Reavivados por Sua Palavra


MATEUS 23 by Jobson Santos
17 de fevereiro de 2018, 1:00
Filed under: Mateus, Sem categoria

Comentário devocional:

No capítulo 23, Mateus continua a relatar o conflito entre os líderes religiosos e Jesus, iniciado com a Sua entrada triunfal. Aqui, porém, o foco está sobre o tema do poder.

Este tema, poder e prestígio, é reiterada nos oito “lamentos” [ou “ais” (ARA)] (vv 13-30) que Cristo pronunciou sobre os escribas e fariseus. Ele os acusa de exercerem o poder fechando o reino dos céus para as pessoas e de serem guias cegos (vs 13,16). Por outro lado, Jesus diz a seus seguidores que ninguém deveria chamar a outro de “pai”, “mestre” ou guia, nem deveriam assim se autodenominar. Pelo contrário, o maior entre eles deveria se tornar um servo dos demais (vs 8-11).

Cristo nunca pretendeu que a religião se tornasse uma ferramenta de poder pessoal. Mas como os fariseus e os escribas daqueles dias, muitos hoje ainda tentam utilizar de sua suposta autoridade divina em apoio de seus objetivos pessoais. Alguns líderes da igreja oprimem membros a eles submissos. Alguns pais ameaçam os filhos em nome de Deus, ocasionando que eles tenham uma relação negativa com Deus e com a Igreja.

Assim como a figueira infrutífera  [Mt 21:19], aqueles que usam a religião como um instrumento para promover e construir poder religioso ou pessoal tem a aparência de espiritualidade, mas não demonstram os frutos do serviço de auto-sacrifício e amor piedoso, como apresentados por Cristo. “O maior dentre vós será vosso servo.” (v. 11 ARA).

Stephen Bauer, Ph.D.
Professor de Teologia e Ética
Universidade Adventista do Sul

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/mat/23  
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/11/24
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli
Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/mateus/mt-capitulo-23
Comentário em áudio Pr Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/Reavivados/Reavivados17-02-2018.mp3  
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/    


MATEUS 23 – COMENTÁRIO PR ADOLFO SUAREZ by Maria Eduarda
17 de fevereiro de 2018, 0:45
Filed under: Sem categoria


MATEUS 23 – Comentário Pr Heber Toth Armí by Ivan Barros
17 de fevereiro de 2018, 0:45
Filed under: Sem categoria

Jesus não deseja a perdição nem mesmo daqueles que desejam Sua destruição.

Antes de analisar o capítulo em questão, reflita nestas questões:

  • Qual o problema das pessoas em relação a Jesus?
  • Os mesmos problemas do passado atrapalham um compromisso real com Jesus nos dias atuais?

Os ais divinos servem de advertência de um juízo, contudo, neles está interesse do Céu de resgatar os perdidos. No capítulo em análise, existem sete ais, com prefácio e posfácio, concluindo com uma revelação contundente:

  1. Prefácio (vs. 1-12)
  2. Primeiro Ai (vs. 13-14)
  3. Segundo Ai (vs. 15)
  4. Terceiro Ai (vs. 16-22)
  5. Quarto Ai (vs. 23-24)
  6. Quinto Ai (vs. 25-26)
  7. Sexto Ai (vs. 27-28)
  8. Sétimo Ai (vs. 29-31)
  9. Posfácio (vs. 32-36)
  10. Lamento de Jesus (vs. 37-39)

A religião instituída por Deus no Antigo Testamento tornou-se um sistema de leis, que em vez de ligar o pecador a Cristo, tornava um obstáculo; por isso, quando o enviado de Deus viveu entre os Judeus, eles O rejeitaram.

Como muitos aderiram ao sistema religioso dos fariseus e escribas, Jesus promoveu uma reforma. Pois, líderes espirituais, como Moisés, “deviam conduzir o povo no caminho da luz, ensinando os Dez Mandamentos, o Pentateuco e os Profetas ao povo, mas tudo o que pregavam era o legalismo abrangente da lei oral. Com isso, transformaram a religião num fardo insuportável, que não trazia alívio nem salvação (23:4)” (Joe Kapolyo).

