Reavivados por Sua Palavra


LUCAS 10 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
20 de março de 2018, 0:20
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Número de palavras:  2425.

1 o Senhor designou outros setenta. Há uma interessante comparação: … Moisés elegeu 70 homens para auxiliá-lo a julgar Israel (ver Nm 11:16-25); Jesus também elegeu 70 para auxiliá-Lo. Segundo a tradição judaica, baseada numa lista de descendentes de Noé em Gênesis 10, houve 70 nações no mundo. O Sinédrio era composto de 70 membros, além de seu presidente. desta forma, o número 70 tinha papel importante no pensamento judaico. Os motivos pelos quais Jesus escolheu os setenta, e se Ele conferiu algum significado a esse número, não são revelados; e a especulação a respeito disso é inútil. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 859.

para que O precedessem. Os setenta foram primeiramente às cidades e aldeias da Samaria. Isso indica que Jesus deve ter conduzido um ministério amplo ali durante o inverno de 30-31 d.C. A atitude amigável de Jesus para com o povo de Samaria manifestada na ocasião da visita à mulher de Sicar e Seu ministério pelo povo daquela vizinhança (ver Jo 4:5-42) deve ter contribuído para quebrar o preconceito. … O ministério dos setenta ao povo samaritano prepararia os discípulos para os labores futuros naquela região  (ver At 1:8). Depois da ressurreição, um notável êxito acompanhou os trabalhos dos apóstolos ali. CBASD, vol. 5, p. 859.

2 seara. Aqueles prontos a ouvir a seguir a mensagem de Deus (vv. 1, 9). Andrews Study Bible.

4 não leveissandálias. Proibição de levarem um par de sandálias extras. Bíblia de Genebra.

a ninguém saudeis pelo caminho. Ainda hoje as saudações orientais são complicadas e longas. Restava pouco tempo de vida ao Salvador e a missão dos setenta devia ser realizada com rapidez. Eles foram enviados para proclamar “o reino de Deus”, que exigia pressa. CBASD, vol. 5, p. 860.

5 paz. Habitual saudação judaica. “Shalom” deseja paz e inteireza. Andrews Study Bible.

6 filho da paz. Um hebraísmo típico, que descrevia o líder de uma família como um homem agradável, pronto a receber e hospedar. CBASD, vol. 5, p. 860.

8 comei do que vos for oferecido. A exortação de Jesus aos setenta é, às vezes, interpretada como permissão para comer o que for disponibilizado pelo anfitrião, mesmo que o alimento seja proibido nas Escrituras. Deve-se lembrar que os setenta não entrariam em lares gentios, onde seria servido alimento proibido, apenas entrariam em lares de judeus e samaritanos, e ambos eram rigorosos quanto às disposições do Pentateuco acerca de alimentos puros e impuros (ver com. de Lv 11). CBASD, vol. 5, p. 860.

11 está próximo o reino de Deus. Na pessoa de Cristo e Seus emissários, não no tempo (cf Mt 12.34). Bíblia Shedd.

13 Corazim e Betsaida … Tiro e Sidom. Privilégio maior exige responsabilidade maior. Bíblia Shedd.

15 inferno. Gr haidou, “hades”, como sheol no AT, significa o local dos mortos ou o sepulcro. Bíblia Shedd.

As pessoas não serão condenadas no grande dia do julgamento final porque creram no erro, mas porque negligenciaram as oportunidades fornecidas pelo Céu para conhecer o que é a verdade. CBASD, vol. 5, p. 860

17, 20 alegria. É característica de Lucas mencionar a alegria (19 vezes), o cântico e a glorificação de Deus. Bíblia Shedd.

17 demônios se nos submetem. Até onde vai o relato, Jesus não comissionou especificamente os setenta para expulsar demônios (ver v. 9), assim como ocorreu com os doze (Mt 10:1). No entanto, este aspecto do ministério parece ter impressionado os setenta. CBASD, vol. 5, p. 860.

pelo Teu nome! Repletos de alegria, os setenta reconheceram que foi o poder de Jesus operando por meio deles que possibilitou o sucesso. CBASD, vol. 5, p. 861.

18 caindo do céu. Em seu contexto, o dito parece significar que o ministério dos pregadores tinha infligido uma derrota sobre Satanás. Bíblia de Genebra.

Satanás era um inimigo conquistado. Nesta declaração, Jesus olhava adiante, para a crucifixão, quando o poder de Satanás seria desfeito (ver DTN, 679, 758; cf 687). Ele também viu o tempo quando o pecado e os pecadores não mais existiriam. Os setenta testemunharam a expulsão de Satanás da vida de muitas pessoas: Jesus “viu” sua completa queda. CBASD, vol. 5, p. 861.

19 autoridade. Os mensageiros de Deus são protegidos quando fazem aquilo que Deus manda fazer. Bíblia de Genebra.

serpentes. Simbolizavam os demônios no judaísmo antigo; a proteção é contra o poder satânico. Bíblia Shedd.

20 alegrai-vos, não porque. A habilidade de operar milagres não assegura, em si mesma, a vida eterna de alguém (ver Mt 7:22, 23). CBASD, vol. 5, p. 861.

