer da água e do Espírito. A referência à “água” era uma clara alusão ao batismo na água, ministrado aos prosélitos judeus [dos gentios] e praticado pelos essênios. … os fariseus, que pretendiam ter um grau superior de justiça, recusavam o batismo (Lc 7:30) porque João o tornou um símbolo do arrependimento. CBASD, vol. 5, p. 1026.

6 nascido da carne. Isto é, pelo nascimento natural (ver Jo 1:13). O princípio do mundo natural, de que todas as coisas vivas se reproduzem “segundo as suas espécies” (Gn 1:21), é igualmente verdadeiro no mundo espiritual. No NT, “carne” e “Espírito” são antagônicos e representam duas formas de vida opostas e mutuamente exclusivas (cf. Rm 6:12-18), CBASD, vol. 5, p. 1026.

14 importa que o Filho do Homem seja levantado. Em João, a expressão “levantado” sempre se refere à crucifixão (ver Jo 8:28; 12:34; etc.). CBASD, vol. 5, p. 1027.

16 Deus amou. O amor é o atributo supremo do Criador em relação a Suas criaturas. É a força controladora no governo divino. “Deus é amor” (1Jo 4:8). João refere-se a si mesmo como “aquele a quem Jesus amava” (Jo 21:7; cf. 13:23; 19:26; 20:2; 21:20), isto é, amava mais. A razão para isso era simplesmente que João, mais do que seus companheiros, se submeteu à influência da vida perfeita de Jesus e, por isso, entendeu e refletiu essa perfeição mais plenamente (ver p. 983, 984). Assim, João estava mais qualificado do que os outros a apreciar a magnitude do amor divino e a explicá-la. … Em 1 João 1:31, ele exclama novamente: “Vede que grande amor nos tem concedido o Pai.” Faltam palavras para expressar a profundidade desse amor eterno e imutável, e João simplesmente faz a todos o convite para que o contemplem. CBASD, vol. 5, p. 1027, 1028.

mundo. O amor de Deus alcança toda a humanidade, mas beneficia diretamente apenas os que respondem a ele. … O amor requer reciprocidade para ser eficaz. … Afirmar que Deus predestinou certas pessoas para se perderem, não importando a própria escolha deles, é dizer que Ele as odeia; é estigmatizá-Lo como injusto e colocar sobre Ele a culpa pelo destino delas (ver Rm 5:8; 2Co 5:19; ver com. de Jo 3:17-20). CBASD, vol. 5, p. 1028.

pereça. Do gr apollumi, “destruir completamente”, “apagar da existência”, “desvanecer-se no nada”. … O oposto de “vida eterna” não é a miséria eterna, mas aniquilação eterna, morte eterna. CBASD, vol. 5, p. 1028.

17-21 O propósito primário do ministério de Jesus era a salvação. Mas aqueles que rejeitam aquela salvação julgam ou condenam a si mesmos. Andrews Study Bible.

17 Deus enviou. O “envio” de Jesus não implica a superioridade do que envia nem a inferioridade do que é enviado. Ao longo de toda a eternidade passada, Cristo era “igual a Deus” (Ev, 614). CBASD, vol. 5, p. 1028.

18 crê …  não crê. João não está se referindo a crenças e dúvidas momentâneas, mas a atitudes contínuas e firmes. Bíblia de Estudo NVI Vida.

já está julgado. Da mesma forma que os que creem em Cristo são justificados em virtude de sua fé, os que não creem são condenados por sua falta de fé. … Deus predestinou que os que creem sejam salvos e que os descrentes se percam, mas deixou a critério de cada pessoa escolher crer ou não. Nesse sentido, o destino de crentes e descrentes foi, em perspectiva, decidido quando o plano da salvação foi formulado; mas é dada ao indivíduo a possibilidade de escolha. Esta é a predestinação bíblica. CBASD, vol. 5, p. 1029

22 para a terra da Judeia. A partir de Jerusalém, Jesus então passa a estender Seu ministério às cidades e aldeias da Judeia, onde trabalhou por um período de aproximadamente oito meses, de abril a dezembro do ano 28 d.C. … Com exceção do breve relato de João 3:22 a 36, a narrativa evangélica silencia sobre os detalhes desse período do ministério do Senhor. Jesus reservou a fase inicial de Seu ministério público a Jerusalém e à Judeia, com o objetivo específico de dar aos líderes a oportunidade de verem as evidências de Sua missão divina, de O aceitarem como o Messias e de levar a nação a cumprir a tarefa que Lhe fora designada por Deus (DTN, 231; ver vol. 4, p. 13-17). Mas, apesar do aparente sucesso da fase inicial, o ministério na Judeia foi de poucos resultados práticos (ver DTN, 194, 245). CBASD, vol. 5, p. 1030.

23 muitas águas. Este comentário sugere o batismo por imersão, a única forma do rito em que seriam indispensáveis “muitas águas” (ver com. de Mt 3:6; Rm 6:3-6). CBASD, vol. 5, p. 1031.

24 encarcerado. João ficou na prisão cerca de um ano, mais ou menos da época da Páscoa em 29 d.C. até a mesma época do ano seguinte. CBASD, vol. 5, p. 1031

25 disputa entre alguns dos discípulos de João e os judeus sobre purificação.Ver 2:6. Se refere, aqui, ao batismo. Andrews Study Bible.

31 fala da terra. João era “da terra” e falava como homem. Jesus veio “das alturas” e falava com a sabedoria do alto. Por isso, as pessoas volviam de João para Jesus, do menor para o maior. CBASD, vol. 5, p. 1032.

36 quem crê. Literalmente, “quem continua crendo”. Estar “na graça” apenas uma vez não é suficiente; a pessoa precisa permanecer “na graça” se quiser entrar no reino. CBASD, vol. 5, p. 1033.

se mantém rebelde (gr apeithon). Esta palavra está colocada em oposição a “crê” indicando que fé em Cristo inclui obediência. Bíblia Shedd.

…o termo se refere a uma condição mental e volitiva de rebeldia e não a atos de desobediência.  … A condição mental determina o rumo da vida (cf Jo 3:18). CBASD, vol. 5, p. 1033



JOÃO 3 – COMENTÁRIO PR. RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
6 de abril de 2018, 0:00
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