Reavivados por Sua Palavra


LUCAS 8 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
18 de março de 2018, 0:30
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“… Dizendo isto, clamou: Quem tem ouvidos para ouvir, ouça” (v.8).


Acompanhado de Seus discípulos, Jesus andava “de cidade em cidade e de aldeia em aldeia, pregando e anunciando o evangelho do reino de Deus” (v.1). Sua jornada também era acompanhada de “algumas mulheres” (v.2) que, movidas por profunda gratidão, “Lhe prestavam assistência com os seus bens” (v.3). Mas “de todas as cidades” (v.4) milhares de pessoas iam ter com Jesus a fim de ouvirem Sua sabedoria e de serem por Ele curadas. Quando falava por meio de parábolas, a ênfase era dada ao reino de Deus quanto à forma de perdê-lo ou de alcançá-lo.

A todo discípulo Seu, Jesus lhe dá a “conhecer os mistérios do reino de Deus” (v.10) e o que era difícil de compreender, Ele o revela. São “os que, tendo ouvido de bom e reto coração, retêm a palavra; estes frutificam com perseverança” (v.15). É interessante notar que o verbo ouvir é constantemente usado por Jesus. Na explicação da parábola do semeador, percebam que todos ouviram a palavra, mas apenas os que a ouviram “de bom e reto coração” (v.15) foram os que deram frutos. Também na parábola da candeia, Jesus encerra dizendo: “Vede, pois, como ouvis” (v.18). Isto é, preste atenção na forma como você está ouvindo.

No episódio que se segue, Jesus não rejeitou a Sua família terrestre, mas a ampliou: “Minha mãe e Meus irmãos são aqueles que ouvem a palavra de Deus e a praticam” (v.21). A primeira ação, portanto, será sempre ouvir. Entretanto, é a reação ao que se ouve que define a que família pertencemos. Jesus foi bem claro ao afirmar que pertence à Sua família não os que apenas ouvem, mas os que ouvem e praticam o Assim Diz O Senhor. E isto não significa salvação por obras, amados, e sim os frutos provenientes de uma vida de íntima comunhão com o Pai. Se nossas obras tivessem algum tipo de participação na salvação, certamente Jesus teria escolhido os escribas e fariseus como Seus discípulos e não um grupo tão instável.

Mas Ele provou o Seu amor para com a raça caída pisando no solo enegrecido pelo pecado e escolhendo para ter perto de si homens e mulheres que, aos olhos humanos, seriam totalmente indignos de segui-Lo. Mas Aquele que lê os corações vê na mais atribulada alma a oportunidade de transformá-la no mais lindo instrumento. Por isso que a Sua ordem ao ex-endemoninhado foi: “Volta para casa e conta aos teus tudo o que Deus fez por ti” (v.39). E por ter ouvido a palavra de Jesus “de bom e reto coração” (v.15) foi que, prontamente, a obedeceu, indo “ele anunciando por toda a cidade todas as coisas que Jesus lhe tinha feito” (v.39).

O que temos feito da Palavra de Deus? Qual tem sido a nossa reação diante de tudo o que, até hoje, temos ouvido? Fazemos parte de uma geração tão absorvida pelos barulhos deste mundo que parar para ouvir a voz de Deus tornou-se algo monótono e praticamente impossível. Mas Jesus nos convida a ouvir a Sua voz e da mesma forma que Ele falou e a filha de Jairo ouviu e obedeceu, Ele deseja realizar um milagre em nossa vida. E neste exato momento, Ele nos diz: “Levanta-te!” (v.54). E todo aquele que ouve a Sua voz “de bom e reto coração” imediatamente se levanta e torna-se um inquestionável testemunho do Seu poder. Pois todos os que são restaurados por Jesus, “não [podem] ocultar-se” (v.47).

Ainda que as tempestades nos açoitem, confiemos nAquele cuja voz tem o poder de transformá-las em “bonança” (v.24). Que seja a nossa oração: “Ensina-me, Senhor, o Teu caminho, e andarei na Tua verdade” (Sl 86:11).