23-24 O maior dos profetas e reis, nos dias primitivos, não tinha visto o Messias, como estes discípulos viram. Bíblia de Genebra.

25 intérprete da Lei. Gr nomikos,  “advogado”. Era um teólogo judeu, autoridade na Lei (Torá) de Deus. Bíblia Shedd.

Jesus estava em Sua última viagem da Galileia para Jerusalém (ver com. de Mt 19:1). A narrativa indica que o evento ocorreu em Jericó. O cenário envolvendo o samaritano e a vítima de assalto teria ocorrido havia pouco (ver DTN, 499). Imediatamente após o encontro com o intérprete da Lei e a narração do caso do bom samaritano, Jesus foi para Betânia, partindo de Jericó. CBASD, vol. 5, p. 861

pôr Jesus à prova. A pergunta do intérprete da Lei a Jesus foi cuidadosamente estruturada pelos líderes religiosos (ver DTN,  497). CBASD, vol. 5, p. 861.

Mestre. Literalmente, “professor”. Como profissional do ensino da lei, o intérprete confronta Jesus com um problema que os próprios escribas discutiam longamente. CBASD, vol. 5, p. 861.

que farei ? A pergunta revela que o conceito de justiça do intérprete era equivocado. Para ele, bem como para a maioria dos judeus da época, obter a salvação era uma questão essencialmente de fazer as coisas prescritas pelos escribas. Desta forma, ele considerava que a pessoa poderia obter a salvação pelas obras. No grego, a ênfase é colocada sobre a palavra “fazer”. CBASD, vol. 5, p. 861.

26 Como interpretas? Era o ofício do intérprete saber a resposta a esta pergunta. Ele era professor da lei judaica e, como tal, era apropriado que lhe fosse concedida oportunidade para a resposta. A pergunta de Jesus não indica necessariamente uma repreensão. Dar oportunidade a outro de responder a própria pergunta era uma cortesia. CBASD, vol. 5, p. 862.

27 Amarás. O intérprete da lei cita Deuteronômio 6:5 … mais tarde, Jesus respondeu da mesma forma a mesma pergunta feita por outro intérprete da Lei (ver Mt 22:36-38). … Amar a Deus no sentido indicado neste versículo que dizer dedicar o ser completo a Seu serviço: as afeições, a vida, a força física e o intelecto. Este tipo de “amor” é “o cumprimento da lei” (Rm 13:10). … Aquele que verdadeiramente “conhece” a Deus guardará “Seus mandamentos” porque o “amor” de Deus é “aperfeiçoado” nele (1Jo 2:4-6). CBASD, vol. 5, p. 862.

de toda a sua alma forças entendimento. A tônica é a total dedicação. Bíblia de Estudo NVI Vida.

28 Respondeste corretamente. O amor é o núcleo da lei e a norma pela qual o povo de Deus é chamado a viver. Andrews Study Bible.

Estes dois mandamentos sumariam toda a lei (cf Rm 13.9). Como era impossível o coração humano atingir este padrão, Cristo cumpriu a dupla lei do amor por nós. Bíblia Shedd.

faze isto. A vontade de Deus é o caminho da vida. Bíblia de Genebra.

29 querendo justificar-se. É como se dissesse: “Mas a verdadeira dúvida é: ‘Quem é o meu próximo?’”. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Como o jovem rico (Mt 19:16-22), o intérprete da lei não estava satisfeito com o conceito farisaico de justiça (ver DTN, 497). Como o jovem rico, ele estava consciente de uma carência em sua vida que, intuitivamente, ele pressentia que Jesus preencheria. Como Nicodemos (ver com. de Jo 3:2, 3), ele relutava admitir o fato, até para si mesmo. Portanto, em  parte como um meio de negar sua convicção interna, ele passou a “justificar-se”, fazendo parecer que havia dificuldades maiores em realmente amar os companheiros (ver DTN, 498). CBASD, vol. 5, p. 863.

Quem é o meu próximo? Quando uma pessoa faz perguntas sutis das quais sabe ou deveria saber a resposta, é evidente que ela está convicta (cf Jo 4:18-20); mas, por alguma razão, lança desculpas para não fazer o que a consciência lhe diz que deve fazer. No pensamento do intérprete da Lei, pagãos e samaritanos estavam excluídos da categoria “próximo”. A pergunta dele tinha que ver qual dos companheiros israelitas ele deveria considerar como “próximos”.  CBASD, vol. 5, p. 863.

30 Certo homem. Este foi um episódio real (DTN, 499), que era notícia em Jericó, o lar do sacerdote e do levita envolvidos no incidente … Esses dois homens estavam presentes nessa ocasião (DTN, 499). CBASD, vol. 5, p. 863.

de Jerusalém para Jericó. Distância de quase 28 km, com uma descida de 762 m acima do nível do mar para 244 abaixo da superfície do mar. A estrada passava por uma região rochosa e desértica, propiciando a presença de assaltantes que ficavam à espreita para atacar viajantes indefesos. Bíblia de Estudo NVI Vida.

