Reavivados por Sua Palavra


MATEUS 7 by jquimelli
1 de fevereiro de 2018, 5:23
Filed under: Sem categoria

Leia primeiro, em espírito de oração, o texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/mateus/mt-capitulo-7/

 

Comentário Devocional

Na tradição oral judaica, existe o registro dessa história: Em uma ocasião, aconteceu de um certo gentio vir até o rabino Shammai e lhe dizer: “Eu me tornarei um crente, se você me ensinar toda a Torah (lei), durante o tempo em que eu conseguir ficar sobre um pé só”. O rabino Shamai, usou a pá que estava em sua mão para fazer o homem ir embora. Então este mesmo homem procurou o rabino Hillel, e fez-lhe a mesma pergunta. O rabino Hillel olhou para ele e disse: “Não faça ao seu vizinho o que é odioso para você: essa é toda a Torah, o resto é apenas comentário; vá e aprenda”.

Em Seu Sermão do Monte, Jesus apresenta esta verdade universal em forma positiva, dizendo: “Assim, em tudo, façam aos outros o que vocês querem que eles lhes façam; pois esta é a Lei e os Profetas”(Mat 7:12, NVI). Curiosamente, os versos anteriores falam sobre como nós gostamos de julgar e criticar os outros. Na verdade, a primeira frase em Mateus 7 é: “Não julgueis.” É muito importante para nós entendermos que isto não é nem um apelo nem um pedido. É muito mais forte: é uma ordem.

Para muitos de nós é fácil julgar e criticar quando não estamos sob o risco de sermos julgados e criticados de volta. É por isso que talvez as nossas mais duras críticas são feitas na forma de fofoca, quando a pessoa envolvida não está presente. Jesus, por outro lado, encoraja-nos a libertar-nos de tentar viver a vida de outras pessoas. Ele quer que vivamos a nossa própria vida e nos concentremos em nossas próprias relações com ele e com os outros.

John Stott, pregador Inglês do século 20, disse certa vez: “O Sermão do Monte é provavelmente a parte mais conhecida dos ensinamentos de Jesus, embora, sem dúvida, é a parte menos compreendida e, certamente, a menos obedecida.”

Estes ensinamentos de Jesus vão contra a nossa natureza, mas pela graça de Deus e a atuação do Espírito Santo em nós podemos praticar o ensino mais importante da lei e dos profetas como enfatizado por Jesus: “em tudo, façam aos outros o que vocês querem que eles lhes façam”.

Oleg Kostyuk
Hope Channel Program Host


Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/mat/7 ou https://www.revivalandreformation.org/?id=1182
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/11/08
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli
Comentário em áudio Pr Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/Reavivados/Reavivados01-02-2018.mp3
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/



MATEUS 7 – PR COMENTÁRIO ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
1 de fevereiro de 2018, 0:55
Filed under: Sem categoria


MATEUS 7 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
1 de fevereiro de 2018, 0:45
Filed under: Sem categoria

MATEUS 7 – Tem gente que não dá a mínima pelas máximas divinas, vive como mundano, professando ser cristão. O cristão de verdade assimila à sua vida os ensinamentos de Cristo.

No capítulo em análise há ensinamentos que contrariam veementemente à natureza humana. Observe como começa: “Não bombardeiem de críticas as pessoas quando elas cometem um erro, a menos que queiram receber o mesmo tratamento. O espírito crítico é como um bumerangue. É fácil ver uma mancha no rosto do próximo e esquecer-se do feio riso de escárnio no próprio rosto”.

Por trás de repreensões e exortações sempre há lições que conduzem à edificação do caráter; porém, por trás de críticas, sempre há destruição. Biblicamente, a crítica não é construtiva, apenas na cabeça de quem não quer converter-se desse mal.

Tem mais:

“Tomem cuidado com pregadores muito sorridentes: a sinceridade deles é fabricada. Eles não perderão nenhuma oportunidade para depenar vocês. Não fiquem impressionados com o carisma. Procurem o caráter. […] Um líder de verdade jamais irá explorar as emoções ou as economias do povo” (vs. 15-20).

Certos pregadores são verdadeiros exploradores. Arrancam dinheiro, abusam emocionalmente e iludem os fieis. Nem todos os pastores que fazem curas, milagres e profetizam em nome de Jesus são enviados de Deus; o diabo também envia pregadores para falar de Jesus.

• Satanás usa todos os recursos para enganar, você não está em alguma de suas armadilhas?

Jesus disse ainda em seu sermão poderoso: “As palavras que vos digo não são meros adendos ao seu estilo de vida, como a reforma de uma casa, que resulta em melhora de padrão. Elas são o próprio alicerce, a base de sua vida. […] Mas, se vocês usarem minhas palavras apenas para fazerem estudo bíblico, sem nunca aplicá-las à própria vida, não passarão de pedreiros tolos, que constroem sua casa sobre a areia da praia…” (vs. 24-27).

Observe que, “quando Jesus concluiu seu [sermão], a multidão o aplaudiu. […] Foi a melhor aula que eles tinham ouvido” (vs. 28-29).

