Reavivados por Sua Palavra


LUCAS 6 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
16 de março de 2018, 0:30
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“O discípulo não está acima do seu Mestre; todo aquele, porém, que for bem instruído será como o seu Mestre” (v.40).


Cada passo de Jesus era seguido por multidões sedentas de cura e de libertação, mas também era criteriosamente observado pelos zelosos líderes judeus. Suas exigências quanto à observância do quarto mandamento da Lei de Deus (Êx 20:8-11) eram sobremodo absurdas e não tinham comunhão alguma com as palavras “escritas pelo dedo de Deus” (Êx 31:18). Perante o “Senhor do sábado” (v.5), condenavam o debulhar de espigas e a cura de um homem sofredor, enquanto transgrediam em seus corações o sexto mandamento da Lei: “Não matarás” (Êx 20:13; Mt 5:22).

Após uma vigília orando e clamando ao Pai por sabedoria, Jesus escolheu doze homens dentre aqueles que já O seguiam. Àquele grupo especial foi dado o privilégio de acompanhar de perto todo o Seu ministério terrestre. Foram testemunhas de incontáveis milagres e de um poder jamais visto. Mas creio que as lições mais importantes foram aquelas em que o olhar do Salvador lhes constrangia o íntimo. A versão de Lucas das bem-aventuranças, apesar de mais curta, acrescenta ao sermão da montanha um contraste digno de reflexão. Vejamos:

  1. Bem-aventurados vós, os pobres…” (v.20). “Mas ai de vós, os ricos!” (v.24);
  2. Bem-aventurados vós, os que agora tendes fome…” (v.21). “Ai de vós, os que estais agora fartos!” (v.25);
  3. Bem-aventurados vós, os que agora chorais…” (v.21). “Ai de vós, os que agora rides!” (v.25);
  4. Bem-aventurados sois quando os homens vos odiarem e quando vos expulsarem da sua companhia, vos injuriarem e rejeitarem o vosso nome como indigno, por causa do Filho do Homem” (v.22). “Ai de vós, quando todos vos louvarem!” (v. 26).

E as palavras que se seguem fazem parte de um dos discursos mais difíceis de Cristo. Na verdade, um dos mais fáceis de compreender, mas o mais difícil de praticar. Amar os inimigos, proferir palavras de bênção e orar por aqueles que nos caluniam, preferir humilhar-se a revidar, fazer o bem a quem não merece, emprestar sem esperar receber de volta, não julgar, não condenar, estar sempre pronto a perdoar, faz parte da “listinha” das ações recorrentes de uma vida transformada em Cristo Jesus. Estudando a vida de Jesus, concluímos que todas essas ações foram por Ele praticadas. A Sua vida foi o perfeito cumprimento de Seus ensinamentos, o exemplo que todo discípulo é convidado a imitar.

Aquele que “é benigno até para com os ingratos e maus” (v.35), nos chama a sermos Seus imitadores: “Sede misericordiosos, como também é misericordioso vosso Pai” (v.36). Em um mundo onde, “por se multiplicar a iniquidade”, o amor de quase todos está se esfriando (Mt 24:12), somos chamados para, como bem-aventurados, fazer a diferença na vida das pessoas. Jesus está fazendo a mesma pergunta, hoje: “Por que Me chamais Senhor, Senhor, e não fazeis o que vos mando?” (v.46). “Isto vos mando: que vos ameis uns aos outros” (Jo 15:17). Portanto, ouvir e praticar a Palavra de Deus edifica a nossa vida sobre a Rocha, que é Cristo, nos torna bem-aventurados e semelhantes a Jesus. Eis o “bom tesouro do coração” (v.45).

Bom dia, bem-aventurados!

Rosana Garcia Barros

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LUCAS 6 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
16 de março de 2018, 0:20
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1 sábado. A principal fonte de controvérsia entre Jesus e os fariseus prendia-se ao uso correto do sábado. Eles o cercavam de regulamentos opressivos com o objetivo de evitar que o sábado fosse quebrado. Jesus não defendia tanto a ideia de que os regulamentos deviam ser relaxados, mas insiste que eles entendiam mal o significado do sábado – que era um dia em que as boas obras deviam ser feitas. Bíblia de Genebra.

3 Davi. Nem Deus nem os fariseus condenavam Davi por esta transgressão. Davi foi orientado a agir assim, a fim de preservar sua vida para servir ao Senhor. Bíblia Shedd.

5 Senhor do sábado. Jesus reconhece o sábado como uma instituição vigente e declara Sua autoridade para interpretar como deve ser guardado. Ele quer dizer que Ele é Quem instituiu o sábado na criação (Gn 2:1-3; Êx 20.8-11). Andrews Study Bible.

6 em outro sábado. Parece que os três autores sinóticos [Mt, Mc e Lc] agruparam determinados episódios de conflito entre Jesus e os líderes judeus em ordem temática, não cronológica, para enfatizar a crescente oposição dos escribas e fariseus para com Jesus e Sua obra. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 819.

mão direita. Apenas Lucas, com a visão profissional de um médico, observa esse detalhe. … A palavra grega traduzida neste versículo como “mão” pode também incluir o braço, e assim é utilizada pelos autores gregos. CBASD, vol. 5, p. 819.