A rota principal de Jerusalém para Jericó seguia o Wadi Qelt, através de uma porção de colinas desabitadas, estéreis e áridas do deserto de Judá. A determinada altura, o Wadi Qelt estreita-se num desfiladeiro rochoso que é refúgio de ladrões desde tempos remotos. Toda a região, com suas muitas cavernas e rochas, provê um esconderijo oportuno para bandidos. CBASD, vol. 5, p. 863.

31 um sacerdote passou de largo. Como se não tivesse visto; na verdade, porque não se importava. A hipocrisia tinha se tornado uma capa, como se fosse para proteger o egoísmo da inconveniência. … Muitas desculpas passaram pelas mentes desses homens enquanto procuravam justificar sua conduta. CBASD, vol. 5, p. 863.

32 levita. Os levitas auxiliavam os sacerdotes nas tarefas do templo. Se ajudassem a vítima, ambos se arriscavam a outro ataque e a um ritual de limpeza que demandaria tempo por tocar numa pessoal potencialmente morta. Andrews Study Bible.

33 Samaritano. Os ouvintes esperariam que um sacerdote e um levita fossem seguidos por um leigo israelita, numa história anticlerical. O samaritano é totalmente inesperado, como é inesperada a sua compaixão. Bíblia de Genebra.

Os samaritanos tinham uma mistura ancestral de judeus e gentios. Judeus e samaritanos possuíam uma longa história de hostilidade mútua, desde o tempo em que os judeus retornaram da Babilônia (Ed 4:1-4). Andrews Study Bible.

Os judeus consideravam os samaritanos mestiços, tanto física (v. nota em Mt 10.5) quanto espiritualmente (v. notas em Jo 4.20, 22). Os samaritanos e os judeus hostilizavam-se abertamente (v. nota em 9.52), mas Jesus asseverou que o amor não tem fronteiras nacionais. Bíblia de Estudo NVI Vida.

O samaritano sabia bem que se ele fosse a vítima ferida deixada ao lado da estrada, não poderia esperar misericórdia de qualquer judeu comum. No entanto, o samaritano, arriscando-se aos ataques dos salteadores, decidiu auxiliar a pobre vítima. De modo real, a misericórdia demonstrada pelo samaritano reflete o espírito que moveu o Filho de Deus a vir a esta terra resgatar o ser humano. Deus não era obrigado a resgatar a humanidade caída. Ele poderia ter passado ao largo de pecadores, como o sacerdote e o levita ignoraram o viajante na estrada para Jericó. Mas o Senhor estava disposto a ser “tratado como nós merecíamos, para que pudéssemos receber o tratamento a que Ele tinha direito” (DTN, 25). CBASD, vol. 5, p. 864.

“O bom samaritano” ensina que: 1) Religiosidade não significa, automaticamente, bondade; 2) Nosso “próximo” pode ser alguém fora do nosso grupo, raça ou religião; 3) O amor real requer sacrifício como Cristo demonstrou (cf Rm 5.8). Bíblia Shedd.

34 ferimentos. Do gr traumata, de onde se originam as palavras “trauma”, “traumatismo”, etc. CBASD, vol. 5, p. 864.

35. dois denários. As moedas pagariam a pensão de um homem por vários dias. Bíblia de Genebra.

quando voltar. Possivelmente, na viagem de volta. A confiança que o hospedeiro parece ter no samaritano indica que este último era um negociante que frequentemente passava por Jericó e era conhecido. CBASD, vol. 5, p. 864.

36 Qualparece ter sido o vizinho? (NKJV) Jesus mudou a pergunta original do intérprete da lei de “Quem é o meu vizinho?” para uma mais importante: “Sou eu um bom vizinho?” Andrews Study Bible.

Ser um bom “próximo” não é tanto uma questão de proximidade quanto de vontade de carregar os fardos dos outros. Ser bom próximo é a expressão prática do princípio do amor pelo semelhante. CBASD, vol. 5, p. 864.

37 O que usou de misericórdia. Sob tais circunstâncias, os meros pensamentos não tinham valor; o que contou foram as obras. … O “próximo” de uma pessoa é simplesmente quem necessita de seu auxílio. CBASD, vol. 5, p. 864.

Vai e procede tu de igual modo. em outras palavras, se você deseja conhecer o verdadeiro bom “próximo”, vá e modele sua conduta pela do samaritano. Tal é a natureza da verdadeira religião (Mq 6:8; Tg 1:27). … Deus “permite que tenhamos contato com o sofrimento e a calamidade para nos tirar de nosso egoísmo” (PJ, 388). CBASD, vol. 5, p. 865.

38 num povoado. Betânia, a cerca de 3 km de Jerusalém (Jo 11.1). Bíblia de Genebra.

MartaMaria. Marta era a mais velha das duas irmãs e aquela que administrava os assuntos do lar. Ela era que “O hospedara em seu lar”. … Marta era responsável pelo lar e tinha uma mente prática. Por sua vez, Maria era mais preocupada com as coisas espirituais. CBASD, vol. 5, p. 865.

39 aos pés do Senhor. A posição de um discípulo. Andrews Study Bible.

