Reavivados por Sua Palavra


João 9 by Jobson Santos
12 de abril de 2018, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/joao/joao-capitulo-9/

Comentário devocional:

Ser capaz de ver é, sem dúvida, um dos maiores dons de Deus. Algo que tomamos como certo até perdermos a visão devido a alguma fatalidade. Um dos presentes mais incríveis de Deus para mim é acordar de manhã e poder ver o rosto da minha amada esposa. Olhar para o rosto dela me enche de alegria todos os dias.

O homem da leitura de hoje nasceu cego. Não consigo sequer imaginar como seria ter um filho com tal debilidade. Para adicionar mais dor à história, a teologia popular da época propagava que toda doença era o resultado de um pecado específico – seja da própria pessoa ou de seus pais.

A maravilhosa certeza é que Jesus veio trazer não apenas cura física, mas também espiritual. “Não somente lhe fora restaurada a visão natural, mas haviam-lhe sido abertos os olhos do entendimento. Cristo lhe fora revelado à alma, e ele O recebeu como o Enviado de Deus”(O Desejado de Todas as Nações, p. 415).


Ao aceitarmos os presentes que Deus nos concede, reconheçamos as dimensões temporais e eternas de Suas bênçãos. E quando encontrarmos pessoas sofredoras ao nosso redor, sigamos o exemplo de Jesus e procuremos aliviar suas necessidades físicas, emocionais ou espirituais.

Willie Oliver
Diretor Mundial do Departamento dos Ministérios da Família da IASD

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1252    
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli
Comentário em áudio Pr. Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/ReavivadosA/Reavivados12-04-2018.mp3   


JOÃO 9 – VÍDEO COMENTÁRIO PR. ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
12 de abril de 2018, 0:55
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JOÃO 9 – COMENTÁRIO PR. HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
12 de abril de 2018, 0:46
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JOÃO 9 – É mais fácil para Jesus curar a cegueira dos que não enxergam do que a cegueira dos que enxergam. Olhe com oração e atenção para o esboço do capítulo em questão, realizado por D. A. Carson:

Jesus cura a um homem cego:

1. O sinal (vs. 1-12);
2. A investigação dos fariseus:

a) O primeiro interrogatório ao homem curado (vs. 13-17);
b) O interrogatório dos pais do homem (vs. 18-23);
c) O segundo interrogatório ao homem curado (vs. 24-34).

3. A visão do cego e a cegueira dos que veem (vs. 35-41).

Este capítulo está inserido num contexto de conflito iniciado em João 7:1. A oposição dos que deveriam ter recebido a Cristo (João 1:11) foi intensa (ver 7:1, 19, 23, 30, 32, 44; 8:6, 37, 48, 59; 9:22, 34; 10:20, 31-33, 39; 11:8, 16, 46-57; 12:10).

Os líderes religiosos confrontaram Jesus em relação aos seguintes temas:

1. Moisés e seus ensinamentos (7:1-8:11);
2. Abraão e sua filiação (8:12-59);
3. A filiação de Jesus (9:1-10:42);
4. O poder e autoridade de Cristo (11:1-12:11).

No capítulo em análise, Jesus é o Salvador completo do cego, o qual antes de encontrar-se com Cristo e ser curado era incapaz de enxergar, mendigava pedindo esmola, desamparado. Jesus aproximou-Se graciosamente dele, o estimulou e o curou. Então, o ex-cego passou a glorificar a Deus a tal ponto das pessoas perceberem seu testemunho (vs. 1-7);

O testemunho do cego não caiu bem aos ouvidos dos líderes religiosos. Apesar da reação negativa deles e de ser expulso da sinagoga, o ex-cego continuou exaltando a Cristo. Seus passos de fé devem instruir nossa caminhada espiritual:

• Primeiramente, o pecador ouve falar de Jesus (v. 11);
• Depois, adquire um pouco de conhecimento sobre Cristo, capaz de indentificá-lO como profeta (v. 17);
• Aprofundando mais no conhecimento de Cristo, o pecador restaurado O reconhece como Homem de Deus (vs. 31-33);
• O auge da fé está numa vivência capaz de notar que Jesus é verdadeiramente Filho de Deus (vs. 35-38).

Aos cegos espirituais, a realidade é limitada. Quem experimenta a cura pelo poder de Cristo enxerga a vida de outra forma. A fé eleva o foco do pecador e o faz testemunhar do Salvador, apesar dos obstáculos impostos pela oposição.

Estudemos a Bíblia e reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



JOÃO 9 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
12 de abril de 2018, 0:30
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“Sabemos que Deus não atende a pecadores; mas, pelo contrário, se alguém teme a Deus e pratica a Sua vontade, a este atende” (v.31).

A crença que se rezava entre os judeus era que enfermidades ou deficiências eram castigos de Deus aos pecadores. Por isso que, geralmente, a sorte de “um homem cego de nascença” (v.1), por exemplo, era a de viver “como mendigo” (v.8.). Aquele homem cego deveria estar em seu costumeiro lugar, esperando ouvir o tilintar das moedas que caíssem em sua vasilha. O relato de João não diz que o cego pediu para ser curado e nem que Jesus lhe comunicou o que estava prestes a fazer. E sim que Ele “cuspiu na terra”, fez lodo com a saliva e aplicou aquela mistura nos olhos do cego (v.6). Imagino aquele homem tateando os braços e o rosto de Jesus, tentando entender o que estava acontecendo. Mas, antes que pudesse dizer alguma palavra, ouviu uma agradável voz que lhe ordenou: “Vai, lava-te no tanque de Siloé”, então “Ele foi, lavou-se e voltou vendo” (v.7).

Numa linguagem científica, Jesus tinha acabado de entrar no córtex visual primário daquele homem e restaurado os danos que o fizeram nascer cego. Mas um fato curioso é que, mesmo que uma criança nasça com sua visão perfeita, se lhe fosse colocado um tampão em um dos olhos, privando aquele olho de ter acesso à luz nos dois ou três primeiros meses de vida do bebê, este ficaria irreversivelmente cego do olho que foi obstruído. Ou seja, é o contato dos olhos com a luz que desenvolve a visão.

O porquê de Jesus ter aplicado lodo nos olhos do homem, não sabemos. Mas a Sua declaração anterior define bem o que Ele desejava realizar em sua vida: “sou a Luz do mundo” (v.5). Daí me pego a pensar que Jesus mandou aquele homem se lavar porque se simplesmente o tivesse curado naquele momento, se a primeira imagem que ele tivesse fosse da pessoa de Jesus, seus olhos sempre adormecidos para a luz do sol, não suportariam contemplar de pronto os brilhantes raios do Sol da Justiça.

Parece que esses milagres extraordinários tinham um dia escolhido a dedo para acontecerem: sábado. Conforme a considerável lista de mais de 600 regras sabáticas criadas pelos líderes judeus, uma delas proibia cuspir no chão em dia de sábado, pois a saliva estaria regando a terra. Os judeus estavam com algum tipo de “tampão” que os tornava cegos espirituais. Não aceitavam a Cristo e Suas obras porque não tinham olhos espirituais para nEle crer. O sábado era um dia de rituais vazios e reuniões religiosas, e o que passasse disto era considerado grave pecado.

Após escrever tantos preciosos conselhos em Eclesiastes, o sábio Salomão terminou com a seguinte conclusão: “De tudo o que se tem ouvido, a suma é: Teme a Deus e guarda os Seus mandamentos; porque isto é dever de todo homem” (Ec 12:13). Notem que ele não disse que “isto é dever de todo judeu”, e sim “de todo homem”. E, ao contrário do que julgavam os judeus, Jesus foi o perfeito exemplo de obediência. Em nenhum momento transgrediu os mandamentos de Seu Pai, mas os confirmou e engrandeceu, sendo um fiel praticante de Sua Palavra. E, a cada sábado, Sua luz incidia o perfeito brilho de um dia especial de cura e restauração.

A primeira voz angélica nos diz: “Temei a Deus e dai-Lhe glória, pois é chegada a hora do Seu juízo; e adorai Aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas” (Ap 14:7). Ora, qual é o único mandamento que nos lembra que Deus é o Criador de todas as coisas? Há uma luz especial sobre o quarto mandamento da Lei de Deus e, certamente, Jesus também deixou isto bem claro. O profeta Isaías declarou que de um sábado a outro sábado adoraremos ao Senhor na Nova Terra (Is 66:23). Após citar um importante princípio sobre os dez mandamentos, Tiago diz que seremos julgados por esta Lei, a qual ele chamou de “lei da liberdade” (Tg 2:10-12). Paulo escreveu que “resta um repouso para o povo de Deus” (Hb 4:9). O remanescente dos últimos dias possui as seguintes características: “os que guardam os mandamentos de Deus e têm o testemunho de Jesus” (Ap 12:17).

Portanto, é nosso dever, meus irmãos, brilhar a luz de Cristo, especialmente aos sábados. A obediência como uma obrigação cega não é obediência, é presunção. Mas a obediência como resultado do temor a Deus e do amor que Lhe devotamos, é a manifestação da luz de Jesus em nossa vida. “Crês tu no Filho do Homem?” (v.35). Então O adore todos os dias, mas principalmente no dia que Ele chamou de santo, e te deleitarás no Senhor (Leia Is 58:13-14).

Bom dia, adoradores do Criador!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #João9 #RPSP



JOÃO 9 – VÍDEO COMENTÁRIO PR. RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
12 de abril de 2018, 0:15
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