Reavivados por Sua Palavra


Mateus 13 by Jobson Santos
7 de fevereiro de 2018, 1:00
Filed under: Mateus

Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/mateus/mt-capitulo-13/

Comentário devocional:

Mais uma vez vemos Jesus ensinando as multidões acerca do Reino dos Céus. Quando leio este capítulo eu vejo dois princípios em ação: o primeiro é que tudo começa a partir do relacionamento com o Salvador. O segundo é que devemos estar abertos à liderança do Espírito Santo.

Este capítulo mostra Jesus falando com as pessoas e usando parábolas. Essas histórias produzem um grande efeito sobre aqueles que estão abertos aos ensinamentos do Messias.

Jesus conta no início de Mateus 13 a história sobre um fazendeiro que está a plantar sementes em um campo. Os discípulos ficam confusos e Jesus os incentiva a permitir que o Espírito de Deus lhes aguce os ouvidos. Ele diz que abram seus corações para o significado mais profundo nas histórias.

Como podemos tornar-nos preparados para receber a semente? É ouvindo a Jesus e abrindo nossos corações e mentes para o Espírito Santo.

Em seguida, como é que vamos melhorar a qualidade do solo? É cultivando meu relacionamento com Jesus e seguindo a orientação do Espírito Santo.

Joey Norwood Tolbert
Cantora e compositora cristã

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/mat/13  ou https://www.revivalandreformation.org/?id=1188
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/11/14     
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli
Comentário em áudio Pr Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/Reavivados/Reavivados07-02-2018.mp3    
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/


MATEUS 13 – COMENTÁRIO PR. ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
7 de fevereiro de 2018, 0:56
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MATEUS 13 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by jquimelli
7 de fevereiro de 2018, 0:45
Filed under: Sem categoria

MATEUS 13 – Desde o capítulo anterior percebe-se que é mais fácil expulsar demônios de um surdo e mudo do que fazer líderes espirituais enganados enxergar, ouvir e aceitar a verdade como está retratada na Bíblia.

Jesus não perdeu Seu tempo com quem não queria ouvi-lO. Após contar a parábola do semeador (vs. 1-8), declarou: “Quem tem ouvidos para ouvir, ouça” (v. 9).

Por causa dos perturbadores críticos, ignorantes arrogantes, estúpidos religiosos engados e enganadores, Jesus precisou mudar Sua tática de evangelização. Desta forma, “a polarização das respostas de Jesus obrigou-o a concentrar-se naqueles que continuaram receptivos à mensagem” (Craig L. Blomberg).

Após explicar que estava falando por parábolas (vs. 10-12) para que líderes espirituais charlatães não entendessem (vs. 14-15), Jesus citou Isaías:

Seus ouvidos estão abertos, mas não entendem uma palavra.
Seus olhos estão abertos, mas não veem nada.
Esse povo é cabeça-dura!
Eles tapam os ouvidos com os dedos
para não ter de escutar.
Eles fecham os olhos
para não serem obrigados a ver
e, assim, evitam ficar comigo face a face
e me deixar curá-los.

Depois, Jesus dirigiu-Se ao povo atento: “Mas bem-aventurados os vossos olhos, porque veem, e os vossos ouvidos, porque ouvem. Porque em verdade vos digo que muitos profetas e justos desejaram ver o que vós vedes, e não viram; e ouvir o que vós ouvis, e não o ouviram” (vs. 16-17).

Para os mais íntimos, Jesus explicou a parábola do Semeador (vs. 18-23). Na sequência contou outras parábolas:

1. Do trigo e o joio (vs. 24-30);
2. Do grão de mostarda (vs. 31-32);
3. Do fermento que levada à massa (v. 33).

O texto faz pausa, para, novamente explicar e fundamentar a razão pela qual Jesus passou a utilizar parábolas, símbolos e comparações para falar do reino de Deus (vs. 34-35).

Após isso, Jesus explicou a parábola do joio (vs. 36-43) e voltou a contar novas parábolas:

4. Do tesouro escondido (v. 44)
5. Da pérola (vs. 45-46)
6. Da rede (vs. 47-50).

Os novos ensinamentos de Jesus baseados nas antigas revelações (vs. 51-52) impressionaram aos ouvintes dedicados, mas perturbaram outros (vs. 53-58).

A questão deste capítulo é se ouviremos ou não aquilo que o Rei Jesus tem a dizer! Ouviremos Sua mensagem do Reino de Deus? Então, demonstremos… – Heber Toth Armí.



