Reavivados por Sua Palavra


João 18 by Jobson Santos
21 de abril de 2018, 1:00
Filed under: João, Sem categoria
Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/joao/joao-capitulo-18/   

O que é a verdade?

Hoje, a pergunta cínica de Pilatos corre solta em todo o mundo. A verdade objetiva não é mais vista como desejável ou mesmo possível. Pelo contrário, a verdade é definida como aquilo que funciona para qualquer indivíduo em particular. Valores que antes eram valorizados têm sido considerados antiquados. Não mais ancorada firmemente à âncoras espirituais ou éticas, a cultura está à deriva nas ondas do relativismo.

No meio desse caos, Jesus ainda insiste que Ele é a Verdade encarnada – a verdade sobre o coração de Deus, a verdade sobre a natureza humana e a verdade sobre a vida eterna. Ele insiste que, se você quer descobrir a verdade, deve ouvi-lo. Ouvir atentamente a Cristo demonstra que você está do lado da verdade.

Nem sempre é fácil ouvir a Cristo. Você ouvirá verdades essenciais que lhe atingem no âmago da alma e viram seu mundo de cabeça para baixo. Você O ouvirá pedindo-lhe para abrir mão de falsas crenças e comportamentos que lhe trouxeram segurança e conforto. O eu será crucificado e nascerá de novo. Ouvir a Cristo sempre envolve investigar os motivos do coração.

No entanto, se você ouvir e se render à verdade, você a reconhecerá e será reconhecido por Aquele que é a Verdade, quando estiver diante dEle.

Lori Engel
Capelã (atualmente aposentada)
Eugene, Oregon, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1261
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli
Comentário em áudio Pr. Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/ReavivadosA/Reavivados21-04-2018.mp3    

 



JOÃO 18 – VÍDEO COMENTÁRIO PR. ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
21 de abril de 2018, 0:55
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JOÃO 18 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by jquimelli
21 de abril de 2018, 0:45
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JOÃO 18 – Os evangelistas ampliam nossa visão da pessoa e obra de Jesus. De quantos mais ângulos observarmos a Jesus, mais O apreciaremos. Por isso existem os quatro evangelhos.

Os evangelhos de Mateus, Marcos e Lucas se assemelham entre si, sendo chamados, desta forma, de Sinóticos. D. A. Carson, comentando sobre isso, declara o seguinte:

As diferenças mais frequentes levantadas por João e os Sinóticos são três:

1. Os romanos têm um papel mais central em João que nos Sinóticos: eles inclusive aparecem na cena da prisão (18:3), e Pilatos toma muito espaço.
2. Não só não há registro em João da agonia de Jesus no Getsêmani, mas também, em geral, há muito esforço em mostrar que Jesus está no controle. Não há menção do beijo traiçoeiro de Judas: Jesus vai em direção à Sua prisão (18:1, 4) e controla o curso dos eventos. Ele interroga Seus captores e demonstra de tal forma Sua glória que eles caem para trás no chão (18:3-8).
3. Há diversas passagens em João que não têm nenhum paralelo nos Sinóticos:
a) O ato de levar Jesus a Anás (18:12-14);
b) Sua resposta ao sumo sacerdote e o oficial que lhe bateu (18:19-24);
c) Os diálogos entre Jesus e Pilatos (18:28-37; 19:9-11);
d) Os diálogos entre Pilatos e os judeus (18:28-32; 19:4-7, 13-16);
e) A declaração de que Jesus levou Sua própria cruz (19:17);
f) Um excurso [desvio do tema principal, digressão] sobre o significado da inscrição na cruz (19:20-22);
g) A criação do elo entre Sua mãe e o discípulo amado (19:26-27);
h) O grito na cruz (19:30).

Merril F. Unger observa que “Jesus disse a Pilatos que Seu reino (Sl 45.3,6; Is 9.6,7; Zc 9.9) não era deste mundo, i.e., deste sistema mundial satânico baseado em princípios de orgulho, luxúria e guerra, [vs. 36]. Se Seu reino fosse assim, então Seus servos lutariam. Jesus enfatizava a verdadeira natureza do Seu reino, em gritante contraste com Roma e outros governos do mundo”.