8 venha para o meio. Para que não houvesse dúvidas a respeito da cura. Bíblia de Estudo NVI Vida.

9 é lícito? Aqueles que, hoje, afirmam que Jesus não considerou a lei de Deus, em outras palavras, que por preceito e exemplo Ele se afastou das reivindicações do quarto mandamento, unem-se aos escribas e fariseus e compartilham do espírito deles. No final de Sua vida terrestre, Jesus afirmou que guardara todos os mandamentos de Seu Pai (ver Jo 15:10). CBASD, vol. 5, p. 820.

Jesus propõe uma escolha entre fazer o bem e fazer o mal no dia de sábado, e não entre fazer o bem e fazer nada. Ele considera a falta de fazer o bem como um mal em si mesmo. Bíblia de Genebra.

Aquele que se recusa em fazer o bem, faz o mal. Andrews Study Bible.

Os escribas e fariseus matavam, no íntimo. … Talvez Jesus tivesse esse quadro em mente quando falou sobre destruir a vida, e procurou dirigir-lhes a atenção ao fato de que a malícia os tornava verdadeiros transgressores do sábado. CBASD, vol. 5, p. 821.

O dia do Senhor é consagrado por meio da prática de boas ações em favor dos outros. Bíblia Shedd.

11 ficaram furiosos. Porque não conseguiam resistir ao raciocínio de Jesus. Bíblia de Estudo NVI Vida.

12 orar. Para o Filho de Deus, a oração era perfeita comunhão. Bíblia Shedd.

13 chamou Seus discípulos. Entre os que vinham escutar a Jesus, havia um grupo que o seguia regularmente e se dedicava aos Seus ensinos. Havia ao todo pelo menos 72 homens, considerando que esse foi o número enviado numa campanha evangelística (10.1, 17). Posteriormente, 120 crentes esperavam e adoravam em Jerusalém após a ascensão (Atos 1.15). Dentre esses discípulos, Jesus escolheu 12 nessa ocasião para serem Seus apóstolos, que significa “enviados com uma missão especial”. Bíblia de Estudo NVI Vida.

14 Bartolomeu. “Filho de Tolmai = Ptolomeu”, era, provavelmente, outro nome de Natanael (cf Jo 1.45). Bíblia Shedd.

16 Judas Iscariotes, que se tornou traidor. Nesta época, Judas não era um traidor de fato, apenas potencialmente. Quando foi escolhido, não manifestou tendência à traição. ele não percebeu que determinados traços de caráter, errados e latentes, caso acalentados, o levariam ao vergonhoso clímax de sua vida. CBASD, vol. 5, p. 822.

17 Planura. Este sermão parece ser distinto do Sermão da Montanha (Mt 5.1-7.29), ainda que os paralelos sejam muitos. Bíblia Shedd.

20 olhando Ele para os Seus discípulos. Este sermão mostra para toda a multidão de discípulos (v. 17) o que significa viver como discípulo. Andrews Study Bible.

Bem-aventurados. Este termo implica mais do que “afortunado” ou “feliz”; é um termo religioso e significa “os que desfrutam do favor de Deus”.Bíblia de Genebra.

22-23 Uma bênção para o perseguido é muito inesperada. E não é para o sofrimento em geral que a bênção é prometida, mas só para o sofrimento que é por “causa do Filho do Homem”. Bíblia de Genebra.

22 quando vos expulsarem. …uma referência à excomunhão da sinagoga (ver Jo 9:22, 34; 12:42; 16:2). … A excomunhão poderia ser permanente, envolvendo a exclusão plena do judaísmo para sempre, ou temporária. … A excomunhão indicava contaminação religiosa e social, ou impureza. CBASD, vol. 5, p. 823.

rejeitarem o vosso nome. Essa rejeição se refere à circulação de calúnias (ver 1Pe 4:14). CBASD, vol. 5, p. 823.

24 ai. Gr Ouaí, sinal de dor ou desagrado, é o contrário de “bem-aventurança” (21-23). A riqueza, a fartura, o prazer e o louvor do mundo material (cf 1Jo 2.15-17) só poderão recompensar com desventura aqueles que O buscam (Tg 5.1-6). Bíblia Shedd.

ricos. Deus pode abençoar uma pessoa com riqueza, mas esta deve ser gasta para ajudar aqueles em necessidade (Lc 1.50-53; 6:30; 12:21, 33; Pv 28:11; Is 58:1-10; At 2:44-45). Aqueles que se orgulham de sua riqueza espiritual também são os alvos deste lamento (p. ex., Lc 18:10-14). Andrews Study Bible.

Aqueles que não tem consciência de sua pobreza espiritual, mas confiam nos seus próprios recursos, colherão desastre no fim. O termo “ai” frequentemente representa um oráculo profético de ruína (p. ex., Ez 34.2).Bíblia de Genebra.

