Reavivados por Sua Palavra


Atos 4 by Jobson Santos
28 de abril de 2018, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/atos/atos-capitulo-4/

Comentário devocional:

Infelizmente, quando milagres acontecem, o diabo trabalha procurando parar as bênçãos. Por essa razão não demorou muito até Pedro e João serem presos pelos líderes religiosos da época e rudemente questionados, “Com que poder ou em nome de quem vocês fizeram isso?” (v. 7, NVI). Eles poderiam ter ficado com medo e respondido de forma a contornar a questão ou tirar o foco de Jesus. Afinal de contas, eles sabiam o que havia acontecido com Jesus. Ele fora crucificado! Mas eles não tentaram encobrir a verdade. Em vez disso, Pedro, com ousadia, respondeu: “saibam os senhores e todo o povo de Israel que por meio do nome de Jesus Cristo, o Nazareno, a quem os senhores crucificaram, mas a quem Deus ressuscitou dos mortos, este homem está aí curado diante dos senhores” (v. 10).

Está chegando a hora em que todos os cristãos fiéis serão levado aos tribunais por causa de sua fé. Na verdade, muitos de nossos irmãos ao redor do mundo já estão experimentando este tipo de provação. Mas a Bíblia nos diz: “Amados, não se surpreendam com o fogo que surge entre vocês para os provar, como se algo estranho lhes estivesse acontecendo. Mas alegrem-se à medida que participam dos sofrimentos de Cristo, para que também, quando a sua glória for revelada, vocês exultem com grande alegria” (1 Pedro 4:12, 13, NVI).

Em Mateus 10:32 somos lembrados das palavras de Jesus: “Quem, pois, me confessar diante dos homens, eu também o confessarei diante do meu Pai que está nos céus”

O objetivo da nossa vida deve ser esse: obter a aprovação de Deus e não dos homens. Portanto, não importa o que aconteça, seja fiel a Deus hoje!

Melody Mason
Líder do programa Unidos em Oração
Conferência Geral da IASD

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1268
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli
Comentário em áudio Pr. Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/ReavivadosA/Reavivados28-04-2018.mp3


ATOS 4 – VÍDEO COMENTÁRIO PR. ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
28 de abril de 2018, 0:55
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ATOS 4 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
28 de abril de 2018, 0:45
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ATOS 4 – Não existe nada mais poderoso que um cristão moldado e nutrido pela Palavra divina e fortalecido pela oração. Igrejas que não se esforça para manter unida a Palavra e a oração enfraquecem frente a qualquer tentação ou provação.

A pregação suscita oposição; a oposição faz prosperar a igreja cheia do Espírito Santo. A oposição à igreja de Deus se levanta de onde deveria haver apoio. Observando a crescente popularidade do nome de Jesus na sociedade, os líderes eclesiásticos mandaram prender Pedro e João para que não pregassem mais o Cristo crucificado, ressurreto dos mortos e prestes a vir (vs. 1-3).

• Pedro, que algumas semanas antes negara aa seu Senhor movido por medo, age destemidamente; sem vestígio de medo, desafia as autoridades eclesiásticas que induziram a morte de Jesus (vs. 9-12, 19-20).

Sacerdotes e guardas prendem aos discípulos por perturbação e heresia. O problema é que, quem, de fato, perturba, é o perseguidor e acusador daqueles que verdadeiramente servem a Cristo. Analise a história através da Palavra de Deus e verás esta infeliz constatação. Contudo, a Palavra chegou até nós, depois de 2000 anos de perseguição, martírio e opressão, pelo poder que existe nela vinculado à oração (vs. 4-31).

Aqueles que são ameaçados pela força ou argumentos humanos encontram refúgio e solução no poder da oração ligado à Palavra de Deus. Os crentes em comunhão entre si e com Deus…

1. …exaltam a onipotência do Criador revelado na criação (v. 24);
2. …que se baseia na Palavra divina discorrem sobre os opositores do Ungido do Senhor (vs. 25-28);
3. …não pedem tranquilidade e sossego, apenas que Deus observe as ameaças e, suplicam por mais ousadia para continuar a missão de compartilhar a Palavra acompanhada de poder sobrenatural (vs. 29-30).

A oração é comunhão com Deus e une os membros da igreja de Cristo (vs. 32-37). A oração não é uma estratégia psicológica sem sentido. Pois, certamente, Deus ouve nossas orações quando saem do coração com sinceridade. Deus confirma o recebimento no céu fazendo a terra tremer (v. 31).

O resultado na igreja?

• Ousadia na pregação;
• Reverência;
• Oportunidade para avançar com a missão;
• Altruísmo, desprendimento, em vez de egoísmo;
• Unidade.

Apesar das ameaças desafiadoras, a igreja que ora avança poderosamente pregando a Palavra. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



ATOS 4 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
28 de abril de 2018, 0:30
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“Da multidão dos que creram era um o coração e a alma. Ninguém considerava exclusivamente sua nem uma das coisas que possuía; tudo, porém, lhes era comum” (v.32).