Pergunto, ao deparar-se com o sistema de governo de Cristo como você reage?

• Como Anás?
• Como Pilatos?
• Como Pedro?
• Como o povo judeu?
• Como discípulo medroso?

Devemos trilhar o caminho da total submissão a Cristo para que pertençamos ao Reino de Deus. Envolver-se com tal reino transforma nossa conduta radicalmente desde agora! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



JOÃO 18 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
21 de abril de 2018, 0:30
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Quando, pois, Jesus lhes disse: Sou Eu, recuaram e caíram por terra” (v.6).


Finda a ceia e concluídas as últimas palavras de Cristo a Seus discípulos, antes de Sua morte, o grupo seguiu para o jardim chamado Getsêmani. Aquele jardim havia se tornado cenário de muitos momentos entre Jesus e Seus discípulos. Em meio à tranquilidade do campo e à beleza daquela pequena parcela da criação, Jesus deleitava-Se em ali Se demorar em comunhão com Seu Pai. Fora para Ele um lugar tão especial que não considerou nenhum outro que pudesse Lhe servir de refúgio, nem mesmo o templo. Foi ali que o nosso Salvador suou gotas de sangue e fez Suas súplicas em agonizante sofrimento. Seu cantinho de oração tornou-se em campo da batalha mais cruel já registrada nas páginas da história deste mundo. Enquanto o inimigo de Deus tentava convencê-Lo de que não valia a pena tanto esforço por quem não merece, Deus enviou o Seu anjo para O confortar e fortalecer.

De repente, luzes são vistas aproximando-se rapidamente do local de oração. Eram as tochas daqueles que marchavam sob as ordens de Satanás. Mas Jesus, divinamente instruído, adiantou-Se e lhes perguntou: “A quem buscais?” (v.4). Eles, por sua vez, tentando desmerecer a pessoa de Cristo, logo incluíram a desprezada Nazaré como sendo a Sua original procedência, ao Lhe responder: “A Jesus, o Nazareno”. Aquela resposta não poderia ficar sem a divina réplica. Estava em jogo não qualquer nome, mas o Nome sobre todos os nomes. Iluminado pela glória de Deus e com voz “como voz de muitas águas” (Ap 1:16), Jesus declarou: “Sou Eu”. A cena que se seguiu foi a de Judas e aquela multidão recuando e caindo no chão como mortos.

Após aquele acontecimento sobrenatural, quando finalmente conseguiram colocar as mãos em Jesus para prendê-Lo, Pedro pensou que era chegada a hora de provar a Jesus a sua lealdade e, puxando “da espada que trazia… feriu o servo do sumo sacerdote, cortando-lhe a orelha direita” (v.10). Aquele ato de bravura, no entanto, foi logo reprovado. Não era por espadas e armas humanas que aquela batalha seria vencida, mas pela morte de “um Homem pelo povo” (v.14). Mesmo que pela motivação errada, Caifás declarara a solução correta. E ao ver o Seu Mestre sendo levado como um malfeitor, sem que apresentasse nenhuma resistência, o coração de Pedro se encheu de incerteza.

Conforme o espírito de profecia e a tradição judaica, o “discípulo conhecido do sumo sacerdote” (v.15) que favoreceu a entrada de Pedro no pátio da casa de Anás, fora João. O que faz todo o sentido já que João é o único discípulo mencionado como estando presente na crucifixão de Cristo. Apesar de ter Jesus previamente advertido Seus discípulos quanto ao que haveria de Lhe suceder, todos ficaram atônitos com a forma com que viram Seu Mestre Se entregar. A bravura e suposta lealdade de Pedro logo se tornou em medo e desconfiança. E aquele que disse daria a vida por Jesus, não hesitou em negá-Lo por três vezes seguidas, e O negaria muito mais se não fosse interrompido pelo canto da culpa e pelo olhar do amor: “E logo, estando ele ainda a falar, cantou o galo. Então, voltando-se o Senhor, fixou os olhos em Pedro” (Lc 22:60-61). Pedro encontrou o mesmo olhar de amor quando pela primeira vez fora chamado: “Segue-Me”.