O pouco valor que Jesus dava às coisas materiais (ver com. de Mt 5:3) alienava as afeições da classe social que considerava a riqueza e o prestígio como os principais objetivos da vida (ver Mt 6:1-6; etc.), embora o Salvador buscasse levar a salvação a todas as classes sociais, tanto rico como pobres. Na verdade, comparativamente poucas pessoas da classe rica se tornaram amigas de Jesus, sendo que Nicodemos e José de Arimateia são notáveis exceções. Jesus estava preocupado em levar as pessoas a entesourar no Céu e não na terra (ver Mt 6:33, 34; Lc 12:13-33), a fim de que o coração delas estivesse mais intimamente ligado a Deus. Em muitos casos, a riqueza provou ser uma insuperável barreira ao Espírito (ver Mc 10:23, 25; Lc 18:24, 25). CBASD, vol. 5, p. 823.

27-28 amai os vosso inimigos. Revela o radical princípio subjacente ao reino de Deus – amor sacrifical mesmo para aqueles que aparentemente mais indignos deste amor. Andrews Study Bible.

31 assim fazei-o vós. Jesus é o primeiro a dar a “Regra de Ouro” desta forma positiva. Bíblia de Genebra.

Este versículo áureo ensina que a base de todas as relações sociais deve ser o amor genuíno (Gl 5.14; 1Pe 1.22). Bíblia Shedd.

35 emprestai, sem esperar nenhuma paga. A tradução da KJV está baseada na Vulgata, que interpreta: “por este motivo, não espere nada”. Em consonância com a Vulgata, a Igreja Católica proibiu, durante séculos, o empréstimo de dinheiro a juros e, como resultado, os judeus se tornaram os grandes credores e banqueiros da Europa. O contexto de Lucas 6:30 a 35 deixa claro que Cristo não Se refere, aqui, a juros sobre empréstimos, mas ao grande princípio de que os cristãos deveriam ser doadores (v. 30), tratar aos outros com equidade (v. 31), fazer o bem (v. 31, 35) e amar aos outros (v. 32) – sem calcular com antecedência a probabilidade de obter de volta a mesma quantia ou além dela. Os cristãos devem ajudar mesmo em casos aparentemente sem esperança. CBASD, vol. 5, p. 824.

vosso galardão. Nossa motivação não é ter uma vida melhor a fim de adquirir determinadas recompensas, embora elas tenham seu lugar, mas viver corretamente em reconhecimento de que, por si só, isso é uma vida melhor. Um cristão encontra satisfação total em viver em harmonia com os grandes princípios eternos do reino celestial. CBASD, vol. 5, p. 825.

37 Não julgueis. No sentido de censurar com o propósito de destruir a reputação e levar ao desprezo o caráter de outrem. Bíblia Shedd.

…o que Ele adverte aqui é a hipocrisia dos que condenam outros por aquilo de que eles mesmos são culpados (vs 41-42)  e o fracasso em demonstrar misericórdia. Bíblia de Genebra.

39 Não cairão ambos no barranco? Preferivelmente, “poço”. CBASD, vol. 5, p. 825.

40 O discípulo não está acima do seu mestre. Isto é, o aprendiz não está acima do professor. Esta frase é semelhante ao provérbio em que a corrente de água não se eleva acima do nível de sua nascente. … Ou seja, aqueles que posam como professores devem ter clara visão dos assuntos sobre os quais se propõem a instruir. A menos que ajam assim, atingirão um baixo padrão. CBASD, vol. 5, p. 825, 826.

42 Hipócrita. Literalmente, um ator representando alguém que não é. Andrews Study Bible.

43 Não há árvore boa que dê mau fruto. Jesus frisa a necessidade da conversão. Sem o novo nascimento pelo Espírito, o caráter não pode produzir uma vida agradável a Deus, nem pode conduzir outras a Ele (Jo 15.5, 16). Bíblia Shedd.

46-49 Chamar Jesus de “Senhor” é dizer que Ele deve ser obedecido.Bíblia de Genebra.



Lucas 5 by Jobson Santos
15 de março de 2018, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/lucas/lc-capitulo-5/

Comentário devocional:

Jesus, a Palavra viva, apresentava verdades sobre Deus que eram boas notícias para Seus ouvintes. Olhe para a verdade do Evangelho em cada uma das quatro histórias encontradas em Lucas 5: o chamado de Pedro, Tiago e João; a cura de um leproso; a cura de um paralítico e o chamado de Levi Mateus.

Aqui estão duas maneiras pelas quais você pode encontrar as verdadeiras Boas Novas centradas em Deus em qualquer passagem da Bíblia:

  1. Veja de onde vem o poder. O poder em cada passagem da Bíblia é sempre um ato de Deus, nunca uma ação do homem. Quando você descobrir o poder em um texto, muito provavelmente encontrará uma verdade acerca de Deus que o escritor pretendia ensinar.

  2. Encontre a motivação. As ações dos personagens bíblicos são com frequência motivadas por uma verdade centrada em Deus. Encontre a motivação deles e muito provavelmente você encontrará uma verdade a respeito de Deus que está sendo ensinada pelo relato bíblico.

Procure em cada uma das histórias de Lucas 5 pela Boa-Nova centrada em Deus contida em cada uma delas e, então, pergunte-se como essa verdade pode transformar a sua vida.

Douglas Jacobs, D.Min.
Professor de Ministério e Homilética
Universidade Adventista do Sul, EUA.