Feliz semana, família de Deus!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus
#Lucas8
#RPSP



LUCAS 8 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
18 de março de 2018, 0:20
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algumas mulheres. Os rabis recusavam-se a ensinar mulheres. Assim, ao aceitá-las em Seu grupo de seguidores, Jesus agiu de maneira incomum. Bíblia de Genebra.

É como se Lucas dissesse que o evangelho do reino dos céus era para homens e mulheres, e que a parte delas na proclamação era tão importante quanto a dos homens. … Com a segunda viagem à Galileia, o alcance do ministério de Cristo expandiu-se rapidamente, e o grupo de pessoas que então O acompanhava cresceu muito em comparação com o grupo que esteve na primeira viagem. Essa situação envolveu gastos e trabalho considerável, a fim de prover alimento e manter as roupas limpas e restauradas. Cristo nunca realizou milagres em proveito próprio (ver com. de Mt 4:6); agir dessa forma seria contrário ao Seu propósito. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 848

com seus bens. Jesus e Seus discípulos mantinham os recursos numa bolsa comum (ver com. de Jo 13:29; cf. Lc 12:6), e parece que essas discípulas ajudavam a evitar que a bolsa ficasse vazia. Pode-se dizer que esse grupo de mulheres devotas constituiu a primeira sociedade missionária feminina da igreja cristã. CBASD, vol. 5, p. 849.

parábola. Na parábola, os inimigos de Jesus não conseguiriam encontrar declarações diretas para usar contra Ele. Bíblia de Estudo NVI Vida.

o semeador. Inevitavelmente não era todo terreno em que a semente caiu era solo adequado para o desenvolvimento. Andrews Study Bible.

sobre a pedra. Isto é, sobre a pedra coberta com uma camada de terra muito rasa para ter umidade suficiente. Bíblia de Genebra.

10 mistérios. O reino de Deus envolve verdades que estão além da compreensão e sabedoria humanas, mas que Deus agora tornou conhecidas. Bíblia de Genebra.

15 retém a palavra … perseverança. O Senhor frisa que só a perseverança garante a vida eterna. Bíblia Shedd.

16 a luz. A palavra de Deus pode ser comparada à luz que ilumina todas as coisas. Andrews Study Bible.

19 A mãe os os irmãos de Jesus foram vê-lo. A família, pensando que estava “fora de si”, provavelmente queria afastá-Lo de Seu cronograma pesado de tarefas. Bíblia de Estudo NVI Vida.

irmãos. Na igreja primitiva surgiram várias interpretações quanto ao grau de parentesco deles com Jesus … A conclusão mais natural (proposta por Helvídio) é que eram os filhos mais novos de José e Maria, meio-irmãos de Jesus. Bíblia de Estudo NVI Vida.

21 Minha mãe e meus irmãos. Não uma rejeição de Sua própria mãe e irmãos, mas um convite para que todos se incluam em Sua família por escutarem e praticarem a palavra de Deus. Andrews Study Bible.

As palavras de Jesus não constituem um repúdio à família terrena; Ele mostrou cuidado para com Maria mesmo quando estava pendurado na cruz (Jo 19.26-27). Seu ensino é que o serviço de Deus e Sua obra como Messias são mais importantes do que qualquer parentesco natural. Bíblia de Genebra.

22, 23 O mar da Galileia fica a duzentos e treze metros abaixo do nível do mar e é cercado por montanhas. Por isso o ar frio [do Mediterrâneo] pode descer canalizado e pode provocar repentinas tormentas. O sono de Jesus seguiu-se a um dia de trabalho pesado. Bíblia de Genebra.

25 Quem é este? Esta pergunta e a anterior são deixadas para que a audiência de Lucas responda. Andrews Study Bible.

27 um homem possesso de demônio. A vítima dos demônios foi ao encontro de Jesus, provavelmente, para maltratá-Lo. Logo reconheceu sua fraqueza diante do poder absoluto de Deus. Bíblia Shedd.

37 Todo o povo  rogou-Lhe que Se retirasse. Como na parábola do semeador, a colocação em prática da palavra de Deus resultou na rejeição de muitos mas o discipulado de alguns (vv. 38-39). Andrews Study Bible.