A maravilhosa cura e o ousado discurso de Pedro despertou o interesse de milhares de judeus. Tanto, que muitos “dos que ouviram a palavra a aceitaram, subindo o número de homens a quase cinco mil” (v.4). Não obstante, alguns ficaram “ressentidos por ensinarem eles o povo e anunciarem, em Jesus, a ressurreição dentre os mortos” (v.2). Os sacerdotes e os saduceus, bem como “as autoridades, os anciãos e os escribas” (v.5), reuniram-se a fim de interrogar a Pedro e João.

Com intrepidez e “cheio do Espírito Santo” (v.8), Pedro passa a lhes falar como se tivesse frequentado a escola dos rabis e, tanto ele, como João, demonstram que, acima da educação judaica está aquela em que Cristo é o excelente Mestre. Contudo, se ainda assim as palavras não fossem suficientes, a prova maior estava “com eles”, de forma que aqueles líderes judeus “nada tinham que dizer em contrário” (v.14). E debaixo de várias ameaças, os discípulos permaneceram firmes em sua fé, sendo esta a resposta de ambos: “Julgai se é justo diante de Deus ouvir-vos antes a vós outros do que a Deus; pois nós não podemos deixar de falar das coisas que vimos e ouvimos” (v.19-20).

Aqueles homens estavam sendo impedidos de exercer livremente a sua fé. Eram considerados traidores da nação pelos rabinos judeus, que estudavam a melhor forma de coibir a sua pregação. Nem imaginavam que o movimento que apontavam como uma ameaça era, na verdade, o início de uma ceifa que está prestes a amadurecer (Ap 14:15). As primícias do ministério terrestre de Cristo compunham uma igreja que orava. Uma igreja que, ainda que odiada e perseguida, não temia enfrentar a represália com um “Assim diz o Senhor”. Uma igreja onde “ninguém considerava exclusivamente sua nem uma das coisas que possuía; tudo, porém, lhes era comum” (v.32). Era a igreja dentro de uma igreja. Daí, vem a pergunta: Onde está esta igreja?

Avancemos para o livro do Apocalipse. Eis a igreja de nossos dias, descrita pelo próprio Jesus: “Conheço as tuas obras, que nem és frio nem quente. Quem dera fosses frio ou quente! Assim, porque és morno e nem és quente nem frio, estou a ponto de vomitar-te da Minha boca; pois dizes: Estou rico e abastado e não preciso de coisa alguma, e nem sabes que tu és infeliz, sim, miserável, pobre, cego e nu” (Ap 3:15-17). Este é o retrato escrito da última igreja de Cristo na Terra. Uma igreja que se orgulha do que tem enquanto Jesus está do lado de fora! Ele mesmo diz que está à porta e bate (Ap 3:20). Ah, meus irmãos, Jesus é um cavalheiro, Ele jamais vai entrar em lugar algum sem ser convidado! Ele está à porta. Ele bate. Ele não desiste. Mas Ele nunca vai invadir a minha e a sua vida, porque Ele não invade, Ele espera para entrar com a devida permissão.

Aquela igreja orou! Aquela igreja clamou! Aquela prima comunidade cristã estava unida como um só coração e alma. Talvez, o nosso maior problema, hoje, seja exatamente a liberdade de crença da qual tanto nos orgulhamos. Porque é no fogo que se forja o mais puro ouro. Assistindo a um sermão na internet, me deparei com a seguinte citação de um professor universitário ateu, que parecia descrever em detalhes a igreja de Laodiceia:

“É possível que nós estejamos num dos momentos mais religiosos da história humana, haja vista a grande quantidade de manifestações, associações, instituições, congressos e etc. É possível. E é possível que uma parte dessa nova religiosidade tenha a ver com a imersão de um homem líquido, que dá muito pouca importância a algo que não lhe favoreça… Hoje, o desafio é cristianizar os cristãos, e parar de dizer ‘Senhor, Senhor’ e começar a entender o desafio que significa uma opção de entrega. Como enfrentar um ambiente que é formalmente religioso e na prática é completamente egoísta?… Como falar de Deus pra quem tem Deus no carro, na casa, na camiseta, mas só não tem Deus no coração e na atitude?… Como falar da Lei para os doutores da Lei, para os escribas e fariseus; aqueles que pagam o dízimo sobre o cominho e não entenderam o básico? Esse é o desafio contemporâneo do mundo líquido”.

Uau! Como contrargumentar o que tem sido tão evidente em nosso meio? A igreja cristã primitiva crescia não porque as pessoas iam em busca de bênçãos, mas porque, verdadeiramente, desejavam ser uma bênção. Oh, meus irmãos, precisamos, em nome de Jesus, deixar de sermos cristãos rasos, que não têm profundidade, que não têm o mínimo necessário para que as pessoas encontrem em nós a imagem do Deus que afirmamos seguir! Que neste sábado, as nossas palavras e ações não sejam motivadas por fotografias ou curtidas nas redes sociais, mas, que movidos pelo Espírito Santo, a nossa vida seja uma bênção aos nossos semelhantes, ainda que apenas visualizados pelo Céu.

Feliz sábado, igreja abençoadora!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus
#Atos4
#RPSP



ATOS 4 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by jquimelli
28 de abril de 2018, 0:20
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1 Falavam eles ainda. Nesta época e mesmo depois, as atividades dos apóstolos interessavam profundamente às hostis autoridades judaicas. A notícia da cura do coxo deve ter se espalhado com rapidez pela cidade e, pela primeira vez desde a crucifixão, os líderes do Sinédrio que condenaram o Senhor, entraram em contato novamente com o cristianismo. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 154.

2 Anunciarem, em Jesus, a ressurreição. Os apóstolos pregavam a doutrina da ressurreição “em Jesus”, isto é, falando de Sua ressurreição, a qual servia de prova da ressurreição geral dos mortos, doutrina que os saduceus rejeitavam. CBASD, vol. 6, p. 155.

4 Porém aceitaram. Os novos cristãos não se deixaram deter pela prisão dos apóstolos. Creram em Jesus, a quem Pedro havia anunciado como o profeta predito por Moisés. Cada indivíduo que creu passou a fazer parte do crescente grupo de conversos que aderiu à igreja. CBASD, vol. 6, p. 156.

7 Com que poder[…]? Os líderes admitiam que o coxo fora curado por uma manifestação de poder, era algo óbvio demais para se negar. Mas a pergunta lançava a suspeita de que o milagre fora resultado de poder do mal, uma sugestão semelhante à acusação lançada sobre Jesus. CBASD, vol. 6, p. 157.

8 Autoridades do povo. O cristão deve demonstrar respeito pelas autoridades (Mt 22:21; Rm 13:7; I Pe 2:13-17). CBASD, vol. 6, p. 157.

10 A quem vós crucificastes. Há uma ousadia surpreendente nesta declaração. Pedro não hesita em declarar que, embora Pilatos tenha dado a sentença formal, foram eles, os homens que o interrogavam, é que haviam crucificado Jesus. Ele não se intimidou em confessar que o Nazareno era o Messias. Pedro proclama que Cristo
ressuscitara dos mortos e continuava a curar assim como no período que passou na Terra. CBASD, vol. 6, p. 158.

12 Nenhum outro nome. Pedro havia aprendido a ligar ao nome a personalidade e o poder de quem tinha o nome. Para quem o conhecia e aceitava, o nome de Jesus Cristo era a única fonte de livramento e salvação. CBASD, vol. 6, p. 158.

13 Pedro e João. O autor não relata João falando, mas, sem dúvida, por seu porte e influência, ele também revelou coragem. CBASD, vol. 6, p. 159.

16 Não o podemos negar. A estrutura da declaração sugere não só o desejo de negar, mas também a admissão da falta de qualquer poder de fazê-lo. Eles tinham as evidências, mas se recusaram a seguir a conclusão lógica e aceitar o Cristo que demonstrara poder. Tal recusa é pior do que nunca ter ouvido a verdade. CBASD, vol. 6, p. 160.

17 Divulgação. Os líderes temiam que a história do milagre se espalhasse pela cidade e pelo país, resultando na aceitação generalizada de Jesus Cristo como Messias e Filho de Deus. Esta seria a conseqüência lógica e, sem dúvida, muitos foram conduzidos à fé em Cristo dessa maneira. CBASD, vol. 6, p. 160.

18 Nós não podemos deixar de falar. Eles eram apóstolos de Jesus que haviam recebido a ordem expressa de testemunhar dEle. CBASD, vol. 6, p. 161.

24 Levantaram a voz. Depois de ouvir o relato dos apóstolos, os cristãos reunidos ergueram a voz em louvor e adoração ao Deus que interviera de maneira tão marcante. CBASD, vol. 6, p. 162.

31 Tremeu o lugar. Ao se levar em conta outras manifestações da presença do Espírito de Deus, pode-se concluir que este tremor não foi um terremoto, mas um evento sobrenatural. Foi uma renovação da maravilha ocorrida no dia de Pentecostes. CBASD, vol. 6, p. 164.

33 Com grande poder. O testemunho dos apóstolos não era apresentado na forma que eles próprios possuíam, mas num poder que jamais poderiam criar dentro de si. O Espírito divino, doador de energia, estava neles. CBASD, vol. 6, p. 165.

36 Barnabé. Esta é a primeira referência a Barnabé, o homem que viajaria com Paulo na primeira jornada missionária. […] Era parente de João Marcos (Cl 4:10), que habitava em  Jerusalém (At 12:12). CBASD,
vol. 6, p. 166.



Compilado por TatianaW



ATOS 4 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
28 de abril de 2018, 0:15
Filed under: Sem categoria




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