Reavivados por Sua Palavra


LUCAS 14 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
24 de março de 2018, 0:20
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Palavras: 677

1 ao entrar Elena casa. O contexto em Lucas indica que pode ter sido na Pereia, entre a Festa da Dedicação, no inverno de 30-31 d.C., e a Páscoa, na primavera seguinte. CBASD- Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 888.

1 fariseus. Não há registro de Jesus recusar um convite de compartilhar uma alimentação, seja com fariseus ou os mais desprezados pecadores.Andrews Study Bible.

2 hidrópico (ARA). Uma doença que causa o acúmulo de uma espécie de fluido nas cavidades do corpo (mencionado só aqui, no Novo Testamento). Bíblia de Genebra.

3 É ou não lícito (ARA). A lei de Moisés não proibia curar no sábado, mas a “tradição dos anciãos” … proibia o tratamento médico, a menos que houvesse risco de vida. Bíblia de Genebra.

7 lugares. Segundo o Talmude, os lugares de honra ficavam próximos ao anfitrião. CBASD, vol. 5, p. 889.

11 todo o que se exalta. O princípio aqui atinge a raiz do orgulho, o desejo de exaltar-se na opinião dos outros; e o orgulho, por sua vez, junto ao egoísmo, é a raiz de todo pecado. Jesus deu o supremo exemplo de humildade (ver Is 52:13, 14; Fp 2:6-10). CBASD, vol. 5, p. 889.

exaltado. A pessoa que esquece os próprios interesses e faz de sua ocupação encorajar e auxiliar outros é normalmente a que as outras têm prazer em homenagear. A humildade é o passaporte para a exaltação no reino celestial, ao passo que o desejo de se exaltar é uma barreira à entrada no reino (cf Is 14:12-15; Fp 2:5-8). CBASD, vol. 5, p. 880.

12 não convides os teus amigos. Segundo o grego, o pensamento pode ser resumido como: “Não se habitue a convidar apenas seus amigos”.CBASD, vol. 5, p. 890.

15 Bem-aventurado. A recomendação desagradável que Jesus fez nos v. 12 a 4 levou a esta tentativa de voltar a conversa para temas mais agradáveis (ver PJ, 221). … O homem … relutava em concordar com as condições de entrada no reino, mas parecia não ter dúvida de que lhe seria concedido um lugar de honra na grande Ceia. CBASD, vol. 5, p. 890.

16-17 Certamente, os convidados aceitaram o convite; de nenhum se diz que recusou. Um segundo convite, quando tudo estava pronto, era costume. Bíblia de Genebra.

Nas culturas orientais, ainda é costume enviar um mensageiro pouco tempo antes do início da festa, para lembrar os convidados. No caso do convidado ter esquecido o convite, ou não saber quando deveria comparecer, esse lembrete concederia tempo para se preparar para a ocasião e chegar ao local designado para o banquete. No Oriente, onde se presta menos atenção a calendários e relógios do que nas culturas ocidentais, esse lembrete é de valor prático, a fim de se evitar constrangimento tanto ao anfitrião como aos convidados. CBASD, vol. 5, p. 891.

18-20 As desculpas eram transparentemente desonestas, pois ninguém compra um campo ou bois sem um exame prévio e se alguém o fez, não haveria pressa – o campo e os bois estariam ali no dia seguinte. O homem que se casou podia citar Dt 24.5, mas isto livrava um homem do serviço militar e não de contratos sociais. Bíblia de Genebra.

Todos, à uma. Isso dá a impressão de que os convidados conspiraram para insultar o benevolente anfitrião. Naturalmente, foram convidadas mais de três pessoas para a festa (ver v. 16). As desculpas que Jesus enumera exemplificam o que o servo ouviu por onde passou. CBASD, vol. 5, p. 891.

começaram. Nas culturas orientais, recusar um convite, exceto quando é impossível aceitá-lo, é considerado rejeição da amizade. Entre alguns árabes, recusar um convite na época do lembrete…, depois de ter aceitado o convite original, é considerado como uma declaração de hostilidade. CBASD, vol. 5, p. 891.

