Reavivados por Sua Palavra


João 7 by Jobson Santos
10 de abril de 2018, 1:00
Filed under: João, Sem categoria
Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/joao/joao-capitulo-7/  

Comentário devocional:

Para sermos discípulos de Jesus, devemos conhecê-Lo intimamente e ser conscientes de Sua missão principal – não apenas realizar sinais e maravilhas, mas buscar e salvar o perdido.

Tal como os irmãos de Jesus, que queriam que ele deixasse a Galileia e fosse para a Judeia mostrar o que Ele poderia fazer, há momentos em que parecemos mais interessados nas boas obras da nossa igreja. Falamos de nossas grandes reuniões evangelísticas, nossos numerosos hospitais e universidades e outras grandes coisas que fazemos. Para isto tudo devemos ser gratos. No entanto, a nossa motivação deve ser sempre representar e glorificar a Deus por aquilo que fazemos, não a nós mesmos. Precisamos ser obedientes à Sua Palavra e estar prontos para aproveitar as oportunidades que Ele oferece.

Veja o exemplo de Jesus: “Fugindo à agitação e confusão da cidade, às turbas ansiosas e aos traiçoeiros rabis, Jesus desviou-Se para o sossego dos bosques das oliveiras, onde podia estar a sós com Deus” (A Ciência do Bom Viver, p 49).

Precisamos gastar tempo mais tranquilo com Jesus a partir de hoje. Pois é nesses momentos de solidão e comunhão com Ele que recebemos a promessa e poder do Espírito Santo para permanecermos ativos e fiéis até o dia da Sua Vinda.

Willie Oliver
Diretor Mundial do Departamento dos Ministérios da Família da IASD

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1250  
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli
Comentário em áudio Pr. Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/ReavivadosA/Reavivados10-04-2018.mp3  


JOÃO 7 – VÍDEO COMENTÁRIO PR. ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
10 de abril de 2018, 0:55
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JOÃO 7 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by jquimelli
10 de abril de 2018, 0:45
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JOÃO 7 – O Evangelho de João foi escrito porque a igreja cristã estava sendo invadida por pessoas que negavam a natureza humana ou a natureza divina de Cristo. Portanto, como observa Álvaro César Pestana, este livro é o evangelho…

• …Da divindade de Jesus, nenhum livro explora tanto essa questão.
• …Do Espírito Santo, a promessa de Sua vinda torna-se um elemento fundamental no final do livro.
• …Do amor de Deus. Amor pelo Filho, amor pelos homens; amor do homem para Deus e Jesus, e amor dos seres humanos de uns para com outros.
• …De milagres. O uso do termo “sinais” referindo-se aos milagres mostra que estes indicavam a ação de Deus entre humanos.

A partir do capítulo em pauta, nota-se a existência de um conflito. Oposição ferrenha levanta-se contra Cristo após os sinais revelados e os sermões proclamados.

1. Antes da festa dos tabernáculos que relembrava o tempo em que Israel viveu no deserto em casas tipo tendas os irmãos e irmãs de Cristo não acreditaram em Jesus (vs. 1-9; ver Levítico 23:34-44).
2. A multidão ia aumentando ao redor de Jesus, porém, os judeus alegavam que Ele não poderia ter vindo de Deus devido à uma cura realizada no sábado. Os argumentos da oposição atacaram os seguintes pontos:

• O caráter de Cristo: Uns discutiam que Ele era bom, outros questionavam alegando ser Ele um enganador (vs. 10-13);
• A doutrina de Cristo: Ao começar a ensinar no templo os judeus se admiraram com tanto conhecimento, por Ele não ter frequentado as escolas dos Rabis. Jesus aproveitou e questionou o ensino e as intenções assassinas de Seus opositores (vs. 14-19);
• A procedência de Cristo: Acusaram Jesus de estar possuído de demônio por revelar segredos do coração dos opositores que não conseguiam ver mais do que a mera superficialidade das coisas espirituais. Jesus declarou ter vindo de Deus (vs. 20-29).

3. Quanto mais Jesus falava pior ficava para Ele, mais confusão e oposição suscitavam mesmo num dia de festa (vs. 30-36).
4. No oitavo dia, encerrando a festa dos tabernáculos, as impactantes palavras de Jesus impressionaram a muitos positivamente, inclusive os guardas que saíram para prendê-lO e não O fizeram (vs. 37-53).

Quem não tem um coração disposto a obedecer não entenderá verdades espirituais (v. 17). Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



JOÃO 7 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
10 de abril de 2018, 0:30
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“Responderam eles: Jamais alguém falou como este Homem” (v.46).