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1224   
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli
Comentário em áudio Pr Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/Reavivados/Reavivados15-03-2018.mp3


LUCAS 5 – COMENTÁRIO PR. ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
15 de março de 2018, 0:55
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LUCAS 5 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
15 de março de 2018, 0:45
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LUCAS 5 – Caso tenhamos disposição para entender a missão de Jesus, precisaremos decidir pelo arrependimento.

Lucas revela que Jesus tem as prerrogativas apontadas nas promessas do Antigo Testamento; Ele era o verdadeiro Messias, profetizado por décadas e milênios. Ao ler na sinagoga, Isaías 61, e logo afirmar: “Hoje se cumpriu a Escritura que acabais de ouvir” (Lucas 4:21), Jesus declarava claramente ser o Messias.

No capítulo 5, Lucas explora o cumprimento profético de Isaías nas atividades diárias do Messias:

1. Sendo Jesus o Criador e Senhor do Universo, deu ordens a Pedro (o qual fracassara na pesca durante a noite toda), para lançar as redes do outro lado do barco. Ao obedecer à palavra aparente ilógica do Mestre, Pedro experimentou um milagre; então, imediatamente reconheceu Sua indignidade e junto a Tiago e João abandonaram tudo para segui-lO (vs. 1-11).

2. Jesus libertou leproso, quando a lepra era uma das piores doenças da época e símbolo de pecado e contaminação; além disso, curou e perdoou pecados do paralítico. Consequentemente, impressionou a muitos: a uns positivamente, a outros, negativamente (vs. 12-26).

3. Ao envolver-Se com os pobres e párias da sociedade, Jesus foi severamente criticado; os críticos acompanharam de perto o ministério profícuo de Jesus. Estes críticos questionaram as companhias de Jesus, Sua forma de comer (vs. 27-32) e Suas práticas (ou não práticas) espirituais (vs. 33-39).

Jesus, com Seu jeito de ser, impressionava aos críticos e o público em geral.

“Com lógica irretorquível, indicou que são os doentes, e não os são, que precisam de médico. Seu trabalho era entre os pecadores. Não viera, no entanto, para deixá-los no seu pecado. Chamava-os ao arrependimento. A referência de Jesus aos justos é, naturalmente, irônica. Mas os fariseus se consideravam assim, e, segundo as premissas deles mesmos, a conduta de Jesus era justificada. O fato de que deixaram de tornar-se discípulos talvez tenha conexão com o fato de que o arrependimento não é fácil para os respeitáveis e justos aos seus próprios olhos. Lucas está muito interessado no tema do arrependimento, e o desenvolve muito mais plenamente do que Mateus e Marcos (ver 3:3, 8; 10:13; 11:32; 13:3, 5; 15:7, 10; 16:30; 17:3, 4; 24:47)” (Leon L. Morris).

Portanto, arrependamo-nos de nossos pecados, assim seremos libertos! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



LUCAS 5 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
15 de março de 2018, 0:30
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Ele, porém, Se retirava para lugares solitários e orava” (v.16).


Constantemente assediado pelas multidões, Jesus prosseguia de cidade em cidade ensinando “a palavra de Deus” (v.1). Por vezes, precisava usar de estratégias para não ser comprimido pelas massas. Dirigindo-Se à praia, “viu dois barcos” (v.2) e fez de um deles o Seu púlpito provisório. O barco pertencia a Simão, um rude pescador que havia “trabalhado toda a noite” (v.5) com seus sócios, sendo que nada conseguiram pescar. “Quando acabou de falar” (v.4), Jesus disse a Simão para afastar o barco e lançar as redes. Aquele pedido poderia ser facilmente ignorado haja vista o fracasso da noite anterior. Mas a resposta de Simão Pedro revelou sua disposição em seguir a Jesus: “Mestre, havendo trabalhado toda a noite, nada apanhamos, mas sob a Tua palavra lançarei as redes” (v.5).

Este episódio nos apresenta alguns princípios essenciais que devem nortear a vida de todo aquele que deseja ser um discípulo, pois um discípulo de Cristo:

  1. Confia em Sua Palavra (v.5);
  2. Pratica a Sua Palavra (v.6);
  3. Não trabalha sozinho. Ele mobiliza mais discípulos (v.7);
  4. Reconhece a sua condição pecaminosa e a sua dependência de Cristo (v.8);
  5. Conhece a sua missão (v.10);
  6. Renuncia o que for para segui-Lo (v.11).

Cobertos pela lepra do pecado, precisamos ir a Cristo do jeito que estamos e suplicar-Lhe que nos purifique. O maior desejo de Jesus é o de nos tocar e de nos purificar. Quer você hoje receber o toque de cura de Jesus? Então vá até Ele, pois eis que a Sua resposta diante de um pecador que se arrepende será sempre a mesma: “Quero, fica limpo!” (v.13). Jesus deseja fazer da nossa vida um “testemunho ao povo” (v.14). Os Seus seguidores mais fiéis não eram aqueles que se mostravam mais santos, mas “os publicanos e pecadores” (v.30) que nEle reconheciam a sua única chance de cura.

