Reavivados por Sua Palavra


João 2 by Jobson Santos
5 de abril de 2018, 1:00
Filed under: João, Sem categoria
Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/joao/joao-capitulo-2/   

Comentário devocional:

No livro de Gênesis (cap 1 e 2), Deus estabelece o casamento como a primeira instituição a ser uma bênção para a raça humana. No Evangelho de João (cap 2), Jesus inicia Seu ministério realizando Seu primeiro milagre em um casamento, em Caná da Galiléia. Eu não sei quanto a vocês, mas para mim isso me diz que o casamento é importante para Deus e deve ser tratado com seriedade e respeito por aqueles que afirmam ser Seus discípulos.

O drama na festa de casamento é mais profundo do que parece ser: ” A água representa o batismo em Sua morte; o vinho, o derramamento de Seu sangue pelos pecados do mundo. A água para encher as talhas foi levada por mãos humanas, mas unicamente a palavra de Cristo podia comunicar-lhe a virtude doadora de vida” (O Desejado de Todas as Nações, pp. 148-149).

Este capítulo termina com Jesus purificando o templo de seu mau uso, pouco antes do início da Páscoa. A lição espiritual é inconfundível. Quando levamos a sério honrar a Deus, não podemos continuar com os hábitos que não estão em harmonia com o Seu reino. Devemos pedir a Jesus “para perdoar os nossos pecados e nos purificar de toda injustiça.” (1 Jo 1:9 NVI).

A ligação entre as duas histórias é evidente. Em nossa lamentável fragilidade humana, nunca temos recursos espirituais suficientes. Não obstante, quando convidamos Jesus para nossas vidas Ele os fornece em abundância, muito além do que possamos imaginar.

Abramos os nossos corações novamente para Jesus hoje.

Willie Oliver
Diretor Mundial do Departamento dos Ministérios da Família da IASD

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1245        
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli


JOÃO 2 – COMENTÁRIO PR. ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
5 de abril de 2018, 0:55
Filed under: Sem categoria



JOÃO 2 – COMENTÁRIO PR. HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
5 de abril de 2018, 0:45
Filed under: Sem categoria

JOÃO 2 – Tudo que Jesus fez visava nossa transformação. Conhecedores do evangelho que não foram transformados estão iludidos com uma salvação meramente de informação.

• Jesus transformou água em vinho, problema em solução, preocupação em satisfação (vs. 1-12).
• Jesus transformou o ambiente do templo contaminado por religiosos interesseiros e gananciosos em um lugar de adoração (vs. 13-22).
• Jesus queria que as pessoas cressem nEle a fim de transformar a vida delas, para isso Ele usou recursos miraculosos chamados de sinais (vs. 23-25).

Adrian Rogers observou que “Jesus realizou o trabalho de transformação quando esteve pessoalmente entre os homens, e ele ainda está transformando pessoas como você e eu nos dias de hoje. Alguém afirmou, com propriedade, que ‘a natureza nos forma, o pecado nos deforma, a educação nos informa, a penitência nos reforma, mas só Jesus transforma’”.

Qualquer método reformatório da sociedade, ou melhor, do ser humano, jamais será completo sem a atuação de Jesus. Nenhuma educação será plena se não introduzir Jesus na vida do educando.

Jesus é o próprio Deus presente em forma humana participando da história e desafios humanos como um humano. Tal atitude é de humilhação para Ele, mas de exaltação para quem nEle crer (Filipenses 2:6-8). Ele não foi criado, mas é o Criador de todas as coisas (Colossenses 1:15-17). Nele habita corporalmente toda a plenitude da Divindade (Colossenses 2:9).

Por isso, Jesus não estava subordinado à Maria, Sua mãe, através de quem Ele veio em carne – as pessoas deveriam submeter-se a Ele (João 2:3-5).

Logo no início de Seu ministério terrestre, Cristo revelou que o plano estava traçado, que o zelo pela Sua casa O consumiria, morreria, mas em três dias ressuscitaria (vs. 17-21). Desta forma, Ele estava plantando a transformação a curto, médio e longo prazo (vs. 22-25).

• Aspectos de sociabilidade, solidariedade, sabedoria e poder revelam a singularidade de Jesus numa sociedade em decadência devido a tanta iniquidade, inclusive na religião. Jesus participou de jantares (João 12:1-11), velórios (Lucas 7:12-15), festas de casamento (João 2:1-11); frequentou a praia (Mateus 13:2; Marcos 4:1; Lucas 5:3); o templo (João 2:13-16) e muitos outros lugares sempre visando restaurar pessoas.
• Permitir a intervenção de Jesus em nossa vida resulta em transformação, para isso é preciso nossa submissão absoluta a Ele.