26 aborrece. Significa amar menos (cf Gn 29.31, 33; Dt 21.15-17, …). Bíblia de Genebra.

Significa submeter tudo completamente, até mesmo a própria pessoa, no compromisso total com Cristo. Bíblia Shedd.

28 calcular a despesa. O “custo” do discipulado é a renúncia completa e permanente das ambições terrenas. CBASD, vol. 5, p. 895.

34 O sal era um agente condimentador e conservante. O sal, naquele tempo, estava longe de ser puro e era possível que o cloreto de sódio se perdesse por lixiviação (principalmente pela ação da água das chuvas), deixando um resíduo totalmente inútil. Bíblia de Genebra.



LUCAS 13 by Jeferson Quimelli
23 de março de 2018, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/lucas/lc-capitulo-13/

Comentário devocional:

Após a parábola da vinha, Lucas registra um dos milagres mais dramáticos de Jesus. Num Sábado, enquanto ensinava na sinagoga, Jesus notou uma mulher que por 18 anos tinha estado tão curvada que não podia erguer o seu corpo (v 11). Depois de dizer: “Mulher, você está livre da sua doença” (v. 12 NVI), Ele pôs as mãos sobre ela e “imediatamente ela se endireitou, e passou a louvar a Deus” (v 13 NVI).

O chefe da sinagoga se indignou porque Jesus tinha “trabalhado” no Sábado. Como pôde ele ignorar a milagrosa cura da mulher e acusar Jesus de quebrar o Sábado? Ele e outros líderes judeus não perceberam que Deus proibiu o trabalho normal no Sábado, como um símbolo de paz e libertação do pecado e como uma experiência mais profunda do amor de Deus. Ao curar a mulher de sua enfermidade, Jesus também mostrou que o Sábado é um símbolo da libertação da dominação de Satanás.

Os líderes judeus eram, na verdade, aqueles que quebravam o Sábado porque o seu “descanso” era algo que eles estavam fazendo a fim de ganhar a salvação. O real descanso do Sábado vem quando descansamos no Sábado e reconhecemos o dom gratuito da salvação de Deus para nós.

Douglas Jacobs
Professor de Ministério e Homilética
Universidade Adventista do Sul

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1232
Comentário original integral em: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/12/28/
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli
Comentário em áudio Pr Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/Reavivados/Reavivados23-03-2018.mp3



LUCAS 13 – COMENTÁRIO PR. ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
23 de março de 2018, 0:55
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LUCAS 13 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
23 de março de 2018, 0:45
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LUCAS 13 – É possível que exista uma quantidade incrível de seguidores de Cristo que não sejam autênticos.

Orando, medite:

1. Tem acidentes ou situações complexas que não compreendemos. A vida é injusta, complexa e, desafiadora. A morte pode vir a qualquer hora, em qualquer lugar, de qualquer forma. Embora a morte seja certa, sua chegada é imprevisível; portanto, a decisão pela conversão e o arrependimento do pecado está sob nosso controle, precisamos decidir antes que seja demasiado tarde (vs. 1-5).

2. Cristãos que não produzem o fruto do Espírito em qualquer estação da vida serão estéreis, inúteis e hipócritas, conforme o relato de Jesus diante da figueira cheio de folhas, mas desprovida de frutos (vs. 6-9).

3. Os hipócritas e incoerentes religiosos tomam a Bíblia sem interpretá-la adequadamente; desta forma, acusam e criticam àqueles que praticam os princípios dos mandamentos de Deus de forma correta – inclusive Jesus tornou-Se alvos de tais pessoas. O sábado é dia de libertação, segundo Jesus; não de prisão, segundo os fariseus. A resposta de Jesus envergonhou Seus críticos (veja vs. 10-17).