Através de uma vida de oração e plena comunhão com o Pai, Cristo Se fortalecia para o cumprimento de Seu ministério e missão, deixando-nos o perfeito exemplo de como e onde podemos encontrar forças para enfrentar as batalhas desta vida de forma vitoriosa: Como? Vigiando e orando. Onde? Em “lugares solitários” (v.16), ou lugares desertos. Amados, o objetivo da oração não é o de informar a Deus o que está em nosso coração, mas o de informar ao nosso enganoso coração que nós necessitamos de Deus. Era óbvio que aquele homem coberto pelas chagas da lepra desejava ser purificado, mas o seu clamor foi o reconhecimento de quem sabia que só Jesus poderia lhe devolver a vida.

Que arrazoais em vosso coração?” (v.22). Jesus sabe exatamente o que se passa em seu e em meu íntimo neste momento. Ele conhece as nossas dores e as nossas necessidades. No entanto, Ele aguarda a nossa atitude diante de Seu chamado: “Segue-Me!” (v.27). E para todo aquele que crê em Sua palavra e “deixando tudo” (v.28) O segue; que abre mão de suas vontades egoístas, de suas maiores ambições, para tornar-se “pescador de homens” (v.10), a primeira coisa que Ele faz é passar uma borracha em nossos erros passados. Pela fé, coloque o seu nome na sentença seguinte e ouça Jesus a lhe dizer, agora: “_______, estão perdoados os teus pecados” (v.20). Então, “a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará o vosso coração e a vossa mente em Cristo Jesus” (Fp 4:7), e a sua vida manifestará a glória de Deus, dando testemunho de Jesus “até aos confins da Terra” (At 1:8).

Bom dia, pescadores de homens!

Rosana Garcia Barros

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LUCAS 5 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
15 de março de 2018, 0:20
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Número de palavras: 2079

apertá-Lo. Era ainda bem cedo de manhã, quando Jesus caminhava junto ao mar, e as pessoas já se aglomeravam em torno dEle. Esse fato testemunha Sua “fama” ou popularidade, mesmo antes dos eventos milagrosos que ocorreriam num dia de sábado (Lc 4:31-41). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 811.

lago de Genesaré. Lucas é o único que o chama “lago”. Os outros escritores dos evangelhos chamam-no “mar da Galileia”, e João o chama duas vezes de “mar de Tiberíades”. Bíblia de Estudo NVI Vida.

220 m abaixo do nível do mar. Bíblia Shedd.

lago. Do gr limnê, “um tanque de água”. Lucas, cujas viagens o familiarizaram profundamente com o mar Mediterrâneo, nuca fala do da Galileia como um “mar” (do gr thalassa), mas consistentemente usa o termo limnê, “lago”. Os demais escritores evangélicos, no entanto, sempre o chamam thalassa, “mar”. CBASD, vol. 5, p. 810, 811.

Genesaré. Nas proximidades estava a fértil planície de Genesaré, que possivelmente dera nome ao lago (ver Mt 14:34; Mc 6:53). … A Galileia foi povoada principalmente por judeus… A região estava afastada do preconceito e da animosidade do judaísmo e, em muitos aspectos, foi o ambiente ideal para Cristo realizar Sua obra. CBASD, vol. 5, p. 811.

lavavam as redes. Depois de cada viagem, as redes era examinadas, emendadas e lavadas para a próxima viagem. Os barcos (naquele momento) não estavam em uso e, assim, Jesus pôde sentar-se no barco de Simão pedro e afastar-se da multidão. Bíblia de Genebra.

e, assentando-Se. Posição em que normalmente se ensinava (ver nota em 4.20). O barco oferecia uma situação ideal, afastada da pressão da multidão, mas suficientemente perto de Jesus, para vê-Lo e ouvi-Lo. Bíblia de Estudo NVI Vida.

nada apanhamos. Os esforços feitos por nossa próprias forças algumas vezes se mostram completamente infrutíferos, porque os resultados desejados podem ser assegurados apenas por meio da cooperação com um poder mais alto. … Apenas quando o poder divino combina-se com o esforço humano, principalmente na obra de pescar homens, os resultados podem ser eficientes e permanentes. Uma grande quantidade de peixes foi pescada em circunstâncias semelhantes, aproximadamente um ano e meio depois (ver Jo 21:11). CBASD, vol. 5, p. 812.

mas. Como pescador experiente, Pedro pensava que seu conhecimento sobre pesca era superior ao de Cristo, que era carpinteiro. No entanto, por amor ao Mestre e numa confiança baseada no que tinha visto Cristo fazer, Pedro e seus companheiros atenderam ao pedido de Cristo. De qualquer forma, nada poderia ser-lhes pior que a noite anterior. CBASD, vol. 5, p. 812.

Contra todas as indicações (hora, desânimo), Pedro obedeceu a seu Mestre, gr epistata, “aquele que tem o direito de mandar” (só aparece em Lc), confiando na ordem recebida. Bíblia Shedd.

grande quantidade. Esta pesca bem sucedida foi o resultado da obediência e não da habilidade ou técnica. Bíblia de Genebra.

irem a pique. Gr buthizesthai, “afundar”, empregado só aqui e em 1 Tm 6.9, onde descreve a descida para a perdição dos que desejam riquezas. Bíblia Shedd.

prostrou-se. Isto é, enquanto os barcos ainda estavam no lago e os outros estavam segurando o conteúdo das redes, Cristo ainda estava no barco. CBASD, vol. 5, p. 813.

retira-Te de mim, porque sou pecador. É a reação imediata do pecador convicto diante da santidade de Deus (cf Ap 6.16). Bíblia Shedd.