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



JOÃO 2 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
5 de abril de 2018, 0:30
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“Então, ela falou aos serventes: Fazei tudo o que Ele vos disser” (v.5).


Ontem, meu marido e eu completamos quatorze anos de casados. Deus tinha um plano muito especial quando uniu as nossas vidas, de forma que temos sentido que Ele tem transformado a nossa união, a cada ano que passa, em “bom vinho” (v.10). Interessante é que Jesus encerrou a criação do mundo com um casamento, realizou o Seu primeiro milagre num casamento e comparou a Sua segunda vinda com a celebração de um casamento. Certamente, a união entre um homem e uma mulher é de grande importância aos olhos de Deus e o Seu desejo é que seja uma bênção desde o primeiro momento e que se torne ainda melhor conforme o tempo avance.
 
Compreendendo de forma mais clara a missão de Jesus, Maria não encarou a falta de vinho como um problema sem solução, mas, imediatamente, foi até o único que poderia solucioná-lo. No livro de Gênesis encontramos outra situação semelhante a esta. Quando os sete anos de fome atingiram o Egito, o povo clamou “a Faraó por pão; e Faraó dizia a todos os egípcios: Ide a José; o que ele vos disser fazei” (Gn 41:55). Semelhante a Faraó, Maria reconheceu que estava fora de seu alcance resolver aquela questão. E a àqueles que serviam, coube desempenhar sua parte consoante ao que Jesus lhes ordenasse fazer. “Eles o fizeram” (v.8), e puderam ser testemunhas do poder de Deus.
 
No entanto, havia algo de muito errado no lugar que deveria representar o matrimônio entre Cristo e Sua igreja. O pátio do templo era um lugar reservado ao povo, onde deveriam fazer suas orações e ofertas. O que Jesus viu, contudo, foi uma balbúrdia de cambistas que alçavam a voz a fim de vender suas mercadorias, “bois, ovelhas e pombas” (v.14) cujo excremento tornava a casa de Deus em ambiente fétido e muito dinheiro sendo arrecadado com fins de lucro desonesto. A casa que era para ser “Casa de Oração para todos os povos” (Is 56:7), tornou-se em “casa de negócio” (v.16). E após fazer uma “limpeza” no templo, Jesus permaneceu em Jerusalém, “durante a Festa da Páscoa” (v.23).
 
Três ocasiões são mencionadas no capítulo de hoje e em cada uma delas há uma reação em comum, mas que, ao mesmo tempo, se diferem uma da outra. Após o milagre da água transformada em vinho, a Bíblia diz que “os Seus discípulos creram nEle” (v.11). Após Jesus purificar o templo, os discípulos não compreenderam o real sentido de Suas palavras, mas, depois que Ele “ressuscitou dentre os mortos, lembraram-se” do que Ele tinha dito e “creram na Escritura e na palavra de Jesus” (v.22). E, “vendo os sinais que Ele fazia“, em Jerusalém, muitos “creram no Seu nome” (v.23). O nosso entendimento muitas vezes está condicionado a acontecimentos e não às pessoas envolvidas ou ao que elas dizem. Foi após o milagre que acreditaram em Jesus. Só após a ressurreição que acreditaram em Suas palavras. Foi por ver sinais que “creram no Seu nome“.
 
Mas o próprio Jesus não Se confiava a eles, porque os conhecia a todos” (v.24). Nem todos estavam realmente dispostos a segui-Lo. Sua fé era condicionada aos milagres e sinais e não na fidelidade das Escrituras e das palavras de Cristo. A Bíblia é como um contrato de casamento. Nela estão contidas todas as cláusulas pétreas de um Deus que não muda (Ml 3:6). Assumir um compromisso com o Senhor requer uma confiança que não dependa das circunstâncias, mas que esteja firmada na verdade absoluta de que Ele é fiel e Sua Palavra é fiel, independente de nós mesmos ou do que aconteça.
 
Nós somos como aquelas talhas cheias de água à espera de uma transformação. Jesus promete nos transformar em “bom vinho” (v.10) a fim de manifestar “a Sua glória” (v.11). Está você disposto a aceitar este milagre? Então faça “tudo o que Ele vos disser” (v.5). Continue sendo reavivado por Sua Palavra e serás transformado “de glória em glória, na Sua própria imagem, como pelo Senhor, o Espírito” (2Co 3:18). Que a sua vida seja um milagre atual de Jesus.
 