40-41 A preparação de Marta pode ter sido desnecessariamente esmerada. Maria sabia que ouvir Jesus era uma oportunidade extraordinária demais para dar preferência a outros tipos de preocupações (ver Mc 9.7). Bíblia de Genebra.

Senhor, não Te importas ? Marta sabia, de experiências passadas, que nada conseguiria ao apelar diretamente a Maria. … Ao apelar a Jesus, Marta não apenas envergonhou Maria, como indiretamente censurou a Jesus. O problema real, indicava ela, repousava no fato de que Ele “não Se importava” com a situação ou não tinha intenção de fazer nada a respeito, porque Ele se agradava mais em que Maria O ouvisse do que auxiliando no preparo da refeição. CBASD, vol. 5, p. 865.

41 Marta, Marta. A repetição do nome indica afeição e, algumas vezes, preocupação (ver Lc 22:31; At 9:4). CBASD, vol. 5, p. 865.

te preocupas com muitas coisas. A hospitalidade simples seria suficiente para Jesus; Ele não exigia coisas elaboradas. CBASD, vol. 5, p. 865.

42 pouco é necessário. Em vez da nervosa preocupação pelo servir um banquete digno do Senhor, um prato seria suficiente. Bíblia Shedd.

uma só coisa. Marta era diligente, rápida e enérgica, mas faltava a ela o espírito calmo e devocional de sua irmã Maria. Ela não aprendera a lição dada em Mateus 6:33, de dar prioridade ao reino de Deus, e um papel subordinado às coisas materiais. CBASD, vol. 5, p. 866.

Maria, pois, escolheu a boa parte. Alguns consideram a expressão “boa parte” [ou “boa porção”] como um jogo de palavras, em que Jesus faz referência ao melhor prato na mesa. “a boa parte”, a “única coisa” necessária para Marta, era uma profunda preocupação pelo conhecimento do reino de Deus. CBASD, vol. 5, p. 864.

não lhe será tirada. As coisas materiais em que Marta se interessava seriam tiradas (ver Lc 112:13-21; 16:25, 26). Maria estava acumulando “tesouro inextinguível nos céus, onde não chega o ladrão, nem a traça consome” (Lc 12:33; ver com. de Mt 6:19-21). CBASD, vol. 5, p. 866.



Lucas 9 by Jobson Santos
19 de março de 2018, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/lucas/lc-capitulo-9/

Comentário devocional:

Em Lucas 9, Jesus pergunta a seus discípulos: “Quem as multidões dizem que eu sou? (v 18 NVI).

A pergunta: “Quem é Jesus?” é a pergunta que todos devem responder. Herodes e os discípulos de Jesus enfrentaram essa questão depois de Jesus ter pregado “as boas novas do Reino de Deus” (Lucas 8:1 NVI) e provado Sua autoridade sobre a natureza, demônios, doença e morte. Jesus tinha inclusive transformado cinco pães e dois peixes em mais de 5000 refeições. Após todos estes milagres Jesus pergunta: “Quem as multidões dizem que eu sou?” (v. 18 NVI)

A resposta dos discípulos à pergunta de Jesus sobre o que as pessoas estavam dizendo sobre Ele, é idêntica à resposta dada a Herodes: Alguns dizem que o senhor é João Batista, Elias, ou um dos antigos profetas ressuscitado. Então, Jesus faz uma pergunta diferente e mais pessoal: “E vocês, o que dizem?”, “quem vocês dizem que eu sou?” (Lucas 19:20 NVI).

Esta é a pergunta mais importante que você terá que responder em toda a sua vida. Na verdade, é a única questão que realmente importa. Ao você ler a resposta de Pedro, opte por fazer dela a sua resposta: “Tu és O Cristo [o Ungido, o Messias] de Deus” (Lucas 9:20).

Douglas Jacobs
Professor de Ministério e Homilética
Universidade Adventista do Sul


Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1228
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli
Comentário em áudio Pr Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/Reavivados/Reavivados19-03-2018.mp3  


LUCAS 9 – COMENTÁRIO PR. ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
19 de março de 2018, 0:55
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LUCAS 9 – COMENTÁRIO DO PASTOR HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
19 de março de 2018, 0:45
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LUCAS 9 – Jesus ensina e liberta. Muitos querem a libertação, porém desprezam Seus ensinamentos. Alguns até aceitam a Jesus como Salvador, mas não querem nem saber de tê-lO como Senhor absoluto em cada situação da vida.

Jesus é exemplo a cada um de nós de como exercer a liderança, desempenhar os dons ou executar alguma atividade na igreja. Possuindo a humildade de um servo, Ele fez com responsabilidade a obra que o Pai Lhe designara. A marca de Seu ministério era a compaixão pelos pecadores, ensino e compromisso fiel com a Palavra.

A forma em que Jesus preparou Seus discípulos para o cumprimento da missão revela que o discipulado não é automático. Ele requer preparo do Mestre e, disposição submissa dos Seus seguidores. Não há nenhum discipulado sem aceitar plenamente o senhorio de Cristo.

