Reavivados por Sua Palavra


João 15 by Jobson Santos
18 de abril de 2018, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/joao/joao-capitulo-15/

COMENTÁRIO DEVOCIONAL:

Como ramos humanos com mentalidade independente, tendemos a nos desconectar da videira e a trilhar o nosso próprio caminho aprazível, tentando ser produtivos sem permanecer conectados à Videira. O desempenho substitui a conexão.

Jesus sabia que a humanidade preferiria produzir frutos através de seus próprios esforços. Permanecer conectado à Videira é difícil porque envolve uma intimidade e dependência que muitos nunca experimentaram em relacionamentos humanos. Consequentemente, eles se tornam limitados em sua capacidade de se conectar, tanto a Cristo quanto a outros. O estilo de vida auto-suficiente é adotado porque faz com que as pessoas se sintam mais seguras. Assim muitos pensam que bons frutos são produzidos por uma vida de moralidade e trabalho árduo. O trabalhar para Cristo substitui a conexão com Cristo. A intimidade é trocada por estar sempre ocupado fazendo obras para o Mestre.

No entanto, Cristo diz que permanecer conectado é o que leva à alegria, à produtividade e à capacidade de amar. A intimidade relacional produz alegria e, neurologicamente, isto produz em nossos cérebros a mais plena satisfação. Sem conexão com a Fonte do Amor, ficamos sem alegria, sem poder e sem amor.

Depois de encorajar a conexão relacional, Cristo adverte que o mundo nos rejeitará e abusará de nós. Sem essa conexão vital com Cristo, não seremos capazes de lidar com a perseguição, as provações e o sofrimento.

A conexão com Cristo gera resiliência e perseverança. Ela nutre nossos corações com a Sua alegria, que é nossa força!

Lori Engel
Capelã (atualmente aposentada)
Eugene, Oregon, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1258
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli
Comentário em áudio Pr. Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/ReavivadosA/Reavivados18-04-2018.mp3  

 



JOÃO 15 – VÍDEO COMENTÁRIO PR. ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
18 de abril de 2018, 0:55
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JOÃO 15 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by jquimelli
18 de abril de 2018, 0:45
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JOÃO 15 – Estar ligado a Jesus significa desligar-se do mundo; isso resulta em ser estranho e perseguido no mundo.

O capítulo em pauta pode ser assim dividido, como sugere o Comentário Bíblico Adventista:

1. A consolação e o amor mútuos entre Cristo e Seus seguidores, representados na parábola da videira (vs. 1-17);
2. Conforto em meio ao ódio e à perseguição do mundo (vs. 18-25);
3. O trabalho do Espírito Santo e dos apóstolos (vs. 26-27).

Cristianismo é relacionamento íntimo com Cristo. É ligação constante a Ele em toda situação. “O propósito fundamental da analogia da vara da videira era descrever um relacionamento permanente entre Cristo e o crente, semelhante ao firmado entre Israel e Yahveh, para que desse muito fruto (cf. Is. 5:2; Os 10:1)” (William E. Hull).

• Sem relacionamento íntimo entre o pecador perdoado e o Cristo encarnado não existe cristianismo verdadeiro.
• Os cristãos falsos serão descartados como imprestáveis, inúteis, indignos do Céu.
• Os frutos evidenciam os verdadeiros cristãos em relação aos falsos, sem frutos.
• Deus opera, através da poda, o amadurecimento do cristão genuíno.

“Por todo o discurso de despedida o objetivo básico era definir o modo como os discípulos, após a partida de Jesus, deviam reproduzir, em sua vida comunitária, e então ampliar, através da história, estas realidades centrais da vida terrena de seu Senhor. Depois de reunir Seus seguidores no círculo de amor que compartilhava com o Pai (15:1-7), Jesus agora os convida a entrar na arena da luta que travariam com o mundo. Ironicamente, receberiam o privilégio de se identificarem com Jesus não somente por darem muito fruto, mas também por terem que enfrentar muita perseguição” (Hull).

• Permanência na Palavra e a perseverança na oração produzem o sucesso na existência cristã.
• Frequência na obediência do discípulo de Cristo resulta da consciência de sua dependência.
• Amor é a essência do discípulo persistentemente ligado a Cristo.
• Dificuldades provocadas pelo mundo devem gerar paciência e confiança no crente, ciente de que o Espírito Santo atuará para seu bem em toda circunstância.

Os verdadeiros e fervorosos crentes na década de 1870 reconheceram: “Tínhamos inimigos implacáveis na cidade que vigiavam cada passo que dávamos e estavam prontos a usar qualquer ação imprudente para nos prejudicar” (J. N. Loughborough).