MATEUS 13, Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
7 de fevereiro de 2018, 0:30
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“Bem-aventurados, porém, os vossos olhos, porque veem; e os vossos ouvidos, porque ouvem” (v.16).


Os cenários dos mais belos discursos de Cristo estavam na natureza. Num monte verdejante ou “à beira-mar” (v.1), estava Ele ensinando e curando aqueles aos quais viera salvar. A mesma voz que falou e tudo se fez (Jo 1:1-3), ganhava uma entonação vibrante e compreensível até por quem passasse de longe. E diante de uma multidão sedenta por atenção, Jesus iniciou uma nova “temporada” de sermões, através do uso de parábolas.

A parábola inaugural apresenta quatro tipos de ouvintes da Palavra de Deus, representados pelos seguintes tipos de solo:

  1. à beira do caminho” (v.4): São aqueles que até ouvem a Palavra de Deus, mas logo vem o inimigo e “arrebata o que lhes foi semeado no coração” (v.19);
  2. “solo rochoso” (v.5): É todo aquele que ouve e recebe a Palavra “com alegria” (v.20), mas não criando raízes, isto é, não fortalecendo a fé, “chegando a angústia ou a perseguição por causa da Palavra, logo se escandaliza” (v.21);
  3. “entre os espinhos” (v.7): Estes ouvem a Palavra de Deus, mas são facilmente sufocados pelos “cuidados do mundo e a fascinação das riquezas”, tornando-se infrutíferos (v.22);
  4. em boa terra” (v.8): Todo aquele que ouve a Palavra de Deus “e a compreende” (v.23), dando bons frutos.

Certamente, Jesus apreciava usar ilustrações da natureza e de coisas que eram familiares às “grandes multidões” (v.2) que O ouviam, sendo boa parte compostas de agricultores e de pescadores. Havia ali os quatro tipos de ouvintes. E também havia o joio e o trigo (v.36-43), os peixes bons e os peixes ruins (v.47-50). Pois “Aquele que lavou os pés de Judas, anseia lavar todo coração da mancha do pecado” (DTN, p. 465). De uma forma didática, Cristo os ensinava, mas a explicação dos “mistérios do reino dos céus” (v.11) só era dada aos discípulos por uma boa razão: nem todos os corações ali estavam realmente dispostos a compreender as verdades do Céu. Com os corações endurecidos (v.15), esperavam que Jesus manifestasse mais milagres que pudessem satisfazê-los, mas não estavam dispostos a colocar o reino dos céus em primeiro lugar (v.44). Não queriam ir em busca da “pérola de grande valor” (v.46), mas esperavam encontrar coisa melhor aqui.

No tempo determinado, Jesus veio a este mundo a fim de salvá-lo. No tempo determinado, Ele cumpriu o Seu ministério e pagou o preço de nosso resgate morrendo numa cruz. “No tempo da colheita” (v.30), Ele ordenará que os Seus anjos separem o joio do trigo, selando os filhos do reino e guardando-os no Seu celeiro, obra esta que já começou:

Estamos no tempo da sacudidura, tempo em que cada coisa que pode ser sacudida, sacudir-se-á. O Senhor não desculpará os que conhecem a verdade, se não obedecem a Seus mandamentos por palavra e ação” (TS, v.2, p. 547 e 548).

De igual forma, no tempo determinado, Jesus voltará para por fim ao pecado. Prontos ou não, quer acreditem ou não, “todos os povos da terra se lamentarão e verão o Filho do Homem vindo sobre as nuvens do céu, com poder e muita glória” (Mt 24:30). Quer você estar apercebido (Mt 25:10) para este grande Dia? Não basta apenas se maravilhar com as verdades divinas (v.54), mas é preciso crer para que elas se tornem reais em nossa vida. Então, faremos parte do grupo de justos que “resplandecerão como o sol, no reino de seu Pai” (v.43).

Por favor, permita que o Espírito Santo fale ao seu coração hoje, todos os dias, até aquele grande Dia. “Quem tem ouvidos [para ouvir], ouça” (v.43).