O capítulo em pauta nos oferece as seguintes premissas:

1. Aos que se dispõe a aprender a ser discípulo e aceita servir na missão de Cristo, recebe orientação de onde ir, o quê fazer e capacitação do Espírito para agir com autoridade sobre todos os demônios e doenças (vs. 1-2).

2. Ao entrar de cabeça na missão, o discípulo deve confiar plenamente na provisão divina. É Deus quem sustenta àqueles que se rendem ao Seu serviço, ainda que enfrentem certas dificuldades (vs. 3-6).

3. Jesus prepara Seus discípulos ao desafiá-los frente a situações em que só dependendo de Deus é possível uma solução. Jesus pede coisas impossíveis a Seus discípulos, a fim de moldar-lhes o caráter e torná-los submissos e dependentes do dono da missão (vs. 10-17).

4. Os discípulos precisam ter bem claro em sua mente quem realmente é Cristo, pois aqueles que vão representá-lO devem compreender corretamente a identidade do Messias (vs. 18-22), diferentemente de Herodes que não sabia quem Ele era (vs. 7-9).

5. O discípulo precisa tomar a Sua cruz (vs. 23-27), mas não sem esclarecimento da missão de Seu Mestre: Jesus…

• …é maior que Moisés e Elias (vs. 28-36);
• …possui a majestade de Deus (vs. 37-43);
• …precisava morrer (vs. 44-45)
• …ensinava coisas radicais, objetáveis a muitos prováveis discípulos que, por fim, O rejeitam (vs. 49-62).

Submeter-se ao senhorio de Cristo é muito mais que simplesmente aceitá-lO como Salvador. Isso explica porque nos falta o reavivamento! – Heber Toth Armí.



LUCAS 9 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
19 de março de 2018, 0:30
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“Mas não O receberam, porque o aspecto dEle era de quem, decisivamente, ia para Jerusalém” (v.53).


A capacitação dos discípulos para a missão que abalou o mundo não foi um privilégio dado apenas a eles, mas eles foram as primícias da nova igreja de Deus, “anunciando o evangelho e efetuando curas por toda parte” (v.6). A fama de Jesus e de Seus feitos era o principal assunto que, a uns alegrava e a outros despertava o temor. Enquanto Herodes “se esforçava por vê-Lo” (v.9), o Salvador estava sempre acessível a todos que iam até Ele a fim de O ouvirem ou de serem por Ele curados. Ele alimentava as multidões famintas do pão do Céu e do pão físico, não fazendo diferença entre as pessoas.

Entretanto, Cristo deixou bem claro que o discipulado não é para todos. Todos são chamados, mas nem todos estão dispostos a renunciar a própria vida por amor a Cristo. A renúncia do eu requer a fé operante tanto de subir ao monte com Jesus “com o propósito de orar” (v.28), quanto de com Ele descer e enfrentar a fúria do inimigo. De todas as prerrogativas de um discípulo de Jesus, creio que a submissão seja a mais importante no sentido de cumprir a missão segundo a vontade de Deus. Como uma criança obediente a seu pai, Deus espera que, como Seus filhos, experimentemos “qual seja a boa, agradável e perfeita vontade” dEle (Rm 12:2).

E, ao contrário do pensamento exclusivista dos discípulos, devemos ter em mente de que Deus também possui Seus instrumentos externos. Podem não ter o pleno conhecimento da verdade, mas estão usando a luz que possuem com a finalidade de libertar pessoas das cadeias do inimigo. A esses, no devido tempo, a luz de toda a verdade lhes será revelada pelo Espírito Santo e terão um papel fundamental no cumprimento profético dos últimos dias. Obra esta que já está sendo realizada. Suas vidas, unidas àquelas que já anunciavam toda a verdade, serão para o mundo um testemunho “de quem, decisivamente” (v.53), está indo para a Nova Jerusalém.

Seguir a Jesus não é tarefa fácil. É simples de entender, mas difícil de praticar. Muitos têm declarado: “Seguir-te-ei para onde quer que fores” (v.57). Mas diante da primeira privação, declinam da missão. Outros, ainda que cientes de seu chamado, colocam outras prioridades à frente de ir e pregar “o reino de Deus” (v.60). E ainda outros que até aceitam o chamado de Deus, desde que antes possa despedir-se de sua antiga vida. Certamente, Jesus deixou bem claro que segui-Lo é uma questão de escolha e que envolve vida ou morte, não apenas de quem é chamado, mas de todos os que podem ser alcançados em sua esfera de influência.

Enquanto muitos quando O viam corriam para perto dEle, muitos também rejeitavam a Jesus. Mas uma coisa era igual para ambos os grupos de pessoas: “o aspecto dEle” (v.53). Todos sabiam para onde Ele estava indo. Quando as pessoas olham para nós, elas sabem para onde estamos indo? A resposta negativa à nossa pregação não significa que falhamos no cumprimento da missão, mas que nem todos estão dispostos a seguir pelo mesmo caminho. Um verdadeiro discípulo de Jesus não é aquele que fala melhor, mas aquele que sabe para onde vai. Que pelo poder do Espírito Santo, sejamos verdadeiros discípulos de Cristo e que se cumpra em nossa vida a letra da canção: “E se alguém vier atrás de mim por onde vou, vai ver que Cristo e eu deixamos uma pegada só” (Hinário Adventista do Sétimo Dia, n° 481).