4. Para falar do reino de Deus, Jesus utilizou recursos retóricos; para isso, Ele:

a) Contou a parábola do grão de mostarda (vs. 18-19).
b) Comparou o reino espiritual ao fermento que faz a massa crescer (vs. 20-21).
c) Falou da porta de entrada que é estreita, e, a qualquer momento pode ser fechada (vs. 22-30).
d) Ilustrou com exemplos de Seu tempo a perda da oportunidade de salvação: Endurecendo o coração no pecado (vs. 31-33) e evitando o pleno arrependimento mesmo em face do juízo (vs. 34-35).

O cristão só de fachada poderá descuidar e, por relaxo, encontrar a porta da salvação fechada. Desprezar ao verdadeiro ensino da Palavra de Deus resultará numa interpretação contrária à intenção da revelação divina. Portanto,

• Avalie-se e, arrepende-te de teus pecados;
• Deixe Cristo endireitar tua vida e os conceitos imperfeitos que tens da Bíblia;
• Permita que os princípios do reino de Deus cresçam em você como grão de mostarda ou como fermento na massa;
• Entre pela porta estreita antes que termine o tempo de graça, restando somente desgraça;
• Atente para os péssimos exemplos dos que rejeitaram a oportunidade de salvação: Herodes e a nação de Israel.

Que atitude você vai tomar? – Heber Toth Armí.



LUCAS 13 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
23 de março de 2018, 0:30
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“Respondeu-lhes: Esforçai-vos por entrar pela porta estreita, pois Eu vos digo que muitos procurarão entrar e não poderão” (v.24).


Tendo Jesus terminado de transmitir tão solene mensagem, “naquela mesma ocasião” (v.1), alguns, aproximando-se dEle, lhe falavam sobre o morticínio de galileus pelas mãos de Pilatos, como uma espécie de “Plantão de Polícia” da antiguidade. O que se seguiu, então, foi uma resposta que fez cair a ideia do que julgavam ser um castigo de Deus. Jesus igualou a condição daqueles “informantes” aos que pereceram, caso não se arrependessem, e ilustrou aquela situação com uma parábola. Durante três anos de ministério aquele povo teve o privilégio de ser cuidado e orientado pelo excelente Viticultor, mas, como povo, Israel rejeitara o cuidado divino tornando-se uma nação dividida entre a religião medíocre e a completa apostasia. Mas Jesus seguia realizando a Sua perfeita obra, reunindo todos os esforços para multiplicar o Seu pequeno grupo de fiéis. E nesse quadro dramático, deparava-Se com as mais diversas mazelas humanas, que por Ele eram transformadas em cura e restauração.

A Bíblia relata que aquela mulher enferma estava “possessa de um espírito de enfermidade” (v.11), ou seja, ela era uma vítima do poder das trevas e há dezoito anos tudo o que conseguia contemplar era o chão. Porém, dentre uma reunião de professos religiosos, Jesus olhou para ela. Mas a sua condição miserável não lhe permitia encontrar o olhar que transforma. Então Jesus vai além e a chama. Lucas não relata o nome da mulher, mas a imagino ouvindo em meio ao burburinho a doce voz do Mestre chamando-a pelo nome. Jesus olhou para ela, “chamou-a” (v.12) e falou com ela, mas foi com o Seu toque que “ela imediatamente se endireitou e dava glória a Deus” (v.13). Há dezoito anos aquela mulher, considerada imunda, não era tocada. Sem dúvidas, aquele toque de amor foi o que lhe despertou a fé para acreditar nas palavras do Mestre: “Mulher, estás livre da tua enfermidade” (v.12).

Entretanto, a realidade da figueira estéril logo se manifestou na pessoa do “chefe da sinagoga” (v.14). Aquele que deveria ser o primeiro a reconhecer um milagre de Deus foi o primeiro a condená-lo. Afinal de contas, segundo sua errônea interpretação da Lei, Jesus havia cometido um pecado muito grave! Ele não poderia ter esperado o sábado terminar para curar aquela mulher? Ora, o que eram algumas horas para alguém que já sofria há dezoito anos? Mas a resposta do “Senhor do sábado” (Mt 12:8), em uma linguagem contemporânea, foi: “Seus hipócritas! Quer dizer que uma vida humana vale menos do que os animais que vocês cuidam no sábado? Me dêem um motivo plausível para ignorar o sofrimento desta filha da promessa, a quem Satanás atormentava a dezoito anos!” (v.15-16).