Jesus foi então levado ao governador romano, acusado de ser réu de morte. Pilatos, porém, reconheceu não ser aquele caso como tantos outros que comumente julgava. E, aproveitando a tradição dos anciãos (v.28), fez Jesus entrar sozinho no pretório para um interrogatório privado. Ele não era de todo ignorante quanto a Jesus. Ouvira de Seus milagres, de como recebia publicanos e pecadores e como devolvera a vida a Lázaro. Nada poderia estar oculto ao juiz de Roma. Finalmente estava diante de Jesus e a primeira coisa que achou pertinente perguntar foi: “És Tu o rei dos judeus?” (v.33). Ora, fosse verdade tudo o que ouvira falar a respeito dEle, pensou, então Ele seria uma ameaça ao Império Romano.

Jesus bem sabia as reais intenções por trás daquela pergunta e revelou isto com outra pergunta: “Vem de ti mesmo esta pergunta ou to disseram outros a Meu respeito?” (v.34). O diálogo que se segue é um intrigante interrogatório sobre a provável monarquia de Cristo. Contudo, a última pergunta feita por Pilatos não tem registro de resposta: “Que é a verdade?” (v.38). Eu creio que a resposta não foi registrada porque ela não foi audível, mas visível. Aquele cético governador percebeu que a verdade não é uma simples resposta convincente, ela é uma Pessoa: Jesus Cristo. E voltando para os judeus acusadores, “lhes disse: Eu não acho nEle crime algum” (v.38).

Jesus é a verdade que liberta! Diante de tão maravilhosa certeza e dos relatos sagrados que testificam desta verdade, como duvidar do único que nos ama com amor eterno (Jr 31:3)? Tantos têm se demorado a interrogar e colocar em dúvida as palavras de Jesus pregadas por Suas testemunhas (At 1:8) enquanto Ele pergunta: “Porque Me interrogas?” (v.21). E muitos maltratam Seus seguidores e procuram feri-los, e, novamente, Cristo pergunta: “Porque Me feres?” (v.23). Diante de um mundo secularizado e descrente que pergunta: “Que é a verdade?” (v.38), que a nossa vida dê testemunho da fiel e única resposta: Jesus Cristo é a verdade!

Feliz sábado, testemunhas de Jesus!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus
#João18
#RPSP



JOÃO 18 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
21 de abril de 2018, 0:15
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JOÃO 18 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by jquimelli
21 de abril de 2018, 0:10
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Contagem de palavras: 1246

1 Saiu. Jesus e os discípulos tinham deixado a sala superior antes disso (Jo 14:31) e, nesse momento, estavam percorrendo o caminho até o jardim do Getsêmani. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 1175. 

3 dos principais sacerdotes e dos fariseus, alguns guardas. Estes eram, provavelmente, os mesmos guardas do templo referidos em 7.32, 45. Eles, obviamente, esperavam resistência à prisão, tanto por parte de Jesus como dos discípulos. Bíblia de Genebra.

4 Adiantou-Se. Sua hora havia chegado. Ele saiu sem medo ao encontro do traidor.CBASD, vol. 5, p. 1176.

A quem buscais? Jesus estava no controle completo da situação. Ele toma a ofensiva e questiona os opositores. CBASD, vol. 5, p. 1176. 

5 Sou Eu. … a resposta de Jesus coincide com o nome solene de Deus (EU SOU), usado na tradução grega do Antigo Testamento [LXX], em Êx 3.14. Bíblia de Genebra.

6 Caíram por terra. Este incidente não é mencionado pelos demais evangelhos. O recuo e a queda da multidão sugerem uma manifestação da divindade. O milagre deu mais provas para a turba assassina da divindade dAquele a quem eles procuravam prender. A relutância foi momentânea, pois, logo mais, eles executaram seus planos (v. 12). CBASD, vol. 5, p. 1176. 