39 Volta para casa e conta aos teus tudo o que Deus fez por ti. A família e a vizinhança serão os que melhor poderão confirmar o poder de Deus numa vida transformada. Bíblia Shedd.

41 chefe da sinagoga. Era o homem que organizava o serviço litúrgico, escolhendo os que deviam ler as Escrituras ou conduzir a oração. Bíblia de Genebra.

42 filha única. Na mente de um oriental, um filho único ou filha única é a única chance de se preservar o nome da família; e, assim, é portador de grande responsabilidade. A morte desse filho ou filha era visto como especialmente trágica. Os israelitas consideravam esse acontecimento como uma tragédia para a família, que se extinguiria (ver com. de Dt 25:6). CBASD, vol. 5, p. 849.

43 uma hemorragia. A condição da mulher a tornava cerimonialmente imunda (Lv 15.25), excluindo-a de muitos relacionamentos sociais. Bíblia de Genebra.

44 tocou na orla da veste. Apesar de impura, o seu toque não contaminou Jesus; em vez disso, purificou a mulher. Andrews Study Bible.

45 a cura da mulher precisava ser conhecida publicamente, de modo que ela pudesse retornar à sua vida normal. Jesus tem o cuidado de providenciar isso. Bíblia de Genebra.

48 Filha. É a única mulher a quem Jesus chama de “Filha”, uma afirmação de ternura. Bíblia de Genebra.

50 Não temas, crê somente. 1) a razão diz: crê no possível; 2) a experiência diz: ninguém voltou do túmulo (Lc 16:30); 3) As emoções dizem: “terrores de morte me assaltam” (Sl 55.4); 4) Cristo diz: Crê somente em Mim; Eu sou a única esperança (Jo 11.25). Bíblia Shedd.

52 dorme. Jesus compara a morte ao sono, em vez de confortar seus pais com a afirmação de que ela está agora no Céu. Andrews Study Bible.

55 Voltou-lhe o espírito. Da palavra grega pneuma, que significa “vento” ou “respiração” [sopro]. Andrews Study Bible.

56 Ele lhes advertiu que a ninguém contassem. Cristo não queria que a multidão O seguisse para receber pão (Jo 6.26), e muito menos para que Ele levantasse os seus mortos. O motivo válido para segui-Lo é a comunhão que resulta em glória (cf Jo 5.44; Fp 3.11). Bíblia Shedd.



Lucas 7 by Jobson Santos
17 de março de 2018, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/lucas/lc-capitulo-7/  

Comentário devocional:

Por que a fé de um centurião romano em Cafarnaum fez Jesus se maravilhar e chamá-la de a maior fé que havia encontrado? Anciãos dos judeus tinham pedido a Jesus para curar o servo do centurião, porque ele “ama a nossa nação, e construiu a nossa sinagoga” (Lc 7:4 NVI). Quando Jesus se encaminha para curar o servo, o centurião envia um apelo diferente: “Senhor … não mereço receber-Te debaixo do meu teto. Por isso, nem me considerei digno de ir ao Teu encontro. Mas dize uma palavra e o meu servo será curado”(Lc 7:6, 7 NVI).

Somos tentados a pensar que somos dignos de receber a cura de Jesus por causa do que temos feito. O centurião reconheceu sua indignidade e baseou seu pedido no poder da Palavra de Jesus. Seu servo não precisava de presença e toque de Jesus. Jesus era o Senhor do Universo, Ele tinha autoridade sobre tudo, incluindo a doença do empregado: “Pois eu também sou homem sujeito a autoridade, e com soldados sob o meu comando. Digo a um: Vá, e ele vai; e a outro: Venha, e ele vem. Digo a meu servo: Faça isto, e ele faz”(Lc 7: 8 NVI). Jesus maravilhou-se com a fé do centurião. Quando os mensageiros voltaram para a casa do Centurião, encontraram o servo completamente curado.

Quão grande é a sua fé no poder da Palavra de Deus? Você está disposto a parar de depender de suas próprias obras e confiar sua salvação à Palavra de Jesus?