Bom dia, seguidores de Jesus!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus
#Lucas9
#RPSP



LUCAS 9 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
19 de março de 2018, 0:20
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3 não levem nada. Nenhum excesso de bagagem que dificultasse a viagem, nem sequer as provisões usuais. Deviam depender das pessoas na casa de quem se hospedassem. Bíblia de Estudo NVI Vida.

nem alforje. Uma espécie de bolsa em que o viajante leva seus pertences e provisões de viagem. Bíblia de Genebra.

4 fiquem ali. Não deviam mudar de casa, procurando alojamentos melhores, mas usar uma única casa como centro de operações enquanto pregavam em determinada comunidade. Bíblia de Estudo NVI Vida.

5 sacudi o pó dos vossos pés. Um ato simbólico praticado pelos judeus religiosos ao retornarem à Palestina, que aqui indica relações cortadas, responsabilidade cessada, e um apelo seríssimo ao arrependimento. Bíblia Shedd.

9 E se esforçava por vê-Lo. Literalmente, “procurava vê-Lo”. Era mais que um desejo, por parte de Herodes; ele realmente procurava uma oportunidade adequada para ter uma entrevista com Jesus sem, como ele pressentia, comprometer sua dignidade como rei …  No entanto, como Nicodemos (ver DTN, 168), Herodes entendia que seria humilhante a alguém de sua posição ir a Jesus abertamente. CBASD – Comentário Bíblico Adventista, vol. 5, p. 853.

O desejo de Herodes de ver a Jesus só se cumpriu no julgamento de Jesus (23.8-12). Bíblia de Estudo NVI Vida.

retirou-se para Betsaida, para descansar (Mc 6.31) e sair do território de Herodes. Esse ministérios de ensino e milagres (v. 11) só resultou em condenação (cf “Ai”, 10.13). Bíblia Shedd.

12-17 O milagre da multiplicação dos pães é o clímax do ministério de Jesus na Galileia. Bíblia Shedd.

18 orando à parte. Lucas salienta a oração de Cristo antes do Batismo, da escolha dos Doze, da confissão de Pedro, da transfiguração e da traição. Bíblia Shedd.

Quem as multidões dizem que Eu sou? O relato trazido pelos discípulos foi igual ao que chegou até Herodes (cf. v. 7, 8). Esse fato se deu ao norte, fora do território de Herodes, nos arredores de Cesareia de Filipe (v. Mt 16.13 e Mc 7.24; notas). Bíblia de Estudo NVI Vida.

Entre os v. 17 e 18 ocorre o que, algumas vezes, é descrito como a “grande omissão” de Lucas. Nestes versículos, Lucas omite tudo o que está registrado em Marcos 6:45 a 8:26; e João 6:25 a 7:1, isto é, Jesus caminhando sobre o lago, o sermão do Pão da Vida, as discussões com os fariseus, o retiro para a Fenícia, a cura do surdo-mudo, a alimentação das quatro mil pessoas e a cura do cego de Betsaida. Para equilibrar essa “grande omissão”, Lucas faz o que é chamado algumas vezes de a “grande inserção”, que consiste aqui dos eventos de Lucas 9:51 a 18:14. Quase nenhum deles ocorre nos outros evangelhos. CBASD, vol. 5, p. 853.

20 Cristo. É a tradução de  Mashiah, “o ungido’, termo que inicialmente se referiu ao Sumo Sacerdote (Lv 4.5, LXX) e depois ao rei (cf 1Sm 2.10, 35; Sl 2.2;Dn 9.25), interpretado pelos judeus como o Salvador vindouro, o Messias. Bíblia Shedd.

22 sofra. O primeiro aviso aos discípulos de que o Messias seria diferente do Messias conquistador que eles tinham esperado. Andrews Study Bible.

23 Os discípulos provenientes da Galileia sabiam o que significava a cruz, visto que na região deles centenas de homens tinham sido mortos por esse método de execução. Bíblia de Estudo NVI Vida.

29 a aparência do Seu rosto Se transfigurou. Literalmente, “a aparência de Seu rosto tornou-se diferente”. CBASD, vol. 5, p. 853.

30 Moisés e Elias. Os dois representavam a Lei e os Profetas do AT; ambos haviam testemunhado de Cristo (e. g., Dt 18:15; Is 9:6; Lc 24:27). Andrews Study Bible.

37-43 A sequência da transfiguração e depois a cura do jovem, ensinam a necessidade do serviço suceder ao culto. Apenas a permanência no monte do êxtase, sem tentar melhorar  a vida dos outros no vale, ou vice-versa, resultam na falta de poder. Bíblia Shedd.

38 único. Do gr monogenes (ver com. de Lc 7:12; 8:42; Jo 1:14). CBASD, vol. 5, p. 854.

46, 47 o maior. Lucas contrasta o desejo dos discípulos de terem o melhor lugar com a preocupação de Jesus em favor dos outros. Bíblia de Genebra.

A grandeza no reino de Deus é o serviço humilde. Bíblia Shedd.

51 ao se completarem os dias. O ministério de Cristo rapidamente chegava ao final. A cruz estava, nesse momento, cerca de seis meses adiante. CBASD, vol. 5, p. 854.

assunto. Corresponde a “glorificado” em João (cf Jo 13.31), incluindo a paixão, a ressurreição e a ascensão. Bíblia Shedd.

ir para Jerusalém. Começa aqui a seção central de Lucas que conclui em 19.44 e concentra a atenção sobre o ensino de Jesus. Bíblia Shedd.

52 enviou mensageiros. Foram adiante para conseguir alojamento e sustento. Bíblia Shedd.

aldeia de samaritanos. A menor rota entre a Galileia e a Judeia passava através das montanhas da Samaria. … Com frequência, principalmente nas ocasiões de festas, quando multidões iam a Jerusalém, os judeus preferiam a rota mais longa através do vale do Jordão, para evitar contato com os samaritanos. No entanto, o próprio Jesus dedicou uma fatia do restante de Seu ministério à região de Samaria às quais os setenta foram enviados primeiro. CBASD, vol. 5, p. 855.

53 não O receberam. Eles recusaram a Jesus uma noite de hospedagem (DTN, 487). Havia um ódio atroz entre judeus e samaritanos. CBASD, vol. 5, p. 855.

ia para Jerusalém. Passar por Samaria até a Judeia, como geralmente faziam os judeus da Galileia, com o objetivo de adorar a Deus em Jerusalém, indicava a inferioridade da religião samaritana e era, desta forma, tido como insulto pelos samaritanos. CBASD, vol. 5, p. 855.

54 Tiago e João. Estes dois irmãos foram os mensageiros enviados adiante para fazer os arranjos (ver DTN, 487) e o áspero tratamento que receberam dos aldeãos feriu seu coração. CBASD, vol. 5, p. 855.

55 repreendeu (cf v. 50). Cristo demonstrou o amor que pregou (Mt 5.44). Bíblia Shedd.

O espírito de vingança não é de Cristo. Qualquer tentativa para coagir os que agem de modo diferente a nossas ideias é evidência do espírito de Satanás, não de Cristo (ver DTN, 487). O espírito de preconceito e intolerância religiosa é ofensivo aos olhos de Deus, especialmente quando manifestado por aqueles que professam amá-Lo e servi-Lo. CBASD, vol. 5, p. 855, 856.

62 olha para trás. Devoção absoluta e integral é essencial no verdadeiro discipulado. Aquele que deseja realizar um trabalho digno para Deus deve fazer sua tarefa de todo o coração, com atenção ininterrupta. O provérbio do v. 62 já era conhecido havia séculos em várias regiões do antigo oriente Médio. Hesíodo, um poeta grego do 8º século a.C. escreveu: “Aquele que deseja arar sulcos retos não deve olhar ao redor” (Os Trabakhos e os Dias, ii.60). CBASD, vol. 5, p. 857.



COMO TESTEMUNHAR PARA OS PARENTES by Jeferson Quimelli
18 de março de 2018, 16:00
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Lucas 8:39 “Volte para casa e conte o quanto Deus lhe fez” (NVI).

Aqui vão alguns conselhos que poderão evitar situações embaraçosas em sua família. Tão logo me converti, causei estragos irreparáveis agindo como se fosse um “touro bravo dentro de uma loja de porcelanas”. Forcei a situação para que minha mãe, meu pai e vário amigos meus tomassem sua “decisão por Jesus”. Agi de forma sincera, zelosa, amorosa, gentil e estúpida. Não compreendia que a salvação não acontece com a “tomada de uma decisão”, mas por meio do arrependimento, e o arrependimento é um dom que vem de Deus, não pode ser imposto a ninguém (2Tm 2.25). A Bíblia diz que ninguém poderá vir até o Filho se o Pai não o “atrair” (Jo 6.44). Se você conseguir arrancar da pessoa uma decisão sem que ela tenha convicção do seu pecado, você possivelmente acabará tendo um “natimorto” em suas mãos.

No meu “zelo sem entendimento”, na verdade acabei retardando a salvação das pessoas que mais amava e tentava desesperadamente salvar. Não há nada mais importante para você do que a salvação de seus entes queridos, e ninguém deseja falhar nisso. Se falhar, perceberá que não existe uma segunda oportunidade. Ore fervorosamente por eles, e agradeça a Deus pela salvação deles. Faça com que eles vejam sua fé. Deixe-os sentir sua cordialidade, seu amor genuíno e sua gentileza. Dê-lhes presentes inesperados. Faça coisas que ninguém pediu para você fazer, como lavar a louça, recolher o lixo, etc. Tenha paciência. Ponha-se no lugar deles. Você sabe que encontrou a vida eterna – o aguilhão da morte foi retirado de você! É claro que sua alegria é indescritível. Todavia, quando você analisa a situação do ponto de vista de seus familiares, observa que eles possivelmente pensam em você como alguém que sofreu uma lavagem cerebral e aderiu a algum tipo de seita estranha. Portanto, suas ações amorosas falarão bem mais alto do que dez mil sermões eloquentes.