Sobre a consciência de Pedro pesou fortemente o reconhecimento de sua indignidade em estar associado a Jesus. No entanto, ele se agarrou a Cristo, testemunhando que suas palavras refletiam um senso de profunda indignidade em vez de real desejo de estar separado de Jesus (ver DTN, 246). CBASD, vol. 5, p. 813.

sou pecador. Na presença de um policial, um  ladrão naturalmente se sente desconfortável, mesmo que o policial não conheça seus atos criminosos. Quanto mais, então, um pecador sentiria vergonha e indignidade na presença de um Salvador perfeito! Esse senso de indignidade é a primeira reação no coração humano quando Deus, por meio de Seu Espírito, começa Sua obra de transformar a vida e o caráter. … Despertou-se em Pedro, talvez pela primeira vez, um profundo senso de sua necessidade espiritual.  CBASD, vol. 5, p. 813.

10 Tiago e João. O fato de que tanto neste versículo como em outros Tiago seja mencionado antes de seu irmão sugere que ele era o primogênito. CBASD, vol. 5, p. 813.

serás pescador de homens. Do gr zogreo, … “pegar vivo” ou “capturar”. … A ilustração não é inteiramente nova, pois muito tempo antes desse episódio o profeta Jeremias usou linguagem semelhante (ver Jr 16:16). Pedro, André, Tiago e João foram, nesse momento, pegos na rede do evangelho; não havia escapatória;na verdade, não havia o desejo de escapar. CBASD, vol. 5, p. 813, 814.

serás pescador de homens. Somente após Pedro ter reconhecido a autoridade de Jesus e reconhecido sua própria pecaminosidade é que Jesus o chamou a se unir em trazer pessoas ao Reino. Andrews Study Bible.

11 deixando tudo, O seguiram. No momento de significante sucesso econômico, seguir Jesus se tornou a única coisa importante aos discípulos. Ver também 5:28; 10:27; 14:33. Andrews Study Bible.

A lição da “Pesca Maravilhosa”, para Pedro, seria a de que Cristo cuidaria de todas as necessidades pessoais e da família daquele que não temesse e cumprisse o mandamento do Senhor, de lançar redes para ganhar homens perdidos. Bíblia Shedd.

É digno de nota que Pedro é chamado duas vezes, após duas pescas maravilhosas – primeiro para o discipulado; depois, para o apostolado (Jo 21.1-18). Bíblia Shedd.

Até então, pelo menos três dos quatro (Pedro, André e João) tinham acompanhado a Jesus. O chamado que receberam dois outonos antes foi para receber a Jesus como o Messias, o Cordeiro de Deus, que veio para tirar o pecado do mundo … Então, foram chamados a unir sua vida e destino com os dEle, não apenas como crentes, mas como aprendizes e obreiros. Antes disso, nenhum deles havia se unido a Jesus plena e permanentemente (DTN, 246). … O amor divino pouco a pouco transformou seu coração e a mente, na medida em que eles se rendiam a Cristo. Quando saíram do período de treinamento, não eram mais incultos e iletrados; eram homens perspicazes e de bom senso. Eram tão parecidos com Jesus, que as outras pessoas percebiam que haviam estado com Ele. CBASD, vol. 5, p. 814, 815.

12 homem coberto de lepra. Algumas doenças de pele eram chamadas de lepra. Elas tornavam as pessoas cerimonialmente imundas e podiam desfigurar ou matar. A quarentena era a única defesa contra a disseminação da doença. Bíblia de Genebra.

Somente Lucas chama a atenção para a gravidade da sua moléstia. Bíblia de Estudo NVI Vida.

se quiseres. Como Cristo no Getsêmani, (22:42), o leproso submete seu pedido à vontade de Deus. Ver também Mt 8:2. Andrews Study Bible.

O leproso aproxima-se de Jesus contrariando a lei (Lv 13). Vem em humildade e submissão, como todo pecador arrependido. A cura (como o perdão), é instantânea, quando Jesus toca no homem. Bíblia Shedd.

 tocou-lhe. Uma pessoa com lepra estava excluída da vida social e religiosa. Aquele que tocasse um leproso era também considerado como ritualmente impuro (Lv 13-14). Jesus quis fazer isto mesmo quando o milagre podia ter ocorrido sem o toque. Andrews Study Bible.
14 mostra-se ao sacerdote. O sacerdote era uma espécie de inspetor de saúde, que podia atestar que o leproso estava limpo ou curado. O sacerdote também oferecia sacrifícios apropriados pelo fim da imundície ritual. Bíblia de Genebra.

Com essa ordem, Jesus instou o homem a guardar a lei, apresentar mais provas de sua cura, testificar às autoridades a respeito do ministério de Jesus e adquirir a certidão ritual de purificação, a fim de que fosse reintegrado à sociedade. Bíblia de Estudo NVI Vida.

16 Ele, porém, se retirava para lugares solitários [NKJV: wilderness, “lugares ermos”, “lugares desertos”]. Lucas resume aqui o hábito de Jesus de deixar lugares habitados para estar sozinho com Deus. Andrews Study Bible.