Sabem qual foi a reação de “todos os Seus adversários” (v.17)? Vergonha! Porque não poderia haver uma reação diferente. Eles ficaram sem argumentos diante dAquele que lhes sondava o coração. As palavras de Cristo reverteram a situação. Enquanto aquela mulher erguia a face aos Céus para dar glórias a Deus, aqueles orgulhosos líderes foram postos a olhar para o chão. E diante daquela cena e das demais parábolas proferidas, alguém que, até então, contemplava aqueles líderes religiosos como exemplos de santidade, vendo-lhes o semblante descaído, perguntou a Jesus: “Senhor, são poucos os que são salvos?” (v.23). E a Sua resposta pode até soar como um esforço por obras. Não, amados! Não é este o contexto! O nosso esforço deve ser o de simplesmente responder ao olhar, à voz e ao toque de Jesus, e tomar a posição de verdadeiros adoradores, glorificando a Deus com nossas vidas.

Fazer parte de uma igreja, comer e beber na presença de Jesus, ouvir os Seus ensinamentos (v.26), mas não tomar a decisão de se endireitar para dar “glória a Deus” (v.13), redundará em um trágico fim, quando Cristo dirá: “Não sei donde sois; apartai-vos de Mim, vós todos os que praticais iniquidades” (v.27). Jesus deseja reunir o Seu povo “como a galinha ajunta os do seu próprio ninho debaixo das asas” (v.34). É rejeitando este cuidado divino que nos colocamos em terreno estranho. Pensando estar na segurança da casa, muitos serão surpreendidos quando “o Dono da casa Se tiver levantado e fechado a porta” (v.25). Perceberão tarde demais que nunca foram, de fato, filhos de Abraão.

Esforçai-vos por entrar pela porta estreita” (v.24) é, portanto, a nossa resposta ao amor que nos salvou. É, como igreja de Cristo, revelar ao mundo o Seu amor incondicional. É aliviar o sofrimento alheio e não apontá-lo como um castigo merecido. É olhar com os olhos de Jesus. É falar como Ele falou. É ser usado por Ele para tocar o mundo com as mãos do amor. Não há esforço maior do que este. Sabem porquê? Porque ele requer de nós o que só debaixo das asas do Altíssimo podemos encontrar: amor incondicional. O nosso esforço é o de decidir permanecer ali e permitir que Ele nos use para a Sua glória. Podem acreditar, não existe melhor decisão do que esta.

Bom dia, salvos pelo amor incondicional!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus
#Lucas13
#RPSP



LUCAS 13 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
23 de março de 2018, 0:20
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Palavras: 1055

1 Pilatos. Era notório pela sua crueldade (Josefo, Antiguidades, 17.9.3; 18.4.1ss) como também aqueles galileus eram conhecidos insurgentes que se rebelaram contra a opressão dos romanos. Bíblia Shedd.

…mandar matar pessoas enquanto ofereciam sacrifícios no templo condiz com a reputação de Pilatos. Bíblia de Estudo NVI Vida.

2 A calamidade era comumente considerada como resultado do pecado (Jo 9.1-2), porém Jesus nega que estes galileus fossem especialmente pecadores. Bíblia de Genebra.

Nos tempos antigos muitas vezes se acreditava que as grandes desgraças aconteciam somente a pessoas extremamente pecaminosas (v. Jo 9.1, 2; v tb Jó 4.7; 22.5, em que Elifaz acusa Jó injustamente). Bíblia de Estudo NVI Vida.

3, 5 não eram. Um desastre não prova a culpa uma culpa ou um estado de maior pecaminosidade das vítimas. É uma advertência contra a atitude dos auto-suficientes e “justos” que não sentem a urgência do arrependimento e do novo nascimento (cf 18.9-14). Bíblia Shedd.