Nos dias de hoje, precisamos aprender que…

• …Sermõezinhos produzem cristãozinhos, sermões fortes nos fortalecem;
• …Sermão forte não é dar paulada na igreja (criticar tudo e todos), mas edificar;
• …Sermão forte é falar a verdade em amor.

O impacto desse sermão deve alcançar nosso coração! – Heber Toth Armí.



MATEUS 7, Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
1 de fevereiro de 2018, 0:30
Filed under: Sem categoria

“… pelos seus frutos os conhecereis” (v.20).


O julgamento no qual Jesus se referiu dando ênfase ao seu uso indevido não se referia à prática da justiça legal, mas ao juízo particular com relação às falhas alheias. Somos juízes por excelência e brilhantes comentaristas. Se tem um pecado no qual podemos fazer nossas as palavras de Paulo: “… o mal que não quero, esse faço” (Rm 7:19), é o julgamento temerário. Há uma diferença entre uma pessoa crítica e aquela que usa de discernimento para saber como lidar com pessoas e situações. O julgamento condenado por Cristo é aquele que é ofensivo, iracundo e que não tem nenhum interesse em contribuir de alguma forma para ajudar aquele que errou ou que simplesmente agiu de maneira que o crítico desaprova. Ele deixou esta diferença clara quando advertiu que precisamos ter cuidado com pessoas deliberadamente maldosas ou impuras, aos quais denominou “cães” e “porcos” (v.6), como também com os falsos profetas, os famosos lobos “disfarçados em ovelhas” (v.15).

Mais uma vez, a oração ganha destaque no discurso de Jesus sendo agora incentivada no sentido de confiar na provisão divina. Ele nos diz: “Peçam e vocês receberão”. A comparação feita com o pedido de um filho a seu pai ilustra o desejo de aliar a vontade humana (filhos) com o poder divino (Pai). Em Sua infinita bondade, Deus está mais disposto em nos conceder as Suas bênçãos do que nós estamos dispostos a pedi-las. Um coração egoísta, crítico e que não confia nos cuidados do Pai, jamais irá receber as bênçãos que são reservadas para aqueles que desejam as mesmas bênçãos para seus semelhantes, isto é, aqueles que praticam “a Lei e os Profetas” (v.12). Os verbos pedir, buscar e bater denotam insistência de quem confia que em algum momento receberá, encontrará e a porta “abrir-se-lhe-á” (v.8).

A nossa resposta diante dos ensinos de Cristo, é o que define a porta em que escolhemos entrar e o caminho que estamos seguindo. Jesus disse: “Eu sou a porta” (Jo 10:9). Contudo, infelizmente, “são poucos os que acertam com ela” (v.14). Porque não basta dizer: “Senhor, Senhor!” (v.21) para entrar no reino dos céus. Mas aquele que faz a vontade do Pai, “que edificou a sua casa sobre a rocha” (v.24) através de uma fé prática, que “produz bons frutos” (v.17), naquele Dia, não ouvirá: “Nunca lhe conheci” (v.23), e sim: “Vinde, bendito(a) de Meu Pai” (Mt 25:34).

As multidões ficaram maravilhadas com incomparável ensinamento (v.28). Nunca haviam sido ensinadas de tal forma e nunca haviam se sentido tão amadas. Enquanto os líderes religiosos as excluíam, Jesus as incluiu, colocando a todos num só patamar. Não existe um mau testemunho pior do que a hipocrisia e tentar desculpá-la pode ser fatal. Estamos, de fato, vivendo o amor prático? Estamos, verdadeiramente, nos alegrando com os que se alegram e chorando com os que choram (Rm 12:15)? O evangelho de Cristo não consiste em encher igrejas, mas em fazer discípulos: “Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações” (Mt 28:19). E não existe método mais eficaz de discipular do que o exemplo. “Se já foi indispensável compreender e seguir os corretos métodos de ensino de Cristo, bem como imitar-Lhe o exemplo, este tempo é agora” (Ellen G. White, Carta 322, 1908).

Não ocupemos a nossa mente com julgamentos e críticas que em nada contribuem para o avanço da obra sagrada, mas que, pela graça de Deus, busquemos seguir com diligência o exemplo de Jesus, “com toda oração e súplica” (Ef 6:18), e o Espírito Santo nos habilitará a sermos Seus fiéis discípulos em busca de mais discípulos.

Bom dia, fiéis discípulos de Cristo!

Desafio do dia: Memorize as bem-aventuranças (Mt 5:3-12). Permita que o Espírito Santo as escreva nas tábuas do teu coração (2Co 3:3).

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus
#Mateus7
#RPSP



MATEUS 7 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by jquimelli
1 de fevereiro de 2018, 0:20
Filed under: Sem categoria

1 não julgueis. Não se proíbe o uso de critérios sãos. O que é proibido é o espírito de crítica, que aumenta o erro alheio. Bíblia Shedd.