Por essa razão, evite a todo custo confrontos verbais, pelo menos até que adquira o conhecimento que dirigirá corretamente seu zelo. Ore por sabedoria e sensibilidade para saber o momento propício que Deus concede. Talvez você tenha somente uma bala na agulha de seu revólver, por isso não a desperdice. Fique tranquilo. Se não for devagar, talvez tenha o resto da vida para lamentar o fato de ter sido afoito. Acredite no que estou dizendo. É melhor ouvir um parente ou amigo íntimo dizer: “Fale um pouco a respeito de sua fé em Jesus Cristo” do que insistir com a pessoa para que ela pare e o escute, principalmente se você quiser falar de Jesus num momento em que ela não deseja. Persevere na oração por eles, então você verá que Deus abrirá os olhos de seus parentes para a verdade.

Ray ComfortBíblia NVI Evangelismo em Ação.



LUCAS 8 by Jeferson Quimelli
18 de março de 2018, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/lucas/lc-capitulo-8/

Comentário devocional:
Uma mulher pressionada pela multidão acreditava que, se ela tão somente pudesse tocar a roupa de Jesus, seria curada. A oportunidade veio – ela pressionou a multidão, estendeu a mão e tocou sua roupa. Instantaneamente ela sentiu sua dor e fraqueza desaparecerem, e a energia de uma saúde perfeita. Então Jesus disse à mulher: “Sua fé a fez completa”.

Assim é com coisas espirituais. Falar sobre religião de maneira casual, orar sem ter fome de alma e fé viva, de nada se aproveita. Uma fé nominal em Cristo, que o aceita apenas como o Salvador do mundo, nunca pode trazer cura para a alma.

A fé salvadora não é um mero consentimento intelectual. É uma relação pela qual aquele que recebe Cristo se une em uma relacionamento de aliança em plena confiança com Deus.

Jack Blanco, autor da The Clear Word
com pensamentos do DTN, pp. 342-343

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1226
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli
Comentário em áudio Pr Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/Reavivados/Reavivados18-03-2018.mp3
Também em: https://www.revivalandreformation.org/bhp/pt/biblia/luk/8



LUCAS 8 – COMENTÁRIO PR. ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
18 de março de 2018, 0:55
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LUCAS 8 – COMENTÁRIO DO PASTOR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
18 de março de 2018, 0:45
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LUCAS 8 – Vamos meditar na Palavra de Deus?

1. Jesus faz uma turnê na Galileia por aproximadamente dezesseis meses com cura, restauração e pregação. Na abertura do capítulo, contou com a companhia das seguintes pessoas:

· Os doze;

· Maria Magdalena, que fora liberta de sete demônios;

· Joana, mulher rica e esposa de um político da casa de Herodes;

· Suzana e muitas outras mulheres.

As mulheres ajudaram a sustentar o ministério de Jesus e Seus doze discípulos.

2. Jesus conta uma parábola em público e a explica aos seus discípulos, (vs. 4-15). “Geralmente conhecida como a Parábola do Semeador, poderia antes ser chamada de Parábolas das Terras” (D. L. Moody). Reflita em algumas lições desta parábola:

· As pessoas recebem a Palavra individualmente, ninguém deve ser forçado a aceitá-la.

· Cada pessoa recebe a Palavra conforme lhe convém, ninguém deve ser manipulado para aceitá-la.

· Só quem recebe a Palavra de forma plena, intensa e profundamente dará frutos, ou seja, proclamará verdadeiramente a Palavra de Cristo a outros.

3. Quando ouvimos a Palavra e não a aplicamos à vida, demonstramos negligência. Devemos ouvir a Palavra, recebê-la, vivê-la na rutina do dia e, por fim, anunciá-la; do contrário, perderemos seus benefícios, seremos inúteis como uma lâmpada coberta (vs. 16-18).

4. Só faz parte verdadeiramente da real família de Jesus quem ouve a Palavra e a pratica no dia a dia (vs. 19-21).

5. A palavra de Jesus tem muito poder, assim como no princípio, na criação do mundo em Gênesis 1. Observe: Jesus…

· …deu ordens ao forte vente e à fúria da água, e imediatamente os discípulos experimentaram bonança, calmaria (vs. 22-25).

· …deu ordens a uma legião de demônios para que saísse de um homem feroz e perigoso que vivia no cemitério; então, o endemoninhado ficou livre dos espíritos imundos (vs. 26-34).

· …deu ordens a uma menina morte para que se levante (muitos riram do disparate ridículo); então, a menina se levantou – para espanto de todos (vs. 44-42, 49-56).

· …mesmo sem usar Palavras revelou poder, porque Ele próprio é o verbo de Deus (vs. 43-48).

Assim como sementes nos diversos solos, temos diversas reações a Jesus; neste capítulo, por exemplo, os gerasenos rejeitaram a Jesus (vs. 35-39). E quanto a nós, como reagiremos às palavras de Jesus?

Clamemos: “Senhor, reaviva-nos!” – Heber Toth Armí.