As colocações de Jesus nesse texto nos fazer pensar, seria bom se cada um de nós lêssemos atentamente o que ele diz sobre a religião apenas de aparência, a motivação por trás dos atos e rituais religiosos, o desejo da supremacia, a ambição pela grandeza, a prática descarada da hipocrisia como algo bom, etc.

É profundo esse texto. Por exemplo, reflita:

  • De que vale ser tão minucioso na devolução do dízimo sem a justiça, a misericórdia e a fé? (v.23). Mas também, de que vale a justiça, a misericórdia e a fé sem a fidelidade dos dízimos?
  • De que vale ser atraente e belo por fora se a pessoa tem um coração impuro, ganancioso, odioso e egoísta?

Salvação é relacionamento com Deus que resulta em transformação radical. Sem a qual, é ilusão, e Jesus condena! – Heber Toth Armí



MATEUS 23 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
17 de fevereiro de 2018, 0:30
Filed under: Sem categoria

“Fazei e guardai, pois, tudo quanto eles vos disserem, porém não os imiteis nas suas obras; porque dizem e não fazem” (v.3).


Jesus revelou a verdadeira face da religião exibicionista dos líderes judeus. Suas vestimentas, postura e discursos eram impecáveis à vista do povo. Nada havia em seu exterior que se pudesse recriminar. Eram extremamente cuidadosos quanto a evitar escândalos e gostavam de ser admirados. A censura de Jesus certamente foi um susto não apenas para os escribas e fariseus, mas também para as multidões e para os Seus discípulos. Afinal de contas, Jesus estava falando daqueles que, até então, haviam sido o modelo de santidade para a nação. A exaltação pessoal havia se tornado sinônimo de bênção. Aqueles líderes amavam ser vistos de forma diferente e serem reconhecidos em lugares públicos. Deixaram de revelar a glória de Deus e tornaram-se protagonistas de si mesmos.

A linguagem do Mestre na segunda parte de Seu discurso foi forte e persuasiva. Chamando o pecado pelo nome, Jesus manifestou a Sua indignação diante da cegueira espiritual daqueles que deveriam conduzir o povo até Ele. Os sete ais não foram acusações com o fim de condená-los, mas advertências com o fim de salvá-los. O ministério terrestre de Jesus estava chegando ao fim, e durante três anos e meio Ele havia tentado romper as correntes do orgulho e da presunção no coração daqueles líderes. Contudo, aprisionados pelo eu não convertido, não permitiram que a luz de Cristo os transformasse. As duras palavras do Salvador foram uma última tentativa de fazê-los mudar, porque, cada ai proferido por Ele atingia-lhes o coração como uma espada afiada de dois gumes. Cada escriba e cada fariseu pôde sentir, naquele momento, uma vergonha inexplicável que os consumia por dentro, mas não tinham humildade para reconhecer que seu sucesso religioso era, na verdade, um completo fracasso espiritual.

Isso não te assusta? Depositar nossa confiança em homens tendenciosos a errar é perigoso e pode nos custar uma perda eterna. Ao desperdiçarem o privilégio de aprender de Jesus, os escribas e fariseus abriram mão da própria salvação e do cuidado afetuoso que Ele estava disposto a lhes oferecer (v.37). Nós também não estamos livres de cair no mesmo erro. Ao supor que devemos ser um mostruário antes mesmo de um santuário, estamos afirmando que o exterior vale mais do que o conteúdo. E foi exatamente este tipo de pensamento que Jesus combateu, ao dizer: “Fariseu cego, limpa primeiro o interior do copo, para que também o seu exterior fique limpo!” (v.26). Jesus se referiu a dois processos imprescindíveis na vida do cristão. Vejamos o seguinte comentário acerca desse assunto:

 “Reavivamento e reforma são duas coisas diferentes. Reavivamento significa renovação da vida espiritual, uma vivificação das faculdades do espírito e do coração, um ressurgimento da morte espiritual. Reforma significa reorganização, mudança de ideias e teorias, hábitos e práticas” (Ellen G. White, Serviço Cristão, p. 42).

Reavivamento, portanto, é “o interior do copo”. Já a reforma, é “o seu exterior”. Precisamos clamar a Deus todos os dias para que, ser mostruário seja uma consequência de ser santuário. Ou, “acaso, não sabeis que o vosso corpo é santuário do Espírito Santo, que está em vós, o qual tendes da parte de Deus, e que não sois de vós mesmos? Porque fostes comprados por preço. Agora, pois, glorificai a Deus no vosso corpo” (1Co 6:19-20). Não são as nossas obras que devem aparecer, mas o Deus que em nós habita. Compreendem? Assim como nós acendemos uma lâmpada para enxergar um ambiente e não para ficar olhando para ela, que sejamos lâmpadas de Cristo a indicar o caminho aos que estão ao nosso redor. E, ainda que tenhamos de sofrer aqui humilhações, confiemos nAquele que muito em breve nos exaltará (v.12).

Bom dia, cidadãos do Reino dos céus!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus
#Mateus23
#RPSP



MATEUS 23 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by jquimelli
17 de fevereiro de 2018, 0:20
Filed under: Sem categoria

1 Então, falou Jesus. Isto ocorreu, provavelmente, na terça-feira, no fim do dia. Foi a última vez que Jesus ensinou no templo, a última em que falou ao povo. Evidentemente, Ele procurou, através de denúncias contundentes contra os escribas e fariseus, quebrar as correntes que prendiam as pessoas à tradição e àqueles que a perpetuavam. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 518.

2 Na cadeira de Moisés, se assentaram. Ou, como intérpretes oficiais da lei de Moisés. … os arqueólogos descobriram que as antigas sinagogas judaicas tinham cadeiras literais em que o intérprete da lei, sem dúvida, se assentava. CBASD, vol. 5, p. 518.

3 não os imiteis. Fazemos bem em examinar nossa vida em busca dos traços dos mesmos males que fizeram “fariseu” sinônimo de “hipócrita. CBASD, vol. 5, p. 518.

dizem e não fazem. Dizer sem fazer é o que faz de um homem um hipócrita.  … Escribas e fariseus professavam lealdade absoluta às Escrituras, mas falhavam na prática dos princípios ali estabelecidos.  CBASD, vol. 5, p. 519.

4 Atam pesados fardos. Esses “pesados fardos” eram parte da tradição rabínica e não das leis de Moisés (ver com. de Mc 7:1-13). CBASD, vol. 5, p. 519.

5 serem vistos pelos homens. Sua conduta era regulamentada pelo que imaginavam que os outros pensariam dela, mais do que por amor a Deus (cf 2Co 5:14). CBASD, vol. 5, p. 519.

filactérios. Eram cápsulas, ou rolos de couro, que os judeus usavam na testa, perto do coração, e no braço esquerdo. Continham quatro passagens bíblicas: Êx 13.1-10; 13. 11-16; Dt 6:4-9; 11.13-21. … Honravam-se as cápsulas tanto quanto as próprias Escrituras (imaginava-se que o próprio Deus usava filactérios), e seu tamanho era considerado como um sinal de zelo de quem o usava. Também eram considerados como amuletos para evitar o mal. Bíblia Shedd.

A ideia de usar filactérios foi baseada em uma interpretação literal de Dt 6;8. … Para muitos o filactério se transformou num talismã. CBASD, vol. 5, p. 519.

franjas. São as borlas descritas em Nm 15.37-41, usadas de maneira singular, como lembrete visível da profissão religiosa dos judeus e que Jesus também usava (cf Mt 9.20 onde se traduz por “orla”). Os fariseus desenvolveram esse costume até sobrecarregá-lo de minúcias, esquecendo-se, porém, da sua singela mensagem espiritual. Bíblia Shedd.

Alongá-las era um meio de torná-las mais visíveis; e, como as roupas adornadas com essas franjas ou borlas eram usadas para fins religiosos, a pessoa que as usava procurava chamar a atenção dos outros como sendo piedoso além das exigências da lei e além das pessoas comuns. CBASD, vol. 5, p. 519.

8-10 A advertência é contra procurar títulos de honra para alimentar o orgulho. Obviamente, devemos evitar um literalismo insensato ao aplicar esses mandamentos. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Ao proibir o uso dos títulos “Mestre” (v. 8), “Pai” (v. 9) e “guias” (v. 10), Jesus não proíbe a organização ou o uso de todos esses títulos na igreja (cf At 20.17; 1Co 9:1; 1Tm 1.1-2, 8, 12; Tt 1:5-7). A advertência de Cristo é contra a tentação de conceder aos líderes humanos a autoridade e prerrogativa que pertencem só  Deus – uma tentação aqui exemplificada pelo uso de pretensas formas de tratamento. Bíblia de Genebra.

13 fechais o reino dos céus. Os escribas e fariseus tornaram quase impossível, aos sinceros de coração, encontrar o caminho da salvação, em primeiro lugar, fazendo da religião um fardo insuportável (Mt 23:4) e, em segundo, pelo seu próprio exemplo hipócrita (v. 3). CBASD, vol. 5, p. 521.

15 prosélito. Os gentios eram convertidos ao judaísmo eram convertidos ao regulamento legalístico da circuncisão e à Lei Mosaica e não a um relacionamento pessoal com Deus. Andrews Study Bible.

Um número muito maior acreditava no Deus verdadeiro e O adorava, mas sem participar dos ritos do judaísmo; esses eram conhecidos como “prosélitos de portão” ou “tementes a Deus”. CBASD, vol. 5, p. 521.

duas vezes mais. Um convertido empolgado acabava se tornando, se possível, ainda mais intolerante do que os fariseus. CBASD, vol. 5, p. 521.

23 dízimo.  Jesus não está abolindo a prática de dar um décimo das entradas a Deus. Justamente o oposto. Os comentários de Jesus reafirmam a permanência da lei do dízimo e a coloca em perspectiva ao mais importante: justiça e misericórdia e fé. Andrews Study Bible.

As três hortaliças [hortelã, endro e cominho] teriam algum valor comercial, mas o dízimo obtido seria o mínimo. Os fariseus, ao se mostrarem zelosos nos pormenores, pensaram que poderiam esconder, de si mesmos e de Deus, o fato de não estarem á altura da verdadeira religião. Bíblia Shedd.

os preceitos mais importantes. Os escribas e fariseus davam grande valor às ordenanças humanas e às formas externas de observância da lei (ver com. de Mc 7:3-13), mas se esqueciam quase completamente do verdadeiro espírito da lei em si, do amor a Deus e ao próximo. CBASD, vol. 5, p. 523.

24 coam. A cláusula deveria dizer, literalmente, “coar todos os insetos” da água potável. CBASD, vol. 5, p. 523.

O fariseu rigoroso coava cuidadosamente a água potável em um pano para ter certeza de não engolir um mosquitinho, considerado o menor ser vivo impuro. Mas, figuradamente, engolia um camelo. Bíblia de Estudo NVI Vida.

…camelo, o maior animal impuro da Palestina (Lev 11:4, 41-45). Andrews Study Bible.

27 sepulcros caiados. De acordo com a lei ritual, uma forma extrema de contaminação era o contato com a morte. Os sacerdotes, por exemplo, não deviam se “contaminar” pelo contato com os mortos, salvo em caso de parentes próximos (Lv 21:1-4), mas até essa exceção era negada ao sumo sacerdote (v. 10, 11). de acordo com a Mishnah, era costume caiar as sepulturas em 15 de adar, um mês antes da Páscoa, a fim de que os sacerdotes e nazireus pudessem evitar a contaminação através do contato involuntário com as sepulturas. CBASD, vol. 5, p. 523.

29 edificais os sepulcros. Os mártires de uma geração, muitas vezes, se tornam os heróis da seguinte. Enquanto os profetas estavam vivos, era comum apedrejá-los. Algum tempo após a sua morte, era costume edificar monumentos elaborados em pedra para homenageá-los. Os judeus não poderiam honrar os profetas vivos sem aceitar as suas mensagens, mas era simples honrar os mortos sem acatar suas exortações. CBASD, vol. 5, p. 524.