Todas as forças sob o príncipe deste mundo (12.31; 14:30) recuam e se prostram diante daquEle que que recebeu toda autoridade do Pai (17.2). Outra vez João observa que Jesus se entrega voluntariamente. Bíblia Shedd.

7 Jesus, de novo, lhes perguntou. Jesus ainda estava no comando. Esse deve ser o momento em que Judas se adianta e Lhe dá o beijo traidor (ver com. de Mt 26:49), o qual, entretanto, João não menciona. CBASD, vol. 5, p. 1176. 

8 Deixai ir estes. O pedido revela a preocupação de Jesus com os discípulos. Pouco tempo depois, “deixando-O, todos fugiram”. (Mc 14:50). CBASD, vol. 5, p. 1176.

10 Malco. João conhecia o nome deste escravo (gr doulos) porque ele conhecia pessoalmente o sumo sacerdote (15)… Alguém sugeriu que Zebedeu e seus filhos, Tiago e João, forneceram peixe salgado do mar da Galileia à casa de Anás e Caifás (16n). Bíblia Shedd.

Só João registra que Pedro carregava uma espada e que Malco era o nome do servo; somente Lucas registra que Jesus o curou (Lc 22.51). Bíblia de Genebra.

11 Mete a espada na bainha. A repreensão de Jesus nada tem a ver com a possibilidade da autodefesa ou da resistência civil; a questão é que Jesus veio dar a Sua vida em resgate de muitos e Ele não devia ser dissuadido desta tarefa (cf. Mt 16.21-23). Bíblia de Genebra.

não beberei o cálice. Esse “cálice” é o cálice do vinho da ira de Deus (Sl 75.8; Is 51.17; Jr 25.15-17, 27-38). O “cálice” que Jesus escolheu beber não é meramente a morte, mas a ira de Deus sobre o pecado (cf Mt 20.22; Mc 10.38). Bíblia de Genebra.

12 Comandante (gr chiliarcos) com a escolta ali presente mostra a participação dos romanos. Bíblia Shedd.

Manietaram-No. Provavelmente por amarrar as mãos atrás das costas. A submissão voluntária de Jesus é evidente em toda a narrativa. CBASD, vol. 5, p. 1176.

15 Simão Pedro. Pedro nega a Jesus. (Mt 26:69-75, Mc 14:66-72) CBASD, vol. 5, p. 1176.

Outro discípulo. Ou seja, João, filho de Zebedeu, o autor do evangelho. Ele não se identifica pelo nome, como em João 13:23. CBASD, vol. 5, p. 1176.

É provável que este fosse João, uma vez que, dos três mais chegados a Jesus (Pedro, Tiago e João), ele é o único que não é mencionado pelo nome no Evangelho. Bíblia de Genebra.

Conhecido. Do gr. gnõstos. Não é possível definir o grau de familiaridade ou associação através desta palavra. CBASD, vol. 5, p. 1176.

17 Não sou. Notável entre os evangelhos é a maneira branda em que João descreve a negação tríplice de Pedro (17, 25, 26). Pedro aqui não jura nem amaldiçoa. Bíblia Shedd.

18 Tendo acendido um braseiro. Jerusalém estava a uma altitude de 800m, e as manhãs de primavera eram frias. CBASD, vol. 5, p. 1176. 

20 Falado francamente … nada disse em oculto. Jesus pregou publicamente, mas ensinou também em particular. Aqui, Ele nega a acusação implícita de planejar uma sedição secretamente. Sua resposta foi uma censura aos meios desonestos pelos quais os judeus tentavam incriminá-Lo. CBASD, vol. 5, p. 1177. 

O ministério culminante de Jesus foi sobre a cruz (12.32). Bíblia Shedd.

21 Por que Me interrogas? Era ilícito forçar o réu a se condenar a si mesmo. Bíblia Shedd.

22 Deu uma bofetada em Jesus. Provavelmente um tapa no rosto, como sugere o texto grego. CBASD, vol. 5, p. 1177.

Isto, obviamente era altamente irregular, especialmente quando o prisioneiro estava amarrado (v. 24). Bíblia de Genebra.

Jesus sofre esta violência porque fez Anás parecer estúpido, não porque o insultou. Bíblia Shedd.

26 Um dos servos… parente daquele a quem Pedro tinha decepado a orelha. Uma pergunta feita por este colocou Pedro em maior perigo do que as perguntas anteriores, uma vez que o interlocutor podia estar querendo vingar Malco. Bíblia de Genebra.

27 Pedro O negou. A queda de Pedro, ocorrendo três vezes, mostra a inerente fraqueza da carne quando privada da assistência sobrenatural do Espírito (Gl 5.16). Bíblia Shedd.

28 Pretório. Residência de Pilatos, o governador romano. Bíblia Shedd.

Cedo. Do gr. prõi, um termo geral para início da manhã. O julgamento começou, provavelmente, às seis horas. CBASD, vol. 5, p. 1177.

Não entraram no pretório para não se contaminarem. O pretório romano era um lugar de hostilidade entre os romanos e os judeus, e um lugar imundo para os judeus. Bíblia de Genebra.

Para um judeu entrar numa casa pagã significava contaminação ritual, o que devia ser evitado a todo custo (cf Mt 7.2-4). Bíblia Shedd. 

30 Se Este não fosse malfeitor, não to entregaríamos. As autoridades judias não queriam qualquer investigação da parte do romanos. Bíblia Shedd.

31 Julgai-O segundo a vossa lei. Pilatos manda que os judeus julguem a Jesus, uma vez que o mal de que O acusavam era uma infração religiosa de que os romanos não podiam tomar conhecimento. Bíblia Shedd.

A nós não nos é lícito matar ninguém. Acredita-se que o direito de executar a pena de morte teria sido tirado dos tribunais judaicos no tempo em que a Judeia se tornou uma província, em 6 d.C. CBASD, vol. 5, p. 1178.

Os judeus nem sempre eram tão obedientes: veja-se a morte de Estêvão (At 7.57-60). Bíblia de Genebra.

32 O modo por que havia de morrer. Jesus havia predito a morte por crucifixão Se tivesse morrido pelas mãos dos judeus, sem dúvida, teria sido morto por apedrejamento. CBASD, vol. 5, p. 1178.

33 És Tu o rei dos judeus? Alguém informara a Pilatos nesta altura que Jesus era um pretendente ao trono de Israel (Lc 23.2, 3). Bíblia Shedd.

35 Sou judeu? … Que fizeste? O orgulho impediu Pilatos de confessar qualquer interesse sincero em saber sobre a missão de Jesus. CBASD, vol. 5, p. 1178.

37 Logo, Tu és rei? A pergunta de Pilatos enseja a maravilhosa resposta de Jesus, cujo reino e missão são fundados na verdade (1.8, 14, 17; 8.32; 14:6). Bíblia de Genebra.

38 Que é a verdade? Pilatos levantou cinicamente a maior dúvida da filosofia. Pilatos indaga, “Que”; Jesus já declarara que Ele é a verdade (“Quem”). Bíblia Shedd.

Pilatos ficou impressionado com as palavras de Jesus e teria ouvido mais ensinamentos. No entanto, a multidão do lado de fora clamava por uma decisão, e Pilatos não esperou por uma resposta. Assim, ele deixou passar uma oportunidade áurea. CBASD, vol. 5, p. 1178.

A verdade não importa para aqueles que, como Pilatos, são motivados por oportunismo. Do mesmo modo, a verdade não importa para os céticos, que perderam a esperança de conhecê-la. Bíblia de Genebra.

Crime algum. Pilatos se convenceu da inocência de Jesus e deveria ter determinado a liberação dEle imediatamente. CBASD, vol. 5, p. 1179.

Pilatos não encontra crime em Jesus e está relutante em condenar Jesus à morte. Ironicamente, é um governador romano pagão que tenta soltar Jesus, enquanto “os Seus” (1.11) querem matá-Lo. Bíblia de Genebra.

 

Compilação: Tatiana Wernenburg




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