3 todos igualmente perecereis. Todos são pecadores, por isso Jesus chama Seus ouvintes ao arrependimento – pois de outro modo eles perecerão. Os galileus não tiveram tempo para arrepender-se por ocasião de sua morte, e os ouvintes impenitentes de Jesus podiam também enfrentar a morte sem tempo de preparar-se. Bíblia de Genebra.

 4 a torre de Siloé. Edificada dentro da seção sudeste do muro de Jerusalém [provavelmente próxima ao tanque de Siloé]. Bíblia de Estudo NVI Vida.
6 figueira. Pode referir-se a Israel e igualmente a um indivíduo. Bíblia Shedd.

6-9 A vinha era solo fértil para uma figueira e “três anos” indica uma árvore já bem formada. … O fato de Deus não punir os pecadores imediatamente não significa que ele aprove seus pecados. pelo contrário, Sua paciência mostra que Ele é misericordioso e os pecadores devem arrepender-se enquanto é tempo. Bíblia de Genebra.

Cedo ou tarde a lâmina do machado cairá sobre a raiz da vida inútil em que faltou o enxerto da nova vida em Cristo (cf Mt 7.16ss; Rm 11.16-24; Cf 1.6, 10). Bíblia Shedd.

7 três anos. Os séculos em que Israel gozou dos privilégios da Aliança culminam no período do ministério de Jesus. Bíblia Shedd.

10 sábado. Passagens anteriores que relatam as controvérsias acerca do sábado (exemplo 6.1-11) mostram a autoridade de Cristo sobre esse dia. Aqui se salienta o significado do dia de descanso. Desde o princípio o sábado era profético, lembrando a reconsagração da Criação a sua finalidade original, o que só se realizará por meio da derrota de Satanás (v. 16). Essa vitória final é prevista na libertação da mulher de quem foi expulso o espírito de enfermidade. Bíblia Shedd.

11 a descrição da enfermidade dessa mulher faz crer que os ossos da sua coluna eram rigidamente fundidos entre si. Bíblia de Estudo NVI Vida.

13 este ano. O juízo já devia ter caído sobre a nação, porque ela rejeitou seu Messias, mas Deus dará mais uma oportunidade especial e limitada entre o Pentecostes e a destruição de Jerusalém (66-70 d;C.). Bíblia Shedd.

15 Jesus chamou seus críticos “hipócritas”, porque fingiam ter zelo pela lei, mas pretendiam mesmo era atacar a Jesus e à cura que fizera. Bíblia de Estudo NVI Vida.

18-21 Tanto no campo e na cozinha, como nos corações e no mundo, a implantação da nova natureza do reino não pode permanecer oculta. A nova vida do Espírito se manifestará no indivíduo e na Igreja. Essa vida influenciará o mundo inteiro (cf Ap 5.9). Bíblia Shedd.

19 aves. Cf Dn 4.12, 21, onde representam nações. Podem ser os gentios que terão livre acesso ao evangelho e à igreja (cf Ef 3.6ss). Bíblia Shedd.

22 Aqui começa uma seção que continua até 16.13, com o intuito de responder à pergunta: “Quem entrará no reino de Deus?” A resposta seria: “Não aqueles que vós pensais”. Bíblia Shedd.

Lucas apresenta Jesus indo sem pressa para Jerusalém, onde o clímax seria atingido. A caminho, Ele continuava servindo ao povo. Bíblia de Genebra.

 23 serão poucos os salvos? Os judeus geralmente concordavam que todo Israel (exceto uns poucos especialmente pecadores) estava incluído no número dos salvos. Bíblia de Genebra.

Possivelmente quem fez a pergunta notou que, a despeito das grandes multidões que vinham ouvir a pregação de Jesus e receber a cura, havia bem poucos seguidores leais. Jesus não respondeu de modo direto, mas advertiu que muitos tentariam entrar depois de ser tarde demais. Bíblia de Estudo NVI Vida.