Apesar dos desafios, reavivemo-nos biblicamente! – Heber Toth Armí.



JOÃO 15 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
18 de abril de 2018, 0:30
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“Eu sou a Videira, vós, os ramos. Quem permanece em Mim, e Eu, nele, esse dá muito fruto; porque sem Mim nada podeis fazer” (v.5).


A ilustração da videira não foi algo exclusivo do discurso de Cristo. O profeta Isaías também usou desta parábola para descrever a situação moral e espiritual do antigo Israel: “Porque a vinha do Senhor dos Exércitos é a casa de Israel” (Is 5:7). Porém, a descrição do profeta nem se compara ao perfeito símbolo apresentado por Jesus. Israel havia se rebelado contra Deus. “Ele esperava que desse uvas boas, mas deu uvas bravas” (Is 5:2). Jesus então Se apresenta como “a Videira verdadeira” (v.1) e aponta Seus discípulos como sendo os ramos. E todo ramo que permanece em Cristo, “esse dá muito fruto” (v.5).

Na agricultura, ramos que não dão fruto são ramos que só prejudicam a produtividade da planta, mas devem ser removidos com cuidado para que, ao retirá-los, os ramos bons não sejam atingidos. Observem que, na vida espiritual, o “Pai é o agricultor” (v.1). Cumpre a Ele julgar o destino de cada ramo. Portanto, quando Ele corta algum ramo, Ele o faz sem o risco de atingir os demais. Quanto ao ramo que dá fruto, Ele o limpa, “para que produza mais fruto ainda” (v.2).

A obra de limpeza também requer cuidados que podem ser dolorosos e invasivos, mas que são necessários a fim de que haja constante crescimento. Tiago bem descreveu este processo: “Meus irmãos, tende por motivo de toda alegria o passardes por várias provações, sabendo que a provação da vossa fé, uma vez confirmada, produz perseverança. Ora, a perseverança deve ter ação completa, para que sejais perfeitos e íntegros, em nada deficientes” (Tg 1:2-4).

A prova que nos aguarda ou que já está diante de nós não tem a ver com coisas ou pessoas, mas com fidelidade aos preceitos divinos. Assim como Sadraque, Mesaque e Abede-Nego tiveram de passar pela fornalha de fogo ardente pela firme obediência aos dois primeiros mandamentos do Decálogo (Êx 20:3-6), eis que o inimigo já está acendendo as fogueiras da última perseguição.

O que definirá se os ramos são bons ou são ruins será exatamente a atitude daqueles que, à semelhança dos jovens hebreus na corte babilônia, não temerem as consequências porque confiam nAquele que prometeu: “quando passares pelo fogo, não te queimarás, nem a chama arderá em ti” (Is 43:2). O teste do amor a Deus sempre foi a obediência. Foi assim no Éden, no dilúvio, no monte Moriá, na trajetória de Israel. Toda a Escritura revela que o amor gera obediência e o discurso de Jesus não foi diferente: “Se guardardes os Meus mandamentos, permanecereis no Meu amor” (v.10). “Vós sois Meus amigos, se fazeis o que Eu vos mando” (v.14). “Isto vos mando: que vos ameis uns aos outros” (v.17).

Assim como a lei revela o nosso pecado e necessidade de um Salvador, a vinda do Messias também foi uma forma de assinalar os nossos pecados (v.22). Se a vida de Cristo é o nosso perfeito exemplo, o qual devemos seguir, precisamos permanecer nEle e nEle buscar toda a força vital necessária para sermos ramos frutíferos para a glória do Pai (v.8). Este processo requer renúncia do eu e completa dependência de Deus, pois que amar como Cristo amou certamente redundará em ser perseguido como Ele foi (v.20). Paulo exprimiu esta verdade em sábias palavras de instrução ao jovem Timóteo: “Ora, todos quantos querem viver piedosamente em Cristo Jesus serão perseguidos” (2Tm 3:12).

Amados, “amar como Jesus amou” pode não ser tão poético quanto à letra da canção. Quando o povo do advento verdadeiramente amar como Cristo nos amou, isto causará uma reação em cadeia que abalará o mundo na última grande sacudidura. Quem antes era adepto de uma simples cortesia, mas que não revelou fruto digno de arrependimento, se unirá às fileiras dos perseguidores que odiarão o povo de Deus “sem motivo” (v.25). Mas se levantará um povo conduzido pelo “Espírito da verdade” (v.26) tão firme na Videira e tão constante em produzir bons frutos, que dará testemunho de Jesus ainda que severamente provado.