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus
#Mateus13
#RPSP



MATEUS 13 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by jquimelli
7 de fevereiro de 2018, 0:20
Filed under: Sem categoria

1. Naquele mesmo dia. Os eventos registrados em Mateus 8:18 a 27 se deram ao final desse mesmo dia … Embora não haja provas de que, nesse dia, Jesus estivesse mais ocupado do que nos demais, o registro completo dele ganhou o nome de “o dia cheio”. Foi um desses dias comuns em que Jesus mal tinha tempo para comer ou descansar. Andrews Study Bible.

parábolas. Nossa palavra “parábola” provém do grego parabole, que significa “disposição lado a lado” – portanto, comparação ou ilustração. … Os evangelhos sinóticos [“semelhantes”, Mt, Mc e Lc] contém cerca de 30 dessas histórias. O evangelho de João não contém parábolas, mas emprega outras figuras de linguagem. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Embora o termo “parábola” possa ter uma ampla gama de significados, as “parábolas” de Jesus são um ensino distintivo feito por meio de breves comparações ou narrativas. Em geral elas tem um ponto ou ideia central. A maior parte das parábolas de Jesus é clara, mas contém também uma profundidade de sentido, que somente quem tem um correto relacionamento com Jesus pode compreender. É só aos discípulos que Jesus dá a interpretação da parábola do semeador (vs 18-23) e da parábola do joio (vs. 36-43). Ao ímpio falta a compreensão deste mais profundo significado, porque ele não mantém com Deus um relacionamento apropriado, e este fato obscurece seus pensamentos e seus corações (Rm 1.21). Bíblia de Genebra.

Parábolas era amplamente usadas à época de Jesus, especialmente pelos rabis. Andrews Study Bible.

à beira. Por causa da superfície dura do caminho, a semente fica exposta e não tem sequer a chance de germinar. Os ouvintes da beira do caminho são superficiais, sobre os quais a verdade do evangelho não tem efeito. CBASD – Comentário Bíblico Adventista, vol. 5, p. 423.

terreno pedregoso (NVI. Rochoso, ARA). Não terreno coberto de pequenas pedras, mas área de rocha maciça com fina camada de terra. Bíblia de Estudo NVI Vida.

A semente do evangelho que cai no coração de ouvintes representados pelo solo rochoso encontra terra suficiente para germinar, mas de pouca profundidade e, com isso, o efeito do evangelho é no máximo superficial. O evangelho toca as emoções dessas pessoas, que reagem a ele prontamente, mas essa impressão passa da mesma forma que as instáveis emoções que as causaram. … Não estão dispostos a encarar o fato de que seus hábitos devem ser mudados. … a única esperança para os ouvintes de solo pedregoso é nascer de novo (PJ, 48). CBASD, vol. 5, p. 423, 424.

espinhos. Em Lucas, Jesus define os espinhos da vida do cristão como os”cuidados, riquezas e deleites da vida” (Lc 8:14; cf. Mt 13:22). … Tais pessoas se tornam tão atraídas por este mundo que não têm tempo de se preparar para a eternidade. … Os ouvintes do solo espinhoso precisam de uma transformação moral. CBASD, vol. 5, p. 424.

deu fruto. O fruto do Espírito manifestado exteriormente é evidência de uma experiência cristã saudável. … O cristão de êxito não depende de circunstâncias; ele persevera até o fim (ver Mt 24:13). CBASD, vol. 5, p. 424.11

a vós outros … mas àqueles. os “mistérios” do reino são coisas que foram indicadas, de um modo velado, no Antigo Testamento, mas agora são tornadas claras aos discípulos, com a vinda do Rei. Bíblia de Genebra.

mistérios. Conhecimentos mais profundos sobre as verdades espirituais. Bíblia Shedd.

13 porque, vendo. Em Mateus, as parábolas de Jesus são apresentadas em resposta à descrença e à incapacidade do povo de entender. Bíblia de Genebra.

15 para não suceder que. Não era a vontade de Deus que alguém estivesse nessa condição, nem que não pudesse entender e ser convertido. A condição dos líderes judeus foi resultado natural de sua própria conduta e modo de vida. … Na verdade, foi Satanás que “cegou o entendimento dos incrédulos” (ver 2Co 4:4). Não é a luz do Céu que cega o ser humano, mas sim as trevas (ver 1Jo 2:11). CBASD, vol. 5, p. 426.

23 é o que ouve a palavra e a compreende. Há em última análise, só duas espécies de terreno: aquele que genuinamente recebe a palavra para produzir fruto e aquele que não a recebe. Bíblia de Genebra.

25 joio. O joio é uma planta que se confunde com o trigo, crescendo juntamente com ele, e só se distingue quando vem a época da ceifa, quando então o trigo revela o seu valor, produzindo cereal comestível. Bíblia Shedd.

Esta parábola é exclusiva de Mateus e ilustra o caráter misto da igreja. … rejeita as restrições dos essênios que separavam os justos dos injustos em suas comunidades. Andrews Study Bible.