De todos os ofícios e ocupações, creio eu que educar seja o mais desafiador de todos. Pelo menos, é esta a realidade para o educador verdadeiramente comprometido. As teorias e métodos de educação são os mais diversos. Mas, de todos os meios empregados neste sentido, nenhum deles jamais poderá superar o método de Jesus. Perante uma sociedade conduzida, em sua maioria, por mestres desprovidos dos princípios mais basilares, como o apreço e a compaixão por seus “alunos”, Jesus prosseguia em Seu ministério num paciente processo de educar com “aulas” prático-teóricas.

A rejeição à Sua metodologia de ensino, porém, era tão grande que “nem mesmo os Seus irmãos criam nEle” (v.5). Para a maioria, Seus atos de misericórdia afrontavam as tradições dos anciãos, e a profecia de Simeão (Lc 2:34-35) podia ser claramente observada entre uns que diziam: “Ele é bom. E outros: Não, antes engana o povo” (v.12). Em uma religião movida pelo medo (v.13), Jesus apresentou o amor, pois “o perfeito amor lança fora o medo” (1Jo 4:18). E Sua declaração seguinte revela a fonte de Sua sabedoria: “O Meu ensino não é Meu, e sim dAquele que Me enviou” (v.16).

Jesus estava diante de um povo que se orgulhava do templo, das tradições, dos rituais, mas que não conhecia a Deus (v.28) nem tampouco observava a Sua Palavra (v.19). Certamente, foi o corpo discente mais desafiador de toda a história, mas o mais privilegiado também. E, felizmente, nem tudo estava perdido, já que “muitos de entre a multidão creram nEle” (v.31). O incomparável Educador não Se limitava a subir nos púlpitos, pois que as montanhas e as relvas eram os mais aprazíveis cenários de Suas obras. E mesmo questionado quanto a Seu título acadêmico (v.15), Sua sabedoria e “reta justiça” (v.24), faziam os mais improváveis aprendizes declarar: “Jamais alguém falou como este Homem” (v.46).

Aprender na escola de Cristo requer de nós a submissão de discípulos. É, diariamente, entrar na sala de aula do Maravilhoso Conselheiro para ouvir as Suas palavras, falar com Ele, e só então colocá-las em prática. É aceitar o Seu convite: “Se alguém tem sede, venha a Mim e beba” (v.37). O resultado disso? A aprovação do Céu: “Quem crer em Mim, como diz a Escritura, do seu interior fluirão rios de água viva” (v.38). Que a nossa vida seja uma constante declaração: “Ele é o Cristo!” (v.41), de fato e de palavra. E que o Espírito Santo continue nos guiando até a nossa aprovação definitiva.

Bom dia, alunos da escola de Jesus!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus
#João7
#RPSP



JOÃO 7 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA by jquimelli
10 de abril de 2018, 0:25
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JOÃO 7 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by jquimelli
10 de abril de 2018, 0:20
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1. Passadas estas coisas. Denota transição de uma narrativa para outra, mas não indica se o intervalo é curto ou longo. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, p. 1082.

Matá-Lo. Nessa ocasião, “a Páscoa […] estava próxima” (6:4), e a frase “não desejava percorrer a Judeia” (7.1) indica que Jesus não esteve presente à Páscoa que então se aproximava. CBASD, p. 1082.

3. Deixa este lugar. Uma vez que os irmãos de Jesus O haviam rejeitado (Jo 6:66), esses irmãos deviam pensar que, ao manifestar poder na capital, o centro religioso da nação, Jesus
poderia recuperar parte do prestígio perdido. CBASD, p. 1082.

Teus discípulos. O ministério na Judeia produzira poucos resultados (ver com. de Mt 4:12; Jo 3:22). Contudo, Jesus tinha discípulos ali. Na verdade, Ele havia saído da Judeia devido a dificuldades que surgiram por causa de Sua popularidade junto às pessoas daquela região (Jo 4:1-3). CBASD, p. 1082, 1083.

4. Ao mundo. Esses “irmãos” desejavam que Jesus Se mostrasse abertamente às multidões reunidas em Jerusalém para a festa, e exibisse diante delas Seus maravilhosos milagres. Eles esperavam que os líderes testassem as reivindicações dEle e, caso Jesus fosse o Messias e Suas obras fossem genuínas, ansiavam que Ele fosse proclamado rei na sede de Seu reino e em meio às alegrias da
festa. CBASD, p. 1083.

5. Seus irmãos criam. Eles sabiam que Ele operava milagres, pois O viram realizá-los. … Mas, apesar dos milagres, eles estavam cheios de dúvida e descrença. Jesus não Se encaixava no conceito que tinham do Messias, e duvidavam que algum dia Ele viesse a Se encaixar. CBASD, p. 1083.

6. Ainda não chegou. Talvez Seus irmãos estivessem bem-intencionados, mas Jesus tinha um conhecimento mais amplo. Para Ele, os eventos da vida eram dirigidos por prazos estabelecidos por Deus, e havia um tempo apropriado para a realização de cada propósito. CBASD, p. 1083.

7. Mundo. Os irmãos solicitaram que Jesus Se mostrasse ao mundo (v, 4), mas Ele os lembrou de que o “mundo” O odeia (cf. Jo 15:18). As suposições deles (ver com. dos v. 3 e 4) eram falsas. Se Ele seguisse o que estavam propondo, nao receberia a aclamação que esperavam. Por outro lado, as simpatias os interesses deles eram como os do mundo. Assim, o mundo nao podia odiá-los pois mundo ama o que é seu (Jo 15:19). CBASD, p. 1083.

Testemunho a seu respeito. As pessoas se ressentem quando seus maus caminhos são expostos. Caim matou Abel “porque as suas obras eram más, e as de seu irmão, justas” (1 Jo 3:12). “Todo aquele que pratica o mal aborrece a luz” (Jo 3:20). CBASD, p. 1083.

10. Em oculto. Esta frase sugere que Ele nào viajou pelas rotas habituais das caravanas de peregrinos. Provavelmente escolheu uma rola pouco usada que atravessava a região de Samaria (cf. DTN, 452). CBASD, p. 1083.

11. Os judeus. Com esta expressão, geralmente João se refere aos representantes oficiais da nação e não ao povo comum (v. 12, 15). Havia, sem dúvida, considerável incerteza quanto à ida de Jesus à festa, já que Ele nao havia estado presente à Páscoa anterior (v. com de Jo 6:1; 7:1). CBASD, p. 1083.

14. Em meio. Uma vez que a festa continuava até o oitavo dia, a metade seria no quarto dia (cf. com. dos v. 2, 37). CBASD, p. 1084.

15. Letras. A surpresa não era porque Jesus sabia ler ou escrever, mas por Ele ser tão bem
informado e capaz de apresentar um discurso com tanto conhecimento. … O autodidata no estudo das Escrituras não era incomum, mas tal educação era considerada como bem inferior à do ensino das escolas rabínicas. CBASD, p. 1084.

16. Não é Meu. Jesus negou ser autodidata e, ao mesmo tempo, afirmou que Sua fonte de conhecimento era muito mais elevada do que a das escolas rabínicas. O próprio Deus era Seu mestre. CBASD, p. 1084.

17. Quiser fazer a vontade dEle. Um pré-requisito para se receber a luz é que a pessoa esteja disposta a seguir a verdade que venha a ser revelada. … A dificuldade para se descobrir o “que a verdade” na religião é um assunto comum de queixa. As pessoas falam das muitas diferenças entre os cristãos em assuntos de doutrina e pensam ser impossível decidir quem está certo. Em geral, essa suposta incapacidade para desvendar a verdade se torna uma desculpa para viver sem religião. CBASD, p. 1084.

18. Glória. Do gr. doxa. que aqui significa “honra”, “fama” “reputação”. … 0 Céu desaprova o orgulho e o egoísmo ver Mt 6:2,5,16). Aquele que exibe essas características não é um verdadeiro mestre. CBASD, p. 1085.

Verdadeiro. 0 adjetivo é aplicado a Jesus (Mt 22:16: Mc 12:14; Jo 7:18) e a Deus (Jo 3-33; 8:26;
Rm 3:4), mas no NT não é usado para seres humanos, exceto em 2 Coríntios 6:8. CBASD, p. 1085.

19. Não vos deu Moisés a lei? A palavra “lei” é aqui usada no sentido geral, referindo-se às instruções do Pentateuco. CBASD, p. 1085.

Ninguém dentre vós. Jesus elabora Seu argumento com base na premissa do v. 17. A vontade de Deus estava contida no Pentateuco, mas os judeus não estavam obedecendo à mesma. Por isso, eram incapazes de julgar se os ensinos de Jesus eram do Céu ou não. CBASD, p. 1085.

Matar-Me. Com frequência, os preconceitos e as opiniões individuais quanto ao que se constitui a obediência limitam a submissão à vontadfe divina. Muitos se contentam com o que é meramente exterior e poucos se esforçam para obter de Cristo Sua perfeita justiça. CBASD, p. 1085.

21. Um só feito. Isto é, a cura homem enfermo no dia de sábado por ocasião da última visita de Cristo a Jerusalém, 18 meses antes (Jo 5). CBASD, p. 1085.

a circuncisão … vem … dos patriarcas. A circuncisão não havia se originado cora Moises. Foi iniciada no tempo de Abraão como sinal da aliança (Gn 10-14; cf. Rm 401). 1085.

23. curado … ao todo. A circuncisão envolvia a reparação de apenas um membro do corpo. Jesus havia reparado o corpo todo. CBASD, p. 1085.

24. Reta justiça. A Jei tradicional judaica com relação ao sábado continha muitas provisões
mediante as quais ela própria podia ser burlada. Por exemplo, havia leis severas proibindo que fossem carregadas cargas no sábado, mas se os judeus quisessem transportar um objeto naquele dia, tinham meios de legalmente realizar seu objetivo. CBASD, p. 1086.

26. Nada Lhe dizem. As pessoas propõem uma possível razão: que investigações mais profundas teriam levado os líderes à conclusão de que Jesus era o Messias. CBASD, p. 1086.

Reconhecem. A argumentação das pessoas era equivocada. Os líderes continuavam determinados a eliminar Jesus. CBASD, p.1086.

28. Vós não somente Me conheceis. Jesus não negou os fatos quanto a Seus pais terrenos; também não Se deteve em discutir o argumento teológico deles. … Ele era conhecido em forma humana, mas desejava ser visto também em Sua divindade e filiação divina. CBASD, p. 1087.

A quem vós não conheceis. Os judeus tinham uma concepção distorcida do caráter do Pai celestial. Séculos de obstinação o rebelião os havia impedido de ver a Deus como Ele realmente é: um Pai bondoso e misericordioso. Pensavam que Ele fosse cruel e severo e, em vários aspectos, muito diferente das divindades pagãs adoradas pelas nações vizinhas. Por meio de Jesus, Deus queria corrigir essa errônea concepção. Quando as pessoas contemplassem Aquele que Deus havia enviado, deveriam obter uma noção de como era o Pai (ver com. de Jo 1:18). Jesus declarou: “Quem Me vê a Mim vê o Pai” (Jo 14:9). Ao rejeitar Jesus, os judeus rejeitaram a revelação do Pai sobre Si mesmo e, assim, continuaram a desconhecê-Lo. CBASD, p. 1087.

31. Maiores sinais. A pergunta em grego sugere resposta negativa. A seguinte tradução ilustra a força desta construção: “Ele não fará maiores sinais do que este, fará?”. CBASD, p. 1087.

32. Guardas. Presumivelmente, os policiais do templo. CBASD, p. 1087.

34. Haveis de procurar-Me. A referência deve ser ao juízo futuro, quando pessoas lamentariam ter rejeitado a Cristo, mas buscariam a salvação em vão, porque seria tarde demais (ver Jr 8:20; Am 8:11, 12; Mt 7:21-23; 25:11. 12; Lc 13:25-30). CBASD, p.1087.

35. A Dispersão. Do gr. diáspora, palavra técnica que se refere aos judeus dispersos por toda a extensão do mundo antigo após o exílio. CBASD, p. 1087.

36. Que significa […]? Os judeus não conseguiam entender a enigmática declaração. nem Pedro pôde captar as implicações daquilo que Jesus afirmava (Jo 13:37). CBASD, p. 1087.

37. Se alguém tem sede. Estas palavras de Jesus, sem dúvida, fazem referência à cerimônia da libação de água realizada durante os sete dias de festa. CBASD, p. 1088.

Venha a Mim.Durante sete dias sucessivos as pessosas testemunhavam a cerimônia da libação da água e participavam de outras atividade da festa, mas havia pouca coisa para satisfazer os anesios da vida espiritual. Entre essas, desta vez, estava Aquele que é a fonte da vida e que podia fornecer as águas vivas que saciariam a todas as necessidades. Os cristãos genuínos podem testificar da satisfação encontrada em Cristo, pois encontraram nEle mais do que esperavam; provaram Sua paz, e as dúvidas e temores foram removidos; encontrara, graça na medida de sua necessidade e força equivalente às exigências de cada dia. Muitas vezes ficaram desapontados com eles mesmos, mas nunca se desapontaram com Cristo. CBASD, p. 1088.

50. Nicodemos. Aquele que procurou Jesus à noite então falou em Seu favor durante o dia. Sua declaração foi uma resposta à pergunta dos líderes: “Porventura, creu nEle alguém dentre as autoridades ou algum dos fariseus?” (v. 48). CBASD, p. 1089, 1090.

51. Sem primeiro ouvi-Lo. Nicodemos pede um tratamento justo e reto, segundo a lei. Quando
Jesus foi, mais tarde, preso e eondenado à morte, foram quebradas muitas regras da jurisprudência judaica (ver Nota Adicional a Mateus 26). CBASD, p. 1090.

52* Também tu és da Galileia? Com esta pergunta, os líderes buscam se evadir à questão de Nicodemos, para a qual só poderia haver uma resposta. Os fariseus deixam implícito que Nicodemos se juntou aos galileu simpatizantes de Jesus. O ciúme exclusivista deles se reflete no desprezo pelos judeus galileus, que eram menos cultos (ver com. de Jo 7:49). CBASD, p. 1090.

Levanta. Evidências textuais (cf. p. 136) apoiam a variante “se levantou”. Este texto enfatizaria a confusão das ideias deles, pois seriam incapazes de defender uma generalização assim. CBASD, p. 1090.




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