Bom dia, milagres atuais!
 
Rosana Garcia Barros
 
Desafio do dia: Ore por seus 5 amigos de oração e em seguida envie para eles a seguinte mensagem: Estou orando por você!
 
#PrimeiroDeus
#João2
#RPSP


JOÃO 2 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
5 de abril de 2018, 0:20
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3 Tendo acabado o vinho. Literalmente, “o vinho falhou”. Tendo ajudado nos preparativos do casamento (ver DTN, 146), Maria se sentiu responsável por suprir a falta e procurou evitar o embaraço que, de outra forma, ocorreria. É digno de nota a confiança de Maria ao ir a Jesus com o problema. Como bom filho, Jesus estivera atento às expectativas da mãe e sempre encontrava uma solução apropriada. A narrativa do evangelho não deixa claro se Maria esperava que Jesus realizasse um milagre, o que Ele nunca havia feito antes (cf. DTN, 145, 146). Possivelmente a presença de Jesus e dos discípulos havia atraído uma multidão [que consumiu mais rapidamente os recursos]. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 1018.

4 Mulher. Esse é um modo respeitoso de dirigir-se a uma mulher, naquela cultura, e é como Jesus normalmente se dirige às mulheres (4.21; 8.10).Bíblia de Genebra.

Uma maneira respeitosa de se dirigir à uma mãe no mundo antigo. Ver 19:25-27. Andrews Study Bible.

Aquele que havia ordenado que os seres humanos honrassem seus pais (Êx 20:12; cf PP, 366) foi, Ele próprio, um vivo exemplo desse princípio. Durante 30 anos Jesus havia sido um filho amoroso e prestativo. CBASD, vol. 5, p. 1018.

O que tendes comigo? (NKJV). i.e., “que é que nós temos em comum?”.Bíblia Shedd.

Jesus rejeita o encorajamento, por parte de Sua mãe, para Se promover prematuramente. Andrews Study Bible.

Que tenho Eu contigo? (ARA). Literalmente, “o que para ti e para mim”? A expressão indica que o interlocutor excedeu os limites do que lhe diz respeito (ver Jz 11:12; 2Sm 16:10; 1Rs 17:18; 2Rs 3:13; 2Cr 35:21; Mt 8:29; Mc 1:24; Lc 8:28; etc.). A forma como Maria instruiu os serventes evidencia que ela não interpretou a resposta de Jesus como uma recusa (ver Jo 2:5). Ela ficou convencida de que Jesus supriria a necessidade no tempo e da maneira que achasse melhor. Ao longo de Sua vida privada em Nazaré, Jesus havia honrado a autoridade de Sua mãe; na verdade, sempre fora um filho solícito dentro do círculo de ação do lar, onde prevalecia essa relação (ver Jo 19:26, 27). Porém, Jesus havia assumido uma vida pública, e Maria não compreendia plenamente o quanto isso limitava sua autoridade sobre Cristo. Talvez ela achasse que tinha, pelo menos em certo grau, o direito de dirigi-Lo em Sua missão (ver com. de Mt 12:46-20). Assim, nessas palavras inequívocas, porém corteses, Jesus procurou deixar clara a distinção entre Sua relação para com ela como Filho do Homem e como Filho de Deus (DTN, 147). O amor dEle para com ela não havia mudado, mas dali em diante Ele precisaria trabalhar dia a dia sob a direção de Seu Pai celestial (ver DTN, 208; ver com. de Lc 2:49). Como ocorreu no caso de Maria e Jesus, os pais hoje, muitas vezes, acham difícil afrouxar, aos poucos, a autoridade que exercem sobre os filhos, até abdicarem dela totalmente, a fim de que estes ganhem experiência ao enfrentar os problemas da vida por si mesmos e aprendam a aceitar a responsabilidade por suas decisões. Sábios são os pais e afortunados são os filhos quando essa transição de autoridade ocorre naturalmente e sem atritos. CBASD, vol. 5, p. 1018

Jesus atende ao pedido de Maria, não por ser ela Sua mãe, mas o faz como parte de Sua obra messiânica. Isto indica que o papel especial de Maria, como mãe de Jesus, não lhe dá autoridade para intervir na carreira de Cristo – este é um forte argumento contra fazer-se oração a Maria. Bíblia de Genebra.

hora. Um expressão em João para o sofrimento e morte de Jesus. Jesus evitou ações que abreviariam o tempo de Seu sofrimento final. Ver nota em 12:27-28. Ver tb 7:30; 8:20; 12:23-24; 17:1. A experiência de Jesus em Caná foi uma antecipação da cruz (note as referências a hora, mulher, terceiro dia, vinho (sangue). Andrews Study Bible.