Douglas Jacobs
Professor de Ministério e Homilética
Universidade Adventista do Sul

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1226   
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli
Comentário em áudio Pr Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/Reavivados/Reavivados17-03-2018.mp3    


LUCAS 7 – COMENTÁRIO PR. ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
17 de março de 2018, 0:55
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LUCAS 7 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
17 de março de 2018, 0:45
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LUCAS 7 – O estudo da Palavra de Deus promove a fé. Ao ler o capítulo em apreço, note que as respostas positivas dadas pelas pessoas vieram após entenderem Quem Ele realmente é.
 
• Como obter tal entendimento sem a devida análise do texto revelado e inspirado?
 
Baseando-me na divisão de Darrell L. Borchert destaco os seguintes pontos:
 
1. Um centurião gentio demonstrou possuir uma fé melhor que a dos judeus, evidenciando o contraste entre Israel e as nações (vs. 1-10).
2. A multidão creu que Jesus era um profeta quando ressuscitou o filho da viúva de Naim, como Elias e Eliseu haviam feito (vs. 11-17).
3. João Batista expressou dúvidas se Jesus era aquele que viria, provavelmente porque o estilo de ministério dEle não evidenciava o Messias que viria para governar e julgar. Jesus redarguiu que suas ações escatológicas, curando e pregando, servem de resposta afirmativa (vs. 18-35; conferir Isaías 29:18; 35:5-6; 51:1).
 
• Jesus é aquele que traz o tempo do cumprimento. A diferença das duas épocas é tão grande que João, o melhor dos homens que viviam na época de Jesus, é menos que o menor dos que participarão na era vindoura (v. 28).
 
4. Uma fé exemplar foi demonstrada pela mulher que ungiu Jesus em público (vs. 36-50).
 
Para quem não quer crer, nada mudará suas convicções mesquinhas. Nos versículos 31-35 temos exemplos diferentes dos que revelaram fé em Cristo nos pontos supracitados. Deste trecho inspirado, temos as seguintes revelações: A incredulidade…
 
• …perverte a capacidade de perceber a verdade.
• …impede as pessoas de se converterem da iniquidade.
• …se revela na rejeição da única solução para os verdadeiros problemas da alma.
• …promove o preconceito e fundamenta as crenças em suposições engenhosamente inventadas pelos ignorantes.
 
É evidente o coração corrompido pelo afastamento de Deus tem predisposição para odiar e rejeitar tudo o que vem de Deus.
 
A sabedoria divina estimula a fé que combate à incredulidade responsável por perverter a intelectualidade humana.
 
Se necessário, faça como João Batista, investigue, analise, mas não seja incrédulo!
 
A incredulidade que cede espaço à fé desaparecerá miraculosamente. A fé suplanta a descrença concedendo vitória ao que decide ser fiel. A fé é alavanca que impulsiona o pecador para o invisível, mas real, reino de Deus.
 
“Senhor, aumenta nossa fé!” – Heber Toth Armí.


LUCAS 7 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
17 de março de 2018, 0:30
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“Por isso, te digo: perdoados lhes são os seus muitos pecados, porque ela muito amou; mas aquele a quem pouco se perdoa, pouco ama” (v.47).


À vista dos fariseus e demais líderes judeus, pecadores eram todos aqueles que, além de transgredir os mandamentos de Deus, não andavam segundo o rigor de suas tradições. De uma forma mais severa, os leprosos, os publicanos, os romanos e as meretrizes eram por eles considerados a imundície da sociedade. E o fato de Jesus não esquivar-Se em andar na companhia de tais pecadores, os incluindo como herdeiros da promessa, enchia de fúria o coração dos rabinos judeus.

A obra de Cristo era movida pela compaixão e pelo amor. Nada do que Ele falava ou fazia era desvinculado do poder que recebia através de Sua íntima comunhão com o Pai. A fé do centurião romano, a desesperança da viúva de Naim, a submissão e a gratidão da mulher “pecadora” (v.39), são exemplos claros de que todos são convidados a experimentar do amor de Jesus. Todos são bem-vindos. Se a graça divinal é um presente para quem não merece, então, você e eu também podemos desfrutar desse presente gracioso.