31, 32 semelhante a um grão de mostarda … a menor … a maior.  O grão de mostarda não é a menor semente conhecida hoje, mas era a menor que os agricultores e jardineiros da Palestina semeavam, e em condições favoráveis a planta podia alcançar uns 3m de altura. Bíblia de Estudo NVI Vida.
As coisas de Deus podem parecer pequenas no mundo, contudo tem grande resultados. Certamente o reino de Deus, naquele ponto da história, parecia ser nada em comparação com Roma; contudo, ele provaria ser muito maior. Bíblia de Genebra.
32 seus ramos. Provável alusão a Dn 4.21 [Sonho de Nabucodonosor]. Bíblia de Estudo NVI Vida.
A figura de uma árvore com pássaros se aninhando em seus ramos lembra Ez 17.23, onde os pássaros representam as nações gentílicas refugiando-se no Messias, e participando das bênçãos da aliança. Bíblia de Genebra.

33 Na Bíblia, o fermento em geral simboliza o perverso ou impuro. Aqui, no entanto,, é símbolo de crescimento. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Esta parábola enfatiza o poder transformador invisível do evangelho, especialmente na vida particular do discípulo totalmente entregue a seu mestre, Cristo. Além dessa transformação individual, possivelmente, Jesus aponta para a influência do evangelho que, silenciosamente e com poder, muda a sociedade e a cultura (ou governo, no caso em que os cristãos decididos existem em suficiente proporção). Bíblia Shedd.

43 resplandecerão como o sol. Uma alusão a Dn 12.3, promessa de restauração futura. Bíblia de Genebra.
44-46 Essas duas parábolas ensinam a mesma verdade: o reino tem tanto valor, que a pessoa deve estar disposta a abrir mão de tudo o que possui para obtê-lo. Jesus não estava ensinando que a pessoa pode comprar o reino com dinheiro ou com boas obras. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Jesus, por meio de parábolas, tornou conhecidas as coisas ocultas do reino (v. 35), mas essas coisas permanecem encobertas à maioria das pessoas, que não percebem o seu valor. Porém, como o homem que encontra um tesouro ou o comerciante que negocia com pérolas, aqueles que percebem o valor do reino sacrificarão qualquer coisa para obtê-lo. Bíblia de Genebra.
47-51 A parábola da rede ensina a mesma lição geral da parábola do joio: haverá separação irreversível entre justos e ímpios. A parábola do joio ressalta também que não devemos tentar fazer essa separação agora, pois isso é exclusivamente da alçada do Senhor. Bíblia de Estudo NVI Vida.

52 todo escriba. Cristo não se refere aos escribas profissionais, ou mestres, de Seus dias, mas aos discípulos no papel de mestres ou “apóstolos” (ver com. de Mc 3:14). “Todo escriba”, neste caso, significa todo homem ou mulher que ensina os tesouros da Palavra de Deus aos outros. CBASD, vol. 5, p. 432.

versado. Literalmente “que foi feito discípulo”, no sentido de ter recebido uma preparação completa daquilo que um discípulo deve saber e entender. CBASD, vol. 5, p. 432.

coisas novas e coisas velhas. Por “velhas”, Cristo se refere a toda vontade de Deus revelada “outrora […] aos pais, pelos profetas” (Hb 1:1; ver com de Dt 31:9; Pv 3:1). Por “novas”, Ele Se refere a Seus ensinos (ver Hb 1:2; ver com. de Mc 2:22; 7:1-13). É importante observar que, nessa ocasião ou em qualquer outra, Jesus nunca depreciou o valor do AT ou insinuou que, no futuro, ele teria menos força (ver com. de M5 5:17, 18; Lc 24:27, 44; Jo 5:39). O AT não foi invalidado pelo NT, mas ampliado e revitalizado. Ambos foram inspirados por Cristo e estão cheios da verdade para quem a busca com sinceridade. O AT revela a Cristo que viria; o NT revela o Cristo que veio. O AT e o NT não se excluem mutuamente nem se opõem um ao outro, como o arqui-inimigo de ambos tem persuadido alguns cristãos a acreditar. Eles se complementam. CBASD, vol. 5, p. 432.

55 filho do carpinteiro. A palavra grega traduzida por “carpinteiro” pode também significar “pedreiro”. Bíblia de Estudo NVI Vida.

é também um termo geral para significar qualquer artífice ou trabalhador. José pode ter trabalhado com madeira ou pedra. Bíblia de Genebra.
58 a recusa de Jesus em operar muitos milagres em Nazaré não foi porque ele necessitasse de fé por parte do povo para dar-lhe poder, mas porque os milagres são de pouco valor para aqueles que não tem fé (cf 1Co 13.2). Bíblia de Genebra.



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