Minha hora. Ver Jo 7:6, 8, 30; 8:20; etc. Maria, aparentemente, esperava que Jesus, nessa ocasião, Se proclamasse o Messias (ver DTN, 145), mas ainda não havia chegado a hora de Ele anunciar isso (ver com. de Mc 1:25). Havia um momento marcado para cada acontecimento de Sua vida (DTN, 451; ver com. de Lc 2:49). Foi só perto do final de Seu ministério que Jesus afirmou publicamente ser o Messias … e, por causa disso, Ele foi crucificado (Mt 26:63-65; Lc 23:2; Jo 19:7; ver com. de Mt 27:63-66).CBASD, vol. 5, p. 1018, 1019.

Na crucificação e na ressurreição, de fato chegou a hora de Jesus (12.23, 27; 13:1; 16:32; 17:1). Bíblia de Estudo NVI Vida.

5 serventes. Do gr diakonoi, de onde vem a palavra “diácono”. Os serventes aparentemente recorreram a Maria como a pessoa responsável por fornecer mais vinho, pois nem mesmo o “mestre-sala” sabia ainda que este havia acabado (ver DTN, 148). CBASD, vol. 5, p. 1019.

6 seis talhas. Vasos em que se guardava água para as lavagens cerimoniais, obrigatórias para judeus religiosos, antes de comer (Mc 7.3-4). … Nas seis talhas houve cerca de uns 500 litros. Bíblia Shedd.

11 sinais. João usa o termo “sinais” para os milagres porque apontam para a morte e ressurreição de Jesus e a salvação vinda por Ele. Bíblia Shedd.

glória. A glória de Jesus é o Seu divino caráter. Em João, isto é mais claramente manifestado na cruz. Ver 22:23-24, 37-41. Andrews Study Bible.

19 destruí este santuário. A analogia entre o templo literal e o corpo de Cristo não é tão remota quanto a princípio parece. O santuário, e mais tarde o templo, cumpriam o propósito de ser a habitação terrena de Deus (ver com. de Êx 25:8, 9). Ali, acima do propiciatório, aparecia a shekinah, o glorioso símbolo da sagrada e permanente presença de Deus (ver com. de Gn 3:24; Êx 25:17). Mas, como João já havia salientado (ver com. de Jo 1:14), essa mesma glória divina habitou em carne humana na pessoa do Senhor (cf. 1Co 3:16). CBASD, vol. 5, p. 1019.

24 não Se confiava a eles. Isto é, aos que professavam crer nEle (v. 23). Ele sabia que muitos daqueles que se mostravam tão ansiosos para aclamá-Lo iriam, como o povo da Galileia dois anos mais tarde, abandoná-Lo (cf. Jo 6:66). ele conhecia a inconstância do coração humano e sabia que muitos conversos nos tempos de bonança são superficiais ou hipócritas (ver Jo 6:64; ver com. de Jo 7:2-9). CBASD, vol. 5, p. 1022;



JOÃO 2 – COMENTÁRIO PR. RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
5 de abril de 2018, 0:12
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JOÃO 1 by Jeferson Quimelli
4 de abril de 2018, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/joao/joao-capitulo-1/

Comentário devocional:

O Evangelho de João é o meu livro favorito da Bíblia. Fico impressionado pela forma como o discípulo amado apresenta Jesus em Sua simplicidade autêntica e, ainda assim, em plena divindade. De muitas maneiras, de forma análoga às palavras iniciais de Gênesis, o Evangelho de João apresenta Deus falando, mas desta vez trazendo a salvação à existência. A Palavra de Deus toma a forma humana e entra na história, na pessoa de Jesus Cristo.

“No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. Ele estava no princípio com Deus.” (versos 1, 2 ARA). Que maravilhoso refrão! Escrito no final do primeiro século, cerca de 30 anos após a escrita do Evangelhos sinóticos (Mateus, Marcos e Lucas), o livro de João tem como alvo vários grandes perigos que ameaçavam a Igreja neste tempo – a negação da divindade de Jesus é um deles.