23-30 A salvação exige de nós: 1) Esforço gr agonizo, “lutar”, “concentrar toda a atenção e força” …; 2) Urgência, pois a porta se fechará de repente (v. 25) – apelo a não se demorar (cf 2Co 6.2); 3) União com Cristo, senão Ele não nos reconhecerá – apelo a uma relação pessoal com Cristo (Jo 17.3); 4) Santificação, sem a qual não veremos ao Senhor (Hb), apelo à ação renovadora do Espírito (Rm 8.4). Bíblia Shedd.

24 esforçai- vos. Isto não significa que a salvação seja alcançada por meio de obras; é uma maneira enfática de dizer que o indivíduo deve ser determinado a respeito da salvação. Bíblia de Genebra.

26-27 Ter tido comunhão social com Jesus e ter ouvido o seu ensino não é suficiente. Bíblia de Genebra.

31 vai-te daqui. Jesus encontrava-se provavelmente na Pereia, que estava debaixo da jurisdição de Herodes. Os fariseus queriam assustar Jesus a ponto de ele deixar a região e ir para a Judeia. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Os fariseus preferiam vê-lo na Judeia, onde tinham mais influência. Bíblia de Genebra.

Herodes. Não gostava de perturbação nenhuma. Jesus se achava na Transjordânia [Pereia] que, juntamente com a Galileia, estava sob sua jurisdição. Bíblia Shedd.

32 essa raposa. Jesus não Se abala com as ameaças de Herodes e diz que continuará Seu ministério. Há um limite para o tempo, como mostra a referência ao terceiro dia. Bíblia de Genebra.

terceiro dia. Uma referência à ressurreição; Sua obra estaria completa. Bíblia Shedd.

33 nenhum profeta deve morrer fora de Jerusalém! Jesus … morreria em Jerusalém, assim como tinham morrido numerosos profetas antes dele. Bíblia de Estudo NVI Vida.

34 Quantas vezes. Essa lamentação por Jerusalém pode levar-nos a crer que Jesus esteve em Jerusalém muito mais vezes dos que os sinóticos relatam … De conformidade com Mt 23.37, 38, a mesma exclamação foi feita na terça-feira  da Semana da Paixão. Jesus repetia muitos de Seus ensinos e declarações. Bíblia de Estudo NVI Vida.

O Evangelho de João registra várias visitas. Bíblia de Genebra.

A condenação está ligada à profunda compaixão de Deus (cf Pe 3.9). Bíblia Shedd.

35 Bendito o que vem em nome do Senhor! Segundo algumas tradições rabínicas, este salmo foi composto especialmente para a coroação de Davi. Seria novamente proclamado pela vinda do Messias. Bíblia Shedd.



LUCAS 12 by Jeferson Quimelli
22 de março de 2018, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/lucas/lc-capitulo-12/

Comentário devocional:

Uma vez que Deus é o Criador de tudo, Ele pode nos prover qualquer coisa que precisamos. Se realmente acreditamos nisso, iremos seguir o conselho de Jesus em Lucas 12:22-34 para buscar em primeiro lugar o reino de Deus e não nos preocuparmos com nossas necessidades físicas. Jesus diz: “Não se preocupe”, porque “o Pai sabe que vocês precisam delas” (v 30 NVI).

Jesus conclui com um chamado para que seus ouvintes vendessem suas coisas e ajudassem os pobres. O resultado será um tesouro no céu que não pode ser destruído, porque “onde estiver o seu tesouro, ali também estará o seu coração” (v 34 NVI). Em essência, Jesus está dizendo: “Aquilo que você valoriza determina o seu futuro.” Deus valoriza pessoas. Ele estava disposto a resgatá-los com Sua própria vida.

As suas posses são realmente valiosas quando elas são usadas para atender às necessidades das pessoas a quem Jesus ama.

Douglas Jacobs
Professor de Ministério e Homilética
Universidade Adventista do Sul

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1231
Texto original traduzido: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/12/27/ (1ª rodada)
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli
Comentário em áudio Pr Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/Reavivados/Reavivados22-03-2018.mp3



LUCAS 12 – COMENTÁRIO PR. ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
22 de março de 2018, 0:55
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LUCAS 12 – COMENTÁRIO DO PASTOR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
22 de março de 2018, 0:45
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LUCAS 12 – O termo mordomia sofreu mudança em um mundo que prefere a economia anti-bíblica. Mordomia não significa ficar à toa!

· Daremos contas do que falamos publicamente e em particular, portanto, devemos administrar sabiamente as nossas palavras (vs. 1-3).

· Prestaremos contas de nossas decisões e ações, de nossa perca de tempo em coisas banais, de nossa forma de viver e representar a Deus no mundo e também de como reagimos à obra do Espírito Santo. Se confiamos que Deus sabe até quantos cabelos temos, não desperdiçaremos nossa confiança em coisas materiais/banais (vs. 4-12).

· Mordomia é viver pautando-se pela sabedoria divina (vs. 13-21). “As pessoas que se empenham na incessante procura da felicidade por meio da aquisição de coisas materiais não alcançam a felicidade dessa maneira. Uma razão porque é tão difícil que pessoas ricas entrem no reino de Deus é a tendência de as riquezas transformarem homens e mulheres em escravos da cobiça. Deus nos criou para sermos senhores, não escravos. Devemos dominar e usar as riquezas, e não ser dominados por elas” (Walter R. L. Scraag).

· Mordomia relaciona-se com o sábio uso do dom da vida. A ansiedade consome esse dom. Ansiedade desperdiça a vida. A confiança em Deus promove a vida. A forma de viver revela se somos gentios ou cristãos (vs. 22-30). Após ensinar isso, Jesus apelou:

o “Orientem sua vida de acordo com a realidade, a iniciativa e a provisão de Deus. Não se preocupem com as perdas e descobrirão que todas as suas necessidades serão satisfeitas. Vocês são meus amigos queridos! O Pai quer dar seu Reino a vocês. Sejam generosos. Ajudem os pobres. Invistam no banco que jamais irá falir, aquela agência no céu a salvo de assaltantes e falsários, na qual vocês podem confiar. Saibam que o lugar que vocês mais desejam estar é perto do seu tesouro; e é lá que acabarão indo parar” (vs. 31-34, AM).

· O fiel mordomo não age conforme sua própria vontade, mas conforme a vontade de Seu Senhor, ainda que traga consequências (vs. 35-53).

· O mordomo de Cristo vive para glorificá-lO e aguardar Sua chegada (vs. 54-59).

Os princípios de administração dos recursos à nossa disposição devem ser pautados pela revelação concedida pelo Doador e Provedor de tudo o que temos! – Heber Toth Armí.



LUCAS 12 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
22 de março de 2018, 0:30
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“Ficai também vós apercebidos, porque, à hora em que não cuidais, o Filho do Homem virá” (v.40).


Antes de atender e acalmar as multidões que “se aglomeraram, a ponto de uns aos outros se atropelarem” (v.1), Jesus proferiu algumas advertências extremamente importantes aos Seus discípulos. Na primeira delas, Jesus Se referiu ao perigo de uma vida de hipocrisia. Na segunda, Ele reprovou a avareza. Na terceira, os advertiu contra o ansioso interesse pela vida. Na quarta advertência, os exortou à vigilância. E, por último, esclareceu perante os Seus deslumbrados seguidores que o Seu ministério terrestre não resultaria em paz, mas em divisão (v.51). Aos Seus amigos (v.4) Jesus deu a conhecer as mais ricas lições acerca do que deve ou não ocupar o coração dos que hão de herdar a salvação.

A hipocrisia, indubitavelmente, é um dos piores estados de apostasia espiritual. O hipócrita não reconhece a sua necessidade de mudança. Para ele está tudo muito bom, “tendo forma de santidade, negando-lhe, entretanto, o poder” (2Tm 3:5). Posso afirmar, com propriedade, que a hipocrisia é um veneno que mata aos poucos e que pode levar à morte espiritual. Mas, assim como Jesus amava aqueles escribas e fariseus hipócritas, um dia esse mesmo amor me alcançou. Fui alcançada por um Deus que me despertou para a minha necessidade de desintoxicar a minha alma. Estava morrendo sem nem mesmo me dar conta disso. Não fui eu que O procurei, Ele me achou. A minha parte foi apenas a de reconhecer a minha condição e me render diante do único e verdadeiro Deus capaz de me salvar de mim mesma. O desejo do Senhor não é o de revelar os nossos pecados no dia do juízo, mas de fazê-lo agora, enquanto ainda podemos desfrutar deste “tempo da oportunidade” (2Co 6:2).

A avareza, dentre tantas coisas, também tem sido um dos piores pecados capitais. Na verdade, é a avareza que desperta no homem o egoísmo e, por sua vez, o egoísmo é o estopim ou o ponto de largada para todos os demais pecados. Não foi sem razão que Paulo destacou o egoísmo como primeira consequência, quando afirmou que “nos últimos dias, sobrevirão tempos difíceis, pois os homens serão egoístas” (2Tm 3:1 e 2). E depois do egoísmo, lá se vai uma lista terrível do estado do homem sem Deus. Jesus não afirmou que é pecado possuir riquezas, e sim fazer uso delas apenas para benefício próprio. Isso é tão sério, que o apóstolo Paulo também afirmou que “o amor do dinheiro é raiz de todos os males” (1Tm 6:10).

O ansioso interesse pelas coisas desta vida, portanto, não deixa de ser um mal proveniente do amor ao dinheiro. E em uma época onde o capitalismo predomina e o consumismo tem sido o slogan do século, a advertência de Cristo quanto à nossa preocupação quanto as necessidades básicas da vida é extremamente oportuna. O mundo segue em um ritmo frenético, criando um sentimento de obrigação na mente humana, tornando a vida um fardo pesado demais para carregar. E o resultado disto tem sido uma sociedade sobrecarregada de doenças emocionais das mais diversas. A pergunta de Jesus a cada um de nós continua sendo a mesma: “Qual de vós, por ansioso que esteja, pode acrescentar um côvado ao curso da sua vida?” (v.25). Você quer experimentar a verdadeira paz? Então siga este conselho: “Não andeis ansiosos de coisa alguma; em tudo, porém, sejam conhecidas, diante de Deus, as vossas petições, pela oração e pela súplica, com ações de graças” (Fp 4:6). Jesus não desmereceu o trabalho, mas o colocou no seu devido lugar. Ele deve ser para enobrecimento e sustento e não para esgotamento e ansiedade.

Como filhos do Reino, Jesus nos chama a assumir a postura de servos vigilantes. Como vimos, a nossa maior vigilância diz respeito a nós mesmos. O recado do profeta Jeremias nunca foi tão oportuno como para a nossa geração: “Fugi do meio da Babilônia, e cada um salve a sua vida; não pereçais na sua maldade; porque é tempo da vingança do SENHOR: Ele lhe dará a sua paga” (Jr 51:6). Alinhada à voz do quarto anjo (Ap 18:4), esta mensagem é individual e é urgente. Logo, o Dia do Senhor arderá como fornalha e nada haverá “oculto que não venha a ser conhecido” (v.2). Cada um prestará contas da própria vida e “bem-aventurados aqueles servos a quem o Senhor, quando vier, os encontre vigilantes… Quer Ele venha na segunda vigília, quer na terceira, bem-aventurados serão eles, se assim os achar” (v.37 e 38). Entesouremos, pois, “tesouro inextinguível nos céus” (v.33) e mui breve vem o Dia em que Jesus nos “confiará todos os Seus bens” (v.44).

Bom dia, mordomos fiéis e prudentes (v.42)!

Rosana Garcia Barros

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