Contudo, encerrado em uma prisão, aquele que anunciara a chegada do Cordeiro de Deus, sentia-se oprimido pela dúvida. Ao pregador do deserto, restava apenas o desejo por saber de que seu ministério havia cumprido o propósito divino. Sobre este momento na vida de João Batista, declara Ellen White:

O isolamento foi a sorte que lhe coube. E não lhe foi dado ver os frutos de seus labores. Não teve o privilégio de estar com Cristo, e testemunhar do poder divino que acompanhava a maior luz. Não lhe foi concedido ver o cego no gozo da vista, o enfermo restabelecido e o morto ressuscitado. Não contemplou a luz que irradiava de cada palavra de Cristo, derramando glória sobre as promessas da profecia. O menor discípulo que viu as poderosas obras de Cristo, e Lhe ouviu as palavras, foi, nesse sentido, mais altamente privilegiado que João Batista e, portanto, diz-se ter sido maior do que ele” (O Desejado de Todas as Nações, p. 123).

Mesmo assediado por pensamentos que, por determinado momento, lhe tiravam a paz, o retorno de seus discípulos com a resposta de Jesus frente a tudo o que eles mesmos contemplaram, complementa Ellen White, “foi o suficiente… Compreendendo mais claramente agora a natureza da missão de Cristo, [João Batista] entregou-se a Deus para a vida e para a morte, segundo melhor conviesse aos interesses da causa que amava” (Idem, p. 121).

Seja por meio de “um vaso de alabastro com unguento” (v.37), ou simplesmente “com lágrimas” (v.44), seja com uma vida de privações ou apenas com um coração quebrantado pela dor da perda, Jesus não está preocupado com o que temos para oferecer a Ele, mas com qual intenção que o fazemos. A semelhança entre o “Não chores” (v.13) e “A tua fé te salvou” (v.50) está no fato de que Jesus sempre diz exatamente o que necessitamos ouvir. Simão, o fariseu, ofereceu um banquete a Jesus, mas o que estava por trás de sua oferta não era um coração sincero e contrito e, foi por esta razão, que Jesus o fez olhar para aquela que considerava indigna, mas cujo íntimo era todo amor. E, dos lábios de Cristo, Simão ouviu não o que queria, mas o que precisava ouvir: “Vês esta mulher?” (v. 44).

O amor de Jesus tem sido derramado de forma abundante e suficiente em toda a humanidade. Nossos “muitos pecados” (v.47) não podem limitar o seu poder de atuação, mas ao aceitarmos o perdão de Deus, impressionantemente, uma multidão de pecados é transformada em muito amor. Se a única coisa que você tiver para oferecer a Jesus for uma vida manchada pelo pecado, adivinha? Jesus está disposto a te receber e a te dizer: “Perdoados são os teus pecados” (v.48). Se você se considera muito indigno de estar diante de Jesus, é para os indignos que Ele diz: “Afirmo-vos que nem mesmo em Israel achei fé como esta” (v.9). Se o pranto roubou a sua voz, Ele te diz: “Não chores!” (v.13). Não perca o privilégio de ouvir a voz do seu Pastor, pois para as Suas ovelhas, Ele jamais será “motivo de tropeço” (v.23), e sim Aquele que as conduzirá aos pastos verdejantes da eternidade.

Feliz sábado, ovelhinhas de Cristo!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus
#Lucas7
#RPSP



LUCAS 7 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
17 de março de 2018, 0:20
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enviou alguns dos anciãos dos judeus. Consciente da costumeira atitude dos judeus para com os gentios (ver com. de Mt 7:6), o centurião não sabia como Jesus responderia ao pedido de alguém que não pertencia a Seu povo… e temia ser rejeitado. … Possivelmente, os “anciãos” pertencessem à sinagoga que Jesus frequentava quando estava em Cafarnaum. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 829.

com instância. Do Gr. spoudaios, “intensamente” ou “com urgência”. A questão era que o homem estava prestes a morrer. CBASD, vol. 5, p. 830.