Jesus vêm ao mundo como aquEle que deseja nada menos que o melhor para a raça humana. Deus deseja que os homens se tornem o melhor que Ele possibilitou que eles sejam e façam o seu melhor com o que Ele lhes deu.

Willie Oliver
Diretor Mundial do Departamento dos Ministérios da Família da IASD

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1244
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli



JOÃO 1 – COMENTÁRIO PR. ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
4 de abril de 2018, 0:55
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JOÃO 1 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
4 de abril de 2018, 0:45
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JOÃO 1 – Antes de Maria existir, Jesus já existia. Antes da criação, Jesus já existia. Aliás, a criação não existiria sem Cristo. Ele é o Criador que agiu no “princípio” apresentado por Moisés em Gênesis 1:1.

• Quem é Jesus?

O apóstolo João O conhecia muito bem! Ele foi um discípulo bem íntimo dEle. Portanto, revelará segredos mais profundos que os outros escritores dos evangelhos.

“Provavelmente não há outro lugar no Novo Testamento em que se diga tanto, como aqui, com tão poucas palavras. Aqui estão afirmadas a singularidade de Cristo e as grandes consequências desse auto-sacrifício incorporado na encarnação. Nesse prólogo João anuncia o seu tema principal, que é a glória de Jesus Cristo demonstrada por meio de tudo o que ele disse e fez. Diferente dos outros autores, o autor do quarto evangelho começa a história na eternidade; e é a partir daqui que ele entende o significado da obra de Cristo” (F. F. Bruce).

O prólogo, os 18 primeiros versículos de abertura do evangelho, conforme destaca William Hendriksen, apresenta a Glória do Filho, como a Palavra de Deus:

• No princípio
• Na criação
• Depois da queda
• Na encarnação.

João Batista apresentou Jesus ao mundo com maestria (vs. 29-34). “Embora fosse um solitário arauto sem credenciais, ele ousou ser profeta num tempo em que a profecia estava relegada a um passado ideal. Sua única motivação era o sentido de missão para a qual veio; seu único objetivo era indicar para além de si mesmo como testemunha; sua única mensagem era a da luz […]. Um homem preocupado com a luz num tempo em que os demais homens se contentavam em viver nas trevas” (Clinfton L. Allen).

• Nos últimos versículos estão os chamados dos discípulos relacionados à singularidade do Mestre dos mestres que os convocava (vs. 35-51).

“Com a vocação de João, André e Simão, Filipe e Natanael, começou o fundamento da igreja cristã. João dirigiu dois de seus discípulos a Cristo. Então, um deles, André, achou a seu irmão, e chamou-o para o Salvador. Foi logo chamado Filipe, e este foi em busca de Natanael. Esses exemplos nos devem ensinar a importância do esforço pessoal, de fazer apelos diretos a nossos parentes, amigos e vizinhos” (Ellen G. White).

Apreciemos, vivamos e compartilhemos a luz de Jesus! – Heber Toth Armí.



JOÃO 1 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
4 de abril de 2018, 0:30
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“No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus” (v.1).


Quando eu tinha dez anos de idade, meu pai me deu a minha primeira Bíblia. Ao abri-la, este foi o primeiro trecho das Escrituras que li. Algo me encantou nestas palavras de forma que, ainda criança, o meu coração ardia no desejo de compreender o que ali estava escrito. Nunca passou pela minha cabeça que um dia aquele meu desejo infantil seria a maior bênção em minha vida e na vida de muitos. Todas as vezes que estudamos a Palavra de Deus em espírito de oração, o Espírito Santo nos é enviado a fim de que a Palavra se torne eficaz em nossa vida e nos torne testemunhas da “verdadeira Luz” (v.9).
 
Na vida de Jesus encontramos “a luz dos homens” (v.4). A Cristo é atribuída a criação de todas as coisas. Tudo o que há no mundo foi criado por intermédio de Sua palavra ativa. Em cada dia da “gênese dos céus e da terra” (Gn 2:4), a voz do Verbo ordenava e tudo surgia. Foi Ele que soprou a vida que “estava nEle” (v.4) nas narinas de Adão (Gn 2:7). Era Ele quem andava com Adão e sua mulher na viração de cada dia (Gn 3:8). Foi Ele que, após a entrada do pecado no mundo, sacrificou o primeiro cordeiro a fim de cobrir a nudez de nossos primeiros pais (Gn 3:21). Foi o Verbo que anunciou a Noé a destruição pelo dilúvio e que o orientou a construir uma arca “para a salvação de sua casa” (Hb 11:7). Foi Ele quem falou com os profetas e entregou a Moisés as tábuas da Lei. “Senhor dos Exércitos é o Seu nome, o Santo de Israel” (Is 47:4).
 