17 fariseus. Grande grupo religioso que buscava santidade perante Deus através do cumprimento cuidadoso das leis bíblicas e da tradição. Ver também Mc 2:16; 12:13. Andrews Study Bible.

Josefo refere que havia cerca de seis mil fariseus. Eles se consideravam como “separados” para Deus e procuravam servi-lo bem. Muitos deles eram piedosos, porém sua ênfase sobre atos externos e tabus rituais tornavam outros endurecidos e formais. Estes se opunham a Jesus vigorosamente. Bíblia de Genebra.

mestres da lei. Escribas cujo trabalho consistia na interpretação da lei de Deus. Muitos deles eram fariseus. Bíblia de Genebra.

mestres. Literalmente, “professores” … A palavra portuguesa para “doutores” significa originalmente “professor”; na verdade, como a palavra “doutrina” ou “ensino”, origina-se da palavra latina doctor, “professor”. A aplicação do termo “doutor” a um médico é um uso atual da palavra. CBASD, vol. 5, p. 815.

20 vendo-lhes a fé. Isto incluía os amigos bem como o paralítico. Jesus começa por perdoá-lo e não pela cura. Bíblia de Genebra.

21 Blasfêmia é um ataque à majestade divina, demonstrada aqui pela aparente usurpação de um direito que se acreditava pertencer a Deus, somente. Andrews Study Bible.

Os fariseus consideravam a blasfêmia o pecado mais grave que se podia cometer. Bíblia de Estudo NVI Vida.

22 Jesus, porém, conhecendo-lhes os pensamentos. Deparamos com mais uma evidência que Jesus é divino, pela capacidade de conhecer plenamente os pensamentos de todos (cf 2.24, 25). Bíblia Shedd.

23 Qual é mais fácil? Enquanto o perdão do pecado não pode ser verificado pelos homens, a restauração do doente é comprovada na hora. Bíblia Shedd.

24 para que saibais. A questão implícita é: Deus daria poder para restaurar um homem a alguém que estava agindo de forma blasfema? Andrews Study Bible.

O poder que tinha Jesus de curar era confirmação visível de seu poder de perdoar pecados. Bíblia de Estudo NVI Vida.

autoridade. É divina, gr exousia (cf Mt 28.18). A autoridade e o título “Filho do Homem” são prerrogativas messiânicas (cf Dn 7.13, 14). A operação de milagres é uma prova da presença do Rei e do Reino na terra (10.9). Bíblia Shedd.

27 Levi. Mateus, o autor do primeiro evangelho (cf 9.9), era publicano, chefe dos fiscais de impostos a serviço do tetrarca Herodes, no caminho entre Acre e Damasco (cf Mc 2.13-30). Bíblia Shedd.

28 deixando tudo. Apenas Lucas registra esse detalhe da narrativa. Mateus não retornou, na verdade, nem poderia retornar a seu trabalho em regime parcial, como Pedro, André e João fizeram durante o primeiro ano e meio depois de encontrarem a Cristo no Jordão. CBASD, vol. 5, p. 816.

Levi nunca mais voltaria a cobrar impostos; sua ação foi definitiva. Bíblia de Genebra.

Como Simão Pedro e seus parceiros, Levi deixou tudo (significando sua profissão e modo de vida). Ele não se tornou imediatamente pobre. Em vez disso, sua casa e seus recursos foram dedicados ao serviço de Jesus. Andrews Study Bible.

29 um grande banquete. Quando Levi começou a seguir Jesus, não foi às escondidas. Bíblia de Estudo NVI Vida.

30 murmuravam. Do gr gogguzo, uma palavra que imita o arrulho das pombas, que parecem discutir entre si. CBASD, vol. 5, p. 816.

publicanos e pecadores. Do ponto de vista dos fariseus, não havia diferença entre eles. Um “publicano” automaticamente era um “pecador”, em virtude de ser um coletor de impostos. CBASD, vol. 5, p. 816.

Enquanto os fariseus procuravam a salvação por meio da segregação, Jesus oferecia a graça de Deus na comunhão. Bíblia Shedd.

31 Os sãos não precisam de médico. Um dos temas preponderantes nas parábolas sobre a salvação é: os que se julgam justos, separam-se da graça salvadora de Cristo (18.9-14). Bíblia Shedd.

O objetivo aqui … era dar a entender … que todos precisam reconhecer-se pecadores para poder ser curados espiritualmente. Bíblia de Estudo NVI Vida.

33 O único jejum prescrito na lei era o do Dia da Expiação (Lv 23.27), mas as pessoas religiosas jejuavam em outros dias (Zc 7.3, 5). Jesus não ordenou jejuns, embora ele mesmo jejuasse (4.2) e permitisse o jejum entre seus seguidores (Mt 6.16-18). Bíblia de Genebra.

35 Dias virão … em que lhes será tirado o noivo. A primeira referência de Jesus à Sua morte. Naquela ocasião, a tristeza levaria os discípulos a jejuar. Bíblia Shedd.

36-38 Jesus não traz uma correção às tradições dos fariseus, mas um maneira de entendimento completamente diferente. Andrews Study Bible.