é amigo do nosso povo. Parece que o centurião era um “prosélito da porta”, alguém que cria no verdadeiro Deus e nos princípios da fé judaica, mas não aceitava a circuncisão, o sinal da aliança (ver com. de Gn 17:10, 11), nem praticava o ritual cerimonial da religião judaica. CBASD, vol. 5, p. 830.

não sou digno. Como Pedro (5:8), este gentio reconhecia a grandeza de Jesus. Ele provavelmente temia que Jesus cresse que ao entrar na casa de um gentio Ele se tornasse um judeu cerimonialmente impuro (p. ex., At 11:1-3). Andrews Study Bible.

É muito interessante comprovar que Jesus e os líderes judeus, frequentemente em completo desacordo, afirmassem ambos, a dignidade de um gentio. É claro que os motivos deles não eram os mesmos: os “anciãos” aprovavam as obras do centurião; Jesus aprovou sua fé. … É raro um líder ser estimado igualmente por pessoas de partidos ou ideais diferentes. É raro um professor ser honrado por todos os seus estudantes, tanto os que recebem notas baixas quanto os bem avaliados. É raro um pastor apreciado por todos os segmentos em sua congregação. CBASD, vol. 5, p. 831.

será curado. O centurião parecia perceber que tudo o que era necessário era Jesus querer que o servo fosse libertado da doença. CBASD, vol. 5, p. 831.

também eu sou homem sujeito à autoridade. O centurião reconheceu, do que ouviu, que Jesus representava a autoridade e o poder celestiais do mesmo modo que ele, um oficial do exército, representava o poder e a autoridade de Roma. CBASD, vol. 5, p. 831.

Jesus admirou-se. Só duas vezes está registrado que Jesus se admirou: aqui, por causa da fé; em Nazaré, por causa da incredulidade (Mc 6.6). Bíblia de Estudo NVI Vida.

10 encontraram curado o servo. Tal cura traria esperança aos leitores do evangelho de Lucas, que não poderiam entrar na presença física de Jesus para serem curados. Andrews Study Bible.

11 dirigia-se Jesus. Desta forma começa a segunda grande viagem missionária pelas cidades e vilas da Galileia, possivelmente durante o início do outono de 29 d.C. (ver com. de Mt 4:12; 5:1; Mc 1:39). A segunda viagem começou em Cafarnaum, a sede de Jesus durante Seu ministério na Galileia. … Tendo Jesus formalmente inaugurado o reino da graça divina, com a indicação dos doze (ver com. de Mt 5:1), e tendo proclamado a lei fundamental e o propósito do reino no Sermão do Monte, então empreendeu Sua segunda viagem pela Galileia para demonstrar, por preceito e exemplo, a natureza de Seu reino e a extensão dos benefícios à humanidade. CBASD, vol. 5, p. 833.

12 único. Do gr. monogenes, “único” ou “único de uma espécie” (ver com. de Jo 1:14). CBASD, vol. 5, p. 834.

12-13 Uma viúva seria dependente de seu filho para suprir as suas necessidades, e agora ela não tinha nenhum. Andrews Study Bible.

13 vendo-a, o Senhor. Gr kurios. Jesus é descrito [por Lucas] como aquele que, de fato, tem o poder de banir a morte e a tristeza (cf 1Co 15.55-57). Bíbia Shedd.

O Senhor Se compadeceu. O motivo para ressuscitar ao filho único da viúva não foi outro senão o próprio amor compassivo de Cristo. É impossível saber quantas vezes recebemos um benefício imerecido, devido apenas ao amor de Deus (cf Mt 5.45). Bíblia Shedd.

14 tocou o esquife. O esquife, um caixão aberto com o corpo envolto em linhos, era levado à frente do cortejo fúnebre (ver DTN, 318). Nos templos bíblicos, um “esquife” era feito de vime. CBASD, vol. 5, p. 834.

Uma violação das regras judaicas de pureza ritual (Nm 19:16) que ao invés de trazer contaminação a Jesus, trouxe o poder de Jesus ao homem. Andrews Study Bible.

14, 15 Que Jesus levantou mortos, isto é testemunho na apologia de Quadrato endereçada a Adriano (125 d.C.). Afirma que os restaurados continuaram vivos além dos dias de Jesus, até aos próprios tempos do autor. Bíblia Shedd. [Ou: em uma carta doutrinária escrita por Quadrato a Adriano, em 125 d.C., o primeiro cita que naquele ano ainda viviam alguns dos ressuscitados por Jesus.]