Mas Aquele que viera trazer salvação “começando de Jerusalém” (Lc 24:47), “veio para o que era Seu, e os Seus não O receberam” (v.11). Israel há muito perdera o primeiro amor, e, dominado pelo orgulho nacional, perdeu o privilégio incomparável de desfrutar da graça e da verdade “por meio de Jesus Cristo” (v.17). “Mas, a todos quantos O receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, a saber, aos que creem no Seu nome” (v.12). E apesar de saber que seria rejeitado por Seu próprio povo, “o Verbo Se fez carne e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade” (v.14). Assim como por muitos anos habitou no meio do arraial israelita, Jesus não mediu esforços para habitar entre nós, de forma que os discípulos de João foram testemunhas deste milagre “e viram onde Jesus estava morando” (v.39).
 
O testemunho de João” (v.19), o Batista, brilhou no sentido de refletir uma luz que não lhe era própria. Sendo “enviado por Deus” (v.6), ele cumpriu com fidelidade a missão que lhe foi confiada. E, apesar da forma sobrenatural como foi anunciado o seu nascimento e do milagre gerado no ventre de sua idosa mãe, João Batista não se atreveu a tomar para si um título que pudesse lhe despertar o orgulho ou roubar a glória que era devida ao Senhor. Inspirado pelo Espírito Santo, sua resposta foi um claro e sonoro está escrito: “Eu sou a voz do que clama no deserto: Endireitai o caminho do Senhor” (v.23; Is 40:3). Batizando com água para a remissão de pecados, ao avistar Jesus reconheceu “o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo” (v.29) e dEle testemunhou a respeito do que Deus lhe revelara.
 
Saindo Jesus das águas do Jordão, João viu “o Espírito descer do céu como pomba e pousar sobre Ele” (v.32). Aquele que não tinha pecado algum, foi batizado para nos dar exemplo. Toda a Sua vida foi uma revelação do que Ele espera que, como Suas testemunhas, vivamos. Batizados por João, André e o outro discípulo ouvindo-o testemunhar de Jesus, decidiram segui-Lo. Filipe, no entanto, foi encontrado pelo próprio Jesus, que lhe disse: “Segue-Me” (v.43). Mas tanto André como Filipe receberam algo em comum: o batismo do Espírito Santo. Ao contrário do que muitos defendem, o batismo “com o Espírito Santo” (v.33) não é uma manifestação de línguas e gestos sem sentido, mas a capacitação para o serviço missionário. Qual foi a primeira coisa que André fez após conhecer a Jesus? Foi levar o seu irmão até Ele (v.41). E depois de ser encontrado por Jesus, o que fez Filipe? “Encontrou a Natanael e lhe disse: Achamos Aquele de quem Moisés escreveu na lei, e a quem se referiram os profetas: Jesus, o Nazareno, filho de José” (v.45).
 
Amados, “Deus deseja homens [e mulheres] que arrisquem qualquer coisa e todas as coisas para salvar almas” (EGW, Evangelismo, p. 63). “Mas em primeiro lugar vem a conversão; depois é que vem o procurar a salvação dos outros” (EGW, Review and Herald, 10 de setembro de 1903). Primeiro, André e Filipe tiveram um encontro com Jesus, para só depois levarem outros a Ele. O batismo nas águas é um passo fundamental na caminhada cristã e Jesus deixou isto bem claro quando foi batizado, mas ele é apenas o primeiro degrau. Jesus nos convida a ver e viver muito mais do que conseguimos avistar dos primeiros degraus. Deus tem prazer em dar “o Espírito Santo àqueles que Lho pedirem” (Lc 11:13). Peçamos, pois, todos os dias, que o Senhor nos batize com o Seu Espírito e dentro em breve veremos “o céu aberto e os anjos de Deus subindo e descendo sobre o Filho do Homem” (v.51).
 
Bom dia, batizados com o Espírito Santo!
 
Rosana Garcia Barros
 
Desafio do dia: Ore por cinco amigos, conversando com Deus e intercedendo por eles; Ligue ou envie uma mensagem para seus 5 amigos e diga-lhes que você os escolheu para orar por eles estas 3 semanas (21 dias).
 
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