Jesus se refere em especial ao fato de julgar as intenções de outra pessoa, não ao fato de julgar se seus atos são certos ou errados. … Jesus não se refere à percepção da qual o cristão deve distinguir o certo e o errado (Ap 3:18; cf. T5, 233), mas sim ao hábito da crítica e da censura, em geral, injusta. CBASD – Comentário Bíblico Adventista, vol 5, p. 369.

3 cisco … viga. Exemplo de hipérbole nos ensinos de Jesus. … Seu propósito é deixar uma lição bem clara. Bíblia de Estudo NVI Vida.

4 trave. O cristão que descobre o erro do irmão irá corrigi-lo “com espírito de brandura” (Gl 6:1), considerando que ele próprio pode ter sido tentado e pode ter caído naquele mesmo ponto, ou pode cair no futuro. CBASD, vol 5, p. 369.

5 verás claramente. Somente quando a pessoa está disposta a sofrer, se preciso for, para ajudar um irmão errante, ela deixa de ser cega para ajudá-la. CBASD, vol 5, p. 370.

6 o que é santo. O obreiro do evangelho não deve perder tempo com aqueles que “só fariam do evangelho um objeto de contenção e ridículo”. CBASD, vol 5, p. 370.

7 pedi. Esta passagem nos encoraja a sermos persistentes em buscar a Deus e Ele nos dará todas as dádivas que Ele sabe que precisamos. Andrews Study Bible.

12 Longe de pagar o mal com o mal, devemos fazer o bem a todos. Foi assim que Deus respondeu à rebelião dos homens oferecendo-lhes a salvação pela graça (Ef 2.8, 9).  Bíblia Shedd.

Apenas aqueles que fazem da regra áurea sua lei para a vida e a praticam podem esperar ser admitidos no reino da glória. A atitude para com  o próximo é um indicativo infalível da atitude para com Deus (ver 1Jo 3:14-16). … A regra áurea toma o egoísmo supremo (o que gostaríamos que os outros nos fizessem) e o transforma em suprema abnegação (o que devemos fazer para os outros). Essa é a glória do cristianismo. CBASD, vol 5, p. 371.

esta é a Lei. Cristo nega de forma enfática que o princípio apresentado na regra áurea seja algo novo; é a própria essência da lei, dada por Moisés (a Torah), e o que os profetas escreveram; em outras palavras, todo o AT. … Quem atribui a lei do amor apenas ao NT, e relega o AT ao esquecimento, como um sistema religioso obsoleto, critica o Mestre, que declarou especificamente que não veio para mudar os grandes princípios contidos na “Lei” e nos “Profetas”. … Todo o Sermão do Monte, de Mateus 5:20 a 7:11 ilustra essa grande verdade. CBASD, vol 5, p. 371.

13, 14 porta estreita. Jesus chama o caminho do céu de “porta estreita” ou “caminho apertado” … porque na prática muito poucas pessoas renunciam ao eu-próprio para procurar a Deus.  Bíblia Shedd.

15 falsos profetas. Um verdadeiro profeta é aquele que fala no lugar de Deus. Um falso profeta é alguém que finge estar falando no lugar de Deus, quando na realidade fala apenas dos pensamentos pervertidos de seu próprio coração. CBASD, vol 5, p. 372.

22 profetizamos. No NT, esse verbo significa em primeiro lugar transmitir uma mensagem da parte de Deus, não necessariamente uma predição. Bíblia de Estudo NVI Vida.

muitos milagres. As Escrituras deixam claro que a realização de milagres não é em si eidência conclusiva de que o poder divino está em operação. O maior milagre de todos os tempos e da eternidade é uma vida transformada à semelhança divina (ver DTN, 406, 407).  CBASD, vol 5, p. 373.

25 ventos. Os “ventos” da tentação e das provas (DTN, 314), ou os ventos dos falsos ensinos que tendem a retirar a pessoa do firme fundamento da fé (Ef 4:14).  CBASD, vol 5, p. 374.

edificada sobre a rocha. Isto é, sobre os ensinamentos de Cristo. neste caso particular, os ensinos do Sermão do Monte (v. 24).  CBASD, vol 5, p. 374.

26 homem insensato. “Insensato” porque não fez o que sabia que deveria ser feito (comparar com o homem sem a veste nupcial [Mt 22:11-13] e com as cinco virgens néscias [Mt 25:2, 3]).  CBASD, vol 5, p. 374.

sobre a areia. Aquele que não dá ouvidos ao evangelho constrói sobre a instável areia do eu, sobre seus próprios esforços (MDS, 152) e sobre teorias e invenções humanas (DTN, 314).  CBASD, vol 5, p. 375.

29 Ele as ensinava como quem tem autoridade e não como os escribas. Não por meio de dogmas, mas com Sua própria autoridade, em vez de citar expositores anteriores da lei, como faziam os rabis. Observe o uso frequente nos evangelhos da expressão “em verdade vos digo”. … O ensino dos escribas era dogmático e baseado em tradições dos anciãos. No método de Cristo havia poder vivificante, bem como nas verdades que apresentava, em contraste com o formalismo morto dos ensino dos escribas.  CBASD, vol 5, p. 375




%d blogueiros gostam disto: