Reavivados por Sua Palavra


Mateus 9 by Jobson Santos
3 de fevereiro de 2018, 1:00
Filed under: Mateus

Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/mateus/mt-capitulo-9/

Comentário devocional:

Jesus se misturava com os pecadores. Ele era um amigo de ladrões, prostitutas, bêbados, e coletores de impostos. Na verdade, ele frequentemente era visto festejando com eles. Professores  da lei piedosos do primeiro século consideravam essas ações ultrajantes.

A fim de ajudar as pessoas a entenderem o seu modo de proceder, Jesus conta então uma parábola: “Ninguém põe remendo de pano novo em veste velha… Nem se põe vinho novo em odres velhos… Mas põe-se vinho novo em odres novos, e ambos se conservam” (Mateus 9:16-17).

Aqui Jesus está apresentando dois pontos. Em primeiro lugar, cortando um pedaço de tecido de uma grande nova peça e costurando-o em um pano velho, você não vai ajudar o velho e ainda irá danificar a peça nova. E em segundo lugar, ao colocar vinho novo em odres velhos o vinho vai estourar os odres e o bom vinho se perderá.

Quando você aceitar todos os ensinos de Jesus, inevitavelmente começará a viver uma nova vida. Você experimentará uma mudança em seus antigos padrões de pensamento e toda a sua vida terá um novo significado.

Oleg Kostyuk
Host of Cross Connection
Hope Channel

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/mat/3  ou https://www.revivalandreformation.org/?id=1184  
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/11/10   
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli
Comentário em áudio Pr Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/Reavivados/Reavivados03-02-2018.mp3   
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/  


MATEUS 9 – PR COMENTÁRIO ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
3 de fevereiro de 2018, 0:55
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MATEUS 9 – COMENTÁRIO PASTOR HEBER TOTH ARMÍ by jquimelli
3 de fevereiro de 2018, 0:45
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Observe o que Brennan Manning disse: “Para muitos cristãos a Bíblia não é uma seta apontando para Deus, mas o próprio Deus. Numa palavra: Bibliolatria”.

Essa forma de encarar a Bíblia não transforma a vida, nem reforma o caráter. É mais uma forma sutil de idolatria. Temos que ler a Bíblia para sermos conduzidos a Jesus, O qual nos conduz ao Pai. Do contrário, ela não passa de mais um amuleto imprestável.

No capítulo em análise encontram-se preciosos ensinamentos:

1. Jesus revelou Seu poder de perdoar os pecadores, não importa a condição em que estejam (vs. 1-8);

2. Jesus exerceu Sua autoridade messiânica ao chamar pecadores, sejam eles quem forem (vs. 9-10);

3. Jesus apresentou Suas razões para relacionar-Se com pecadores, grandes pecadores na visão dos líderes religiosos (vs. 11-13);

4. Jesus auxiliou pecadores que líderes religiosos incutiram dúvidas teológicas referentes às práticas tradicionais (vs. 14-17);

5. Jesus indicou que o verdadeiro evangelho restaura aquele que tem e exerce corretamente a fé (vs. 18-26);

6. Jesus demonstrou que aquele que experimenta o verdadeiro e puro evangelho alcança cura física, mental e espiritual (vs. 27-34);

7. Jesus explicou que aquele que experimentar o poder restaurador do verdadeiro evangelho deve unir-se a um ministério eficiente para compartilhar a verdadeira religião com aqueles que carecem do amor restaurador de Deus (vs. 35-38).

Saber que Jesus tem poder é uma coisa, experimentar esse poder é outra; ter informações sobre o efeito do amor de Cristo é uma coisa, experimentar mediante a fé esse amor é outra coisa bem diferente.

Ao conhecer o evangelho bíblico percebe-se que é diferente do evangelho diluído e genérico que se tem pregado em muitos púlpitos; contudo, a fim de experimentar sua eficácia só é possível por meio da fé verdadeira que se apega a Jesus. Assim é que o evangelho se torna restaurador e transformador de todo e qualquer pecador.

Prezados reavivados… Desconfie do evangelho destituído de poder; cuidado com evangelistas egoístas, interesseiros e ambiciosos; Jesus restaurou pessoas sem exigir nada delas, a não ser a fé prática!

Nos dias atuais, carecemos de cristãos que…

• …tomem o evangelho como ele é.
• …entendam o evangelho como um poder para transformar vidas destituídas de perspectivas positivas.
• …sejam bênçãos na vida de outras pessoas! – Heber Toth Armí.



MATEUS 9, Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
3 de fevereiro de 2018, 0:30
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“Vendo Ele as multidões, compadeceu-se delas, porque estavam aflitas e exaustas como ovelhas que não têm pastor” (v.36).


Mal havia chegado em “Sua própria cidade” (v.1), e foi levado à presença de Jesus “um paralítico deitado num leito” (v.2). Era evidente, diante das testemunhas oculares, que aquele homem desejava a cura física. Mas o Leitor de corações sabia que a cura física seria apenas um paliativo para o que ele realmente necessitava. E vendo-lhe a angústia que o maltratava mais do que a própria enfermidade, Jesus proferiu as palavras de cura: “Tem bom ânimo, filho; estão perdoados os teus pecados” (v.2). Se aquele homem tivesse voltado para sua casa novamente carregado, ainda assim, voltaria glorificando o nome de Deus. Mas a cura de sua enfermidade seria uma prova da autoridade de Cristo “para perdoar pecados” (v.6) perante os corações petrificados pelo orgulho.

De todos os milagres, o maior milagre que Cristo realizava por onde passava era o do perdão. Em cada vista restaurada, em cada leproso purificado, em cada endemoninhado liberto, em cada chamado realizado (v.9), a Sua voz, o Seu toque, o Seu olhar diziam: “Alegra-te! Eu te perdoei!”. A maior alegria do Salvador era a de estar rodeado de pessoas; de assentar-Se à mesa com “publicanos e pecadores” (v.10). O Seu “consultório” era onde estavam “os doentes” (v.12). O Seu lema era: “Misericórdia quero e não holocaustos” (v.13) (e continua sendo o mesmo!). A obra de Cristo é a de salvar pecadores. Ser justo mediante esforços próprios não passa de justiça imprestável (Is 64:6). Justo é aquele a quem Deus chama de justo (Gn 6:9, Jó 1:8, Mt 1:19, Hb 11:4). Percebem a diferença?

Os meios que Deus nos deixou para que possamos manter comunhão com Ele, quando usados fora do contexto, ou como um fim em si mesmos, perdem por completo a sua validade. O estudo da Bíblia, a oração e o jejum são ferramentas imprescindíveis para que possamos estabelecer um relacionamento íntimo com Deus, contudo, não são artigos de mostruário de santidade e nem certificado de garantia de justificação (era esta a justiça dos escribas e fariseus). Desde os nossos primeiros pais, a promessa é de que Jesus seria o nosso libertador (Gn 3:15). Não temos participação no plano da salvação. Nada do que façamos ou deixemos de fazer, muda o fato de que Cristo já pagou o preço de nosso resgate. A graça ilimitada nos confere “o mistério da piedade: Aquele que foi manifestado na carne foi justificado em espírito, contemplado por anjos, pregado entre os gentios, crido no mundo, recebido na glória” (1Tm 3:16).

Se permitirmos que Ele nos dê um novo coração; que transforme o odre velho em odre novo (v.17), nem a morte silenciará a nossa fé (v.18). Diariamente, estenderemos nossas mãos com o fim de apenas tocar as vestes de justiça do único que é verdadeiramente Justo (v.21; 1Jo 2:1). Mesmo tomados de cegueira por tanto tempo, do coração renovado romperá o intenso clamor diário: “Tem compaixão de [mim], Filho de Davi!” (v.27). O maior milagre que Jesus deseja realizar em nossa vida é o milagre do perdão. O profeta Isaías afirma esta necessidade e o apóstolo Paulo a confirma: “Eu te ouvi no tempo da oportunidade e te socorri no dia da salvação; eis, agora, o tempo sobremodo oportuno, eis, agora, o dia da salvação” (Is 49:8; 2Co 6:2).

Assim como o foi com o paralítico de Cafarnaum, Jesus deseja nos curar de dentro para fora. São estes os trabalhadores que Ele convoca para a Sua seara (v.37). Roguemos, pois, “ao Senhor da seara” (v.38), que esta obra tenha início em nosso coração e, certamente, ela será naturalmente manifestada em nossa vida para a glória de Deus (v.8).

Feliz sábado, alvos do perdão divino!

Desafio do dia: Visite alguém que esteja enfermo. Seja um trabalhador da seara de Deus.

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus
#Mateus9
#RPSP



MATEUS 9 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by jquimelli
3 de fevereiro de 2018, 0:20
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3 blasfemando. aqui o termo abarca a ideia de usurpar a prerrogativa de Deus de perdoar os pecados. Bíblia de Estudo NVI Vida.

6 No Sermão do Monte, Jesus mostra Sua autoridade sobre a Lei; no cap. 8 Ele demonstra autoridade sobre doenças físicas, demônios e sobre a criação; aqui, Sua autoridade se estende ao pecado. A visão judaica sobre a doença era que ela era foi causada porque algum pecado tinha sido cometido (Jo 9:2). Para que os espectadores e antagonistas acreditassem que Jesus tinha autoridade para perdoar pecados, o ato da cura teria que seguir ao pronunciamento do perdão. Andrews Study Bible.

9-10 A aceitação de Mateus do chamado de Jesus ao discipulado abriu a porta para que outros publicanos [coletores de impostos], excluídos e pecadores (i. e., todos aqueles que não seguiam os escrúpulos e tradições dos fariseus) se tornassem parte do círculo de Jesus. Isto, porém, levou a duras críticas a Jesus. Para os fariseus, um judeu respeitável – e um líder, muito mais ainda – deveria se preocupar com sua aparência e imagem. Aqueles com quem nos associamos dizem muito do que somos. Mas para Jesus a vida do “reino” não se baseava ma imagem, mas em ajudar e salvar. Andrews Study Bible.

10 em casa. Era a casa do próprio Mateus, escritor deste evangelho, conforme se vê em Lc 5.27 (onde aparece seu nome israelita, Levi). Publicanos e pecadores. O costume israelita destacava as duas palavras, talvez para fazer dos publicanos uma classe especial de pecadores. Bíblia Shedd.

11 porque come. Os empedernidos judeus quiseram insinuar que esta prova de misericórdia de Cristo era sinal que se sentia em boa companhia com os pecadores. Eles, com tanto medo de se deixar contaminar, julgaram estas pessoas como que sendo desprezadas por Deus. Jesus, a Luz do Mundo, ilumina sem medo de que as trevas prevaleçam. Bíblia Shedd.

13 misericórdia quero. Nesse sentido, “misericórdia” representa justiça pela fé e “sacrifício”, justiça pelas obras. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 386.

14-15 Jesus suporta a disciplina do jejum. Contudo, Ele nega que ele seja necessário aos Seus seguidores naquele momento. O princípio a se observar aqui é que a disciplina espiritual, apesar de bíblica e necessária, tem seu tempo e lugar. Andrews Study Bible.

17 odres. Na Palestina antiga, o vinho era guardado em recipientes feitos de pele de cabra. O suco de uva fresco se fermentaria com o tempo e esticaria os recipientes. Um odre velho não conseguiria suportar a pressão e se romperia; portanto, novos recipientes eram necessários para novos sucos. Jesus usou essa ilustração para enfatizar que o Seu caminho era novo e não se ajustava aos velhos e desacreditados caminhos dos fariseus ou mesmo algumas limitações das leis mosaicas. Andrews Study Bible.

18 um dos dirigentes da sinagoga. Marcos e Lucas informam que seu nome era Jairo. Bíblia de Estudo NVI Vida.

20 Marcos menciona ainda um pormenor, o de que os médicos tiraram-lhe todo o dinheiro que ela possuía, sem contudo curá-la. Bíblia Shedd.

22 ficou sã. A mesma palavra grega para “salvou”. Quando Jesus cura fisicamente Ele também salva holisticamente [como um todo]. Andrews Study Bible.

O verbo grego sõzein significa tanto salvar como curar. É restaurar e restabelecer totalmente. Bíblia Shedd.

23 tocadores de flauta. Estes, juntamente com as carpideiras, eram profissionais que acompanhavam os enterros; essas lamentações não eram senão mercenárias, o que se revela pelo tom de zombaria que adotaram para com Jesus. Ele ressuscitou a menina com a mesma ternura com a qual sua mãe a despertaria cada manhã (Mc 5.41). Bíblia Shedd.

24 dorme. Uma metáfora bíblica para a morte (Dan 12:2; Jo 11:11; 1Ts 4:13-14). Andrews Study Bible.

25 tomou a menina pela mão. Quem quer que tocasse um cadáver ou estivesse com ele num aposento se tornava ritualmente impuro (Nm 19:14-16). Jesus quebrou estas leis para trazer restauração. Andrews Study Bible.

27 cegos. Isaías predisse a cura dos cegos na era messiânica (Is 35.5) [O mesmo para os mudos, Is 35.6, verso 32]. Bíblia de Estudo NVI Vida.

32 foi-Lhe trazido. Quando uma pessoa é impedida de ir até Jesus por falta de habilidade ou de fé para a cura física ou espiritual, é bem-aventurada se tem alguém que se preocupa com ela o suficiente para levá-la a Jesus (cf. Mc 2:2, 3). CBASD, vol. 5, p. 387.

33 falou o mudo. Esta era a evidência tangível da cura. Este foi o último milagre registrado em vários meses, sendo que o próximo foi o de alimentar 5 mil na primavera seguinte. Não se diz se Jesus se retirou a algum lugar no inverno, após a segunda viagem pela Galileia. A agitação popular provocada pelos muitos milagres tendia a obscurecer o principal objetivo de Cristo ao realizá-los: a propagação do reino dos céus no coração e na vida do ser humano.  CBASD, vol. 5, p. 387.




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