O verdadeiro amor não é aquele que conquista o mundo, e sim aquele que permanece ainda que o mundo o odeie. “Lembrai-vos” (v.20) de que a vitória final será dos fiéis: “Sê fiel até à morte, e dar-te-ei a coroa da vida” (Ap 2:10).

Bom dia, fiéis amigos de Jesus!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus
#João15
#RPSP



JOÃO 15 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA by jquimelli
18 de abril de 2018, 0:25
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JOÃO 15 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by jquimelli
18 de abril de 2018, 0:20
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Contagem de palavras: 1159

1 Agricultor. Anteriormente, Deus tomara “uma videira do Egito” (SI 80:8), plantando-a na terra de Canaã. Então, Ele tomou outra vinha, Seu próprio Filho, e a plantou na terra de Israel (ver DTN, 675). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 1159.

2 todo ramo. …o cristão é dependente da união com Cristo para uma vida espiritual frutífera. CBASD, vol. 5, p. 1159.

Não der fruto. Daquele que professa estar em Cristo espera-se a produção de frutos adequados. Esses frutos também são chamados de “frutos do Espírito” (Gl 5:22; E f 5:9) ou “frutos de justiça” (Fp 1:11; cf. Hb 12:11), que são evidentes no caráter e na vida. Quando esses “bons frutos” (Tg 3:17) estão ausentes, torna-se necessário cortar o ramo infrutífero. CBASD, vol. 5, p. 1159.

Corta . Do gr. airo, “remover”, “tirar”. Limpa . Do gr. kathairo, “para limpar”, neste caso, por meio da remoção de crescimento inútil. Há um jogo de palavras no grego entre airõ (“cortar”) e kathairo (“limpar”) que não pode ser reproduzido em português. O caráter é “purificado” através de testes e provações da vida. O Pai, o lavrador celeste, supervisiona o processo. E, embora pareça dolorosa, a disciplina “produz fruto pacífico aos que têm sido por ela exercitados” (Hb 12:11). CBASD, vol. 5, p. 1159.

Mais fruto. Não pode haver vida sem crescimento. Enquanto há vida, existe a necessidade de desenvolvimento contínuo. O aperfeiçoamento do caráter é obra da vida inteira (ver PJ, 65, 66; ver com. de Mt 5:48).CBASD, vol. 5, p. 1159.

3 palavra. Resume a mensagem de Jesus. Bíblia de Estudo NVI Vida.

4 permaneçam em Mim. O ramo sem contato com a videira não tem vida.Bíblia de Estudo NVI Vida.

6 Se alguém não permanecer. Esta condição desfaz a ilusão “uma vez salvo pela graça, salvo para sempre”. É possível àqueles que estão em Cristo romperem a conexão com Ele e se perderem (ver com. de Hb 6:4-6). A condição para ser salvo é permanecer em Cristo até o fim. CBASD, vol. 5, p. 1159.

7 Se permanecerdes em Mim. A permanência é recíproca, como se expressa no v. 4. Enquanto permanece em Cristo, Ele habita no ser humano e este se torna participante da natureza divina (2Pe 1:4). Seus pensamentos se identificam tanto com a vontade divina que apenas pedidos que estejam em harmonia com essa vontade são feitos (ver lJo 5:14; DTN, 668). Além disso, nenhum pecado interfere para impedir a resposta favorável. CBASD, vol. 5, p. 1160.

as Minhas palavras permanecerem. Isto mostra que a habitação de (ou permanência em) Cristo não é uma experiência mística ou inexplicável. As pessoas recebem a Cristo pela aceitação de Sua palavra. Enquanto se alimentam da Palavra, essas pessoas têm a mente iluminada por ela (ou pelo Espírito Santo). E, quando elas escolhem inteligentemente seguir e obedecer a Palavra, pelo poder capacitador do Céu, Cristo, a esperança da glória, transforma-as interiormente (Cl 1:27). Além disso, para essa experiência ser constante, elas precisam se alimentar diariamente da Palavra (ver com. de Jo 6:53). CBASD, vol. 5, p. 1160.

8. Muito fruto. O agricultor é honrado quando suas plantas produzem bem. Da mesma forma, a glória é dada a Deus quando Sua imagem é refletida na vida de Seus seguidores. Satanás alega que as exigências de Deus são severas e que a humanidade não pode atingir o ideal da perfeição cristã. Portanto, o caráter de Deus é vindicado quando o ser humano, pela graça de Deus, se torna participante da natureza divina.CBASD, vol. 5, p. 1160.

9 permanecei no Meu amor. Permanecer em Cristo significa estar abrigado em Seu amor. E animador saber que o amor de Cristo por nós é tão permanente quanto o amor do Pai para com o Filho. Mais do que isso, “o próprio Pai vos ama” (Jo 6:27) da mesma forma que ama o Filho (Ellen White, RH, 04/11/1890). CBASD, vol. 5, p. 1160.

10 mandamentos de Meu Pai. Sua vida sem pecado provou que é possível ao ser humano, com a ajuda divina, guardar os mandamentos (ver DTN, 24). CBASD, vol. 5, p. 1160.

11 Meu gozo. A alegria de Cristo repousava na consciência de uma missão cumprida com fidelidade. O Salvador se alegrava em cumprir o propósito divino na redenção do ser humano, a fim de que a humanidade pudesse ser salva. O objetivo de Sua vida era glorificar o Pai. CBASD, vol. 5, p. 1160.

O caminho do cristão nunca é enfadonho. Bíblia de Estudo NVI Vida.

vosso gozo. A alegria é o segundo fruto do Espírito alistado por Paulo (Gl 5:22).A verdadeira alegria não está no riso frenético ou no entusiasmo passageiro causados pelos prazeres superficiais do mundo. O cristão encontra alegria em desfrutar o amor de Cristo, nas vitórias conquistadas e no auxílio desinteressado ao próximo. A completa alegria só será alcançada no mundo por vir, mas grande alegria pode ser experimentada aqui e agora por aqueles que permanecem em Cristo. CBASD, vol. 5, p. 1160.

13. maior amor. O “novo mandamento” (Jo 13:34; cf. 15:12) ordenado aos discípulos é amar uns aos outros como Jesus os amou Jesus veio revelar a extensão desse amor, que O levou a dar a vida por eles. No entanto, Seu amor excedeu aquilo que Ele recomenda: “Enquanto nós ainda éramos pecadores” Ele morreu por nós (cf. Rm 5:6-8). CBASD, vol. 5, p. 1159, 1161.

18 se o mundo vos odeia. Eles sofreriam o ódio do mundo, mas entre os crentes deveria haver amor (v. 17). Eles seriam capazes de enfrentar o amargo conflito com o mundo, sem temor (Lc 22:24). O mundo odeia aqueles cujos interesses e simpatias estão em desacordo com ele (ver com. de Jo 7:7). CBASD, vol. 5, p. 1161.

19 se vós fôsseis. A condição não é confortável, de acordo com o sentido do texto grego. Eles tinham sido do mundo, mas atenderam ao apelo de Jesus para sair do mundo. CBASD, vol. 5, p. 1161.

odeia. Os motivos que despertam o ódio do mundo são: “permanecer” em Cristo (v. 4),
produzir frutos da justiça (v. 5) e manifestá-los (v. 16). As obras do mundo são reprovadas pela vida justa e pelo testemunho do cristão (Jo 7:7; IJo 3:13). Robertson faz a seguinte indagação: “Será que o mundo nos odeia? Se não, por que não? Será que o mundo tem se tornado mais mais cristão ou os cristãos, mais mundanos?” CBASD, vol. 5, p. 1161.

perseguirão a vós. Jesus já tinha avisado isto anteriormente (ver Mt 10:17-23). Ele não queria que os discípulos se desanimassem quando enfrentassem forte perseguição. Quão efetivamente essa lição fora aprendida seria visto mais tarde na coragem com o qual eles enfrentariam espancamento, prisão, tortura e morte (At 5:41; 16:22-25; etc.). Ao enfrentar perseguição (ICo 11:23-28; 2Co 4:8-12), Paulo pôde dizer: “Porque a nossa leve e momentânea tribulação produz para nós eterno peso de glória” (2Co 4:17). CBASD, vol. 5, p. 1161.

22 pecado não teriam. “Ora, não levou Deus em conta os tempos da ignorância” (At 17:30). Uma vez que Jesus veio e revelou o caminho da salvação, os judeus não tinham desculpa. Que maior revelação de Si mesmo Deus poderia ter-lhes dado? Pecaram em não aceitar Jesus, “o caminho, e a verdade e a vida” (Jo 14:6). “Aquele que sabe que deve fazer o bem e não o faz, nisso está pecando” (Tg 4:17). No julgamento, as pessoas serão condenadas, não por terem errado, mas por terem “negligenciado as oportunidades enviadas pelo Céu, para conhecer a verdade” (DTN, 4 9 0 ) .CBASD, vol. 5, p. 1162




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