Fazer remendo de pano tirado de veste nova em veste velha estraga os dois – o novo por ter o remendo tirado dele e o velho porque o remendo não combina. Vinho novo em odres velhos fermenta e rompe os odres; assim, ambos, vinho e odres, se perdem. Bíblia de Genebra.

39 O vinho velho [já fermentado] é melhor! (NVI) Jesus estava mostrando a relutância de alguns de abandonar seus métodos religiosos e tradicionais e experimentar o evangelho. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Cristo diz que uma pessoa acostumada ao vinho velho acha que ele é agradável ao paladar; isto lhe convém e é o bastante. Ele não mudará seus hábitos antigos. Esta parábola ilustra o profundo preconceito dos fariseus. CBASD, vol. 5, p. 816.



Lucas 4 by Jobson Santos
14 de março de 2018, 1:00
Filed under: Lucas, Sem categoria
Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/lucas/lc-capitulo-4/   

Comentário devocional:

Em Lucas 4:1, o Espírito Santo, que desceu sobre Jesus no Seu batismo (Lucas 3:22), agora O conduz ao deserto. Depois de obter a vitória sobre Satanás e suas tentações, Jesus “voltou no poder do Espírito para a Galiléia” (Lucas 4:14).

No deserto, Jesus venceu a Satanás pelo poder da Palavra de Deus. O diabo sempre nos tenta para que duvidemos de quem somos: “Se és o Filho de Deus, manda esta pedra transformar-se em pão” (Lucas 4:3). Jesus não respondeu diretamente a dúvida lançada por Satanás acerca de Sua divindade. Em vez disso, usou a melhor arma contra qualquer tentação, o “Está escrito”: “Nem só de pão viverá o homem, mas de toda palavra que procede da boca do Senhor” (Dt 8:3), respondeu Ele.

Jesus venceu a Satanás por confiar na Palavra de Deus e na liderança do Espírito Santo. Quando Satanás lhe tentar, lembre-se do exemplo deixado por Jesus. Escolha adorar e servir somente a Deus (Lucas 4:8), mesmo que isto signifique perder algum conforto ou ganho imediato. Permita que a Palavra e o Espírito de Deus sejam o seu pão, a sua força e a sua segurança.

Douglas Jacobs
Professor de Ministério e Homilética
Universidade Adventista do Sul, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1223  
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli
Comentário em áudio Pr Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/Reavivados/Reavivados14-03-2018.mp3


LUCAS 4 – COMENTÁRIO PR. ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
14 de março de 2018, 0:55
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LUCAS 4 – COMENTÁRIO PASTOR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
14 de março de 2018, 0:45
Filed under: Sem categoria

LUCAS 4 – Estar plenamente cheio do Espírito Santo significa dependência total do Pai e obediência a Sua Palavra. Alguns pontos merecem nossa atenção do capítulo em questão:

· No auge da consagração de Cristo, Satanás aproximou-se dEle. O diabo não tentou Jesus antes dEle orar, mas depois dEle orar e jejuar. Então, se a oração tem poder para expulsar as potestades malignas, por que Jesus recebeu tal visita quando mais consagrado estava? (vs. 1-12).

· Jesus conseguiu expulsar Satanás de Sua presença só depois da terceira tentação; contudo, não o venceu definitivamente. O líder dos demônios apartou-se de Cristo até obter outras oportunidades estratégicas (v. 13). Não muito tempo depois, agora em público, um demônio desafiou a identidade de Cristo (vs. 33-36).

· O confronto do diabo com Jesus, por mais negativo que fosse, resultava em sucesso para o líder do bem. Jesus atraia a multidão em cada batalha ganha contra o líder das forças espirituais do mal. Isso porque o Messias estava cheio do poder do Espírito Santo e Seu ensino revelava o poder da Palavra de Deus (vs. 14-15, 37).

· O poder de Cristo tornou-se evidente nos milagres e curas realizadas, as quais certamente impactaram a mente intelectual do médico Lucas e, também as pessoas que recebiam um tratamento fora do comum do Mestre da Saúde total (vs. 31-32, 42-44).

Apesar dessa demonstração sobrenatural de poder físico e espiritual, nem tudo foi fácil para Jesus. Embora orasse e jejuasse, e buscasse um lugar deserto para meditar e consagrar (evidente no começo e no fim do capítulo), não só o diabo não dava trégua, como também Seus conterrâneos (vs. 16-30) – “se encheram de ira” contra Ele. “Eles o agarraram e o levaram para… o cume de uma montanha… e queriam jogá-lo lá do alto”.

Satanás odeia Jesus, mas apenas sugeriu-Lhe para pular dum lugar alto (v. 9), contudo as pessoas, mesmo religiosas, desprovidas de consagração genuína, queriam atirá-Lo de um lugar alto.

· Ainda hoje, tem quem ama e tem quem odeia Jesus, quem é você nesse aspecto?

Cheio do Espírito Santo, Jesus atuou de forma exemplar aqui neste mundo permeado pelo mal. Ele enfrentou todo tipo de tentação a fim de providenciar para nós o escape e a vitória frente às investidas do diabo!

“Senhor, fortaleça-nos!!!” – Heber Toth Armí.