16 Grande profeta. Recorda a profecia de Moisés em Dt 18:18-19 (ver tb At 3:19-23). Andrews Study Bible.

Deus visitou o Seu povo. A ressurreição do defunto foi prova suficiente de que Deus visitara Seu povo. Bíblia Shedd.

19 Aquele que estava para vir. Deus permite que sobrevenham momentos de perplexidade mesmo a Seus servos mais dignos e confiáveis, a fim de fortalecer sua fé e confiança. Às, vezes, quando é necessário para o desenvolvimento do caráter ou para o bem da causa de Deus na terra, ele os permite passar por experiências que parecem sugerir que os esqueceu. Assim ocorreu quando Jesus pendia na cruz (ver Mt 27:46; DTN, 753, 754) e com Jó (ver Jó 1:21; 13:15). CBASD, vol. 5, p. 835.

23 não se ofende (NKJV). Não se afasta de Jesus porque os Seus atos não se conformam com suas ideias preconcebidas. Andrews Study Bible.

26 João era único no sentido de que a ele fora dada a honra singular de preparar o caminho ao Senhor. Andrews Study Bible.

28 o menor no reino de Deus é maior do que ele. Ironicamente, João nunca pôde testemunhar as obras deJesus ou participar nos triunfos de Sua ressurreição e obras através da igreja. Andrews Study Bible.

30 mas os fariseus e os intérpretes da lei rejeitaram, quanto a si mesmos, o desígnio de Deus. “O livre arbítrio dá ao homem a capacidade de anular o propósito divino de dar-lhe a salvação” (Plummer). Bíblia Shedd.

31 presente geração. Na maioria, seguiu aos líderes que rejeitaram o convite divino por meio de João e Jesus. Bíblia Shedd.

32 Como crianças que ficam sentadas na praça. As pessoas tinham rejeitado tanto a Jesus quanto a João Batista, mas por razões diferentes – como crianças que não querem participar de uma brincadeira alegre nem de um evento tristonho. Não queriam associar-se a João quando seguia as regras mais rigorosas, nem a Jesus quando se relacionava livremente com todo tipo de pessoas. Bíblia de Estudo NVI Vida.

35 a sabedoria é justificada por todos os seus filhos. Filhos da sabedoria são aqueles que reconhecem a sabedoria de Deus e a declaram justa e verdadeira. Andrews Study Bible.

36 lugar à mesa. Era costume reclinarem-se sobre divãs à mesa, com os pés para trás. Assim, seria fácil para a mulher regá-los com lágrimas e ungi-los. Bíblia Shedd.

37 pecadora. So sentido de mulher de má reputação, uma prostituta. Bíblia Shedd.

alabastro. Pedra cara, macia o suficiente para ser escavada. Andrews Study Bible.

39 Se este fora profeta. Simão ouvira que Jesus era profeta, mas a maneira acolhedora de Jesus [à pecadora] o decepcionou. Bíblia Shedd.

Jesus ironicamente demonstra que ele é realmente um profeta por conhecer e responder à crítica silenciosa de Simão. Andrews Study Bible.

46 óleo. A hospitalidade de Simão era insignificante comparada à gratidão ilimitada de Maria. CBASD, vol. 5, p. 841.

47 perdoados … muito amou. O amor que Maria sentia por Cristo era resultado do perdão já concedido a ela antes desta ocasião. … Simão amava pouco a Jesus, pois seus pecados não foram perdoados. Como Nicodemos, ele não se considerava um pecador em necessidade do perdão divino. CBASD, vol. 5, p. 841.

A doutrina católica romana afirma que o tributo de amor merece o perdão (contritio caretate forata). Mas é o contrário – a parábola ensina que reconhecer o perdão é que produz o amor. Não foi o amor que salvou a mulher, mas a sua fé (50). Bíblia Shedd.

48 perdoados são os teus pecados. Aos olhos do Céu, ela não era mais uma pecadora porque já lhe havia sido concedido o perdão. Andrews Study Bible.

50 vai-te em paz. O presente do indicativo, no Gr, descreve um estado de permanente paz com Deus e no próprio coração. Bíblia Shedd.



LUCAS 6 by Jeferson Quimelli
16 de março de 2018, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/lucas/lc-capitulo-6/

Comentário devocional:

Quais foram os resultados das sessões de oração de Jesus no deserto? “O poder do Senhor estava com ele para curar os doentes” (Lucas 5:17).

Através da oração Ele conseguia poder para atender solicitamente a todos – tanto às multidões como a cada um, individualmente – sob a tensão dos constantes olhares dos espiões que sempre estavam prontos a criticá-Lo, ao menor pretexto.

Na oração, nós também temos acesso ao mesmo poder para fazer o bem que estava disponível a Jesus. Peça a Deus, ao ler as histórias das multidões que seguiam a Jesus e dos conflitos que se abatiam sobre Ele em todos os lugares, para dar-lhe o poder de curar seus conflitos pessoais e o poder de lidar com as tensões que você enfrenta a cada dia.

Douglas Jacobs, D.Min.
Professor de Ministério e Homilética
Universidade Adventista do Sul, EUA.

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1225
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli
Comentário em áudio Pr Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/Reavivados/Reavivados16-03-2018.mp3



LUCAS 6 – COMENTÁRIO PR. ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
16 de março de 2018, 0:55
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LUCAS 6 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
16 de março de 2018, 0:45
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LUCAS 6 – Muitos ensinamentos são proclamados por Jesus neste capítulo. Prepare teu coração com oração a fim de que estudes e vivas os propósitos divinos para você.
 
Preste atenção:
 
1. A guarda do sábado é bíblica e saudável, mas é possível guardar esse dia sagrado de forma doentia. Guardar o sábado não significa ser legalista, entretanto é possível ser legalista guardando o sábado. Jesus anseia libertar aos legalistas de suas formalidades sabáticas a fim de que possuam um relacionamento genuíno com Ele de submissão, pois Ele é o Senhor do sábado (vs. 1-5).
 
2. As intenções de Jesus nunca visavam cancelar a Lei (Mateus 5:17). Ele nunca transgrediu nenhum dos mandamentos (João 15:10). Como Senhor do sábado, Jesus ensinou como guardá-lo corretamente praticando o bem e libertando sofredores; contudo, os críticos se colocavam acima do Senhor do sábado e, cheios de furor, O acusavam (vs. 6-11). Sem relacionamento com Cristo, eles são cegos guiando cegos (vs. 39-42).
 
3. Jesus chama doze discípulos para treiná-los a fim de propagarem a verdade de forma correta; depois, liberta e cura diversos enfermos, para demonstrar Seu poder ligado a Sua pregação. Certamente, a Palavra divina chama, liberta e restaura (vs. 12-19).
 
4. Após apresentar a bem-aventurança (vs. 20-23) Jesus fala dos ais aos que rejeitarem o reino (vs. 24-26).
 
5. O reino de Deus não é desorganizado, há uma legislação e os súditos devem viver regidos pelo padrão máximo desse reino: O amor transcendental. Pois, haverá um juízo e cada caso será devidamente analisado (vs. 27-38).
 
6. Jesus deseja transformar-nos mais do que informar-nos. Ele quer mudança interior mais do que mudança externa. Lá no íntimo de cada indivíduo, o evangelho deve surtir efeito. Para fazer-nos refletir, Jesus usou duas ilustrações (vs. 43-45):
 
• Os frutos são indicativos do tipo de cada árvore. Os frutos são nosso comportamento, eles revelam de fato quem somos: súditos do reino de Deus ou do diabo.
• As palavras que proferimos revelam nosso interior: Se somos hipócritas ou íntegros.
 
7. O que faz a diferença é o tipo de fundamento. Onde fundamentamos nossa existência faz total diferença. Hipocrisia ou integridade depende de nosso nível de fidelidade ao Deus verdadeiro (vs. 46-49).
 
Em fim, de quem você é súdito, do pecado ou de Jesus?
 
Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.