30 Se tivéssemos vivido. Cada geração tende a se orgulhar de ser mais sábia e tolerante do que as anteriores. … Se esses profetas vivessem hoje, teriam comunicado as mesmas mensagens em denúncia do pecado, e essas mesmas mensagens provavelmente teriam encontrado a mesma resistência insensível e provocado as mesmas tentativas de silenciar seus portadoresCBASD, vol. 5, p. 524.

35 sobre vós. Isso não quer dizer que as pessoas da geração de Cristo deveriam ser punidas pelos erros de seus antecessores, pois as Escrituras ensinam especificamente que ninguém é punido pelos pecados os outros (ver Ez 18:2-30; cf. Êx 32:33). Mas a rejeição a Jesus e a Seus ensinamentos tornou a sua culpa maior do que a de qualquer geração anterior. CBASD, vol. 5, p. 525.

Abel, até […] Zacarias. O assassinato de Abel é registrado em Gn 4.8, e o de Zacarias, filho de Joiada, em 2Cr 24.20-22 (2Cr é o último livro do AT, segundo a ordem em hebraico). A expressão é algo semelhante ao que dizemos hoje: “Do Gênesis ao Apocalipse”. Jesus estava resumindo a história dos martírios no AT. Bíblia de Estudo NVI Vida.

36 todas estas coisas. Ou, o clímax das más ações resumidas nos vs. 34 e 35. A taça da iniquidade dos judeus como nação estava se enchendo rapidamente. CBASD, vol. 5, p. 525.

37 Jerusalém, Jerusalém. Reconhecimento pleno da rejeição dos judeus (cf Jo 1.11). Deus fez tudo para Seu povo, mas este rejeitou a Jesus. Bíblia Shedd.

quis Eu reunir. Literalmente, “como desejei reuni-los!” Esta é uma das expressões mais pungentes e solícitas dos lábios de Jesus. Com o mesmo terno anelo, Deus contempla todos os perdidos (ver com. de Lc 15:7). O tempo em que Deus devia rejeitar os judeus como povo escolhido estava prestes a chegar (ver Mt 23:38). mas com que relutância Ele os abandonou à sua própria perversidade e a seu trágico destino! CBASD, vol. 5, p. 526

vossa casa. Apenas um dia antes, Jesus tinha Se referido ao templo como “Minha casa” (Mt 21:13). Então, passou a ser “vossa casa”. As palavras de Jesus devem ter despertado terror no coração dos sacerdotes e príncipes. Pode ser que, durante o julgamento de Cristo, eles tenham se lembrado dessa declaração (Mt 26:61-64). O véu rasgado, três dias depois, foi um sinal visível de que Deus não aceitava mais as formas e cerimônias destituídas de significado. Por cerca de 40 anos mais, elas continuaram a ser praticadas (ver Mt 27:51). CBASD, vol. 5, p. 526.

A cidade e a nação seriam assoladas em 70 d.C. Biblia Shedd.

desde agora, já não Me vereis. Por “desde agora” Jesus não se refere à Sua saída do templo, na tarde de terça-feira, mas a todas as circunstâncias ligadas à rejeição, ao julgamento e crucifixão. CBASD, vol. 5, p. 526.

até que venhais a dizer: “Bendito o que vem em nome do Senhor!”. Jesus se referiu ao tempo em que os homens, incluindo os “que O transpassaram” (Ap 1:7), O veriam “vindo sobre as nuvens do céu, com poder e grande glória” (Mt 24:30). No último dia, mesmo os escarnecedores seriam obrigados a reconhecer a bem-aventurança dAquele a quem eles amaldiçoaram tão livremente (ver Fp 2:9-11). Os escribas e fariseus , a quem Jesus falou, estariam nessa multidão. Jesus quis dizer: “Vocês não mais me verão até que Eu retorne em glória.” Logo depois de dizer essas palavras, Jesus partiu para sempre do recinto do templo. CBASD, vol. 5, p. 526




%d blogueiros gostam disto: